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62 a) Determine a altura máxima H a que chega o carrinho dianteiro. b) Houve variação de energia mecânica do conjunto quando o rapaz empurrou o carrinho traseiro? Se houve, calcule essa variação. Se não houve, escreva “a energia mecânica se con- servou”. 468. (Uerj) Um certo núcleo atômico N, inicialmente em repouso, sofre uma desintegração radioativa, fragmentando-se em três partículas, cujos momentos lineares (quantidades de movimen- to) são: �p1, �p2 e �p3. A figura a seguir mostra os vetores que repre- sentam os momentos lineares das partículas 1 e 2, �p1 e �p2, ime- diatamente após a desintegração. O vetor que melhor representa o momento linear da partícula 3, �p3, é: a) b) c) d) 469. (UFBA) Sobre uma superfície horizontal, encontra-se uma mola de constante elástica k = 100 N/m, comprimida de 8 mm. Na sua extremidade livre, repousa uma esfera A de 10 g de massa (figu- ra I). Liberada a mola, a esfera A sofre uma colisão frontal par- cialmente elástica com outra esfera, B, de 12 g de massa, que se encontra inicialmente em repouso (figura II). Após o choque, B se desloca com velocidade de 0,6 m/s. Considera-se a mola ideal, e a resistência do ar, as forças de atrito entre as esferas e a superfície, bem como a inércia de rotação, desprezíveis. Determine, em percentagem, o coeficiente de restituição da coli- são. 470. (UFU-MG) Sobre uma mesa de altura 0,8 m, apoia-se uma rampa lisa na forma de um quadrante de circunferência de raio 0,45 m. Do ponto A da rampa, abandona-se uma partícula de massa m que vai chocar-se elasticamente com outra partícula de massa 2m em repouso no ponto B, mais baixo da rampa. Sendo g = 10 m/s2, pede-se: a) a velocidade da partícula de massa 2m ao chocar-se com o solo; b) a altura, acima do tampo da mesa, que a partícula de massa m alcança após a colisão; c) a distância entre os pontos de impacto das partículas com o solo. 471. (UEM-PR) Com velocidade constante, um caminhão se move num trecho retilíneo horizontal, sem atrito. Ele transporta, sobre a carroceria, pedras e um garoto. Se o garoto começa a arremes- sar pedras, pode-se concluir que a velocidade do caminhão, na direção inicial do movimento: a) aumenta, se as pedras forem arremessadas para trás. b) diminui, se as pedras forem arremessadas para a frente. c) diminui, se as pedras forem arremessadas verticalmente para cima. d) aumenta, se as pedras forem arremessadas lateralmente, perpendicularmente à direção do movimento do caminhão. e) permanece constante, qualquer que seja a direção em que o garoto arremessar as pedras. 472. (UFPE) Uma mola é comprimida entre um bloco de massa M = 1,0 kg e outro de massa desconhecida, Mx, conforme a figura. Os blocos estão apoiados numa superfície cujo atrito é desprezível. Após o sistema ser liberado, verifica-se que a aceleração de M é +2,0 m/s2 e a do corpo de massa desconhecida é –1,0 m/s2. Desprezando a massa da mola, calcule o valor de Mx em quilo- gramas. a) 0,2 c) 1,0 e) 2,5 b) 0,5 d) 2,0 473. (Uniube-MG) Um corpo x, de massa mx = 2,0 kg e velocidade vx = 20 m/s, chocou-se com outro corpo y, de massa my = 3,0 kg e velocidade vy = 15 m/s, que se movia na mesma direção e sentido. Após o choque, os corpos passaram a se mover juntos com velocidade, em m/s, igual a: a) 35,0. c) 18,0. e) 17,0. b) 25,5. d) 17,5. Mx M � � � � � � �p 2 N �p 1 A figura 1 B A figura 2 B A 0,45 m 0,8 m m 2 m B 63 474. (UnB-DF) O estabelecimento das ideias a respeito da gravitação universal é considerado uma das conquistas mais importantes no desenvolvimento das ciências em geral e, particularmente, da Física. A sua compreensão é fundamental para o entendi- mento dos movimentos da Lua, dos planetas, dos satélites e mesmo dos corpos próximos à superfície da Terra. Em relação a esse assunto, julgue os itens adiante. a) Para que a Lua descreva o seu movimento orbital ao redor da Terra, é necessário que a resultante das forças que atuam sobre ela não seja nula. b) Um satélite em órbita circular ao redor da Terra move-se per- pendicularmente ao campo gravitacional terrestre. c) A força gravitacional sobre um satélite sempre realiza traba- lho, independentemente de sua órbita ser circular ou elíptica. d) Um corpo, quando solto próximo à superfície terrestre, cai em direção a ela pelo mesmo motivo que a Lua descreve sua órbi- ta em torno da Terra. 475. (Fuvest-SP) Dois satélites artificiais A e B descrevem órbitas cir- culares no plano equatorial da Terra. O satélite A está a uma dis- tância RA do centro da Terra e estacionário com relação a um observador fixo em um ponto do equador da Terra. a) Esse mesmo observador vê o satélite B passar por uma mes- ma posição, numa vertical sobre ele, a cada dois dias, sempre à mesma hora. Quais os dois possíveis valores da velocidade angular de B, no referencial inercial em relação ao qual a Ter- ra gira em torno de seu eixo com um período de 24h? Expresse o resultado em rad/h. b) Calcule, em função de RA, os valores dos raios das órbitas cor- respondentes às velocidades angulares encontradas no item anterior. 