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DISCIPLINA QUESTÕES
Princípios de Gestão Educacional 01 a 04
Metodologias Ativas e Tecnologias 05 a 07
Planejamento e Práticas na Gestão Escolar 08 a 11
Financiamento da Educação e a Gestão Escolar 12 a 15
Sistemas de Gestão e Ferramentas Tecnológicas 16 a 18
Políticas e Gestão na Educação 19 a 22
Gestão Estratégica em Ambientes Educativos 23 a 26
Gestão de Pessoas 27 a 30
CU
RS
O
 D
E 
FO
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A
ÇÃ
O
29/10/2023
AVALIAÇÃO DE
DESEMPENHO
LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES
1. Quando for autorizado abrir o caderno de questões, verifique se ele está completo ou
se apresenta imperfeições gráficas que possam gerar dúvidas. Se isso ocorrer, solicite
outro exemplar ao(à) fiscal de sala.
2. Este caderno é composto por questões de múltipla escolha. Cada questão de múltipla
escolha apresenta quatro alternativas de respostas, das quais apenas uma é a correta.
3. O cartão-resposta é personalizado e não será substituído em caso de erro no
preenchimento. Ao recebê-lo, confira se seus dados estão impressos corretamente. Se
houver erro de impressão, notifique o(a) fiscal de sala.
4. Preencha, integralmente, um alvéolo por questão do cartão-resposta, utilizando caneta
de tinta AZUL ou PRETA, fabricada em material transparente. A questão deixada em
branco, com rasura ou com marcação dupla terá pontuação ZERO.
GESTÃO ESCOLAR
SME GOIÂNIA-GO/2023 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO IV/UFG 
Curso de Formação em Gestão Escolar 
 
PRINCÍPIOS DA GESTÃO EDUCACIONAL 
 
QUESTÃO 01 
 
Leia os textos a seguir. 
 
Texto A 
A organização e a gestão da escola adquirem um significado 
bem mais amplo, para além de referir-se apenas a questões 
administrativas e burocráticas. Elas são entendidas como 
práticas educativas, pois passam valores, atitudes, modos de 
agir, influenciando as aprendizagens de professores e alunos. 
O diretor coordena, organiza e gerencia todas as atividades da 
escola, auxiliado pelos demais componentes do corpo de 
especialistas e de técnicos-administrativos, atendendo às leis, 
regulamentos e determinações dos órgãos superiores do 
sistema de ensino e às decisões no âmbito da escola 
assumidas pela equipe escolar e pela comunidade. Nesse 
sentido, a instituição escolar caracteriza-se por ser um sistema 
de relações humanas e sociais com fortes características 
interativas, que as diferenciam das empresas convencionais. 
LIBÂNEO, J. C. Organização e gestão da escola: teoria e prática. São Paulo: 
Editora Heccus, 2014. 
 
Texto B 
Já é amplamente reconhecido que a qualidade da educação se 
assenta sobre a competência de seus profissionais em oferecer 
para seus alunos e a sociedade em geral experiências 
educacionais formativas e capazes de promover o 
desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes 
necessárias ao enfrentamento dos desafios vivenciados em um 
mundo globalizado, tecnológico, orientado por um acervo cada 
vez maior e mais complexo de informações e por uma busca de 
qualidade em todas as áreas de atuação. 
LÜCK, Heloísa. Dimensões da gestão escolar e suas competências, Editora 
Positivo: Curitiba, 2009. 
 
Libâneo e Heloísa Lück associam a organização e gestão 
da escola à um significado bem mais amplo, para além de 
referir-se apenas às questões administrativas e burocráticas. 
Ao fazer essa associação, para uma gestão escolar adequada, 
é necessário ter 
 
(A) competência visual, emocional, social e espiritual, a fim 
de oferecer para seus alunos e a sociedade em geral, 
experiências educacionais formativas e capazes de 
promover o desenvolvimento de conhecimentos, 
habilidades e atitudes necessárias ao enfrentamento 
dos desafios, vivenciados em um mundo globalizado, 
tecnológico, orientado por um acervo cada vez maior e 
mais complexo de informações. 
 
(B) competência da administração empresarial, visando 
correlacionar a identidade absoluta entre empresa e 
escola, como por exemplo, a especificidade da escola 
enquanto prestadora de serviços, considerando o aluno 
a matéria-prima peculiar participante de sua elaboração. 
 
(C) competência de administração de mercado, de 
racionalidade, de eficiência e eficácia, em perceber a 
escola, sob o contexto social de avanço neoliberal, quando 
os valores correntes expressos na educação são “inovação” 
e “eficiência” aos quais, os sistemas escolares do nível 
básico ao superior devem adotar e efetivar. 
 
(D) competência para conduzir os processos de forma 
técnica, planejada e eficiente, com capacidade para a 
utilização racional dos recursos para a realização de fins 
determinados. 
 
QUESTÃO 02 
 
Leia os textos a seguir. 
 
Texto A 
A LDB nº 9.394/1996 estabelece que o princípio da gestão 
democrática se efetiva por meio de processos coletivos, 
envolvendo a participação da comunidade local e escolar. No 
art. 14°, ao encaminhar para o sistema de ensino as normas 
para a gestão democrática, indica dois instrumentos 
fundamentais: a elaboração do Projeto Político Pedagógico 
(PPP) da escola, contando com a participação dos profissionais 
da educação, bem como a participação das comunidades 
escolar e local em Conselhos Escolares ou equivalentes. No 
contexto de uma gestão democrática da escola pública, o PPP 
deve ser entendido como um dos principais instrumentos para 
a organização do trabalho e das atividades da escola e, 
particularmente, para a definição de sua própria organização 
pedagógica. 
DOURADO, Luiz Fernandes. Gestão da educação escolar. Brasília: 
Universidade de Brasília, Centro de Educação a Distância, 2006. 
 
