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Relacionamento interpessoal e dificuldades emocionais na situação escolar SST Sobrenome, Nome (do autor) Título : subtítulo (se houver) / Nome completo do autor - Local: Editora, ano nº de p. : dimensões altura x largura 1. Assunto. 2. Assunto. 3. Assunto. Copyright © 2020. Delinea Tecnologia Educacional. Todos os direitos reservados. Relacionamento interpessoal e dificuldades emocionais na situação escolar 3 Apresentação Devemos considerar as relações interpessoais, o papel da escola, da família e do próprio indivíduo, que deve enfrentar muitas vezes questões emocionais construídas ao longo de sua vida para interagir com as pessoas no ambiente escolar e, a partir disso, construir as aprendizagens desejadas. É muito importante perceber as variáveis que se apresentam no ambiente com o qual a criança convive para que, a partir destas e outras associações, as dificuldades de aprendizagens possam ser observadas e sanadas de forma satisfatória. Estudaremos agora as dificuldades emocionais e o relacionamento interpessoal no contexto escolar. Dificuldades Emocionais e de Relacionamento Interpessoal na Situação Escolar Quando se fala no desenvolvimento da aprendizagem dos alunos, há muitas variáveis que interferem no processo. Para Nogueira e Leal (2012, p. 31), “a aprendizagem e o desenvolvimento da criança necessitam estar sendo estimulados afetivamente”. Transtornos de aprendizagem e também as relações sociais que esta criança estabelece podem facilitar ou dificultar todo o processo e isso perdurar por muitos anos. Além dos aspectos sociais, as interações que são possibilitadas contribuem para a construção de bases sólidas para este desenvolvimento. A maturação biológica descrita por vários autores, quando refletem sobre os estágios de desenvolvimento humano, possui estreita relação com o desenvolvimento psicológico e, desta forma, os aspectos emocionais presentes na vida dessa pessoa interferem diretamente em todo seu processo. Nesta relação, o olhar da escola sobre esses fatores, a relação professor-aluno, a participação e a relação da família com o processo e a própria percepção da criança sobre a aprendizagem e seus diferentes significados fazem diferença. 4 É justamente na relação com o outro que aprendemos e desenvolvemos os aspectos apresentados acima! Com base nisso, há o entendimento de Vygotsky de que o homem é “um ser social e histórico” (PILLETI; ROSSATO, 2012) o qual influencia e sofre influência da cultura, da história e do meio em que vive. Pense por um momento nas relações que você estabelece ao longo de sua vida! Possivelmente muitas, não é mesmo? Consegue imaginar o quanto você aprendeu e ensinou ao mesmo tempo? Reflita Pensando o ambiente escolar e as inúmeras oportunidades de aprendizagem, o professor é um importante mediador, entre o que historicamente foi construído na formação de nossa cultura e o aluno. De que modo isso acontece? O professor apresentará ao aluno: o que é um computador, qual sua função social, aspectos positivos e negativos, o uso da internet, etc. a partir do que ele já sabe, buscando alcançar um novo conhecimento ou superior, desenvolvendo-se. A Escola e o Aprendizado Espaços educacionais buscam respostas para a pergunta: “Por que a criança não aprende?”, mas pouco são os locais que questionam as estratégias que estão sendo utilizadas, os recursos que provocam a interação com o objeto de conhecimento ou ainda de que forma estão olhando de fato para o indivíduo que está em busca desta construção. A preocupação efetiva com a aprendizagem dos educandos tem sido cada vez mais frequente. Compreender de que formas ocorrem os processamentos mentais que desencadeiam o processo de aprendizagem é muito importante para que seja possível colocar em prática mecanismos eficazes para que este propósito seja alcançado. A humanidade passou e continua passando por inúmeras transformações e o modelo de ensinar continua pautado em questões expositivas e mecanizadas. Classes heterogêneas, diferentes contextos, diferentes motivações e a mesma estratégia de ensino. Será que isso é suficiente para o aluno que temos hoje? Mesmo 5 com todas as teorias que comprovam ser a interação importante para o processo, e que o meio juntamente com suas variáveis culturais são fatores que interferem em tudo isso, os espaços formais de educação insistem na reprodução de técnicas tradicionais e mecanizadas. A própria organização da sala de aula reflete muito o que se pensa sobre o processo de ensino e aprendizagem. Segundo Piaget, que tem sido o ponto de referência para o desenvolvimento dos estudos desta disciplina: [...] o conhecimento não está no sujeito – organismo, tampouco no objeto – meio, mas é decorrente das contínuas interações entre os dois. Para ele, a inteligência é relacionada com a aquisição de conhecimento à medida que sua função é estruturar as interações sujeito objeto. Assim, para Piaget, todo