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<p>Terapia Cognitivo- Comportamental</p><p>Disciplina: Bases Epistemológica e História da Psicologia</p><p>Professora: Me. Nathália Pereira de Oliveira</p><p>Alunos: 202320979 - Amanda Lucas Cardozo de Brito</p><p>202320666 - Brunna Moreira Souza</p><p>202320783 - Davi Augusto da Silva Lopes</p><p>202410111 - Kamilla de Oliveira Cravo</p><p>202311644 - Kenia Borba de O. M. de Andrade</p><p>202320678 - Sarah Maria de Oliveira</p><p>História e Desenvolvimento da TCC</p><p>A Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) é uma abordagem da</p><p>psicoterapia baseada na combinação de conceitos do Behaviorismo radical</p><p>com teorias cognitivas, que combina técnicas:</p><p>COGNITIVA COMPORTAMENTAL</p><p>https://www.vittude.com/blog/behaviorismo/?utm_source=blog&utm_medium=terapia-cognitivo-comportamental&utm_content=blog_traffic</p><p>História e Desenvolvimento da TCC</p><p>Seu surgimento foi datado em 1960 e foi considerada a ‘’quarta força’’ no</p><p>campo das abordagens em psicoterapia.</p><p>Sendo Aaron T. Beck (TCC, 1960) seu principal fundador.</p><p>Embora Beck tenha sido o principal arquiteto da TCC, é importante notar que</p><p>outros psicoterapeutas e pesquisadores contribuíram significativamente para o</p><p>desenvolvimento e refinamento dessa abordagem.</p><p>História e Desenvolvimento da TCC</p><p>Ênfase nos Pensamentos Irracionais: Tanto Ellis quanto Beck reconheciam a</p><p>importância dos pensamentos irracionais na geração de emoções negativas e</p><p>comportamentos disfuncionais.</p><p>Semelhanças entre REBT e Terapia Cognitiva de Beck:</p><p>Em 1950, Albert Ellis desenvolveu a Terapia</p><p>Racional-emotiva (REBT), onde teve uma influência</p><p>significativa no desenvolvimento da Terapia</p><p>Cognitivo Comportamental através da sua criação</p><p>REBT.</p><p>Foco na Reestruturação Cognitiva: Ambos os terapeutas desenvolveram</p><p>técnicas para identificar, desafiar e modificar pensamentos distorcidos e</p><p>irracionais.</p><p>História e Desenvolvimento da TCC</p><p>Modelo Teórico: Enquanto Ellis desenvolveu a REBT com base mais filosófica</p><p>e abordagem mais direta, Beck construiu seu modelo cognitivo da depressão a</p><p>partir de observações clínicas e pesquisa empírica.</p><p>Diferenças entre REBT e Terapia Cognitiva de Beck:</p><p>Enfoque Terapêutico: Ellis enfatizava a disputa direta de crenças irracionais e</p><p>a mudança de perspectiva, enquanto Beck desenvolveu técnicas mais</p><p>estruturadas para identificar e desafiar automaticamente os pensamentos</p><p>negativos.</p><p>Abordagem Terapêutica: A abordagem de Beck era mais estruturada e</p><p>orientada para a resolução de problemas do que a de Ellis, que</p><p>frequentemente usava confronto direto para desafiar as crenças irracionais.</p><p>História e Desenvolvimento da TCC</p><p>Aaron Beck é reconhecido como um dos pioneiros da TCC e suas</p><p>contribuições continuam a impactar positivamente a prática clínica e a</p><p>compreensão dos transtornos psicológicos até hoje.</p><p>Em resumo, a TCC evoluiu ao longo do tempo, combinando teorias cognitivas</p><p>e comportamentais para oferecer uma abordagem prática e eficaz no</p><p>tratamento de uma variedade de problemas psicológicos.</p><p>Sua flexibilidade e base empiricamente validada a tornam uma ferramenta</p><p>essencial na prática clínica.</p><p>Princípios fundamentais da TCC</p><p>1. Baseia-se em uma formulação evolutiva e de</p><p>problemas do cliente: A TCC começa com uma</p><p>compreensão abrangente da história, desenvolvimento e</p><p>problemas atuais do paciente. Isso inclui identificar</p><p>pensamentos, comportamentos e emoções que contribuem</p><p>para as dificuldades.