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Roteiros 
Nutrição Materna da Criança e do Adolescente
Orientações gerais sobre as aulas práticas/relatório e atividades obrigatórias
 � Leia atentamente todos os roteiros.
 � As normas para entrada nos laboratórios devem ser respeitadas, caso contrário, o(a) 
aluno(a) não poderá participar das aulas (leia as orientações para aulas práticas da 
disciplina, disponíveis no AVA).
 � Para elaboração do relatório, leia com atenção o manual de orientações de aulas 
práticas disponível no AVA.
 � O relatório deve ser elaborado individualmente, segundo as normas da ABNT.
 � O prazo para postagem do relatório é de até 7 dias corridos, a contar da última aula 
prática da disciplina, sendo realizada uma única postagem.
 � Observar se o arquivo do relatório foi corretamente anexado, se não está corrompido, 
em branco, se está disponível e se corresponde à disciplina correta. Relatórios com tais 
erros/falhas não serão considerados para a correção e será atribuída nota zero.
 � As atividades obrigatórias fazem parte do relatório, as quais só poderão ser anexadas 
e vistadas pelo(a) professor(a) responsável pela(s) aula(s) prática(s).
 � O(A) aluno(a) deve imprimir as folhas com as questões, responder no campo destinado 
e entregar ao docente para vistar durante a aula prática.
 � O(A) professor(a) responsável pela prática deve vistar as atividades preferencialmente 
após o final do período de aula correspondente.
 � O(A) professor(a) não assinará folhas em branco sob nenhuma circunstância.
 � Folhas com assinaturas do(a) docente rasuradas não serão aceitas.
 � Relatórios que não contarem com as atividades obrigatórias não serão validados.
 � O(A) aluno(a) deve anexar somente as atividades referentes às aulas práticas das quais 
participou, da mesma forma que deve descrever no relatório somente os procedimentos 
dos quais participou.
 � Serão confrontados o relatório e as questões entregues com a frequência registrada 
em sistema, por esse motivo não deixe de registrar a frequência no polo. A nota é 
proporcional à frequência registrada em sistema.
 � O relatório deve ser confeccionado na seguinte ordem: 1. Capa; 2. Atividades 
obrigatórias; 3. Resultados e discussão; 4. Referências.
 � Estão descritas na tabela abaixo as orientações para confecção de cada uma das 
etapas necessárias ao relatório.
 � Para maiores informações/orientações, consulte (AVA > disciplina > manual de 
orientações para a prática).
ITEM CRITÉRIOS PONTUAÇÃO
ATIVIDADES 
OBRIGATÓRIAS
Respostas devem estar à caneta. 
Não apresentar rasuras.
Vistadas pelo(a) docente.
Anexar somente as atividades obrigatórias referentes aos roteiros 
de prática que realizou.
Atividades entregues sem assinatura do(a) professor(a) serão
consideradas como ausência do(a) aluno(a) na aula prática.
6,0
RESULTADOS E 
DISCUSSÃO
Descrever os resultados por roteiro realizado, relacionando os 
achados à teoria e referenciando-os.
Anexar desenhos, fotos, diagramas, esquemas, tabelas, entre ou-
tros recursos que melhor ilustrem e descrevam os resultados.
3,0
ELEMENTOS PRÉ- 
TEXTUAIS (CAPA) 
E PÓS-TEXTUAIS 
(REFERÊNCIAS)
Apresentar capa conforme modelo disponibilizado, contendo 
nome, RA, polo de matrícula, polo de prática, data das aulas e 
nome do(a) docente e disciplina.
Apresentar, em ordem alfabética, as referências utilizadas,
seguindo normas da ABNT.
1,0
Instituto de Ciências 
da Saúde
Disciplina: Nutrição Materna da 
Criança e do Adolescente
Título da aula: Preparação de fórmulas 
infantis e refeições para introdução de 
alimentação complementar
ROTEIRO 1
ORIENTAÇÕES
1. As aulas serão realizadas no laboratório de Técnica Dietética.
2. As regras para uso do laboratório deverão ser seguidas quanto à conduta pessoal e 
aos POPs do local.
3. As atividades dos conteúdos 1 e 2 estão divididas entre os grupos 1 a 6, para serem 
desenvolvidas concomitantemente durante a aula no laboratório de Técnica Dietética.
NORMAS PARA LABORATÓRIO DE TÉCNICA DIETÉTICA
1. Usar avental de mangas longas, sapato fechado e touca.
2. Manter as unhas curtas, sem esmalte ou base e retirar adornos: anéis, pulseiras e 
brincos. Não é permitido o uso de barba no laboratório de TD.
3. Antes de entrar no laboratório, proceder à higienização das mãos e dos antebraços.
4. Entrar no laboratório apenas com o roteiro de aula e lápis.
5. Ler o roteiro da aula antes de iniciar o experimento.
6. Separar os utensílios e ingredientes necessários à execução do experimento, reunindo 
todos em um só local.
7. Sempre transportar os alimentos e utensílios em bandejas.
8. Escolher utensílios com capacidade de acordo com o experimento a executar.
9. Usar o material adequado (tábua, faca, trinchante, bacia, entre outros) para limpar, 
cortar e higienizar os alimentos.
10. Anotar todos os resultados no roteiro da aula.
11. Ao terminar o experimento, proceder à higienização dos materiais utilizados durante 
a aula, secar e guardar nos devidos lugares. Deixar a bancada limpa e em ordem.
CONTEÚDO 1: Diluição de fórmula infantil industrializada e caseira
Objetivos:
Identificar o processo de preparo de mamadeiras e comparar a composição nutricional 
de fórmulas infantis industrializadas e caseiras.
Materiais / Ingredientes Quantidade
Colheres 4 unidades
Descascador de legumes 4 unidades
Facas de cozinha 8 unidades
Frigideira antiaderente 1 unidade
Garfos 4 unidades
Leiteiras 2 unidades
Mamadeiras de 150 mL 4 unidades
Mamadeiras de 250 mL 3 unidades
Panela de cocção em vapor 1 unidade
Panelas de pressão 3 unidades
Panelas médias 5 unidades
Pratos fundos 4 unidades
Abóbora-cabotian 100 g
Abobrinha 1 unidade
Arroz integral tipo 1 200 g
Beterraba 1 unidade média
Brócolis 100 g
Carne bovina paleta 100 g
Carne moída 100 g
Cebola 2 unidades
Cenoura 1 unidade
Chuchu 1 unidade
Feijão-carioca 200 g
Filé de tilápia 100 g
Fórmula infantil para lactentes de 0 a 6 meses 1 lata
Inhame 100 g
Leite de vaca integral em pó 1 lata
Leite de vaca integral UHT fluido 1 litro
Limão 1 unidade
Mandioquinha 100 g
Óleo de soja 200 mL
Peito de frango 100 g
Sal 100 g
Salsinha 1 maço
Espinafre 90 g
Orientações:
Antes de usar a mamadeira, ela deve ser fervida com o bico, a rosca e a tampa por 5 
minutos. Se forem utilizados outros utensílios para o preparo da mamadeira, estes também 
devem ser fervidos.
