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Roteiros Nutrição Materna da Criança e do Adolescente Orientações gerais sobre as aulas práticas/relatório e atividades obrigatórias � Leia atentamente todos os roteiros. � As normas para entrada nos laboratórios devem ser respeitadas, caso contrário, o(a) aluno(a) não poderá participar das aulas (leia as orientações para aulas práticas da disciplina, disponíveis no AVA). � Para elaboração do relatório, leia com atenção o manual de orientações de aulas práticas disponível no AVA. � O relatório deve ser elaborado individualmente, segundo as normas da ABNT. � O prazo para postagem do relatório é de até 7 dias corridos, a contar da última aula prática da disciplina, sendo realizada uma única postagem. � Observar se o arquivo do relatório foi corretamente anexado, se não está corrompido, em branco, se está disponível e se corresponde à disciplina correta. Relatórios com tais erros/falhas não serão considerados para a correção e será atribuída nota zero. � As atividades obrigatórias fazem parte do relatório, as quais só poderão ser anexadas e vistadas pelo(a) professor(a) responsável pela(s) aula(s) prática(s). � O(A) aluno(a) deve imprimir as folhas com as questões, responder no campo destinado e entregar ao docente para vistar durante a aula prática. � O(A) professor(a) responsável pela prática deve vistar as atividades preferencialmente após o final do período de aula correspondente. � O(A) professor(a) não assinará folhas em branco sob nenhuma circunstância. � Folhas com assinaturas do(a) docente rasuradas não serão aceitas. � Relatórios que não contarem com as atividades obrigatórias não serão validados. � O(A) aluno(a) deve anexar somente as atividades referentes às aulas práticas das quais participou, da mesma forma que deve descrever no relatório somente os procedimentos dos quais participou. � Serão confrontados o relatório e as questões entregues com a frequência registrada em sistema, por esse motivo não deixe de registrar a frequência no polo. A nota é proporcional à frequência registrada em sistema. � O relatório deve ser confeccionado na seguinte ordem: 1. Capa; 2. Atividades obrigatórias; 3. Resultados e discussão; 4. Referências. � Estão descritas na tabela abaixo as orientações para confecção de cada uma das etapas necessárias ao relatório. � Para maiores informações/orientações, consulte (AVA > disciplina > manual de orientações para a prática). ITEM CRITÉRIOS PONTUAÇÃO ATIVIDADES OBRIGATÓRIAS Respostas devem estar à caneta. Não apresentar rasuras. Vistadas pelo(a) docente. Anexar somente as atividades obrigatórias referentes aos roteiros de prática que realizou. Atividades entregues sem assinatura do(a) professor(a) serão consideradas como ausência do(a) aluno(a) na aula prática. 6,0 RESULTADOS E DISCUSSÃO Descrever os resultados por roteiro realizado, relacionando os achados à teoria e referenciando-os. Anexar desenhos, fotos, diagramas, esquemas, tabelas, entre ou- tros recursos que melhor ilustrem e descrevam os resultados. 3,0 ELEMENTOS PRÉ- TEXTUAIS (CAPA) E PÓS-TEXTUAIS (REFERÊNCIAS) Apresentar capa conforme modelo disponibilizado, contendo nome, RA, polo de matrícula, polo de prática, data das aulas e nome do(a) docente e disciplina. Apresentar, em ordem alfabética, as referências utilizadas, seguindo normas da ABNT. 1,0 Instituto de Ciências da Saúde Disciplina: Nutrição Materna da Criança e do Adolescente Título da aula: Preparação de fórmulas infantis e refeições para introdução de alimentação complementar ROTEIRO 1 ORIENTAÇÕES 1. As aulas serão realizadas no laboratório de Técnica Dietética. 2. As regras para uso do laboratório deverão ser seguidas quanto à conduta pessoal e aos POPs do local. 3. As atividades dos conteúdos 1 e 2 estão divididas entre os grupos 1 a 6, para serem desenvolvidas concomitantemente durante a aula no laboratório de Técnica Dietética. NORMAS PARA LABORATÓRIO DE TÉCNICA DIETÉTICA 1. Usar avental de mangas longas, sapato fechado e touca. 2. Manter as unhas curtas, sem esmalte ou base e retirar adornos: anéis, pulseiras e brincos. Não é permitido o uso de barba no laboratório de TD. 3. Antes de entrar no laboratório, proceder à higienização das mãos e dos antebraços. 4. Entrar no laboratório apenas com o roteiro de aula e lápis. 5. Ler o roteiro da aula antes de iniciar o experimento. 6. Separar os utensílios e ingredientes necessários à execução do experimento, reunindo todos em um só local. 7. Sempre transportar os alimentos e utensílios em bandejas. 8. Escolher utensílios com capacidade de acordo com o experimento a executar. 9. Usar o material adequado (tábua, faca, trinchante, bacia, entre outros) para limpar, cortar e higienizar os alimentos. 