</p><p>2. Requer uma aliança terapêutica sólida: Uma relação</p><p>de confiança e colaboração entre terapeuta e paciente é</p><p>essencial. O terapeuta trabalha em parceria com o</p><p>paciente, incentivando a participação ativa no processo</p><p>terapêutico.</p><p>Princípios fundamentais da TCC</p><p>3. É orientada por objetivos e centrada em problemas:</p><p>A TCC é uma terapia estruturada que define metas claras</p><p>e trabalha para resolver problemas específicos. As</p><p>sessões são focadas nos problemas atuais do paciente</p><p>nas maneiras de resolvê-los.</p><p>4. Enfatiza a colaboração e participação ativa: O</p><p>paciente é visto como um co-terapeuta e é incentivado a</p><p>se envolver ativamente nas sessões e nas tarefas de</p><p>casa. O terapeuta e o paciente trabalham juntos para</p><p>identificar problemas e desenvolver estratégias de</p><p>enfrentamento.</p><p>5. Foca no presente: Embora a TCC possa considerar a história do</p><p>paciente, o foco principal é nas dificuldades atuais e como elas</p><p>podem ser abordadas e resolvidas no aqui e agora.</p><p>Princípios fundamentais da TCC</p><p>AQUI E AGORA!</p><p>6. Ensina aos clientes a se tornarem seus próprios</p><p>terapeutas: A TCC visa empoderar os pacientes,</p><p>ensinando-lhes habilidades e técnicas que eles podem usar de</p><p>forma independente para lidar com problemas futuros e</p><p>prevenir recaídas.</p><p>Princípios fundamentais da TCC</p><p>7. A TCC é uma terapia com tempo limitado: Geralmente, a TCC é uma</p><p>intervenção de curto a médio prazo, com duração de semanas a</p><p>meses, dependendo da complexidade dos problemas do cliente. Isso</p><p>incentiva a eficiência e a focalização nas metas terapêuticas.</p><p>8. As sessões de TCC são estruturadas: Cada sessão segue</p><p>uma estrutura clara, incluindo a revisão de tarefas de casa,</p><p>definição de agenda, discussão de problemas específicos,</p><p>introdução de novas habilidades e planejamento de tarefas para</p><p>casa.</p><p>8. As sessões de TCC são estruturadas: Cada sessão segue uma estrutura clara, incluindo</p><p>a revisão de tarefas de casa, definição de agenda, discussão de problemas específicos,</p><p>introdução de novas habilidades e planejamento de tarefas para casa.</p><p>Princípios fundamentais da TCC</p><p>9. Ensina a identificar, avaliar e responder a pensamentos disfuncionais</p><p>e crenças: A TCC ajuda os pacientes a identificar pensamentos automáticos</p><p>negativos e crenças centrais disfuncionais, avaliar sua validade e desenvolver</p><p>respostas mais realistas e funcionais.</p><p>Princípios fundamentais da TCC</p><p>10. Usa uma variedade de técnicas para mudar pensamento,</p><p>comportamento e humor: A TCC incorpora uma ampla gama de técnicas e</p><p>intervenções, como reestruturação cognitiva, técnicas de relaxamento,</p><p>exposição, resolução de problemas e treinamento de habilidades sociais.</p><p>Tratamento</p><p>● Modelo cognitivo;</p><p>● Duração do tratamento;</p><p>● A Relação terapeutica;</p><p>● Metas e objetivos;</p><p>● O paciente torna-se seu próprio terapeuta;</p><p>● Que o paciente não seja dependente de seu terapeuta para não</p><p>reduzir sua autonomia.</p><p>O progresso do paciente na terapia. Bom, como que a gente pode</p><p>avaliar? Existem métricas que vão nos ajudar, então escalas, né? Por</p><p>exemplo, o paciente chega com uma queixa de ansiedade diante de uma</p><p>determinada situação ou ansiedade na vida, né? A gente vai mensurar</p><p>isso quando ele chega e depois a gente vai mensurar depois de um certo</p><p>tempo. (...) E também a gente vai avaliar clinicamente com o manejo,</p><p>com a mensuração dos sintomas, pelo relato do paciente. ( SEABRA,</p><p>2024)</p><p>● As sessões podem ser reduzidas de forma gradual e programada;</p><p>● Sessões de reforço em aproximadamente 3, 6 e 12 meses após o término</p><p>do tratamento.