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<p>Profa. Dra. Eliana Carvalheira</p><p>UNIDADE II</p><p>Orientação e Prática de</p><p>Gestão da Educação em</p><p>Ambientes Escolares e</p><p>Não Escolares</p><p> Na educação, a escola tem o papel de transmitir conhecimento, mas no mundo globalizado,</p><p>exige-se uma nova abordagem. É necessária uma renovação constante para difundir um</p><p>ensino de alta qualidade, que prepare os alunos a serem criativos, críticos e comprometidos.</p><p>O objetivo é formar cidadãos conscientes e obter resultados que favoreçam o</p><p>desenvolvimento da instituição.</p><p> O gestor escolar, como cidadão e educador, exerce grande influência na escola. Ele é</p><p>responsável por todas as atividades, tanto internas quanto externas, que afetam o ambiente</p><p>escolar. Sua liderança define o clima de aprendizagem, o nível de profissionalismo, a atitude</p><p>dos professores e alunos, além de estabelecer a credibilidade com a comunidade. Sua</p><p>atuação é crucial para determinar se a gestão será democrática ou autoritária.</p><p>O papel do gestor na escola pública</p><p>Fonte:</p><p>https://pixabay.com/pt/illustrations/</p><p>l%C3%ADder-multid%C3%A3o-</p><p>destacam-se-grupo-2815528/</p><p>Formar um profissional adequado a essas exigências é responsabilidade do curso de</p><p>Pedagogia. É fundamental que isso aconteça porque o papel do gestor de uma escola é</p><p>melhorar o desempenho dos alunos, além de exercer um tipo de liderança que promova essa</p><p>finalidade. Para tanto, ele deve:</p><p> definir claramente o foco da escola;</p><p> promover a criação e a melhora contínua de sistemas eficientes de trabalho;</p><p> integrar a escola com as classes e com cada aluno;</p><p> instituir o uso regular de sistemas de informação e análise;</p><p> atuar como modelo, dando o exemplo pessoal e visível das novas práticas.</p><p>Formação do gestor escolar</p><p> A autoridade é essencial no papel do administrador, pois é através dela que as pessoas</p><p>realizam suas tarefas. Barnard (apud Kwasnicka, 2006), em contraponto à visão de Weber,</p><p>vê a autoridade como um fenômeno político e comportamental, baseada na aceitação ou</p><p>persuasão. Diferente da abordagem clássica, em que a autoridade é hierárquica, Barnard</p><p>argumenta que ela depende da aceitação dos subordinados. Neste sentido, o chefe precisa</p><p>conquistar o consentimento para legitimar sua autoridade e garantir a realização das tarefas.</p><p> Autoridade se conquista: aproximação com a comunidade, com os professores e alunos.</p><p> Autoritarismo se impõe: advertências, suspensões e expulsões criam o medo em</p><p>seus subordinados.</p><p> O gestor educacional conquista seu espaço ou autoridade</p><p>quando sua prática corresponde a um modelo horizontal de</p><p>administração, ou seja, medeia discussões, troca de ideias,</p><p>exerce ações democráticas.</p><p>Autoridade versus autoritarismo na gestão escolar</p><p> Liderança é o processo de conduzir as ações ou influenciar o comportamento e a</p><p>mentalidade de outras pessoas.</p><p> Não há importância na proximidade física ou temporal (Maximiano, 2006). Um cientista pode</p><p>ser influenciado por um colega de profissão que nunca viu ou mesmo que viveu em outra</p><p>época. Líderes religiosos são capazes de influenciar adeptos que estão muito longe e que</p><p>têm pouquíssima chance de vê-los pessoalmente.</p><p>Liderança: conceitos e prática na gestão escolar</p><p>Ao contrário do que muitos pensam, a liderança não é uma habilidade pessoal, mas um</p><p>processo interpessoal dentro de um contexto complexo, no qual outros componentes estão</p><p>presentes. Esse contexto é uma combinação de quatro variáveis ou elementos:</p><p> Características do líder;</p><p> Motivações dos liderados;</p><p> Características da missão ou tarefa a ser realizada;</p><p> Conjuntura social e política.