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PLANEJAMENTO E GESTÃO EXTRATÉGICA
MATERIAL COMPLEMENTAR 2
Erisson Machado Moreira
⦁ – CUIDADOS ESSENCIAIS PARA IMPLANTAÇÃO DO PLANO 
ESTRATÉGICO
 É de extrema 
importância para o êxito de uma empresa a execução de um plano estratégico eficaz. 
Para assegurar o sucesso deste plano é essencial que esteja alinhado com a visão e 
missão da organização, garantindo assim o engajamento de todos os colaboradores 
com os objetivos da empresa. Seguem os Elementos-Chave para a implementação do 
Plano Estratégico Empresarial.
⦁ É recomendável estabelecer metas SMART - específicas e mensuráveis que 
sejam alcançáveis e relevantes dentro de prazos (tempo) definidos -, bem 
como atribuir recursos de maneira adequada para alcançá-las efetivamente. 
⦁ Desenvolver habilidades essenciais e promover uma cultura organizacional 
coerente são igualmente cruciais para assegurar o êxito na execução do plano 
estratégico. 
⦁ É fundamental implementar um sistema sólido de gestão de desempenho que 
possibilite acompanhar o avanço e realizar alterações conforme necessário. Manter-se 
flexível para se adequar às transformações do mercado é essencial para manter a 
empresa competitiva e atualizada. 
⦁ Definir claramente quem é responsável por cada atividade, lidar com os riscos 
de forma eficiente e garantir que os processos da empresa estejam alinhados com a 
nova estratégia são aspectos fundamentais que precisam ser levados em conta para o 
sucesso do negócio. 
1
⦁ É essencial comemorar as vitórias alcançadas ao longo do percurso a manter o 
controle constante do progresso para garantir que a organização esteja na direção 
certa. 
⦁ A implementação eficaz da estratégia requer um ambiente de aprendizagem 
contínua, incentivando inovação e troca de conhecimentos. É importante alinhar 
sistemas de recompensa com objetivos estratégicos, conectando esforços dos 
colaboradores ao sucesso da estratégia para aumentar engajamento e motivação. 
⦁ A tecnologia desempenha papel vital, com ferramentas de gestão e análise de 
dados melhorando a eficiência da execução estratégica. Sistemas integrados permitem 
acompanhamento em tempo real e tomada de decisões ágil. 
⦁ Considerar o impacto nas partes interessadas é importante, comunicando 
intenções estratégicas e envolvendo-os quando apropriado. A integração de 
sustentabilidade e responsabilidade social corporativa no plano estratégico posiciona 
melhor as empresas para o sucesso a longo prazo. 
⦁ Manter uma perspectiva de longo prazo é fundamental, equilibrando 
demandas diárias com a visão estratégica. A implementação bem-sucedida requer uma 
abordagem integral, envolvendo planejamento cuidadoso, execução disciplinada e um 
ambiente organizacional de suporte. Liderança forte, comunicação eficaz e uma 
cultura de adaptação contínua são essenciais para transformar o plano estratégico em 
realidade e alcançar o sucesso desejado.
2.1 – CARACTERÍSTICAS DOS TIPOS DE PLANEJAMENTO
 O planejamento da organização é uma ferramenta fundamental para o sucesso 
de qualquer empresa, independentemente do seu porte ou segmento de atuação. 
Existem três tipos de planejamento que são essenciais para o bom funcionamento e 
alcance dos objetivos organizacionais: o planejamento estratégico, o planejamento 
tático e o planejamento operacional.
 O planejamento estratégico é o primeiro nível de planejamento e trata da 
empresa como um todo. Ele envolve uma análise detalhada do ambiente interno e 
externo da organização, considerando seus pontos fortes e fracos, bem como as 
oportunidades e ameaças do mercado. Com base nessa análise, são estabelecidos os 
objetivos de longo prazo da empresa e definidas as estratégias para alcançá-los.
 Já o planejamento tático é elaborado por cada departamento da empresa e trata 
de objetivos de médio prazo. Ele se baseia nas diretrizes estabelecidas pelo 
planejamento estratégico e tem como principal objetivo definir as ações que serão 
tomadas para alcançar os objetivos específicos de cada área da organização. O 
planejamento tático é essencial para garantir a integração e alinhamento entre os 
diferentes setores da empresa.
 Por fim, o planejamento operacional orienta as ações da empresa para executar 
os planos táticos. Ele é o nível mais detalhado de planejamento e envolve a definição 
das atividades e recursos necessários para colocar em prática as estratégias 
2
estabelecidas nos planos táticos. O planejamento operacional é fundamental para 
garantir a eficiência e eficácia das operações da empresa, assegurando a execução 
correta e alinhada com os objetivos organizacionais.
 Portanto, o planejamento estratégico se desdobra em vários planos táticos, que 
por sua vez se desdobram nos planos operacionais. Essa hierarquia de planejamento é 
essencial para garantir o sucesso e a sustentabilidade da empresa a longo prazo. 
Portanto, é fundamental que as organizações invistam tempo e recursos na elaboração 
e execução de cada um desses tipos de planejamento, visando aprimorar sua gestão e 
alcançar melhores resultados.
⦁ PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
1. De acordo com (Drucker, apud Chiavenato & Sapiro, 2003, p. 39), enfatiza-se vários 
aspectos fundamentais do planejamento estratégico:
⦁ Processo contínuo: Não é um evento único, mas uma atividade constante.
⦁ Sistemático: Segue uma abordagem estruturada e metódica.
⦁ Conhecimento do futuro: Envolve previsão e análise de tendências.
⦁ Tomada de decisões atuais: Ações presentes baseadas em expectativas futuras.
⦁ Envolvimento de riscos: Reconhece a incerteza inerente ao planejamento de 
longo prazo.
⦁ Organização sistemática: Implementação estruturada das decisões.
⦁ Retroalimentação: Avaliação contínua e ajuste baseado em resultados.
2) Definição de Estratégias de Longo Prazo:
⦁ O planejamento estratégico estabelece a direção geral da empresa.
⦁ Foca em objetivos e metas de longo prazo (geralmente 3-5 anos ou mais).
⦁ Determina como a empresa se posicionará no mercado e competirá.
3) Condução pela Alta Administração:
⦁ Devido à sua importância e abrangência, o planejamento estratégico é 
responsabilidade da alta liderança.
⦁ Requer uma visão holística da organização e do ambiente de negócios.
⦁ A alta administração tem a autoridade para alocar recursos e tomar decisões de 
alto impacto.
4) Objetivos Qualitativos: Os exemplos fornecidos (diversificação de portfólio, 
redução de custos, aumento de fidelização, market share e aumento a produtividade) 
são de natureza qualitativa. Embora possam ser medidos quantitativamente, eles 
representam direções estratégicas amplas, não metas numéricas específicas.
⦁ Horizonte de Planejamento:
3
⦁ Tradicionalmente: 5-10 anos.
⦁ Atualmente: Reduzido para cerca de 3 anos.
⦁ Razão da mudança: Maior dinamismo e volatilidade do mercado.
⦁ Benefício: Reduz o risco de obsolescência do plano.
