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Questões resolvidas

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Pincel Atômico - 10/02/2025 16:55:50 1/3
SELMA LÚCIA DE
ARAUJO
Exercício Caminho do Conhecimento - Etapa 6 (18500)
Atividade finalizada em 01/10/2024 16:41:00 (2473113 / 1)
LEGENDA
Resposta correta na questão
# Resposta correta - Questão Anulada
X Resposta selecionada pelo Aluno
Disciplina:
PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: HISTÓRIA DA FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA E MODERNA [1166598] - Avaliação com 8 questões,
com o peso total de 1,67 pontos [capítulos - 3]
Turma:
Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em Filosofia - Grupo: FPD-JUN/2024 - SGegu0A260624 [130847]
Aluno(a):
91636972 - SELMA LÚCIA DE ARAUJO - Respondeu 5 questões corretas, obtendo um total de 1,04 pontos como nota
[358907_1204
94]
Questão
001
A seguinte afirmação baconiana, “saber é poder”, pode ser compreendida como
um saber religioso que se dirige à compreensão do divino.
um saber ligado aos dogmatismos da metafísica.
um saber racionalmente constituído que se afirma pelo cogito.
X um saber prático que se dirige à dominação da natureza.
um saber contemplativo que vê a natureza como algo livre.
[358908_1204
98]
Questão
002
O empirismo de Locke fundamenta-se como uma atividade crítica que coloca em
questão a incapacidade de justificação prática da concepção de uma racionalidade
inatista, pois se fazem necessárias a justificação e a demonstração científica para a
determinação efetiva do conhecimento verdadeiro. Nesse sentido, a filosofia
experimental de Locke propõe
a noção de que o conhecimento deriva-se das possibilidades do conhecer a priori.
a compreensão de que o conhecimento é produto de uma razão inata.
a fundamentação de que a razão nos fornece conhecimento provindo da experiência e
nada além dela.
X a fundamentação de que a racionalidade ultrapassa as determinações da experiência.
a ideia de que o sujeito do conhecimento é desprovido de experimentação.
[358907_1246
04]
Questão
003
(ENEM – Adaptado)
TEXTO I
Experimentei algumas vezes que os sentidos eram enganosos, e é de prudência
nunca se fiar inteiramente em quem já nos enganou uma vez.
DESCARTES, R. Meditações Metafísicas. São Paulo: Abril Cultural, 1979.
TEXTO II
Sempre que alimentarmos alguma suspeita de que uma ideia esteja sendo empregada
sem nenhum significado, precisaremos apenas indagar: de que impressão deriva esta
suposta ideia? E se for impossível atribuir-lhe qualquer impressão sensorial, isso
servirá para confirmar nossa suspeita.
HUME, D. Uma investigação sobre o entendimento. São Paulo: Unesp, 2004
(adaptado).
Nos textos, ambos os autores se posicionam sobre a natureza do conhecimento
humano. A comparação dos excertos permite assumir que Descartes e Hume
concordam que conhecimento humano é impossível em relação às ideias e aos
sentidos.
entendem que é desnecessário suspeitar do significado de uma ideia na reflexão
filosófica e crítica.
são legítimos representantes do criticismo quanto à gênese do conhecimento.
Pincel Atômico - 10/02/2025 16:55:50 2/3
defendem os sentidos como critério originário para considerar um conhecimento
legítimo.
X
atribuem diferentes lugares ao papel dos sentidos no processo de obtenção do
conhecimento.
[358907_1246
03]
Questão
004
(ENEM - Adaptado) Todo o poder criativo da mente se reduz a nada mais do que a
faculdade de compor, transpor, aumentar ou diminuir os materiais que nos fornecem
os sentidos e a experiência. Quando pensamos em uma montanha de ouro, não
fazemos mais do que juntar duas ideias consistentes, ouro e montanha, que já
conhecíamos. Podemos conceber um cavalo virtuoso, porque somos capazes de
conceber a virtude a partir de nossos próprios sentimentos, e podemos unir a isso a
figura e a forma de um cavalo, animal que nos é familiar.
HUME, D. Investigação sobre o entendimento humano. São Paulo: Abril Cultural, 1995.
Hume estabelece um vínculo entre pensamento e impressão ao considerar que
os sentimentos ordenam como os pensamentos devem ser processados na memória.
X os conteúdos das ideias no intelecto têm origem na sensação.
as ideias fracas resultam de experiências sensoriais determinadas pelo acaso.
o espírito é capaz de classificar os dados da percepção sensível.
as ideias têm como fonte específica o sentimento cujos dados são colhidos na empiria.
[358907_1245
98]
Questão
005
(UEL - Adaptada) A figura do homem que triunfa sobre a natureza bruta é significativa
para se pensar a filosofia de Francis Bacon (1561-1626). Com base no pensamento de
Bacon, considere as afirmativas a seguir:
I. O homem deve agir como intérprete da natureza para melhor conhecê-la e dominá-la
em seu benefício.
II. O acesso ao conhecimento sobre a natureza depende da experiência guiada por
método indutivo.
III. O verdadeiro pesquisador da natureza é um homem que parte de proposições
gerais para, na sequência e à luz destas, clarificar as premissas menores.
IV. Os homens de experimentos processam as informações à luz de preceitos dados a
priori pela razão.
Assinale a alternativa correta.
Somente as afirmativas III e IV são corretas.
Somente as afirmativas I, III e IV são corretas.
Somente as afirmativas II e IV são corretas.
X Somente as afirmativas I e II são corretas.
Somente as afirmativas I, II e III são corretas.
Pincel Atômico - 10/02/2025 16:55:50 3/3
[358907_1246
02]
Questão
006
(PUC-RS – Adaptada) Considere o texto abaixo, do filósofo John Locke (1623- 1704),
extraído da obra Sobre o Governo Civil.
“Se o homem em estado de natureza está tão livre quanto se disse, se é senhor
absoluto de sua pessoa e bens (...), sem estar sujeito a quem quer que seja, por que
abandonará sua liberdade? Por que (...) se sujeitará ao domínio e controle de algum
outro poder? Ao que é evidente responder que, embora em estado de natureza tenha
esse direito, o seu gozo é muito incerto (...), a fruição da propriedade que tem nesse
estado é muito arriscada e muito insegura; e não é sem razão que procura e está
disposto a formar com outros uma sociedade (...) para a preservação mútua de suas
vidas, liberdades e bens, a que chamo pelo nome geral de – propriedade”.
Apud FENTON, Edwin. 32 problemas na história universal. São Paulo: Edart, 1974, p.
90-1.
Considerado um dos fundadores do pensamento liberal, Locke, no texto, examina os
motivos que levam os indivíduos a saírem do “estado de natureza”, fundando a
chamada “sociedade política” (o Estado). O conceito de propriedade está no centro
desses motivos, sendo esta considerada como
X um direito natural a ser protegido pela sociedade política.
o fruto material da exploração do homem pelo homem.
uma prerrogativa que nasce com o estabelecimento da sociedade política.
o fundamento moral para o exercício do poder absoluto do Estado.
uma concessão parcial da sociedade política aos indivíduos.
[358908_1204
95]
Questão
007
De acordo com Bacon, a ciência necessita de uma configuração destrutiva, isto é, o
progresso científico está relacionado com a destruição dos antigos ídolos. Nesse
sentido, os ídolos da caverna podem ser compreendidos como
as opiniões particulares e individuais decorrentes de erros dos sentidos.
as opiniões e erros decorrentes das autoridades (religião/filosofia/etc.) que legislam
através da imposição de seus pontos de vista.
as opiniões fundamentadas pela racionalidade teológica.
as opiniões errôneas advindas das dificuldades de comunicação com os outros
X as opiniões próprias da natureza humana geral.
[358909_1205
01]
Questão
008
O hábito é o grande condutor da vida humana, segundo Hume, e, deste modo,
proporciona uma determinação efetiva do conhecimento a posteriori que não obstante,
proporciona uma relação de causa e efeito. Nesse sentido, a relação de causa e efeito
propõe uma concepção de conhecimento que
X
determina-se pela experimentação de condições favoráveis à instauração do modelo
de conhecimento intuitivo, isto é, derivado da existência de Deus.
determina-se pela experiência por meio de uma conjunção constante entre fenômenos
experienciais e não como postulados abstratos sem uma efetiva relação como real.
configura-se por meio do método da dúvida hiperbólica que tem por fundamento
central colocar toda a natureza do conhecimento em dúvida.
fundamenta-se pelo método descritivo da natureza que não supõe nenhuma atividade
experimental e, consequentemente, não figura-se como modelo epistemológico efetivo.
fundamenta-se através do questionamento do mundo sensível e predileção pelo
mundo inteligível.

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