10. Anotar todos os resultados no roteiro da aula. 11. Ao terminar o experimento, proceder à higienização dos materiais utilizados durante a aula, secar e guardar nos devidos lugares. Deixar a bancada limpa e em ordem. CONTEÚDO 1: Diluição de fórmula infantil industrializada e caseira Objetivos: Identificar o processo de preparo de mamadeiras e comparar a composição nutricional de fórmulas infantis industrializadas e caseiras. Materiais / Ingredientes Quantidade Colheres 4 unidades Descascador de legumes 4 unidades Facas de cozinha 8 unidades Frigideira antiaderente 1 unidade Garfos 4 unidades Leiteiras 2 unidades Mamadeiras de 150 mL 4 unidades Mamadeiras de 250 mL 3 unidades Panela de cocção em vapor 1 unidade Panelas de pressão 3 unidades Panelas médias 5 unidades Pratos fundos 4 unidades Abóbora-cabotian 100 g Abobrinha 1 unidade Arroz integral tipo 1 200 g Beterraba 1 unidade média Brócolis 100 g Carne bovina paleta 100 g Carne moída 100 g Cebola 2 unidades Cenoura 1 unidade Chuchu 1 unidade Feijão-carioca 200 g Filé de tilápia 100 g Fórmula infantil para lactentes de 0 a 6 meses 1 lata Inhame 100 g Leite de vaca integral em pó 1 lata Leite de vaca integral UHT fluido 1 litro Limão 1 unidade Mandioquinha 100 g Óleo de soja 200 mL Peito de frango 100 g Sal 100 g Salsinha 1 maço Espinafre 90 g Orientações: Antes de usar a mamadeira, ela deve ser fervida com o bico, a rosca e a tampa por 5 minutos. Se forem utilizados outros utensílios para o preparo da mamadeira, estes também devem ser fervidos. Retire a mamadeira e as outras partes da água fervendo utilizando um pegador e conserve- as cobertas até o momento de usar. A temperatura ideal da fórmula para o consumo da criança é de 37 ºC. É uma temperatura morna em contato com a pele. Se usar leite em pó, a água deve ser fervida durante 5 minutos e deve esfriar até a temperatura de 37 ºC. GRUPO 1 – Diluição de fórmula industrializada Para a diluição da fórmula infantil industrializada: Quantidade de água por mamadeira Quantidade de pó por mamadeira Mamadeira 1 90 mL 3 medidas padronizadas Mamadeira 2 120 mL 4 medidas padronizadas Mamadeira 3 150 mL 5 medidas padronizadas Mamadeira 4 180 mL 6 medidas padronizadas Mamadeira 5 210 mL 7 medidas padronizadas Modo de preparo: � Despejar a água fervida já na temperatura adequada na mamadeira até alcançar a metade do volume de leite desejado. � Acrescentar a quantidade de pó adequada. Tampar a mamadeira com a proteção e agitar até a preparação ficar homogênea. Não deve haver grumos. � Acrescentar a outra parte de água até completar o volume desejado. Mensuração e cálculos: 1. Mensure o volume final de cada mamadeira. 2. Calcule o valor calórico da fórmula pronta. Volume final Valor calórico (kcal) Mamadeira 1 Mamadeira 2 Mamadeira 3 Mamadeira 4 Mamadeira 5 3. Preencha na tabela abaixo o valor calórico, de macronutrientes, ácidos graxos e de ferro da fórmula pronta. Composição nutricional de fórmulas industrializadas para lactente de até 6 meses, conforme diluição indicada pelo fabricante: Calorias (kcal) Carboidratos (g) Proteínas (g) Lipídeos (g) Safa (g)Mufa (g) Pufa (g) Ferro (mg) Fórmula industrializada (100 mL) LEGENDA: Safa = ácidos graxos saturados, Mufa = ácidos graxos monoinsaturados, Pufa = ácidos graxos poli-insaturados. GRUPO 2 – Preparo de fórmula caseira Fórmula 1 Fórmula caseira para lactente de até 4 meses com leite integral fluido. Preparar 100 mL. � Leite 2/3 e 1/3 de água. � Adição de óleo vegetal: 3%. Modo de preparo: � Calcular a quantidade de leite, água e óleo necessários para a elaboração da quantidade final. � Pesar e medir os ingredientes. � Ferver o leite e a água separadamente. Resfriar e misturar. � Acrescentar o óleo, homogeneizar. Fórmula 2 Fórmula caseira para lactente de até 4 meses com leite em pó. Preparar 100 mL. � Reconstituição a 10%. � Adição de óleo vegetal: 3%. Modo de preparo: � Calcular a quantidade de leite em pó, água e óleo necessários para a elaboração da quantidade final. � Pesar e medir os ingredientes. � Ferver a água separadamente. Resfriar e adicionar o leite em pó, misturar. � Acrescentar o óleo, homogeneizar. Mensuração e cálculos: 1. Mensure o volume final da mamadeira. Volume final Fórmula caseira 1 Fórmula caseira 2 Calcule o valor calórico de macronutrientes, ácidos graxos e ferro da fórmula pronta. Composição nutricional de fórmulas caseiras para lactente de até 4 meses com leite integral fluido (fórmula 1) ou em pó (fórmula 2): Calorias (kcal) Carboidratos (g) Proteínas (g) Lipídeos (g) Safa (g) Mufa (g) Pufa (g) Ferro (mg) Fórmula 1 (100 mL) Fórmula 2 (100 mL) LEGENDA: Safa = ácidos graxos saturados, Mufa = ácidos graxos monoinsaturados, Pufa = ácidos graxos poli-insaturados. Quadro 1: Frequência e volume da alimentação da criança até 4 meses de vida em aleitamento artificial. IDADE VOLUME NÚMERO DE REFEIÇÕES/DIA Do nascimento - 30 dias 60 - 120 mL 6 - 8 30 - 60 dias 120 - 150 mL 6 - 8 2 - 3 meses 150 - 180 mL 5 - 6 3 - 4 meses 180 - 200 mL 4 - 5 > 4 meses 180 - 200 mL 2 a 3 Fonte: MS (2015). Quadro 2: Diluição do leite em pó ou leite fluido para crianças de até 4 meses de vida. Leite em pó integral 1 colher das de sobremesa rasa para 100 mL de água fervida. 1 1/2 colher das de sobremesa rasa para 150 mL de água fervida. 