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<p>Descrição</p><p>Atualmente, as teorias de aprendizagem se tornaram importantes para a formação individual e</p><p>coletiva. Elas são essenciais para entendermos como as metodologias ativas contribuem para o</p><p>processo de ensino-aprendizagem, pois são um conjunto de valores e conhecimentos que exigem</p><p>dedicação para desenvolver habilidades que ocorrem por meio de objetivos prévios e que podem</p><p>ser alteradas conforme a necessidade do processo.</p><p>Propósito</p><p>Refletir sobre como a metodologia ativa pode auxiliar em diferentes contextos educacionais.</p><p>Desenvolver estratégias para que possamos obter melhores resultados e encontrar soluções</p><p>alternativas importantes como parte da formação presencial e virtual. Por isso, vamos estudar</p><p>sobre formação de liderança, papel do professor mediador, competência, aprendizagem</p><p>significativa, educação corporativa, relações entre a BNCC (Base Nacional Comum Curricular), a</p><p>taxonomia de Bloom revisada e o Arco de Maguerez.</p><p>Objetivos</p><p>Módulo 1</p><p>Definir metodologia ativa.</p><p>Módulo 2</p><p>Apresentar a metodologia ativa.</p><p>Módulo 3</p><p>Apresentar modelos de metodologia ativa.</p><p>Módulo 4</p><p>Refletir sobre metodologia ativa.</p><p>Introdução</p><p>As metodologias ativas se utilizam da resolução de problemas para que os alunos possam</p><p>encontrar caminhos, alternativas, possibilidades e escolhas adequadas à tomada de decisão em</p><p>contextos complexos.</p><p>Nas universidades, a utilização de metodologias ativas tem sido cada vez mais frequente,</p><p>especialmente pelo uso da educação a distância (EaD) por meio de ambientes virtuais de ensino-</p><p>aprendizagem (AVEA), da aprendizagem baseada em problemas e da aprendizagem baseada em</p><p>projetos. Vários países como Canadá, Holanda e Estados Unidos utilizam essas metodologias</p><p>ativas em seus cursos de nível superior.</p><p>Paulo Freire (1967) nos oferece a proposta sobre a educação libertadora. O autor faz uma</p><p>reflexão sobre a competência relacionada à educação e ao mundo profissional. A formação</p><p>crítica, a prática do conhecimento e a autonomia do aluno para aprender a aprender estimularão o</p><p>estudante a ter competência para a prática social e reflexiva.</p><p>O trabalho do professor como mediador requer formação de qualidade (inicial e continuada),</p><p>planejamento e competências pedagógicas. Para a aprendizagem colaborativa, a mediação terá</p><p>bons resultados quando o professor desenvolver experiência, observação e identificação, em uma</p><p>perspectiva de participação ativa em processo de interação. Dessa forma, o resultado obtido será</p><p>fruto do desempenho de todo o grupo.</p><p>Na metodologia da problematização, o aluno observa a realidade de modo crítico, de modo que</p><p>consegue relacionar a realidade com a temática que está estudando. Nesse processo de</p><p>observação surgirão questões interessantes e aspectos a serem explorados. Para muitos</p><p>teóricos, a problematização implementa ideias e valores com base em conhecimentos prévios que</p><p>podem ser explorados com base na realidade analisada.</p><p>Outra questão importante é o crescimento da utilização de tecnologias da informação e</p><p>comunicação (TICs) como suporte à educação corporativa. As práticas vinculadas ao uso de TICs</p><p>podem ser representadas por diferentes modalidades educacionais, estratégias e formas de</p><p>organização para ensino e aprendizagem. A implementação de tecnologias contribuirá para o</p><p>Figura 1 – A figura do professor como</p><p>mediador.</p><p>Fonte: monkeybusinessimages/iStock.</p><p>avanço de coleta de dados que ampliam ainda mais a forma como a empresa pode modificar</p><p>rapidamente suas estratégias e melhorar resultados, principalmente as empresas que têm</p><p>usuários em diferentes locais físicos ou virtuais, como é o caso das empresas multisite.</p><p>A educação corporativa é uma estratégia utilizada para desenvolver funcionários, clientes,</p><p>fornecedores e toda a equipe de gestão de uma organização. É um projeto de formação que pode</p><p>ser desenvolvido em curto e longo prazos. Nessa proposta, toda empresa pode descobrir e</p><p>desenvolver talentos humanos de maneira específica a atender às suas necessidades. A</p><p>descoberta de talentos facilita a disseminação do conhecimento.</p><p>Módulo 1</p><p>Aprendizagem colaborativa</p><p>Competência</p><p>Vamos começar nosso estudo elaborando um entendimento sobre a definição da palavra</p><p>“competência”. Pesquisadores de diferentes campos de estudos definem essa palavra de</p><p>diferentes maneiras, a partir de temáticas e inter-relações diversas, tornando a definição de</p><p>“competência” abrangente. Queremos alertar para os conceitos a fim de que não haja</p><p>entendimento de que não ter competência para algo (parcial) é ser incompetente para tudo ou</p><p>outras atividades. Em alguns dicionários, podemos encontrar a definição de “competência” como</p><p>aptidão, capacidade, habilidade, saber, perícia ou prática, entre outras. Outra forma utilizada para</p><p>conceituar a palavra “competência” é compará-la com o conceito de competitividade – isso ocorre</p><p>geralmente em âmbito profissional.</p><p>Ao contrário dessa concepção sobre competência, seja na área da educação ou qualquer outra, é</p><p>importante avaliar se ocorreu o direito de oportunidade para tal aprendizado e,</p><p>consequentemente, obter competência. É claro que não estamos falando de protocolos de</p><p>oportunidade, e sim sobre proporcionar ensino-aprendizado com qualidade.</p><p>É essa uma das questões centrais quando falamos sobre metodologia ativa em nossas escolas.</p><p>Geralmente temos propostas baseadas em currículos e centradas em conteúdos temáticos,</p><p>divididos por disciplinas e sem relação com a prática ou rotina do cotidiano. Para professores e</p><p>pesquisadores, essas são características que desestimulam o estudante, e essa relação sobre</p><p>competência na formação é importante para que a educação esteja complexamente ligada ao</p><p>desenvolvimento de capacidades cognitivas, afetivas e psicomotoras que contribuem para os</p><p>indivíduos em geral. Perceber essa questão é tão importante que nos faz perceber os benefícios</p><p>da educação de qualidade de maneira individual e coletiva em uma sociedade que deseja</p><p>desenvolver bons resultados sociais, como baixos índices de violência.</p><p>Figura 2 – O direito ao aprendizado</p><p>leva à obtenção da competência.</p><p>Fonte: francescoch/iStock.</p><p>Sabemos que a educação influencia em muitas áreas e, no que se refere à violência, ela pode</p><p>resolver isso com boas práticas de políticas públicas na educação. O Brasil é o país com maior</p><p>número de assassinatos no planeta, cerca de 56 mil mortes em 2015, 12% do total mundial (IPEA,</p><p>2016). Se desejamos ter um Brasil desenvolvido, precisamos definir soluções para aprimorar a</p><p>educação e diminuir a violência em nosso país. Isso começa com investimentos na Educação</p><p>Básica, que gera muito mais retorno social do que os investimentos em Ensino Superior.</p><p>Já apresentamos no Tema 1 as questões pertinentes à formação de professores, mas novamente</p><p>ressaltamos a importância da valorização docente e a questão da formação inicial e continuada</p><p>de qualidade, pois professores competentes formam estudantes competentes. Em Singapura, por</p><p>exemplo, o governo seleciona e incentiva os melhores estudantes para que sejam professores no</p><p>país. Essa é uma estratégia de visão em curto e longo prazos que desenvolve benefícios</p><p>pessoais e sociais.</p><p>Para alguns autores, a competência assume relevância na medida em que contribui para a</p><p>inserção e a integração social e profissional de uma pessoa. Desenvolvê-la em âmbito escolar</p><p>desde a Educação Infantil é promover uma educação de qualidade e oportunidades iguais para</p><p>todos os estudantes.</p><p>Essa percepção já é praticada em muitos países, que avançaram em seus índices sociais e, na</p><p>área da educação, não poderia ser diferente. Assim, surge como necessidade a quebra de</p><p>paradigma pedagógico, a fim de buscar a inovação no que se refere ao ensino-aprendizagem.</p><p>O conceito de competência, tanto em relação ao aluno quanto ao professor, é integrador,</p><p>polissêmico e holístico. Na dimensão pedagógica, está conectado à escola, pois define diversos</p><p>níveis de avaliação sobre a implementação, o processo e o resultado que desejamos em ensino-</p><p>aprendizagem.</p><p>Figura 3 – A busca pela competência e</p><p>um processo integrador.</p><p>Fonte:</p><p>de aprendizagem.</p><p>ERRADA. Explicação: Apenas contínuo está errado, pois há outros modelos de</p><p>aprendizagem.