⦁ Classificação como Longo Prazo: Mesmo com a redução do horizonte 
temporal, o planejamento estratégico ainda é considerado de longo prazo em 
relação aos outros níveis de planejamento (tático e operacional).
⦁ Necessidade de Integração:
⦁ O planejamento estratégico isolado é insuficiente.
⦁ Requer integração com planejamentos táticos e operacionais.
⦁ Razão: Traduzir objetivos de longo prazo em ações imediatas e concretas.
⦁ PLANEJAMENTO TÁTICO
⦁ Segunda Etapa do Planejamento
⦁ O planejamento tático parte dos objetivos definidos no nível estratégico.
⦁ Traduz as metas amplas e de longo prazo em objetivos mais específicos e de 
médio prazo para cada departamento.
⦁ Esse processo de "desdobramento" assegura que as ações departamentais 
estejam alinhadas com a direção geral da empresa.
⦁ Decomposição de Objetivos, Estratégias e Políticas:
⦁ Objetivos: São transformados em metas departamentais específicas e 
mensuráveis.
⦁ Estratégias: São traduzidas em planos de ação departamentais.
⦁ Políticas: São adaptadas para orientar as decisões no nível departamental.
⦁ Horizonte de Planejamento:
⦁ Tipicamenteum ano, classificado como médio prazo.
⦁ Este horizonte permite um equilíbrio entre a visão de longo prazo e a 
necessidade de ações mais imediatas.
⦁ Facilita o alinhamento com ciclos orçamentários anuais comuns em muitas 
organizações.
⦁ Nível de Desenvolvimento:
⦁ Elaborado nos níveis intermediários da empresa (nível departamental).
⦁ Envolve gerentes e líderes de departamentos específicos (como marketing, 
finanças, recursos humanos, etc.).
4
⦁ Requer um conhecimento profundo das operações e capacidades do 
departamento.
⦁ Diferenças em Relação ao Planejamento Estratégico: 
a) Prazos mais curtos: Foco em resultados de médio prazo, geralmente um ano.
b) Menor abrangência: Concentra-se em áreas ou departamentos específicos, 
não na organização como um todo. 
c) Riscos menores: Devido à sua natureza mais específica e de prazo mais 
curto. 
d) Maior flexibilidade: Pode ser ajustado mais facilmente em resposta a 
mudanças no ambiente ou no desempenho.
⦁ Flexibilidade e Modificação:
⦁ A capacidade de modificar o plano tático mais facilmente é uma vantagem 
significativa.
⦁ Permite ajustes rápidos em resposta a mudanças no mercado ou no ambiente 
interno.
⦁ Facilita a correção de curso quando necessário, sem comprometer os objetivos 
estratégicos de longo prazo.
⦁ PLANEJAMENTO OPERACIONAL
⦁ Última Etapa do Planejamento:
⦁ O planejamento operacional é o nível mais detalhado e específico do processo 
de planejamento organizacional.
⦁ Representa a tradução final dos planos estratégicos e táticos em ações 
concretas e mensuráveis.
⦁ Implementação dos Planos Táticos:
⦁ Transforma os objetivos táticos em ações práticas e cotidianas.
⦁ Desenvolve planos de ação específicos para cada iniciativa tática.
⦁ Assegura que as estratégias de médio prazo sejam executadas no dia a dia da 
organização.
⦁ Curta Duração:
⦁ Foco no curto prazo, geralmente cobrindo períodos de dias, semanas ou meses.
⦁ Permite uma resposta rápida às mudanças no ambiente operacional.
⦁ Facilita o ajuste contínuo das operações para manter o alinhamento com os 
objetivos táticos e estratégicos.
⦁ Controle de Rotinas Departamentais:
5
Estabelece procedimentos e padrões para as atividades diárias de cada departamento.
Fornece diretrizes claras para a execução de tarefas específicas.
Ajuda a manter a consistência e eficiência nas operações cotidianas.
⦁ Detalhamento do Plano: O planejamento operacional é mais detalhado, 
incluindo: 
a) Procedimentos Básicos: Instruções passo a passo para a execução de tarefas. 
b) Responsáveis pela Implantação: Designação clara de quem é responsável 
por cada ação. 
c) Execução: Detalhes sobre como as tarefas devem ser realizadas. 
d) Resultados Esperados: Metas específicas e mensuráveis para cada ação.
⦁ Comparação com o Planejamento Tático:
⦁ Prazos Menores: Foco em ações imediatas ou de curto prazo.
⦁ Menor Abrangência: Concentra-se em tarefas e atividades específicas, não em 
departamentos inteiros.
⦁ Riscos Menores: Devido à sua natureza de curto prazo e foco específico.
⦁ Modificação Rápida: Pode ser ajustado quase imediatamente em resposta a 
mudanças ou feedback.
⦁ DIFERENÇA ENTRE OS PLANEJAMENTOS
⦁ Diferenças entre Planejamento Estratégico e Tático
⦁ Quanto ao prazo: 
⦁ Planejamento Estratégico (Mais longo): 
⦁ Geralmente abrange períodos de 3 a 5 anos ou mais.
⦁ Foca em objetivos e metas de longo prazo. 
⦁ Permite a implementação de mudanças significativas na organização.
⦁ Planejamento Tático (Mais curto): 
⦁ Tipicamente cobre um período de 1 a 3 anos. 
⦁ Desdobra os objetivos estratégicos em metas de médio prazo. 
⦁ Alinha-se frequentemente com ciclos orçamentários anuais.
⦁ Quanto à amplitude:
⦁ Planejamento Estratégico (Mais amplo): 
⦁ Abrange toda a organização. 
⦁ Considera o ambiente externo e interno de forma abrangente. 
⦁ Define a direção geral e o posicionamento da empresa no mercado.
6
⦁ Planejamento Tático (Mais restrito): 
⦁ Foca em departamentos ou áreas funcionais específicas.
⦁ Traduz objetivos estratégicos em metas departamentais. 
⦁ Concentra-se em como atingir os objetivos estratégicos dentro de cada área.
⦁ Quanto aos riscos:
⦁ Planejamento Estratégico (Maiores): 
⦁ Envolve decisões de alto impacto e longo alcance. 
⦁ Lida com maior incerteza devido ao horizonte temporal mais longo. 
⦁ Erros podem ter consequências significativas para toda a organização.
⦁ Planejamento Tático (Menores): 
⦁ Riscos mais controlados e específicos a departamentos. 
⦁ Maior capacidade de ajuste e correção ao longo do tempo. 
⦁ Impacto dos erros geralmente limitado a áreas específicas.
⦁ Quanto às atividades:
⦁ Planejamento Estratégico (Fins e meios): 
⦁ Define tanto os objetivos finais (fins) quanto as estratégias gerais (meios) para 
alcançá-los. 
⦁ Estabelece a visão e missão da organização. 
⦁ Determina as principais iniciativas estratégicas.
⦁ Planejamento Tático (Meios): 
⦁ Foca principalmente nos meios para atingir os objetivos estratégicos. 
⦁ Desenvolve planos de ação específicos para implementar estratégias. 
⦁ Define como os recursos serão alocados para atingir as metas.