</p><p>Liderança: conceitos e prática na gestão escolar</p><p> A motivação na gestão educacional pode ser vista como um incentivo para agir e é dividida</p><p>em duas formas: motivação instrumental e motivação integrada.</p><p> Motivação instrumental está relacionada à busca por melhoria de posição social, a interesses</p><p>pessoais ou profissionais e ao desejo de reconhecimento pelos outros.</p><p> Motivação integrada envolve características psicológicas, o prazer em realizar algo e o foco</p><p>em atingir objetivos com base em interesses internos.</p><p> O gestor escolar deve ser um líder que desenvolve práticas organizacionais inovadoras,</p><p>empreendedoras e participativas, além de motivar sua equipe por meio de boas relações</p><p>interpessoais, influenciando-a a agir com empenho.</p><p>O gestor escolar e a motivação</p><p>Fonte: https://pixabay.com/pt/illustrations/ai-</p><p>gerado-montanha-escalador-8602390/</p><p>Sobre o conceito de liderança na gestão escolar, é correto afirmar que:</p><p>a) A liderança é uma habilidade pessoal e depende exclusivamente das características</p><p>do líder.</p><p>b) A proximidade física e temporal entre o líder e os liderados é crucial para o exercício</p><p>da liderança.</p><p>c) Liderança é um processo interpessoal que envolve não apenas o líder, mas também a</p><p>motivação dos liderados, a tarefa a ser realizada e o contexto social e político.</p><p>d) A liderança na gestão escolar é determinada apenas pela autoridade hierárquica do diretor</p><p>da escola sobre os professores e alunos.</p><p>e) Um bom líder escolar não precisa se preocupar com a</p><p>motivação dos seus liderados, desde que atinja os objetivos</p><p>da escola.</p><p>Interatividade</p><p>Sobre o conceito de liderança na gestão escolar, é correto afirmar que:</p><p>a) A liderança é uma habilidade pessoal e depende exclusivamente das características</p><p>do líder.</p><p>b) A proximidade física e temporal entre o líder e os liderados é crucial para o exercício</p><p>da liderança.</p><p>c) Liderança é um processo interpessoal que envolve não apenas o líder, mas também a</p><p>motivação dos liderados, a tarefa a ser realizada e o contexto social e político.</p><p>d) A liderança na gestão escolar é determinada apenas pela autoridade hierárquica do diretor</p><p>da escola sobre os professores e alunos.</p><p>e) Um bom líder escolar não precisa se preocupar com a</p><p>motivação dos seus liderados, desde que atinja os objetivos</p><p>da escola.</p><p>Resposta</p><p> Um autor que traz uma contribuição interessante para compreendermos a gestão da</p><p>educação na atualidade é o professor José Carlos Libâneo. Este autor nos apresenta quatro</p><p>concepções de gestão: a técnico-científica, a autogestionária, a interpretativa e a</p><p>democrático-participativa, sendo que as três últimas correspondem a uma concepção mais</p><p>abrangente, a sociocrítica.</p><p> De acordo com Libâneo (2005), na concepção técnico-científica prevalece uma visão</p><p>burocrática e tecnicista de escola. A direção é centralizada em uma pessoa, as decisões vêm</p><p>de cima para baixo e basta cumprir um plano previamente elaborado, sem a participação de</p><p>professores, especialistas, alunos e funcionários.</p><p>Concepções de gestão escolar</p><p> Na concepção sociocrítica, a escola é vista como um sistema que envolve pessoas cujas</p><p>ações são intencionais e influenciadas pelo contexto sociopolítico. Nesse modelo, as</p><p>decisões são tomadas de forma democrática e coletiva, permitindo a discussão e deliberação</p><p>conjunta dos membros, promovendo a colaboração entre todos (Libâneo, 2005).