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Ventilação 
Mecânica
Prof. Me. Jorge Pasa
Aula adaptada e Cedida pelos profs. 
Rafael Saldanha dos Santos
Mirelle Hugo
AMID ENTRAR NO SITE
História e 
Evolução
• 1920: Cecil e Philip Drinker : 
“pulmões de aço”; 
• 1942 a 1945 Motley et al.: 
ventiladores automáticos ciclados
a pressão Bird Mark 7;
• 1967: ventilação controlados 
eletronicamente;
• 1970: ventiladores controlados a 
pressão e a volume com limite de 
pressão;
• 1980: ventiladores 
microprocessados.
“Pulmões de aço”
“Pulmões de aço”
• Paciente do gênero feminino, 53 anos, 1,65 m de altura e 59 Kg, encontra-se na Unidade Coronariana (UCO) no 1º dia
de pós-operatório de revascularização do miocárdio, sob ventilação mecânica invasiva na modalidade PCV no modo
A/C. A paciente encontra-se bem adaptada à ventilação mecânica, eupneica, sem sedação (RASS 0) e interagindo.
Apresenta pressão arterial de 130 mmHg x 70 mmHg, FC 87 bpm e SpO2 99% e drenos no mediastino e no hemitórax
esquerdo oscilantes e sem fuga aérea. A gasometria arterial e o balanço hidroeletrolítico encontram-se satisfatórios. À
ausculta pulmonar, apresenta sons pulmonares reduzidos em base esquerda e na radiografia de tórax, não há área de
colapsos alveolares. Diante dessa situação simulada, realize os seguintes ajustes ventilatórios, observando os
monitores à direita:1. Modalidade ventilatória ciclada a fluxo;
2. A ciclagem ocorre quando é atingido 20% do pico de fluxo inspiratório.
3. O tempo necessário para que a PEEP atinja a Ppico é de 0s.
5. A pressão positiva expiratória final é de 5 cmH2O;
6. O VC ofertado deve ser de 6 mL/Kg do peso ideal;
7. A FiO2 é de 21%.
• Sinais Vitais:
• Gasometria Arterial:
• pH: 7,15; pCO2: 66; HCO3: 45; PaO2: 64; Excesso de base: -5; SaO2: 92%
• 1) Cite as principais alterações encontradas no exame gasométrico (distúrbio). Aponte medidas que podemos realizar
para normalizar ou atenuar esses valores.
• 2) Quais os prováveis diagnósticos cinético funcionais deste paciente? Cite pelo menos 3, juntamente com os objetivos
de tratamento.
• 3) Calcule a complacência estática deste indivíduo (Apresente como chegou ao resultado, não somente o valor). Este
resultado representa o que para a ventilação deste indivíduo?
Bird Mark 7
Definição
É um método de suporte para o 
paciente durante uma enfermidade 
aguda, não constituindo, nunca, uma 
terapia curativa.
Objetivos Fisiológicos
Manter ou modificar a troca 
gasosa pulmonar
Ventilação alveolar
Hipercapnia permissiva
Hiperventilação
Oxigenação arterial
Aumentar o volume 
pulmonar
- Otimização da CRF
Reduzir o trabalho muscular 
ventilatório
Objetivos clínicos
Reverter a 
hipoxemia
• Volume pulmonar
Reverter a acidose 
respiratória aguda
Reduzir o 
desconforto 
ventilatório
Prevenir e reverter 
atelectasias
Reverter fadiga 
muscular 
ventilatória
Redução do 
consumo de O2
Estabilizar a 
parede torácica
Permitir sedação 
e/ou anestesia
DIMINUIR CO2
Intubação traqueal
CUFF 
35 A 45
OU 
18 A 22
Cuff
• Previne vazamento de gás e aspiração 
de conteúdo orofaríngeo;
• A função primordial é manter a 
ventilação somente pela prótese;
• Pintrapulmonar > Pexterna
• Valor: 18-22 mmHg/ 30-40 cmH2O
Cuff
TRANCA O AR DE SAIR VIA ORAL/NASAL
Indicações de Suporte Ventilatório
Invasivo e Não Invasivo
Asma; DPOC; EAP;
SARA; Pneumonia; Retirada de VM;
Transoperatório; Pós-operatório;
Durante 
Broncoscopia
DIRETRIZES BRASILEIRAS DE Ventilação Mecânica – 2013
ATUALIZADO 
MECHANICAL VENTILATION
Parâmetros para indicação de VM
Parâmetros Normal Considerar VM
Frequência respiratória 12-20 >35
Volume corrente (mL/Kg) 5-8 10
Pi máxima (cmH2O) 80-120 >-25
Pe máxima (cmH2O) 80-100 60
PaCO2 (mmHg) 35-45 >50
PaO2 (mmHg) >75 300mínimo de FR deve ser ajustado (caso ele 
não dispare);
Exemplo: FR=10 cpm, sensibilidade= 
1cmH2O;
Sempre que o paciente reduzir a 
pressão em 1cmH2O (PEEP) abaixo do 
basal, um novo disparo é deflagrado.
Preferida para iniciar ventilação mecânica;
Programado para que o próprio paciente dispare, pelo 
ajuste da sensibilidade (disparo);
Fluxo ou pressão
Highlight
SENSIBILIDADE
GERALMENTE NÃO COMEÇA, POREM MELHOR OPÇÃO
Ventilação 
Mandatória 
Intermitente 
Sincronizada 
(SIMV)
O ventilador controla somente os ciclos 
programados, permitindo ciclos 
adicionais espontâneos;
Quanto menor a FR programada > 
quantidade de ciclos espontâneos;
Utilizado na preparação para o 
desmame ou em evolução favorável 
pós intubação.
Pode ser aplicado associado a pressão 
de suporte: SIMV+PS
PATO
PERMITE SINCRONIA 
DO PACIENTE COM VM
Ventilação 
Mandatória 
Intermitente 
Sincronizada 
(SIMV)
• Exemplo: Ajuste de FR= 6cpm, será enviado um 
ciclo a cada 10 segundos, este ciclo pode ser 
assistido ou controlado:
– Assistido: se o paciente realizar esforço 
ventilatório capaz de atingir a sensibilidade;
– Controlado: se ao final dos 10 segundos o 
paciente não realizar esforço inspiratório;
– Espontâneo: Qualquer esforço extra do 
paciente dentro dos 10 segundos.
MONITORA SENSIBILIDADE
SIMV + 
PSV e 
SIMV + 
CPAP
• SIMV + PSV – Garante um 
bom volume ao paciente 
(diferenciação de 
pressões)
• SIMV + CPAP – 
Hipoventila devido a 
baixa pressão e sua 
variação
CPAP: IGUAL INS E EX
PRESSÃO CONTINUA
Pressão 
Positiva 
Contínua 
nas Vias 
Aéreas 
(CPAP)
• Modo ESPONTÂNEO
• Não garante o VAC
• Há aumento do WOB
• Há proteção ao 
paciente devido as 
pressões baixas
Highlight
Highlight
Highlight
PRESSÃO INTENSA
CPAP
Disparo: Pressão/ 
Fluxo
Valor constante: PEEP
Indicações:
Paciente com 
condições de 
manter o drive 
ventilatório
Pacientes com 
condições de 
manter Vmin.
DRIVE VENTILATORIO:
AREA DE CONTROLE RESPIRATORIO 
FICAM NO BULBO E A PONTE
CPAP
CPAP
USADO EM PEDIATRIA
Pressão de 
Suporte 
Ventilatório 
(PSV)
Indicação:
• Pacientes que mantenham o 
drive ventilatório
• Fase de desmame ventilatório
Disparo: Pressão/ Fluxo
Limite: Pressão
Ciclo: Fluxo
PSV
• Contra-indicações:
– Pacientes que não tenham drive ventilatório
– Não conseguem manter Vmin
• PSV:
– Mantêm-se uma linha de base fixa tanto na 
inspiração quanto na expiração
– Pressão varia fisiológicamente
– Facilita a monitoração do desmame
VOLUME MINUTO
Ajustes da VM
Regular FR inicial entre 12-16 cpm (Relação I:E em 1:2 ou 
1:3);
Utilização de VC de 6ml/Kg/peso do paciente, acompanhado 
a evolução e realizando os ajustes necessários;
Utiliza-se FiO2 necessária para manter os níveis de saturação 
arterial de 93 a 97%;
VC: VOLUME CORRENTE
Ajustes da 
VM
• Definir o tipo de disparo do ventilador;
• Usar PEEP de 3-5 cmH2 O inicialmente, 
exceto em casos de SARA;
• Observar as curvas de VC, fluxo e 
pressão atentamente
CUIDAR ALTURA EM MÉDIA 5 DE PEEP
EM SARA PEEP BEM MAIOR
PRESSÃO
PRESSÃO + A PEEP = VAC 600ML
 
VOLUME PEEP - VAC EX570
NO VOLUME NOS SETAMOS E O PACIENTE RECEBE OQ SETAMOS
Ajustes de VM
• Após 30 minutos de VM em condições estáveis, deve ser realizada uma 
gasometria arterial;
• Necessário que possamos entender os mecanismos de pressão, fluxo e 
volume;
SEMPRE COLETAR GASO
Ventilação mecânica
Highlight
Highlight
Highlight
Highlight
Highlight
Highlight
Highlight
Condições Específicas- DPOC
Aumento da relação I:E (1:3), para corrigir AUTO PEEP aumenta-se o VC e diminui-se a FR
Highlight
Highlight
Highlight
Highlight
Highlight
Highlight
Condições Específicas- DPOC
Aumento da relação I:E (1:3), para corrigir AUTO PEEP aumenta-se o VC e diminui-se a FR
Condições Específicas - SARA
altas peeps
Condições Específicas - SARA
Posição Prona x SDRA
• O uso da posição prona tornou-se uma terapia adjuvante com 
recomendação em casos de SDRA com hipoxemia grave (PaO2/FiO2 60%) por períodos 
prolongados propicia lesão pulmonar 
(edema alveolar difuso). 
Presença de atelectasias de reabsorção. O uso da PEEP aumenta a pressão das 
vias respiratórias e impede o colapso 
alveolar, o que possibilita a utilização de 
fio2 com o objetivo de manter uma spo2 
> 90 ou pao2 > 60 mmhg.
Ventilação Mecânica
Ventilação Mecânica
Ventilação Mecânica
Ventilação Mecânica
Ventilação Mecânica
Ventilação Mecânica
Ventilação Mecânica
Ventilação Mecânica
Ventilação Mecânica
Highlight
Ventilação Mecânica
MONITORAÇÃO DA VM
Principais variáveis
PESO IDEAL
• 5-6 ml/Kg para ventilação protetora
• ARDSnet
45,5+0,91[Altura(cm) – 152,4]
Diferença entre a pressão alveolar ao final da 
inspiração e a PEEP
ΔP= VC/Cst ou P. de pausa – PEEP
Recomendações:
- Monitorizar: SARA
- ManterVentilatório (PSV)
	Slide 41: PSV
	Slide 42: Ajustes da VM
	Slide 43: Ajustes da VM
	Slide 44: Ajustes de VM
	Slide 45: Ventilação mecânica
	Slide 46: Condições Específicas- DPOC
	Slide 47: Condições Específicas- DPOC
	Slide 48: Condições Específicas - SARA
	Slide 49: Condições Específicas - SARA
	Slide 50: Posição Prona x SDRA
	Slide 51: Contraindicações para posição prona
	Slide 52: Posição prona
	Slide 53: Posição prona
	Slide 54: EVENTOS ADVERSOS DA VM
	Slide 55: Eventos adversos da VM
	Slide 56: Lesões traumáticas durante intubação
	Slide 57: Intubação seletiva
	Slide 58: Intubação seletiva
	Slide 59: Barotrauma/Volutrauma (LPVM)
	Slide 60: Toxicidade por oxigênio
	Slide 61: Ventilação Mecânica
	Slide 62: Ventilação Mecânica
	Slide 63: Ventilação Mecânica
	Slide 64: Ventilação Mecânica
	Slide 65: Ventilação Mecânica
	Slide 66: Ventilação Mecânica
	Slide 67: Ventilação Mecânica
	Slide 68: Ventilação Mecânica
	Slide 69: Ventilação Mecânica
	Slide 70: Ventilação Mecânica
	Slide 71: MONITORAÇÃO DA VM
	Slide 72: PESO IDEAL
	Slide 73
	Slide 74: COMPLACÊNCIA DINÂMICA
	Slide 75: COMPLACÊNCIA ESTÁTICA
	Slide 76: RESISTÊNCIA NA VIA AÉREA

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