⦁ Quanto à flexibilidade:
⦁ Planejamento Estratégico (Menor): 
⦁ Menos flexível devido ao seu escopo amplo e longo prazo. 
⦁ Mudanças significativas podem requerer revisão de toda a estratégia. 
⦁ Alterações frequentes podem causar instabilidade organizacional.
⦁ Planejamento Tático (Maior): 
⦁ Mais adaptável a mudanças de curto e médio prazo. 
⦁ Pode ser ajustado com mais facilidade em resposta a feedbacks ou mudanças 
no ambiente. 
⦁ Permite refinamento contínuo das abordagens para atingir objetivos 
estratégicos
7
⦁ Diferenças entre Planejamento Tático e Planejamento Operacional
⦁ Quanto ao prazo:
⦁ Planejamento Tático (Mais longo): 
⦁ Geralmente abrange períodos de 1 a 3 anos. 
⦁ Alinha-se com ciclos orçamentários anuais e objetivos de médio prazo. 
⦁ Permite o desenvolvimento de iniciativas departamentais significativas.
⦁ Planejamento Operacional (Mais curto): 
⦁ Foca no curto prazo, geralmente dias, semanas ou meses. 
⦁ Lida com atividades e tarefas cotidianas. 
⦁ Permite ajustes rápidos e contínuos nas operações diárias.
⦁ Quanto à amplitude:
⦁ Planejamento Tático (Mais amplo):
⦁ Abrange departamentos ou áreas funcionais inteiras. 
⦁ Coordena diferentes aspectos dentro de um departamento. 
⦁ Traduz objetivos estratégicos em metas departamentais específicas.
⦁ Planejamento Operacional (Mais restrito): 
⦁ Foca em tarefas e atividades específicas. 
⦁ Detalha como cada atividade será executada. 
⦁ Concentra-se em processos e procedimentos individuais.
⦁ Quanto aos riscos:
⦁ Planejamento Tático (Maiores): 
⦁ Envolve decisões que afetam todo um departamento ou área funcional. 
⦁ Erros podem impactar significativamente o desempenho departamental. 
⦁ Lida com a alocação de recursos substanciais.
⦁ Planejamento Operacional (Menores): 
⦁ Riscos geralmente limitados a tarefas ou processos específicos. 
⦁ Erros tendem a ter impacto localizado e de curto prazo. 
⦁ Permite correções rápidas e ajustes imediatos.
⦁ Quanto às atividades:
⦁ Planejamento Tático (Meios): 
⦁ Foca nos meios para atingir objetivos estratégicos no nível departamental. 
⦁ Desenvolve planos de ação para implementar estratégias. 
8
⦁ Define como os recursos serão utilizados para atingir metas departamentais.
⦁ Planejamento Operacional (Meios):
⦁ Também se concentra nos meios, mas em um nível mais detalhado e 
específico. 
⦁ Define procedimentos, processos e tarefas específicas. 
⦁ Estabelece como as atividades diárias serão executadas para cumprir os planos 
táticos
2.2 – PRINCIPAIS CORRENTES DO PENSAMENTO ESTRATÉGICO
 A estratégia é uma parte 
fundamental de qualquer organização, pois define o rumo que a empresa irá seguir 
para atingir seus objetivos. Existem várias abordagens em relação ao pensamento 
estratégico, sendo as principais escolas do pensamento estratégico as prescritivas, as 
descritivas e as deconfiguração.
 As escolas prescritivas são focadas principalmente em como as estratégias 
devem ser formuladas. Elas fornecem modelos e teorias gerais para auxiliar na tomada 
de decisões estratégicas, dando diretrizes sobre como as organizações devem se 
comportar para alcançar o sucesso. Alguns exemplos de escolas prescritivas são a 
escola do design, que enfatiza a importância de se ter uma estratégia claramente 
definida, e a escola do planejamento, que destaca a importância de se planejar 
cuidadosamente antes de agir.
 Por outro lado, as escolas descritivas se concentram mais no processo real de 
formulação da estratégia. Elas buscam compreender como as estratégias são 
formuladas na prática, analisando os diversos fatores internos e externos que 
influenciam as decisões estratégicas. Algumas escolas descritivas incluem a escola do 
empreendedor, que enfatiza a importância da intuição e da criatividade na elaboração 
das estratégias, e a escola cognitiva, que estuda como as pessoas pensam e tomam 
decisões estratégicas.
 Por fim, a escola de configuração se destaca por combinar elementos das 
escolas prescritivas e descritivas. Ela reconhece que não há uma abordagem única que 
seja adequada para todas as situações e defende a necessidade de se adaptar e 
9
combinar diferentes abordagens estratégicas de acordo com o contexto específico da 
organização. Essa escola valoriza a flexibilidade e a capacidade de mudança das 
empresas, permitindo que elas se ajustem rapidamente às mudanças do mercado e às 
novas oportunidades que surgem.
 Portanto, as principais escolas do pensamento estratégico oferecem diferentes 
perspectivas e abordagens para a formulação das estratégias das organizações. Cada 
escola tem suas próprias vantagens e limitações, e cabe aos gestores analisarem e 
aplicar as melhores práticas de acordo com a situação específica de sua empresa. A 
compreensão dessas diferentes abordagens pode auxiliar as organizações a 
desenvolverem estratégias mais eficazes e a se manterem competitivas em um 
ambiente de negócios cada vez mais dinâmico e desafiador.
⦁ Detalhando as Escolas do Pensamento Estratégico
 A partir dos anos 60, houve um crescimento significativo na elaboração de 
modelos de formulação de estratégias empresariais. Mintzberg et al. (2010) 
classificaram essas abordagens em 10 escolas. Esta classificação de Mintzberg é 
fundamental para entender o progresso do pensamento estratégico. Ela mostra como a 
estratégia evoluiu de uma abordagem puramente prescritiva para uma visão mais 
holística (integral) e contextual.
⦁ Divisão em Escolas Prescritivas e Descritivas:
Como vimos, as escolas são divididas em dois grandes grupos: prescritivas e 
descritivas. 
Esta divisão é crucial para entender as diferentes abordagens da estratégia. As escolas 
prescritivas focam em "como deve ser feito", enquanto as descritivas se concentram 
em "como realmente é feito".
⦁ Escolas Prescritivas:
⦁ Escola de Design:
⦁ Foca na análise SWOT (forças, fraquezas, oportunidades e ameaças).
⦁ Estratégia formulada pela alta administração.
Esta escola é fundamental para entender a base do pensamento estratégico moderno. A 
análise SWOT ainda é amplamente utilizada hoje.
⦁ Escola de Planejamento:
⦁ Acrescenta formalidade ao processo de design.
⦁ Enfatiza passos, técnicas e planos detalhados.
Esta abordagem trouxe rigor ao processo estratégico, mas foi criticada por ser muito 
rígida em ambientes dinâmicos.
10
⦁ Escola de Posicionamento:
⦁ Baseia-se em análises formalizadas da indústria.
⦁ Foco no ambiente externo e interno.
Esta escola, popularizada por Michael Porter, trouxe uma perspectiva econômica à 
estratégia, enfatizando a importância do posicionamento competitivo.
