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DISCIPLINA QUESTÕES Princípios de Gestão Educacional 01 a 04 Metodologias Ativas e Tecnologias 05 a 07 Planejamento e Práticas na Gestão Escolar 08 a 11 Financiamento da Educação e a Gestão Escolar 12 a 15 Sistemas de Gestão e Ferramentas Tecnológicas 16 a 18 Políticas e Gestão na Educação 19 a 22 Gestão Estratégica em Ambientes Educativos 23 a 26 Gestão de Pessoas 27 a 30 CU RS O D E FO RM A ÇÃ O 29/10/2023 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES 1. Quando for autorizado abrir o caderno de questões, verifique se ele está completo ou se apresenta imperfeições gráficas que possam gerar dúvidas. Se isso ocorrer, solicite outro exemplar ao(à) fiscal de sala. 2. Este caderno é composto por questões de múltipla escolha. Cada questão de múltipla escolha apresenta quatro alternativas de respostas, das quais apenas uma é a correta. 3. O cartão-resposta é personalizado e não será substituído em caso de erro no preenchimento. Ao recebê-lo, confira se seus dados estão impressos corretamente. Se houver erro de impressão, notifique o(a) fiscal de sala. 4. Preencha, integralmente, um alvéolo por questão do cartão-resposta, utilizando caneta de tinta AZUL ou PRETA, fabricada em material transparente. A questão deixada em branco, com rasura ou com marcação dupla terá pontuação ZERO. GESTÃO ESCOLAR SME GOIÂNIA-GO/2023 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO IV/UFG Curso de Formação em Gestão Escolar PRINCÍPIOS DA GESTÃO EDUCACIONAL QUESTÃO 01 Leia os textos a seguir. Texto A A organização e a gestão da escola adquirem um significado bem mais amplo, para além de referir-se apenas a questões administrativas e burocráticas. Elas são entendidas como práticas educativas, pois passam valores, atitudes, modos de agir, influenciando as aprendizagens de professores e alunos. O diretor coordena, organiza e gerencia todas as atividades da escola, auxiliado pelos demais componentes do corpo de especialistas e de técnicos-administrativos, atendendo às leis, regulamentos e determinações dos órgãos superiores do sistema de ensino e às decisões no âmbito da escola assumidas pela equipe escolar e pela comunidade. Nesse sentido, a instituição escolar caracteriza-se por ser um sistema de relações humanas e sociais com fortes características interativas, que as diferenciam das empresas convencionais. LIBÂNEO, J. C. Organização e gestão da escola: teoria e prática. São Paulo: Editora Heccus, 2014. Texto B Já é amplamente reconhecido que a qualidade da educação se assenta sobre a competência de seus profissionais em oferecer para seus alunos e a sociedade em geral experiências educacionais formativas e capazes de promover o desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias ao enfrentamento dos desafios vivenciados em um mundo globalizado, tecnológico, orientado por um acervo cada vez maior e mais complexo de informações e por uma busca de qualidade em todas as áreas de atuação. LÜCK, Heloísa. Dimensões da gestão escolar e suas competências, Editora Positivo: Curitiba, 2009. Libâneo e Heloísa Lück associam a organização e gestão da escola à um significado bem mais amplo, para além de referir-se apenas às questões administrativas e burocráticas. Ao fazer essa associação, para uma gestão escolar adequada, é necessário ter (A) competência visual, emocional, social e espiritual, a fim de oferecer para seus alunos e a sociedade em geral, experiências educacionais formativas e capazes de promover o desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias ao enfrentamento dos desafios, vivenciados em um mundo globalizado, tecnológico, orientado por um acervo cada vez maior e mais complexo de informações. (B) competência da administração empresarial, visando correlacionar a identidade absoluta entre empresa e escola, como por exemplo, a especificidade da escola enquanto prestadora de serviços, considerando o aluno a matéria-prima peculiar participante de sua elaboração. (C) competência de administração de mercado, de racionalidade, de eficiência e eficácia, em perceber a escola, sob o contexto social de avanço neoliberal, quando os valores correntes expressos na educação são “inovação” e “eficiência” aos quais, os sistemas escolares do nível básico ao superior devem adotar e efetivar. (D) competência para conduzir os processos de forma técnica, planejada e eficiente, com capacidade para a utilização racional dos recursos para a realização de fins determinados. QUESTÃO 02 Leia os textos a seguir. Texto A A LDB nº 9.394/1996 estabelece que o princípio da gestão democrática se efetiva por meio de processos coletivos, envolvendo a participação da comunidade local e escolar. No art. 14°, ao encaminhar para o sistema de ensino as normas para a gestão democrática, indica dois instrumentos fundamentais: a elaboração do Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola, contando com a participação dos profissionais da educação, bem como a participação das comunidades escolar e local em Conselhos Escolares ou equivalentes. No contexto de uma gestão democrática da escola pública, o PPP deve ser entendido como um dos principais instrumentos para a organização do trabalho e das atividades da escola e, particularmente, para a definição de sua própria organização pedagógica. DOURADO, Luiz Fernandes. Gestão da educação escolar. Brasília: Universidade de Brasília, Centro de Educação a Distância, 2006. Texto B A compreensão do papel do projeto político-pedagógico (PPP) na escola e do conceito de gestão democrática é fundamental para o gestor. O Projeto da escola e gestão trazem a articulação e o significado postulados para a construção dos marcos da educação sustentada por dois eixos: o da igualdade e o da inclusão. VEIGA, Ilma Passos A. Projeto Político Pedagógico da Escola: uma construção coletiva. Campinas: Papirus, 1995. Considerando a perspectiva de Dourado e Veiga de que o projeto político-pedagógico (PPP) dá consistência às ações coletivas e estas, por sua vez, impulsionam as ações individuais para a participação no projeto da escola, o PPP (A) da escola pública é o eixo ordenador e integrador do pensar e do fazer do trabalho educativo. Se for concebido com a participação de toda comunidade escolar, revela quem é a comunidade escolar, quais são seus desafios com relação à boa formação, à conquista da autonomia e da gestão democrática, capaz de organizar, executar e avaliar o trabalho educativo de todos os sujeitos da escola. (B) deve ser entendido como um documento da direção da escola pública. Nesse sentido, deve ser elaborado como um processo de planejamento sem a participação da comunidade escolar, uma vez que é inviável convencer os professores e a equipe administrativa a trabalhar mais. (C) deve ser elaborado como um instrumento de gestão que visa a atender a uma exigência burocrática da escola. Nesse sentido, em que pese respeitar a legislação, ele é imutável, e principalmente deve se constituir como uma ferramenta fundamental a ser usada pela direção responsável por sua elaboração e execução. (D) da escola pública distante de ser entendido como organização do trabalho pedagógico da escola como um todo. Nessa perspectiva, é fundamental que ele assuma seu papel de orientador apenas da esfera administrativa como instrumento da direção no sentido de fortalecer e dar visibilidade à imagem do diretor na escola e na comunidade. SME GOIÂNIA-GO/2023 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO IV/UFG Curso de Formação em Gestão Escolar QUESTÃO 03 Leia os textos a seguir. Texto A Uma escola que busque para si e para aqueles que dependem dela, a busca incessante não só pelo conhecimento, mas pelos direitos e deveres igualitários de todos, podemos dizer que esta sim é uma escola cidadã, pois viabiliza o processo de cidadania, da construção do cidadão.A escola cidadã busca dentro dos seus anseios e metas um espaço para empregar a dependência e o livre-arbítrio. Viver uma experiência complicada e difícil da democratização, essa é uma das situações que a escola cidadã tem em seu viés, há uma luta constante e árdua para que seus profissionais institucionais e seus educandos tenham suas necessidades e desejos concedidos dentro do espaço escolar, sendo que seu intuito não é restrito apenas à classe institucional, mas sim o da criticidade na edificação da cidadania. FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002. [Adaptado]. Texto B A democratização da escola pública é um processo que visa a melhoria da qualidade do ensino nas escolas, possibilitando e aumentando os vínculos com toda a comunidade, na qual está inserida, ajustando seu currículo dentro da realidade local, dando sentido a toda proposta pedagógica vigente. A gestão democrática escolar vem propor não somente a descentralização do poder, mas também dar altivez aos alunos, fazendo com o que eles exerçam e exercitem suas virtudes, como na detecção e resolução de problemas. BRASIL, Ministério da Educação e Secretaria de Educação Básica. Escola de Gestores da Educação Básica. 2ª Ed. CD 1. MEC, 2008. [Adaptado]. Os dois textos lidos trazem um pensamento sobre a escola cidadã e a democratização da escola pública. A partir desta percepção, a escola pública (A) foge dos princípios da gestão democrática, quando constituída como escola cidadã, uma vez que a escola cidadã busca pelos direitos e deveres igualitários e a democratização escolar está despreocupada com vínculos com a comunidade, pois tem seu olhar voltado apenas para aspectos técnicos de gestão. (B) deve ter um princípio democrático que viabilize ao seu representante, no caso, o gestor, construir suas ações de forma democrática e coletiva, pois a gestão democrática requer, em primeiro lugar, uma mudança de mentalidade de todos os membros da comunidade escolar, mudança que implica deixar de lado o velho preconceito de que a escola pública é um aparelho burocrático do Estado, em vez de uma conquista da comunidade. Neste sentido, a gestão democrática é instrumento de construção da escola cidadã. (C) tem como grande desafio a garantia de um padrão de qualidade sem respeitar a diversidade local, étnica, social e cultural, em um sistema fechado, em que os usuários – pais e alunos – e os prestadores de serviços – professores e funcionários – estão ausentes de responsabilidades relacionadas à organização escolar. (D) apresenta o diferencial da gestão escolar democrática centrado na pessoa do diretor, mediante ações individuais a serem alcançadas, no enfrentamento dos desafios e dificuldades pautados na convivência diária, diante de atividades autônomas exercidas de forma solitárias. A gestão se consolida na pessoa do diretor, em um ambiente desmembrado da comunidade escolar. QUESTÃO 04 Leia