2 colheres das de sobremesa rasas para 200 mL de água ferida. Preparo do leite em pó: primeiro, diluir o leite em pó em um pouco de água fervida e em seguida adicionar a água restante necessária. Leite integral fluido 2/3 de leite fluido + 1/3 de água fervida 70 mL de leite + 30 mL de água = 100 mL 100 mL de leite + 50 mL de água = 150 mL 130 mL de leite + 70 de água = 200 mL Fonte: MS, 2015. CONTEÚDO 2: Introdução de alimentação complementar para lactentes Objetivos: � Identificar possibilidades para a preparação de refeições para introdução da alimentação complementar. � Comparar diferenças na consistência das refeições infantis para as diferentes idades. � Avaliar a composição nutricional de refeições infantis para diferentes idades. OBSERVAÇÃO: Para otimização dos ingredientes e utensílios, o arroz e o feijão que serão utilizados por todos os grupos deverão ser preparados por um único grupo, a ser escolhido por sorteio ou conforme decisão do(a) professor(a). Para os grupos 3, 4, 5 e 6 o prato deve ser montado considerando as porções de cada preparação, de acordo com a idade proposta de cada grupo. GRUPO 3: Alimentação complementar para bebês de 6 meses. Quadro 1: Dia alimentar preconizado para bebês de 6 meses, de acordo com o Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos (2021). REFEIÇÃO COMPOSIÇÃO Café da manhã � Leite materno Lanche da manhã � Fruta e leite materno Almoço É recomendado que o prato da criança tenha: � 1 alimento do grupo dos cereais ou raízes e tubérculos � 1 alimento do grupo dos feijões � 1 ou mais alimentos do grupo dos legumes e verduras � 1 alimento do grupo das carnes e ovos � Junto à refeição pode ser dado um pedaço pequeno de fruta � Quantidade aproximada – 2 a 3 colheres de sopa no total Lanche da tarde � Fruta e leite materno Jantar � Leite materno Antes de dormir � Leite materno Refeição: almoço. Ingredientes – quantidades Mandioquinha – 30 g Feijão-carioca – 30 g Chuchu – 30 g Espinafre – 30 g Carne moída – 30 g Cebola – 10 g Óleo para refogar. Modo de preparo: 1. Mandioquinha, chuchu e espinafre: � Higienizar, descascar e porcionar em pedaços médios. � Cozinhar em água. � Amassar com o garfo até obter a consistência de purê. � O espinafre deve ser bem picado após cozido. 2. Feijão: preparar do modo habitual, amassar os grãos com o garfo e adicionar um pouco de caldo. 3. Carne moída. � Picar a cebola em pedacinhos, refogar em óleo, adicionar a carne moída e refogar, adicionando um pouco de água para que o cozimento deixe a carne bem macia, adicione sal a gosto. 4. Porcionar o prato, respeitando a quantidade proposta no Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos (2021). OBSERVAÇÕES: � Os alimentos devem ser bem cozidos, consistência mista: amassados e picados em pedaços pequenos. � O prato deve apresentar os alimentos separados. Pesagem e cálculos: � Pesar separadamente cada alimento porcionado para compor o prato. � Realizar os cálculos utilizando as tabelas de composição dos alimentos. � Complete a tabela a seguir: Composição nutricional de refeição (almoço) para bebê de 6 meses: Calorias (kcal) Carboidratos (g) Proteínas (g) Lipídeos (g) Ferro (g) GRUPO 4: Alimentação complementar para bebês de 7 a 8 meses. Quadro 2: Dia alimentar preconizado para bebês de 7 a 8 meses, de acordo com o Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos (2021). REFEIÇÃO COMPOSIÇÃO Café da manhã � Leite materno Lanche da manhã e da tarde � Fruta e leite materno Almoço e jantar É recomendado que o prato da criança tenha: � 1 alimento do grupo dos cereais ou raízes e tubérculos � 1 alimento do grupo dos feijões � 1 ou mais alimentos do grupo dos legumes e verduras � 1 alimento do grupo das carnes e ovos � Junto à refeição, pode ser dado um pedaço pequeno de fruta � Quantidade aproximada – 3 a 4 colheres de sopa no total Lanche da tarde � Fruta e leite materno Antes de dormir � Leite materno Refeição: ALMOÇO ou JANTAR Ingredientes – quantidades Arroz integral – 50 g. Feijão-carioca – 50 g. Abóbora cabotian – 50 g. Espinafre – 30 g. Peito de frango – 50 g. Cebola – 10 g. Salsinha. Modo de preparo: 1. Abóbora e espinafre: � Higienizar, descascar e porcionar em pedaços médios. � Cozinhar em água. � Cortar a abóbora em pedaços miudinhos, intercalando com algumas partes amassadas com o garfo. � O espinafre deve ser bem picado após cozido. 2. Feijão e arroz: preparar do modo habitual, amassar os grãos com o garfo e adicionar um pouco de caldo. 3. Frango – cozinhar em água suficiente para cobrir em panela de pressão, adicionar um pedaço de cebola e uma pitada de sal. Após ser bem cozido, desfiar com o garfo, adicionando um pouco da água do cozimento para ficar macio. Picar a salsinha bem fina e misturar ao frango desfiado. 