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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS CURSO: FARMÁCIA DISCIPLINA: FARMACOTÉCNICA ESPECIAL NOME DO ALUNO: BRENDA DA SILVA NASCIMENTO RA: 2207846 POLO DE MATRÍCULA: VILA BRASILIA POLO DE AULA PRÁTICA: FLAMBOYANT DATA DAS AULAS PRÁTICAS: 17/02/24 a 11/05/24 ATIVIDADES OBRIGATÓRIAS ROTEIRO 1 DATA: 17/02/2024 Título da Aula: Preparo de Xaropes Essa aula teve como objetivo preparar um xarope de iodeto de potássio utilizando xarope simples como veículo. PROCEDIMENTO XAROPE SIMPLES Aquecemos em banho-maria 30,0 mL de água com metilparabeno até completa solubilização. Em seguida, pesamos a sacarose e pulverizamos com auxílio de gral e pistilo. Depois, transferimos a sacarose para o béquer contendo o metilparabeno solubilizado e levamos para o banho-maria novamente, agitando até completa dissolução. Ficamos sempre observando para que a temperatura não ultrapassase 80 ºC para que não houvesse a formação de açúcar invertido. Após esse tempo, retiramos do banho e aguardamos o resfriamento. Transferimos para um cálice e completamos com água purificada q.s.p. 100,0 mL. Homogenizamos, filtramos, acondicionamos e rotulamos. PROCEDIMENTO XAROPE DE IODETO DE POTÁSSIO Pulverizamos o iodeto de potássio em gral e transferimos para um cálice. Fizemos a dissolução com q.s. de xarope simples. Adicionamos o flavorizante e completamos o volume com xarope simples q.s.p. 100,0 mL. Homogenizamos, Filtramos, acondicionamos e rotulamos. PROCEDIMENTO XAROPE SEM AÇÚCAR – Base Galênica Pesamos o metilparabeno e o ácido benzoico. Em seguida, transferimos para um béquer com 50 mL de água e dissolvemos os conservantes sob aquecimento. Em gral dispersamos a CMC-Na com a solução de conservantes recém obtida. Em um cálice dissolvemos a sacarina sódica em 10 mL de água. Transferimos o conteúdo do gral para o cálice e completamos o volume com água purificada q.s.p. 100,0 mL. Homogenize, filtramos, acondicionamos e rotulamos. RESULTADOS E DISCUSSÕES Muitos produtos farmacêuticos usam compostos de iodeto em suas formulações comerciais. Iodeto na forma de tri-iodeto é usado como anti-séptico e desinfetante e iodeto de potássio como xarope expectorante. Em alguns países tabletes de iodeto de potássio são vendidas em drogarias para proteção da tireóide no caso de acidente nuclear (AGUIAR; BERBIGÃO; MORI, 2016). O xarope de iodeto de potássio é uma formulação farmacêutica amplamente utilizada no tratamento de condições respiratórias, como tosse e congestão. Sua preparação envolve a combinação do iodeto de potássio, um composto com propriedades expectorantes, com um veículo líquido adequado, como o xarope simples. Este veículo não apenas proporciona uma base estável para a administração do iodeto de potássio, mas também facilita sua absorção pelo organismo (PALMEIRO, 2022). Figura 1: Preparo do xarope sem açúcar – base galênica Fonte: Próprio Autor, 2024. Figura 2: Dissolução da Sacarina Sódica Fonte: Próprio Autor, 2024. Figura 3: Transferência do Gral para o Cálice Fonte: Próprio Autor, 2024. OBS: Como o xarope ficou com alta viscosidade recomenda-se diminuir a concentração de CMC. Figura 4: Mistura do metilparabeno com água destilada e alginato de sódio Fonte: Próprio Autor, 2024. ROTEIRO 2 DATA: 17/02/2024 Título da Aula: Preparo de Suspensões Essa aula teve como objetivo preparar uma suspensão antiácida utilizando hidróxido de alumínio como fármaco e preparar uma suspensão de calamina. PROCEDIMENTO SUSPENSÕES ANTIÁCIDA Em gral solubilizamos o metilparabeno e propilparabeno com a essência. Neste mesmo gral adicionamos a CMC, misturamos e acrescentamos 20 mL de água purificada. Homogenizamos até dispersar todos os grumos. Em béquer adicionamos a sacarina sódica com 20 mL de água purificada e misturamos o hidróxido de alumínio. Transferimos o conteúdo do gral e do béquer para um cálice de 60 mL e completamos o volume com água purificada q.s.p. 50,0 mL. Acondicionamos e rotulamos com a advertência: “AGITE ANTES DE USAR”. PROCEDIMENTO SUSPENSÃO DE CALAMINA Pesamos o metilparabeno e transferimos para um béquer contendo 70 mL de água. Aquecemos até completa solubilização do conservante. Em gral dispersamos o alginato de sódio com a solução obtida em 1. 