</p><p>2) A definição de metas, valores, objetivos, visão e missão norteará as estratégias pedagógicas</p><p>para entender melhor as necessidades. Esse processo de visão deve ser constante, e a</p><p>abordagem em metodologia ativa contribui para que a competitividade seja um combustível para</p><p>obter bons resultados. Para Eboli (2004), a educação corporativa está pautada em sete princípios</p><p>de sucesso, entre os quais podemos citar:</p><p>perpetuidade – valorizar a educação para o desenvolvimento das pessoas, pois, dessa forma,</p><p>a empresa poderá competir no mercado e consolidar as competências críticas para o seu</p><p>negócio.</p><p>competitividade – transmitir a cultura organizacional e a influência que esta exerce nos</p><p>indivíduos.</p><p>sustentabilidade – gerar resultados para a empresa, por meio das ações de EC.</p><p>conectividade – disponibilizar recursos para o aprendizado em qualquer lugar e hora.</p><p>disponibilidade – favorecer a interação entre todos os públicos (internos e externos à</p><p>empresa).</p><p>Explicação: Essa é a única opção correta. Sustentabilidade: gerar resultados para a empresa,</p><p>por meio das ações de EC.</p><p>ERRADA. Explicação: Essa é a única opção correta. Sustentabilidade: gerar resultados para</p><p>a empresa, por meio das ações de EC.</p><p>3) Para Moscardini e Klein, as modalidades educacionais e as TICs para EC e desenvolvimento</p><p>de liderança para o ensino e a aprendizagem na organização representam alternativas para a</p><p>implementação das estratégias de EC. Elas podem ser:</p><p>presencial física ou EaD; u-learning; m-learning; e b-learning.</p><p>avaliação de desempenho; avaliação de projetos; e u-learning.</p><p>avaliação de projetos; m-learning: aprendizagem e disseminação da cultura organizacional.</p><p>b-learning; avaliação de projetos; e percepção de melhoria na forma de gestão.</p><p>Explicação: Essas são as alternativas para a implementação das estratégias de EC e de</p><p>desenvolvimento de lideranças, conforme Souza (2020, p. 21).</p><p>ERRADA. Explicação: Essas são as alternativas para a implementação das estratégias de</p><p>EC e de desenvolvimento de lideranças, conforme Souza (2020, p. 21).</p><p>aurielakis/iStock.</p><p>Ainda falando sobre competência, podemos referenciar algumas teorias de aprendizagem:</p><p>aprendizagem significativa – Ausubel (1918-2008);</p><p>teoria sociointeracionista – Vygotsky (1986-1934);</p><p>psicogênese da pessoa completa – Wallon (1879-1962); e</p><p>teoria construtivista – Piaget (1896-1980).</p><p>Esses autores são referenciais importantes na literatura da educação sobre aprendizagem</p><p>individual e coletiva. Ao estudar essas teorias, compreendemos como os elementos sobre ensino-</p><p>aprendizagem necessitam desenvolver competência e fazer parte da estrutura de qualidade do</p><p>processo educacional, a fim de evitar que a aprendizagem seja baseada em metodologia de</p><p>memorização de conhecimentos e possa fazer relação com a prática e a vida em geral.</p><p>Paulo Freire (1967) nos oferece a proposta sobre a educação libertadora. O autor faz uma</p><p>reflexão sobre a competência relacionada à educação e ao mundo profissional. A formação</p><p>crítica, a prática do conhecimento e a autonomia do aluno para aprender a aprender estimularão o</p><p>estudante a ter competência para a prática social e reflexiva.</p><p>Aprendizagem colaborativa e metodologias</p><p>ativas</p><p>Vygotsky nos apresenta em sua teoria que o aprendizado ocorre por meio da internalização</p><p>(REGO, 2018). Como fazer isso acontecer de maneira eficiente? Não há uma receita, mas</p><p>podemos definir conceitos e estratégias para entender que cada tema pode ser estimulado, e a</p><p>apropriação do conhecimento surge a partir da relação entre o estudante o objeto de</p><p>conhecimento. O autor também escreve sobre a imitação – para ele, não é mera cópia de</p><p>repetição, pois o estudante passa a observar e assume um processo de reconstrução individual</p><p>com base em possibilidades psicológicas. Essa e outras atividades podem ser elaboradas a partir</p><p>da promoção do amadurecimento de processos que contribuirão para o aprendizado.</p><p>É nesse entendimento que podemos compreender que as dimensões para obter a internalização</p><p>de um conhecimento passam por percursos de cunho pessoal, social e cultural. Cada indivíduo</p><p>vive de maneira integrada com vivências que contribuem para o aprender a aprender, por isso a</p><p>importância de explorar os conhecimentos que cada estudante tem para oferecer.</p><p>As interações passam a ser um sistema complexo de comportamento que desenvolve um papel</p><p>de competência do aluno para a autonomia e o protagonismo. As vivências para o aprendizado</p><p>aproximam o conteúdo teórico da prática e permitem a integração colaborativa de:</p><p>Aprendizagem cooperativa/colaborativa</p><p>No contexto educacional, a aprendizagem cooperativa tem suas origens na psicologia social. São</p><p>várias as abordagens relativas às práticas pedagógicas e teorias da aprendizagem, e elas</p><p>ocorrem desde o início do século XX. O termo “cooperativo” está ligado mais às possibilidades</p><p>técnicas de execução de uma tarefa. No que se refere à colaboração, ela pode ser compreendida</p><p>como uma filosofia de interação.</p><p>Figura 4 – Explorar o conhecimento de</p><p>cada aluno.</p><p>Fonte: SolStock/iStock.</p><p>currículos;</p><p>disciplinas;</p><p>conteúdos;</p><p>ideias;</p><p>saberes;</p><p>informações; e</p><p>propostas.</p><p>As atividades são orientadas na mesma direção e os resultados são fruto das trocas e dos</p><p>objetivos compartilhados. A solidariedade é um elemento importante como característica básica</p><p>da aprendizagem cooperativa. A cooperação como forma de aprendizado nos permite:</p><p>ajudar;</p><p>compreender a si mesmo e o outro;</p><p>participar;</p><p>desenvolver reciprocidade;</p><p>criar consciência do papel em equipe;</p><p>reagrupar conhecimentos;</p><p>partilhar;</p><p>estimular autonomia;</p><p>implementar ideias;</p><p>permitir liberdade;</p><p>elaborar condições de tempo/espaço; e</p><p>interagir.</p><p>É por meio do compartilhamento de conhecimentos e vivências, de maneira formal ou informal,</p><p>que as pesquisas definem as possibilidades de conteúdos mais ricos e que podem integrar</p><p>elementos importantes para o processo de ensino-aprendizagem.</p><p>O professor como mediador assume a responsabilidade de desenvolver no grupo:</p><p>a interação entre os membros da equipe;</p><p>a consciência de responsabilidade;</p><p>a iniciativa para aprender com o outro e explorar o material apresentado;</p><p>a apresentação de dúvidas, ideias e questões;</p><p>o compromisso pelo processo e resultado; e</p><p>a satisfação pelo próprio trabalho.</p><p>Essas são questões que se aplicam ao modelo de aprendizagem colaborativa presencial ou na</p><p>modalidade online.</p><p>Figura 5 – Grupo de estudantes</p><p>desenvolvendo trabalho de forma</p><p>colaborativa.</p><p>Fonte: Ridofranz/iStock.</p><p>A mediação é elemento importante para concretizar os objetivos. Ela ampliará a forma como cada</p><p>estudante interage, permitindo melhorar a participação e a construção de experiências teóricas e</p><p>práticas. A aprendizagem colaborativa precisa ser dinâmica e participativa, e a mediação do</p><p>professor também pode superar problemas ou dificuldades, como:</p><p>egocentrismo;</p><p>baixa autoestima;</p><p>pensamentos de negação;</p><p>falta de experiência;</p><p>sentimento de isolamento; e</p><p>temor à critica.</p><p>Por outro lado, a participação ativa do educando é essencial, pois o conhecimento produzido se</p><p>dá a partir da construção coletiva e autônoma de cada indivíduo na sua interação com o grupo. É</p><p>fundamental que o aluno tenha disposição para dialogar e motivação para aprender –</p><p>características importantes para desenvolver competência. A experiência da construção do</p><p>conhecimento por meio da aprendizagem colaborativa é importante para estimular no estudante e</p><p>no grupo:</p><p>a autoestima;</p><p>a integração no grupo;</p><p>o sentimento de solidariedade;</p><p>o respeito mútuo;</p><p>o pensamento crítico;</p><p>a abertura mental;</p><p>o conhecimento de diferentes temas;</p><p>a iniciativa para adquirir novas informações; e</p><p>a ideia que cada aluno é um professor.</p><p>Essas são características importantes que o estudante utilizará por toda sua vida!</p><p>O trabalho do professor como mediador requer formação de qualidade – inicial e continuada –,</p><p>planejamento e competências pedagógicas. Para a aprendizagem colaborativa, a mediação terá</p><p>bons resultados quando o professor desenvolver experiência, observação e identificação, em uma</p><p>perspectiva de participação ativa em processo de interação. Dessa forma, o resultado obtido será</p><p>fruto do desempenho de todo o grupo.</p><p>A visão de que a formação sociocultural, crítica e dialógica tem se limitado à modalidade de</p><p>ensino técnico-profissional é falsa. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996)</p><p>defende que no ensino devem prevalecer a liberdade de aprender, o pensamento, a arte e o</p><p>Figura 6 – Mediação do professor em</p><p>trabalhos colaborativos.</p><p>Fonte: JohnnyGreig/iStock.</p><p>saber, bem como o pluralismo de ideias.