Texto B 
A compreensão do papel do projeto político-pedagógico (PPP) 
na escola e do conceito de gestão democrática é fundamental 
para o gestor. O Projeto da escola e gestão trazem a articulação 
e o significado postulados para a construção dos marcos da 
educação sustentada por dois eixos: o da igualdade e o da 
inclusão. 
VEIGA, Ilma Passos A. Projeto Político Pedagógico da Escola: uma construção 
coletiva. Campinas: Papirus, 1995. 
 
Considerando a perspectiva de Dourado e Veiga de que o 
projeto político-pedagógico (PPP) dá consistência às ações 
coletivas e estas, por sua vez, impulsionam as ações 
individuais para a participação no projeto da escola, o PPP 
 
(A) da escola pública é o eixo ordenador e integrador do 
pensar e do fazer do trabalho educativo. Se for 
concebido com a participação de toda comunidade 
escolar, revela quem é a comunidade escolar, quais são 
seus desafios com relação à boa formação, à conquista 
da autonomia e da gestão democrática, capaz de 
organizar, executar e avaliar o trabalho educativo de 
todos os sujeitos da escola. 
 
(B) deve ser entendido como um documento da direção da 
escola pública. Nesse sentido, deve ser elaborado como 
um processo de planejamento sem a participação da 
comunidade escolar, uma vez que é inviável convencer 
os professores e a equipe administrativa a trabalhar 
mais. 
 
(C) deve ser elaborado como um instrumento de gestão que 
visa a atender a uma exigência burocrática da escola. 
Nesse sentido, em que pese respeitar a legislação, ele 
é imutável, e principalmente deve se constituir como 
uma ferramenta fundamental a ser usada pela direção 
responsável por sua elaboração e execução. 
 
(D) da escola pública distante de ser entendido como 
organização do trabalho pedagógico da escola como um 
todo. Nessa perspectiva, é fundamental que ele assuma 
seu papel de orientador apenas da esfera administrativa 
como instrumento da direção no sentido de fortalecer e 
dar visibilidade à imagem do diretor na escola e na 
comunidade. 
SME GOIÂNIA-GO/2023 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO IV/UFG 
Curso de Formação em Gestão Escolar 
 
QUESTÃO 03 
 
Leia os textos a seguir. 
 
Texto A 
Uma escola que busque para si e para aqueles que dependem 
dela, a busca incessante não só pelo conhecimento, mas pelos 
direitos e deveres igualitários de todos, podemos dizer que esta 
sim é uma escola cidadã, pois viabiliza o processo de cidadania, 
da construção do cidadão.A escola cidadã busca dentro dos 
seus anseios e metas um espaço para empregar a dependência 
e o livre-arbítrio. Viver uma experiência complicada e difícil da 
democratização, essa é uma das situações que a escola cidadã 
tem em seu viés, há uma luta constante e árdua para que seus 
profissionais institucionais e seus educandos tenham suas 
necessidades e desejos concedidos dentro do espaço escolar, 
sendo que seu intuito não é restrito apenas à classe institucional, 
mas sim o da criticidade na edificação da cidadania. 
FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002. [Adaptado]. 
 
Texto B 
A democratização da escola pública é um processo que visa a 
melhoria da qualidade do ensino nas escolas, possibilitando e 
aumentando os vínculos com toda a comunidade, na qual está 
inserida, ajustando seu currículo dentro da realidade local, 
dando sentido a toda proposta pedagógica vigente. A gestão 
democrática escolar vem propor não somente a descentralização 
do poder, mas também dar altivez aos alunos, fazendo com o 
que eles exerçam e exercitem suas virtudes, como na detecção 
e resolução de problemas. 
BRASIL, Ministério da Educação e Secretaria de Educação Básica. Escola de 
Gestores da Educação Básica. 2ª Ed. CD 1. MEC, 2008. [Adaptado]. 
 
Os dois textos lidos trazem um pensamento sobre a escola 
cidadã e a democratização da escola pública. A partir desta 
percepção, a escola pública 
 
(A) foge dos princípios da gestão democrática, quando 
constituída como escola cidadã, uma vez que a escola 
cidadã busca pelos direitos e deveres igualitários e a 
democratização escolar está despreocupada com 
vínculos com a comunidade, pois tem seu olhar voltado 
apenas para aspectos técnicos de gestão. 
 
(B) deve ter um princípio democrático que viabilize ao seu 
representante, no caso, o gestor, construir suas ações 
de forma democrática e coletiva, pois a gestão 
democrática requer, em primeiro lugar, uma mudança de 
mentalidade de todos os membros da comunidade 
escolar, mudança que implica deixar de lado o velho 
preconceito de que a escola pública é um aparelho 
burocrático do Estado, em vez de uma conquista da 
comunidade. Neste sentido, a gestão democrática é 
instrumento de construção da escola cidadã. 
 
(C) tem como grande desafio a garantia de um padrão de 
qualidade sem respeitar a diversidade local, étnica, 
social e cultural, em um sistema fechado, em que os 
usuários – pais e alunos – e os prestadores de serviços 
– professores e funcionários – estão ausentes de 
responsabilidades relacionadas à organização escolar. 
 
(D) apresenta o diferencial da gestão escolar democrática 
centrado na pessoa do diretor, mediante ações 
individuais a serem alcançadas, no enfrentamento dos 
desafios e dificuldades pautados na convivência diária, 
diante de atividades autônomas exercidas de forma 
solitárias. A gestão se consolida na pessoa do diretor, 
em um ambiente desmembrado da comunidade escolar. 
 
QUESTÃO 04 
 
Leia o texto a seguir. 
 