3. Em outro gral adicionamos a calamina, a cânfora, a glicerina e o Tween. Misturamos o conteúdo de 2 e homogeneizamos. Transferimos para um cálice e completamos com água purificada q.s.p. 100,0 mL. Acondicionamos e rotulamos com a advertência: “AGITE ANTES DE USAR”. PROCEDIMENTO DA SUSPENSÃO DE HIDRÓXIDO DE CÁLCIO (ÁGUA DE CAL Trituramos o hidróxido de cálcio em gral. Transferimos para um cálice e dissolvemos em q.s. de água purificada. Completamos o volume, homogeneizamos e deixamos em repouso até obtenção de sobrenadante límpido, que deve ser decantado e desprezado. Completamos o volume novamente, homogeneizamos e deixamos em repouso. Na hora do emprego, utilizamos volume adequado do sobrenadante límpido. RESULTADOS E DISCUSSÕES As suspensões antiácidas desempenham um papel crucial no alívio de distúrbios gastrointestinais, como azia e indigestão, proporcionando alívio rápido e eficaz dos sintomas. Uma dessas formulações é a suspensão contendo hidróxido de alumínio, um fármaco amplamente utilizado devido às suas propriedades antiácidas (CONSIGLIERI, 2019). Este composto age neutralizando o excesso de ácido gástrico, ajudando a restaurar o equilíbrio do pH no trato gastrointestinal (GOES; KFURI, 2019). Neste processo, exploramos o preparo desta suspensão, destacando suas propriedades terapêuticas e sua importância no tratamento de distúrbios digestivos comuns. Além disso, também abordamos o procedimento para a preparação de uma suspensão de calamina, uma formulação tópica frequentemente utilizada para aliviar irritações e coceiras na pele. Figura 5: Suspensão calamina, calamina, cânfora, glicerina e Twen Fonte: Próprio Autor, 2024. ROTEIRO 3 DATA: 11/05/2024 Título da Aula: Preparo de Emulsão Esta aula teve por objetivo preparar uma emulsão medicamentosa utilizando a técnica de formação de sabão in loco e preparar uma emulsão cosmética utilizando uma cera autoemulsionável. PROCEDIMENTO EMULSÃO ESCABICIDA Adicionamos a um béquer benzoato de benzila e ácido esteárico. Em outro béquer adicionamos hidróxido de potássio, metilparabeno, propilparabeno e água purificada. Aquecer os 2 béqueres em banho-maria até que ambos atinjam a temperatura de 70 ºC ao mesmo tempo. Vertemos a fase aquosa sobre a oleosa, agitamos até resfriamento, acondicionamos e rotulamos. RESULTADOS E DISCUSSÕES As pomadas são preparações tópicas amplamente utilizadas na medicina para tratar diversas condições da pele. Elas são formuladas para aplicação direta sobre a pele ou mucosas, proporcionando um meio de entregar medicamentos diretamente ao local afetado, otimizando a absorção e a eficácia do tratamento. Entre os diversos tipos de pomadas, destacam-se as soluções escabicidas e as soluções latentes (FERRAZ, 2016). As soluções escabicidas são especificamente desenvolvidas para o tratamento da escabiose, também conhecida como sarna. Esta condição é causada pelo ácaro Sarcoptes scabiei, que se aloja na pele, provocando intensa coceira e irritação. Pomadas escabicidas contêm ingredientes ativos, como permetrina e lindano, que são eficazes na eliminação dos ácaros e no alívio dos sintomas (SOARES et al., 2019). Por outro lado, as soluções latentes são formuladas para liberar o medicamento de maneira gradual e controlada, garantindo