</p><p>No Ensino Superior, a educação tem lidado com os desafios e exigências de aproximação da</p><p>realidade social, porém inúmeras são as dificuldades de aproximação da teoria com a vida</p><p>cotidiana. Muitos estudos destacam as propostas pedagógicas que norteiam a questão da</p><p>construção do conhecimento, considerando as transformações cotidianas da sociedade, bem</p><p>como a práxis e a intervenção social.</p><p>As metodologias ativas assumem possibilidades de ação para o desenvolvimento dinâmico e</p><p>participativo do aluno de forma autônoma, integrada e colaborativa. Ao se destacar depois de</p><p>desenvolver essas características, o aluno percebe que assumiu papel importante na</p><p>aprendizagem. Isso ocorre nos âmbitos intelectual, ético, metodológico e comunicacional. No que</p><p>se refere às competências, podemos entender que há a aquisição de:</p><p>Conhecimentos</p><p>Habilidades</p><p>Valores</p><p>Atitudes</p><p>Outra proposta desenhada para o ensino colaborativo é o aprendizado a partir de situações-</p><p>problema. Estimula o estudante a questionar, explorar, discutir, analisar, sintetizar, avaliar,</p><p>relacionar, criar e produzir conhecimento a partir de um tema a ser pesquisado ou desenvolvido.</p><p>As metodologias ativas utilizam a resolução de problemas para que os alunos possam encontrar</p><p>caminhos, alternativas, possibilidades e escolhas adequadas à tomada de decisão em contextos</p><p>complexos. Nas universidades, a utilização de metodologias ativas tem sido cada vez mais</p><p>frequente, especialmente pelo uso da educação a distância (EaD) por meio de ambientes virtuais</p><p>de</p><p>ensino-aprendizagem (AVEA), da aprendizagem baseada em problemas e da aprendizagem</p><p>baseada em projetos. Vários países como Canadá, Holanda e Estados Unidos utilizam essas</p><p>metodologias ativas em seus cursos de nível superior.</p><p>Vídeo</p><p>Acesse o material digital para assistir o vídeo.</p><p>Verificando o aprendizado</p><p>1) Marque a alternativa que associa incorretamente o autor/pesquisador/teórico com a teoria.</p><p>Wallon (1879-1962) e a psicogênese da pessoa completa.</p><p>Ausubel (1918-2008) e a aprendizagem significativa.</p><p>Machado de Assis (1889-1940) e a teoria da aprendizagem.</p><p>Vygotsky (1986-1934) e a teoria sociointeracionista.</p><p>Piaget (1896-1980) e a teoria construtivista.</p><p>“As vivências para o aprendizado aproximam o conteúdo teórico da prática e permitem a</p><p>integração colaborativa de _____________________.”</p><p>propostas e currículos.</p><p>disciplina e informação.</p><p>saberes e conteúdo.</p><p>ideias e currículos.</p><p>pessoas e instituições.</p><p>3) No que se refere às competências, podemos entender que há a aquisição de:</p><p>conhecimentos e instituições.</p><p>linguagens, apenas.</p><p>valores e linguagens.</p><p>valores e conhecimentos.</p><p>aprendizados e pessoas</p><p>Módulo 2</p><p>Ensino híbrido e sala de aula invertida</p><p>Ensino híbrido</p><p>A marca da educação em geral sempre foi uma mistura, a qual pode ser definida como múltiplas</p><p>ações de didáticas, metodologias, práticas, espaços, recursos materiais e humanos, tecnologias,</p><p>teorias e conceitos.</p><p>“Híbrido” significa misturado ou mesclado. A conectividade ampliou esse universo para sermos</p><p>capazes de inovar ainda mais, definindo novas possibilidades para educação que antes não eram</p><p>possíveis em tempo e espaço. Até os conteúdos, as competências, os valores, os professores, os</p><p>gestores e os estudantes fazem parte desse contexto híbrido. Para Christensen, Horn e Staker</p><p>(2013), o ensino híbrido é um programa de educação formal no qual um aluno aprende</p><p>parcialmente por meio do ensino online, com algum elemento de controle do estudante sobre o</p><p>tempo, o lugar, o modo e/ou ritmo do estudo, e parcialmente em uma localidade física</p><p>supervisionada, fora de sua residência.</p><p>Por isso, o ensino híbrido é definido pela articulação de processos de ensino-aprendizagem, ou</p><p>seja, “colocar a mão na massa”. Fazer acontecer novas possibilidades de interiorização de</p><p>conhecimentos que são estimulados pelas tentativas de propostas e desafios. Os desafios do</p><p>ensino híbrido implicam integrar diferentes áreas de conhecimento, profissionais, estudantes,</p><p>espaços e momentos variados. Esse mix de presencial e online conecta as educações formal e</p><p>informal. Isso define para o campo das ideias novos paradigmas da educação, principalmente no</p><p>que se refere à educação com dispositivos móveis.</p><p>É importante perceber como essas propostas propiciam de maneira qualitativa e quantitativa o</p><p>desenvolvimento de pessoas e instituições. Contudo, é preciso que as instituições fiquem atentas</p><p>às mudanças, façam avaliações frequentemente e analisem o feedback dos alunos. Essa é uma</p><p>questão de desenvolvimento progressivo que possibilita gradativamente novas mudanças e</p><p>melhorias e, consequentemente, bons resultados. Esse ingrediente é fundamental para perceber</p><p>pontos positivos e negativos e atender a um modelo de currículo por meio da metodologia ativa.</p><p>Figura 7 – Ensino híbrido.</p><p>Fonte: elaborada pelo autor.</p><p>Os desafios de uma proposta de ensino híbrido são:</p><p>tecnologia;</p><p>modelo com ambiente virtual de aprendizagem (AVA);</p><p>projeto pedagógico adequado;</p><p>metodologia;</p><p>didática;</p><p>espaço físico;</p><p>avaliação; e</p><p>supervisão.</p><p>As instituições podem adotar uma proposta que atenda de maneira integrada a algumas</p><p>dimensões pedagógicas, como:</p><p>estilo de vida do aluno;</p><p>tutoria online;</p><p>valores;</p><p>competências;</p><p>habilidades;</p><p>conhecimento prévio;</p><p>avaliação socioemocional;</p><p>harmonia de tarefas individuais e coletivas;</p><p>metodologia (desafio, projeto, jogos e problematização);</p><p>conciliação de tempo, espaço e tecnologias digitais;</p><p>ritmo de aprendizado individual;</p><p>inclusão e diversidade (necessidades especiais);</p><p>currículo de conhecimentos interdisciplinares; e</p><p>autonomia de alunos, professores, profissionais.</p><p>Todo processo de ensino-aprendizagem deve ser construído de maneira flexível, e o currículo</p><p>precisa definir reflexões, experiências formais e informais, desafios e estímulos em uma dinâmica</p><p>que valorize o conhecimento, o aluno, o professor, o material, o processo e o resultado.</p><p>São múltiplas as alternativas para diferentes modalidades de ensino, mas o importante é definir</p><p>estratégias que possam fazer sentido e valorizar o compartilhamento do aprendizado presencial e</p><p>online.</p><p>É importante saber inovar sempre. Muitos projetos pedagógicos são exitosos e inovadores ao</p><p>mesmo tempo. É preciso investir em construção de valores sólidos e em atividades de</p><p>competências cognitivas, afetivas e psicomotoras. Essa é uma questão que define a educação</p><p>integral atualmente, e compreende os desafios e necessidades do desenvolvimento humano em</p><p>uma abordagem 360 graus, pautada em uma aprendizagem ampla, integrada e desafiadora.</p><p>Estamos vivendo em um mundo complexo no qual as estratégias de ensino-aprendizagem</p><p>precisam dialogar com as mesmas condições e múltiplas linguagens que aparecem em diversos</p><p>contextos em nossa sociedade. Essa é uma compreensão de liberdade que nos permite</p><p>implementar processo ativo e progressivo para aprender.</p><p>Figura 8 – A tecnologia como aliada do</p><p>ensino híbrido.</p><p>Fonte: Geber86/iStock.</p><p>O desafio da escola é capacitar alunos de forma integrada com a realidade da vida. A educação</p><p>não pode ser vista como forma de controle e sim como atitudes de afeto que se conectam</p><p>amplamente ao conhecimento, às ideias e às experiências, e que ocorrem de maneira natural,</p><p>com autonomia, protagonismo e de maneira colaborativa.</p><p>O professor assume papel de mediação facilitando o acesso aos estágios de conhecimento, seja</p><p>ele físico ou digital. Isso nos faz refletir sobre o aprendizado em sala de aula. Há muitas propostas</p><p>de ensino híbrido que ocorrem em espaços “alternativos”, como museus, parques e cinemas.</p><p>Essa personalização de espaços resgata concepções de um currículo flexível e combinado com</p><p>espaços físicos e ambientes virtuais. O planejamento oferece processos e objetivos que</p><p>incentivam a colaboração de aprender em equipe, visando ao compartilhamento de ideias e à</p><p>construção de conhecimentos. As atividades deixam de ser complexas e exigem a participação</p><p>com a implementação de soluções como forma de resultado do conhecimento adquirido.</p><p>O ensino híbrido como proposta de metodologia ativa é uma questão de mudança e adaptação,</p><p>mas ao mesmo tem flexibilidade e inovação para uma educação de qualidade e transformadora.</p><p>As tecnologias também servem para que o professor possa coletar dados e personalizar o ensino.</p><p>Essa estratégia pode ser utilizada para melhorar as experiências de aprendizado nos ambientes</p><p>virtual e presencial.</p><p>Sala de aula invertida</p><p>Figura 9 – Aplicação do ensino híbrido.</p><p>Fonte: elaborada pelo autor (2021).