4. Porcionar o prato, respeitando a quantidade proposta no Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos (2021). OBSERVAÇÕES: � Os alimentos devem ser bem cozidos, consistência mista: amassados e picados em pedaços pequenos. � O prato deve apresentar os alimentos separados. Pesagem e cálculos: � Pesar separadamente cada alimento porcionado para compor o prato. � Realizar os cálculos utilizando as tabelas de composição dos alimentos. � Complete a tabela a seguir: Composição nutricional de refeição (almoço) para bebê de 7 a 8 meses: Calorias (kcal) Carboidratos (g) Proteínas (g) Lipídeos (g) Ferro (g) GRUPO 5: Alimentação complementar para bebês entre 9 e 11 meses de idade. Quadro 3: Dia alimentar preconizado para bebês de 9 e 11 meses, de acordo com o Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos(2021). REFEIÇÃO COMPOSIÇÃO Café da manhã � Leite materno Lanche da manhã e da tarde � Fruta e leite materno Almoço e jantar É recomendado que o prato da criança tenha: � 1 alimento do grupo dos cereais ou raízes e tubérculos � 1 alimento do grupo dos feijões � 1 ou mais alimentos do grupo dos legumes e verduras � 1 alimento do grupo das carnes e ovos � Junto à refeição, pode ser dado um pedaço pequeno de fruta � Quantidade aproximada – 4 a 5 colheres de sopa no total Lanche da tarde � Fruta e leite materno Antes de dormir � Leite materno Refeição: ALMOÇO ou JANTAR Ingredientes – quantidades Inhame – 60 g Feijão – 50 g Beterraba – 30 g Abobrinha – 30 g Espinafre – 30 g Carne bovina paleta – 60 g Cebola – 10 g Modo de preparo: 1. Inhame: higienizar, descascar, porcionar em pedaços grandes e cozinhar em água até que fique macio. Reservar para juntar com a carne. 2. Beterraba, abobrinha, espinafre: � Higienizar, descascar e picar os legumes em cubos pequenos. � Cozinhar em vapor até que fiquem bem macios. � O espinafre deve ser bem picado após cozido. 3. Feijão: preparar do modo habitual. 4. Carne: em uma panela de pressão, refogar a cebola picada. Adicionar o pedaço de carne, selando em cada um dos lados. Adicionar sal a gosto, adicionar água suficiente para cobrir a carne, cozinhar em pressão por 10 minutos. Retirar a pressão e adicionar o inhame, deixando cozinhar com a carne para pegar o sabor e formar caldo. Após cozido e o caldo engrossar, retire da panela e desfie a carne, corte o inhame em cubos pequenos. 5. Montar o prato, respeitando a quantidade proposta no Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos (2021). OBSERVAÇÕES: � Os alimentos devem ser bem cozidos, consistência mista: picados em pedaços pequenos, grãos levemente amassados. � O prato deve apresentar os alimentos separados. Pesagem e cálculos: � Pesar separadamente cada alimento porcionado para compor o prato. � Realizar os cálculos utilizando as tabelas de composição dos alimentos. � Complete a tabela a seguir: Composição nutricional de refeição (almoço) para bebê de 9 a 11 meses: Calorias (kcal) Carboidratos (g) Proteínas (g) Lipídeos (g) Ferro (g) GRUPO 6: Alimentação complementar para bebês de 1 a 2 anos de idade. Quadro 4: Dia alimentar preconizado para crianças de 1 a 2 anos de idade, de acordo com o Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos (2021). REFEIÇÃO COMPOSIÇÃO Café da manhã � Fruta e leite materno ou cereal (pão caseiro ou processado, aveia, cuscuz de milho) e leite materno ou raízes e tubérculos (aipim, inhame, batata-doce) e leite materno. Lanche da manhã e da tarde � Fruta e leite materno. Almoço e jantar É recomendado que o prato da criança tenha: � 1 alimento do grupo dos cereais ou raízes e tubérculos � 1 alimento do grupo dos feijões � 1 ou mais alimentos do grupo dos legumes e verduras � 1 alimento do grupo das carnes e ovos � Junto à refeição, pode ser dado um pedaço pequeno de fruta � Quantidade aproximada – 5 a 6 colheres de sopa no total Lanche da tarde � Fruta e leite materno ou cereal (pão caseiro ou processado, aveia, cuscuz de milho) e leite materno ou raízes e tubérculos (aipim, inhame, batata-doce) e leite materno. Antes de dormir � Leite materno. Refeição: ALMOÇO ou JANTAR Ingredientes – quantidades Arroz integral – 50 g Feijão-carioca – 50 g Brócolis – 50 g Cenoura – 30 g Filé de tilápia – 50 g Limão Modo de preparo: 1. Brócolis e cenoura. � Higienizar, descascar a cenoura e picar em cubos, separar os floretes dos brócolis. � Cozinhar em vapor até que fiquem macios. 2. Feijão e arroz: preparar do modo habitual, amassar os grãos com o garfo e adicionar um pouco de caldo. 3. Tilápia – temperar com sal a gosto e ¼ de limão espremido. Untar uma frigideira antiaderente, aquecer e grelhar o filé de tilápia, cerca de 2 minutos de cada lado. Porcionar o prato, respeitando a quantidade proposta no Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos (2021). OBSERVAÇÕES: � Os alimentos devem ser bem cozidos, em pedaços pequenos. Grãos inteiros. � O prato deve apresentar os alimentos separados. Pesagem e cálculos: � Pesar separadamente cada alimento porcionado para compor o prato. � Realizar os cálculos utilizando as tabelas de composição dos alimentos. � Complete a tabela a seguir: Composição nutricional de refeição (almoço) para bebê de 1 a 2 anos: Calorias (kcal) Carboidratos (g) Proteínas (g) Lipídeos (g) Ferro (g) DISCUSSÃO: Os grupos deverão apresentar as preparações e discutir os resultados considerando os objetivos. Obs.: Elaborar o relatório apresentando os resultados de seu grupo e a discussão dos resultados dos demais grupos, além dos cálculos, discussão, relacionando com a literatura. Instituto de Ciências da Saúde Disciplina: Nutrição Materna da Criança e do Adolescente Título da aula: Gestantes e lactentes