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RELATÓRIO DE PRÁTICA 
HELENA VIEIRA DE SOUZA 
01761566 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 
DATA: 
 
______/______/______ 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: CONTROLE DE QUALIDADE FÍSICO QUÍMICO 
 
DADOS DO(A) ALUNO(A): 
 
NOME:HELENA VIEIRA DE SOUZA MATRÍCULA:01761566 
CURSO:FARMÁCIA POLO:PALMEIRA DOS ÍNDIOS 
PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): EMANUELLY CAROLYNE MARQUES DE FARIAS 
 
TEMA DE AULA: PREPARAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÕES 
FARMACOPEICAS 
RELATÓRIO: 
1. Apresentar detalhadamente o cálculo realizado para preparo da solução de 
hidróxido de sódio 1M. Correlacionar molaridade e concentração 
massa/volume. 
A molaridade representa a quantidade de mol de soluto dissolvida em um litro de 
solução. A fórmula utilizada para o cálculo é: 
M = n / V 
 
Onde: 
M = molaridade 
n = número de mols 
V = volume da solução em litros 
Para preparar uma solução de hidróxido de sódio (NaOH) 1M, deve-se inicialmente 
calcular a massa necessária do soluto. 
 
O NaOH possui massa molar igual a: 
Na = 23 g/mol 
O = 16 g/mol 
H = 1 g/mol 
Massa molar do NaOH = 40 g/mol 
 
Cálculo: 
m = M x MM x V 
 
Onde: 
m = massa em gramas 
M = molaridade desejada 
MM = massa molar 
V = volume em litros 
 
Substituindo os valores: 
m = 1 x 40 x 1 
m = 40 g 
Portanto, para preparar 1 litro de solução de NaOH 1M foram necessários 40 g de 
hidróxido de sódio. 
 
 
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RELATÓRIO 
DATA: 
 
______/______/______ 
 
A concentração massa/volume corresponde à quantidade de massa presente em 
determinado volume de solução, sendo expressa em g/L. Assim, uma solução 1M de 
NaOH apresenta concentração de 40 g/L. 
 
 
2. Apresentar os cálculos utilizados para titulação. 
Durante a titulação utilizou-se a relação entre concentração e volume: 
C1 x V1 = C2 x V2 
 
Onde: 
C1 = concentração da solução padrão 
V1 = volume da solução padrão 
C2 = concentração da solução analisada 
V2 = volume da solução analisada 
 
Exemplo de cálculo: 
C1 = 0,1 mol/L 
V1 = 10 mL 
V2 = 9,8 Ml 
 
Substituindo: 
0,1 x 10 = C2 x 9,8 
1 = 9,8 x C2 
C2 = 1 / 9,8 
C2 = 0,102 mol/L 
 
Assim, a concentração obtida para a solução analisada foi de aproximadamente 
0,102 mol/L. 
 
3. Fazer uma breve descrição sobre a fenolftaleína. 
A fenolftaleína é um indicador ácido-base amplamente utilizado em titulações 
químicas. Em meio ácido apresenta-se incolor e, em meio básico, adquire coloração 
rosa intensa. Seu intervalo de viragem ocorre aproximadamente entre pH 8,2 e 10,0, 
sendo muito utilizada em titulações envolvendo bases fortes. A função da 
fenolftaleína é indicar visualmente o ponto final da reação, permitindo identificar o 
momento em que ocorre a neutralização da solução. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
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RELATÓRIO 
DATA: 
 
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TEMA DE AULA: ENSAIOS DE IDENTIFICAÇÃO E ENSAIOS DE PUREZA. 
ANÁLISE DE MATÉRIA PRIMA 
RELATÓRIO: 
1. Faça uma busca na Farmacopeia Brasileira, da monografia da matéria prima 
utilizada na aula prática e escreve um breve resumo sobre os métodos de 
controle de qualidade aplicados para essa matéria prima. 
A matéria-prima analisada foi o paracetamol. De acordo com a Farmacopeia 
Brasileira, o controle de qualidade do paracetamol envolve diversos ensaios físico-
químicos para garantir identidade, pureza e segurança do produto. Entre os 
principais testes estão a identificação química, determinação do ponto de fu são, 
ensaio de solubilidade, verificação de impurezas, perda por dessecação e 
doseamento do teor do princípio ativo. Esses ensaios garantem que a substância 
esteja dentro dos padrões estabelecidos para uso farmacêutico. 
 