</p><p>Atenção</p><p>Não é possível fazer ensino híbrido, apenas, em aulas</p><p>remotas.</p><p>Transmitir aulas não é ensino híbrido.</p><p>É preciso coletar dados e personalizar os objetivos de ensino utilizando a tecnologia digital, mas é</p><p>possível fazer o contrário, ou seja, utilizar o ensino híbrido e usar as aulas remotas como</p><p>ferramenta para complementar a tarefa, como no caso da sala de aula invertida. É o caso também</p><p>do modelo rotacional, com um grupo em casa utilizando a tecnologia e outro grupo na escola em</p><p>aula presencial.</p><p>A sala de aula invertida é baseada em uma proposta de metodologia que incentiva o</p><p>desenvolvimento do conhecimento prévio pelo estudante antes de ocorrer a mediação do tema</p><p>pelo professor.</p><p>Essa abordagem híbrida de ensino foi descrita por Salman Khan e desenvolvida por Jonathan</p><p>Bergmann e Aron Sams (2007), para resolver o problema de estudantes do Ensino Médio que</p><p>estavam ausentes nas aulas presenciais e perdiam, portanto, o conteúdo apresentado pelo</p><p>professor (BERGMAN; SAMS, 2012; PIERCE; FOX, 2012).</p><p>Isso permite que o estudante desenvolva a capacidade de autonomia</p><p>sobre leitura e pesquisa</p><p>sobre diferentes temas. Os materiais utilizados podem ser diversos: vídeos, textos, aplicativos e</p><p>outras mídias que contribuam para construção do conhecimento. Isso permite que o momento em</p><p>sala de aula seja ainda mais produtivo.</p><p>É importante entender que não há um modelo a seguir e, por isso, o mais importante é contemplar</p><p>a dinâmica que ocorre em cada realidade. Isso será possível com a construção de erros e acertos</p><p>por parte do professor e dos alunos.</p><p>Inicialmente, o professor continua sendo uma figura mediadora que dará muitas instruções para</p><p>que os alunos possam participar ativamente. Mas com o passar do tempo, os alunos aprenderão</p><p>a aprender com autonomia e se destacarão de maneira natural nesse processo rico de ensino-</p><p>Figura 10 – Flipped classroom: sala de</p><p>aula invertida.</p><p>Fonte: adaptado de: novaescola.org.br.</p><p>aprendizagem. Tanto o processo quanto os resultados serão interessantes. O que precisamos</p><p>entender é que essa dinâmica pode ser utilizada em todas as modalidades de ensino e o aluno</p><p>também utilizará essas habilidades (intra e interpessoais) em sua vida pessoal.</p><p>É importante possibilitar um momento específico de dúvidas, comentários e atividades extras, seja</p><p>em momento virtual ou presencial. Incluir isso como didática ajudará o professor e os alunos a</p><p>entender questões que podem ser comuns a todos os envolvidos, além de facilitar a construção</p><p>sobre o tema a ser estudado.</p><p>Os benefícios são:</p><p>organização;</p><p>colaboração;</p><p>construção do conhecimento;</p><p>criatividade;</p><p>automotivação; e</p><p>autonomia.</p><p>Infelizmente, essa metodologia é pouco utilizada no Brasil. Para isso, é preciso que haja</p><p>divulgação por meio da formação de professores para que seja utilizada nas escolas e instituições</p><p>de maneira geral, pois essa é, também, uma estratégia de ensino inovador, que utiliza</p><p>características criativas para contemplar os objetivos e benefícios proporcionados pela</p><p>abordagem invertida.</p><p>Essa metodologia exige desafios em sua implementação que necessitam do envolvimento de</p><p>todos os profissionais da instituição. Para isso, é fundamental o apoio de políticas de recursos</p><p>humanos e materiais que facilitarão as diretrizes pedagógicas específicas e gerais.</p><p>Vídeo</p><p>Acesse o material digital para assistir o vídeo.</p><p>Verificando o aprendizado</p><p>1) Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho a seguir.</p><p>“Os desafios do ensino híbrido implicam integrar diferentes áreas de conhecimento, profissionais,</p><p>estudantes, espaços e momentos variados. Esse mix de _______________ e ______________</p><p>conecta as educações formal e informal.”</p><p>ensino e aprendizado.</p><p>presencial e virtual.</p><p>formação e didática.</p><p>metodologia e didática.</p><p>ensino e metodologia.</p><p>2) É importante perceber como essas propostas propiciam de maneira qualitativa e quantitativa o</p><p>desenvolvimento de pessoas e instituições. Contudo, é preciso que as instituições fiquem atentas</p><p>às mudanças, façam avaliações frequentemente e analisem o feedback dos alunos. Essa é uma</p><p>questão de desenvolvimento progressivo que possibilita gradativamente novas mudanças e</p><p>melhorias e, consequentemente, bons resultados. Esse ingrediente é fundamental para perceber</p><p>pontos positivos e negativos e atender a um modelo de currículo por meio da metodologia ativa.</p><p>Qual dos desafios a seguir faz parte de uma proposta de ensino híbrido?</p><p>Organização.</p><p>Colaboração.</p><p>Criatividade.</p><p>Construção de conhecimento.</p><p>Projeto pedagógico adequado.</p><p>3) Na metodologia da sala de aula invertida, é importante possibilitar momento específico de</p><p>dúvidas, comentários e atividades extras, seja em momento virtual ou presencial. Incluir isso</p><p>como didática ajudará o professor e os alunos a entenderem questões que podem ser comuns a</p><p>todos os envolvidos, além de facilitar a construção sobre o tema a ser estudado. Quais são os</p><p>benefícios do uso dessa metodologia?</p><p>Organização, tecnologia, metodologia e espaço físico.</p><p>Colaboração, supervisão, valores e organização.</p><p>Construção do conhecimento, AVA, habilidade e metodologia.</p><p>Criatividade.</p><p>Organização, criatividade, colaboração e construção do conhecimento.</p><p>Módulo 3</p><p>Metodologia da problematização</p><p>Para começarmos nosso estudo, vamos observar a Figura 11. Ela apresenta uma abordagem que</p><p>começa com a observação da realidade e termina com a aplicação a ela. É importante</p><p>percebermos como teoria e prática podem e devem caminhar juntas. Essa união faz parte da</p><p>metodologia ativa e, para muitos autores, é uma questão importante para construir benefícios ao</p><p>processo de ensino-aprendizagem.</p><p>Na metodologia da problematização, o aluno observa a realidade de modo crítico, possibilitando</p><p>que possa relacionar a realidade com a temática que está estudando. Nesse processo de</p><p>observação, podem surgir questões interessantes a serem exploradas. Para muitos teóricos, a</p><p>problematização implementa ideias e valores com base em conhecimentos prévios que podem</p><p>ser explorados com base na realidade analisada.</p><p>Os alunos e professores podem classificar os problemas utilizando critérios de prioridade.</p><p>Concluída essa análise, o indivíduo é estimulado a refletir sobre quais são os pontos-chave</p><p>desses problemas. Nesse momento, o professor orienta com materiais teóricos e mídias que</p><p>contribuem para desenvolver a autonomia pela busca do conhecimento e embasamento científico,</p><p>a fim de que os alunos tenham referenciais de informações oficiais a serem analisadas. Esse</p><p>estudo de referenciais permite ao estudante que ele tenha mais de um modelo de pesquisa para</p><p>escolher e comparar qual ideia fará parte do seu projeto de conhecimento. Essas informações</p><p>fazem parte do processo, pois implementam uma situação que estimula o aprender a aprender a</p><p>partir da investigação. Essa busca pelo conhecimento é uma oportunidade efetiva pela</p><p>aprendizagem que o aluno utilizará também em sua vida pessoal.</p><p>Figura 11 – Arco de problematização</p><p>de Maguerez.</p><p>Fonte: adaptada de:</p><p>unasus.moodle.ufsc.br.</p><p>Nesse sentido, podemos perceber que há reflexão, desenvolvimento de hipóteses, soluções,</p><p>problematização, dúvidas, comparações, críticas, concordância e discordância. Tudo isso faz</p><p>parte de um construto da compreensão sobre a transformação abstrata e concreta da realidade,</p><p>pois existe uma diferença sobre a realidade quando não temos referencial de conhecimento e</p><p>quando obtemos informações sobre a problematização da realidade. A práxis é uma atividade</p><p>transformadora consciente e intencionalmente realizada, diferindo do termo “prática”, que, em</p><p>geral, corresponde ao sentido utilitário das coisas.</p><p>Para se chegar de fato ao entendimento do conceito de práxis, é necessário abandonar o conceito</p><p>que decorre do senso comum e dos valores ideológicos que cada indivíduo traz consigo. Essa é</p><p>uma proposta que deve fazer parte da formação de professores e alunos, com base em</p><p>consciência reflexiva, crítica, informada e ao mesmo tempo criativa. Essa consciência gera</p><p>transformação, resultando em atitude, observação e percepção da realidade, permitindo</p><p>compreender a relação social entre opressores e oprimidos, por exemplo.</p><p>É a oportunidade de desenvolver um trabalho pedagógico que contribui para a percepção</p><p>organizada em relação a questões culturais, como a política. O benefício é a própria percepção da</p><p>realidade sendo transformada por meio da problematização do tema.