uma ação prolongada. Estas pomadas são frequentemente utilizadas em condições crônicas da pele, onde é necessário um efeito terapêutico sustentado. Exemplos comuns incluem pomadas à base de corticosteroides para tratar dermatites e psoríase, oferecendo alívio contínuo e redução da inflamação ao longo do tempo (SOARES et al., 2019). Enquanto as pomadas escabicidas sãovoltadas para a eliminação rápida de parasitas cutâneos, as soluções latentes são projetadas para fornecer uma liberação controlada de medicamentos, garantindo um tratamento eficaz e duradouro para diversas condições dermatológicas (GOMES, 2019). Obs: Loção Lanette não foi feito pois não tinha a cera Lanette. ROTEIRO 4 DATA: 11/05/2024 Título da Aula: Preparo de Pomadas Esta aula teve por objetivo instruir aos alunos no preparo de pomada medicamentosa utilizando excipientes hidrossolúveis e também no preparo de pomada medicamentosa utilizando excipientes lipossolúveis. PROCEDIMENTO POMADA DE NITROFURAZONA Em béquer dissolvemos o ácido ascórbico no PEG 400 utilizando o banho-maria. Neste mesmo béquer adicionamos a nitrofurazona e dissolvemos. Sempre tomando o cuidado para que a temperatura não ficasse muito elevada. Em outro béquer fundimos o PEG 4000 em banho-maria. Obsermanos para que o conteúdo dos 2 béqueres estivessem com a temperatura parecida para que assim fosse feito a mistura em gral. Homogeneizamos com auxílio do pistilo até resfriamento, acondicionamos e rotulamos. PROCEDIMENTO POMADA DE SALICILATO DE METILA Em gral dissolvemos a cânfora e o mentol no salicilato de metila. Em béquer, fundimos em banho-maria, a parafina sólida e a vaselina e adicionamos sob agitação sobre a solução contida no gral. Homogeneizamos com auxílio do pistilo até resfriamento, acondicionamos e rotulamos. RESULTADOS E DISCUSSÕES As pomadas medicamentosas são preparações tópicas que utilizam excipientes para transportar e liberar os princípios ativos diretamente na pele. Esses excipientes podem ser hidrossolúveis ou lipossolúveis, influenciando a forma como o medicamento é absorvido e atua na pele (GOMES, 2019). Pomadas medicamentosas com excipientes hidrossolúveis utilizam substâncias que se dissolvem em água, como o polietilenoglicol (PEG). Estas pomadas são facilmente removíveis com água, permitindo uma aplicação mais limpa e minimizando a oleosidade na pele (TAMELINI et al., 2020). Elas são frequentemente utilizadas em condições onde se deseja uma rápida absorção e menor oclusão, como em infecções bacterianas superficiais e feridas abertas (GOMES, 2019). Em contraste, pomadas medicamentosas com excipientes lipossolúveis empregam substâncias oleosas, como a vaselina e a lanolina. Esses excipientes formam uma camada oclusiva na pele, promovendo uma absorção mais lenta e prolongada do medicamento. São indicadas para condições onde a pele necessita de hidratação intensa e proteção prolongada, como em casos de eczema, psoríase e dermatites secas (TAMELINI et al., 2020). Em suma, a escolha entre excipientes hidrossolúveis e lipossolúveis em pomadas medicamentosas depende da necessidade específica de absorção e do tipo de tratamento requerido para a condição dermatológica em questão (TAMELINI et al., 2020). Obs: Pomada de lanolina e vaselina não foi feita pois não tinha tintura de arnica. ROTEIRO 5 DATA: 11/05/2024 Título da Aula: Preparo de Pasta e Gel Esta aula teve como objetivo desenvolver o aprendizado das técnicas de obtenção de pasta e gel. PROCEDIMENTO PASTA D´ÁGUA Trituramos o óxido de zinco até obter pó fino. Acrescentamos a glicerina e mantemos a trituração até obter uma mistura uniforme. Adicionamos a água de cal e misturamos. Adicionamos o talco e misturamos para obter uma pasta homogênea. RESULTADOS E DISCUSSÕES A obtenção