pensamento se origina na ação, e para se conhecer a gênese das operações intelectuais, é imprescindível a observação da experiência do sujeito com o objeto. (FERRACIOLI, 2007, p.181.) No referido texto, podemos identificar alguns dos princípios da epistemologia genética do desenvolvimento. O conhecimento decorre de uma ação e da interação entre o sujeito e o objeto do conhecimento, e a observação desta ação permitirá identificar o pensamento/ação que a move e compreender o papel do professor como observador numa relação entre um aluno/sujeito do conhecimento e também o objeto do conhecimento. A observação adequada desta ação possibilita identificar entre outras questões a forma como a criança atua em relação ao objeto de conhecimento. Outro fator fundamental é o conceito de operação que é a ação deste sujeito sobre o objeto do conhecimento compreendendo suas estruturas, porém esta operação não é uma ação de mão única. Ao mesmo tempo em que o sujeito age sobre o objeto, é por este modificado de forma que vão sendo construídas estruturas lógicas. Vejamos o exemplo de operação: A seriação é uma estrutura operacional natural, básica. Um número não existe isolado. O que existe é uma série de números, que constituem uma estrutura, uma extraordinariamente rica estrutura cujas propriedades variadas têm sido reveladas pelos matemáticos. (PIAGET, 1972, p. 5) Trouxemos um exemplo relacionado à matemática, porém Piaget estende o conceito de operação para além da aritmética, pois considera que o conhecimento decorre destas operações nos mais diversos campos, desde a aquisição da linguagem à arte. 6 Piaget (apud FERRACIOLI, 2007) considera quatro (4) fatores que influenciam no processo de aprendizagem: Maturação: diretamente relacionada ao desenvolvimento do Sistema Nervoso Central (SNC) que está relacionado à embriogênese. O seu desenvolvimento promove novas possibilidades de aprendizagem. Experiência: esta experiência com o objeto do conhecimento seria física e lógico- matemática, que, entre outros fatores incorporam a possibilidade de abstração, assimilação do objeto, entre outras. Transmissão social: seria a transmissão social dos conhecimentos via cultura, linguística, contatos sociais, educacionais, entre outras formas de compartilhamento das experiências. Porém, Piaget vai pontuar de forma enfática que a assimilação destas informações está condicionada ao desenvolvimento do pensamento. Equilibração: para Piaget, este é o fator principal que atua sobre o sujeito. É a ação do sujeito do conhecimento sobre o objeto e vice-versa em busca de um equilíbrio, de uma adaptação a novos esquemas antes desconhecidos. O desenvolvimento é uma constante de dois movimentos de adaptação que decorrem da relação entre assimilação e acomodação em busca da adaptação/equilibração. 7 Os processos que descrevemos aqui são base da epistemologia genética de Piaget que vai considerar como fundamentais no processo de aprendizagem. Para Piaget (apud FERRACIOLI, 2007, p. 8):[...] a aprendizagem é possível apenas quando há uma assimilação ativa. É essa atividade de parte do sujeito que me parece omitida no esquema estímulo-resposta. A formulação que proponho coloca ênfase na ideia da autorregulação, na assimilação. Toda ênfase é colocada na atividade do próprio sujeito, e penso que sem essa atividade não há possível didática ou pedagogia que transforme significativamente o sujeito. (PIAGET apud FERRACIOLI, 2007, p. 8) A escola e todos os profissionais envolvidos no processo educativo, ao perceberem essas questões como importantes para o desenvolvimento da criança, pensam em espaços criados para este fim: estabelecem estratégias fundamentadas nas interações; olham para toda sua organização respeitando o desenvolvimento da criança e compreendendo de que forma aquilo vai interferir na sua vida. Em uma perspectiva construtivista, o aprendizado, preconizado por Piaget como decorrente de uma dinâmica interna, é considerado muito importante. Complementarmente a isso, em uma abordagem construtivista da aprendizagem, os aspectos culturais ganham um peso considerável no processo de aprendizagem (COLL, 1998) e não contrapõem o desenvolvimento da aprendizagem e consideram a educação como fundamental na integração dos aspectos relacionados ao desenvolvimento e à aprendizagem no qual são considerados os diversos ambientes onde ela ocorre. Assim, para o construtivismo existe uma aprendizagem quando a pessoa é capaz de construir uma representação pessoal sobre um objeto ou uma realidade social na qual está inserida, pois o aprendizado não é uma cópia ou uma reprodução da realidade, mas uma intervenção sobre ela (COLL, 1998). Você pode identificar que a teoria construtivista da realidade incorpora aspectos da epistemologia genética de Piaget, porém não se limita a esses aspectos da teoria. Um conceito fundamental da teoria construtivista é o de aprendizado significativo que pode ser definido como: a possibilidade de integrar, modificar, dar novos significados, estabelecer novas coordenadas e esquemas de forma que estes dialoguem com esquemas de conhecimentos que já possuímos (COLL, 1998). 