A ação do diretor escolar será tão limitada quão limitada for sua 
concepção sobre a educação, sobre a gestão escolar e o seu 
papel profissional na liderança e organização da escola. Uma 
das competências básicas do diretor escolar é promover na 
comunidade escolar o entendimento do papel de todos em 
relação à educação e a função social da escola, mediante a 
adoção de uma filosofia comum e clareza de uma política 
educacional, de modo a haver unidade e efetividade no trabalho 
de todos. O desenvolvimento dessa concepção passa pelo 
estudo contínuo de fundamentos, princípios e diretrizes 
educacionais, postos tanto na legislação educacional, que 
define os fins da educação brasileira e organiza e orienta a sua 
atuação, quanto na literatura educacional atual. Em 
consequência, desenvolver, atualizar e rever permanentemente 
conhecimentos deve fazer parte do dia-a-dia do diretor escolar 
e de professores pretendentes a essa função, como um 
processo de capacitação em serviço, de modo que desenvolva 
competência para o desempenho efetivo das funções de 
direção escolar e colaboração com a sua realização. 
LÜCK, Heloísa. Dimensões da gestão escolar e suas competências. Editora 
Positivo: Curitiba, 2009. 
 
Lück associa a ação do diretor escolar à um significado bem 
mais amplo e para além de referir-se apenas às questões 
administrativas e burocráticas. Ao fazer essa associação, é 
preciso entender que para uma gestão escolar adequada, o 
gestor deve 
 
(A) conhecer, compreender e incorporar em suas ações os 
fundamentos e princípios da gestão democrática, conhecer 
as determinações legais norteadoras dos processos 
educacionais (Constituição Federal e Estadual; Lei de 
Diretrizes e Bases da Educação Nacional; Diretrizes 
Curriculares Nacionais dos diversos níveis e modalidades 
de ensino; Plano Nacional de Educação; Legislação 
Educacional de seu Estado e do seu Município, 
Instrumentos Normativos e Executivos de seu sistema e 
rede de ensino; Estatuto do Magistério; Estatuto da 
Criança e do Adolescente dentre outros), no sentido de 
realizar um bom trabalho, liderar e orientar sua escola 
com competência para propor melhorias. 
 
(B) desenvolver estratégias eficazes para a garantia de uma 
formação técnica e um processo sistemático e intencional, 
no sentido de efetivar com a qualidade necessária a 
formação do talento humano técnico para o mercado. 
 
(C) construir um quadro de competências específicas de 
gestão voltadas para o interior da escola e um conjunto 
de referencial básico e limitado das determinações 
legais norteadoras dos processos educacionais, como 
líder burocrático, mentor e principal condutor da vida da 
escola. Não compartilhar responsabilidades com os 
colaboradores, professores e demais gestores escolares, 
uma vez que a sua atuação se constitui em caráter 
isolado, delimitado, sendo de responsabilidade única e 
exclusiva do diretor escolar, sendo inerente ao seu 
trabalho a individualidade e a autoridade. 
 
(D) afastar, desconhecer e negar os problemas e funções 
educacionais que ocorrem na escola, no sentido de 
permitir que seja reconhecida a eficácia do seu 
desempenho profissional. 
SME GOIÂNIA-GO/2023 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO IV/UFG 
Curso de Formação em Gestão Escolar 
 
METODOLOGIAS ATIVAS E TECNOLOGIAS 
 
QUESTÃO 05 
 
A sala de aula invertida é uma abordagem educacional na 
qual os alunos acessam o material de aprendizado em casa 
e usam o tempo na sala de aula para atividades práticas e 
interação. Nesse sentido, a sala de aula invertida 
 
(A) resulta em os alunos passarem a maior parte do tempo 
em sala de aula, assistindo a palestras tradicionais. 
 
(B) promove a autonomia dos alunos, permitindo que 
acessem o conteúdo em casa. 
 
(C) requer o uso de tecnologia de ponta e conexão com a 
internet. 
 
(D) envolve obrigatoriamente a interação entre os alunos 
com profissionais atuantes no mercado. 
 
QUESTÃO 06 
 
As metodologias ativas são abordagens de ensino que 
envolvem os alunos ativamente no processo de 
aprendizado, promovendo a participação ativa e a 
construção de conhecimento. Elas geralmente requerem 
que os alunos se envolvam em atividades práticas e 
colaborativas, em contraste com o ensino tradicional 
baseado em palestras. Sendo assim, qual é uma 
característica fundamental das metodologias ativas? 
 
(A) Ênfase na instrução unidirecional, com foco na 
transmissão de informações pelos professores. 
 
(B) Promoção da passividade dos alunos, que assistem às 
aulas sem participação ativa. 
 
(C) Envolvimento ativo dos alunos em atividades práticas, 
colaborativas e construção de conhecimento. 
 
(D) Ausência de interação entre os alunos, com ênfase no 
aprendizado individual. 
 
QUESTÃO 07 
 
A implementação de metodologias ativas requer o 
envolvimento ativo dos gestores e diretores das escolas. 
Eles desempenham um papel fundamental na promoção de 
mudanças pedagógicas, na capacitação de professores e 
na superaçãode desafios. No entanto, esse processo pode 
encontrar algumas barreiras que podemos apontar, como 
 
(A) dificuldade em encontrar materiais didáticos adequados 
para as metodologias ativas. 
 
(B) inabilidade para definir metas claras de aprendizado. 
 
(C) unicamente a falta de recursos financeiros para investir 
em tecnologia educacional. 
 
(D) resistência à mudança e falta de treinamento por parte 
de alguns professores e colaboradores. 
 
 
PLANEJAMENTO E PRÁTICAS NA GESTÃO ESCOLAR 
 
QUESTÃO 08 
 
Leia os textos a seguir. 
 
Texto A 
A escola cria comunidade e ajuda a educar o cidadão. Sendo 
assim, a escola passa a ser o agente institucional fundamental 
do processo de organização da sociedade civil. 
WEFFORT, Francisco. Escola, participação e representação formal. In: L. Z. da 
Silva e J. C. de Azevedo (Org.). Paixão de aprender II. Petrópolis: Vozes, 
1995, p. 99. [Adaptado]. 
 