ROTEIRO 2 ORIENTAÇÕES: Atividades para serem desenvolvidas em sala de aula. Para estas atividades, cada aluno(a) precisará de: � Papel ou caderno, lápis, borracha, caneta, calculadora e das curvas de avaliação do estado nutricional para cada ciclo de vida. � Material de consulta (anexo): curvas de ganho de peso da gestante, tabelas das DRI, tabelas de informação nutricional das fórmulas lácteas. Objetivo: Analisar gestantes considerando o estado nutricional e recomendações nutricionais. ESTUDOS DE CASO: Para os casos a seguir, realizar os seguintes procedimentos (consultar anexos I e II). A) Classificação do estado nutricional pré-gestacional. B) Classificação do estado nutricional atual de acordo com a Curva de Ganho de Peso da Gestante. C) Recomendação para ganho de peso na gestação: total e semanal. D) Necessidades energéticas e de macronutrientes (DRI). E) Escolher 1 dos casos e elaborar um plano alimentar e 10 orientações nutricionais. Obs.: Elaborar o relatório apresentando os resultados, cálculos, discussão, relacionando com a literatura. CASO 1 K.R.S., 19 anos, segunda gestação, 1 aborto anterior (aos 16 anos). 13a semana de gestação. Estatura: 1,60 m. Peso pré-gestacional: 52 kg. Peso atual: 49,5 kg. Sem emprego fixo (trabalhos eventuais). Mora com parentes (2 tias e 5 primos). Solteira, namora, mas refere que não vai se casar. Queixas: Enjoos e vômitos diários, cansaço e desânimo. “Tem dias em que nem sai da cama” (sic). Obstetra receitou o uso de antieméticos, porém, a paciente não conseguiu a medicação no posto e não pode comprar. História alimentar: sem horários determinados para realizar as refeições, refere preferência por lanches (pão, embutidos, ovos, macarrão instantâneo, biscoitos, salgadinhos), pois, embora disponha de refeições completas em casa, come sempre “fora do horário”, preparando alguma coisa rápida, acompanhando por refrigerante ou suco artificial. Hábito de “beliscar” entre as refeições. Baixo consumo de FLV; baixa ingestão hídrica. Alimenta-se rápido, normalmente no sofá assistindo à televisão, e deita-se após a refeição. Atualmente, refere baixa ingestão de alimentos, confirmada pelo R24hs. Consome álcool (cerveja e outros) 2 a 3 vezes por semana. Tabagista: 5-10 cigarros por dia. Sem uso de suplementos. CASO 2 D.M.G.S., 37 anos, 4ª gestação, 3 filhos, 16ª semana de gestação. Estatura: 1,63 m. Peso pré-gestacional: 68 kg. Peso atual: 71,5 kg. Glicemia de jejum: 110 mg/dL. Casada, do lar, sedentária. Queixas: Preocupa-se com o ganho de peso, refere tonturas, constipação, azia. História alimentar: Refere tentativa de redução das quantidades dos alimentos no almoço e omissão do jantar, ou substituição por lanches (iniciativa própria para tentar controlar o ganho de peso). Seus alimentos preferidos são doces e massas, que “tem evitado, mas, quando tem desejos, come até 1 pacote de bolacha recheada” (sic). No R24hs, identifica- se alto consumo de pães, além de longos períodos semse alimentar (4-6 horas de jejum), seguidos de refeições com grandes volumes de alimentos. Ingere líquidos às refeições e consome pouca água entre as refeições. Identifica-se dificuldade da paciente em relatar (recordar) todos os alimentos que ingeriu no dia anterior. Em uso de suplementos vitamínicos, conforme a orientação médica. CASO 3 T. A. A., 25 anos, primigesta, 20ª semana de gestação. Estatura: 1,65 m. Peso pré-gestacional: 58 kg. Peso atual: 60 kg. Hemoglobina: 10,4 g/dL. Casada, estudante universitária, não trabalha. Faz hidroginástica 2 vezes por semana. Queixas: Refere “medo” de ganhar muito peso e não conseguir retornar ao seu peso habitual. Cãibras, indisposição, tonturas. Refere recorrência de infecções urinárias. História alimentar: Refere tentativas de controlar o ganho de peso, reduzindo a ingestão de carboidratos nas refeições. Tem evitado carnes vermelhas. Suas refeições (A e J) são compostas basicamente de verduras, legumes e carne branca grelhada e acompanhadas de 200 mL de chá-mate ou chá-verde dietético. Eventualmente, consome arroz ou macarrão em pequena quantidade (1/2 porção por refeição). Não tem o hábito de consumir leguminosas. No CM, consome 1 fatia de pão integral com margarina light e suco natural com adoçante artificial. As refeições intermediárias são eventuais, quando consome uma fruta ou um copo de suco ou um copo de chá. Não tem hábito de beber água. Suplementos: Em uso de 5 mg diárias de ácido fólico. Ainda não iniciou a suplementação com ferro e polivitamínicos, conforme a prescrição médica, pois “acha que pode aumentar o seu apetite e engordar muito” (sic). Instituto de Ciências da Saúde Disciplina: Nutrição Materna da Criança e do Adolescente Título da aula: Introdução de alimentação complementar – Cálculo de fórmulas ROTEIRO 3 Objetivo: Identificar e calcular as necessidades nutricionais de lactentes para a introdução de alimentação complementar CÁLCULO DE FÓRMULAS LÁCTEAS INDUSTRIALIZADAS Para cada caso a seguir, realizar os seguintes procedimentos (consultar anexo III): Calcular as necessidades energéticas. Escolher a fórmula infantil industrializada. Determinar