de pastas, amplamente utilizadas nas indústrias farmacêutica e cosmética, envolve diversas técnicas para garantir a correta mistura e consistência dos ingredientes. Entre as principais técnicas, destaca-se a trituração, onde os ingredientes sólidos são reduzidos a partículas finas usando almofariz e pilão, assegurando uma distribuição homogênea. A fusão é outra técnica comum, utilizada especialmente para excipientes lipossolúveis; nesta, os componentes oleosos são derretidos e misturados com os ingredientes ativos (MELO; DOMINGUES; DE LIMA, 2018). A emulsificação combina ingredientes hidrossolúveis e lipossolúveis usando um emulsificante, resultando em uma mistura estável. Por fim, a técnica de suspensão dispersa uniformemente sólidos insolúveis dentro da base da pasta. Essas técnicas são essenciais para garantir a eficácia, estabilidade e qualidade do produto final (MELO; DOMINGUES; DE LIMA, 2018). Obs: Álcool gel não foi feito, pois não tinha a solução de trietanolamina. Obs: Gel de cloreto ferrico não foi feito, pois não tinha a hidroxietilcelulose. Obs: Preparo do gel de cloreto de ferro III não foi feito, pois não tinha a hidroxietilcelulose. ROTEIRO 6 DATA: 13/04/2024 Título da Aula: Preparo de Supositórios Esta aula tem por objetivo realizar o preparo de supositórios laxativos de glicerina, como também o preparo de óvulos de utilizando excipientes hidrossolúveis. PROCEDIMENTO SUPOSITÓRIO DE GLICERINA Em béquer, fundimos em banho-maria, o ácido esteárico a 85 ºC. Em outro béquer adicionamos o carbonato de sódio, glicerina e água. Aquecemos, em banho-maria a 85 ºC. Misturamos, a quente, o conteúdo dos 2 béqueres e imediatamente transferimos para a forma/molde de supositórios previamente lubrificada até extravasamento. Aguardamos resfriamento/solidificação, removemos o excesso de massa que extravasou com uma espátula e retiramos os supositórios. Embalamos um a um usando papel laminado. Acondicionamos e rotulamos. PROCEDIMENTO ÓVULO DE GLICERINA E GELATINA Em béquer, dissolvemos em banho-maria, a gelatina na glicerina e água em baixa temperatura para a dissolução da gelatina e em agitação branda para evitar a incorporação de ar na preparação. Transferimos o conteúdo a quente para a forma/molde de óvulos previamente lubrificados até extravasamento. Aguardamos o resfriamento/solidificação, removemos o excesso de massa que extravasou com uma espátula e retiramos os óvulos. Embalamos um a um usando papel laminado, acondicionamos e rotulamos. RESULTADOS E DISCUSSÕES O preparo de supositórios é um processo crucial na produção de medicamentos destinados à administração retal ou vaginal. Esses medicamentos sólidos são formulados para derreter ou se dissolver à temperatura corporal, permitindo a liberação do princípio ativo diretamente no local de ação ou na corrente sanguínea (FERNADES et al., 2017). As principais técnicas de preparo incluem moldagem por fusão, onde a base do supositório é derretida, misturada com o medicamento e vertida em moldes, e compressão, onde os ingredientes são comprimidos em formas sólidas. A escolha da técnica depende das propriedades dos ingredientes e do objetivo terapêutico, garantindo eficácia e estabilidade do produto final (PALUDETTI, 2018). Figura 6: Óvulos de Glicerina e Gelatina Fonte: Próprio Autor, 2024 Figura 7: Supositórios de Glicerina e Gelatina Fonte: Próprio Autor, 2024 ROTEIRO 7 DATA: 11/05/2024 Título da Aula: Preparo de Pós Esta aula tem como objetivo mostrar aos alunos como são as técnicas de pulverização, tamisação e mistura geométrica, como também os fenômenos de efervescência e mistura eutética. PROCEDIMENTO DILUIÇÃO DE FÁRMACO Preparamos 30 g de uma diluição de fármaco: amido, 1:100, utilizando amido como excipiente e 0,2% de corante