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TRABALHO DE HISTÓRIA DE ÓBIDOS ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL SÃO FRANCISCO DATA: 11/03/2024 PROFESSOR: EDSERGIO MORAES ALUNA: YASMIN TAVARES FARIAS Nº 29 GABRIELLE SILVA DE SOUSA Nº 06 TURMA: F9MR03 TURNO: MANHÃ COMPONENTE CURRICULAR: HISTÓRIA DE ÓBIDOS ÓBIDOS – PARÁ QUARTEL DE ÓBIDOS Este Quartel foi projetado pela Comissão da Vila Militar da capital federal, sendo construído em terreno próprio, um pouco abaixo da Fortaleza de Óbidos, por conta do Governo Federal, na Praça do Bom Jesus. Ignora-se, porém, a existência da planta respectiva, e a importância despendida para sua construção. Destinava-se primeiramente, ao aquartelamento do antigo Quarto Batalhão de Artilharia de Posição, depois ocupado pelo Quarto Grupo de Artilharia de Costa. Sua inauguração ocorreu em 1909. Segundo projeto, o Quartel deveria constar de três portas, separados uns dos outros, vindo a ser construído apenas o corpo da frente, contendo três pavimentos, com as seguintes dependências: - Pavimento térreo (ou rés ao chão), com piso ladrilhado onde foi instalada a Intendência do Batalhão. - No primeiro pavimento, foram instalados provisoriamente o xadrez, os alojamentos de Praça, o Estado Maior, a farmácia, a escola regimental, o Corpo de Guarda, etc. - No segundo pavimento, foram instalados o Gabinete do Comandante, Secretaria, Casa das Ordens, etc. - Um pavilhão, destinado ao refeitório dos praças. - Um pavilhão pequeno para as dependências higiênicas. Hoje o antigo Quartel de Óbidos foi restaurado e nesse monumento histórico obidense funciona a Casa da Cultura, o qual é denominado Palácio José Verissimo. Praça do Estreito Óbidos ganhou em 2010 a Praça do Estreito, um espaço de lazer e de referência histórica, onde a Garganta do Rio Amazonas, parte e mais estreita e profunda do grande Rio é homenageada. O maior rio do Planeta Terra se debruça em Óbidos, tornando a parte mais estreita, mais profunda e mais importante desse grande rio. Foi uma justa e importante homenagem a esse fenômeno da natureza, que privilegiou nossa cidade. Na praça tem um monumento erguido em concreto armado, com sugestiva expressão ao Estreito de Óbidos. Este complexo artístico e cultural foi idealizado pelo arquiteto e urbanista Carlos Antônio, que teve total liberdade de criação. A área do antigo Barreirão, onde a juventude Obidense da década de 80 a transformou em um campo de futebol e que estava ociosa, fez parte do projeto de urbanização em torno do Forte Pauxis. A Praça do Estreito tem longas pistas para caminhada; uma pista elevada para contemplação do rio; um pequeno anfiteatro para palestras e atrações musicais; um painel constando pensamentos de obidenses a respeito do tema e o monumento como centro das atenções com informações sobre as medições do estreito. O projeto também protege o trecho da falésia (conhecida como barreira), evitando que águas pluviais sejam drenadas para a escarpa. A época, o Arquiteto Carlos Antônio patrocinou uma medição, com Sonar e GPS, para saber a medida exata da largura e profundidade do Rio Amazonas em frente de Óbidos e os dados obtidos foram gravados em uma placa no monumento existente no centro da Praça. SERRA DA ESCAMA A serra da ESCAMA, que teria recebido esse nome por conta do posicionamento de suas árvores como no formato de escama sobre uma as outras, vista de fora, recebe todos os anos novos visitantes para desbravar os mistérios que revoltam a história desse lugar que um dia foi sede para os militares defenderem a cidade presépio e o território que pertencia a colônia portuguesa dos invasores. Nossa visita começa, após 10 minutos de caminhada pelo, agora seco laguinho Pauxis. Entre terra e Mato atravessamos e chegamos em pouco tempo a base da Serra. A entrada é logo ao meio. Às margens do laguinho há ainda vestígios dos resíduos despejados que na seca ficam a mostra. Aqui, muitas histórias são contadas pelos mais antigos que remontam dezenas de anos atrás. Os quatro canhões de fabricação alemã foram construídos sobre a colina por conta da imortalidade dos primeiros construídos no forte Gurjão. O Paiol resguardara os militares caso houvesse uma invasão. Garantia proteção com seus 40 centímetros de espessura. O "Burrinho" fazia parte da Estação de água que abasteceu a base militar até a construção do sistema conhecido como "Cabeça do Padre." Dentre esses fatos há muitos relatos de outros acontecimentos no local. Muitos tornaram-se lendas. A suposta cruz que teria sido erguida em homenagem ao soldado morto em emboscada após caso de adultério com a esposa do seu superior. E as narrativas de supostas evidências de projeções de uma ponte que ligaria a colina à cidade e de um poço sob o laguinho Pauxis. São fatos e lendas que fazem desse lugar um patrimônio histórico, natural e cultural do município de Óbidos e da Amazônia. Mas, ao redor pouco se vê de preservação. Os canhões estão pixados. Vários materiais, com o tempo foram usurpados. Carcaças são encontradas aos arredores da Serra. Um lugar que remonta uma rica e linda história de defesa do território não é defendida nos dias de hoje. Para que daqui há mais cem anos a história Seja preservada e futuras gerações saibam e vejam um pouco da história. image2.jpeg image3.jpeg image1.jpeg image4.png