</p><p> O autor separa a concepção sociocrítica de gestão, conforme apontado anteriormente, em</p><p>três tipos, a saber: a autogestionária, a interpretativa e a democrático-participativa.</p><p> Autogestionária: responsabilidade coletiva; direção descentralizada (delegada); valoriza a</p><p>capacidade criativa do grupo.</p><p>Concepções de gestão escolar</p><p>Interpretativa:</p><p> valoriza as intenções e a interação das pessoas;</p><p> opõe-se à concepção científico-racional, por sua rigidez normativa e por considerar as</p><p>organizações como realidades objetivas.</p><p>Democrático-participativa:</p><p> valoriza a relação, a direção e os demais membros; cada</p><p>membro da equipe assume responsabilidades.</p><p> Libâneo e outros autores defendem uma gestão democrática</p><p>com ênfase na participação de todos os envolvidos, de modo</p><p>que todos se responsabilizem por colocar em prática as</p><p>decisões a fim de obter os melhores resultados, beneficiando</p><p>a todos.</p><p>Concepções de gestão escolar</p><p>O que é a gestão democrática da educação?</p><p> É</p><p>a gestão responsável por gerir os processos que visam à qualidade do ensino e à</p><p>formação de cidadãos, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa.</p><p> Segundo Hora (2007), a escola, como organização social, busca ser um espaço democrático,</p><p>em que educadores, alunos, pais, ativistas comunitários e outros cidadãos possam estar</p><p>informados e participar criticamente na criação e execução de políticas e programas</p><p>escolares. Dois elementos são fundamentais para a democratização escolar: a participação</p><p>de todos nos processos decisórios e um amplo processo de informação que permita a todos</p><p>conhecerem as dinâmicas internas e externas da instituição.</p><p>Gestão escolar democrática</p><p>A escola democrática se caracteriza por: acesso à escola, pelo oferecimento de vagas; manter</p><p>o aluno na escola; oferecer uma educação de qualidade.</p><p> Para os órgãos oficiais, o acesso à escola já faz dela democrática.</p><p> Segundo Paro (2006), a proposta de gestão democrática na</p><p>escola pública, com a participação efetiva de pais,</p><p>educadores, alunos e funcionários, é muitas vezes vista como</p><p>utópica, no sentido de algo inatingível. Isso se deve ao</p><p>significado de “utopia”, que é um lugar inexistente. No entanto,</p><p>o autor destaca que, embora utópica, essa ideia não é</p><p>impossível. Pelo contrário, por ser algo que ainda não existe, é</p><p>um objetivo desejável para resolver os problemas da escola. O</p><p>primeiro passo é entender as condições e contradições</p><p>concretas que podem tornar viável a democratização das</p><p>relações escolares.</p><p>Escola democrática</p><p> Paro (2006) argumenta que ainda não temos uma escola pública democrática, mas estamos</p><p>em busca de sua democratização. O sistema hierárquico presente na escola pública justifica</p><p>seu estágio atual.</p><p> Para transformar a escola em um espaço mais inclusivo e transformador, é essencial</p><p>democratizá-la, o que envolve a participação ativa das camadas trabalhadoras. Isso implica</p><p>mudanças no sistema de autoridade e na distribuição do trabalho dentro da escola,</p><p>permitindo maior apropriação pela comunidade escolar.</p><p>Escola democrática</p><p>Com base nos princípios da gestão democrática da educação, de acordo com José Carlos</p><p>Libâneo e o texto discutido, avalie as asserções a seguir:</p><p>I. A gestão democrática visa à participação dos professores, da direção, da comunidade e</p><p>dos alunos nas decisões escolares.