</p><p>A problematização como atividade pedagógica pode ser separada em momentos, o que contribui</p><p>para melhorar a aplicação da metodologia, colher informações e estabelecer critérios de</p><p>organização do conhecimento.</p><p>A aprendizagem baseada em problemas (ABP) deriva do inglês problem-based learning (PBL). É</p><p>fundamental que o docente oriente os alunos nessa metodologia ativa de ensino-aprendizagem,</p><p>pois a problematização proporciona intervenção na realidade.</p><p>Essa atividade desenvolve habilidades que contribuirão para a atividade profissional, pois requer:</p><p>Atenção</p><p>Geralmente o aluno produz informações primárias que são</p><p>baseadas em senso comum, mas é a partir da leitura e do</p><p>aprofundamento dos materiais pedagógicos que ele se</p><p>torna capaz</p><p>de sintetizar e compreender hipóteses,</p><p>soluções e problemas sobre o tema pesquisado.</p><p>competência de aprendizagem colaborativa;</p><p>tomada de decisão;</p><p>reflexão crítica;</p><p>comunicação oral e escrita; e</p><p>respeito de opinião individual e coletiva.</p><p>Alguns autores registram que, a partir da ABP, os alunos se sentem motivados pela busca do</p><p>conhecimento e são estimulados a refletir sobre respeito, amizade, confiança e afeto dos</p><p>membros da equipe, o que melhora o aprendizado. O professor precisa criar um clima de</p><p>colaboração. Trabalhar em grupo exige algumas características que são importantes e o</p><p>professor, ao assumir o papel de mediador, deve ter essa habilidade para conduzir o grupo para</p><p>boa comunicação e sinergia.</p><p>Metodologias ativas no processo de ensino-aprendizagem possibilitam a oportunidade de</p><p>desenvolver competências necessárias de maneira interativa. São múltiplas as conexões para a</p><p>construção do conhecimento. Os recursos materiais são ferramentas importantes para satisfação</p><p>e motivação em todo o processo. Alguns desses recursos são:</p><p>É importante perceber que essas atividades estimulam a ação de reflexão sobre os erros e</p><p>acertos. Até o jeito lúdico de aprender é uma forma interessante que possibilita interagir e</p><p>aprender de maneira criativa e natural, diferentemente de métodos tradicionais que proporcionam,</p><p>em sua maioria, aulas cansativas. Segundo Moran (2014), razão e emoção são componentes</p><p>fundamentais do conhecimento, pois é possível aprender de várias formas.</p><p>Relações entre a BNCC, a taxonomia de Bloom</p><p>revisada e o Arco de Maguerez</p><p>salas de aula informatizadas;</p><p>acesso à internet;</p><p>jogos;</p><p>orientação virtual e presencial;</p><p>atendimento individual, personalizado e coletivo;</p><p>filmes; e</p><p>músicas.</p><p>O modelo de aprendizagem ativa traz benefícios em relação ao modelo de aula em métodos</p><p>tradicionais, que traz limitações que não podem ser rompidas. Como estratégia, podemos adotar</p><p>como referencial a taxonomia de Bloom. Trata-se de uma estrutura de organização hierárquica de</p><p>objetivos educacionais. Foi resultado do trabalho de uma comissão multidisciplinar de</p><p>especialistas de várias universidades dos Estados Unidos, liderada por Benjamin S. Bloom. Sua</p><p>finalidade é auxiliar na identificação e na declaração dos objetivos ligados ao desenvolvimento</p><p>cognitivo, englobando a aquisição do conhecimento, de competências e atitudes, visando facilitar</p><p>o planejamento do processo de ensino-aprendizagem (TREINAMENTO 24, 2021). Ela serve como</p><p>forma de organização e categorização para que possamos relacionar os objetivos associados à</p><p>aquisição de competências cognitivas, afetivas e psicomotoras. Essa taxonomia foi revisada e,</p><p>neste momento, vamos apresentar um quadro mais simples, apenas para exemplificar como</p><p>podemos utilizar essa teoria na metodologia de problematização. A análise dos verbos presentes</p><p>nas habilidades e competências nos permite identificar que existe uma preocupação com a</p><p>aprendizagem mais efetiva dos estudantes.</p><p>Apresentamos a seguir dois modelos diferentes sobre a taxonomia de Bloom. Elas servirão de</p><p>base para que você possa perceber como pode ser dinâmica a utilização dos verbos em função</p><p>dos seus objetivos. É importante perceber que a taxonomia pode ser utilizada em diferentes</p><p>modalidades de ensino e contribui para a avaliação e a produção de projetos na área da</p><p>educação e em outras áreas de conhecimento.</p><p>MEMORIZAR COMPREENDER APLICAR ANALISAR AVALIAR CRIAR</p><p>Listar Esquematizar Utilizar Resolver Defender Elaborar</p><p>Relembrar Relacionar Implementar Categorizar Delimitar Desenhar</p><p>Reconhecer Explicar Modificar Diferenciar Estimar Produzir</p><p>Identificar Demonstrar Experimentar Comparar Selecionar Prototipar</p><p>MEMORIZAR COMPREENDER APLICAR ANALISAR AVALIAR CRIAR</p><p>Localizar Parafrasear Calcular Explicar Justificar Traçar</p><p>Descrever Associar Demonstrar Integrar Comparar Idear</p><p>Citar Converter Classificar Investigar Explicar Inventar</p><p>Figura 12 – Qual verbo utilizar/aplicar, de acordo com o objetivo de aprendizagem. | adaptada de:</p><p>www.amplifica.me.</p><p>A Base Nacional Comum Curricular</p><p>Podemos utilizar a metodologia de problematização com o apoio teórico da Base Nacional</p><p>Comum Curricular (BNCC), a fim de desenvolver ótimas estratégias pedagógicas para</p><p>observação da realidade e problematizar temas que fazem parte do currículo e do cotidiano. A</p><p>proposta da BNCC é fundamentada no Plano Nacional de Educação e pode ser utilizada de</p><p>maneira interdisciplinar, envolvendo diferentes áreas de conhecimento.</p><p>Figura 13 – Modelo de relação entre as</p><p>dimensões do conhecimento e do</p><p>processo cognitivo.</p><p>Fonte:</p><p>anglosolucaoeducacional.com.br.</p><p>Nesse contexto, a BNCC afirma, de maneira explícita, o seu compromisso com a educação</p><p>integral. Reconhece, assim, que a Educação Básica deve visar à formação e ao</p><p>desenvolvimento humano global, o que implica compreender a complexidade e a não</p><p>linearidade desse desenvolvimento, rompendo com visões reducionistas que privilegiam ou</p><p>a dimensão intelectual (cognitiva) ou a dimensão afetiva. Significa, ainda, assumir uma</p><p>visão plural, singular e integral da criança, do adolescente, do jovem e do adulto –</p><p>considerando-os como sujeitos de aprendizagem – e promover uma educação voltada ao</p><p>seu acolhimento, reconhecimento e desenvolvimento pleno, nas suas singularidades e</p><p>diversidades. Além disso, a escola, como espaço de aprendizagem e de democracia</p><p>inclusiva, deve se fortalecer na prática coercitiva de não discriminação, não preconceito e</p><p>respeito às diferenças e diversidades. (BRASIL, 2017, p. 14).</p><p>A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento</p><p>de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens</p><p>essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da</p><p>Educação Básica, de modo a que tenham assegurados seus direitos de aprendizagem e</p><p>desenvolvimento, em conformidade com o que preceitua o Plano Nacional de Educação</p><p>(PNE). Este documento normativo aplica-se exclusivamente à educação escolar, tal como a</p><p>define o § 1º do artigo 1º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei nº</p><p>9.394/1996), e está orientado pelos princípios éticos, políticos e estéticos que visam à</p><p>formação humana integral e à construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva,</p><p>como fundamentado nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (DCN).</p><p>(BRASIL, 2017, p. 7).</p><p>Definição de problemas conforme a Base Nacional</p><p>Comum Curricular (MEC)</p><p>Observar o mundo à sua volta e fazer perguntas.</p><p>Analisar demandas, delinear problemas e planejar investigações.</p><p>Propor hipóteses. (BRASIL, 2017, p. 321).</p><p>Levantamento, análise e representação</p><p>Comunicação</p><p>Intervenção</p><p>Planejar e realizar atividades de campo (experimentos, observações, leituras, visitas,</p><p>ambientes virtuais etc.).</p><p>Desenvolver e utilizar ferramentas, inclusive digitais, para coleta, análise e representação de</p><p>dados (imagens, esquemas, tabelas, gráficos, quadros, diagramas, mapas, modelos,</p><p>representações de sistemas, fluxogramas, mapas conceituais, simulações, aplicativos etc.).</p><p>Avaliar informação (validade, coerência e adequação ao problema formulado).</p><p>Elaborar explicações e/ou modelos.</p><p>Associar explicações e/ou modelos à evolução histórica dos conhecimentos científicos</p><p>envolvidos.</p><p>Selecionar e construir argumentos com base em evidências, modelos e/ou conhecimentos</p><p>científicos.</p><p>Aprimorar seus saberes e incorporar, gradualmente, e de modo significativo, o conhecimento</p><p>científico.</p><p>Desenvolver soluções para problemas cotidianos usando diferentes ferramentas, inclusive</p><p>digitais. (BRASIL, 2017, p. 321).</p><p>Organizar e/ou extrapolar conclusões.</p><p>Relatar informações de forma oral, escrita ou multimodal.</p><p>Apresentar, de forma sistemática, dados e resultados de investigações.</p><p>Participar de discussões de caráter científico com colegas, professores, familiares e</p><p>comunidade em geral.