⦁ Escolas Descritivas:
⦁ Escola Empreendedora:
⦁ Baseia-se na intuição do líder.
⦁ Estratégia como visão ampla.
Esta escola reconhece o papel crucial da liderança visionária na formação da 
estratégia.
⦁ Escola Cognitiva:
⦁ Foca no processo mental de criação de estratégias.
⦁ Analisa como as estratégias se formam na mente do estrategista.
Esta abordagem traz insights da psicologia cognitiva para o campo da estratégia.
⦁ Escola de Aprendizado:
⦁ Vê a estratégia como um processo emergente.
⦁ Estratégias surgem do dia a dia da empresa.
Esta escola reconhece que as estratégias muitas vezes emergem da prática, em vez de 
serem puramente planejadas.
⦁ Escola de Poder:
⦁ Foca na estratégia como um processo de negociação.
⦁ Envolve barganha e persuasão.
Esta abordagem reconhece a realidade política das organizações na formação da 
estratégia.
⦁ Escola Cultural:
⦁ Vê a estratégia como um processo social baseado na cultura.
⦁ Foca nos interesses comuns e integração.
Esta escola destaca a importância da cultura organizacional na formação e 
implementação da estratégia.
⦁ Escola Ambiental:
11
⦁ Vê a empresa como passiva, reagindo ao ambiente.
⦁ O ambiente determina a estratégia.
Esta abordagem enfatiza a importância do contexto externo na formação da estratégia.
⦁ Escola Configurativa:
⦁ Vê as organizações como agrupamentos de características e comportamentos.
⦁ Estratégia como um processo de transformação.
Esta escola tenta integrar as perspectivas das outras escolas, reconhecendo que 
diferentes abordagens podem ser apropriadas em diferentes contextos ou estágios 
organizacionais.
⦁ Conclusão:
 As abordagens das diferentes escolas não são mutuamente exclusivas e podem 
se complementar. A escolha da abordagem depende das necessidades e do contexto da 
empresa. Esta conclusão é crucial, pois reconhece que a estratégia é um campo 
complexo e multifacetado, e que diferentes abordagens podem ser úteis em diferentes 
situações.
2.3 – FASES DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
 Não há uma abordagem única para o 
planeamento estratégico devido às variações no tamanho das organizações, nas 
culturas empresariais e estilos de gestão essenciais diferentes que estas apresentam. 
No entanto existem elementos fundamentais comuns entre as diversas metodologias 
existentes. Para os propósitos deste estudo, em particular, iremos resumir o processo 
de planeamento estratégico para uma empresa em quatro etapas principais para 
assegurar que o processo seja eficiente e bem-sucedido. 
 Primeiramente, é importante definir a missão da organização como o propósito 
fundamental de sua existência. Na sequência, deve-se estabelecer a visão que aponta 
para onde a empresa almeja chegar no futuro. Por fim, os valores são essenciais, pois, 
orientam as ações e decisões com princípios éticos bem definidos. 
12
 Em seguida, é fundamental analisar o ambiente externo е interno da 
organização para identificar oportunidades е ameaças, bem como pontos fortes е 
fracos. Essa análise auxiliará a empresa a compreender o cenário em que está inserida 
е desenvolver estratégias mais eficientes. 
 No terceiro passo ocorre o estabelecimento de objetivos e estratégias de 
atuação empresarial. Os objetivos são a conquista específica e mensurável que uma 
empresa almeja alcançar, enquanto as estratégias de atuação são o percurso planejado 
para conquistar esses objetivos. Essencialmente os objetivos devem estar em 
harmonia com o propósito, a perspectiva e os princípios da empresa. 
 Por último, mas não menos importante, é preciso definir o plano de ação após 
estabelecer os objetivos e estratégias propostas inicialmente para o projeto em 
questão. Durante esta fase do processo são delineadas minuciosamente as tarefas que 
serão executadas ao longa da implementação do projeto: quem será responsável por 
cada atividade específica; quais serão os prazos estabelecidos; bem como os recursos 
necessários para garantir o sucesso da execução do plano. É essencial que haja um 
monitoramento constante do plano de atuação juntamente com avaliações regulares 
para assegurar que as metas da organização sejam alcançadas conforme planejado.
⦁ AMPLIANDO OS CONCEITOSDAS ETAPAS DO PLANEJAMENTO
Missão - A missão de uma empresa é a declaração do seu propósito fundamental e a 
razão de sua existência. Ela responde à pergunta: "Por que a empresa existe?" A 
missão deve ser clara e inspiradora, orientando as ações e decisões da empresa no dia 
a dia. Ela também deve considerar os interesses dos principais stakeholders, como 
clientes, colaboradores, fornecedores e a comunidade.
Visão - A visão é uma declaração aspiracional sobre o futuro desejado da empresa. 
Ela responde à pergunta: "Onde queremos chegar?" ou "O que queremos nos tornar?" 
A visão deve ser ousada mas atingível para motivação e inspiração de todos na 
empresa. Ela orienta o planejamento estratégico de longo prazo. Uma visão deve ser 
ousada mas atingível para motivação e inspiração de todos na empresa. 
Valores - Os valores são as crenças e princípios fundamentais que guiam o 
comportamento da empresa e seus colaboradores. Eles definem a cultura 
organizacional e estabelecem padrões para a tomada de decisões e interações com 
stakeholders. Os valores devem ser vividos e praticados por todos na organização, 
alinhando-se com a missão e visão.
Exemplo - Considere o exemplo de definição do negócio da empresa ABC:
A MISSÃO da empresa ABC é atender as necessidades de clientes e colaboradores 
por meio de serviços de informática de alta qualidade, com foco na excelência e na 
superação de expectativas. Ela enfatiza o bem-estar dos colaboradores e serve como 
um guia para as operações diárias, alinhando a equipe em torno de um objetivo 
13
comum. Além disso, a missão estabelece um padrão de confiança e compromisso com 
clientes e parceiros.
Em sua VISÃO, a empresa ABC busca ser reconhecida como referência em qualidade 
de serviços de informática em sua região até 2015. Essa visão ambiciosa estabelece 
uma meta clara, orientando a empresa em suas prioridades e alocação de recursos, 
além de inspirar e motivar a equipe a alcançar esse reconhecimento desejado.
Os VALORES da ABC, que incluem ética, valorização humana, comprometimento, 
transparência, qualidade e segurança, refletem seu compromisso com práticas justas e 
responsáveis. Esses princípios moldam a cultura organizacional e sustentam as 
atividades da empresa, promovendo um ambiente de trabalho positivo e colaborativo. 
Além de respeitar e desenvolver os colaboradores, esses valores ajudam a diferenciar 
a empresa no mercado, atraindo clientes e parceiros que compartilham dessas crenças.
⦁ ANÁLISE DO AMBIENTE NO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
- Análise SWOT
 A análise do ambiente, por meio da análise SWOT (Strengths, Weaknesses, 
Opportunities, Threats), é uma ferramenta fundamental no planejamento estratégico 
para as empresas que desejam compreender melhor o cenário em que estão inseridas. 