8 Quando esses aspectos são observados, pode-se inferir que uma aprendizagem com significantes, ou significativa, ocorreu. Porém, diferentemente do que possa parecer, a construção do conhecimento pelo indivíduo não significa que ele possa colocar as letras do alfabeto onde quiser; isso pode ocorrer, e com frequência ocorre, no processo educativo. As crianças inventam seus esquemas, constroem seus conceitos de alfabeto que, no método construtivista, têm o desafio de serem integrados à cultura. Nesse sentido, os dilemas dos educadores, e consequentemente da escola, é reconhecer os aspectos sociais, culturais e relacionados ao desenvolvimento presentes nos sujeitos os quais se pretende integrar ao processo de ensino e aprendizagem, ao mundo da cultura e à sociedade de forma mais geral. É de extrema importância detectarmos os problemas de aprendizagem, desde o início da vida da criança, para que haja uma intervenção mais precisa e principalmente todos os tipos de prevenção necessária. Assim, caso haja alguma dificuldade de aprendizagem, a criança não terá problemas ou empecilhos na sua vida ou de seus familiares sem necessidade, evitando muitos sofrimentos. As dificuldades de aprendizagem não são intratáveis e podem ocorrer em diversas fases e idades dentro dos processos de aprendizagem; por isso, elaborar um diagnóstico preciso e uma intervenção coerente com cada característica individual do aluno faz toda a diferença. Portanto, conhecer a rotina do aluno, seu contexto escolar e familiar é fundamental para que as propostas possam ser pensadas também sob o ponto de vista da escola e propostas que são ofertadas. Contexto escolar e rotina dos alunos Fonte: Plataforma Deduca (2020) 9 Se pensarmos nessa relação da escola com o aprendizado desde a educação infantil, é importante o trabalho de estimulação referente ao desenvolvimento do esquema corporal da psicomotricidade. A criança vai organizando aos poucos o seu espaço a partir do seu próprio corpo. O desenvolvimento integral da criança requer profissionais que percebam a importância da psicomotricidade, que tem como função cuidar para que o processo de pensamento, motricidade e linguagem da criança aconteça por meio do movimento e da brincadeira. Esse profissional realiza atividades em grupo, e é nessas dinâmicas que a criança encontra espaço para a sua própria expressão, facilitando e permitindo maior flexibilidade em relação a si mesma, com os outros colegas, com a família e também com diferentes grupos sociais com os quais se relaciona. O professor deve ser capaz de identificar em que nível seus alunos estão, em que estágio estão suas estruturas cognitivas e adequar as atividades escolares às possibilidades do aluno, ao seu estágio de desenvolvimento cognitivo. Essas relações influenciam diretamente a construção das aprendizagens e a escola tem papel fundamental nesse processo. O professor deve ser autêntico e participar do processo de aprendizagem juntamente com o aluno para que possa aceitá-lo e compreendê-lo. É necessário aceitar o aluno como ele é, incluindo seus medos e inseguranças diante de uma nova aprendizagem. Além disso, ao aceitar o aluno, o professor poderá desenvolver confiança na capacidade do discente e apreço incondicional. O centro do processo de aprendizagem deve ser encontrar formas de facilitar a relação entre professor e aluno para que a aprendizagem seja significativa, tanto emocional quanto cognitivamente. Quanto a isso, devemos enfatizar a importância de atividades que promovam o desenvolvimento da criança, conhecendo o que ela sabe (real) fazer sozinha e qual a sua potencialidade (onde pode chegar) com a ajuda de terceiros – a zona de desenvolvimento proximal (VYGOTSKY, 2011). Nesse aspecto, o educador deverá conhecer seu aluno, estar próximo dele, pensar em atividades que sejam direcionadas às necessidades desse discente. Desse modo, para que uma boa aprendizagem aconteça, o professor ou educador deve disponibilizar recursos que criem situações que favoreçam o processo educativo; assim, de forma objetiva e clara, seu pensamento precisa estar voltado para estratégias e/ou ações que possam atingir seus alunos a fim de que o processo seja facilitado. 