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Funções Sociais da Escola: perspectivas possíveis EDUCAÇÃO INCLUSIVA, ALTAS HABILIDADES E PEDAGOGIA DIFERENCIAL UNIDADE IV Autismo e Escola: desafios e realidade https://encrypted- tbn0.gstatic.com/images?q=tbn%3AANd9GcR7I1TgkC2Vc4S3BI6vb4Jg6 uOMG6EPfNCACA&usqp=CAU AUTISMO E ESCOLA: DESAFIOS E REALIDADE Como sabemos várias são as concepções de desenvolvimento e de aprendizagem que estão ligadas diretamente ao trabalho docente, como a formação do professor e a preparação dos espaços escolares com intuito de contemplar um ensino diversificado, que seja capaz de atender às expectativas não só dos pais, familiares, mas principalmente daqueles que são protagonistas da evolução desse processo, os “alunos e professores”. https://deputadoeverton.com.br/wp- content/uploads/2020/02/shutterstock_4 34635783-1024x803-1024x803.jpg •Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012, que instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Essa Lei foi batizada de “Lei Berenice Piana”, em justa homenagem a uma mãe que, desde que recebeu o diagnóstico de seu filho, luta pelos direitos das pessoas com autismo. Importante! Portanto, inclusão de pessoas, segundo a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (MEC/2008), constitui-se em modalidade transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, responsável pela organização e oferta dos recursos e serviços que promovam a acessibilidade, eliminando, assim, as barreiras que possam dificultar ou obstar o acesso, a participação e também a aprendizagem. Resolução CNE/CEB, nº 4/2009, que no seu artigo 4º, considera público alvo do AEE: I–Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial. II–Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da infância (psicoses) e transtornos invasivos sem outra especificação. III–Alunos com altas habilidades/superdotação: aqueles que apresentam um potencial elevado e grande envolvimento com as áreas do conhecimento humano, isoladas ou combinadas: intelectual, liderança, psicomotora, artes e criatividade. Segundo DSM-5 (2014), “Manifestações do transtorno também variam muito dependendo da gravidade da condição autista, do nível de desenvolvimento e da idade cronológica; daí o uso do termo espectro. O transtorno do espectro autista engloba transtornos antes chamados de autismo infantil precoce, autismo infantil, autismo de Kanner, autismo de alto funcionamento, autismo atípico, transtorno global do desenvolvimento sem outra especificação, transtorno desintegrativo da infância e transtorno de Asperger”. DSM-5 2014, pág.97) Segundo Silva (2012), O autismo é um transtorno global do desenvolvimento infantil que se manifesta antes dos 3 anos de idade e se prolonga por toda a vida. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 70 milhões de pessoas no mundo são acometidas pelo transtorno, sendo que, em crianças, é mais comum que o câncer, a Aids e o diabetes. Caracteriza- se por um conjunto de sintomas que afeta as áreas da socialização, comunicação e do comportamento, e, dentre elas, a mais comprometida é a interação social. (SILVA, 2012, pág. 4) https://www.telavita.com.br/blog/wp- content/uploads/2018/09/autismo.jpg Segundo Silva (2012) podemos definir Espectro Autista da seguinte maneira: Quando jogamos uma pedrinha em um lago de água parada, ela gera várias pequenas ondas que formam camadas mais próximas e mais distantes do ponto no qual a pedra caiu. O espectro autista é assim, possui várias camadas, mais ou menos próximas do autismo clássico (grave), que poderia ser considerado o centro das ondas, o ponto onde a pedra atingiu a água. Esse espectro pode se manifestar nas pessoas de diversas formas, mas elas terão alguns traços similares, afinal todas as ondulações derivam do mesmo ponto. (SILVA, 2012, pág. 42) Podemos destacar: *Dificuldade de interação social; *Déficit de comunicação social, tanto quantitativo quanto qualitativo; *Padrões inadequados de comportamento que não possuem finalidade social. Segundo Been (2011), crianças nessa faixa etária variam amplamente, portanto, frequentemente se presume que crianças com transtorno de Asperger tem “desenvolvimento tardio” ou estão “passando por uma fase”. Desse modo, algumas crianças são diagnosticadas de forma incorreta, considerando como TDAH (transtorno de déficit de atenção/ hiperatividade). No entanto, esses alunos ao ingressarem nas escolas, apresentam comportamentos singular, estranho, diferente, levando a grande parte dos indivíduos associarem com transtornos invasivos do desenvolvimento. https://aempreendedora.com.br/wp- content/uploads/2016/09/group- 418449_960_720.jpg •Segundo Papalia (2006), a síndrome de Down, é responsável por cerca de um terço de todos os casos de retardamento mental moderado a severo. Assim, a Síndrome de Down é conhecida como uma alteração cromossômica e a criança com essa síndrome apresenta característica física mais evidente associada ao distúrbio por uma dobra na pele inclinada para baixo nos cantos internos dos olhos. https://super.abril.com.br/wp- content/uploads/2016/10/super_imgsindrome_ de_down.jpg A pedagogia diferenciada origina uma nova abordagem, mais centrada no aprendiz e em seu itinerário: a individualização dos percursos de formação. Avaliam-se os limites da ação em uma classe fechada em quatro paredes e dentro de um programa anual; trabalha-se sobre as estruturas que tornam possíveis dispositivos mais favoráveis à diferenciação. (Perrenoud, 2000, p. 44) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: ESTEVES, Maria Clarice de Almeida e CASTRO, Sandra da Cunha. Educação Inclusiva. Niterói, RJ: EAD/UNIVERSO, 2018, 2ª Edição. FERNANDES, Sueli. Fundamentos para educação especial. 2.ed. Ibpex, 2011. (Série Fundamentosda Educação) • LISTA BASE DE INDICADORES DE SUPERDOTAÇÃO - PARÂMETROS PARA OBSERVAÇÃO DE ALUNOS EM SALA DE AULA – • file:///C:/Users/profs/Downloads/lista-base-de-indicadores-de-ahs-cristina-delou.pdf • Todas as crianças na escola regular políticas de inclusão • file:///C:/Users/profs/Downloads/2576-5111-1-PB.pdf • Pedagogia Diferencial • file:///C:/Users/profs/Downloads/839-3080-1-PB.pdf file:///C:/Users/profs/Downloads/2576-5111-1-PB.pdf file:///C:/Users/profs/Downloads/839-3080-1-PB.pdf