a capacidade gástrica da criança: 25 a 30 mL/kg/mamadeira. Deve-se optar por um valor (mL total por mamadeira) que seja múltiplo da reconstituição para cada medida (múltiplo de 30). Calcular o valor energético da mamadeira. Dividir a necessidade energética total pelo valor energético da mamadeira para obter o número de mamadeiras/dia. Obs.: Elaborar o relatório apresentando os resultados, cálculos, discussão, relacionando com a literatura. CASO 1 Lactente do sexo feminino, 45 dias, peso: 4,1 kg, comprimento: 52 cm. CASO 2 Lactente do sexo masculino, 90 dias, peso: 5,7 kg, comprimento: 61 cm. CASO 3 Lactente do sexo feminino, 150 dias, peso: 6,9 kg, comprimento: 65 cm. CASO 4 Lactente 60 dias, menina, 58 cm, 3,8 kg, utilizando fórmula infantil de partida. Estava apresentando sintomas, como cólicas, diarreia e erupções cutâneas, irritabilidade e choro excessivo, especialmente após as mamadas. Foi diagnosticada com APLV, necessitando agora de dieta específica. Faça o cálculo das necessidades energéticas e da quantidade de fórmula infantil necessária por dia. Descreva 5 orientações sobre APLV. Instituto de Ciências da Saúde Disciplina: Nutrição Materna da Criança e do Adolescente Título da aula: Crianças ROTEIRO 4 Orientações: Para os casos a seguir, realizar os seguintes procedimentos (consultar anexos III e V ): A) Classificação do estado nutricional de acordo com as curvas de crescimento (OMS, 2006). B) Calcular as necessidades energéticas e de macronutrientes (DRI). C) Escolher 1 dos casos e definir a rotina alimentar e orientações nutricionais. Obs.: Elaborar o relatório apresentando os resultados, cálculos, discussão, relacionando com a literatura. Objetivo: Realizar avaliação e orientações nutricionais para crianças. ESTUDOS DE CASO – CRIANÇAS CASO 1 L. A. F., sexo masculino, 5 meses. Comprimento: 61,5 cm. Peso: 6640 g. Anamnese: recebeu leite materno por 1 mês, a partir dessa idade, começou a receber leite de vaca na mamadeira. Desenvolvimento adequado para a idade, já senta e tem firmeza no pescoço. CASO 2 G. M. B., sexo feminino, 7 meses. Comprimento: 66 cm. Peso: 8080 g. Anamnese: Aleitamento materno exclusivo até 6 meses. Já introduziu frutas, vegetais e tubérculos. Família vegetariana estrita, não irão oferecer produtos de origem animal. Desenvolvimento adequado para a idade. CASO 3 L. A. G., sexo feminino, 12 meses. Comprimento: 76 cm. Peso: 11300 g. Anamnese: Aleitamento materno misto até 3 meses, desde então, recebe fórmula infantil. A alimentação complementar começou a ser oferecida desde os 5 meses e, desde então, consome frutas (banana amassada, pera cozida e suco de laranja) e papa salgada em consistência pastosa (batata ou mandioquinha, cenoura e chuchu, carne bovina ou frango, cozidos e triturados com o mixer). Não recebe oferta variada de vegetais e frutas. Não tem horários determinados para receber o leite na mamadeira. Consome desde os 11 meses bebidas lácteas, biscoitos e bolinhos industrializados. Desenvolvimento adequado para a idade. Instituto de Ciências da Saúde Disciplina: Nutrição Materna da Criança e do Adolescente Título da aula: Adolescente ROTEIRO 5 Objetivo: Identificar e calcular as necessidades energéticas e de macronutrientes de adolescentes. A) Calcular a necessidades energéticas e de macronutrientes (DRI) para os casos seguintes. B) Elaborar 10 orientações nutricionais – seguindo as características da fase da vida. C) Considere as questões emocionais, relação com grupos sociais característicos desta fase da vida. Caso 1 J. G. K. M., menino, 16 anos, estatura 1,75 m, peso 98 kg, pratica boxe 3 vezes na semana durante 1h, o restante do tempo passa na frente das telas (tv, celular, computador), estuda no período da manhã (07 às 12h). Paciente relata fome durante todo o dia, a todo momento “belisca” alimentos, como frutas, bolachas, sucos, leite, iogurtes. Três vezes por semana sai com os amigos da escola na hora do almoço e come lanches com refrigerante. Legumes e verduras: consome 3x na semana apenas tomate e cenoura. Fruta: todos os dias. Proteína animal: gosta apenas de peixe, come 1x ao dia. Fibras: muito pouco. Caso 2 M. F. S., menina, 13 anos, estatura 1,57 m, peso 48 kg, sedentária. Estuda no período da tarde (13 às 18h), dorme até as 12h, toma café da manhã apenas com frutas e vai para escola. No intervalo come apenas balas e pirulitos. Às 19h realiza o jantar em casa apenas com saladas de folhas e uma fonte de proteína animal (carne, frango, peixe, ovo). Paciente relata preocupação excessiva com a perda de gordura corporal e o ganho de massa magra, tem medo de engordar, pois todas as amigas são “magras”. Até os 5 anos tinha sobrepeso. ANEXO I Gráfico de Acompanhamento Nutricional da Gestante Índice de Massa Corporal, segunda semana de gestação Semana de Gestação Baixo Peso Adequado Sobrepeso Obesidade Fonte: Atalah (1997). ANEXO II Ganho de peso recomendado de acordo com o IMC materno pré-gestacional. Estado nutricional antes da gestação IMC (kg/m2) Ganho de peso durante a gestação (kg) Ganho de peso por semana no 2o e 3o trimestre (kg) Baixo peso 30,0 