Retire a mamadeira e as outras partes da água fervendo utilizando um pegador e conserve-
as cobertas até o momento de usar.
A temperatura ideal da fórmula para o consumo da criança é de 37 ºC. É uma temperatura 
morna em contato com a pele.
Se usar leite em pó, a água deve ser fervida durante 5 minutos e deve esfriar até a 
temperatura de 37 ºC.
GRUPO 1 – Diluição de fórmula industrializada
Para a diluição da fórmula infantil industrializada:
Quantidade de água por mamadeira Quantidade de pó por mamadeira
Mamadeira 1 90 mL 3 medidas padronizadas
Mamadeira 2 120 mL 4 medidas padronizadas
Mamadeira 3 150 mL 5 medidas padronizadas
Mamadeira 4 180 mL 6 medidas padronizadas
Mamadeira 5 210 mL 7 medidas padronizadas
Modo de preparo:
 � Despejar a água fervida já na temperatura adequada na mamadeira até alcançar a 
metade do volume de leite desejado.
 � Acrescentar a quantidade de pó adequada. Tampar a mamadeira com a proteção e 
agitar até a preparação ficar homogênea. Não deve haver grumos.
 � Acrescentar a outra parte de água até completar o volume desejado.
Mensuração e cálculos:
1. Mensure o volume final de cada mamadeira.
2. Calcule o valor calórico da fórmula pronta.
Volume final Valor calórico (kcal)
Mamadeira 1
Mamadeira 2
Mamadeira 3
Mamadeira 4
Mamadeira 5
3. Preencha na tabela abaixo o valor calórico, de macronutrientes, ácidos graxos e de 
ferro da fórmula pronta.
Composição nutricional de fórmulas industrializadas para lactente de até 6 meses, 
conforme diluição indicada pelo fabricante:
Calorias 
(kcal)
Carboidratos 
(g)
Proteínas 
(g)
Lipídeos 
(g)
Safa 
(g)Mufa 
(g)
Pufa 
(g)
Ferro 
(mg)
Fórmula industrializada 
(100 mL)
LEGENDA: Safa = ácidos graxos saturados, Mufa = ácidos graxos monoinsaturados, Pufa = 
ácidos graxos poli-insaturados.
GRUPO 2 – Preparo de fórmula caseira
Fórmula 1
Fórmula caseira para lactente de até 4 meses com leite integral fluido. 
Preparar 100 mL.
 � Leite 2/3 e 1/3 de água.
 � Adição de óleo vegetal: 3%.
Modo de preparo:
 � Calcular a quantidade de leite, água e óleo necessários para a elaboração da 
quantidade final.
 � Pesar e medir os ingredientes.
 � Ferver o leite e a água separadamente. Resfriar e misturar.
 � Acrescentar o óleo, homogeneizar.
Fórmula 2
Fórmula caseira para lactente de até 4 meses com leite em pó. Preparar 100 mL.
 � Reconstituição a 10%.
 � Adição de óleo vegetal: 3%.
Modo de preparo:
 � Calcular a quantidade de leite em pó, água e óleo necessários para a elaboração da 
quantidade final.
 � Pesar e medir os ingredientes.
 � Ferver a água separadamente. Resfriar e adicionar o leite em pó, misturar.
 � Acrescentar o óleo, homogeneizar.
Mensuração e cálculos:
1. Mensure o volume final da mamadeira.
Volume final
Fórmula caseira 1
Fórmula caseira 2
Calcule o valor calórico de macronutrientes, ácidos graxos e ferro da fórmula pronta.
Composição nutricional de fórmulas caseiras para lactente de até 4 meses com leite 
integral fluido (fórmula 1) ou em pó (fórmula 2):
Calorias 
(kcal)
Carboidratos 
(g)
Proteínas 
(g)
Lipídeos 
(g)
Safa 
(g)
Mufa 
(g)
Pufa 
(g)
Ferro 
(mg)
Fórmula 1
(100 mL)
Fórmula 2
(100 mL)
LEGENDA: Safa = ácidos graxos saturados, Mufa = ácidos graxos monoinsaturados, Pufa = 
ácidos graxos poli-insaturados.
Quadro 1: Frequência e volume da alimentação da criança até 4 meses de vida em 
aleitamento artificial.
IDADE VOLUME NÚMERO DE REFEIÇÕES/DIA
Do nascimento - 30 dias 60 - 120 mL 6 - 8
30 - 60 dias 120 - 150 mL 6 - 8
2 - 3 meses 150 - 180 mL 5 - 6
3 - 4 meses 180 - 200 mL 4 - 5
> 4 meses 180 - 200 mL 2 a 3
Fonte: MS (2015).
Quadro 2: Diluição do leite em pó ou leite fluido para crianças de até 4 meses de vida.
Leite em pó integral
1 colher das de sobremesa rasa para 100 mL de água fervida.
1 1/2 colher das de sobremesa rasa para 150 mL de água fervida.
2 colheres das de sobremesa rasas para 200 mL de água ferida.
Preparo do leite em pó: primeiro, diluir o leite em pó em um pouco de água fervida e em seguida 
adicionar a água restante necessária.
Leite integral fluido
2/3 de leite fluido + 1/3 de água fervida
70 mL de leite + 30 mL de água = 100 mL
100 mL de leite + 50 mL de água = 150 mL
130 mL de leite + 70 de água = 200 mL
Fonte: MS, 2015.
CONTEÚDO 2: Introdução de alimentação complementar para lactentes
Objetivos:
 � Identificar possibilidades para a preparação de refeições para introdução da 
alimentação complementar.
 � Comparar diferenças na consistência das refeições infantis para as diferentes idades.
 � Avaliar a composição nutricional de refeições infantis para diferentes idades.