É um processo profundo de autoconhecimento organizacional e compreensão do 
mercado. Com a análise SWOT é possível identificar os pontos fortes e fracos 
internos da organização, além de analisar as oportunidades e ameaças que estão 
presentes no mercado.
⦁ Objetivo principal: Avaliar recursos internos e oportunidades externas.
⦁ Componentes:
⦁ S (Strengths): Forças internas da empresa
⦁ W (Weaknesses): Fraquezas internas da empresa
⦁ O (Opportunities): Oportunidades externas no mercado
⦁ T (Threats): Ameaças externas no mercado
 A análise SWOT vai além de uma simples listagem. É crucial que a análise seja 
realizada de forma honesta e objetiva, evitando vieses. A interseção entre os fatores internos 
e externos pode revelar insights valiosos para a estratégia da empresa. Esta análise deve ser 
revisada periodicamente, pois tanto o ambiente interno quanto o externo estão em constante 
mudança.
⦁ ANÁLISE INTERNA
 A análise interna é de extrema importância, pois permite que a empresa conheça suas 
14
capacidades atuais e potenciais. Ao identificar seus pontos fortes, a organização pode utilizá-
los a seu favor para alcançar seus objetivos e se destacar diante da concorrência. Por outro 
lado, ao reconhecer seus pontos fracos, a empresa pode buscar soluções para superá-los e 
melhorar seu desempenho.
⦁ Pontos fortes: Podem incluir:
⦁ Expertise técnica
⦁ Marca forte
⦁ Patentes
⦁ Base de clientes leais
⦁ Cultura organizacional positiva
⦁ Pontos fracos: Podem envolver:
⦁ Falta de capital
⦁ Processos ineficientes
⦁ Alta rotatividade de funcionários
⦁ Tecnologia obsoleta
⦁ Importância:
⦁ Ajuda a empresa a alocar recursos de forma eficiente
⦁ Identifica áreas que precisam de melhorias
⦁ Fornece uma base para o desenvolvimento de vantagens competitivas
⦁ Métodos de análise:
⦁ Auditorias internas
⦁ Feedback de funcionários
⦁ Análise de indicadores de desempenho - KPIs (Key Performance 
Indicators ou Indicadores-Chave de Desempenho) são métricas 
quantificáveis que avaliam o progresso de uma organização com indicadores 
que ajudam a monitorar o desempenho, identificando áreas de melhoria 
visando a tomada de decisões.
⦁ Benchmarking interno (compara e avalia práticas, processos e 
desempenhos entre diversos departamentos visando identificar e reproduzir 
as melhores práticas internas.
⦁ A análise interna deve ser um processo contínuo, não apenas um exercício 
anual.
⦁ É fundamental envolver diferentes níveis hierárquicos nesta análise para obter 
uma visão abrangente.
⦁ ANÁLISE EXTERNA
 A análise externa identifica fatores macroambientais (como economia, 
15
tecnologia e política) e fatores microambientais (como clientes, concorrentes e 
fornecedores) que são fundamentais para antecipar possíveis oportunidades e ameaças 
que podem afetar o desempenho da empresa.
Fatores Macroambientais:
⦁ Econômicos: 
⦁ Taxa de juros, inflação, PIB, taxa de câmbio
⦁ Impacto: Afetam o poder de compra dos consumidores e os custos 
operacionais
⦁ Demográficos: 
⦁ Estrutura etária, distribuição geográfica, níveis de renda
⦁ Impacto: Influenciam a demanda por produtos e serviços
⦁ Tecnológicos: 
⦁ Inovações, automação, inteligência artificial
⦁ Impacto: Podem criar novas oportunidades ou tornar produtos 
obsoletos
⦁ Políticos: 
⦁ Legislação, regulamentações, políticas governamentais
⦁ Impacto: Afetam as operações e estratégias das empresas
Fatores Microambientais:
⦁ Clientes: 
⦁ Preferências, comportamento de compra, segmentação
⦁ Análise: Pesquisas de mercado, feedback direto, análise de dados
⦁ Concorrentes: 
⦁ Estratégias, pontos fortes e fracos, participação de mercado
⦁ Análise: Benchmarking, inteligência competitiva
⦁ Fornecedores: 
⦁ Poder de barganha, qualidade, confiabilidade
⦁ Análise: Avaliação de fornecedores, análise da cadeia de suprimentos
Comentários adicionais:
⦁ A análise externa deve ser um processo contínuo, pois o ambiente de negócios 
está em constante mudança.
⦁ Ferramentas como PESTEL (Político, Econômico, Social, Tecnológico, 
Ambiental e Legal) podem complementar esta análise.
⦁ É crucial não apenas identificar tendências, mas também entender como elas 
podem impactar especificamente o negócio.
⦁ A capacidade de prever e se adaptar às mudanças externas pode ser uma fonte 
16
significativa de vantagem competitiva.
 Dessa forma, a análise do ambiente, composta pela análise SWOT, é um pilar 
fundamental do planejamento para a criação de estratégias corporativas ao analisar 
tanto o ambiente interno quanto externo da empresa. Essas avaliações permitem que 
as empresas alinhem seus recursos às oportunidades do mercado e estejam preparadas 
para enfrentar desafios futuros. O sucesso do planeamento estratégico está diretamente 
ligado à qualidade dessas análises. Entender as capacidades internas da empresa 
juntamente com suas restrições e identificar oportunidades externas são passos 
cruciais na elaboração de estratégias eficientes que garantam a competitividade num 
mercado em constante mudança.
⦁ RECURSOS E CAPACIDADES ORGANIZACIONAIS
1. RECURSOS
 Na administração de uma empresa é essencial ter conhecimento sobre recursos, 
que sãoos ativos, elementos e insumos disponíveis, úteis no processo produtivo –
sejam eles tangíveis (materiais), como máquinas ou matéria-prima ou intangíveis 
(imateriais), como reputação da marca da empresa no mercado - além de entender suas 
inter-relações. 
Tipos de Recursos:
A) Recursos Tangíveis:
⦁ Físicos:
⦁ Equipamentos
⦁ Instalações
⦁ Matéria-prima
⦁ Veículos
⦁ Estoques
⦁ Terrenos e edificações
⦁ Financeiros:
⦁ Capital de giro
⦁ Capacidade de investimento
⦁ Fluxo de caixa
⦁ Ativos financeiros
B) Recursos Intangíveis:
⦁ Capital Intelectual:
⦁ Conhecimento acumulado
17
⦁ Patentes
⦁ Direitos autorais
⦁ Propriedade intelectual
⦁ Reputacionais:
⦁ Marca
⦁ Imagem corporativa
⦁ Reputação no mercado
⦁ Relacionamento com stakeholder (parte interessada)
⦁ Organizacionais:
⦁ Cultura empresarial
⦁ Processos internos
⦁ Sistemas de gestão
⦁ Tradição no mercado
2. CAPACIDADES
 A expressão capacidades se refere à habilidade que uma organização adquire 
ao longo dos anos para utilizar e gerenciar esses recursos de maneira eficiente. Essas 
capacidades são desenvolvidas a partir do capital humano da empresa, incluindo as 
competências individuais dos funcionários, a cultura organizacional e os processos 
internos. 