5 - 9 0,2 Fonte: Institute of Medicine (IOM-2009). Cálculo das Necessidades Energéticas (DRI 2023). Estágio NAF EER (kcal/dia) 2o e 3o trimestre da gravidez Sedentário EER = 1,131.20 - (2.04 x idade) + (0.34 x altura) + (12.15 x peso) + (9.16 x gestação) + deposição de energia Poco ativo EER = 693.35 - (2.04 x idade) + (5.73 x altura) + (10.20 x peso) + (9.16 x gestação) + deposiçãode energia Ativo EER = -223.84 - (2.04 x idade) + (13.23 x altura) + (8.15 x peso) + (9.16 x gestação) + deposição de energia Muito ativo EER = -779.72 - (2.04 x idade) + (18.45 x altura) + (8.73 x peso) + (9.16 x gestação) + deposição de energia � Mães com baixo peso: + 300 kcal/d; � Mães com peso normal. + 200 kcal/d; � Mães com sobrepeso: + 150 kcal/d; � Mães com obesidade: - 50 kcal/d. Coeficientes para o nível de atividade física de 19 anos e mais. NFA MASCULINO FEMININO Sedentária 1,0 1,0 Leve 1,11 1,12 Ativa 1,25 1,27 Muito Ativa 1,48 1,45 Classificação da idade gestacional (IG) Até 13 semanas 1º trimestre Entre 14 e 27 semanas 2º trimestre Acima de 28 semanas 3º trimestre Valores diários de UL, EAR e AI ou RDA para macronutrientes (continua na próxima página). Estágio da vida EAR (g) Carboidrato AMDRa Fibras Gorduras Totais Ácido Linoleico Ácido alfa linoleicoo AI* ou RDA (g) AI* ou RDA (g) AI* ou RDA (g) AMDR AI* ou RDA (g) AMDR AI* ou RDA (g) AMDR Bebês 0 - 6 m NDb 60* ND ND 31* 4,4* ND 0,5* ND 7 - 12 m ND 95* ND ND 30* 4,6* ND 0,5* ND Crianças 1 - 3 a 100 130 45-65 19* ND 30-40 7* 5-10 0,7* 0,6-1,2 4 - 8 a 100 130 45-65 25* ND 25-35 10* 5-10 0,9* 0,6-1,2 Homens 9 - 13 a 100 130 45-65 31* ND 25-35 12* 5-10 1,2* 0,6-1,2 14 - 18 a 100 130 45-65 38* ND 25-35 16* 5-10 1,6* 0,6-1,2 19 - 30 a 100 130 45-65 38* ND 20-35 17* 5-10 1,6* 0,6-1,2 31 - 50 a 100 130 45-65 38* ND 20-35 17* 5-10 1,6* 0,6-1,2 51 - 70 a 100 130 45-65 30* ND 20-35 14* 5-10 1,6* 0,6-1,2 > 70 a 100 130 45-65 30* ND 20-35 14* 5-10 1,6* 0,6-1,2 Mulheres 9 - 13 a 100 130 45-65 26* ND 25-35 10* 5-10 1,0* 0,6-1,2 14 - 18 a 100 130 45-65 26* ND 25-35 11* 5-10 1,0* 0,6-1,2 19 - 30 a 100 130 45-65 25* ND 20-35 12* 5-10 1,1* 0,6-1,2 31 - 50 a 100 130 45-65 25* ND 20-35 12* 5-10 1,1* 0,6-1,2 51 - 70 a 100 130 45-65 21* ND 20-35 11* 5-10 1,1* 0,6-1,2 > 70 a 100 130 45-65 21* ND 20-35 11* 5-10 1,1* 0,6-1,2 Gestantes Menos de 18 a 135 175 45-65 28* ND 20-35 13* 5-10 1,4* 0,6-1,2 19 - 30 a 135 175 45-65 28* ND 20-35 13* 5-10 1,4* 0,6-1,2 31 - 50 a 135 175 45-65 28* ND 20-35 13* 5-10 1,4* 0,6-1,2 Lactantes Menos de 18 a 160 210 45-65 29* ND 20-35 13* 5-10 1,3* 0,6-1,2 19 - 30 a 160 210 45-65 29* ND 20-35 13* 5-10 1,3* 0,6-1,2 31 - 50 a 160 210 45-65 29* ND 20-35 13* 5-10 1,3* 0,6-1,2 Valores diários de UL, EAR e AI ou RDA para macronutrientes (conclusão). Estágio da vida EAR (g/kg/d) AI* ou RDA (g/d) AI* ou RDA (g/kg/dia) AMDR Bebês 0 – 6 m ND 9,1* 1,52* ND 7 – 12 m 1,0 11 1,2 ND Crianças 1 - 3 a 0,87 13 1,05 5-20 4 - 8 a 0,76 19 0,95 10-30 Homens 9 - 13 a 0,76 34 0,95 10-30 14 - 18 a 0,73 52 0,85 10-30 19 - 30 a 0,66 56 0,8 10-35 31 - 50 a 0,66 56 0,8 10-35 51 - 70 a 0,66 56 0,8 10-35 > 70 a 0,66 56 0,8 10-35 Mulheres 9 - 13 a 0,76 34 0,95 10-30 14 - 18 a 0,71 46 0,85 10-30 19 - 30 a 0,66 46 0,8 10-35 31 - 50 a 0,66 46 0,8 10-35 51 - 70 a 0,66 46 0,8 10-35 > 70 a 0,66 46 0,8 10-35 Gestantes Menos de 18 a 0,88 ou +21 g de proteína adicional 71 1,1 ou +25 g de proteína adicional 10-35 19 - 30 a 0,88 ou +21 g de proteína adicional 71 1,1 ou +25 g de proteína adicional 10-35 31 - 50 a 0,88 ou +21 g de proteína adicional 71 1,1 ou +25 g de proteína adicional 10-35 Lactantes Menos de 18 a 1,05 ou +21 g de proteína adicional 71 1,3 ou +25 g de proteína adicional 10-35 19 - 30 a 1,05 ou +21 g de proteína adicional 71 1,3 ou +25 g de proteína adicional 10-35 31 - 50 a 1,05 ou +21 g de proteína adicional 71 1,3 ou +25 g de proteína adicional 10-35 ANEXO III Necessidades energéticas para crianças de 0 a 35 meses segundo as DRI, 2023. Obs.: A idade deve ser inclusa em anos, a altura em centímetros e o peso em quilogramas. Idade Sexo NAF EER (kcal/dia) 0 a 2,99 meses M - EER = -716,45 - (1,00 x idade) + (17,82 x altura) + (15.06 x peso) + 200 F - EER = -60,15 - (80.00 x idade) + (2,65 x altura) + (56,15 x peso) + 180 3 a 5,99 meses M - EER = -716,45 - (1,00 x idade) + (17,82 x altura) + (15,06 x peso) + 50 F - EER = -69,15 + (80,0 x idade) + (2,65 x altura) + (54,15 x peso) + 60 6 meses a 2,99 anos M - EER = -716,45 - (1,00 x idade) + (17,82 x altura) + (15,06 x peso) + 20 F - EER = -69,15 + (80,0 x idade) + (2,65 x altura) + (54,15 x peso) + 20/15a 3 a 13,99 anos M Sedentário EER = -447,51 + (3,68 x idade) + (13,01 x altura) + (13,15 x peso) + 20/15/25b Pouco ativo EER = 19.12 + (3,68 x idade) + (8,62 x altura) + (20,28 x peso) + 20/15/25 Ativo EER = -388,19 + (3,68 x idade ) + (12,66 x altura) + (20.46 x peso) + 20/15/25 Muito ativo EER = -671,75 + (3,68 x idade) + (15,38 x altura) + (23,25 x peso) + 20/15/25 F Sedentário EER = 55,59 - (22,25 x idade) + (8,43 x altura) + (17,07 x peso) + 15/30c Pouco ativo EER = -297,54 - (22,25 x idade) + (12,77 x altura) + (14,73 x peso) + 