OBSERVAÇÃO:
Para otimização dos ingredientes e utensílios, o arroz e o feijão que serão utilizados por 
todos os grupos deverão ser preparados por um único grupo, a ser escolhido por sorteio ou 
conforme decisão do(a) professor(a).
Para os grupos 3, 4, 5 e 6 o prato deve ser montado considerando as porções de cada 
preparação, de acordo com a idade proposta de cada grupo.
GRUPO 3: Alimentação complementar para bebês de 6 meses.
Quadro 1: Dia alimentar preconizado para bebês de 6 meses, de acordo com o Guia 
Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos (2021).
REFEIÇÃO COMPOSIÇÃO
Café da manhã � Leite materno
Lanche da manhã � Fruta e leite materno
Almoço
É recomendado que o prato da 
criança tenha:
 � 1 alimento do grupo dos cereais ou raízes e tubérculos
 � 1 alimento do grupo dos feijões
 � 1 ou mais alimentos do grupo dos legumes e verduras
 � 1 alimento do grupo das carnes e ovos
 � Junto à refeição pode ser dado um pedaço pequeno de fruta
 � Quantidade aproximada – 2 a 3 colheres de sopa no total
Lanche da tarde � Fruta e leite materno
Jantar � Leite materno
Antes de dormir � Leite materno
Refeição: almoço. 
Ingredientes – quantidades 
Mandioquinha – 30 g
Feijão-carioca – 30 g
Chuchu – 30 g
Espinafre – 30 g
Carne moída – 30 g
Cebola – 10 g
Óleo para refogar.
Modo de preparo:
1. Mandioquinha, chuchu e espinafre:
 � Higienizar, descascar e porcionar em pedaços médios.
 � Cozinhar em água.
 � Amassar com o garfo até obter a consistência de purê.
 � O espinafre deve ser bem picado após cozido.
2. Feijão: preparar do modo habitual, amassar os grãos com o garfo e adicionar um pouco 
de caldo.
3. Carne moída.
 � Picar a cebola em pedacinhos, refogar em óleo, adicionar a carne moída e refogar, 
adicionando um pouco de água para que o cozimento deixe a carne bem macia, 
adicione sal a gosto.
4. Porcionar o prato, respeitando a quantidade proposta no Guia Alimentar para Crianças 
Brasileiras Menores de 2 Anos (2021).
OBSERVAÇÕES:
 � Os alimentos devem ser bem cozidos, consistência mista: amassados e picados em 
pedaços pequenos.
 � O prato deve apresentar os alimentos separados.
Pesagem e cálculos:
 � Pesar separadamente cada alimento porcionado para compor o prato.
 � Realizar os cálculos utilizando as tabelas de composição dos alimentos.
 � Complete a tabela a seguir:
Composição nutricional de refeição (almoço) para bebê de 6 meses:
Calorias (kcal) Carboidratos (g) Proteínas (g) Lipídeos (g) Ferro (g)
GRUPO 4: Alimentação complementar para bebês de 7 a 8 meses.
Quadro 2: Dia alimentar preconizado para bebês de 7 a 8 meses, de acordo com o Guia 
Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos (2021).
REFEIÇÃO COMPOSIÇÃO
Café da manhã � Leite materno
Lanche da manhã e da tarde � Fruta e leite materno
Almoço e jantar
É recomendado que o prato 
da criança tenha:
 � 1 alimento do grupo dos cereais ou raízes e tubérculos
 � 1 alimento do grupo dos feijões
 � 1 ou mais alimentos do grupo dos legumes e verduras
 � 1 alimento do grupo das carnes e ovos
 � Junto à refeição, pode ser dado um pedaço pequeno de fruta
 � Quantidade aproximada – 3 a 4 colheres de sopa no total
Lanche da tarde � Fruta e leite materno
Antes de dormir � Leite materno
Refeição: ALMOÇO ou JANTAR
Ingredientes – quantidades 
Arroz integral – 50 g.
Feijão-carioca – 50 g. Abóbora cabotian – 50 g. Espinafre – 30 g.
Peito de frango – 50 g. Cebola – 10 g.
Salsinha.
Modo de preparo:
1. Abóbora e espinafre:
 � Higienizar, descascar e porcionar em pedaços médios.
 � Cozinhar em água.
 � Cortar a abóbora em pedaços miudinhos, intercalando com algumas partes amassadas 
com o garfo.
 � O espinafre deve ser bem picado após cozido.
2. Feijão e arroz: preparar do modo habitual, amassar os grãos com o garfo e adicionar 
um pouco de caldo.
3. Frango – cozinhar em água suficiente para cobrir em panela de pressão, adicionar um 
pedaço de cebola e uma pitada de sal. Após ser bem cozido, desfiar com o garfo, adicionando 
um pouco da água do cozimento para ficar macio. Picar a salsinha bem fina e misturar ao 
frango desfiado.
4. Porcionar o prato, respeitando a quantidade proposta no Guia Alimentar para Crianças 
Brasileiras Menores de 2 Anos (2021).
OBSERVAÇÕES:
 � Os alimentos devem ser bem cozidos, consistência mista: amassados e picados em 
pedaços pequenos.
 � O prato deve apresentar os alimentos separados.
Pesagem e cálculos:
 � Pesar separadamente cada alimento porcionado para compor o prato.
 � Realizar os cálculos utilizando as tabelas de composição dos alimentos.
 � Complete a tabela a seguir:
Composição nutricional de refeição (almoço) para bebê de 7 a 8 meses:
Calorias (kcal) Carboidratos (g) Proteínas (g) Lipídeos (g) Ferro (g)
GRUPO 5: Alimentação complementar para bebês entre 9 e 11 meses de idade.
Quadro 3: Dia alimentar preconizado para bebês de 9 e 11 meses, de acordo com o Guia 
Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos(2021).
REFEIÇÃO COMPOSIÇÃO
Café da manhã � Leite materno
Lanche da manhã e da tarde � Fruta e leite materno
Almoço e jantar
É recomendado que o prato da criança 
tenha:
 � 1 alimento do grupo dos cereais ou raízes e tubérculos
 � 1 alimento do grupo dos feijões
 � 1 ou mais alimentos do grupo dos legumes e verduras
 � 1 alimento do grupo das carnes e ovos
 � Junto à refeição, pode ser dado um pedaço pequeno de fruta
 � Quantidade aproximada – 4 a 5 colheres de sopa no total
Lanche da tarde � Fruta e leite materno
Antes de dormir � Leite materno
Refeição: ALMOÇO ou JANTAR 
Ingredientes – quantidades 
Inhame – 60 g
Feijão – 50 g
Beterraba – 30 g
Abobrinha – 30 g
Espinafre – 30 g
Carne bovina paleta – 60 g
Cebola – 10 g
Modo de preparo:
1. Inhame: higienizar, descascar, porcionar em pedaços grandes e cozinhar em água até 
que fique macio. Reservar para juntar com a carne.