</p><p>● Tarefa de casa;</p><p>O papel do terapeuta - TCC</p><p>★ Um terapeuta cognitivo-comportamental teve possuir habilidades</p><p>básicas, como escuta, empatia, preocupa��ão, respeito e autenticidade.</p><p>além de compreensão adequada, reflexão e capacidade de síntese.</p><p>Segundo Judith Beck, 2013 é necessário que o terapeuta:</p><p>● Demonstre uma boa habilidade terapêutica e compreensão de</p><p>zelo e cuidado;</p><p>O papel do terapeuta - TCC</p><p>● Variação do seu estilo;</p><p>● Compartilhe sua conceituação e</p><p>plano de tratamento;</p><p>Técnicas da TCC</p><p>Psicoeducação</p><p>Registro de pensamentos</p><p>disfuncionais</p><p>Questionário Socrático</p><p>Técnicas de Exposição</p><p>Técnicas da TCC</p><p>Técnicas de</p><p>relaxamento</p><p>Técnicas de Habilidades Sociais</p><p>Técnicas de</p><p>enfrentamento do</p><p>estresse</p><p>Técnicas do espectador ou</p><p>observador distante</p><p>Padrões duplo</p><p>Dois pesos/duas medidas</p><p>Contextualizando as práticas baseadas</p><p>em evidências</p><p>● A psicologia aplicada, desde a sua criação no</p><p>final do século XIX,</p><p>aproveita a ciência para fins práticos, incluindo a prestação de</p><p>serviços clínicos na área da saúde.</p><p>● A PBEP (Prática baseada em evidência em psicologia) inspirou-se</p><p>no movimento da medicina, definido como o processo de descobrir,</p><p>avaliar e usar achados de investigações como base para</p><p>decisões clínicas.</p><p>● As PBEs (Praticas baseadas</p><p>em evidencias) levam em</p><p>consideração um</p><p>modelo tripartido:</p><p>A TCC e a prática baseada em evidências</p><p>● A TCC apresenta, desde a sua gênese, um caráter investigativo</p><p>muito presente em toda sua produção.</p><p>● Encontram-se semelhanças entre a TCC e a PBE.</p><p>● Knapp e Beck (2008) questionam qual seria a sua eficácia, para</p><p>quais transtornos, por quanto tempo e comparada com o que.</p><p>● DOBSON e DOBSON (2010), buscou o levantamento de</p><p>produções sobre a eficácia da TCC em diferentes quadros clínicos:</p><p>Nota:</p><p>+ : Evidências positivas.</p><p>= : Equivalência próxima.</p><p>++ : Tratamento escolhido.</p><p>Espaços em branco: Falta de</p><p>evidências.</p><p>* A TCC é usada tipicamente como</p><p>auxílio a medicação nesses</p><p>transtornos.</p><p>XXXX</p><p>Desafios e Críticas da TCC</p><p>● As abordagens “comportamentais” apresentam maiores</p><p>evidências científicas.</p><p>● Se aproximam muito mais do método empírico científico do</p><p>que as demais abordagens (por seus objetos de estudos,</p><p>normalmente, serem mais passíveis do método).</p><p>● A TCC é a principal abordagem, atualmente, na Pratica</p><p>Baseada em Evidencias — justamente por utilizar de</p><p>protocolo terapêutico, estudos randomizados, replicação e</p><p>reprodutibilidade etc.</p><p>Como a ciência se constitui (de fato)</p><p>dentro da psicologia?</p><p>● Pode-se entender esse impulso de padronização de</p><p>conhecimento com o processo de globalização e informatização</p><p>da ciência, no contexto dos anos 1980/90.</p><p>● Mas a transição de técnicas e saberes - típicas do</p><p>neoliberalismo - para as ciências humanas, pode ocasionar</p><p>uma exclusão indireta de epistemologias diferentes das que são</p><p>pertinentes à medicina.</p><p>● O modelo PBE tem sido severamente criticado, e está</p><p>hierarquizando indiretamente as linhagens psicológicas.</p><p>Afinidade metodológica ou validade</p><p>intrínseca?