</p><p>II. A gestão democrática baseia-se na criação de políticas que garantam a exclusão de</p><p>decisões administrativas da comunidade escolar.</p><p>III. A gestão democrática envolve a participação de todos os membros da comunidade</p><p>escolar, além de assegurar que todos tenham acesso à informação sobre as dinâmicas</p><p>da instituição.</p><p>É correto o que se afirma em:</p><p>a) I e III, apenas.</p><p>b) II e III, apenas.</p><p>c) I e II, apenas.</p><p>d) I, apenas.</p><p>e) I, II e III.</p><p>Interatividade</p><p>Com base nos princípios da gestão democrática da educação, de acordo com José Carlos</p><p>Libâneo e o texto discutido, avalie as asserções a seguir:</p><p>I. A gestão democrática visa à participação dos professores, da direção, da comunidade e</p><p>dos alunos nas decisões escolares.</p><p>II. A gestão democrática baseia-se na criação de políticas que garantam a exclusão de</p><p>decisões administrativas da comunidade escolar.</p><p>III. A gestão democrática envolve a participação de todos os membros da comunidade</p><p>escolar, além de assegurar que todos tenham acesso à informação sobre as dinâmicas</p><p>da instituição.</p><p>É correto o que se afirma em:</p><p>a) I e III, apenas.</p><p>b) II e III, apenas.</p><p>c) I e II, apenas.</p><p>d) I, apenas.</p><p>e) I, II e III.</p><p>Resposta</p><p> A partir da década de 1970, com o avanço da automação e novas tecnologias, as empresas</p><p>começaram a exigir trabalhadores mais qualificados, em razão da falta de preparo da classe</p><p>trabalhadora para as novas demandas industriais. Assim, o processo de formação</p><p>profissional ganhou importância, e os treinamentos corporativos passaram a ser mais</p><p>eficazes. Nesse cenário, a educação deixou de ser restrita ao ambiente escolar formal e</p><p>passou a focar na formação de trabalhadores para atender às exigências do mercado.</p><p> Hoje, a atuação do pedagogo se expande para além das escolas, abrangendo empresas,</p><p>hospitais, ONGs, igrejas, emissoras de rádio e TV, entre outros espaços. Esses ambientes</p><p>se tornaram locais de práticas pedagógicas, desmistificando a ideia de que o pedagogo deve</p><p>atuar apenas em sala de aula. Onde houver prática educativa, existe ação pedagógica.</p><p>A gestão da educação em ambientes não escolares</p><p> Com o surgimento da sociedade do conhecimento, as organizações enfrentam rápidas</p><p>mudanças, exigindo maior capacitação profissional. Muitas vezes, essa especialização</p><p>técnica não é encontrada nas instituições de ensino tradicionais, gerando a necessidade de</p><p>desenvolver multiplicadores de conhecimento dentro das empresas. Segundo Burnham et al.</p><p>(2005), as organizações começaram recentemente a gerenciar o conhecimento</p><p>organizacional, permitindo seu compartilhamento e aumentando a competitividade e</p><p>rentabilidade das empresas.</p><p> A aprendizagem organizacional se torna essencial, pois</p><p>envolve a aquisição, troca e aplicação do conhecimento em</p><p>toda a empresa. De acordo com Mayo (2003), isso constitui a</p><p>administração do conhecimento, que é fundamental para o</p><p>desenvolvimento do capital humano e para criar uma cultura</p><p>de aprendizado contínuo nas organizações.</p><p>A gestão do conhecimento em ambientes não escolares</p><p> De acordo com Ribeiro (2008), a atuação do pedagogo na empresa caracteriza-se como</p><p>uma possibilidade de formação do pedagogo bastante recente, especialmente no contexto</p><p>brasileiro. Tem seu surgimento vinculado à ideia da necessidade de formação de recursos</p><p>humanos nas empresas.