2. Beterraba, abobrinha, espinafre:
 � Higienizar, descascar e picar os legumes em cubos pequenos.
 � Cozinhar em vapor até que fiquem bem macios.
 � O espinafre deve ser bem picado após cozido.
3. Feijão: preparar do modo habitual.
4. Carne: em uma panela de pressão, refogar a cebola picada. Adicionar o pedaço de 
carne, selando em cada um dos lados. Adicionar sal a gosto, adicionar água suficiente para 
cobrir a carne, cozinhar em pressão por 10 minutos. Retirar a pressão e adicionar o inhame, 
deixando cozinhar com a carne para pegar o sabor e formar caldo. Após cozido e o caldo 
engrossar, retire da panela e desfie a carne, corte o inhame em cubos pequenos.
5. Montar o prato, respeitando a quantidade proposta no Guia Alimentar para Crianças 
Brasileiras Menores de 2 Anos (2021).
OBSERVAÇÕES:
 � Os alimentos devem ser bem cozidos, consistência mista: picados em pedaços 
pequenos, grãos levemente amassados.
 � O prato deve apresentar os alimentos separados.
Pesagem e cálculos:
 � Pesar separadamente cada alimento porcionado para compor o prato.
 � Realizar os cálculos utilizando as tabelas de composição dos alimentos.
 � Complete a tabela a seguir:
Composição nutricional de refeição (almoço) para bebê de 9 a 11 meses:
Calorias (kcal) Carboidratos (g) Proteínas (g) Lipídeos (g) Ferro (g)
GRUPO 6: Alimentação complementar para bebês de 1 a 2 anos de idade.
Quadro 4: Dia alimentar preconizado para crianças de 1 a 2 anos de idade, de acordo 
com o Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos (2021).
REFEIÇÃO COMPOSIÇÃO
Café da manhã
 � Fruta e leite materno ou cereal (pão caseiro ou processado, 
aveia, cuscuz de milho) e leite materno ou raízes e tubérculos 
(aipim, inhame, batata-doce) e leite materno.
Lanche da manhã e da tarde � Fruta e leite materno.
Almoço e jantar
É recomendado que o prato da 
criança tenha:
 � 1 alimento do grupo dos cereais ou raízes e tubérculos
 � 1 alimento do grupo dos feijões
 � 1 ou mais alimentos do grupo dos legumes e verduras
 � 1 alimento do grupo das carnes e ovos
 � Junto à refeição, pode ser dado um pedaço pequeno de fruta
 � Quantidade aproximada – 5 a 6 colheres de sopa no total
Lanche da tarde
 � Fruta e leite materno ou cereal (pão caseiro ou processado, 
aveia, cuscuz de milho) e leite materno ou raízes e tubérculos 
(aipim, inhame, batata-doce) e leite materno.
Antes de dormir � Leite materno.
Refeição: ALMOÇO ou JANTAR 
Ingredientes – quantidades 
Arroz integral – 50 g
Feijão-carioca – 50 g
Brócolis – 50 g
Cenoura – 30 g
Filé de tilápia – 50 g
Limão
Modo de preparo:
1. Brócolis e cenoura.
 � Higienizar, descascar a cenoura e picar em cubos, separar os floretes dos brócolis.
 � Cozinhar em vapor até que fiquem macios.
2. Feijão e arroz: preparar do modo habitual, amassar os grãos com o garfo e adicionar 
um pouco de caldo.
3. Tilápia – temperar com sal a gosto e ¼ de limão espremido. Untar uma frigideira 
antiaderente, aquecer e grelhar o filé de tilápia, cerca de 2 minutos de cada lado.
Porcionar o prato, respeitando a quantidade proposta no Guia Alimentar para Crianças 
Brasileiras Menores de 2 Anos (2021).
OBSERVAÇÕES:
 � Os alimentos devem ser bem cozidos, em pedaços pequenos. Grãos inteiros.
 � O prato deve apresentar os alimentos separados.
Pesagem e cálculos:
 � Pesar separadamente cada alimento porcionado para compor o prato.
 � Realizar os cálculos utilizando as tabelas de composição dos alimentos.
 � Complete a tabela a seguir:
Composição nutricional de refeição (almoço) para bebê de 1 a 2 anos:
Calorias (kcal) Carboidratos (g) Proteínas (g) Lipídeos (g) Ferro (g)
DISCUSSÃO: Os grupos deverão apresentar as preparações e discutir os resultados 
considerando os objetivos.
Obs.: Elaborar o relatório apresentando os resultados de seu grupo e a discussão dos 
resultados dos demais grupos, além dos cálculos, discussão, relacionando com a literatura.
Instituto de Ciências 
da Saúde
Disciplina: Nutrição Materna da 
Criança e do Adolescente
Título da aula: Gestantes e lactentes
ROTEIRO 2
ORIENTAÇÕES:
Atividades para serem desenvolvidas em sala de aula. Para estas atividades, cada aluno(a) 
precisará de:
 � Papel ou caderno, lápis, borracha, caneta, calculadora e das curvas de avaliação do 
estado nutricional para cada ciclo de vida.
 � Material de consulta (anexo): curvas de ganho de peso da gestante, tabelas das DRI, 
tabelas de informação nutricional das fórmulas lácteas.
Objetivo: Analisar gestantes considerando o estado nutricional e recomendações 
nutricionais.
ESTUDOS DE CASO:
Para os casos a seguir, realizar os seguintes procedimentos (consultar anexos I e II).
A) Classificação do estado nutricional pré-gestacional.
B) Classificação do estado nutricional atual de acordo com a Curva de Ganho de Peso 
da Gestante.
C) Recomendação para ganho de peso na gestação: total e semanal.
D) Necessidades energéticas e de macronutrientes (DRI).
E) Escolher 1 dos casos e elaborar um plano alimentar e 10 orientações nutricionais.
Obs.: Elaborar o relatório apresentando os resultados, cálculos, discussão, relacionando 
com a literatura.