Texto B 
As concepções de gestão escolar refletem, portanto, posições 
políticas e concepções de homem e sociedade. O modo como 
uma escola se organiza e se estrutura tem um caráter 
pedagógico, ou seja, depende de objetivos mais amplos sobre 
a relação da escola com a conservação ou a transformação 
social. [...] A gestão democrática-participativa valoriza a 
participação da comunidade escolar no processo de tomada de 
decisão, concebe à docência como trabalho interativo, aposta 
na construção coletiva dos objetivos e funcionamento da 
escola, por meio da dinâmica intersubjetiva, do diálogo, do 
consenso. 
LIBÂNEO, José Carlos. O sistema de organização e gestão da escola. In: 
LIBÂNEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola - teoria e prática. 4ª 
ed. Goiânia: Alternativa, 2001. 
 
Francisco Weffort e José Carlos Libânio associam a escola 
como agente institucional fundamental do processo de 
organização da sociedade civil e a gestão escolar às 
concepções de homem e de sociedade. A partir desta 
percepção, para a gestão democrática da escola pública, é 
necessário 
 
(A) integrar, cooperar e incentivar a participação da 
comunidade escolar no processo de tomada de decisão, 
a docência como trabalho interativo e a construção 
coletiva dos objetivos e funcionamento da escola, por 
meio da dinâmica intersubjetiva pautadas no diálogo e 
no consenso, na perspectiva integradora entre a 
educação e a emancipação humana. 
 
(B) adotar os princípios fundamentais burocráticos da 
administração empresarial com bases em hierarquia de 
funções, normas e regulamentos, centralização das 
decisões, baixo grau de participação das pessoas e 
planos de ação feitos de cima para baixo. 
 
(C) desenvolver princípios técnicos da administração 
contemporânea no sentido de buscar integrar de forma 
harmônica os princípios da administração de mercado 
com a racionalidade, a eficiência e a eficácia. 
 
(D) estabelecer uma gestão escolar que seja voltada para a 
busca de resultados, o que implica uma ação racional, 
de responsabilidade individual discrepante em relação à 
noção de gestão baseada nos princípios constitucionais 
brasileiros e que é usada nas escolas públicas nacionais. 
 
 
 
 
 
 
SME GOIÂNIA-GO/2023 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO IV/UFG 
Curso de Formação em Gestão Escolar 
 
QUESTÃO 09 
 
Leia o texto a seguir. 
 
O desenvolvimento da competência profissional é de vital 
importância para todos que atuam em educação, como 
condição de aprimoramento de sua identidade profissional 
baseada em promoção de resultados cada vez mais eficazes e 
capacidade de responder efetivamente aos desafios sempre 
novos da educação. Sem a aprendizagem continuada em 
serviço, a escola deixa de ser uma organização de ensino e de 
cultivar a aprendizagem como um valor e um modo de ser e de 
fazer de todos na escola. A “hora-atividade” tem como um dos 
seus objetivos oportunizar aos professores tempo em serviço 
para a sua capacitação profissional. Conforme dispõe a LDB, 
em seu Art. 13º, Inciso V, ao professor compete “... participar 
integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à 
avaliação e ao desenvolvimento profissional”, cabendo ao 
diretor escolar organizar e dar regularidade nessa participação 
utilizando plenamente o tempo disponível. 
LÜCK, Heloísa. Dimensões da gestão escolar e suas competências. Editora 
Positivo: Curitiba, 2009. 
 
Lück associa o desenvolvimento da competência profissional 
e a aprendizagem continuada em serviço como de vital 
importância para todos que atuam em educação e na gestão 
escolar. A partir desta percepção, 
 
(A) a competência profissional para as pessoas que atuam 
na educação tem como locus a formação inicial. 
 
(B) a escola necessita de cultivar a aprendizagem 
continuada em serviço como um valor e um modo de ser 
e de fazer de todos. 
 
(C) a melhoria da escola passa pela gestão, sendo que a 
capacitação em serviço é um processo separado e 
desenvolvido para monitoramento e avaliação dos 
docentes e do trabalho escolar. 
 
(D) a aprendizagem continuada em serviço como processo 
de formação individual do docente deve ser realizada 
fora da escola e em espaços específicos. 
 
RASCUNHO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
QUESTÃO 10 
 
Leia o texto a seguir. 
 
A luta pela democratização da gestão educacional foi intensa 
entre 1985 e 1988, ano da promulgação da Constituição que 
consagrou, no Art. 206, o princípio da "gestão democrática do 
ensino público". Na IV CBE, foi redigida a Carta de Goiânia e 
em seguida, encaminhada à Assembleia Nacional Constituinte 
que elaborava a Constituição Federal. Vale ressaltar que o 
conteúdo dessa carta contribuiu para a elaboração de alguns 
artigos da Constituição Nacional de 1988, em particular no que 
tange à gestão democrática no Art. 206, inciso VI que ressalta 
como um dos princípios da educação brasileira a “gestão 
democrática do ensino público na forma da lei. A inclusão desse 
princípio no texto legal é resultado de reivindicações de 
movimentos populares, sindicais e outros segmentos da 
sociedade civil pela publicização do Estado. 
PARO, Vitor Henrique. Gestão democrática da escola pública. 3ª ed. São 
Paulo: Ática, 2012. 
 
O texto de Vitor Paro traz um pensar da escola pública e a 
luta pela democratização da gestão educacional. A partir 
dessa percepção nas escolas públicas municipais de 
Goiânia, a gestão democrática para a escolha dos diretores 
e equipe gestora ocorreu 
 
(A) antes do sistema estadual, confirmando a premissa de 
que, na história da educação brasileira, muitas vezes os 
sistemas municipais assumiram a democratização da 
escola antes mesmo do que os sistemas estaduais. 
 