</p><p>Considerar contra-argumentos para rever processos investigativos e conclusões. (BRASIL,</p><p>2017, p. 321).</p><p>Implementar soluções e avaliar sua eficácia para resolver problemas cotidianos.</p><p>Desenvolver ações de intervenção</p><p>para melhorar a qualidade de vida individual, coletiva e</p><p>socioambiental. (BRASIL, 2017, p. 321).</p><p>Vídeo</p><p>Acesse o material digital para assistir o vídeo.</p><p>Verificando o aprendizado</p><p>1) Leia o texto a seguir e marque a opção incorreta.</p><p>A aprendizagem baseada em problemas (ABP) deriva do inglês Problem-based learning (PBL),</p><p>termo originado do inglês. É fundamental que o docente oriente os alunos nessa metodologia</p><p>ativa de ensino-aprendizagem, pois a problematização proporciona intervenção na realidade.</p><p>Essa atividade desenvolve habilidades que contribuirão para a atividade profissional, pois requer:</p><p>tomada de decisão.</p><p>competência de aprendizagem colaborativa.</p><p>apenas o respeito de opinião individual e coletiva.</p><p>comunicação oral e escrita.</p><p>reflexão crítica.</p><p>2) Metodologias ativas no processo de ensino aprendizagem possibilitam o desenvolvimento de</p><p>competências necessárias de maneira interativa. São múltiplas as conexões para a construção do</p><p>conhecimento, e os recursos materiais são ferramentas importantes para satisfação e motivação</p><p>em todo processo. Entre eles, podemos citar:</p><p>acesso à internet; tomada de decisão; e reflexão crítica.</p><p>acesso à internet; orientação virtual e presencial; e competência de aprendizagem</p><p>colaborativa.</p><p>acesso à internet; atendimento individual coletivo; e comunicação oral e escrita.</p><p>acesso à internet; filmes, jogos e música; e tomada de decisão.</p><p>acesso à internet; orientação virtual e presencial; atendimento individual, personalizado e</p><p>coletivo; e filmes, jogos e música.</p><p>3) Podemos utilizar a BNCC como referencial e desenvolver ótimas estratégias pedagógicas com</p><p>a observação da realidade, a fim de problematizar temas que fazem parte do currículo e da</p><p>realidade. A proposta da BNCC é fundamentada no Plano Nacional de Educação e pode ser</p><p>utilizada de maneira interdisciplinar, envolvendo diferentes áreas de conhecimento. Sobre as</p><p>estratégias da BNCC, assinale a alternativa que faz uma associação incorreta.</p><p>Definição de problemas – observar o mundo à sua volta e fazer perguntas.</p><p>Definição de problemas – implementar soluções.</p><p>Comunicação – relatar informações.</p><p>Análise – avaliar informações.</p><p>Intervenção – desenvolver ações.</p><p>Módulo 4</p><p>Educação corporativa</p><p>Introdução</p><p>As mudanças têm sido cada vez mais rápidas no mundo empresarial. Nesse sentido, as</p><p>metodologias ativas contribuem para que o contexto organizacional possa implementar a</p><p>educação corporativa (EC) como forma de desenvolvimento e transformação da empresa.</p><p>A educação corporativa possibilita a implementação de estratégias que visam ao desenvolvimento</p><p>de competências de acordo com a necessidade de cada empresa. Muitas estratégias fazem uso</p><p>de tecnologias como aliadas aos processos quantitativos e qualitativos.</p><p>O que é educação corporativa?</p><p>A educação corporativa é uma estratégia para desenvolver funcionários, clientes, fornecedores e</p><p>toda a equipe de gestão de uma organização. É um projeto de formação que pode ser</p><p>desenvolvido em curto e longo prazos. Nessa proposta, toda empresa pode descobrir e</p><p>desenvolver talentos humanos de maneira específica a atender às suas necessidades. A</p><p>descoberta de talentos facilita a disseminação do conhecimento. O modelo de aprendizagem</p><p>pode ser:</p><p>A educação é muito mais do que um</p><p>treinamento!</p><p>Específico ou organizacional</p><p>Funcional</p><p>Contínuo</p><p>A educação corporativa favorece a inovação e a criatividade nas empresas, o que desenvolve</p><p>estratégias de competitividade de produtos e serviços. Deve ser bem implementada para</p><p>desenvolver:</p><p>As metodologias ativas permitem que os gestores possam compreender benefícios e estratégias.</p><p>Uma delas é de que a empresa não detém todo o conhecimento. Ela precisa valorizar o</p><p>conhecimento e a experiência de seus colaboradores. Isso é fundamental!</p><p>Geralmente, o tradicional treinamento e desenvolvimento (T&D) é mais conhecido, mas há</p><p>necessidade de migrar para uma visão de educação corporativa. Esta última pode ser</p><p>compreendida como um conjunto de práticas educacionais.</p><p>Outra questão importante é o crescimento na utilização de tecnologias da informação e</p><p>comunicação (TICs) como suporte à educação corporativa. As práticas vinculadas ao uso de TICs</p><p>podem ser representadas por diferentes modalidades educacionais, estratégias e formas de</p><p>Figura 14 – Diferença entre</p><p>treinamento e educação corporativa.</p><p>Fonte: adaptada de:</p><p>pastoreesouza.com.br.</p><p>Eficiência na tomada de decisão</p><p>Rapidez na resolução de tarefas</p><p>Melhoria na comunicação interna</p><p>Objetivo: Desenvolver habilidades e competências</p><p>Foco: Necessidades individuais e estratégias de negócios</p><p>Resultado: Aumento de habilidades e competitividade</p><p>organização para ensino e aprendizagem. A implementação de tecnologias contribuirá para o</p><p>avanço de coleta de dados que ampliam ainda mais a forma como a empresa pode modificar</p><p>rapidamente suas estratégias e melhorar resultados, principalmente as empresas que têm</p><p>usuários em diferentes locais físicos ou virtuais, como é o caso das empresas multisite.</p><p>A definição de metas, valores, objetivos, visão e missão norteará as estratégias pedagógicas para</p><p>entender melhor as necessidades. Esse processo de visão deve ser constante, e a abordagem</p><p>em metodologia ativa contribui para que a competitividade seja um combustível para obter bons</p><p>resultados. Para Eboli (2004), a educação corporativa está pautada em sete princípios de</p><p>sucesso:</p><p>Figura 15 – Utilização de TICs na</p><p>educação corporativa.</p><p>Fonte: Melpomenem/iStock.</p><p>1) Competitividade</p><p>Valorizar a educação para o desenvolvimento das pessoas, pois, dessa forma, a empresa poderá</p><p>competir no mercado e consolidar as competências críticas para o seu negócio.</p><p>2) Perpetuidade</p><p>Transmitir a cultura organizacional e a influência que esta exerce nos indivíduos.</p><p>3) Conectividade</p><p>Favorecer a interação entre todos os públicos (internos e externos à empresa).</p><p>4) Disponibilidade</p><p>Disponibilizar recursos para o aprendizado em qualquer lugar e hora.</p><p>Definição Explicação</p><p>Dramatização – representação de uma</p><p>determinada situação ou fato.</p><p>Representação baseada em situações reais.</p><p>Benchmarking – visa à observação e à</p><p>análise de práticas de outras pessoas ou</p><p>organizações, com o objetivo de</p><p>aprendizado e adequação às necessidades</p><p>da organização.</p><p>Para a aplicação dessa estratégia, é preciso ter um</p><p>diagnóstico interno e um roteiro com os itens que</p><p>devem ser observados.</p><p>Participação em projetos – trata-se de um</p><p>aprendizado vivenciado na prática, no qual</p><p>o profissional tem uma meta específica a</p><p>ser atingida ao final de um projeto.</p><p>O indivíduo conta com um profissional para orientar</p><p>a condução das atividades, proporcionando</p><p>feedbacks constantes.</p><p>Comunidades de prática – são grupos de</p><p>pessoas que compartilham o mesmo</p><p>interesse por alguma coisa que praticam.</p><p>As pessoas compartilham suas experiências, de</p><p>forma presencial ou virtual, por meio da narração de</p><p>suas experiências prévias e contos de trabalho,</p><p>colaborando na resolução de problemas comuns.</p><p>Coaching – envolve o acompanhamento do</p><p>indivíduo por um profissional capacitado.</p><p>O foco é o desenvolvimento através de diálogos,</p><p>questões que incentivem o indivíduo a pensar em</p><p>suas ações e em seu desenvolvimento. Pode ser</p><p>conduzido por executivos, consultores internos ou</p><p>externos.</p><p>5) Cidadania</p><p>Desenvolver indivíduos capazes de agir com ética e responsabilidade.</p><p>6) Parceria</p><p>Estabelecer parcerias internas (líderes e gestores) e também externas (universidades, instituições</p><p>de ensino).</p><p>7) Sustentabilidade</p><p>Gerar resultados para a empresa, por meio das ações de EC.</p><p>Definição Explicação</p><p>Jogos – envolvem atividades lúdicas que</p><p>podem ser tanto competitivas quanto</p><p>colaborativas.</p><p>Jogos pressupõem a existência de atividades que</p><p>envolvam ações, com regras e objetivos claros a</p><p>serem atingidos.</p><p>Job rotation – é uma prática que permite</p><p>aos indivíduos exercer atividades</p><p>diferentes dentro da organização,</p><p>adquirindo uma visão sistêmica dos</p><p>processos.</p><p>O indivíduo é retirado de sua rotina de trabalho e</p><p>conhece outros ambientes e atividades, o que</p><p>estimula a empatia e a reflexão.