CASO 1
K.R.S., 19 anos, segunda gestação, 1 aborto anterior (aos 16 anos). 13a semana de gestação. 
Estatura: 1,60 m. Peso pré-gestacional: 52 kg. Peso atual: 49,5 kg. Sem emprego fixo (trabalhos 
eventuais). Mora com parentes (2 tias e 5 primos). Solteira, namora, mas refere que não vai 
se casar. Queixas: Enjoos e vômitos diários, cansaço e desânimo. “Tem dias em que nem sai 
da cama” (sic). Obstetra receitou o uso de antieméticos, porém, a paciente não conseguiu a 
medicação no posto e não pode comprar. História alimentar: sem horários determinados 
para realizar as refeições, refere preferência por lanches (pão, embutidos, ovos, macarrão 
instantâneo, biscoitos, salgadinhos), pois, embora disponha de refeições completas em 
casa, come sempre “fora do horário”, preparando alguma coisa rápida, acompanhando por 
refrigerante ou suco artificial. Hábito de “beliscar” entre as refeições. Baixo consumo de FLV; 
baixa ingestão hídrica. Alimenta-se rápido, normalmente no sofá assistindo à televisão, e 
deita-se após a refeição. Atualmente, refere baixa ingestão de alimentos, confirmada pelo 
R24hs. Consome álcool (cerveja e outros) 2 a 3 vezes por semana. Tabagista: 5-10 cigarros 
por dia. Sem uso de suplementos.
CASO 2
D.M.G.S., 37 anos, 4ª gestação, 3 filhos, 16ª semana de gestação. Estatura: 1,63 m. Peso 
pré-gestacional: 68 kg. Peso atual: 71,5 kg. Glicemia de jejum: 110 mg/dL. Casada, do lar, 
sedentária. Queixas: Preocupa-se com o ganho de peso, refere tonturas, constipação, azia.
História alimentar: Refere tentativa de redução das quantidades dos alimentos no 
almoço e omissão do jantar, ou substituição por lanches (iniciativa própria para tentar 
controlar o ganho de peso). Seus alimentos preferidos são doces e massas, que “tem evitado, 
mas, quando tem desejos, come até 1 pacote de bolacha recheada” (sic). No R24hs, identifica- 
se alto consumo de pães, além de longos períodos semse alimentar (4-6 horas de jejum), 
seguidos de refeições com grandes volumes de alimentos. Ingere líquidos às refeições e 
consome pouca água entre as refeições. Identifica-se dificuldade da paciente em relatar 
(recordar) todos os alimentos que ingeriu no dia anterior. Em uso de suplementos vitamínicos, 
conforme a orientação médica.
CASO 3
T. A. A., 25 anos, primigesta, 20ª semana de gestação. Estatura: 1,65 m. Peso pré-gestacional: 
58 kg. Peso atual: 60 kg. Hemoglobina: 10,4 g/dL. Casada, estudante universitária, não trabalha. 
Faz hidroginástica 2 vezes por semana. Queixas: Refere “medo” de ganhar muito peso e não 
conseguir retornar ao seu peso habitual. Cãibras, indisposição, tonturas. Refere recorrência 
de infecções urinárias. História alimentar: Refere tentativas de controlar o ganho de peso, 
reduzindo a ingestão de carboidratos nas refeições. Tem evitado carnes vermelhas. Suas 
refeições (A e J) são compostas basicamente de verduras, legumes e carne branca grelhada 
e acompanhadas de 200 mL de chá-mate ou chá-verde dietético. Eventualmente, consome 
arroz ou macarrão em pequena quantidade (1/2 porção por refeição). Não tem o hábito 
de consumir leguminosas. No CM, consome 1 fatia de pão integral com margarina light 
e suco natural com adoçante artificial. As refeições intermediárias são eventuais, quando 
consome uma fruta ou um copo de suco ou um copo de chá. Não tem hábito de beber água. 
Suplementos: Em uso de 5 mg diárias de ácido fólico. Ainda não iniciou a suplementação 
com ferro e polivitamínicos, conforme a prescrição médica, pois “acha que pode aumentar 
o seu apetite e engordar muito” (sic).
Instituto de Ciências 
da Saúde
Disciplina: Nutrição Materna da 
Criança e do Adolescente
Título da aula: Introdução de alimentação 
complementar – Cálculo de fórmulas
ROTEIRO 3
Objetivo: Identificar e calcular as necessidades nutricionais de lactentes para a introdução 
de alimentação complementar
CÁLCULO DE FÓRMULAS LÁCTEAS INDUSTRIALIZADAS
Para cada caso a seguir, realizar os seguintes procedimentos (consultar anexo III):
Calcular as necessidades energéticas. Escolher a fórmula infantil industrializada.
Determinar a capacidade gástrica da criança: 25 a 30 mL/kg/mamadeira. Deve-se optar 
por um valor (mL total por mamadeira) que seja múltiplo da reconstituição para cada medida 
(múltiplo de 30).
Calcular o valor energético da mamadeira.
Dividir a necessidade energética total pelo valor energético da mamadeira para obter o 
número de mamadeiras/dia.
Obs.: Elaborar o relatório apresentando os resultados, cálculos, discussão, relacionando 
com a literatura.
CASO 1
Lactente do sexo feminino, 45 dias, peso: 4,1 kg, comprimento: 52 cm.
CASO 2
Lactente do sexo masculino, 90 dias, peso: 5,7 kg, comprimento: 61 cm.
CASO 3
Lactente do sexo feminino, 150 dias, peso: 6,9 kg, comprimento: 65 cm.
CASO 4
Lactente 60 dias, menina, 58 cm, 3,8 kg, utilizando fórmula infantil de partida. Estava 
apresentando sintomas, como cólicas, diarreia e erupções cutâneas, irritabilidade e choro 
excessivo, especialmente após as mamadas. Foi diagnosticada com APLV, necessitando agora 
de dieta específica. 
Faça o cálculo das necessidades energéticas e da quantidade de fórmula infantil necessária 
por dia. Descreva 5 orientações sobre APLV. 
Instituto de Ciências 
da Saúde
Disciplina: Nutrição Materna da 
Criança e do Adolescente
Título da aula: Crianças
ROTEIRO 4
Orientações:
Para os casos a seguir, realizar os seguintes procedimentos (consultar anexos III e V ):
A) Classificação do estado nutricional de acordo com as curvas de crescimento 
(OMS, 2006).