</p><p>Manual Diagnóstico e Estatístico de</p><p>Transtornos Mentais (DSM)</p><p>● Modelo Psiquiátrico</p><p>● Ateórico (“expressa fatos”)</p><p>● Não se baseia em concepção</p><p>etiológica</p><p>● Científico por um lado, político</p><p>por outro</p><p>● Protocolos padronizados;</p><p>podem prescrever o número de</p><p>sessões requeridas e seus</p><p>procedimentos</p><p>Psicologia Baseada em Evidencias (PBE)</p><p>● Nascimento provindo da Medicina</p><p>Baseada em Evidências</p><p>● 1990 o sucesso do conceito permitiu</p><p>que ele fosse derivado para outras</p><p>áreas como modelo de gestão.</p><p>● Sem nenhuma mediação surge a</p><p>PBE (cada vez mais imposta como</p><p>uma psicologia autônoma)</p><p>● Passar da MDE para PBE pode</p><p>representar um transporte indevido</p><p>de técnicas e critérios técnicos da</p><p>medicina para a psicologia.</p><p>Críticas de pesquisas</p><p>A divisão 12 da APA (Associação Americana de Psicologia) toma por</p><p>padrão-ouro, para avaliar tratamentos, pesquisas cujo método empregado</p><p>foi o ensaio clínico randomizado, com alcances e limites para a pesquisa</p><p>em psicoterapia. A força-tarefa recebeu três grupos de críticas por eleger o</p><p>ensaio clínico randomizado para a produção de evidências:</p><p>1. Estudos de grupo, essencialmente quantitativos, seriam pobres para o</p><p>campo da psicoterapia, sendo a pesquisa qualitativa mais apropriada.</p><p>2. A abordagem cognitivo-comportamental teria levado vantagem</p><p>indevida na avaliação, porque foi muito mais pesquisada com esse</p><p>tipo de método do que todas as outras abordagens e, assim, teria sido</p><p>injustamente considerada mais eficaz.</p><p>3. O fato de um tratamento ser experimentalmente eficaz, isto é,</p><p>demonstrar resultados satisfatórios em condições controladas de</p><p>pesquisa (validade interna), não garante que ele seja efetivo em</p><p>condições concretas.</p><p>● Diagnósticos: não são necessários para tomar decisões</p><p>de tratamento em psicoterapia. Muitos diagnósticos são</p><p>imprecisos e não enfatizam o caráter subjetivo que cada</p><p>transtorno pode gerar.</p><p>● Descrições de pessoas para pesquisa: péssimos critérios</p><p>para criar grupo de indivíduos em situação de pesquisa</p><p>em psicologia. O fato de que certos pacientes</p><p>compartilham características não os torna</p><p>necessariamente semelhante, muito menos justifica “qual</p><p>melhor abordagem/ ou qual deve ser usada”; ao</p><p>contrário, cada paciente deveria ser visto como único e,</p><p>portanto, receber um tratamento totalmente</p><p>individualizado.</p><p>Ferramentas científicas e pesquisas</p><p>● Uma abordagem que é considerada mais “eficaz” por</p><p>atender o modelo conceitual da PBE ( isto é: na</p><p>manualização de procedimentos, e na confiança</p><p>excessiva de em provas de pesquisas sobre qualificação</p><p>metodológica), não necessariamente significa algo bom.</p><p>● Como seria lidar com ciências nas quais a natureza de</p><p>seus objetos exige outros estilos de racionalidade?</p><p>● Ao que parece, aqueles que denominam-se mais</p><p>“científicos” dentro da psicologia, apenas estão negando</p><p>outras racionalidades clínicas e se comportando como</p><p>dogmáticos em seus métodos.</p><p>Dogmatismo científico</p><p>Entrevista Psicóloca TCC</p><p>Carolina Ribeiro Seabra CRP 01/15266</p><p>Qual a diferença da TCC para o</p><p>behaviorismo clássico?</p><p>A diferença para o behaviorismo</p><p>clássico é a inserção da cognição nesse</p><p>funcionamento operacional do</p><p>comportamento e estimular a resposta,</p><p>então a gente vai considerar as crenças</p><p>como advindas das cognições disfuncionais,</p><p>da interpretação dos fatos, que é diferente</p><p>do behaviorismo que considera o</p><p>comportamento como base, nós temos a</p><p>cognição como base, as emoções.</p><p>Terapia cognitiva-comportamental funciona com</p><p>todos os pacientes?