15/30 Ativo EER = -189,55 - (22,25 x idade) + (11,74 x altura) + (18,34 x peso) + 15,30 Muito ativo EER = -709,59 - (22,25 x idade) + (18,22 x altura) + (14,25 x peso) + 15/30 A) Dos 6 meses aos 3 anos, o custo energético de crescimento para meninas varias entre: � 6 meses a 1 ano: 20 kcal/d � 1 a 3 anos: 15 kcal/d B) Dos 3 aos 13,99 anos, o custo energético do crescimento para meninos varia entre: � 3 anos: 20 kcal/d � 4 a 8 anos: 15 kcal/d � 9 a 13 anos: 25 kcal/d C) Por fim, dos 3 aos 13,99 anos, o custo energético do crescimento para meninas pode variar de: � 3 anos: 15 kcal/d � 4 a 8 anos: 15 kcal/d � 9 a 13 anos: 30 kcal/d ANEXO IV Informação nutricional de fórmula infantil NAN Comfort 1 Fórmula Infantil NAN Comfort 1 INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Por 100 g de pó Por 100 mL de fórmula reconstituída Valor energético (kcal) 505 kcal = 2120 kJ 67 kcal = 282kJ Carboidratos 55 g 7,2 g Proteínas 9,3 g 1,2 g Gorduras totais 28 g 3,7 g Gorduras saturadas 11 g 1,4 g Gorduras trans 0 g 0 g Ácido linoleico 4,1 g 0,5 g Ácido α−linolênico 475 mg 63 mg Ácido docosa-hexaenoico (DHA) 53 mg 7,0 mg Ácido araquidônico (ARA) 53 mg 7,0 mg Fibra alimentar, das quais: 3,0 g 0,4 g - Galacto-oligossacarídeo (GOS)* 2,7 g 0,4 g - Fruto-oligossacarídeo (FOS)* 0,3 g 0,04 g Sódio 130 mg 17 mg Informação nutricional fórmula infantil Aptamil 1 Fórmula Infantil: Aptamil Profutura 1 INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Por 100 g de pó Por 100 mL de fórmula reconstituída Valor energético (kcal) 493 68 Carboidratos (g) 52 7,1 - Açúcares totais (g) 51 7 - Açúcares adicionados (g) 28 3,8 - Sacarose (g) 0 0 Proteínas (g) 9,8 1,3 Gorduras totais (g) 26 3,6 - Gorduras saturadas (g) 7,9 1,1 - Gorduras trans (g) 0 0 - Gorduras poli-insaturadas (g) 4,6 0,6 Ômega 6 (g) 3,8 0,5 - Ácido linoleico (g) 3,7 0,5 - Ácido araquidônico (ARA) (g) 0,09 0,01 Ômega 3 (mg) 553 75 - Ácido linolênico (mg) 453 62 - Ácido docosaexaenoico (DHA) (mg) 80 11 Fibras alimentares (g) 5,8 0,8 - Fruto-oligossacarídeos (FOS) (g) 0,6 0,1 - Galacto-oligossacarídeos (GOS) (g) 5,2 0,7 Sódio (mg) 140 19 Reconstituição com 13,3 g de pó e 90 mL de água = 100 mL. Capacidade da colher medida: 4,43 g. ANEXO V Fonte: Who Child Growth Standards (2006) (http://w.who.int/childgrowth/en/) Fonte: Who Child Growth Standards (2006) (http://w.who.int/childgrowth/en/) Fonte: Who Child Growth Standards (2006) (http://w.who.int/childgrowth/en/) Fonte: Who Child Growth Standards (2006) (http://w.who.int/childgrowth/en/) Fonte: Who Child Growth Standards (2006) (http://w.who.int/childgrowth/en/) Fonte: Who Child Growth Standards (2006) (http://w.who.int/childgrowth/en/) Fonte: Who Child Growth Standards (2006) (http://w.who.int/childgrowth/en/) NOME: RA: Data: / / ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 1 1. Em que circunstâncias o leite materno não é recomendado para bebês? 2. Para uma criança de seis meses queinicia a alimentação sólida, como deve ser a composição da dieta em relação ao fracionamento e tipos de alimentos ofertados? Visto do docente: NOME: RA: Data: / / ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 2 1. Defina o conceito de picamalácia e explique suas implicações na gravidez. 2. Uma gestante apresentando náuseas e vômitos frequentes é encaminhada a um nutricionista. Como nutricionista, quais orientações dietéticas seriam apropriadas para mitigar esses sintomas? Visto do docente: NOME: RA: Data: / / ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 3 1. Uma mulher de 30 anos está grávida de 24 semanas do seu primeiro filho. Ela procura um nutricionista, pois está com constipação intestinal e ganho excessivo de peso. Comente quais orientações deverá receber do profissional nutricionista. 2. Uma mãe que amamenta exclusivamente seu filho Enzo, de dois meses, tem a intenção de inserir chá de camomila na dieta do filho, pois ele apresenta muita cólica. Essa foi uma indicação de uma amiga que relatou ter funcionado com seu filho. Essa é uma decisão assertiva para o caso? Justifique. Visto do docente: NOME: RA: Data: / / ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 4 1. Cite os passos relacionados à correta introdução alimentar entre os doze passos indicados no guia alimentar brasileiro para crianças brasileiras menores de 2 anos de idade. 2. É comum uma criança apresentar apetite diminuído a partir do primeiro ano de vida. Isso se dá devido ao ritmo de crescimento, que começa a diminuir. Como nutricionista, que orientações nutricionais você daria? Visto do docente: NOME: RA: Data: / / ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 5 1. Descreva a fisiopatologia da lactação de acordo com cada fase e ação hormonal. 2. Escreva a importância sobre o ferro, ácido fólico e ácido graxo poli-insaturado para o período gestacional. Visto do docente: NOME: RA: Data: / / ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 6 1. Descreva a importância dos hormônios estrogênio e progesterona na gestação. 2. Comente sobre os aspectos da pega correta e incorreta da mama para o aleitamento materno. Visto do docente: