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MANIPULAÇÃO DE DOSES UNITÁRIAS Consiste na individualização de medicamentos para atender às necessidades específicas de cada paciente, preparando doses exatas para administração. UNITARIZAÇÃO DE DOSES: Refere-se à conversão de formas farmacêuticas múltiplas (como comprimidos ou ampolas) em apresentações individuais, facilitando sua administração de forma precisa e segura. CONSERVAÇÃO As doses unitárias devem ser acondicionadas em embalagens que preservem sua estabilidade física, química e microbiológica. Medicamentos são retirados de suas embalagens originais e divididos em doses unitárias, com rotulagem clara contendo informações como nome do medicamento, dose, lote, e validade. PROCESSO DE MANIPULAÇÃO E UNITARIZAÇÃO SELEÇÃO E RECEBIMENTO DOS MEDICAMENTOS Garantir a qualidade, a integridade e a validade dos medicamentos. objetivos Reduzir erros de medicação. Melhorar a eficiência do uso de medicamentos. Minimizar desperdícios e custos. Aumentar a segurança e a rastreabilidade das doses. DISTRIBUIÇÃO E ADMINISTRAÇÃO Após a unitarização, as doses são organizadas de acordo com prescrições médicas, sendo distribuídas para as unidades de saúde ou diretamente ao paciente. VANTAGENS Segurança: Reduz o risco de contaminação e erros na administração. Rastreamento: Facilita o controle de lotes e prazos de validade, permitindo maior segurança em caso de recall. Organização: Promove maior controle sobre os estoques e reduz desperdícios. Apoio à equipe de enfermagem: Simplifica o trabalho dos profissionais responsáveis pela administração. FRACIONAMENTO E EMBALAGEM MANIPULAÇÃO DE DOSES UNITÁRIAS E UNITARIZAÇÃO DE DOSES DE MEDICAMENTOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE CUIDADOS E DESAFIOS Boas Práticas: Seguir normas de boas práticas de manipulação e unitarização para evitar contaminações e manter a qualidade. Treinamento de Equipe: Capacitação dos profissionais envolvidos para evitar erros e garantir o cumprimento de protocolos. Equipamentos e Estrutura: Necessidade de materiais específicos, como embalagens estéreis, seladoras e ambiente controlado. Custo Inicial: A implementação de sistemas de unitarização pode demandar investimento inicial elevado em equipamentos e treinamento. No Brasil, a manipulação e unitarização de doses estão sujeitas às normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que regulam a segurança e a qualidade desses processos em hospitais, farmácias e clínicas. NORMAS E REGULAMENTAÇÃO Boas Pra tis de manipuça o de produtos ee reis Eipamentos e Uten lios Os equipamentos utilizados devem ser esterilizáveis e projetados para minimizar a contaminação. Autoclaves, filtros esterilizantes, isoladores e capelas de fluxo unidirecional são comuns nesse processo. Ambiente de Produça o Os produtos estéreis devem ser preparados em áreas classificadas (salas limpas) com controle rigoroso de partículas e contaminantes. Esses ambientes são classificados com base em normas como a ISO 14644, dependendo do nível de pureza exigido. Treinamento e oal O pessoal deve ser treinado em boas práticas de fabricação (BPF) e seguir protocolos rigorosos para evitar contaminação. A paramentação é obrigatória e segue critérios rígidos de assepsia. Armazenamento e Tranorte: Produtos estéreis exigem condições específicas de armazenamento (temperatura, luz, umidade) para preservar a estabilidade e a esterilidade. Ctro de Qualide Testes microbiológicos garantem a esterilidade. Outros testes incluem verificação de pH, osmolaridade, endotoxinas e partículas visíveis. Proos de Eerilizaça o Métodos de esterilização incluem: Calor úmido (autoclave): para destruir microrganismos em soluções termorresistentes. Calor seco: usado para materiais que suportam altas temperaturas. Filtração esterilizante: para soluções sensíveis ao calor. Radiação e gases químicos: aplicados em casos específicos, como esterilização de equipamentos ou materiais descartáveis. Formulação: Envolve o desenvolvimento de veículos compatíveis com a via de administração e com estabilidade química e microbiológica. A adição de excipientes, como conservantes e estabilizantes, deve ser cuidadosamente avaliada para evitar reações adversas ou perda de eficácia. CÁLCULOSCÁLCULOSQUANTOS GRAMAS DE GLUCONATO DE ZINCO SÃO NECESSÁRIOS PARA PRODUZIR 50 MG/CÁPSULA, CONSIDERANDO QUE O TEOR DE ZINCO É DE 13% (SUBSTÂNCIA ANIDRA)? Peso molecular do gluconato de zinco (C 12 H 22 O 14 Zn): 455,68 g Peso molecular do zinco (Zn): 65,38 g Eq g do sal (gluconato de zinco) = Peso molecular / Valência = 455,68 / 1 = 455,68 g Eq g da base (zinco) = Peso molecular / Valência = 65,38 / 1 = 65,38 g FEq = Eq g do sal / Eq g da base = 455,68 g / 65,38 g = 6,96 g Concentração da base (g) x FEq (g) = concentração do sal (g) 50 mg = 0,05 g 0,05 g x 6,96 g = 0,34 g de gluconato de zinco Porém, além de corrigir o fator de equivalência, deve-se corrigir o teor de zinco em relação à substância anidra. O fator de correção do teor, considerando-se que o teor de zinco é de 13% (substância anidra), é: Fcr = 100 / (%substância anidra) = 100 / (13%) = 7,69 Sendo assim, deve-se multiplicar o valor já corrigido de gluconato de zinco, após a correção do fator de equivalência, pelo fator de correção do teor, conforme mostrado a seguir.0,34 g x 7,69 = 2,61g de gluconato de zinco QUAL É A MASSA DE AMOXICILINA TRIHIDRATADA QUE DEVE SER UTILIZADA PARA PREPARAR 250 MG/CÁPSULA DE AMOXICILINA? Fórmula molecular da amoxicilina trihidratada: C16H19N3O5S·3H2O Peso molecular da amoxicilina trihidratada: 419,45 g Valência: 1 Eq g do sal (amoxicilina trihidratada) = 419,45 g / 1 = 419,45 g Fórmula molecular da amoxicilina: C16H19N3O5S Peso molecular da amoxicilina: 365,40 g Valência: 1 Eq g da base (amoxicilina) = 365,40 g FEq = Eq g do sal / Eq g da base FEq = 419,45 g / 365,40 g FEq = 1,14 QUAL É A MASSA DE DICLOFENACO SÓDICO NECESSÁRIA PARA PRODUZIR 20 CÁPSULAS CONTENDO 50 MG DE DICLOFENACO POR CÁPSULA, CONSIDERANDO QUE O TEOR DE PUREZA DO FÁRMACO É DE 96,5%? Calcule o FEq: Peso molecular do diclofenaco sódico (C14H10Cl2NNaO2): 318,14 g Peso molecular do diclofenaco base (C14H11Cl2NO2): 296,15 g FEq = Eq g do sal / Eq g da base = 318,14 g / 296,15 g = 1,07 Sendo assim: 20 cápsulas de diclofenaco sódico x 50 mg = 1000 mg = 1 g de diclofenaco sódico Considerando-se o FEq: 1 g x 1,07 = 1,07 g de diclofenaco sódico QUAL É A MASSA DE SULFATO DE PSEUDOEFEDRINA NECESSÁRIA PARA PRODUZIR 20 CÁPSULAS CONTENDO 30 MG DE PSEUDOEFEDRINA POR CÁPSULA, CONSIDERANDO QUE O TEOR DE PUREZA DO FÁRMACO É DE 90%? (C10H15NO)2 · H2SO4 Peso molecular do sulfato de pseudoefedrina (C10H15NO)2 • H2SO4: 428,54 g Peso molecular da pseudoefedrina (C10H15NO): 165,23 g Eq g do sal (sulfato de pseudoefedrina) = Peso molecular / Valência = 428,54 / 2 = 214,27 g Eq g da base (pseudoefedrina) = Peso molecular / Valência = 165,23 / 1 = 165,23 g FEq = Eq g do sal / Eq g da base = 214,27 g / 165,23 g = 1,29 g Sendo assim: 20 cápsulas de sulfato de pseudoefedrina x 30 mg = 600 mg = 0,6 g de sulfato de pseudoefedrina Considerando-se o FEq: 0,6 g x 1,29 = 0,77 g de sulfato de pseudoefedrina Porém, está descrito que o sulfato de pseudoefedrina não está puro, mas, sim, a 90%. Sendo assim, calcule: Fc = 100 / concentração = 100 / 90 = 1,11 Sendo assim: 0,77 g x Fc = 0,77 x 1,11 = 0,85 g sulfato de pseudoefedrina Conclusão: é necessário pesar 0,85 g de sulfato de pseudoefedrina a 90% para produzir 20 cápsulas na concentração de 30 mg/cápsula. 43 mg por cápsula Calcule o fator de correção: Fc = 100 / concentração (%) Como a substância de referência não está a 100%, mas, sim, a 92%, deve-se substituir 100 por 92 na fórmula do Fc, como no cálculo abaixo. A concentração (%) deve ser a do extrato presente na farmácia (30%).Fc = 92/30 = 3,06 Multiplique a concentração de Curcuma longa que deve estar presente em cada cápsula pelo Fc encontrado: 50 mg x 3,06 = 153 mg UM FARMACÊUTICO PRECISA PRODUZIR 20 CÁPSULAS DE CURCUMA LONGA COM 50 MG DE CURCUMINOIDES POR CÁPSULA. A FARMÁCIAPOSSUI EXTRATO SECO DE CÚRCUMA PADRONIZADO A 30% DE CURCUMINOIDES. O CERTIFICADO DE ANÁLISE DESSE EXTRATO INDICA QUE A SUBSTÂNCIA DE REFERÊNCIA ESTÁ NA CONCENTRAÇÃO DE 92%. QUANTOS GRAMAS DE EXTRATO SECO DE CÚRCUMA SERÃO NECESSÁRIOS PARA ESSA PRODUÇÃO? UM FARMACÊUTICO PRECISA PREPARAR 60 CÁPSULAS DE AMOXICILINA, COM 500 MG DE AMOXICILINA POR CÁPSULA. O INSUMO FARMACÊUTICO ATIVO (IFA) DE AMOXICILINA DISPONÍVEL POSSUI UM TEOR DE UMIDADE DE 6%. QUANTOS GRAMAS DE AMOXICILINA SERÃO NECESSÁRIOS PARA ESSA PRODUÇÃO? Fcr = 100 / 100 – 6% = 1,06 500 mg x 1,06 = 530 mg de amoxicilina 60 cápsulas x 530 mg = 31.800 mg = 31,8 g de amoxicilina Antibióticos: Substâncias que combatem infecções bacterianas. Exigem cuidados para evitar a contaminação cruzada e a seleção de cepas resistentes. Exemplos: amoxicilina, cefalexina, vancomicina. Hormônios: Reguladores biológicos que requerem doses precisas para evitar efeitos colaterais graves. São altamente potentes, mesmo em concentrações mínimas. Exemplos: estrogênios, testosterona, insulina. Citostáticos: Medicamentos usados no tratamento de câncer que interferem no crescimento celular. São altamente tóxicos e podem causar danos a quem os manipula. Exemplos: ciclofosfamida, metotrexato, doxorrubicina. Substâncias Químicas de Controle Especial: Incluem medicamentos sujeitos a controle rígido por potencial de abuso, dependência ou risco à saúde pública. Exemplos: benzodiazepínicos, opioides, metilfenidato. Manipulação em áreas específicas para cada tipo de substância, com sistemas de ventilação e filtragem adequados (capelas de fluxo laminar ou isoladores). Controle de temperatura, umidade e pressão para preservar a estabilidade das substâncias e garantir segurança. Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): Uso obrigatório de luvas, aventais, máscaras e óculos de proteção para evitar exposição. Em citostáticos, recomenda-se o uso de EPIs específicos, como luvas nitrílicas e máscaras com filtros de alta eficiência. Prevenção de Contaminação Cruzada: Higienização rigorosa do ambiente e dos utensílios. Segregação dos materiais e processos para evitar contato entre diferentes substâncias. Boas Práticas de Manipulação (BPM): Uso de equipamentos de precisão, como balanças analíticas e encapsuladoras. Adoção de protocolos padronizados para garantir a qualidade e segurança da manipulação. A manipulação dessas substâncias no Brasil é regulada por normas da ANVISA e outros órgãos competentes, como o Ministério da Saúde e a Polícia Federal. As principais regulamentações incluem: Gerenciamento de Resíduos: Cuidados na Manipulação Ambiente Controlado: Características das Substâncias MANIPULAÇÃO DE ANTIBIÓTICOS, HORMÔNIOS, CITOSTÁTICOS E SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS DE CONTROLE ESPECIAL RDC nº 67/2007: estabelece boas práticas para farmácias. Portaria nº 344/1998: regulamenta o controle de substâncias sujeitas a controle especial. RDC nº 220/2004: regula a manipulação de medicamentos quimioterápicos. RegulamentaçãoExposição Ocupacional: Manipuladores estão sujeitos a intoxicações agudas ou crônicas. É essencial monitorar regularmente a saúde dos profissionais envolvidos. Resistência Bacteriana: Na manipulação de antibióticos, a contaminação cruzada pode contribuir para o surgimento de microrganismos resistentes. Erros de Dosagem: A precisão é crítica, especialmente em hormônios e citostáticos, devido aos graves efeitos adversos associados a erros. Controle de Substâncias: Substâncias controladas exigem registro rigoroso de entradas, saídas e prescrições para evitar desvios e uso indevido. Riscos e Desafios Benefícios: Personalização de doses e formulações para atender às necessidades específicas dos pacientes. Ampliação do acesso a medicamentos que não estão disponíveis em apresentações comerciais. Suporte ao tratamento de doenças complexas com alta qualidade e segurança. Os resíduos, especialmente de citostáticos e substâncias controladas, devem ser descartados conforme as normas ambientais e de saúde pública. HOMEOPATIA LEI DOS SEMELHANTES DILUIÇÃO E DINAMIZAÇÃOA substância que causa sintomas em uma pessoa saudável pode, em doses homeopáticas, tratar sintomas semelhantes em um paciente. Os medicamentos homeopáticos passam por sucessivas diluições (decimais ou centesimais) e agitações vigorosas (dinamização), processo que, segundo os defensores, potencializa os efeitos terapêuticos e reduz a toxicidade. INDIVÍDUO COMO UM TODO A homeopatia trata o paciente de forma holística, considerando aspectos físicos, emocionais e mentais, em vez de focar apenas na doença. DOSE MÍNIMA Utilizam-se doses extremamente diluídas para estimular a reação do organismo sem causar efeitos colaterais. MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS São preparados a partir de substâncias de origem animal, vegetal, mineral ou química. Passam por um processo rigoroso de diluição e dinamização. Podem ser administrados em formas como glóbulos, líquidos, pomadas ou comprimidos. APLICAÇÕES Utilizada em diversas condições, incluindo alergias, distúrbios emocionais, problemas digestivos, insônia e doenças crônicas. Frequentemente considerada uma terapia complementar. VANTAGENS Baixa probabilidade de efeitos colaterais ou interações medicamentosas. Indicada para pacientes de todas as idades, incluindo crianças e idosos. CRÍTICAS E CONTROVÉRSIAS A eficácia da homeopatia é amplamente debatida, com muitos estudos indicando efeitos similares ao placebo. A medicina convencional critica sua base científica, devido às altas diluições que frequentemente não contêm moléculas mensuráveis do princípio ativo. É regulamentada em diversos países, incluindo o Brasil, onde é reconhecida como especialidade médica e farmacêutica. Apesar das controvérsias, tem ampla aceitação popular, especialmente em tratamentos complementares e preventivos. A prática exige diagnóstico individualizado e um profundo entendimento de suas bases filosóficas e técnicas, visando estimular a cura natural do organismo. MANIPULAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS DE BAIXO ÍNDICE TERAPÊUTICO Substâncias de baixo índice terapêutico são aquelas cuja relação entre a dose efetiva mínima (dose que produz o efeito desejado) e a dose tóxica mínima (dose que causa efeitos adversos graves) é muito pequena. DEFINIÇÃO EXEMPLOS COMUNS: DESAFIOS NA MANIPULAÇÃO Digoxina Varfarina Fenitoína Lítio Teofilina Precisão na Dosagem: Qualquer erro, mesmo mínimo, pode levar a toxicidade ou ineficácia do tratamento. Homogeneidade: Garantir que o princípio ativo esteja uniformemente distribuído na formulação é essencial para evitar flutuações nos níveis plasmáticos. Controle de Qualidade: Testes rigorosos são necessários para verificar a conformidade com os parâmetros de concentração e estabilidade. Interações e Estabilidade: Substâncias de baixo índice terapêutico podem ser sensíveis a fatores como temperatura, luz, pH e interações com excipientes ou outros medicamentos. CUIDADOS ESSENCIAIS Planejamento da Manipulação: Seleção de matérias-primas de alta qualidade com certificados de análise. Cálculo preciso das quantidades para evitar erros na formulação. Técnicas Acuradas: Uso de equipamentos de alta precisão, como balanças analíticas e homogeneizadores. Boas Práticas de Manipulação (BPM): Ambiente controlado para evitar contaminações. Uso de métodos padronizados para garantir a reprodutibilidade das formulações. Rótulo e Informação ao Paciente: A rotulagem deve ser clara e conter todas as informações relevantes, como dose, horário de administração e condições de armazenamento. É fundamental orientar o paciente quanto ao uso correto para minimizar riscos. CONTROLE DE QUALIDADE BENEFÍCIOS DA MANIPULAÇÃO INDIVIDUALIZADA Envolve a realização de testes como: Validação da dosagem: para confirmar que a concentração está dentro dos limites especificados. 1. Estudos de estabilidade: para garantir que o medicamento mantenha sua eficácia até a data de validade. 2. Teste de uniformidade: para verificar a distribuição homogênea do princípio ativo. 3. Permiteo ajuste preciso da dose às necessidades específicas do paciente. É particularmente útil em populações vulneráveis, como crianças, idosos ou pacientes com insuficiência renal ou hepática. Reduz o risco de eventos adversos relacionados a doses padrão inadequadas. REGULAMENTAÇÃO No Brasil, a manipulação de substâncias de baixo índice terapêutico é regida por normas da ANVISA, como a Resolução RDC nº 67/2007, que estabelece boas práticas de manipulação em farmácias.