B) Calcular as necessidades energéticas e de macronutrientes (DRI).
C) Escolher 1 dos casos e definir a rotina alimentar e orientações nutricionais.
Obs.: Elaborar o relatório apresentando os resultados, cálculos, discussão, relacionando 
com a literatura.
Objetivo: Realizar avaliação e orientações nutricionais para crianças.
ESTUDOS DE CASO – CRIANÇAS
CASO 1
L. A. F., sexo masculino, 5 meses. Comprimento: 61,5 cm. Peso: 6640 g.
Anamnese: recebeu leite materno por 1 mês, a partir dessa idade, começou a receber 
leite de vaca na mamadeira. Desenvolvimento adequado para a idade, já senta e tem firmeza 
no pescoço.
CASO 2
G. M. B., sexo feminino, 7 meses. Comprimento: 66 cm. Peso: 8080 g.
Anamnese: Aleitamento materno exclusivo até 6 meses. Já introduziu frutas, vegetais 
e tubérculos. Família vegetariana estrita, não irão oferecer produtos de origem animal. 
Desenvolvimento adequado para a idade.
CASO 3
L. A. G., sexo feminino, 12 meses. Comprimento: 76 cm. Peso: 11300 g.
Anamnese: Aleitamento materno misto até 3 meses, desde então, recebe fórmula 
infantil. A alimentação complementar começou a ser oferecida desde os 5 meses e, desde 
então, consome frutas (banana amassada, pera cozida e suco de laranja) e papa salgada 
em consistência pastosa (batata ou mandioquinha, cenoura e chuchu, carne bovina ou 
frango, cozidos e triturados com o mixer). Não recebe oferta variada de vegetais e frutas. 
Não tem horários determinados para receber o leite na mamadeira. Consome desde os 
11 meses bebidas lácteas, biscoitos e bolinhos industrializados. Desenvolvimento 
adequado para a idade.
Instituto de Ciências 
da Saúde
Disciplina: Nutrição Materna da 
Criança e do Adolescente
Título da aula: Adolescente
ROTEIRO 5
Objetivo: Identificar e calcular as necessidades energéticas e de macronutrientes de 
adolescentes.
A) Calcular a necessidades energéticas e de macronutrientes (DRI) para os casos seguintes.
B) Elaborar 10 orientações nutricionais – seguindo as características da fase da vida. 
C) Considere as questões emocionais, relação com grupos sociais característicos desta 
fase da vida. 
Caso 1
J. G. K. M., menino, 16 anos, estatura 1,75 m, peso 98 kg, pratica boxe 3 vezes na semana 
durante 1h, o restante do tempo passa na frente das telas (tv, celular, computador), estuda 
no período da manhã (07 às 12h). Paciente relata fome durante todo o dia, a todo momento 
“belisca” alimentos, como frutas, bolachas, sucos, leite, iogurtes. Três vezes por semana sai 
com os amigos da escola na hora do almoço e come lanches com refrigerante. Legumes e 
verduras: consome 3x na semana apenas tomate e cenoura. Fruta: todos os dias. Proteína 
animal: gosta apenas de peixe, come 1x ao dia. Fibras: muito pouco. 
Caso 2
M. F. S., menina, 13 anos, estatura 1,57 m, peso 48 kg, sedentária. Estuda no período 
da tarde (13 às 18h), dorme até as 12h, toma café da manhã apenas com frutas e vai para 
escola. No intervalo come apenas balas e pirulitos. Às 19h realiza o jantar em casa apenas 
com saladas de folhas e uma fonte de proteína animal (carne, frango, peixe, ovo). Paciente 
relata preocupação excessiva com a perda de gordura corporal e o ganho de massa magra, 
tem medo de engordar, pois todas as amigas são “magras”. Até os 5 anos tinha sobrepeso. 
ANEXO I
Gráfico de Acompanhamento Nutricional da Gestante Índice de 
Massa Corporal, segunda semana de gestação 
Semana de Gestação
 
Baixo Peso Adequado Sobrepeso Obesidade
Fonte: Atalah (1997).
ANEXO II
Ganho de peso recomendado de acordo com o IMC materno pré-gestacional.
Estado nutricional
antes da gestação
IMC
(kg/m2)
Ganho de peso durante
a gestação (kg)
Ganho de peso por semana
no 2o e 3o trimestre (kg)
Baixo peso 30,0 5 - 9 0,2
Fonte: Institute of Medicine (IOM-2009).
Cálculo das Necessidades Energéticas (DRI 2023).
Estágio NAF EER (kcal/dia)
2o e 3o trimestre 
da gravidez
Sedentário
EER = 1,131.20 - (2.04 x idade) + (0.34 x altura) + (12.15 x
peso) + (9.16 x gestação) + deposição de energia
Poco ativo
EER = 693.35 - (2.04 x idade) + (5.73 x altura) + (10.20 x
peso) + (9.16 x gestação) + deposiçãode energia
Ativo
EER = -223.84 - (2.04 x idade) + (13.23 x altura) +
(8.15 x peso) + (9.16 x gestação) + deposição de energia
Muito ativo
EER = -779.72 - (2.04 x idade) + (18.45 x altura) +
(8.73 x peso) + (9.16 x gestação) + deposição de energia
 � Mães com baixo peso: + 300 kcal/d;
 � Mães com peso normal. + 200 kcal/d;
 � Mães com sobrepeso: + 150 kcal/d;
 � Mães com obesidade: - 50 kcal/d.
Coeficientes para o nível de atividade física de 19 anos e mais.
NFA MASCULINO FEMININO
Sedentária 1,0 1,0
Leve 1,11 1,12
Ativa 1,25 1,27
Muito Ativa 1,48 1,45
Classificação da idade gestacional (IG)
Até 13 semanas 1º trimestre
Entre 14 e 27 semanas 2º trimestre
Acima de 28 semanas 3º trimestre
Valores diários de UL, EAR e AI ou RDA para macronutrientes (continua na próxima 
página).