</p><p> Observamos que os pedagogos passaram a ocupar espaço nas empresas, atuando</p><p>principalmente no desenvolvimento de recursos humanos, com foco no treinamento de</p><p>pessoal. Eles são responsáveis por formar a mão de obra de acordo com as necessidades</p><p>específicas da organização.</p><p> Assim, um dos principais objetivos da pedagogia empresarial é</p><p>qualificar os funcionários nas áreas administrativa, operacional</p><p>e gerencial, com o intuito de melhorar a qualidade e aumentar</p><p>a produtividade das empresas (Ferreira, 1985 apud</p><p>Ribeiro, 2008).</p><p>Pedagogia empresarial: a atuação do pedagogo na empresa</p><p> Atuar em organizações modernas focadas na formação de recursos humanos com</p><p>habilidades e competências do século XXI;</p><p> Dominar conhecimentos, técnicas e práticas que, junto à experiência de profissionais de</p><p>outras áreas, contribuem para a gestão de pessoas;</p><p> Coordenar equipes multidisciplinares no desenvolvimento de projetos;</p><p>O pedagogo empresarial deve:</p><p>Fonte:</p><p>https://pixabay.com/pt/vectors/pess</p><p>oas-multid%C3%A3o-</p><p>indiv%C3%ADduos-grupo-304353/</p><p> Promover formas educacionais que incentivem a aprendizagem organizacional de forma</p><p>significativa e sustentável;</p><p> Gerar mudanças culturais no ambiente de trabalho;</p><p> Definir políticas voltadas ao desenvolvimento humano contínuo;</p><p> Prestar consultoria interna, especialmente em relação ao treinamento e desenvolvimento de</p><p>pessoas nas organizações.</p><p>O pedagogo empresarial deve:</p><p>Fonte: https://pixabay.com/pt/vectors/pixel-</p><p>c%C3%A9lulas-e-learning-on-line-6230157/</p><p> A prática do pedagogo empresarial exige uma série de habilidades, como perspicácia,</p><p>observação, envolvimento, desprendimento, coragem, preparo técnico, ousadia, criatividade</p><p>e um desejo genuíno de identificar os pontos de desequilíbrio dentro da organização.</p><p> É fundamental destacar que, para a formação e atuação do pedagogo empresarial, é</p><p>essencial compreender os comportamentos humanos no contexto organizacional, uma vez</p><p>que seu trabalho está diretamente relacionado à dimensão humana.</p><p> O pedagogo empresarial não se distancia do olhar educacional</p><p>sobre o processo de ensino-aprendizagem. A empresa pode</p><p>ser vista como um espaço educativo, no qual pessoas se</p><p>unem para alcançar objetivos específicos. Assim</p><p>como na</p><p>escola, o pedagogo busca estratégias e metodologias que</p><p>garantam uma aprendizagem eficaz, sempre orientada por</p><p>metas e ideais definidos, de modo semelhante ao trabalho</p><p>pedagógico no ambiente escolar.</p><p>Perfil do pedagogo empresarial</p><p>Qual é o principal papel do pedagogo empresarial nas organizações modernas?</p><p>a) Garantir que todos os funcionários sigam estritamente as normas da empresa, sem espaço</p><p>para novas ideias.</p><p>b) Focar exclusivamente no treinamento técnico dos funcionários, sem considerar aspectos</p><p>culturais ou de desenvolvimento humano.</p><p>c) Avaliar apenas o desempenho individual dos funcionários, sem influenciar a cultura</p><p>organizacional.</p><p>d) Atuar como consultor externo, sem se envolver diretamente com a gestão de pessoas ou</p><p>o desenvolvimento de equipes.</p><p>e) Desenvolver estratégias educacionais e coordenar projetos</p><p>que promovam a aprendizagem significativa, a mudança</p><p>cultural e o desenvolvimento contínuo dos colaboradores.</p><p>Interatividade</p><p>Qual é o principal papel do pedagogo empresarial nas organizações modernas?</p><p>a) Garantir que todos os funcionários sigam estritamente as normas da empresa, sem espaço</p><p>para novas ideias.</p><p>b) Focar exclusivamente no treinamento técnico dos funcionários, sem considerar aspectos</p><p>culturais ou de desenvolvimento humano.</p><p>c) Avaliar apenas o desempenho individual dos funcionários, sem influenciar a</p><p>cultura organizacional.</p><p>d) Atuar como consultor externo, sem se envolver diretamente com a gestão de pessoas ou</p><p>o desenvolvimento de equipes.</p><p>e) Desenvolver estratégias educacionais e coordenar projetos</p><p>que promovam a aprendizagem significativa, a mudança</p><p>cultural e o desenvolvimento contínuo dos colaboradores.</p><p>Resposta</p><p> O aprendizado organizacional pode ser considerado como o processo contínuo pelo qual</p><p>uma organização adquire, compartilha, interpreta e aplica conhecimentos para melhorar seu</p><p>desempenho e adaptar-se às mudanças.</p><p> Ele envolve a capacidade da organização de aprender com suas experiências, erros e</p><p>sucessos, promovendo uma cultura de inovação e aprimoramento constante. O objetivo é</p><p>utilizar esse conhecimento coletivo para alcançar uma vantagem competitiva e melhorar a</p><p>eficiência interna.</p><p> As habilidades e o aprendizado sempre foram importantes,</p><p>mas com as rápidas mudanças tecnológicas e a constante</p><p>variação da demanda de mercado, o aprendizado deixou de</p><p>ser apenas um valor agregado e passou a ser uma estratégia</p><p>fundamental para o desenvolvimento organizacional.</p><p>Aprendizado organizacional</p><p> Para Chiavenato (2004), o treinamento é o processo de desenvolver qualidades nos recursos</p><p>humanos para habilitar os funcionários a serem mais produtivos e a contribuírem melhor</p><p>para o alcance dos objetivos organizacionais. O propósito do treinamento é aumentar a</p><p>produtividade dos indivíduos em seus cargos, influenciando seus comportamentos.</p><p> Para Carvalho (2000), existe uma diferença entre educação e treinamento no contexto da</p><p>administração e desenvolvimento de pessoal.</p><p> A educação tem um foco mais amplo e integral, voltada para o desenvolvimento da</p><p>personalidade e formação completa do indivíduo.</p><p> O treinamento é mais específico e direcionado para a</p><p>integração do trabalhador em suas funções, com o objetivo</p><p>de otimizar o desempenho e atender às necessidades</p><p>da empresa.</p><p>Treinamento profissional no Brasil</p><p> Segundo Eboli (2004), as Universidades Corporativas (UC) surgiram no final do século XX</p><p>para suprir necessidades profissionais de forma customizada, estando focadas na real</p><p>necessidade da corporação.</p><p> Podemos dizer, de forma resumida, que uma UC é uma instituição de Ensino Técnico e</p><p>Superior, em nível de graduação e pós-graduação, vinculada a empresas privadas</p><p>e públicas.</p><p> O objetivo da UC é oferecer cursos técnicos específicos para os colaboradores da</p><p>corporação. Assim, ela customiza os cursos exatamente de acordo com as políticas e</p><p>estratégias da empresa, reduz custos do treinamento convencional e obtém rapidez na</p><p>formação da mão de obra.</p><p>Educação corporativa</p><p> A UC difere das universidades acadêmicas tradicionais porque possui características</p><p>próprias: seus objetivos de aprendizagem estão sintonizados aos interesses, objetivos e</p><p>estratégias das empresas que promovem a formação dos seus funcionários. Grande parte</p><p>das suas estruturas geralmente é virtual, ou seja, são oferecidos cursos on-line.</p><p> A missão da universidade corporativa é treinar e garantir o</p><p>aprendizado contínuo de funcionários, clientes e fornecedores.</p><p>Portanto, o objetivo é que todos passem a ter as qualificações</p><p>necessárias para atingir as metas da organização. Além disso,</p><p>a UC busca proporcionar aos funcionários um conhecimento</p><p>do contexto no qual a empresa opera e assim ela permite que</p><p>o funcionário administre de forma proativa seu próprio</p><p>desenvolvimento profissional. Portanto, a UC é um campo</p><p>possível de atuação da Pedagogia Empresarial.</p><p>Universidade corporativa</p><p> Vimos na disciplina que o pedagogo pode optar entre atuar no âmbito escolar ou corporativo.</p><p> O mercado de trabalho tem criado oportunidades para esse profissional atuar também como</p><p>formador em ambientes não escolares, especialmente nos setores de treinamento de</p><p>desenvolvimento de recursos humanos e, claro, na formação continuada das organizações</p><p>não escolares de natureza pública e privada.</p><p>Atuação do pedagogo</p><p>Fonte:</p><p>https://pixabay.com/pt/vect</p><p>ors/gradua%C3%A7%C3</p><p>%A3o-sucesso-livros-</p><p>diploma-6840941/</p><p>Qual é o papel fundamental do pedagogo na implementação e gestão de programas de</p><p>educação corporativa nas empresas?</p><p>I. Desenvolver exclusivamente conteúdos técnicos para melhorar o desempenho</p><p>dos funcionários.</p><p>II. Elaborar estratégias pedagógicas que alinhem o desenvolvimento pessoal dos</p><p>colaboradores com os objetivos da empresa, promovendo um ambiente de aprendizagem</p><p>contínua e integrada.</p><p>III. Gerenciar a administração de recursos financeiros destinados ao treinamento, sem</p><p>envolvimento direto na elaboração dos conteúdos educacionais.</p><p>É correto o que se afirma em:</p><p>a) I e III, apenas.</p><p>b) II e III, apenas.</p><p>c) I e II, apenas.</p><p>d) II, apenas.</p><p>e) I, II e III.</p><p>Interatividade</p><p>Qual é o papel fundamental do pedagogo na implementação e gestão de programas de</p><p>educação corporativa nas empresas?</p><p>I. Desenvolver exclusivamente conteúdos técnicos para melhorar o desempenho</p><p>dos funcionários.</p><p>II. Elaborar estratégias pedagógicas que alinhem o desenvolvimento pessoal dos</p><p>colaboradores com os objetivos da empresa, promovendo um ambiente de aprendizagem</p><p>contínua e integrada.</p><p>III. Gerenciar a administração de recursos financeiros destinados ao treinamento, sem</p><p>envolvimento direto na elaboração dos conteúdos educacionais.</p><p>É correto o que se afirma em:</p><p>a) I e III, apenas.</p><p>b) II e III, apenas.</p><p>c) I e II, apenas.</p><p>d) II, apenas.</p><p>e) I, II e III.</p><p>Resposta</p><p> BURNHAM, T. F. et al. Aprendizagem organizacional e gestão do conhecimento. In: Encontro</p><p>de Ciência Da Informação, 6., Salvador, 2005. Anais... Salvador: [s.n.], 2005. Disponível em:</p><p>https://tinyurl.com/4ajzbw5f. Acesso em: 1º nov. 2012.</p><p> CARVALHO, P. C. Recursos humanos. Campinas: Alínea, 2000.</p><p> CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas</p><p>organizações. Rio de Janeiro: Campus, 2004.</p><p> EBOLI, M. Educação corporativa no Brasil: mitos e verdades. 3. ed. São Paulo: Gente, 2004.</p><p> HORA, D. L. Gestão educacional democrática. Campinas: Alínea, 2007.</p><p> KWASNICKA, E. L. Teoria geral da administração. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006.</p><p> LIBÂNEO, J. C. et al. Pedagogia e pedagogos, para quê?</p><p>8. ed. São Paulo: Cortez, 2005.</p><p>Referências</p><p> MAXIMIANO, C. A. Teoria geral da administração. ed. compacta. São Paulo: Atlas, 2006.</p><p> MAYO, A. O valor humano da empresa. São Paulo: Prentice Hall, 2003.</p><p> PARO, V. H. Gestão democrática da escola pública. 3. ed. São Paulo: Ática, 2006.</p><p> RIBEIRO, A. E. A. Pedagogia empresarial: atuação do pedagogo na empresa.</p><p>5. ed. Rio de</p><p>Janeiro: Wak, 2008.</p><p>Referências</p><p>ATÉ A PRÓXIMA!</p>

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