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<p>Oferecimento da</p><p>denúncia ou queixa</p><p>Deve conter os requisitos do art. 41</p><p>e lastro probatório mínimo quanto à</p><p>autoria e materialidade do fato.</p><p>PROCEDIMENTO comum ordinário</p><p>POSSIBILIDADE DE REJEIÇÃO LIMINAR</p><p>Art. 395, CPP</p><p>- Inépcia: faltarem os requisitos do art. 41, CPP;</p><p>- Faltar pressuposto processual ou condição</p><p>para o exercício da ação penal;</p><p>- Faltar justa causa para o exercício da ação</p><p>penal: lastro probatório mínimo.</p><p>recebimento da denúncia ou queixa</p><p>Prazo de 10 dias.</p><p>Citação por edital: o prazo</p><p>começa a fluir com o</p><p>comparecimento pessoal do</p><p>acusado ou de defensor</p><p>constituído.</p><p>Processos com sanção máxima igual ou superior a 4 anos de pena privativa de</p><p>liberdade. É aplicado subsidiariamente aos procedimentos especial, sumário e</p><p>sumaríssimo;</p><p>APRESENTAÇÃO DA</p><p>RESPOSTA À ACUSAÇÃO</p><p>Art. 396-A, CPP</p><p>Absolvição sumária</p><p>Art. 397, CPP</p><p>- Causa excludente de</p><p>ilicitude do fato;</p><p>- Causa excludente da</p><p>culpabilidade do</p><p>agente, salvo</p><p>inimputabilidade;</p><p>- O fato narrado</p><p>evidentemente não</p><p>constitui crime;</p><p>- Extinta a</p><p>punibilidade do</p><p>agente.</p><p>DESIGNADO DIA E</p><p>HORA PARA AUDIÊNCIA DE</p><p>INSTRUÇÃO E</p><p>JULGAMENTO</p><p>Art. 399, CPP</p><p>Quando não ocorrer a</p><p>absolvição sumária.</p><p>citação do acusado para</p><p>apresentar resposta à acusação</p><p>Art. 396, CPP</p><p>Recebimento da denúncia é</p><p>marco interruptivo da</p><p>prescrição (art. 117, I, CP).</p><p>AUDIÊNCIA DE INSTRUÇÃO E JULGAMENTO</p><p>Art. 400, CPP</p><p>Prazo máximo de 60 dias.</p><p>1. Tomada de declarações do</p><p>ofendido;</p><p>2. Inquirição das testemunhas;</p><p>3. Esclarecimentos dos peritos;</p><p>4. Acareações e reconhecimento de</p><p>pessoas e coisas;</p><p>5. Interrogatório do acusado.</p><p>NÚMERO DE TESTEMUNHAS (Art.</p><p>401, CPP): até 8 testemunhas (8 para</p><p>acusação e 8 para defesa)</p><p>POSSIBILIDADE DE</p><p>Requerer dil igências</p><p>Art. 402, CPP</p><p>ALEGAÇÕES FINAIS ORAIS</p><p>Art. 403, CPP</p><p>Não havendo requerimento</p><p>de diligências, ou sendo</p><p>indeferidas</p><p>memoriais</p><p>Art. 403, §3º, CPP</p><p>PRAZO: SUCESSIVO DE 5</p><p>DIAS</p><p>1. Caso complexo;</p><p>2. Grande número de</p><p>acusados.</p><p>Sentença</p><p>Nathalia do Espírito Santo Xavier - nathxaviers4@gmail.com - CPF: 060.217.895-98</p><p>PROCEDIMENTO comum sumário</p><p>Oferecimento da</p><p>denúncia ou queixa</p><p>AUDIÊNCIA DE INSTRUÇÃO E</p><p>JULGAMENTO</p><p>Art. 531, CPP</p><p>ALEGAÇÕES FINAIS ORAIS</p><p>Art. 534, CPP</p><p>20 minutos,</p><p>respectivamente, pela</p><p>acusação e pela defesa,</p><p>prorrogáveis por mais</p><p>10, proferindo, a seguir,</p><p>sentença.</p><p>Sentença</p><p>Processos com sanção máxima inferior a 4 anos de PPL;</p><p>DIFERENÇAS EM RELAÇÃO AO</p><p>RITO COMUM ORDINÁRIO:</p><p>- Audiência de instrução marcada</p><p>com o prazo de 30 dias;</p><p>- Testemunhas: 5;</p><p>- Não há previsão de memoriais.</p><p>Deve conter os</p><p>requisitos do art. 41 e</p><p>lastro probatório</p><p>mínimo quanto à</p><p>autoria e</p><p>materialidade do fato.</p><p>POSSIBILIDADE DE REJEIÇÃO LIMINAR</p><p>Art. 395, CPP</p><p>- Inépcia: faltarem os requisitos do art. 41, CPP;</p><p>- Faltar pressuposto processual ou condição</p><p>para o exercício da ação penal;</p><p>- Faltar justa causa para o exercício da ação</p><p>penal: lastro probatório mínimo.</p><p>recebimento da denúncia ou queixa</p><p>Prazo de 10 dias.</p><p>Citação por edital: o prazo</p><p>começa a fluir com o</p><p>comparecimento pessoal do</p><p>acusado ou de defensor</p><p>constituído.</p><p>citação do acusado para</p><p>apresentar resposta à acusação</p><p>Art. 396, CPP</p><p>Recebimento da denúncia é</p><p>marco interruptivo da</p><p>prescrição (art. 117, I, CP).</p><p>APRESENTAÇÃO DA</p><p>RESPOSTA À ACUSAÇÃO</p><p>Art. 396-A, CPP</p><p>Absolvição sumária</p><p>Art. 397, CPP</p><p>- Causa excludente de</p><p>ilicitude do fato;</p><p>- Causa excludente da</p><p>culpabilidade do</p><p>agente, salvo</p><p>inimputabilidade;</p><p>- O fato narrado</p><p>evidentemente não</p><p>constitui crime;</p><p>- Extinta a</p><p>punibilidade do</p><p>agente.</p><p>DESIGNADO DIA E</p><p>HORA PARA AUDIÊNCIA DE</p><p>INSTRUÇÃO E</p><p>JULGAMENTO</p><p>Art. 399, CPP</p><p>Quando não ocorrer a</p><p>absolvição sumária.</p><p>Prazo máximo de 30 dias.</p><p>1. Tomada de declarações do</p><p>ofendido;</p><p>2. Inquirição das testemunhas;</p><p>3. Esclarecimentos dos peritos;</p><p>4. Acareações e reconhecimento</p><p>de pessoas e coisas;</p><p>5. Interrogatório do acusado.</p><p>NÚMERO DE TESTEMUNHAS</p><p>(Art. 532, CPP): até 5</p><p>testemunhas (5 para acusação</p><p>e 5 para defesa)</p><p>Nathalia do Espírito Santo Xavier - nathxaviers4@gmail.com - CPF: 060.217.895-98</p><p>TRIBUNAL DO JÚRI</p><p>Oferecimento da</p><p>denúncia ou queixa</p><p>Competente para processo e julgamento dos crimes</p><p>dolosos contra a vida e conexos a eles, salvo se</p><p>tratando de crimes militares e eleitorais.</p><p>Soberania quanto às</p><p>decisões, tomadas de</p><p>maneira sigiliosa e com</p><p>base no sistema da íntima</p><p>convicção, sem</p><p>fundamentação, de seus</p><p>integrantes leigos.</p><p>1º fase:</p><p>INSTRUÇÃO PRELIMINAR</p><p>(JUDICIUM ACCUSATIONIS)</p><p>Deve conter os</p><p>requisitos do art. 41 e</p><p>lastro probatório</p><p>mínimo quanto à</p><p>autoria e</p><p>materialidade do fato.</p><p>recebimento da denúncia ou queixa</p><p>citação do acusado para</p><p>apresentar resposta à acusação</p><p>Art. 406, CPP</p><p>Prazo de 10 dias.</p><p>Citação por edital: o prazo</p><p>começa a fluir com o</p><p>comparecimento pessoal do</p><p>acusado ou de defensor</p><p>constituído.</p><p>APRESENTAÇÃO DA</p><p>RESPOSTA À ACUSAÇÃO</p><p>Art. 406, §3º, CPP</p><p>VISTA À ACUSAÇÃO</p><p>Art. 409, CPP</p><p>Apresentada a defesa, o</p><p>juiz ouvirá o Ministério</p><p>Público ou o querelante</p><p>sobre preliminares e</p><p>documentos, em 5 dias.</p><p>AUDIÊNCIA DE INSTRUÇÃO E JULGAMENTO</p><p>Art. 411, CPP</p><p>1. Tomada de declarações do ofendido;</p><p>2. Inquirição das testemunhas;</p><p>3. Esclarecimentos dos peritos;</p><p>4. Acareações e reconhecimento de pessoas e coisas;</p><p>5. Interrogatório do acusado.</p><p>NÚMERO DE TESTEMUNHAS (Art. 406. §§2º E 3º,</p><p>CPP): até 8 testemunhas (8 para acusação e 8 para</p><p>defesa)</p><p>ALEGAÇÕES FINAIS ORAIS</p><p>Art. 411, §4º e seguintes, CPP</p><p>20 minutos, respectivamente, pela</p><p>acusação e pela defesa,</p><p>prorrogáveis por mais 10,</p><p>proferindo, a seguir, sentença.</p><p>decisão</p><p>Art. 411, §9º, CPP</p><p>pronúncia</p><p>Art. 413, CPP</p><p>Encerrados os</p><p>debates, o juiz</p><p>proferirá sua</p><p>decisão, ou o fará</p><p>em 10 dias.</p><p>- A pronúncia ocorre quando o juiz está convencido da materialidade do fato e</p><p>da existência de indícios suficientes de autoria ou de participação, devendo,</p><p>a sentença especificar o dispositivo legal e as circunstâncias qualificadoras e</p><p>causas de aumento de pena (necessário que estejam presentes na denúncia).</p><p>- É aplicável o in dubio pro societate, em que, na dúvida quanto à existência do</p><p>crime ou em relação à autoria e participação, deve o juiz pronunciar o acusado.</p><p>impronúncia</p><p>Art. 414, CPP</p><p>- A impronúncia ocorre quando o juiz não se convence</p><p>da materialidade do fato ou da existência de</p><p>indícios suficientes de autoria ou de participação.</p><p>- Enquanto não ocorrer a extinção da punibilidade,</p><p>poderá ser formulada nova denúncia ou queixa se</p><p>houver prova nova.</p><p>*Não julga o mérito, embora encerre o processo*</p><p>Art. 416, CPP:</p><p>contra a decisão de</p><p>impronúncia cabe</p><p>APELAÇÃO!</p><p>Súm. 191, STJ: a pronúncia é causa</p><p>interruptiva da prescrição.</p><p>Contra a decisão de pronúncia cabe</p><p>RESE (art. 581, IV).</p><p>Nathalia do Espírito Santo Xavier - nathxaviers4@gmail.com - CPF: 060.217.895-98</p><p>desclassificação</p><p>Art. 419, CPP</p><p>- Quando o juiz sumariante conclui que o fato</p><p>narrado na peça acusatória não diz respeito a</p><p>crime doloso contra a vida.</p><p>- Não deve fixar a nova capitulação legal, bastando</p><p>que aponte a inexistência de crime doloso contra a</p><p>vida.</p><p>ABSOLVIÇÃO SUMÁRIA</p><p>Art. 415, CPP</p><p>- A inexistência do fato;</p><p>- Provado não ser ele o autor ou partícipe do fato;</p><p>- O fato não constituir</p><p>infração penal;</p><p>- Causa de isenção de pena (se esta for a única tese</p><p>defensiva, no caso de inimputabilidade) ou;</p><p>- Exclusão do crime.</p><p>TRIBUNAL DO JÚRI</p><p>decisão</p><p>Art. 411, §9º, CPP</p><p>Encerrados os</p><p>debates, o juiz</p><p>proferirá sua</p><p>decisão, ou o fará</p><p>em 10 dias.</p><p>Só pode ocorrer após a</p><p>instrução penal.</p><p>É aplicável o in dubio pro</p><p>societate, em que, na dúvida</p><p>quanto à existência do crime ou</p><p>em relação à autoria e</p><p>participação, o juiz não deve</p><p>absolver o réu, determinando o</p><p>proseguimento normal do</p><p>processo.</p><p>CONTINUAÇÃO (...)</p><p>2º fase:</p><p>JULGAMENTO PELO TRIBUNAL</p><p>DO JÚRI (JUDICIUM</p><p>CAUSAE)</p><p>INTIMAÇÃO PARA ARROLAR</p><p>TESTEMUNHAS</p><p>Art. 422, CPP.</p><p>POSSIBILIDADE DE</p><p>DESAFORAMENTO</p><p>Art. 427 e 428, CPP</p><p>Deslocamento da competência territorial de uma</p><p>comarca para outra, para que nessa seja realizado o</p><p>julgamento pelo tribunal do júri.:</p><p>1. Interesse da ordem pública;</p><p>2. Dúvida sobre a imparcialidade do júri;</p><p>3. Falta de segurança pessoal do acusado;</p><p>4. Quando o julgamento não for realizado dentro do prazo</p><p>de 6 meses, contados da preclusão da decisão de</p><p>pronúncia, desde que comprovado o excesso de serviço</p><p>e evidenciado que a demora não foi provocada pela</p><p>defesa.</p><p>INTIMAÇÃO PARA INSTRUÇÃO</p><p>E JULGAMENTO</p><p>Art. 431, CPP</p><p>Estando o processo em</p><p>ordem, as partes serão</p><p>intimadas, o ofendido, se</p><p>possível, as testemunhas e</p><p>os peritos, se houver</p><p>requerimento, para a</p><p>sessão de instrução e</p><p>julgamento.</p><p>convocação dos jurados</p><p>Art. 432, CPP</p><p>OBS.: Escusa de</p><p>consciência - A recusa</p><p>ao serviço do júri</p><p>fundada em convicção</p><p>religiosa, filosófica ou</p><p>política importará no</p><p>dever de prestar</p><p>serviço alternativo</p><p>(ART. 438, CPP).</p><p>PREPARAÇÃO</p><p>Arts. 457, 463 e 468, CPP</p><p>INSTRUÇÃO</p><p>ARTS. 473 e 474, cpp</p><p>formulação dos quesitos</p><p>Art. 483, CPP</p><p>DEBATES</p><p>ARTS. 476 A 481, cpp</p><p>O juiz deverá levar em conta os</p><p>termos da pronúncia ou das</p><p>decisões posteriores que</p><p>julgaram admissível a</p><p>acusação, do interrogatório e</p><p>das alegações das partes.</p><p>As agravantes e atenuantes não</p><p>são mais objeto de quesitação,</p><p>devendo ser formulado nos</p><p>debates e dirigido ao</p><p>juiz-presidente.</p><p>SENTENÇA</p><p>Art. 492, CPP</p><p>Das decisões do tribunal do</p><p>júri cabe apelação e, quando</p><p>interposta contra decisão</p><p>condenatória a uma pena</p><p>igual ou superior a 15 anos</p><p>de reclusão, não terá efeito</p><p>suspensivo.</p><p>ATENÇÃO! Artigo</p><p>modificado pelo Pacote</p><p>Anticrime.</p><p>VOTAÇÃO</p><p>Art. 483 e 490, CPP</p><p>Nathalia do Espírito Santo Xavier - nathxaviers4@gmail.com - CPF: 060.217.895-98</p><p>4M - Dos Procedimentos no CPP</p><p>Página 1</p><p>Página 3</p><p>Página 4</p><p>Página 6</p>