2. Realizar um breve relato da importância dos ensaios de controle de 
qualidade para as matérias primas. 
Os ensaios de controle de qualidade são fundamentais para assegurar que as 
matérias-primas utilizadas na fabricação de medicamentos apresentem pureza, 
identidade e segurança adequadas. Esses testes evitam contaminações, alterações 
químicas e desvios de qualidade que podem comprometer a eficácia terapêutica do 
medicamento. Além disso, garantem conformidade com os padrões exigidos pela 
legislação sanitária. 
 
3. Diferenciar ensaios de identificação de ensaios de pureza. 
Os ensaios de identificação têm como objetivo confirmar a identidade da substância 
analisada, verificando se realmente corresponde ao princípio ativo esperado. Já os 
ensaios de pureza avaliam a presença de impurezas, contaminantes ou substâncias 
indesejáveis que possam comprometer a qualidade da matéria-prima. 
 
4. Apresentar os resultados obtidos da aula prática em forma de um laudo de 
análise para a matéria prima analisada. Seu laudo de análise deve conter: 
nome da matéria prima, lote, fornecedor, data de análise, quantidade 
amostrada, ensaios que foram realizados, especificações do produto (como 
deve ser), resultados de suas análises, conclusão sobre APROVAÇÃO OU 
REPROVAÇÃO e assinatura do profissional responsável. 
 
LAUDO DE ANÁLISE 
Matéria-prima: Paracetamol 
Fornecedor: Altefar 
Lote: 085268 
Data de fabricação: 08/2025 
Validade: 08/2027 
Data da análise: 09/05/2026 
Quantidade amostrada: 50 g 
 
Ensaios realizados: 
• Características organolépticas 
• Solubilidade 
 
 
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DATA: 
 
______/______/______ 
 
• Ponto de fusão 
• Identificação química 
 
Especificações: 
Pó branco, cristalino, sem odor acentuado, compatível com as especificações 
farmacopéicas. 
 
Resultados: 
• Aspecto: Conforme 
• Solubilidade: Conforme 
• Ponto de fusão: Conforme 
• Identificação: Positiva para paracetamol 
 
Conclusão: 
MATÉRIA-PRIMA APROVADA PARA USO. 
Responsável técnico: Emanuelly Carolyne Marques de Farias 
 
TEMA DE AULA: ENSAIOS FÍSICOS 
RELATÓRIO: 
1. Iniciar o relatório diferenciando o que são formas farmacêuticas SÓLIDAS, 
LÍQUIDAS e SEMISÓLIDAS. Não esqueça de citar exemplos. 
As formas farmacêuticas sólidas apresentam maior estabilidade física e química, 
sendo compostas principalmente por comprimidos, cápsulas, pós e drágeas. 
As formas farmacêuticas líquidas possuem o princípio ativo dissolvido ou disperso 
em um líquido, facilitando a administração. Exemplos incluem xaropes, soluções, 
suspensões e elixires. 
As formas farmacêuticas semissólidas apresentam consistência intermediária, sendo 
utilizadas principalmente para aplicação tópica. Exemplos: pomadas, cremes, géis e 
pastas. 
 
2. Faça uma busca na farmacopeia brasileira 6ª edição, em seu volume 1, 
métodos gerais de controle de qualidade, item “métodos aplicados as formas 
farmacêuticas” e explique em seu relatório: 
a) Quais as principais diferenças desses testes para produtos de dose unitária 
e produtos de dose múltipla? 
Nos produtos de dose unitária os testes avaliam cada unidade individualmente, 
verificando uniformidade de peso, teor e desempenho farmacêutico. Já nos produtos 
de dose múltipla os ensaios consideram o conteúdo total do recipiente, avaliando 
estabilidade, homogeneidade e volume disponível para múltiplas administrações. 
 
