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10 regras do Branding Sensorial O branding se empenha continuamente em alcançar autenticidade e criar um relacionamento com os consumidores que se estenda do berço ao túmulo. A religião automaticamente assume uma relação autêntica, fiel e duradoura com os seguidores. As religiões podem ser uma fonte de inspiração para o branding? Pensando em elevar uma marca para uma conexão quase religiosa com seus consumidores, existem algumas regrinhas... 1)Sensação de pertença: é preciso fazer com que o consumidor se identifique com a sua marca e sinta que faz parte do seu negócio. David Levine, o autoproclamado “Mac doido” tem no interior de sua casa o seu próprio Macmundo. Identificação com a cultura e identidade da marca. Ou seja, como diz Levine “somos usuários do Mac por termos valores semelhantes”. Criar uma sensação de pertença é fundamental para fomentar o crescimento de uma comunidade. Existem umas 4 mil comunidades da LEGO ao redor do mundo, compreendendo todos os grupos de idade! Afinal, quem não gosta de fazer altas construções de LEGO, não é? 2) Visão clara: a marca precisa refletir uma forte sensação de propósito, é isso que ajuda os os consumidores a identificar quem está por trás da marca e cria os evangelizadores. Como se mede a verdadeira lealdade a uma marca? Talvez perguntando aos consumidores qual marca eles estariam preparados a tatuar no braço. 3) Inimigos: a competição de marcas é uma guerra – e isso une as pessoas quando elas têm um mesmo propósito. Coca ou Pepsi? Apple ou Samsung? McDonald’s ou BK? 4) Evangelização: espalhar a palavra de um consumidor para o outro, adepto a adepto, seja pelo boca a boca, pela herança das gerações passadas ou qualquer outra maneira que os consumidores encontrarem. 5) Grandiosidade: as religiões e as marcas que impregnam os consumidores com uma sensação de maravilhamento e reverência vão conectar todos nós a elas. Quando o iPhone foi lançado, ele não alcançou quase da noite para o dia um sentido de grandiosidade quase sem precedentes?