o texto a seguir. A ação do diretor escolar será tão limitada quão limitada for sua concepção sobre a educação, sobre a gestão escolar e o seu papel profissional na liderança e organização da escola. Uma das competências básicas do diretor escolar é promover na comunidade escolar o entendimento do papel de todos em relação à educação e a função social da escola, mediante a adoção de uma filosofia comum e clareza de uma política educacional, de modo a haver unidade e efetividade no trabalho de todos. O desenvolvimento dessa concepção passa pelo estudo contínuo de fundamentos, princípios e diretrizes educacionais, postos tanto na legislação educacional, que define os fins da educação brasileira e organiza e orienta a sua atuação, quanto na literatura educacional atual. Em consequência, desenvolver, atualizar e rever permanentemente conhecimentos deve fazer parte do dia-a-dia do diretor escolar e de professores pretendentes a essa função, como um processo de capacitação em serviço, de modo que desenvolva competência para o desempenho efetivo das funções de direção escolar e colaboração com a sua realização. LÜCK, Heloísa. Dimensões da gestão escolar e suas competências. Editora Positivo: Curitiba, 2009. Lück associa a ação do diretor escolar à um significado bem mais amplo e para além de referir-se apenas às questões administrativas e burocráticas. Ao fazer essa associação, é preciso entender que para uma gestão escolar adequada, o gestor deve (A) conhecer, compreender e incorporar em suas ações os fundamentos e princípios da gestão democrática, conhecer as determinações legais norteadoras dos processos educacionais (Constituição Federal e Estadual; Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional; Diretrizes Curriculares Nacionais dos diversos níveis e modalidades de ensino; Plano Nacional de Educação; Legislação Educacional de seu Estado e do seu Município, Instrumentos Normativos e Executivos de seu sistema e rede de ensino; Estatuto do Magistério; Estatuto da Criança e do Adolescente dentre outros), no sentido de realizar um bom trabalho, liderar e orientar sua escola com competência para propor melhorias. (B) desenvolver estratégias eficazes para a garantia de uma formação técnica e um processo sistemático e intencional, no sentido de efetivar com a qualidade necessária a formação do talento humano técnico para o mercado. (C) construir um quadro de competências específicas de gestão voltadas para o interior da escola e um conjunto de referencial básico e limitado das determinações legais norteadoras dos processos educacionais, como líder burocrático, mentor e principal condutor da vida da escola. Não compartilhar responsabilidades com os colaboradores, professores e demais gestores escolares, uma vez que a sua atuação se constitui em caráter isolado, delimitado, sendo de responsabilidade única e exclusiva do diretor escolar, sendo inerente ao seu trabalho a individualidade e a autoridade. (D) afastar, desconhecer e negar os problemas e funções educacionais que ocorrem na escola, no sentido de permitir que seja reconhecida a eficácia do seu desempenho profissional. SME GOIÂNIA-GO/2023 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO IV/UFG Curso de Formação em Gestão Escolar METODOLOGIAS ATIVAS E TECNOLOGIAS QUESTÃO 05 A sala de aula invertida é uma abordagem educacional na qual os alunos acessam o material de aprendizado em casa e usam o tempo na sala de aula para atividades práticas e interação. Nesse sentido, a sala de aula invertida (A) resulta em os alunos passarem a maior parte do tempo em sala de aula, assistindo a palestras tradicionais. (B) promove a autonomia dos alunos, permitindo que acessem o conteúdo em casa. (C) requer o uso de tecnologia de ponta e conexão com a internet. (D) envolve obrigatoriamente a interação entre os alunos com profissionais atuantes no mercado. QUESTÃO 06 As metodologias ativas são abordagens de ensino que envolvem os alunos ativamente no processo de aprendizado, promovendo a participação ativa e a construção de conhecimento. Elas geralmente requerem que os alunos se envolvam em atividades práticas e colaborativas, em contraste com o ensino tradicional baseado em palestras. Sendo assim, qual é uma característica fundamental das metodologias ativas? (A) Ênfase na instrução unidirecional, com foco na transmissão de informações pelos professores. (B) Promoção da passividade dos alunos, que assistem às aulas sem participação ativa. (C) Envolvimento ativo dos alunos em atividades práticas, colaborativas e construção de conhecimento. (D) Ausência de interação entre os alunos, com ênfase no aprendizado individual. QUESTÃO 07 A implementação de metodologias ativas requer o envolvimento ativo dos gestores e diretores das escolas. Eles desempenham um papel fundamental na promoção de mudanças pedagógicas, na capacitação de professores e na superaçãode desafios. No entanto, esse processo pode encontrar algumas barreiras que podemos apontar, como (A) dificuldade em encontrar materiais didáticos adequados para as metodologias ativas. (B) inabilidade para definir metas claras de aprendizado. (C) unicamente a falta de recursos financeiros para investir em tecnologia educacional. (D) resistência à mudança e falta de treinamento por parte de alguns professores e colaboradores. PLANEJAMENTO E PRÁTICAS NA GESTÃO ESCOLAR QUESTÃO 08 Leia os textos a seguir. Texto A A escola cria comunidade e ajuda a educar o cidadão. Sendo assim, a escola passa a ser o agente institucional fundamental do processo de organização da sociedade civil. WEFFORT, Francisco. Escola, participação e representação formal. In: L. Z. da Silva e J. C. de Azevedo (Org.). Paixão de aprender II. Petrópolis: Vozes, 1995, p. 99. [Adaptado]. Texto B As concepções de gestão escolar refletem, portanto, posições políticas e concepções de homem e sociedade. O modo como uma escola se organiza e se estrutura tem um caráter pedagógico, ou seja, depende de objetivos mais amplos sobre a relação da escola com a conservação ou a transformação social. [...] A gestão democrática-participativa valoriza a participação da comunidade escolar no processo de tomada de decisão, concebe à docência como trabalho interativo, aposta na construção coletiva dos objetivos e funcionamento da escola, por meio da dinâmica intersubjetiva, do diálogo, do consenso. LIBÂNEO, José Carlos. O sistema de organização e gestão da escola. In: LIBÂNEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola - teoria e prática. 4ª ed. Goiânia: Alternativa, 2001. Francisco Weffort e José Carlos Libânio associam a escola como agente institucional fundamental do processo de organização da sociedade civil e a gestão escolar às concepções de homem e de sociedade. A partir desta percepção, para a gestão democrática da escola pública, é necessário (A) integrar, cooperar e incentivar a participação da comunidade escolar no processo de tomada de decisão, a docência como trabalho interativo e a construção coletiva dos objetivos e funcionamento da escola, por meio da dinâmica intersubjetiva pautadas no diálogo e no consenso, na perspectiva integradora entre a educação e a emancipação humana. (B) adotar os princípios fundamentais burocráticos da administração empresarial com bases em hierarquia de funções, normas e regulamentos, centralização das decisões, baixo grau de participação das pessoas e planos de ação feitos de cima para baixo. (C) desenvolver princípios técnicos da administração contemporânea no sentido de buscar integrar de forma harmônica os princípios da administração de mercado com a racionalidade, a eficiência e a eficácia. (D) estabelecer uma gestão escolar que seja voltada para a busca de resultados, o que implica uma ação racional, de responsabilidade individual discrepante em relação à noção de gestão baseada nos princípios constitucionais brasileiros e que é usada nas escolas públicas nacionais. SME GOIÂNIA-GO/2023 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO IV/UFG Curso de Formação em Gestão Escolar QUESTÃO 09 Leia o texto a seguir. O desenvolvimento da competência profissional é de vital importância para todos que atuam em educação, como condição de aprimoramento de sua identidade profissional baseada em promoção de resultados cada vez mais eficazes e capacidade de responder efetivamente aos desafios sempre novos da educação. Sem a aprendizagem continuada em serviço, a escola deixa de ser uma organização de ensino e de cultivar a aprendizagem como um valor e um modo de ser e de fazer de todos na escola. A “hora-atividade” tem como um dos seus objetivos oportunizar aos professores tempo em serviço para a sua capacitação profissional. Conforme dispõe a LDB, em seu Art. 13º, Inciso V, ao professor compete “... participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional”, cabendo ao diretor escolar organizar e dar regularidade nessa participação utilizando plenamente o tempo disponível. LÜCK, Heloísa. Dimensões da gestão escolar e suas competências. Editora Positivo: Curitiba, 2009. Lück associa o desenvolvimento da competência profissional e a aprendizagem continuada em serviço como de vital importância para todos que atuam em educação e na gestão escolar. A partir desta percepção, (A) a competência profissional para as pessoas que atuam na educação tem como locus a formação inicial. (B) a escola necessita de cultivar a aprendizagem continuada em serviço como um valor e um modo de ser e de fazer de todos. (C) a melhoria da escola passa pela gestão, sendo que a capacitação em serviço é um processo separado e desenvolvido para monitoramento e avaliação dos docentes e do trabalho escolar. (D) a aprendizagem continuada em serviço como processo de formação individual do docente deve ser realizada fora da escola e em espaços específicos. RASCUNHO QUESTÃO 10 Leia o texto a seguir. A luta pela democratização da gestão educacional foi intensa entre 1985 e 1988, ano da promulgação da Constituição que consagrou, no Art. 206, o princípio da "gestão democrática do ensino público". Na IV CBE, foi redigida a Carta de Goiânia e em seguida, encaminhada à Assembleia Nacional Constituinte que elaborava a Constituição Federal. Vale ressaltar que o conteúdo dessa carta contribuiu para a elaboração de alguns artigos da Constituição Nacional de 1988, em particular no que tange à gestão democrática no Art. 206, inciso VI que ressalta como um dos princípios da educação brasileira a “gestão democrática do ensino público na forma da lei. A inclusão desse princípio no texto legal é resultado de reivindicações de movimentos populares, sindicais e outros segmentos da sociedade civil pela publicização do Estado. PARO, Vitor Henrique. Gestão democrática da escola pública. 3ª ed. São Paulo: Ática, 2012. O texto de Vitor Paro traz um pensar da escola pública e a luta pela democratização da gestão educacional. A partir dessa percepção nas escolas públicas municipais de Goiânia, a gestão democrática para a escolha dos diretores e equipe gestora ocorreu (A) antes do sistema estadual, confirmando a premissa de que, na história da educação brasileira, muitas vezes os sistemas municipais assumiram a democratização da escola antes mesmo do que os sistemas estaduais. (B) após a promulgação da Constituição Federal de 1988, que consagrou, no art. 206, o princípio da "gestão democrática do ensino público”. (C) de forma mais lenta e, no caso de Goiânia, precisou ser impulsionada pelos resultados da IV Conferência Brasileira de Educação (IV CBE, 1986). (D) em 1987, no governo de Henrique Santillo, quando o Estado de Goiás, então, veio a aprovar o processo de eleição direta para diretores das escolas estaduais. RASCUNHO SME GOIÂNIA-GO/2023 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO IV/UFG Curso de Formação em Gestão Escolar QUESTÃO 11 Leia os textos a seguir. Texto A A partir da Lei nº 9.394/96 (LDB) (BRASIL, 1996) cada escola passou a ter autonomia para elaborar sua proposta política e pedagógica ouvindo todos os sujeitos que têm interesse no sucesso da educação e sabendo que cada aluno deve crescer, tanto como cidadão, e como estudante. PARO, Vitor Henrique. Gestão democrática da escola pública. 3ª ed. São Paulo: Ática, 2012. Texto B Cabe à equipe gestora promover a participação, em seu sentido pleno, de uma força de atuação consciente pela qual todos os participantes da escola se reconhecem e assumem a capacidade de exercer a sua cultura e os resultados de suas competências e vontade de compreender, decidire agir sobre questões que lhe são afetas, dando-lhe unidade, vigor e direcionamento firme. A preocupação com a gestão das escolas requer considerar, inicialmente, o próprio conceito de administração e o de gestão e seus intercruzamentos e, dessa forma, a gestão escolar requer um conceito novo, supera o enfoque limitado de administração, a partir do entendimento de que os problemas educacionais são complexos e demandam uma visão global e abrangente, assim como uma ação articulada, dinâmica e participativa. LÜCK, Heloisa. Dimensões da gestão escolar e suas competências. Curitiba: Editora Positivo, 2009. [Adaptado]. Os textos de Vitor Paro e Heloisa Lück fazem uma leitura da escola pública e do papel da equipe diretiva para a democratização da gestão educacional. Ao fazer esta leitura, a comunidade escolar é entendida como: (A) a equipe diretiva, a coordenação e a supervisão escolar, os professores, os funcionários, os pais e/ou responsáveis, os alunos e os representantes ligados às práticas pedagógicas, como as Secretarias de Educação, os sindicatos e outras instituições de ensino. (B) a diretora, as Secretaria de Educação do estado e dos municípios, o Conselho Estadual de Educação, o Conselho Municipal de Educação e os sindicatos. (C) os instrumentos legais que normatizam a educação no Brasil (LDB, Constituição Federal, Plano Nacional de Educação, Leis estaduais e municipais). (D) o Ministro da Educação, os Secretários de Educação do estado e dos municípios, os presidentes do Conselho Nacional de Educação, do Conselho Estadual de Educação e do Conselho Municipal de Educação. FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO E A GESTÃO ESCOLAR QUESTÃO 12 As reformas educacionais no Brasil ao longo do tempo têm moldado o sistema de ensino do país. Uma das reformas mais significativas ocorreu em 1996, com a aprovação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Este marco legal trouxe mudanças importantes para o sistema educacional brasileiro, incluindo a definição de currículo mínimo, a estruturação do ensino fundamental e médio, além de políticas de inclusão e diversidade. Assim, a LDB de 1996 (A) estabeleceu que o ensino médio é obrigatório para todos os brasileiros, garantindo o acesso universal a essa etapa de ensino. (B) introduziu a obrigatoriedade do ensino fundamental, assegurando que todas as crianças entre 7 e 14 anos tenham acesso à educação básica. (C) definiu as diretrizes para a educação inclusiva, garantindo o acesso e a permanência de pessoas com deficiência no sistema educacional regular. (D) permitiu que cada estado brasileiro tivesse autonomia total para definir seu currículo e suas políticas educacionais, sem diretrizes nacionais. QUESTÃO 13 A gestão escolar desempenha um papel fundamental na organização das instituições de ensino e diferentes abordagens podem ser adotadas. Duas dessas abordagens são a Gestão Técnico-Científica e a Gestão Autogestionária. A Gestão Autogestionária enfatiza a participação ativa dos membros da comunidade escolar na tomada de decisões. Por outro lado, a Gestão Técnico-Científica (A) enfatiza a participação ativa de todos os membros da comunidade escolar na tomada de decisões. (B) baseia-se na aplicação de métodos e técnicas científicas de administração, buscando eficiência e controle. (C) prioriza a descentralização do poder na escola. (D) promove a flexibilidade e a adaptabilidade às mudanças. SME GOIÂNIA-GO/2023 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO IV/UFG Curso de Formação em Gestão Escolar QUESTÃO 14 A avaliação escolar externa desempenha um papel importante na mensuração de resultados educacionais e na melhoria do sistema de ensino. No Brasil, um dos exemplos de avaliação externa é o Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB), que aplica provas para medir o desempenho dos alunos em matemática e língua portuguesa. Além disso, o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é uma avaliação abrangente que também fornece dados sobre a qualidade do ensino. A principal finalidade da avaliação escolar externa é (A) aferir o aprendizado dos alunos, fornecer dados sobre o sistema educacional e orientar políticas de melhoria. (B) mensurar a infraestrutura das escolas, como a quantidade de laboratórios e salas de aula. (C) avaliar exclusivamente o desempenho dos professores nas escolas. (D) classificar as escolas em categorias de elite e subestimadas. QUESTÃO 15 O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) é uma importante ferramenta para avaliar a qualidade da educação nas escolas brasileiras. Além de fornecer uma medida geral da qualidade do ensino, os resultados do IDEB são amplamente utilizados para orientar políticas públicas e tomadas de decisão no campo da educação. Assim, os resultados do IDEB são (A) usados exclusivamente para fins de prestação de contas das escolas e exercem pouca influência nas políticas públicas educacionais. (B) utilizados para classificar as escolas em categorias de elite e subestimadas, o que pode criar desigualdades na distribuição de recursos. (C) fundamentais para a definição do salário dos professores, incentivando o aprimoramento do ensino. (D) considerados uma ferramenta importante para o monitoramento do desempenho escolar, a identificação de desafios e a definição de metas de melhoria. SISTEMAS DE GESTÃO E FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS QUESTÃO 16 A avaliação da gestão escolar é essencial para identificar áreas de melhoria e tomar decisões informadas. Ela envolve a análise de indicadores de desempenho e a coleta de dados relevantes. Nesse viés, a avaliação da gestão escolar (A) contribui para o aumento burocrático e desampara o aprimoramento da qualidade da educação. (B) ajuda a identificar possíveis áreas de melhoria. (C) torna irrelevantes os indicadores de desempenho (KPIs). (D) é desnecessária se houver uma boa administração. QUESTÃO 17 Metas desempenham um papel fundamental na gestão escolar e na definição de objetivos educacionais. Elas são declarações claras de resultados desejados e ajudam a orientar as ações e os esforços para alcançá-los. A metodologia SMART é frequentemente usada para estabelecer metas de forma eficaz que desempenham um papel fundamental na gestão escolar. Nesse sentido, as metas (A) possuem, geralmente, um prazo adaptável para serem alcançadas, pela necessidade de o tempo ser flexível, assim atingindo o objetivo. (B) devem ser, de acordo com a metodologia SMART, específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com prazo, assim atingindo o objetivo. (C) são usadas para orientar ações e esforços em direção a resultados específicos ou para se forjar um sistema para serem eficazes. (D) são uma declaração vaga e imprecisa de intenções, pois precisam de flexibilidade para execução. QUESTÃO 18 Leia o texto a seguir. Na gestão escolar, a implementação de metodologias de melhoria contínua é essencial para garantir a eficácia das operações educacionais. Duas dessas metodologias amplamente utilizadas são o PDCA (Plan-Do-Check-Act: Planejamento-Executar-Verificar-Agir) e a FOFA (SWOT: Força-Oportunidade-Fraqueza-Ameaças). O PDCA é um ciclo de quatro etapas que envolve o planejamento, a execução, a verificação e a ação corretiva. Essa metodologia é usada para identificar áreas de melhoria, estabelecer metas, implementar mudanças, verificar os resultados e agir de acordo com as informações coletadas. Por outro lado, a FOFA, ou SWOT em inglês, é uma análise que se concentra em identificar as Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats) que afetam uma organização. Essa análise é crucial para avaliar o ambiente interno e externo da escola, identificar seus pontos fortese fracos, bem como as oportunidades e ameaças que podem impactar suas operações. Em relação às metodologias explicadas no texto, (A) a FOFA é aplicável em empresas, sendo irrelevante na gestão escolar. (B) a FOFA é uma análise que se atém em identificar pontos fracos em uma organização. (C) o PDCA é um ciclo de cinco, nove ou treze etapas usado para planejar, executar, verificar e agir em relação às melhorias. (D) o PDCA e a FOFA são amplamente usados na gestão escolar para melhorar o desempenho e a tomada de decisões. SME GOIÂNIA-GO/2023 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO IV/UFG Curso de Formação em Gestão Escolar POLÍTICAS E GESTÃO NA EDUCAÇÃO QUESTÃO 19 Leia o texto a seguir. A herança do trabalho fragmentado, já naturalizada em nossas escolas, compõe-se com uma falsa noção de autonomia, manifesta no cotidiano por frases como "fecho a porta de minha sala de aula e faço o que eu achar melhor". A possibilidade de se realizar o trabalho isolada e independentemente, sem nenhuma vinculação com outros sujeitos, não expressa, de modo algum, o que entendemos por autonomia. Expressa, isto sim, a solidão no local de trabalho e a angústia diante de relações marcadas pela subalternidade. GARCIA, Teise de Oliveira Guaranha; CORREA, Bianca Cristina. Desafios à democratização da gestão escolar e a atuação dos professores na escola pública. Revista Retratos da Escola, Brasília, v. 3, n. 4, p. 225 237, jan./jun. 2009. Considerando o espaço de luta que se constitui entre autonomia e ensino fragmentado e suas relações com a gestão escolar, entende-se que esses dois elementos influenciam na organização escolar. Sendo assim, (A) a autonomia é um dos princípios constituidores da gestão democrática na escola e na atuação do professor, relacionando-se diretamente à independência de seu fazer em sala de aula e na gestão da escola. (B) a autonomia, a gestão democrática e a independência do espaço escolar e do professor crescem de forma proporcional no fazer da escola, ou seja, quanto mais democráticos são uma escola e um professor, mais autônomos e independentes também serão. (C) o ensino fragmentado desconsidera a possiblidade de gestão democrática, já que provoca a produção de uma sala de aula e de um espaço escolar marcados pela solidão e pelo individualismo. (D) a possibilidade mínima de autonomia e gestão democrática estão traduzidas no espaço de sala de aula e no “Fazer que se acha melhor em sala de aula”, porquanto significa trazer o professor para seu papel central na educação. RASCUNHO QUESTÃO 20 Leia a tirinha a seguir. Disponível em: . Acesso em: 18 out. 2023. A pergunta feita por Armandinho no último quadrinho da história, revela uma concepção de educação, associada à gestão escolar (A) condizente com a democratização da escola, aumentando, assim, a qualidade do processo educativo. (B) similar à escola que foi historicamente construída no Brasil, a qual fragmenta o conhecimento, transformando-o em elemento técnico e distanciando-se da democratização e da escola que queremos. (C) benéfica e necessária, condizente com o esforço realizado pelo aluno junto à construção de um conhecimento democrático. (D) democrática e libertadora, condizente com o objetivo exposto pela professora no primeiro quadrinho, já que é a partir dessa preparação que a escola se aproxima de sua função social e se liga aos anseios da sociedade, cumprindo com a possibilidade de construir a escola que queremos. RASCUNHO SME GOIÂNIA-GO/2023 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO IV/UFG Curso de Formação em Gestão Escolar QUESTÃO 21 Leia a tirinha a seguir. Disponível em: . Acesso em: 18 out. 2023. Considerando a crítica feita pela tirinha acima e sua contraposição a partir da criação do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), especificamente o que se estabelece no FUNDEB no que se refere à distribuição de recursos e à dupla matrícula dos estudantes, tem-se que a lei que regulamenta o FUNDEB (A) veda a dupla matrícula de estudantes da rede privada, que recebe atendimento educacional especializado. (B) se silencia sobre o ensino médio técnico e profissionalizante, já que a referida legislação trata da educação básica e o ensino médio está para além desses anos iniciais. (C) se abstém de tratar a educação especial, aos moldes do que estabelece a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) de 1996. (D) abre a possibilidade de dupla matrícula para alunos do ensino médio de educação profissional técnica e de itinerário de formação técnica e profissional, modalidades previstas na Lei nº 9.394 de 1996 (LDB). RASCUNHO QUESTÃO 22 Leia a tirinha a seguir. Disponível em: . Acesso em: 18 out. 2023. A tirinha acima trata do papel transformador da educação, um dos princípios da educação brasileira estabelecido no Plano Nacional de Educação. Segundo esse documento, tem-se como diretrizes da educação brasileira: (A) a superação das desigualdades educacionais, uma educação cidadã e humanística e ligada ao financiamento da educação e à gestão democrática, o que demonstra que a qualidade na educação se associa aos elementos de gestão orçamentária e financiamento da educação. (B) a erradicação do analfabetismo, a universalização do ensino escolar, a gestão democrática das escolas, cidadania e combate à discriminação, anseios que demonstram a necessidade de desvincular o financiamento da educação do crescimento econômico do país, já que isto estaria ligado ao Produto Interno Bruto e diminuiria a capacidade de investimento. (C) a erradicação das diversas formas de discriminação e a sustentabilidade, as quais prescindem da participação popular ou do estabelecimento de Conferências Nacionais da Educação, por isso o Fórum Nacional de Educação está ausente desse documento como instância educacional necessária ao cumprimento desse Plano. (D) o respeito aos direitos humanos, à diversidade e à sustentabilidade socioambiental, ainda que silencie em relação à valorização e formação dos profissionais em educação, o que debilita essa legislação e demonstra a necessidade de atualizá-la. GESTÃO ESTRATÉGICA EM AMBIENTES EDUCATIVOS QUESTÃO 23 A diferença fundamental entre missão e visão na gestão escolar é que: (A) a missão se refere aos objetivos de longo prazo da escola, enquanto a visão descreve as ações diárias. (B) a visão estabelece as metas específicas que a escola pretende alcançar no futuro, enquanto a missão descreve a identidade, os valores e o propósito da escola. (C) a missão é flexível e pode ser alterada, enquanto a visão é rígida. (D) a visão é a habilidade de perceber os conflitos, enquanto a missão é a capacidade de resolução na gestão estratégica em ambientes escolar. SME GOIÂNIA-GO/2023 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO IV/UFG Curso de Formação em Gestão Escolar QUESTÃO 24 Na gestão estratégica em ambientes educativos, a tomada de decisão deve ser um processo que (A) observe um aspecto específico, independente da natureza da situação e dos envolvidos (alunos, professores, pais, equipe administrativa e comunidade local). (B) seja bem estruturado e participativo, levando em consideração os interesses dos envolvidos (alunos, professores, pais, equipe administrativa e comunidade local). (C) possa desconsiderar um aspecto específico, desde quese respeite a vontade dos envolvidos (alunos, professores, pais, equipe administrativa e comunidade local). (D) apresente pouca definição dos interesses dos envolvidos (alunos, professores, pais, equipe administrativa e comunidade local), levando em consideração o orçamento que o ambiente educativo tem disponível. QUESTÃO 25 Quais são os passos no processo de desenvolvimento e implementação de uma estratégia educacional eficaz? (A) Contratar professores qualificados. (B) Realizar avaliações de desempenho dos docentes. (C) Implementar uma abordagem única de ensino em todas as disciplinas. (D) Identificar metas e objetivos, desenvolver plano estratégico, monitorar e avaliar. QUESTÃO 26 A infraestrutura física, localização, acessibilidade, tecnologia, mobiliários, equipamentos, segurança, sustentabilidade, design, clima organizacional, recursos financeiros e necessidades pedagógicas são variáveis que envolvem (A) o espaço educativo. (B) a gestão pedagógica. (C) as instituições financeiras. (D) as indústrias privadas. GESTÃO DE PESSOAS QUESTÃO 27 Gerir talentos e competências humanas representa hoje uma questão estratégica para as organizações. Por ser estratégica, não é possível que permaneça centralizada em um único departamento. A descentralização está em alta e envolve delegar responsabilidade aos gestores das áreas. A partir dessa mudança, a área de RH (A) deixará de existir, pois as atividades desenvolvidas por este setor serão assumidas integralmente pelas demais áreas existentes na empresa. (B) permanecerá como está, pois tal tendência é insustentável, logo muito em breve a alta gestão perceberá a inviabilidade de se concretizar tal descentralização. (C) atuará cada vez mais enquanto consultor interno, com foco na preparação e orientação dos gestores, a fim de que assumam com segurança essa nova realidade. (D) precisará encontrar outras atribuições, considerando a diminuição de suas responsabilidades. QUESTÃO 28 A liderança envolve a habilidade de influenciar e inspirar outras pessoas para alcançar objetivos comuns. Um líder eficaz não apenas define metas e objetivos, mas também capacita os membros da equipe, estimula a colaboração e promove um ambiente de trabalho positivo e produtivo. A partir dessa reflexão, o líder deve (A) ter uma visão e orientação voltada para a estratégia, ter uma comunicação habilidosa, ter inteligência emocional, possuir capacidade de tomada de decisão, ter desenvolvida as suas habilidades interpessoais, fortalecer características como caráter e integridade, ter flexibilidade e adaptabilidade. (B) refletir sobre sua história de vida, pois caso careça, desde pequeno, de características inerentes à liderança, precisará abrir mão dessa função. O melhor líder é aquele que já nasceu líder, ou seja, a genética anda de mãos dadas com os melhores líderes. (C) compreender a importância de estar sempre disponível para sua equipe. Frases do tipo “agora não posso” fogem do repertório de uma boa liderança. (D) seguir as regras estabelecidas, custe o que custar. Entre mudar uma regra ou trocar pessoas, opta pela segunda, até porque tem muitas pessoas procurando por emprego e treinar um novo colaborador demanda menos tempo do que mudar uma regra. SME GOIÂNIA-GO/2023 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO IV/UFG Curso de Formação em Gestão Escolar QUESTÃO 29 Sobre a diversidade de gerações, lidar com as diferentes gerações em um ambiente de trabalho pode ser desafiador, mas também é uma oportunidade para colher os benefícios da diversidade. Nessa perspectiva, (A) a geração X nasceu com a tecnologia, sendo impulsivos, multitarefas e buscam por rápido crescimento profissional. (B) as ações como mentoria inversa pode favorecer um resultado positivo nas equipes que possuem mais de uma geração. Na prática, nessa mentoria há pessoas mais jovens aprendendo com os mais experientes e vice-versa. Essa ação ajuda na transferência de conhecimento e na construção de relacionamentos. (C) a geração baby boomers, por ser composta por pessoas que nasceram a partir de 2010, ainda não possuem idade para estarem no mercado de trabalho. (D) mesmo que haja o esforço da liderança, ter pessoas de diferentes gerações em uma mesma equipe é sinônimo de fracasso nas entregas. Portanto, a área de RH deve se atentar a esse ponto, a fim de não contratar pessoas de diferentes gerações para um mesmo departamento. QUESTÃO 30 Um ambiente organizacional com clima favorável diminui a incidência de estresse e aumenta a produtividade. Qual é o aspecto fundamental para que isso aconteça? (A) Comunicação assertiva e relações respeitosas. (B) Premiações. (C) Altos salários. (D) Festas e comemorações. RASCUNHO RASCUNHO Capa - Curso de Formação Goiânia Prova completa - Curso de Formação