Elementos das Capacidades:
⦁ Capital Humano:
⦁ Competências individuais
⦁ Experiência profissional
⦁ Habilidades técnicas
⦁ Conhecimento tácito
⦁ Gestão Estratégica:
⦁ Capacidade de planejamento
⦁ Tomada de decisão
⦁ Adaptabilidade
⦁ Inovação
⦁ Vantagem Competitiva:
⦁ Diferenciação no mercado
⦁ Eficiência operacional
18
⦁ Capacidade de resposta ao mercado
⦁ Sustentabilidade do negócio
Comentários Adicionais:
⦁ Integração:
⦁ Recursos e capacidades são interdependentes
⦁ A combinação eficaz gera vantagem competitiva
⦁ Necessidade de alinhamento estratégico
⦁ Desenvolvimento:
⦁ Processo contínuo de aprendizagem
⦁ Investimento em melhorias
⦁ Adaptação às mudanças do mercado
⦁ Gestão:
⦁ Necessidade de monitoramento constante
⦁ Avaliação periódica
⦁ Atualização e renovação
⦁ Importância Estratégica:
⦁ Base para o planejamento estratégico
⦁ Fonte de diferenciação
⦁ Fundamento para crescimento sustentável
 Esta abordagem destaca como recursos e capacidades são fundamentais para o 
sucesso organizacional, sendo essenciais para a construção e manutenção de 
vantagens competitivas sustentáveis no mercado. Os elementos essenciais para 
garantir o progressos e desenvolvimento de uma empresa são recursos e capacidades. 
Ao administrar e compreender esses fatores de maneira estratégica, o objetivo é 
garantir que empresas possam se destacar e obter êxito em um contexto empresarial 
cada vez mais concorrentes .
Exemplo – Análise interna e externa do planejamento estratégico da empresa 
ABC.
⦁ ANÁLISE INTERNA 
A análise interna se concentra em fatores que podem afetar o desempenho da empresa. Isso 
geralmente inclui:
1. Recursos humanos - Avaliar as qualificações, habilidades e motivação dos funcionários.
- Neste exemplo fictício, a empresa ABC tem uma equipe técnica de alto desempenho, mas 
enfrenta desafios para reter talentos devido à falta de pessoal. 
19
2. Relatórios financeiros - Analisar resultados financeiros, incluindo fluxo de caixa , 
lucratividade e desempenho de investimentos. 
- A empresa tem receita estável, mas os lucros estão caindo devido ao aumento dos custos 
trabalhistas.
3. Capacidade funcional - Verificar o sucesso das atividades produtivas e operacionais. 
- A empresa tem um processo de compras que funciona bem, mas é sobrecarregado , o que 
retarda o crescimento.
4. Tecnologia e Inovação - Analisar o uso da tecnologia e da inovação. 
- A empresa é líder em inovação tecnológica, mas precisa melhorar a integração de novas 
tecnologias aos processos existentes.
5. Cultura organizacional - Considere a cultura e os valores da empresa. 
- A cultura organizacional é colaborativa, mas a comunicação entre departamentos precisa 
mudar.
⦁ ANÁLISE EXTERNA
A análise externa envolve o exame de fatores externos à empresa que podem afetar seu 
sucesso.
Geralmente inclui: 
1. Ambiente financeiro - Analisar a situação econômica e seus resultados. 
- A economia está se expandindo proporcionando uma oportunidade de crescimento, mas a 
inflação aumenta os custos operacionais .
2. Concorrência - Analise a concorrência do mercado.
- Uma empresa enfrenta intensa concorrência de novos participantes que oferecem produtos 
de baixo custo .
3. Tendências de mercado - Identifique mudanças nas preferências do consumidor e 
tendências do setor.
- A demanda por produtos sustentáveis continua crescendo , e a empresa continua 
desenvolvendo sua linha de produtos orgânicos.
4. Leis e políticas - Considere leis e políticas que afetam o setor. 
- Regulamentações ambientais podem exigir mudanças nos processos de produção.
5. Tecnologia externa - Procure tecnologias que impactem o setor. 
- O uso crescente de inteligência artificial na indústria pode gerar novas oportunidades de 
emprego .
Conclusão:
Com base nessa análise, a empresa pode identificar seus pontos fortes, fracos, oportunidades 
e ameaças (análise SWOT ) para criar estratégias que utilizem seus pontos fortes internos e 
reduzam os riscos externos. Isso ajuda a empresa a se destacar no mercado e a atingir seus 
objetivos.
20
⦁ ESTABELECIMENTO DE OBJETIVOS E ESTRATÉGIAS
⦁ Análise dos Ambientes Internos e Externos:
 Antes de determinar metas e planos, é importante entender a situação 
operacional da empresa.
Isso inclui uma análise detalhada de fatores internos (como recursos, capacidades e 
processos) e externos (como mercados, concorrência e condições econômicas). Essa 
análise ajuda a identificar as oportunidades e ameaças da empresa, bem como os 
pontos fortes e fracos.
⦁ Definição clara dos objetivos:
 Para uma empresa obter sucesso, ela precisa ter objetivos e estratégias claras 
para atingir esses objetivos. Objetivos são as metas específicas que uma empresa 
deseja atingir, enquanto estratégia é o plano que ela usa para atingir essas metas.
 Com base na análise, a empresa pode definir metas claras e mensuráveis. Esses 
objetivos devem ser “específicos”, “mensuráveis“, “alcançáveis”, “relevantes” e com 
“tempo” (prazo) definido (SMART). Objetivos claros ajudam a direcionar os esforços 
e recursos de uma empresa de forma eficaz.
⦁ Desenvolvimento das estratégias:
 
 São as ações estratégicas de alto nível que uma empresa tomará para atingir 
seus objetivos. Eles definem "como" uma empresa planeja atingir seus objetivos e 
podem incluir decisões sobre estrutura de mercado, diferenciação de produtos, 
expansão regional e outras decisões .
⦁ Desenho do Caminho a Ser Seguido:
 Depois de definir objetivos e estratégias, é importante determinar o caminho 
que a empresa seguirá. Isso inclui planejamento, alocação de recursos e serviços 
necessários. Um plano bem estruturado aumenta as chances de sucesso na 
implementação do plano .
⦁ ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO
⦁ Identificação de projetos:
 Os projetos desempenham um papel fundamental no plano, convertendo-o em 
ações concretas. É essencial que cada projeto possua um escopo bem definido, um 
cronograma, atribuições claras e resultados esperados. Elaborar um plano de ação 
envolve o planejamento e a organização das atividades de forma lógica e eficiente. 
Isso pode englobar a distribuição de recursos e a definição de indicadores de 
desempenho para acompanhar o progresso.
21
⦁ Implementação do Plano de Ação
 A implementação consiste na realização das atividades planejadas. Para garantir 
que os projetos sejam finalizados dentro do prazo, respeitando o orçamento e 
alcançando os objetivos estabelecidos, é fundamental que a empresa consiga 
monitorar a execução do plano. Após a definição dos objetivos e métodos, é 
necessário criar um plano detalhado que identifique as tarefas a serem executadas, os 
prazos para sua conclusão,os responsáveis por cada atividade e os requisitos 
necessários.
