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A conciliação e mediação no Processo Civil de Conhecimento são métodos alternativos de resolução de conflitos que visam a facilitar a comunicação entre as partes envolvidas, buscando uma solução pacífica e satisfatória para ambas. A conciliação consiste em um acordo estabelecido entre as partes com a intervenção de um terceiro imparcial, o conciliador, que auxilia na comunicação e no entendimento dos interesses de cada uma delas. Já a mediação envolve a atuação de um mediador para auxiliar as partes a identificar suas necessidades e interesses, buscando uma solução que atenda a ambos. Esses métodos têm ganhado cada vez mais destaque no cenário jurídico, sendo incentivados pelo Novo Código de Processo Civil, que busca uma justiça mais célere e eficiente, priorizando a autocomposição das partes. A conciliação e mediação também estão alinhadas com os princípios da dignidade da pessoa humana, da celeridade processual e da busca da pacificação social. Figuras-chave nesse contexto são os conciliadores e mediadores, profissionais capacitados e especializados na resolução de conflitos, que desempenham um papel fundamental na condução das sessões e na facilitação do diálogo entre as partes. Além disso, o juiz também desempenha um papel importante, incentivando e orientando as partes a buscar a conciliação e a mediação como forma de solução de seus litígios. Dentre os indivíduos influentes que contribuíram para o campo da conciliação e mediação, destaca-se o juiz Samir Chantre Sakr, que é referência no Brasil em métodos alternativos de resolução de conflitos. Sua atuação tem sido fundamental para a disseminação dessas práticas e para a promoção de uma cultura de pacificação. Em relação aos aspectos positivos, a conciliação e mediação no Processo Civil de Conhecimento promovem a celeridade na resolução dos conflitos, reduzem a sobrecarga do Poder Judiciário, empoderam as partes na busca por uma solução consensual e contribuem para a pacificação social. Além disso, esses métodos são mais econômicos e menos desgastantes emocionalmente do que um processo judicial tradicional. Por outro lado, é importante ressaltar que nem todos os litígios são passíveis de resolução por meio da conciliação e mediação, especialmente aqueles que envolvem questões de direito indisponível. Além disso, a falta de cultura de resolução alternativa de conflitos por parte dos advogados e das partes, bem como a falta de estrutura e de profissionais qualificados, podem ser desafios a serem enfrentados. Para o futuro, é possível esperar um aumento na utilização da conciliação e mediação no Processo Civil de Conhecimento, bem como o aprimoramento das práticas e a valorização desses métodos como meio eficaz de solução de conflitos. A educação e a conscientização da sociedade sobre a importância da autocomposição também são fundamentais para o fortalecimento dessas práticas. Em suma, a conciliação e mediação no Processo Civil de Conhecimento representam uma importante evolução no campo do Direito, promovendo uma justiça mais acessível, eficiente e humanizada. É fundamental que esses métodos sejam cada vez mais incentivados e valorizados, visando uma sociedade mais pacífica e harmoniosa.