10 A Família e o Aprendizado A escola faz parte do contexto social em que estamos inseridos. Por meio da escola, da família, das tecnologias da comunicação e informação em que estamos imbuídos, da cultura determinada, vamos contribuindo para a conservação dessa instituição escolar. Quando abordamos o tema aprendizagem, muitas pessoas logo apontam que o meio no qual o indivíduo (con)vive exerce uma importante influência sobre o que será aprendido, como o será e suas razões. É comum ouvirmos que as crianças são influenciadas pelo comportamento dos pais, não é mesmo? De fato, o meio pode influenciar significativamente o quê e como uma criança/jovem/adulto aprenderá. Hellinger (2007 apud FONSECA, 2017) observou que os sistemas familiares se devem ao menos a certas desordens, geralmente relacionadas com a exclusão de membros determinados do grupo, que são colocados em evidência, por alguém da geração posterior; algum novo membro da família, por fidelidade e amor, toma o lugar ou a direção da vida daquele que foi excluído. E, nesse sentido, há um amor cheio de emoções adaptadas ao sistema, que age, em algumas ocasiões, nas pessoas atuais em nossa vida, mas acima de tudo em nossa consciência com relação ao que fazemos e por que fazemos. Família e aprendizagem Fonte: Plataforma Deduca (2020) 11 Conforme afirma Trocho (2006), a Pedagogia Sistêmica se manifesta em um contexto educativo ao traduzirmos e integrarmos os princípios que sustentam as “ordens do amor” para que nos sirvam de orientação: • A importância da ordem (familiar), quem veio antes e quem está depois.Tem a ver com o vínculo entre gerações (tanto para os alunos quanto para os pro- fessores). • A importância do lugar onde cada qual (membro familiar) tenha a sua cor- respondência. Tem a ver com as funções, quem é e como é o pai, a mãe, o professor, o diretor etc. • O valor da inclusão e as implicações da exclusão. Em sala de aula, na escola, como um espaço de comunicação em que todos tenham um lugar (pertenci- mento). • O peso das culturas de origem, o contexto do qual viemos (também denomina- • da, de uma forma mais ampla, como “consciência”). • O significado das interações. Todos os membros de um sistema estão vin- culados uns aos outros. Portanto, quando um desses membros apresenta algum tipo de sintoma, a razão não está tanto na sua forma concreta, mas na informação que esse sintoma dá ao sistema sobre alguma questão que dificulta o bem-estar coletivo e individual. Para além de teorias do desenvolvimento humano ou concepções de ensino e aprendizagem, temos as relações que o ser humano constrói ao longo de sua vida. Esses vínculos e referências sociais influenciam diretamente em sua vida e, com certeza, refletem também no seu desenvolvimento escolar. Atualmente, essas referências são construídas de formas diversificadas e devem ser respeitadas pela escola. O que antigamente se chamava de “família”, hoje possui diferentes configurações e serve como base para a construção social dos indivíduos. A presença de pessoas que acompanham de perto a aprendizagem, que participam da vida escolar do aluno, que contribuem com propostas de novos desafios e os auxilia quando é necessário faz toda a diferença. As escolas, por sua vez, devem buscar parcerias sólidas com a família em uma relação dialógica a favor do desenvolvimento das aprendizagens. Quanto mais sólidas forem essas construções, mais significado terão na vida dos alunos. 12 Fechamento Vimos que estágios do desenvolvimento humano e teorias apontam para a melhoria de todo o processo quando a interação é propiciada. Além dessas questões, a forma como a escola olha para a criança e organiza suas ações pode favorecer ou comprometer muito a aprendizagem. Aprendemos sobre a relação emocional, os vínculos e a participação da família que são essenciais, pois representam o contexto social em que o indivíduo está inserido e reflete parte da bagagem que ele traz para a escola. Por fim, essa relação também deve ser pensada a partir do indivíduo com todo o processo de aprendizagem. Quando as ações são mais contextualizadas, tornam-se mais significativas e passam a fazer mais sentido para quem as internaliza. 13 Referências COLL, C. et al. O construtivismo na sala de aula. 5. ed. São Paulo: Ática, 1998. FERRACIOLI, L. Aprendizagem, desenvolvimento e conhecimento na obra de Jean Piaget: uma análise do processo de ensino-aprendizagem em Ciências. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, v. 80, n. 194, 2007. FONSECA, H. V. da. Experiência de uma diretora de escola com a visão sistêmica de Bert Hellinger. IDESV – Instituto de Desenvolvimento Sistêmico para a Vida, 2007. Disponível em http://www.constelacaofamiliar.com.br/experiencia-de-uma- diretora-de-escola-com-a-visao-sistemica-de-bert-hellinger/. Acesso em: 02 de abr. 2020 NOGUEIRA, M. O. G.; LEAL, D. Dificuldades de aprendizagem: um olhar psicopedagógico. Curitiba: InterSaberes, 2012. PIAGET, J. Desenvolvimento e aprendizagem. Studying Teaching, [S.l.], 1972. PILLETI, N.; ROSSATO, S. M. Psicologia da aprendizagem: da teoria do condicionamento ao construtivismo. São Paulo: Contexto, 2012. TROCHO, R. Pedagogia sistêmica: método educativo. Publicado em espanhol em Cuadernos de Pedagogia nº 360, set/2006. Tradução de Marly Cordeiro. Disponível em: http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=31994. Acesso em: 13 jun. 2017. VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 11. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2011. 14 Referências 15 Referências