Estágio 
da vida
EAR 
(g)
Carboidrato
AMDRa
Fibras
Gorduras 
Totais
Ácido Linoleico
Ácido alfa 
linoleicoo
AI* ou 
RDA (g)
AI* ou 
RDA (g)
AI* ou 
RDA (g)
AMDR
AI* ou 
RDA (g)
AMDR
AI* ou 
RDA (g)
AMDR
Bebês
0 - 6 m NDb 60* ND ND 31* 4,4* ND 0,5* ND
7 - 12 m ND 95* ND ND 30* 4,6* ND 0,5* ND
Crianças
1 - 3 a 100 130 45-65 19* ND 30-40 7* 5-10 0,7* 0,6-1,2
4 - 8 a 100 130 45-65 25* ND 25-35 10* 5-10 0,9* 0,6-1,2
Homens
9 - 13 a 100 130 45-65 31* ND 25-35 12* 5-10 1,2* 0,6-1,2
14 - 18 a 100 130 45-65 38* ND 25-35 16* 5-10 1,6* 0,6-1,2
19 - 30 a 100 130 45-65 38* ND 20-35 17* 5-10 1,6* 0,6-1,2
31 - 50 a 100 130 45-65 38* ND 20-35 17* 5-10 1,6* 0,6-1,2
51 - 70 a 100 130 45-65 30* ND 20-35 14* 5-10 1,6* 0,6-1,2
> 70 a 100 130 45-65 30* ND 20-35 14* 5-10 1,6* 0,6-1,2
Mulheres
9 - 13 a 100 130 45-65 26* ND 25-35 10* 5-10 1,0* 0,6-1,2
14 - 18 a 100 130 45-65 26* ND 25-35 11* 5-10 1,0* 0,6-1,2
19 - 30 a 100 130 45-65 25* ND 20-35 12* 5-10 1,1* 0,6-1,2
31 - 50 a 100 130 45-65 25* ND 20-35 12* 5-10 1,1* 0,6-1,2
51 - 70 a 100 130 45-65 21* ND 20-35 11* 5-10 1,1* 0,6-1,2
> 70 a 100 130 45-65 21* ND 20-35 11* 5-10 1,1* 0,6-1,2
Gestantes
Menos de 
18 a
135 175 45-65 28* ND 20-35 13* 5-10 1,4* 0,6-1,2
19 - 30 a 135 175 45-65 28* ND 20-35 13* 5-10 1,4* 0,6-1,2
31 - 50 a 135 175 45-65 28* ND 20-35 13* 5-10 1,4* 0,6-1,2
Lactantes
Menos de 
18 a
160 210 45-65 29* ND 20-35 13* 5-10 1,3* 0,6-1,2
19 - 30 a 160 210 45-65 29* ND 20-35 13* 5-10 1,3* 0,6-1,2
31 - 50 a 160 210 45-65 29* ND 20-35 13* 5-10 1,3* 0,6-1,2
Valores diários de UL, EAR e AI ou RDA para macronutrientes (conclusão).
Estágio da vida EAR (g/kg/d) AI* ou RDA (g/d) AI* ou RDA (g/kg/dia) AMDR
Bebês
0 – 6 m ND 9,1* 1,52* ND
7 – 12 m 1,0 11 1,2 ND
Crianças
1 - 3 a 0,87 13 1,05 5-20
4 - 8 a 0,76 19 0,95 10-30
Homens
9 - 13 a 0,76 34 0,95 10-30
14 - 18 a 0,73 52 0,85 10-30
19 - 30 a 0,66 56 0,8 10-35
31 - 50 a 0,66 56 0,8 10-35
51 - 70 a 0,66 56 0,8 10-35
> 70 a 0,66 56 0,8 10-35
Mulheres
9 - 13 a 0,76 34 0,95 10-30
14 - 18 a 0,71 46 0,85 10-30
19 - 30 a 0,66 46 0,8 10-35
31 - 50 a 0,66 46 0,8 10-35
51 - 70 a 0,66 46 0,8 10-35
> 70 a 0,66 46 0,8 10-35
Gestantes
Menos de 18 a
0,88 ou +21 g de 
proteína adicional
71
1,1 ou +25 g de proteína 
adicional
10-35
19 - 30 a
0,88 ou +21 g de 
proteína adicional
71
1,1 ou +25 g de proteína 
adicional
10-35
31 - 50 a
0,88 ou +21 g de 
proteína adicional
71
1,1 ou +25 g de proteína 
adicional
10-35
Lactantes
Menos de 18 a
1,05 ou +21 g de 
proteína adicional
71
1,3 ou +25 g de proteína 
adicional
10-35
19 - 30 a
1,05 ou +21 g de 
proteína adicional
71
1,3 ou +25 g de proteína 
adicional
10-35
31 - 50 a
1,05 ou +21 g de 
proteína adicional
71
1,3 ou +25 g de proteína 
adicional
10-35
ANEXO III
Necessidades energéticas para crianças de 0 a 35 meses segundo as DRI, 2023.
Obs.: A idade deve ser inclusa em anos, a altura em centímetros e o peso em quilogramas.