</p><p>Para mim, o fator primordial de funcionamento de</p><p>terapia é a relação terapêutica e não a abordagem</p><p>teórica. Então, eu acho que o vínculo terapêutico, o</p><p>vínculo colaborativo, o rapport, tem vários nomes</p><p>diferentes para a mesma coisa, a transferência contra a</p><p>transferência, vai ser aquilo que vai realmente funcionar,</p><p>vai ser aquilo que vai trazer a atividade. E a terapia</p><p>cognitivo-comportamental, ela vai ter diferentes técnicas</p><p>para diferentes transtornos, né? E vai funcionar se a</p><p>relação terapêutica for adequada, se for boa, se for</p><p>construída adequadamente.</p><p>Entrevista Psicóloca TCC</p><p>Carolina Ribeiro Seabra CRP 01/15266</p><p>MITO NÚMERO 1</p><p>A gente desconsidera o inconsciente - A TCC não</p><p>desconsidera o inconsciente, ela só entende o</p><p>inconsciente de uma forma diferente de outras</p><p>abordagens teóricas A gente entende que o inconsciente</p><p>são os processos que não são conscientes,</p><p>cognitivamente falando Que é aquilo que tá ali de forma</p><p>não conhecida, algo que às vezes influencia nos</p><p>processos automáticos, na perpetuação dessas crenças</p><p>disfuncionais Ou seja, nesse prolongamento, a pessoa</p><p>não conseguir realmente perceber as próprias</p><p>disfuncionalidades. Aquilo que está auxiliando e vai</p><p>funcionando na vida, e quando ela vai para a terapia a</p><p>gente vai trazer esses processos para um nível de</p><p>consciência que ela conheça isso.</p><p>Quais são alguns mitos comuns sobre a TCC</p><p>que você gostaria de desmistificar?</p><p>MITO NÚMERO 2</p><p>A TCC é insensível, muito objetiva? Não, não é, também,</p><p>né, a gente é, os terapeutas em geral tendem a sofrer</p><p>até com esse mito porque a gente é muito sensível, a</p><p>gente é muito cuidadoso, muito cauteloso. O que a gente</p><p>faz é que a gente tem um entendimento diferente e para</p><p>algumas questões a gente trata com um pouco de</p><p>objetividade, no sentido de tornar palpável</p><p>concretamente ou por meio dos pensamentos,</p><p>cognitivamente, através da verbalização, da fala e isso</p><p>faz com que muitas vezes as pessoas se dêem conta de</p><p>questões. A gente é mais ativo no processo terapêutico,</p><p>vamos dizer assim.</p><p>https://docs.google.com/document/d/1L70MYeBy40JE3nCc3Uv</p><p>SDjgMaSTFioQvzx_sCKsK-pg/edit?usp=sharing</p><p>Leia a entrevista completa</p><p>https://docs.google.com/document/d/1L70MYeBy40JE3nCc3UvSDjgMaSTFioQvzx_sCKsK-pg/edit?usp=sharing</p><p>https://docs.google.com/document/d/1L70MYeBy40JE3nCc3UvSDjgMaSTFioQvzx_sCKsK-pg/edit?usp=sharing</p><p>Se nossos pensamentos forem</p><p>limpos e claros, estaremos</p><p>melhor preparados para alcançar</p><p>nossos objetivos.</p><p>Aaron Beck</p><p>BECK, Aaron T. Depression: Clinical, Experimental, and Theoretical Aspects. Philadelphia: University of</p><p>Pennsylvania Press, 1967.</p><p>BECK, J. S. Terapia cognitivo-comportamental - 2.ed. [s.l.] Artmed Editora, 2013.</p><p>Dunker, Christian [1966-]; Iannini, Gilson [1969] Ciência pouca é bobagem: por que psicanálise não é</p><p>pseudociência/ Christian Dunker, Gilson Iannini/ Prefácio de Tatiana Roque. São Paulo: Ubu Editora, 2023. 288</p><p>pp.</p><p>Jan Luiz Leonardi e Sônia Beatriz Meyer, “Prática baseada em evidências em psicologia e a história da busca</p><p>pelas provas empíricas da eficácia das psicoterapias”. Psicologia: Ciência e Profissão, v. 35, n. 4, 2015</p><p>MELNIK, Tamara; SOUZA, W. F. D; SOUZA, W. F. D. A importância da prática da psicologia baseada em</p><p>evidências: aspectos conceituais, níveis de evidência, mitos e resistências. Revista Costarricense de</p><p>Psicologia, São Paulo, v. 33, n. 2, p. 79- 92, jul./2014.</p><p>DOBSON, Deborah; DOBSON, Keith S. A Terapia Cognitivo Comportamental baseada em evidências. 1. ed.</p><p>Porto Alegre: Artmed, 2010. p. 184-199.</p><p>REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA</p>