 Resumindo, definir objetivos e estratégias é fundamental para o sucesso de uma 
empresa. Com objetivos claros, uma estratégia clara e um plano detalhado, a 
organização pode atingir seus objetivos e se diferenciar no mercado. Gerentes e 
funcionários devem trabalhar juntos para garantir que essas estratégias sejam 
implementadas e que os objetivos definidos sejam cumpridos.
⦁ A EFICÁCIA DA EXECUÇÃO DO PLANEJAMENTO
 Implementar com sucesso um plano estratégico traz uma mudança substancial 
para uma empresa. Não obstantes as diretrizes seguidas à risca, tal mudança pode se 
mostrar desafiadora. Para assegurar o êxito, determinar um sistema de monitoramento 
eficiente torna-se crucial para avaliar de forma contínua o andamento da estratégia.
PONTOS PRINCIPAIS PARA O SUCESSO DA IMPLEMENTAÇÃO:
a) Estabelecer um senso de urgência:
Ampliar a conscientização sobre a urgência implica em comunicar claramente e 
persuasivamente a necessidade de mudança, destacando os perigos da falta de ação e 
as possibilidades que podem ser exploradas. Esse processo pode envolver analisar as 
tendências do mercado, identificar ameaças da concorrência ou responder a alterações 
nas regulamentações que demandam uma rápida tomada de decisão. Estabelecer 
prazos ajuda a manter o foco e o ímpeto necessários.
b) Formar uma equipe unida e com autoridade:
A equipe encarregada da implementação deve incluir líderes influentes e respeitados 
dentro da organização que tenham a autoridade para tomar decisões e inspirar os 
demais membros da equipe. Eles devem ter uma visão compartilhada e trabalhar em 
conjunto de forma colaborativa para superar possíveis resistências e obstáculos no 
caminho.
c) Criar uma visão clara e elaborar estratégias compartilhadas:
A visão deve ser motivadora e de fácil compreensão para orientar todas as iniciativas 
de transformação com sucesso. As estratégias devem ser elaboradas de forma 
22
colaborativa para garantir que todos os participantes entendam o plano proposto e se 
comprometam com ele plenamente. Isso pode envolver workshops de planejamento 
estratégico interativos e sessões de feedback construtivo.
d) Comunicar a visão compartilhada:
Uma comunicação eficiente é essencial para compartilhar a visão e orientações 
atualizadas de forma efetiva dentro de uma organização. Talvez isso inclua encontros 
periódicos, você adiciona boletins informativos ou a utilização de plataformas digitais 
para garantir que todos os integrantes da equipe estejam alinhados com os objetivos e 
conscientes de como suas atribuições auxiliam no êxito global da empresa.
e) Dar poder (empower) promovendo inovação:
Empoderar os funcionários envolve conceder a eles a liberdade de tomar decisões e 
colocar em prática ideias que possam aprimorar o processo de transformação 
organizacional. Isso pode implicar rever regulamentos que cerceiam a criatividade, 
disponibilizar capacitações para desenvolver competências novas e estabelecer um 
cenário que estimule a experimentação e o crescimento contínuos.
f) Obter pequenas vitórias:
Comemorar conquistas menores ao longe da jornada é fundamental para mantermos o 
ânimo elevado e evidenciar que avanços estão sendo alcançados de fato. Tais triunfos 
precisam ser palpáveis e visíveis, realçando a relevância do trabalho em equipe e 
estimulando a persistência nas atividades.
g) Consolidar as primeiras vitórias e aprofundar o processo:
Após os primeiros sucessos conquistados é crucial manter o ritmo através da 
implementação de transformações mais substanciais e abrangentes. Isso implica em 
expandir os projetos bem-sucedidos já existentes ao mesmo tempo em que se 
introduzem novas iniciativas para fortalecer os objetivos estratégicos estabelecidos. 
Assim se garante que as mudanças sejam duradouras e incorporadas à cultura 
organizacional de forma consistente.
h) Institucionalizar a nova abordagem e cultura:
É fundamental garantir que as mudanças sejam efetivas no longo prazo na 
organização - é preciso incorporar os novos comportamentos ao dia-a-dia da empresa 
de maneira consistente. Isso pode incluir revisar procedimentos de gestão, ajustar 
sistemas de incentivo, bem como criar iniciativas de liderança que garantam que os 
novos valores e cultura se mantenham firmes ao longo do tempo.
 É importante seguir essas etapas para garantir que o plano estratégico seja 
implementado com sucesso pela organização - assim ela poderá não só atingir suas 
metas como também se ajustar bem em um ambiente sempre mutável para prosperar.
23
==================//====================
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
ANSOFF, H. Igor. A nova estratégia empresarial. São Paulo: Atlas, 2007.
KOTLER, P.; KELLER, K.L. Administração de Marketing. 14ª ed. São Paulo: Pearson 
Prentice Hall, 2012.
MARÇAL, Andrea Nino. Planejamento e gestão estratégica. 2. ed. Rio de Janeiro: 
Universidade Veiga de Almeida, 2015.
MARÇAL, Andrea Nino. Roteiros de Estudo das Unidades da Disciplina “Planejamento e 
Gestão Estratégica” - Plataforma Canvas.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à Administração. 8ª ed. São Paulo: Atlas, 
2011.
MINTZBERG, H.; AHLSTRAND, B.; LAMPEL, J. Safári de Estratégia: Um Roteiro pela 
Selva do Planejamento Estratégico. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2010.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento Estratégico: Conceitos, 
Metodologia e Práticas. 34ª ed. São Paulo: Atlas, 2018.
LISTA-02 - EXERCÍCIOS DE REFORÇO - ERISSON M. MOREIRA
ATIVIDADES NÃO PONTUADA
De acordo com o texto acima, responda cada uma das 
questões a seguir indicando a alternativa correta, ou, se for o 
caso, a melhor opção entre elas. 
01 - Qual é o primeiro passo fundamental no planejamento estratégico de uma empresa?
a) Análise SWOT
b) Definição da missão
c) Elaboração do plano de ação
d) Estabelecimento de objetivos
e) Análise do ambiente externo
24
02 - O que representa a visão de uma empresa no planejamento estratégico?
a) Sua razão de existir
b) Seus valores fundamentais
c) Onde ela quer chegar no futuro
d) Suas estratégias de curto prazo
e) Sua análise do ambiente interno
03 - Qual ferramenta é comumente utilizada para analisar o ambiente interno e externo de 
uma empresa?
a) Balanced Scorecard
b) Matriz BCG
c) Análise PESTEL
d) Análise SWOT
e) Cinco Forças de Porter
04 - O que são considerados recursos tangíveis de uma empresa?
a) Equipamentos e instalações
b) Patentes
c) Conhecimento dos funcionários
d) Reputação da marca
e) Cultura organizacional
05 - Qual é o objetivo principal da análise do ambiente externo no planejamento estratégico?
a) Identificar pontos fortes e fracos
b) Definir a missão da empresa
c) Estabelecer objetivos de curto prazo
d) Analisar a cultura organizacional
e) Identificar oportunidades e ameaças
06 - O que caracteriza os objetivos SMART no planejamento estratégico?