(B) após a promulgação da Constituição Federal de 1988, 
que consagrou, no art. 206, o princípio da "gestão 
democrática do ensino público”. 
 
(C) de forma mais lenta e, no caso de Goiânia, precisou ser 
impulsionada pelos resultados da IV Conferência 
Brasileira de Educação (IV CBE, 1986). 
 
(D) em 1987, no governo de Henrique Santillo, quando o 
Estado de Goiás, então, veio a aprovar o processo de 
eleição direta para diretores das escolas estaduais. 
 
RASCUNHO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SME GOIÂNIA-GO/2023 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO IV/UFG 
Curso de Formação em Gestão Escolar 
 
QUESTÃO 11 
 
Leia os textos a seguir. 
 
Texto A 
A partir da Lei nº 9.394/96 (LDB) (BRASIL, 1996) cada escola 
passou a ter autonomia para elaborar sua proposta política e 
pedagógica ouvindo todos os sujeitos que têm interesse no 
sucesso da educação e sabendo que cada aluno deve crescer, 
tanto como cidadão, e como estudante. 
PARO, Vitor Henrique. Gestão democrática da escola pública. 3ª ed. São 
Paulo: Ática, 2012. 
 
Texto B 
Cabe à equipe gestora promover a participação, em seu sentido 
pleno, de uma força de atuação consciente pela qual todos os 
participantes da escola se reconhecem e assumem a 
capacidade de exercer a sua cultura e os resultados de suas 
competências e vontade de compreender, decidire agir sobre 
questões que lhe são afetas, dando-lhe unidade, vigor e 
direcionamento firme. A preocupação com a gestão das escolas 
requer considerar, inicialmente, o próprio conceito de 
administração e o de gestão e seus intercruzamentos e, dessa 
forma, a gestão escolar requer um conceito novo, supera o 
enfoque limitado de administração, a partir do entendimento de 
que os problemas educacionais são complexos e demandam 
uma visão global e abrangente, assim como uma ação 
articulada, dinâmica e participativa. 
LÜCK, Heloisa. Dimensões da gestão escolar e suas competências. Curitiba: 
Editora Positivo, 2009. [Adaptado]. 
 
Os textos de Vitor Paro e Heloisa Lück fazem uma leitura da 
escola pública e do papel da equipe diretiva para a 
democratização da gestão educacional. Ao fazer esta 
leitura, a comunidade escolar é entendida como: 
 
(A) a equipe diretiva, a coordenação e a supervisão escolar, 
os professores, os funcionários, os pais e/ou 
responsáveis, os alunos e os representantes ligados às 
práticas pedagógicas, como as Secretarias de 
Educação, os sindicatos e outras instituições de ensino. 
 
(B) a diretora, as Secretaria de Educação do estado e dos 
municípios, o Conselho Estadual de Educação, o 
Conselho Municipal de Educação e os sindicatos. 
 
(C) os instrumentos legais que normatizam a educação no 
Brasil (LDB, Constituição Federal, Plano Nacional de 
Educação, Leis estaduais e municipais). 
 
(D) o Ministro da Educação, os Secretários de Educação do 
estado e dos municípios, os presidentes do Conselho 
Nacional de Educação, do Conselho Estadual de 
Educação e do Conselho Municipal de Educação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO E A GESTÃO 
ESCOLAR 
 
QUESTÃO 12 
 
As reformas educacionais no Brasil ao longo do tempo têm 
moldado o sistema de ensino do país. Uma das reformas 
mais significativas ocorreu em 1996, com a aprovação da 
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Este 
marco legal trouxe mudanças importantes para o sistema 
educacional brasileiro, incluindo a definição de currículo 
mínimo, a estruturação do ensino fundamental e médio, 
além de políticas de inclusão e diversidade. Assim, a LDB 
de 1996 
 
(A) estabeleceu que o ensino médio é obrigatório para todos 
os brasileiros, garantindo o acesso universal a essa 
etapa de ensino. 
 
(B) introduziu a obrigatoriedade do ensino fundamental, 
assegurando que todas as crianças entre 7 e 14 anos 
tenham acesso à educação básica. 
 
(C) definiu as diretrizes para a educação inclusiva, garantindo 
o acesso e a permanência de pessoas com deficiência 
no sistema educacional regular. 
 
(D) permitiu que cada estado brasileiro tivesse autonomia 
total para definir seu currículo e suas políticas 
educacionais, sem diretrizes nacionais. 
 
QUESTÃO 13 
 
A gestão escolar desempenha um papel fundamental na 
organização das instituições de ensino e diferentes 
abordagens podem ser adotadas. Duas dessas abordagens 
são a Gestão Técnico-Científica e a Gestão Autogestionária. 
A Gestão Autogestionária enfatiza a participação ativa dos 
membros da comunidade escolar na tomada de decisões. 
Por outro lado, a Gestão Técnico-Científica 
 
(A) enfatiza a participação ativa de todos os membros da 
comunidade escolar na tomada de decisões. 
 
(B) baseia-se na aplicação de métodos e técnicas científicas 
de administração, buscando eficiência e controle. 
 
(C) prioriza a descentralização do poder na escola. 
 
(D) promove a flexibilidade e a adaptabilidade às mudanças. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SME GOIÂNIA-GO/2023 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO IV/UFG 
Curso de Formação em Gestão Escolar 
 
QUESTÃO 14 
 
A avaliação escolar externa desempenha um papel 
importante na mensuração de resultados educacionais e na 
melhoria do sistema de ensino. No Brasil, um dos exemplos 
de avaliação externa é o Sistema de Avaliação da Educação 
Básica (SAEB), que aplica provas para medir o desempenho 
dos alunos em matemática e língua portuguesa. Além disso, 
o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é uma 
avaliação abrangente que também fornece dados sobre a 
qualidade do ensino. A principal finalidade da avaliação 
escolar externa é 
 
(A) aferir o aprendizado dos alunos, fornecer dados sobre o 
sistema educacional e orientar políticas de melhoria. 
 
(B) mensurar a infraestrutura das escolas, como a quantidade 
de laboratórios e salas de aula. 
 
(C) avaliar exclusivamente o desempenho dos professores 
nas escolas. 
 
(D) classificar as escolas em categorias de elite e 
subestimadas. 
 
QUESTÃO 15 
 
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) é 
uma importante ferramenta para avaliar a qualidade da 
educação nas escolas brasileiras. Além de fornecer uma 
medida geral da qualidade do ensino, os resultados do IDEB 
são amplamente utilizados para orientar políticas públicas e 
tomadas de decisão no campo da educação. Assim, os 
resultados do IDEB são 
 
(A) usados exclusivamente para fins de prestação de contas 
das escolas e exercem pouca influência nas políticas 
públicas educacionais. 
 
(B) utilizados para classificar as escolas em categorias de 
elite e subestimadas, o que pode criar desigualdades na 
distribuição de recursos. 
 
(C) fundamentais para a definição do salário dos 
professores, incentivando o aprimoramento do ensino. 
 
(D) considerados uma ferramenta importante para o 
monitoramento do desempenho escolar, a identificação 
de desafios e a definição de metas de melhoria. 
 
SISTEMAS DE GESTÃO E FERRAMENTAS 
TECNOLÓGICAS 
 
QUESTÃO 16 
 
A avaliação da gestão escolar é essencial para identificar 
áreas de melhoria e tomar decisões informadas. Ela envolve 
a análise de indicadores de desempenho e a coleta de 
dados relevantes. Nesse viés, a avaliação da gestão escolar 
 
(A) contribui para o aumento burocrático e desampara o 
aprimoramento da qualidade da educação. 
 
(B) ajuda a identificar possíveis áreas de melhoria. 
 
(C) torna irrelevantes os indicadores de desempenho 
(KPIs). 
 
(D) é desnecessária se houver uma boa administração. 
 
QUESTÃO 17 
 
Metas desempenham um papel fundamental na gestão 
escolar e na definição de objetivos educacionais. Elas são 
declarações claras de resultados desejados e ajudam a 
orientar as ações e os esforços para alcançá-los. A 
metodologia SMART é frequentemente usada para 
estabelecer metas de forma eficaz que desempenham um 
papel fundamental na gestão escolar. Nesse sentido, as 
metas 
 
(A) possuem, geralmente, um prazo adaptável para serem 
alcançadas, pela necessidade de o tempo ser flexível, 
assim atingindo o objetivo. 
 
(B) devem ser, de acordo com a metodologia SMART, 
específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e 
com prazo, assim atingindo o objetivo. 
 
(C) são usadas para orientar ações e esforços em direção a 
resultados específicos ou para se forjar um sistema para 
serem eficazes. 
 
(D) são uma declaração vaga e imprecisa de intenções, pois 
precisam de flexibilidade para execução. 
 
QUESTÃO 18 
 
Leia o texto a seguir. 
 
Na gestão escolar, a implementação de metodologias de 
melhoria contínua é essencial para garantir a eficácia das 
operações educacionais. Duas dessas metodologias 
amplamente utilizadas são o PDCA (Plan-Do-Check-Act: 
Planejamento-Executar-Verificar-Agir) e a FOFA (SWOT: 
Força-Oportunidade-Fraqueza-Ameaças). 
O PDCA é um ciclo de quatro etapas que envolve o 
planejamento, a execução, a verificação e a ação corretiva. 
Essa metodologia é usada para identificar áreas de melhoria, 
estabelecer metas, implementar mudanças, verificar os 
resultados e agir de acordo com as informações coletadas. 
Por outro lado, a FOFA, ou SWOT em inglês, é uma 
análise que se concentra em identificar as Forças (Strengths), 
Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e 
Ameaças (Threats) que afetam uma organização. Essa análise 
é crucial para avaliar o ambiente interno e externo da escola, 
identificar seus pontos fortese fracos, bem como as 
oportunidades e ameaças que podem impactar suas 
operações. 
 
Em relação às metodologias explicadas no texto, 
 
(A) a FOFA é aplicável em empresas, sendo irrelevante na 
gestão escolar. 
 
(B) a FOFA é uma análise que se atém em identificar pontos 
fracos em uma organização. 
 
(C) o PDCA é um ciclo de cinco, nove ou treze etapas usado 
para planejar, executar, verificar e agir em relação às 
melhorias. 
 
(D) o PDCA e a FOFA são amplamente usados na gestão 
escolar para melhorar o desempenho e a tomada de 
decisões. 
 
SME GOIÂNIA-GO/2023 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO IV/UFG 
Curso de Formação em Gestão Escolar 
 
POLÍTICAS E GESTÃO NA EDUCAÇÃO 
 
QUESTÃO 19 
 
Leia o texto a seguir. 
 
A herança do trabalho fragmentado, já naturalizada em 
nossas escolas, compõe-se com uma falsa noção de 
autonomia, manifesta no cotidiano por frases como "fecho a 
porta de minha sala de aula e faço o que eu achar melhor". 
A possibilidade de se realizar o trabalho isolada e 
independentemente, sem nenhuma vinculação com outros 
sujeitos, não expressa, de modo algum, o que entendemos 
por autonomia. Expressa, isto sim, a solidão no local de 
trabalho e a angústia diante de relações marcadas pela 
subalternidade. 
GARCIA, Teise de Oliveira Guaranha; CORREA, Bianca Cristina. Desafios à 
democratização da gestão escolar e a atuação dos professores na escola 
pública. Revista Retratos da Escola, Brasília, v. 3, n. 4, p. 225­ 237, jan./jun. 
2009. 
 
Considerando o espaço de luta que se constitui entre 
autonomia e ensino fragmentado e suas relações com a 
gestão escolar, entende-se que esses dois elementos 
influenciam na organização escolar. Sendo assim, 
 
(A) a autonomia é um dos princípios constituidores da 
gestão democrática na escola e na atuação do 
professor, relacionando-se diretamente à independência 
de seu fazer em sala de aula e na gestão da escola. 
 
(B) a autonomia, a gestão democrática e a independência 
do espaço escolar e do professor crescem de forma 
proporcional no fazer da escola, ou seja, quanto mais 
democráticos são uma escola e um professor, mais 
autônomos e independentes também serão. 
 
(C) o ensino fragmentado desconsidera a possiblidade de 
gestão democrática, já que provoca a produção de uma 
sala de aula e de um espaço escolar marcados pela 
solidão e pelo individualismo. 
 
(D) a possibilidade mínima de autonomia e gestão 
democrática estão traduzidas no espaço de sala de aula 
e no “Fazer que se acha melhor em sala de aula”, 
porquanto significa trazer o professor para seu papel 
central na educação. 
 
RASCUNHO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
QUESTÃO 20 
 
Leia a tirinha a seguir. 
 
 
Disponível em: 
. 
Acesso em: 18 out. 2023. 
 
A pergunta feita por Armandinho no último quadrinho da 
história, revela uma concepção de educação, associada à 
gestão escolar 
 
(A) condizente com a democratização da escola, 
aumentando, assim, a qualidade do processo educativo. 
 
(B) similar à escola que foi historicamente construída no 
Brasil, a qual fragmenta o conhecimento, transformando-o 
em elemento técnico e distanciando-se da democratização 
e da escola que queremos. 
 
(C) benéfica e necessária, condizente com o esforço realizado 
pelo aluno junto à construção de um conhecimento 
democrático. 
 
(D) democrática e libertadora, condizente com o objetivo 
exposto pela professora no primeiro quadrinho, já que é 
a partir dessa preparação que a escola se aproxima de 
sua função social e se liga aos anseios da sociedade, 
cumprindo com a possibilidade de construir a escola que 
queremos. 
 
RASCUNHO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SME GOIÂNIA-GO/2023 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO IV/UFG 
Curso de Formação em Gestão Escolar 
 
QUESTÃO 21 
 
Leia a tirinha a seguir. 
 
 
Disponível em: . Acesso em: 18 out. 2023. 
 
Considerando a crítica feita pela tirinha acima e sua 
contraposição a partir da criação do Fundo de 
Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos 
Profissionais da Educação (FUNDEB), especificamente o 
que se estabelece no FUNDEB no que se refere à 
distribuição de recursos e à dupla matrícula dos estudantes, 
tem-se que a lei que regulamenta o FUNDEB 
 
(A) veda a dupla matrícula de estudantes da rede privada, 
que recebe atendimento educacional especializado. 
 
(B) se silencia sobre o ensino médio técnico e 
profissionalizante, já que a referida legislação trata da 
educação básica e o ensino médio está para além 
desses anos iniciais. 
 
(C) se abstém de tratar a educação especial, aos moldes do 
que estabelece a Lei de Diretrizes e Bases da Educação 
(LDB) de 1996. 
 
(D) abre a possibilidade de dupla matrícula para alunos do 
ensino médio de educação profissional técnica e de 
itinerário de formação técnica e profissional, modalidades 
previstas na Lei nº 9.394 de 1996 (LDB). 
 
RASCUNHO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
QUESTÃO 22 
 
Leia a tirinha a seguir. 
 
 
Disponível em: . 
Acesso em: 18 out. 2023. 
 
A tirinha acima trata do papel transformador da educação, 
um dos princípios da educação brasileira estabelecido no 
Plano Nacional de Educação. Segundo esse documento, 
tem-se como diretrizes da educação brasileira: 
 
(A) a superação das desigualdades educacionais, uma 
educação cidadã e humanística e ligada ao 
financiamento da educação e à gestão democrática, o 
que demonstra que a qualidade na educação se associa 
aos elementos de gestão orçamentária e financiamento 
da educação. 
 
(B) a erradicação do analfabetismo, a universalização do 
ensino escolar, a gestão democrática das escolas, 
cidadania e combate à discriminação, anseios que 
demonstram a necessidade de desvincular o 
financiamento da educação do crescimento econômico 
do país, já que isto estaria ligado ao Produto Interno 
Bruto e diminuiria a capacidade de investimento. 
 
(C) a erradicação das diversas formas de discriminação e a 
sustentabilidade, as quais prescindem da participação 
popular ou do estabelecimento de Conferências 
Nacionais da Educação, por isso o Fórum Nacional de 
Educação está ausente desse documento como 
instância educacional necessária ao cumprimento desse 
Plano. 
 
(D) o respeito aos direitos humanos, à diversidade e à 
sustentabilidade socioambiental, ainda que silencie em 
relação à valorização e formação dos profissionais em 
educação, o que debilita essa legislação e demonstra a 
necessidade de atualizá-la. 
 
GESTÃO ESTRATÉGICA EM AMBIENTES EDUCATIVOS 
 
QUESTÃO 23 
 
A diferença fundamental entre missão e visão na gestão 
escolar é que: 
 
(A) a missão se refere aos objetivos de longo prazo da 
escola, enquanto a visão descreve as ações diárias. 
 
(B) a visão estabelece as metas específicas que a escola 
pretende alcançar no futuro, enquanto a missão descreve 
a identidade, os valores e o propósito da escola. 
 
(C) a missão é flexível e pode ser alterada, enquanto a visão 
é rígida. 
 
(D) a visão é a habilidade de perceber os conflitos, enquanto 
a missão é a capacidade de resolução na gestão 
estratégica em ambientes escolar. 
SME GOIÂNIA-GO/2023 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO IV/UFG 
Curso de Formação em Gestão Escolar 
 
QUESTÃO 24 
 
Na gestão estratégica em ambientes educativos, a tomada 
de decisão deve ser um processo que 
 
(A) observe um aspecto específico, independente da 
natureza da situação e dos envolvidos (alunos, 
professores, pais, equipe administrativa e comunidade 
local). 
 
(B) seja bem estruturado e participativo, levando em 
consideração os interesses dos envolvidos (alunos, 
professores, pais, equipe administrativa e comunidade 
local). 
 
(C) possa desconsiderar um aspecto específico, desde quese 
respeite a vontade dos envolvidos (alunos, professores, 
pais, equipe administrativa e comunidade local). 
 
(D) apresente pouca definição dos interesses dos envolvidos 
(alunos, professores, pais, equipe administrativa e 
comunidade local), levando em consideração o 
orçamento que o ambiente educativo tem disponível. 
 
QUESTÃO 25 
 
Quais são os passos no processo de desenvolvimento e 
implementação de uma estratégia educacional eficaz? 
 
(A) Contratar professores qualificados. 
 
(B) Realizar avaliações de desempenho dos docentes. 
 
(C) Implementar uma abordagem única de ensino em todas 
as disciplinas. 
 
(D) Identificar metas e objetivos, desenvolver plano 
estratégico, monitorar e avaliar. 
 
QUESTÃO 26 
 
A infraestrutura física, localização, acessibilidade, tecnologia, 
mobiliários, equipamentos, segurança, sustentabilidade, 
design, clima organizacional, recursos financeiros e 
necessidades pedagógicas são variáveis que envolvem 
 
(A) o espaço educativo. 
 
(B) a gestão pedagógica. 
 
(C) as instituições financeiras. 
 
(D) as indústrias privadas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
GESTÃO DE PESSOAS 
 
QUESTÃO 27 
 
Gerir talentos e competências humanas representa hoje 
uma questão estratégica para as organizações. Por ser 
estratégica, não é possível que permaneça centralizada em 
um único departamento. A descentralização está em alta e 
envolve delegar responsabilidade aos gestores das áreas. A 
partir dessa mudança, a área de RH 
 
(A) deixará de existir, pois as atividades desenvolvidas por 
este setor serão assumidas integralmente pelas demais 
áreas existentes na empresa. 
 
(B) permanecerá como está, pois tal tendência é insustentável, 
logo muito em breve a alta gestão perceberá a inviabilidade 
de se concretizar tal descentralização. 
 
(C) atuará cada vez mais enquanto consultor interno, com 
foco na preparação e orientação dos gestores, a fim de 
que assumam com segurança essa nova realidade. 
 
(D) precisará encontrar outras atribuições, considerando a 
diminuição de suas responsabilidades. 
 
QUESTÃO 28 
 
A liderança envolve a habilidade de influenciar e inspirar 
outras pessoas para alcançar objetivos comuns. Um líder 
eficaz não apenas define metas e objetivos, mas também 
capacita os membros da equipe, estimula a colaboração e 
promove um ambiente de trabalho positivo e produtivo. A 
partir dessa reflexão, o líder deve 
 
(A) ter uma visão e orientação voltada para a estratégia, ter 
uma comunicação habilidosa, ter inteligência emocional, 
possuir capacidade de tomada de decisão, ter 
desenvolvida as suas habilidades interpessoais, 
fortalecer características como caráter e integridade, ter 
flexibilidade e adaptabilidade. 
 
(B) refletir sobre sua história de vida, pois caso careça, 
desde pequeno, de características inerentes à liderança, 
precisará abrir mão dessa função. O melhor líder é 
aquele que já nasceu líder, ou seja, a genética anda de 
mãos dadas com os melhores líderes. 
 
(C) compreender a importância de estar sempre disponível 
para sua equipe. Frases do tipo “agora não posso” 
fogem do repertório de uma boa liderança. 
 
(D) seguir as regras estabelecidas, custe o que custar. Entre 
mudar uma regra ou trocar pessoas, opta pela segunda, 
até porque tem muitas pessoas procurando por 
emprego e treinar um novo colaborador demanda 
menos tempo do que mudar uma regra. 
 
 
 
 
 
 
 
SME GOIÂNIA-GO/2023 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO IV/UFG 
Curso de Formação em Gestão Escolar 
 
QUESTÃO 29 
 
Sobre a diversidade de gerações, lidar com as diferentes 
gerações em um ambiente de trabalho pode ser desafiador, 
mas também é uma oportunidade para colher os benefícios 
da diversidade. Nessa perspectiva, 
 
(A) a geração X nasceu com a tecnologia, sendo impulsivos, 
multitarefas e buscam por rápido crescimento profissional. 
 
(B) as ações como mentoria inversa pode favorecer um 
resultado positivo nas equipes que possuem mais de 
uma geração. Na prática, nessa mentoria há pessoas 
mais jovens aprendendo com os mais experientes e 
vice-versa. Essa ação ajuda na transferência de 
conhecimento e na construção de relacionamentos. 
 
(C) a geração baby boomers, por ser composta por pessoas 
que nasceram a partir de 2010, ainda não possuem 
idade para estarem no mercado de trabalho. 
 
(D) mesmo que haja o esforço da liderança, ter pessoas de 
diferentes gerações em uma mesma equipe é sinônimo 
de fracasso nas entregas. Portanto, a área de RH deve 
se atentar a esse ponto, a fim de não contratar pessoas 
de diferentes gerações para um mesmo departamento. 
 
QUESTÃO 30 
 
Um ambiente organizacional com clima favorável diminui a 
incidência de estresse e aumenta a produtividade. Qual é o 
aspecto fundamental para que isso aconteça? 
 
(A) Comunicação assertiva e relações respeitosas. 
 
(B) Premiações. 
 
(C) Altos salários. 
 
(D) Festas e comemorações. 
 
RASCUNHO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RASCUNHO 
 
 
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