476. (UFRGS-RS) Um planeta imaginário, Terra Mirim, tem a metade da massa da Terra e move-se em torno do Sol em uma órbita igual à da Terra. A intensidade da força gravitacional entre o Sol e Terra Mirim é, em comparação à intensidade dessa força entre o Sol e a Terra: a) o quádruplo. b) o dobro. c) a metade. d) um quarto. 477. (PUCC-SP) Na superfície do planeta Mercúrio, cuja massa é 3,6 · 1023 kg e cujo diâmetro vale 5,0 · 106 m, a aceleração da gravidade é de 3,9 m/s2. Se a Lua tem massa de 7,4 · 1022 kg e diâmetro de 3,4 · 106 m, a aceleração da gravidade na sua superfície, em m/s2, vale: a) 0,14. c) 1,7. e) 7,2. b) 0,30. d) 3,3. 478. (UnB-DF) A crosta terrestre, além de possuir espessura irregular, possui densidade diferente da do manto superior. Na realidade, a densidade varia bastante de local para local, dependendo do tipo de rocha predominante no subsolo de cada região. Tais variações de composição e de espessura da crosta provocam ligeiras alterações no valor da aceleração da gravidade local g, que podem ser medidas com auxílio de aparelhos precisos, conhecidos como gravímetros. O método pode ser útil na desco- berta de grandes depósitos de minerais. A figura abaixo ilustra parte da crosta e do manto e o gráfico mostra a variação de g observada ao longo da superfície em relação ao valor médio. Com base no texto e na figura acima e considerando que a constan- te de gravitação universal seja igual 6,7 · 10–11 m3 · s–2 · kg–1 e que o valor médio de g seja igual a 9,80 m/s2, julgue os itens a seguir. a) Um depósito de 500 milhões de toneladas de ferro, cujo cen- tro geométrico esteja localizado a 200 m de profundidade, produz na superfície um acréscimo da aceleração gravitacio- nal menor que 0,001 m/s2. b) O gráfico e a figura mostram que existe uma correlação entre a densidade média das rochas de uma região e o valor da ace- leração gravitacional local. c) A aceleração associada ao movimento de rotação da Terra não afeta a leitura de um gravímetro. 479. (UFRJ) Uma pessoa idosa, de 68 kg, ao se pesar, o faz apoiada em sua bengala, como mostra a figura: Com a pessoa em repouso a leitura da balança é de 650 N. Con- sidere g = 10 m/s2. a) Supondo que a força exercida pela bengala sobre a pessoa seja vertical, calcule o seu módulo e determine o seu sentido. b) Calcule o módulo da força que a balança exerce sobre a pes- soa e determine a sua direção e o seu sentido. oceano superfície manto: ρm = 3,2 g/cm3 crosta: ρe = 2,7 g/cm3 0,03 m/s2 0 –0,03 m/s2 64 480. (UFRRJ) A figura abaixo apresenta as dimensões aproximadas do braço de uma pessoa normal. A força potente �F1, exercida pelo bíceps, atua a uma distância de 4 cm da articulação (ponto fixo) enquanto um peso F2 = 5 kgf (força resistente) é sustentadopela mão a uma distância de 32 cm do ponto fixo. Nessa situação, pode-se afirmar que: a) o valor da força exercida pelo bíceps para manter o braço na posição da figura é 20 kgf. b) o valor do torque da força �F1 é 20 N. c) o braço da pessoa permanece em equilíbrio, pois os módulos das forças �F1 e �F2 são iguais. d) o peso cairá, pois o momento da força resistente é maior que o momento da força potente. e) o valor da força efetuada pelo músculo bíceps é maior do que o peso sustentado e vale 40 kgf. 481. (UFRJ) A figura mostra uma garrafa mantida em repouso por dois suportes A e B. Na situação considerada a garrafa está na horizontal e os suportes exercem sobre ela forças verticais. O peso da garrafa e seu conteúdo tem um módulo igual a 1,4 kgf e seu centro de massa C situa-se a uma distância horizontal D = 18 cm do suporte B: Sabendo que a distância horizontal entre os suportes A e B é d = 12 cm, determine o sentido da força que o suporte A exerce sobre a garrafa e calcule seu módulo. 482. (UFRRJ) Uma barra cilíndrica homogênea de 200 N de peso e 10 m de comprimento encontra-se em equilíbrio, apoiada nos supor- tes A e B, como mostra a figura a seguir. Calcule as intensidades, RA e RB, das reações dos apoios, A e B, sobre a barra. 483. (ITA-SP) Um brinquedo que as mamães utilizam para enfeitar quartos de crianças é conhecido como “móbile”. Considere o “móbile” de luas esquematizado na figura a seguir. As luas estão presas por meio de fios de massas desprezíveis a três bar- ras horizontais, também de massas desprezíveis. O conjunto todo está em equilíbrio e suspenso num único ponto A. Se a massa da lua 4 é de 10 g, então a massa em quilogramas da lua 1 é: a) 180. b) 80. c) 0,36. d) 0,18. e) 9. 484. (UFRGS-RS) A figura representa uma barra homogênea OA, rígi- da e horizontal, de peso P. A barra é mantida em equilíbrio, sus- tentada numa extremidade por um cabo AB, preso a uma parede no ponto B. No ponto O, a força exercida pela articulação sobre a barra tem um componente vertical que é: a) diferente de zero e dirigido para cima. b) diferente de zero e dirigido para baixo. c) diferente de zero e de sentido indefinido. d) igual a zero. e) igual, em módulo, ao peso P da barra. 485. (UFRGS-RS) Dois recipientes A e B têm bases circulares com mesmo raio r, sendo A um cone reto e B um cilindro reto. Ambos contêm água e estão cheios até à mesma altura h, conforme representa a figura: rA B h r 32 cm ponto fixo 4 cm → F1 F2 = 5 kgf A 1 2 3 4 L 2L L 2L L 2L A B D C d → P � � 2 m A B � �P B O A