a) Serem subjetivos e amplos
b) Serem específicos, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com prazo definido
c) Serem focados apenas no longo prazo
d) Serem definidos exclusivamente pela alta administração
e) Serem imutáveis ao longo do tempo
07 - Qual é a função principal do plano de ação no planejamento estratégico?
a) Definir a missão da empresa
b) Analisar o ambiente externo
c) Estabelecer objetivos de longo prazo
d) Converter estratégias em ações concretas
e) Realizar a análise SWOT
08 - O que são considerados recursos intangíveis de uma empresa?
a) Equipamentos e maquinário
25
b) Estoques de matéria-prima
c) Capital financeiro
d) Instalações físicas
e) Reputação da marca e conhecimento acumulado
09 - Qual escola do pensamento estratégico enfatiza a importância da intuição do líder?
a) Escola de Design
b) Escola Empreendedora
c) Escola de Posicionamento
d) Escola de Planejamento
e) Escola Cognitiva
10 - O que caracteriza o planejamento tático em uma organização?
a) Foco no longo prazo e abrangência total da empresa
b) Foco no curto prazo e em atividades operacionais
c) Focono médio prazo e em departamentos específicos
d) Foco apenas em análise do ambiente externo
e) Foco exclusivo em recursos financeiros
11 - Qual é o principal objetivo da análise interna no planejamento estratégico?
a) Identificar oportunidades de mercado
b) Analisar a concorrência
c) Definir a visão da empresa
d) Identificar pontos fortes e fracos da organização
e) Estabelecer objetivos de longo prazo
12 - O que caracteriza a escola de configuração no pensamento estratégico?
a) Foco exclusivo em análise quantitativa
b) Ênfase na intuição do líder
c) Combinação de elementos de outras escolas
d) Foco apenas no ambiente externo
e) Ênfase em planejamento formal e detalhado
13 - Qual é a importância de estabelecer um senso de urgência na implementação do 
planejamento estratégico?
a) Aumentar os custos operacionais
b) Motivar a equipe e acelerar o processo de mudança 
c) Criar resistência à mudança
d) Reduzir a participação dos funcionários
e) Focar apenas em objetivos de curto prazo
14 - O que caracteriza os recursos e capacidades organizacionais no planejamento 
estratégico?
a) São sempre tangíveis e facilmente mensuráveis
b) Não influenciam na vantagem competitiva da empresa
26
c) São a base para o desenvolvimento de estratégias
d) São irrelevantes para o sucesso organizacional
e) Focam apenas em aspectos financeiros
15 - Qual é a importância de obter pequenas vitórias durante a implementação do 
planejamento estratégico?
a) Desacelerar o processo de mudança
b) Aumentar a resistência dos funcionários
c) Manter o ânimo elevado e evidenciar o progresso
d) Focar apenas em objetivos de longo prazo
e) Reduzir a comunicação interna
16 - Sobre as etapas do planejamento estratégico, analise as afirmações:
I. A definição da missão é o primeiro passo do planejamento estratégico.
II. A análise SWOT é utilizada para avaliar o ambiente interno e externo da empresa.
III. O plano de ação é elaborado antes da definição dos objetivos estratégicos.
Está(ão) correta(s):
a) Apenas I
b) Apenas II
c) Apenas III
d) I e II
e) II e III
17 - Em relação aos recursos organizacionais, considere:
I. Recursos tangíveis incluem equipamentos, instalações e capital financeiro.
II. A reputação da marca é considerada um recurso intangível.
III. As capacidades organizacionais não têm relação com os recursos da empresa.
Está(ão) correta(s):
a) Apenas I
b) Apenas II
c) Apenas III
d) I e II
e) I, II e III
18 - Sobre as escolas do pensamento estratégico, analise:
I. A escola de design enfatiza a análise SWOT.
II. A escola empreendedora foca na intuição do líder.
III. A escola de configuração combina elementos de outras escolas.
Está(ão) correta(s):
a) Apenas I
b) Apenas II
27
c) Apenas III
d) I e II
e) I, II e III
19 - Considerando os níveis de planejamento, avalie:
I. O planejamento estratégico tem foco no longo prazo e abrange toda a organização.
II. O planejamento tático é focado em departamentos específicos e tem horizonte de médio 
prazo.
III. O planejamento operacional lida com atividades diárias e tem foco no curto prazo.
Está(ão) correta(s):
a) Apenas I
b) Apenas II
c) Apenas III
d) I e II
e) I, II e III
20 - Sobre a implementação do planejamento estratégico, considere:
I. Estabelecer um senso de urgência é importante para motivar a equipe.
II. A comunicação da visão deve ser feita apenas para a alta administração.
III. Obter pequenas vitórias ajuda a manter o ânimo da equipe elevado.
Está(ão) correta(s):
a) Apenas I
b) Apenas II
c) Apenas III
d) I e III
e) I, II e III
21 - Em relação à análise do ambiente externo, analise:
I. Fatores econômicos e políticos são considerados no ambiente macroambiental.
II. A análise de concorrentes faz parte do ambiente microambiental.
III. A análise PESTEL é uma ferramenta utilizada para avaliar o ambiente externo.
Está(ão) correta(s):
a) Apenas I
b) Apenas II
c) Apenas III
d) I e II
e) I, II e III
22 - Sobre os objetivos estratégicos, considere:
I. Devem ser específicos, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com prazo definido 
(SMART).
II. São sempre de longo prazo e imutáveis.
III. Devem estar alinhados com a missão e visão da empresa.
28
Está(ão) correta(s):
a) Apenas I
b) Apenas II
c) Apenas III
d) I e III
e) I, II e III
23 - Em relação às capacidades organizacionais, analise:
I. São desenvolvidas ao longo do tempo e difíceis de imitar.
II. Não têm relação com a vantagem competitiva da empresa.
III. Incluem habilidades, conhecimentos e processos organizacionais.
Está(ão) correta(s):
a) I e III 
b) Apenas I
c) Apenas II
d) Apenas III
e) I, II e III
24 - Sobre a análise interna no planejamento estratégico, considere:
I. Tem como objetivo identificar pontos fortes e fracos da organização.
II. Inclui a avaliação de recursos tangíveis e intangíveis.
III. Não considera a cultura organizacional como fator relevante.
Está(ão) correta(s):
a) Apenas I
b) Apenas II
c) Apenas III
d) I e II
e) I, II e III
25 - Em relação ao plano de ação no planejamento estratégico, analise:
I. Define tarefas, prazos e responsáveis para cada ação.
II. É elaborado antes da definição dos objetivos estratégicos.
III. Deve ser monitorado e ajustado conforme necessário durante a implementação.
Está(ão) correta(s):
a) Apenas I
b) I e III 
c) Apenas II
d) Apenas III
e) I, II e III
29
G A B A R I T O D A S Q U E S T Õ E S
Questão Gabarito
1 B
2 C
3 D
4 A
5 E
6 B
7 D
8 E
9 B
10 C
11 D
12 C
13 B
14 C
15 C
16 D
17 D
18 E
19 E
20 D
21 E
22 D
23 A
24 D
25 B
30

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