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3) O periodo pos-operatorio de cirurgias cardiacas, como a Revascularização do Miocardio, impoe ao fisioterapeuta O desatio de equilibrar a necessidade de expansão pulmonar e mobilidade precoce com a proteção da integridade da vaixa torácica, uma vez que O esterno foi seccionado. Complicações como a redução da Capacidade Residual Funcional (CRF) e a dor incisional podem gerar um ciclo de hipoventilação e acúmulo de secreções. A intervenção deve ser estratégica: enquanto a mobilização reduz os riscos de tromboembolismo e acelera O retorno funcional, a proteção mecânica do tórax é O que garante que essas atividades não resultem em prejuízo na cicatrização óssea. Considerando a fisiopatologia do pós-operatório cardíaco, assinale a alternativa que contenha a conduta fisioterapêutica adequada para esta fase da Reabilitação Cardíaca: Pesquisar por imagem 17 Alternativas: A mobilização precoce deve ser restrita a exercícios passivos no leito durante as primeiras 48 horas, visto que a deambulação prematu a) aumenta O consumo de oxigênio miocárdico acima do limiar de segurança para a cicatrização do esterno. O manejo das atelectasias e a reexpansão pulmonar devem ser associados à proteção esternal (como a manobra de abraçar un b) travesseiro/almofada), técnica que reduz O estresse mecânico na esternotomia durante a tosse e otimiza a mecânica ventilatóri impactada pela dor. A fisioterapia motora precoce é contraindicada em pacientes que fazem uso de drenos torácicos, pois a oscilação do dreno durante O c) X ortostatismo pode causar pneumotórax e sangramento na região. O uso de incentivadores inspiratórios a volume deve substituir as manobras de reexpansão manual, uma vez que a pressão manual d) exercida pelo fisioterapeuta é a principal causa de instabilidade esternal no pós-operatório imediato. A avaliação da capacidade funcional através de testes submáximos (como o teste de caminhada) deve ser realizada apenas após 30 dias e) de cirurgia, priorizando-se a higiene brônquica durante a fase hospitalar.
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Claudethy Furtado

há 4 dias

Respostas

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há 4 dias

Vamos analisar as alternativas uma a uma para identificar a conduta fisioterapêutica adequada no pós-operatório de cirurgias cardíacas, como a Revascularização do Miocárdio. a) A mobilização precoce deve ser restrita a exercícios passivos no leito durante as primeiras 48 horas, visto que a deambulação prematura aumenta o consumo de oxigênio miocárdico acima do limiar de segurança para a cicatrização do esterno. - Essa alternativa é muito restritiva e não considera a importância da mobilização precoce. b) O manejo das atelectasias e a reexpansão pulmonar devem ser associados à proteção esternal (como a manobra de abraçar um travesseiro/almofada), técnica que reduz o estresse mecânico na esternotomia durante a tosse e otimiza a mecânica ventilatória impactada pela dor. - Esta alternativa é adequada, pois combina a reexpansão pulmonar com a proteção do esterno, que é crucial no pós-operatório. c) A fisioterapia motora precoce é contraindicada em pacientes que fazem uso de drenos torácicos, pois a oscilação do dreno durante o ortostatismo pode causar pneumotórax e sangramento na região. - Embora a cautela com drenos seja importante, a fisioterapia motora precoce não deve ser completamente contraindicada. d) O uso de incentivadores inspiratórios a volume deve substituir as manobras de reexpansão manual, uma vez que a pressão manual exercida pelo fisioterapeuta é a principal causa de instabilidade esternal no pós-operatório imediato. - Essa alternativa não é totalmente correta, pois as manobras de reexpansão manual ainda têm seu lugar na fisioterapia. e) A avaliação da capacidade funcional através de testes submáximos (como o teste de caminhada) deve ser realizada apenas após 30 dias de cirurgia, priorizando-se a higiene brônquica durante a fase hospitalar. - Essa alternativa é muito restritiva, pois a avaliação funcional pode ser realizada antes desse período. Após essa análise, a alternativa que melhor reflete a conduta fisioterapêutica adequada no pós-operatório de cirurgias cardíacas é: b) O manejo das atelectasias e a reexpansão pulmonar devem ser associados à proteção esternal (como a manobra de abraçar um travesseiro/almofada), técnica que reduz o estresse mecânico na esternotomia durante a tosse e otimiza a mecânica ventilatória impactada pela dor.

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