</p><p>Workshop</p><p>ou oficinas de trabalho –</p><p>envolve sessões de aprendizagem prática,</p><p>por meio de ações e geração de produtos</p><p>concretos ao final das atividades.</p><p>Evento conduzido por uma ou mais pessoas, com o</p><p>objetivo de unir teoria e prática. É uma forma de</p><p>materializar o conhecimento gerado entre os</p><p>indivíduos.</p><p>Estudo de caso – refere-se à análise de</p><p>fatos e proposta de soluções aos</p><p>problemas apresentados.</p><p>Pressupõe a análise de casos práticos de dentro ou</p><p>fora da empresa. É uma prática que pode ocorrer</p><p>em grupo ou de forma individual.</p><p>Mentoring – um indivíduo mais experiente</p><p>orienta outro para a formação de um cargo</p><p>futuro ou para aprimoramento no cargo</p><p>atual.</p><p>Pode ser realizado por executivo ou pessoa que</p><p>tem conhecimento em uma determinada atividade</p><p>ou tem habilidade para orientar comportamentos.</p><p>Quadro 1 – A capacitação e o desenvolvimento de pessoas por meio da EC utilizam variadas</p><p>estratégias. | adaptado de Moscardini e Klein (2015).</p><p>Liderança</p><p>Segundo Moscardini e Klein (2015, p. 89), a liderança</p><p>independe de papéis formais ou de estrutura hierárquica. Ela pode ser vista como um</p><p>processo coletivo, difundido entre os membros de uma sociedade. Ela é dependente das</p><p>interações sociais, existindo uma influência mútua entre líderes e liderados, ou seja, um</p><p>líder tanto influencia quanto é influenciado pelo seu grupo.</p><p>Trata-se de um processo coletivo que visa à formação de lideranças na empresa. Essa visão é</p><p>sobre habilidades, competências e talentos, independentemente do nível hierárquico. É uma ação</p><p>educativa pedagógica interna e externa que visa à transformação em curto e longo prazos para</p><p>equipes, determinando a relação de motivação e desenvolvimento do processo ensino-</p><p>aprendizagem. Para Moscardini e Klein (2015, p. 89),</p><p>essa definição de liderança está vinculada ao conceito de sensemaking (Weick, Sutcliffe, &</p><p>Obstfeld, 2005), segundo o qual os indivíduos desenvolvem a habilidade de agir, mesmo em</p><p>situações de incerteza, tendo como base sentidos ou significados compartilhados por um</p><p>grupo. O sensemaking é que permite que a liderança interprete e compartilhe as situações</p><p>ao tomar decisões no âmbito organizacional. Nesse sentido, a cultura organizacional é</p><p>resultado da construção comum de sentidos, fortalecendo a liderança em rede, ou seja,</p><p>aquela que está constantemente conectada em suas ações.</p><p>Conforme Derue e Ashford (2010), atrelada à visão entre líderes e liderados, podemos</p><p>compreender a identidade da liderança como um dos fatores que precisam ser avaliados. Essa</p><p>questão tem ligação no comportamento de ambos e compreende três elementos importantes:</p><p>internalização individual, reconhecimento relacional e endosso coletivo. Esses três níveis de</p><p>identidade da liderança devem ser considerados nos processos de desenvolvimento de líderes.</p><p>Para Moscardini e Klein (2015, p. 90), as modalidades educacionais e TICs para EC e</p><p>desenvolvimento de liderança para o ensino e a aprendizagem na organização representam</p><p>alternativas para a implementação das estratégias de EC. Conforme Souza (2020, p. 21), elas</p><p>podem ser:</p><p>Presencial física</p><p>Consiste em uma forma de ensino e aprendizagem face a face com um instrutor, facilitador e/ou</p><p>demais participantes</p><p>EaD (educação a distância)</p><p>O aprendizado ocorre sem que os indivíduos estejam envolvidos nas atividades ao mesmo tempo</p><p>e/ou no mesmo lugar</p><p>Formas de avaliação dos resultados dos programas de</p><p>desenvolvimento de liderança</p><p>Avaliação de desempenho.</p><p>Avaliação de projetos.</p><p>Resultado financeiro ou expansão da empresa.</p><p>Percepção de melhoria na forma de gestão.</p><p>Consegue medir os resultados.</p><p>Desafios enfrentados pelas empresas multisite para o</p><p>desenvolvimento de lideranças</p><p>B-learning (blended learning, ou aprendizagem mista)</p><p>É uma modalidade que combina encontros presenciais físicos com atividades via EaD</p><p>M-learning (mobile learning ou aprendizagem com</p><p>mobilidade)</p><p>Trata-se do aprendizado apoiado pelo uso de TICs móveis e sem fio, que ocorre quando os</p><p>indivíduos estão fisicamente distantes uns dos outros</p><p>U-learning (ubiquitous learning ou aprendizagem ubíqua)</p><p>A aprendizagem ubíqua envolve todos os processos de aprendizagem que sejam apoiados por</p><p>TICs integradas (tanto móveis quanto fixas) que contem com sensores e mecanismos de</p><p>localização</p><p>Aprendizagem e disseminação da cultura organizacional.</p><p>Encontrar dificuldades e resistências.</p><p>Diferenças relativas à cultura nacional e regional em cada unidade.</p><p>Custos (MOSCARDINI; KLEIN, 2015, p. 96).</p><p>Podemos definir como prioridade a promoção de atividades sobre metodologias ativas para</p><p>interação entre lideranças. Considerando que isso pode ocorrer em atividades pedagógicas</p><p>presenciais ou virtuais, tais estratégias contribuirão para identificar e analisar quais TICs podem</p><p>ser desenvolvidas para atender ao desenvolvimento da instituição.</p><p>Há a necessidade de produção científica na área que contribua para nortear a temática, como</p><p>livros e artigos que possam com indicadores e resultados, mesmo que os dados não sejam tão</p><p>específicos. A utilização de diferentes modalidades educacionais e TICs para o desenvolvimento</p><p>de lideranças também merece ser considerada. Assim, é importante refletir sobre a visão da</p><p>formação de liderança adotada, se mais individual ou coletiva. Os métodos adotados contribuirão</p><p>para nortear essa questão e definir benefícios para a organização.</p><p>Vídeo</p><p>Acesse o material digital para assistir o vídeo.</p><p>Verificando o aprendizado</p><p>1) Leia o trecho a seguir e assinale a alternativa incorreta.</p><p>A educação corporativa é uma estratégia utilizada para desenvolver funcionários, clientes,</p><p>fornecedores e toda a equipe de gestão de uma organização. É um projeto de formação que pode</p><p>ser desenvolvido em curto e longo prazos. Nessa proposta, toda empresa pode descobrir e</p><p>desenvolver talentos humanos de maneira específica a atender às suas necessidades. A</p><p>descoberta de talentos facilita a disseminação do conhecimento. O modelo de aprendizagem</p><p>pode ser:</p><p>funcional.</p><p>específico.</p><p>apenas contínuo.</p><p>organizacional.</p><p>2) A definição de metas, valores, objetivos, visão e missão norteará as estratégias pedagógicas</p><p>para entender melhor as necessidades. Esse processo de visão deve ser constante, e a</p><p>abordagem em metodologia ativa contribui para que a competitividade seja um combustível para</p><p>obter bons resultados. Para Eboli (2004), a educação corporativa está pautada em sete princípios</p><p>de sucesso, entre os quais podemos citar:</p><p>perpetuidade – valorizar a educação para o desenvolvimento das pessoas, pois, dessa forma,</p><p>a empresa poderá competir no mercado e consolidar as competências críticas para o seu</p><p>negócio.</p><p>competitividade – transmitir a cultura organizacional e a influência que esta exerce nos</p><p>indivíduos.</p><p>sustentabilidade – gerar resultados para a empresa, por meio das ações de EC.</p><p>conectividade – disponibilizar recursos para o aprendizado em qualquer lugar e hora.</p><p>disponibilidade – favorecer a interação entre todos os públicos (internos e externos à</p><p>empresa).</p><p>3) Para Moscardini e Klein, as modalidades educacionais e as TICs para EC e desenvolvimento</p><p>de liderança para o ensino e a aprendizagem na organização representam alternativas para a</p><p>implementação das estratégias de EC. Elas podem ser:</p><p>presencial física ou EaD; u-learning; m-learning; e b-learning.</p><p>avaliação de desempenho; avaliação de projetos; e u-learning.</p><p>avaliação de projetos; m-learning: aprendizagem e disseminação da cultura organizacional.</p><p>b-learning; avaliação de projetos; e percepção de melhoria na forma de gestão.</p><p>Conclusão</p><p>Considerações finais</p><p>Atualmente, teorias de aprendizagem se tornaram importantes para a formação individual e</p><p>coletiva. Elas são essenciais para entendermos como as metodologias ativas contribuem para o</p><p>processo de ensino-aprendizagem, pois são um conjunto de valores e conhecimentos que exigem</p><p>dedicação para fazer desdobramentos que ocorrem por meio de objetivos prévios e que podem</p><p>ser alterados conforme a necessidade do processo.</p><p>No contexto educacional, a aprendizagem cooperativa tem suas origens na psicologia social. São</p><p>várias</p><p>as abordagens relativas às práticas pedagógicas e teorias da aprendizagem, e elas são</p><p>utilizadas desde o início do século XX. O termo “cooperativo” está ligado mais às possibilidades</p><p>técnicas de execução de uma tarefa. No que se refere à colaboração, ela pode ser compreendida</p><p>como uma filosofia de interação.