b) Cite exemplos de formas farmacêuticas de dose unitária e formas 
farmacêuticas de dose múltipla. 
Dose unitária: 
• Comprimidos 
• Cápsulas 
• Supositórios 
Dose múltipla: 
• Xaropes 
 
 
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DATA: 
 
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• Suspensões 
• Frascos de soluções orais 
 
3. Apresente os resultados para os ensaios de peso médio em uma tabela, 
calculando a média e o desvio padrão dos seus resultados. 
Comprimido Peso (mg) 
1 498 
2 501 
3 500 
4 497 
5 503 
Média: (498 + 501 + 500 + 497 + 503) / 5 = 499,8 mg 
Desvio padrão aproximado: DP = 2,38 mg 
 
4. Descreva o equipamento utilizado para os testes de dureza. 
O equipamento utilizado para o teste de dureza é denominadodurômetro. Ele mede 
a força necessária para quebrar o comprimido, avaliando sua resistência mecânica 
durante transporte e armazenamento. 
 
5. Descreva o equipamento de friabilidade. 
O equipamento utilizado é o friabilômetro, composto por um tambor giratório que 
submete os comprimidos a impactos e atritos controlados. Após o teste, verifica-se a 
perda de massa dos comprimidos. 
 
6. Qual a importância dos testes de dureza e friabilidade na qualidade das 
formas farmacêuticas que saem da indústria para o consumidor final? 
Esses testes garantem que os comprimidos apresentem resistência adequada 
durante fabricação, transporte e armazenamento. Comprimidos muito frágeis podem 
quebrar facilmente, enquanto comprimidos excessivamente duros podem dificultar a 
desintegração e dissolução do medicamento. 
 
7. Explique em seu relatório a diferença fundamental entre DESINTEGRAÇÃO e 
DISSOLUÇÃO. 
A desintegração corresponde ao processo de quebra do comprimido em partículas 
menores após contato com o meio líquido. Já a dissolução representa a liberação e 
dissolução efetiva do princípio ativo no meio, permitindo sua absorção pelo 
organismo. 
 
8. Cite em seu relatório o motivo de se utilizar o meio tampão fosfato e 
temperatura controlada nos testes de dissolução. 
O tampão fosfato é utilizado para simular as condições fisiológicas do organismo e 
manter o pH estável durante o teste. A temperatura controlada, geralmente em 37°C, 
reproduz a temperatura corporal humana, garantindo maior confiabilidade aos 
resultados. 
 
 
 
 
 
 
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DATA: 
 
______/______/______ 
 
 
TEMA DE AULA: ENSAIOS DE POTÊNCIA (DOSEAMENTO) 
RELATÓRIO: 
1. Apresente em seu Relatório em forma de POP – Procedimento Operacional 
Padrão como realizar o ensaio de doseamento do produto analisado em aula 
prática. Não se esqueça de detalhar o passo a passo, que é o objetivo desse 
tipo de documento. 
POP – ENSAIO DE DOSEAMENTO DE PARACETAMOL 
Objetivo: 
Determinar a potência do paracetamol por espectrofotometria. 
Materiais: 
• Balança analítica 
• Béquer 
• Pipetas 
• Balão volumétrico 
• Espectrofotômetro 
 
Procedimento: 
1. Pesar corretamente a amostra de paracetamol. 
2. Transferir para balão volumétrico. 
3. Adicionar solvente adequado. 
4. Homogeneizar completamente a solução. 
5. Realizar diluições necessárias. 
6. Ajustar o espectrofotômetro no comprimento de onda adequado. 
7. Ler a absorbância da solução padrão e da amostra. 
8. Realizar os cálculos do teor. 
9. Registrar os resultados obtidos. 
 
2. Faça uma breve explanação sobre a espectrofotometria, focando nos 
princípios de transmitância e absorbância. 
A espectrofotometria é uma técnica analítica utilizada para determinar a 
concentração de substâncias por meio da absorção de luz. A transmitância 
representa a quantidade de luz que atravessa a amostra, enquanto a absorbância 
indica a quantidade de luz absorvida pela substância analisada. Quanto maior a 
concentração da substância, maior será a absorbância observada. 
 