vermelho. Pesamos, pulverizamos e tamisamos (malha 80) cada pó individualmente. Em um gral fizemos a mistura de ácido salicílico e ácido bórico geometricamente. No mesmo gral adicionamos óxido de zinco e homogenizamos com auxílio do pistilo. No mesmo gral adicionamos amido e homogenizamos com auxílio do pistilo. No mesmo gral adicionamos talco e homogenizamos com auxílio do pistilo. Acondicionamos e rotulamos. PROCEDIMENTO PÓ EFERVESCENTE Pesamos, pulverizamos e tamisamos os pós individualmente. Fizemos a mistura em gral, homogeneizando entre uma adição e outra. Para evitar a efervescência durante o preparo, deixamos os pós em estufa a 40 ºC por uma hora antes da manipulação.Acondicionamos e rotulamos. PROCEDIMENTO PÓ PARA REIDRATAÇÃO Pesamos, pulverizamos e tamisamos os pós individualmente. Fizemos a mistura em gral, de modo a garantir a uniformidade da mistura. Acondicionamos e rotulamos. PROCEDIMENTO MISTURA EUTÉTICA Trituramos em gral 1 g de mentol com 1 g de cânfora. Em seguida observamos o fenômeno ocorrido. RESULTADOS E DISCUSSÕES O preparo de pós é um processo fundamental na fabricação de medicamentos e produtos cosméticos em forma de pó. Esse processo envolve a pulverização e a mistura homogênea de ingredientes ativos e excipientes para garantir a dose correta e a uniformidade do produto final (BRITTES; MOREIRA, 2016). As principais etapas incluem a trituração, que reduz os ingredientes sólidos a partículas finas; a mistura, que assegura a distribuição uniforme dos componentes; e a peneiração, que remove partículas aglomeradas ou de tamanho inadequado. A precisão no preparo de pós é crucial para a eficácia terapêutica e a qualidade do produto, garantindo que cada dose contenha a quantidade correta de ingredientes ativos (FREITAS et al., 2020). Figura 8: Pó Efervescente Fonte: Próprio Autor, 2024 Figura 9: Pó para Reidratação Fonte: Próprio Autor, 2024 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AGUIAR, M. A. S.; BERBIGÃO, P. N.; MORI, V. Determinação amperométrica de iodeto em soluções expectorantes orais com análise por injeção em fluxo usando a reação iodeto/nitrito. Ecletica Quimica, v. 31, n. 2, p. 63–68, 2016. ANTONIO PALUDETTI, L. Como Inovar na Manipulação de Supositórios e Óvulos. p. 21, 2018. BRITTES, J. M.; MOREIRA, A. C. Estudo de diferentes processos de mistura de pós-usados para o preparo de cápsulas em farmácias magistrais. Revista Contexto & Saúde, v. 5, n. 10, p. 47–53, 2016. CONSIGLIERI, V. O. Suspensões farmacêuticas. p. 1–39, 2019. FERNADES, W. S. et al. Preparação de supositório de glicerina. p. 3–6, 2017. FERRAZ, H. Formas farmacêuticas plásticas. p. 1–13, 2016. FREITAS, O. et al. Sistemas particulados - Pós: Conceitos e caracterização física. Farmacotécnica e Tecnologia de Medicamentos e Cosméticos II - USP RP, 2020. GOES, A. M.; KFURI, C. R. Desenvolvimento E Pesquisa De Suspensão Pediátrica De Hidróxido De Alumínio. Investigação, v. 5, n. 1–6, p. 139–144, 2019. GOMES, T. R. S. Desenvolvimento farmacotécnico de pomada fitoterápica a base da polpa extraída da espécie Euterpe oleraceae Mart. 2019. MELO, C. A. DE S.; DOMINGUES, R. J. DE S.; DE LIMA, A. B. Elaboração de Géis e Análise de Estabilidade de Medicamentos. [s.l: s.n.]. PALMEIRO, R. Farmacotécnica Básica. 2022. SOARES, K. C. C. et al. Bioequivalência de medicamentos tópicos dermatológicos: O cenário brasileiro e os desafios para a vigilância sanitária. Ciencia e Saude Coletiva, v. 20, n. 11, p. 3599–3608, 2019. TAMELINI, C. E. et al. Como utilizar corretamente as formas farmacêuticas. 2020. image3.jpeg image4.jpeg image5.jpeg image6.jpeg image7.jpeg image8.jpeg image9.jpeg image10.jpeg image11.jpeg image12.jpeg image13.jpeg image14.jpeg image15.jpeg image1.jpeg image2.jpeg image16.png