Idade Sexo NAF EER (kcal/dia)
0 a 2,99
meses
M -
EER = -716,45 - (1,00 x idade) + (17,82 x altura) + (15.06 x peso)
+ 200
F - EER = -60,15 - (80.00 x idade) + (2,65 x altura) + (56,15 x peso) + 180
3 a 5,99
meses
M - EER = -716,45 - (1,00 x idade) + (17,82 x altura) + (15,06 x peso) + 50
F - EER = -69,15 + (80,0 x idade) + (2,65 x altura) + (54,15 x peso) + 60
6 meses a
2,99 anos
M - EER = -716,45 - (1,00 x idade) + (17,82 x altura) + (15,06 x peso) + 20
F -
EER = -69,15 + (80,0 x idade) + (2,65 x altura) + (54,15 x peso)
+ 20/15a
3 a 13,99
anos
M
Sedentário
EER = -447,51 + (3,68 x idade) + (13,01 x altura) + (13,15 x peso)
+ 20/15/25b
Pouco
ativo
EER = 19.12 + (3,68 x idade) + (8,62 x altura) + (20,28 x peso)
+ 20/15/25
Ativo
EER = -388,19 + (3,68 x idade ) + (12,66 x altura) + (20.46 x peso)
+ 20/15/25
Muito
ativo
EER = -671,75 + (3,68 x idade) + (15,38 x altura) + (23,25 x peso)
+ 20/15/25
F
Sedentário
EER = 55,59 - (22,25 x idade) + (8,43 x altura) + (17,07 x peso)
+ 15/30c
Pouco
ativo
EER = -297,54 - (22,25 x idade) + (12,77 x altura) + (14,73 x peso)
+ 15/30
Ativo
EER = -189,55 - (22,25 x idade) + (11,74 x altura) + (18,34 x peso)
+ 15,30
Muito
ativo
EER = -709,59 - (22,25 x idade) + (18,22 x altura) + (14,25 x peso)
+ 15/30
A) Dos 6 meses aos 3 anos, o custo energético de crescimento para meninas varias 
entre:
 � 6 meses a 1 ano: 20 kcal/d
 � 1 a 3 anos: 15 kcal/d
B) Dos 3 aos 13,99 anos, o custo energético do crescimento para meninos 
varia entre:
 � 3 anos: 20 kcal/d
 � 4 a 8 anos: 15 kcal/d
 � 9 a 13 anos: 25 kcal/d
C) Por fim, dos 3 aos 13,99 anos, o custo energético do crescimento para meninas 
pode variar de:
 � 3 anos: 15 kcal/d
 � 4 a 8 anos: 15 kcal/d
 � 9 a 13 anos: 30 kcal/d
ANEXO IV
Informação nutricional de fórmula infantil NAN Comfort 1
Fórmula Infantil NAN Comfort 1
INFORMAÇÃO NUTRICIONAL 
Por 100 g de pó
Por 100 mL de fórmula 
reconstituída
Valor energético (kcal)  505 kcal = 2120 kJ 67 kcal = 282kJ
Carboidratos 55 g 7,2 g
Proteínas 9,3 g 1,2 g
Gorduras totais 28 g 3,7 g
Gorduras saturadas 11 g 1,4 g
Gorduras trans 0 g 0 g
Ácido linoleico 4,1 g 0,5 g
Ácido α−linolênico 475 mg 63 mg
Ácido docosa-hexaenoico (DHA) 53 mg 7,0 mg
Ácido araquidônico (ARA) 53 mg 7,0 mg
Fibra alimentar, das quais: 3,0 g 0,4 g
- Galacto-oligossacarídeo (GOS)* 2,7 g 0,4 g
- Fruto-oligossacarídeo (FOS)* 0,3 g 0,04 g
Sódio 130 mg 17 mg
Informação nutricional fórmula infantil Aptamil 1
Fórmula Infantil: Aptamil Profutura 1
INFORMAÇÃO NUTRICIONAL 
  Por 100 g de pó  
Por 100 mL de fórmula 
reconstituída
Valor energético (kcal)  493  68 
Carboidratos (g)  52  7,1 
- Açúcares totais (g)  51  7 
- Açúcares adicionados (g)  28  3,8 
- Sacarose (g)  0  0 
Proteínas (g)  9,8  1,3 
Gorduras totais (g)  26  3,6 
- Gorduras saturadas (g)  7,9  1,1 
- Gorduras trans (g)  0  0 
- Gorduras poli-insaturadas (g)  4,6  0,6 
Ômega 6 (g)  3,8  0,5 
- Ácido linoleico (g)  3,7  0,5 
- Ácido araquidônico (ARA) (g)  0,09  0,01 
Ômega 3 (mg)  553  75 
- Ácido linolênico (mg)  453  62 
- Ácido docosaexaenoico (DHA) (mg)  80  11 
Fibras alimentares (g)  5,8  0,8 
- Fruto-oligossacarídeos (FOS) (g)  0,6  0,1 
- Galacto-oligossacarídeos (GOS) (g)  5,2  0,7 
Sódio (mg)  140  19 
Reconstituição com 13,3 g de pó e 90 mL de água = 100 mL.
Capacidade da colher medida: 4,43 g.
ANEXO V
Fonte: Who Child Growth Standards (2006) (http://w.who.int/childgrowth/en/)
Fonte: Who Child Growth Standards (2006) (http://w.who.int/childgrowth/en/)
Fonte: Who Child Growth Standards (2006) (http://w.who.int/childgrowth/en/)
Fonte: Who Child Growth Standards (2006) (http://w.who.int/childgrowth/en/)
Fonte: Who Child Growth Standards (2006) (http://w.who.int/childgrowth/en/)
Fonte: Who Child Growth Standards (2006) (http://w.who.int/childgrowth/en/)
Fonte: Who Child Growth Standards (2006) (http://w.who.int/childgrowth/en/)
NOME: RA: 
Data: / / 
ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 1
1. Em que circunstâncias o leite materno não é recomendado para bebês?
2. Para uma criança de seis meses queinicia a alimentação sólida, como deve ser a 
composição da dieta em relação ao fracionamento e tipos de alimentos ofertados?
Visto do docente: 
NOME: RA: 
Data: / / 
ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 2
1. Defina o conceito de picamalácia e explique suas implicações na gravidez.
2. Uma gestante apresentando náuseas e vômitos frequentes é encaminhada a um 
nutricionista. Como nutricionista, quais orientações dietéticas seriam apropriadas para 
mitigar esses sintomas?
Visto do docente: 
NOME: RA: 
Data: / / 
ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 3
1. Uma mulher de 30 anos está grávida de 24 semanas do seu primeiro filho. Ela procura 
um nutricionista, pois está com constipação intestinal e ganho excessivo de peso. Comente 
quais orientações deverá receber do profissional nutricionista.
2. Uma mãe que amamenta exclusivamente seu filho Enzo, de dois meses, tem a intenção 
de inserir chá de camomila na dieta do filho, pois ele apresenta muita cólica. Essa foi uma 
indicação de uma amiga que relatou ter funcionado com seu filho. Essa é uma decisão 
assertiva para o caso? Justifique.
Visto do docente: 
NOME: RA: 
Data: / / 
ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 4
1. Cite os passos relacionados à correta introdução alimentar entre os doze passos 
indicados no guia alimentar brasileiro para crianças brasileiras menores de 2 anos de idade.
2. É comum uma criança apresentar apetite diminuído a partir do primeiro ano de vida. 
Isso se dá devido ao ritmo de crescimento, que começa a diminuir. Como nutricionista, que 
orientações nutricionais você daria?
Visto do docente: 
NOME: RA: 
Data: / / 
ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 5
1. Descreva a fisiopatologia da lactação de acordo com cada fase e ação hormonal.
2. Escreva a importância sobre o ferro, ácido fólico e ácido graxo poli-insaturado para 
o período gestacional.
Visto do docente: 
NOME: RA: 
Data: / / 
ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 6
1. Descreva a importância dos hormônios estrogênio e progesterona na gestação.
2. Comente sobre os aspectos da pega correta e incorreta da mama para o aleitamento 
materno.
Visto do docente:

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