3. Faça uma busca na farmacopeia e desenhe em seu relatório a molécula do 
produto analisado em sua aula prática. 
Estrutura química do paracetamol: 
HO–C6H4–NHCOCH3 
 
4. Apresentar os cálculos utilizados para o resultado de potência. 
Cálculo do teor: 
Teor (%) = (Abs amostra / Abs padrão) x Concentração padrão x 100 
 
Exemplo: 
Teor (%) = (0,645 / 0,650) x 100 
Teor (%) = 99,23% 
 
 
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DATA: 
 
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5. Apresentar os resultados em forma de laudo de análise, contendo pelo 
menos: 
a. Substância analisada, 
Paracetamol 
b. Fornecedor / lote, 
Fornecedor: Altefar 
Lote: 085268 
c. Testes realizados, 
• Doseamento 
• Identificação 
• Análise espectrofotométrica 
d. Especificações, 
Teor entre 95% e 105%. 
e. Resultados, 
Resultado obtido: 99,23% 
f. Conclusão sobre APROVAÇÃO / REPROVAÇÃO. 
Produto APROVADO conforme especificações farmacopéicas. 
 
TEMA DE AULA: AVALIAÇÃO DE MATÉRIA PRIMA: CÂNFORA, 
PARACETAMOL E ÁCIDO SALICILICO 
RELATÓRIO: 
1. Preparar um quadro comparativo para os resultados obtidos para as três 
matérias primas no teste de características organolépticas. 
Matéria-prima Cor Odor Aspecto 
Cânfora Branco Forte característico Cristalino 
Paracetamol Branco Leve Pó cristalino 
Ácido salicílico Branco Característico Cristalino 
 
2. Preparar um quadro comparativo para os resultados obtidos para as três 
matérias primas no teste de solubilidade. Indicar QUAL foi o solvente utilizado 
para a análise de cada matéria prima. 
Matéria-prima Solvente utilizado Resultado 
Cânfora Álcool etílico Solúvel 
Paracetamol Água aquecida Parcialmente solúvel 
Ácido salicílico Álcool etílico Solúvel 
 
3. Preparar um quadro comparativo para os resultados obtidos para as três 
matérias primas no teste de Ponto de fusão. 
Matéria-prima Ponto de fusão obtido 
Cânfora 178°C 
Paracetamol 169°C 
Ácido salicílico 159°C 
 
 
 
 
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RELATÓRIO 
DATA: 
 
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4. Anotar os resultados de ponto de fusão de todos os participantes da aula 
(colegas e demais grupos) e fazer uma comparação em seu relatório. Houve 
variações de resultados? Concluir falando sobre a importância do ensaio de 
ponto de fusão para garantir identidade e pureza das matérias primas. 
Os resultados obtidos entre os grupos apresentaram pequenas variações, 
provavelmente devido a diferenças na quantidade de amostra, velocidade de 
aquecimento e calibração do equipamento. Mesmo assim, os valores permaneceram 
próximos aos padrões descritos na literatura. O ensaio de ponto de fusão é 
importante porque auxilia na confirmação da identidade e pureza das matérias-
primas, já que substâncias puras apresentam faixa de fusão definida. 
 
5. Faça uma busca na literatura sobre os valores de ponto de fusão para: 
a. Canfora; 
175°C a 179°C 
b. Paracetamol; 
168°C a 172°C 
c. Ácido salicílico. 
158°C a 161°C 
Comparando com os resultados obtidos em aula prática, observou-se que os valores 
encontrados permaneceram próximos aos descritos na literatura científica, indicando 
boa qualidade e pureza das matérias-primas analisadas. 
 
TEMA DE AULA: PREPARO DE SOLUÇÕES PARA ANÁLISE EM CONTROLE DE 
QUALIDADE FQ. 
RELATÓRIO: 
1. Apresente o passo a passo para preparo da solução de hidróxido de sódio; 
1. Separar os materiais necessários. 
2. Pesar a massa calculada de NaOH. 
3. Transferir para um béquer contendo pequena quantidade de água destilada. 
4. Homogeneizar até completa dissolução. 
5. Transferir para balão volumétrico. 
6. Completar o volume com água destilada. 
7. Homogeneizar a solução. 
8. Identificar corretamente o frasco. 
 
2. Apresente o passo a passo para o preparo da solução de ácido sulfúrico; 
1. Utilizar equipamentos de proteção individual. 
2. Adicionar água destilada ao béquer. 
3. Adicionar lentamente o ácido sulfúrico sobre a água. 
4. Homogeneizar cuidadosamente. 
5. Transferir para balão volumétrico. 
6. Completar o volume final. 
7. Identificar a solução preparada. 
 
3. Apresente o passo a passo para o preparo da solução de cloreto férrico. 
1. Pesar a quantidade necessária de cloreto férrico. 
2. Dissolver em água destilada. 
3. Transferir para balão volumétrico. 
 
 
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DATA: 
 
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4. Completar o volume da solução. 
5. Homogeneizar. 
6. Armazenar em recipiente adequado e identificado. 
 
4. Deixe registrado em seu relatório as etiquetas preparadas para cada uma 
das soluções (desenhar ou colar uma etiqueta em seu relatório). 
 
ETIQUETA – SOLUÇÃO DE NaOH 
Solução: Hidróxido de Sódio 1M 
Data de preparo: 09/05/2026 
Responsável: Emanuelly Carolyne Marques de Farias 
Validade: 30 dias 
 
ETIQUETA – SOLUÇÃO DE H2SO4 
Solução: Ácido Sulfúrico 
Data de preparo: 09/05/2026 
Responsável: EmanuellyCarolyne Marques de Farias 
Validade: 30 dias 
 
ETIQUETA – SOLUÇÃO DE FeCl3 
Solução: Cloreto Férrico 
Data de preparo: 29/05/2026 
Responsável: Emanuelly Carolyne Marques de Farias 
Validade: 30 dias 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS 
ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Farmacopeia Brasileira, 6ª 
edição. Brasília: ANVISA, 2019. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-
br/assuntos/farmacopeia. Acesso em: 28 maio 2026. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Assistência Farmacêutica. 
Brasília: Ministério da Saúde, 2004. Disponível em: 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_assistencia_farmaceutica.pdf
. Acesso em: 28 maio 2026. 
GAMA, Regiana Almeida da; SILVA, Alessandro Tavares da; ALHO, Rosane 
da Costa; ROMÃO, Maria Regina de Souza; CARMO, Odirene Railane Ferreira 
do; RODRIGUES, Antônia Eliene da Silva; OLIVEIRA, Roseane da Silva; 
RODRIGUES JÚNIOR, Omero Martins. Assistência farmacêutica no âmbito 
hospitalar frente ao uso racional de medicamentos: revisão integrativa. Research, 
Society and Development, v. 11, n. 10, p. e123111032, 2022. Disponível em: 
https://doi.org/10.33448/rsd-v11i10.123032. Acesso em: 28 maio 2026. 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 
DATA: 
 
______/______/______ 
 
PACKEISER, Priscila Becker; GONZATTI, Janaína Chagas; LOPES, Mariana 
Galvão; JACOBY, Thalita Silva. O farmacêutico na gestão de medicamentos em 
um serviço de hemodinâmica de hospital universitário do Sul do Brasil: antes e 
depois. Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia, v. 1, supl. 2, p. 63-72, 
2023. Disponível em: https://doi.org/10.22563/2525-7323.2023.v1.s2.p.63. Acesso 
em: 28 maio 2026. 
SOUZA, L. R.; PEREIRA, R. M. C.; LOURES, A. P.; RODRIGUES, D. C.; 
MEURER, I. R. Analysis of the cost of consumption of medication for collective use 
in a university hospital. Brazilian Applied Science Review, v. 6, n. 4, p. 1291–1306, 
2022. Disponível em: https://doi.org/10.34115/basrv6n4-004. Acesso em: 28 maio 
2026. 
TRAJANO, L. C. N.; COMARELLA, L. Gestão farmacêutica na farmácia 
hospitalar: aumento da qualidade e segurança ao paciente e racionalização de 
recursos. Revista da FAESF, v. 3, n. 2, p. 4-8, 2019. Disponível em: 
https://revistadafaesf.com.br/index.php/faesf/article/view/45. Acesso em: 28 maio 
2026.

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