</p><p>A mediação é um elemento importante para concretizar os objetivos. Isso ampliará a forma como</p><p>cada estudante interage, permitindo melhorar a participação e a construção de experiências</p><p>teóricas e práticas. A aprendizagem colaborativa precisa ser dinâmica e participativa.</p><p>Todo processo de ensino-aprendizagem deve ser construído de maneira flexível e o currículo</p><p>precisa definir reflexões, experiências formais e informais, desafios e estímulos em uma dinâmica</p><p>que valorize o conhecimento, o aluno, o professor, o material, o processo e o resultado. São</p><p>múltiplas as alternativas para diferentes modalidades de ensino, mas o importante é definir</p><p>estratégias que possam fazer sentido e valorizar o compartilhamento do aprendizado presencial e</p><p>online.</p><p>A comunicação, mesmo com o auxílio de tecnologias, precisa ser afetiva. Essa é uma abordagem</p><p>socioemocional. Mesmo no ensino híbrido, é possível desenvolver uma aprendizagem significativa</p><p>e transformadora. Desenvolver uma atitude de consideração possibilitará que os alunos criem</p><p>uma relação de aceitação de si mesmos e de pertencimento em relação às atividades e ao</p><p>conhecimento a ser adquirido. Essa proposta é intrínseca e depende de esforços para que haja a</p><p>concretização das dimensões de motivação e internalização, que fazem parte do processo</p><p>ensino-aprendizagem, principalmente quando nos referimos a crianças.</p><p>Bibliografia</p><p>ALMEIDA, M. E. B. Integração de currículo e tecnologias: a emergência de web currículo. In:</p><p>ENCONTRO NACIONAL DE DIDÁTICA E PRÁTICA DE ENSINO, 15, 2010, Belo Horizonte. Anais</p><p>[...]. Belo Horizonte: UFMG, 2010.</p><p>ANASTASIOU, L. Aprender e apreender e processos de ensinagem. In: ANASTASIOU, L. G. C.;</p><p>ALVES, L. P. (org.). Processos de ensinagem na universidade: pressupostos para as estratégias</p><p>de trabalho em aula. 8. ed. Joinville: Univille, 2009.</p><p>ARAÚJO, U. F. Aprendizagem baseada em problemas no Ensino Superior. São Paulo: Summus,</p><p>2009.</p><p>ASSOCIATION OF COLLEGE & RESEARCH LIBRARIES. Normes sur les compétences</p><p>informationnelles dans l’enseignement supérieur. Quebéc: ACRL, 2000. Disponível em:</p><p>www.crepuq.qc. Acesso em: 13 nov. 2017.</p><p>BAUDRIT, A. L’apprentissasge coopératif: origines et évolutions d’une méthode pédagogique.</p><p>Bruxelles: De Boeck & Larcier, 2005.</p><p>BERGMANN, J.; SAMS, A. Before you flip, consider this. 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Disponível</p><p>em: porvir.org/universidade. Acesso em: 28 out. 2021.</p><p>MASSETO, M. T. Competência pedagógica do professor universitário. 2. ed. São Paulo: Summus,</p><p>2012.</p><p>MORAN, J. M. A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá. 5. ed. Campinas:</p><p>Papirus, 2014.</p><p>Conteudista</p><p>Walter Alves Sansão</p><p>Pedagogo e mestre em Diversidade e Inclusão pela UFF. Aperfeiçoamento em Psicomotricidade e</p><p>em Educação Hospitalar e Domiciliar.</p><p>Autor dos livros O uso do aplicativo de comunicação WhatsApp em atendimento pedagógico em</p><p>classe hospitalar e Oração pedagógica.</p><p>Professor de Ensino Fundamental I na Prefeitura do Rio de Janeiro, tutor do curso de</p><p>Aperfeiçoamento em Educação Hospitalar e Domiciliar da UFMS e do curso de 2ª Graduação em</p><p>Educação Especial da UFSCar. Professor conteudista da Unesa e UVA. Palestrante sobre</p><p>Tecnologia na Educação, Educação Especial e Formação de Professores.</p><p>Exercícios de fixação - respostas</p><p>Módulo 1</p><p>1) Marque a alternativa que associa incorretamente o autor/pesquisador/teórico com a teoria.</p><p>Wallon (1879-1962) e a psicogênese da pessoa completa.</p><p>Ausubel (1918-2008) e a aprendizagem significativa.</p><p>Machado de Assis (1889-1940) e a teoria da aprendizagem.</p><p>Vygotsky (1986-1934) e a teoria sociointeracionista.</p><p>Piaget (1896-1980) e a teoria construtivista.</p><p>Explicação: O autor não corresponde à teoria apresentada.</p><p>ERRADA. Explicação: O autor não corresponde à teoria apresentada.</p><p>Módulo 2</p><p>“As vivências para o aprendizado aproximam o conteúdo teórico da prática e permitem a</p><p>integração colaborativa de _____________________.”</p><p>propostas e currículos.</p><p>disciplina e informação.</p><p>saberes e conteúdo.</p><p>ideias e currículos.</p><p>pessoas e instituições.</p><p>CORRETA</p><p>ERRADA.</p><p>3) No que se refere às competências, podemos entender que há a aquisição de:</p><p>conhecimentos e instituições.</p><p>linguagens, apenas.</p><p>valores e linguagens.</p><p>valores e conhecimentos.</p><p>aprendizados e pessoas</p><p>CORRETA</p><p>ERRADA.</p><p>1) Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho a seguir.</p><p>“Os desafios do ensino híbrido implicam integrar diferentes áreas de conhecimento, profissionais,</p><p>estudantes, espaços e momentos variados. Esse mix de _______________ e ______________</p><p>conecta as educações formal e informal.”</p><p>ensino e aprendizado.</p><p>presencial e virtual.</p><p>formação e didática.</p><p>metodologia e didática.</p><p>ensino e metodologia.</p><p>CORRETA.</p><p>ERRADA.</p><p>2) É importante perceber como essas propostas propiciam de maneira qualitativa e quantitativa o</p><p>desenvolvimento de pessoas e instituições. Contudo, é preciso que as instituições fiquem atentas</p><p>às mudanças, façam avaliações frequentemente e analisem o feedback dos alunos. Essa é uma</p><p>questão de desenvolvimento progressivo que possibilita gradativamente novas mudanças e</p><p>melhorias e, consequentemente, bons resultados. Esse ingrediente é fundamental para perceber</p><p>pontos positivos e negativos e atender a um modelo de currículo por meio da metodologia ativa.</p><p>Qual dos desafios a seguir faz parte de uma proposta de ensino híbrido?</p><p>Organização.</p><p>Colaboração.</p><p>Criatividade.</p><p>Construção de conhecimento.</p><p>Projeto pedagógico adequado.</p><p>Explicação: Além do desafio de adequar o projeto pedagógico, ainda temos os desafios de</p><p>supervisão e metodologia, didática, espaço físico e avaliação.</p><p>ERRADA. Explicação: Além do desafio de adequar o projeto pedagógico, ainda temos os</p><p>desafios de supervisão e metodologia, didática, espaço físico e avaliação.</p><p>Módulo 3</p><p>3) Na metodologia da sala de aula invertida, é importante possibilitar momento específico de</p><p>dúvidas, comentários e atividades extras, seja em momento virtual ou presencial. Incluir isso</p><p>como didática ajudará o professor e os alunos a entenderem questões que podem ser comuns a</p><p>todos os envolvidos, além de facilitar a construção sobre o tema a ser estudado. Quais são os</p><p>benefícios do uso dessa metodologia?</p><p>Organização, tecnologia, metodologia e espaço físico.</p><p>Colaboração, supervisão, valores e organização.</p><p>Construção do conhecimento, AVA, habilidade e metodologia.</p><p>Criatividade.</p><p>Organização, criatividade, colaboração e construção do conhecimento.</p><p>CORRETA.</p><p>ERRADA.</p><p>1) Leia o texto a seguir e marque a opção incorreta.</p><p>A aprendizagem baseada em problemas (ABP) deriva do inglês Problem-based learning (PBL),</p><p>termo originado do inglês. É fundamental que o docente oriente os alunos nessa metodologia</p><p>ativa de ensino-aprendizagem, pois a problematização proporciona intervenção na realidade.</p><p>Essa atividade desenvolve habilidades que contribuirão para a atividade profissional, pois requer:</p><p>tomada de decisão.</p><p>competência de aprendizagem colaborativa.</p><p>apenas o respeito de opinião individual e coletiva.</p><p>comunicação oral e escrita.</p><p>reflexão crítica.</p><p>Explicação: A palavra “apenas” define que respeito de opinião individual e coletiva é a única</p><p>afirmativa correta, mas as outras opções também estão corretas.</p><p>ERRADA. Explicação: A palavra “apenas” define que respeito de opinião individual e coletiva</p><p>é a única afirmativa correta, mas as outras opções também estão corretas.</p><p>2) Metodologias ativas no processo de ensino aprendizagem possibilitam o desenvolvimento de</p><p>competências necessárias de maneira interativa. São múltiplas as conexões para a construção do</p><p>conhecimento, e os recursos materiais são ferramentas importantes para satisfação e motivação</p><p>em todo processo. Entre eles, podemos citar:</p><p>acesso à internet; tomada de decisão; e reflexão crítica.</p><p>acesso à internet; orientação virtual e presencial; e competência de aprendizagem</p><p>colaborativa.</p><p>acesso à internet; atendimento individual coletivo; e comunicação oral e escrita.</p><p>acesso à internet; filmes, jogos e música; e tomada de decisão.</p><p>acesso à internet; orientação virtual e presencial; atendimento individual, personalizado e</p><p>coletivo; e filmes, jogos e música.</p><p>CORRETA.</p><p>ERRADA.</p><p>3) Podemos utilizar a BNCC como referencial e desenvolver ótimas estratégias pedagógicas com</p><p>a observação da realidade, a fim de problematizar temas que fazem parte do currículo e da</p><p>realidade. A proposta da BNCC é fundamentada no Plano Nacional de Educação e pode ser</p><p>utilizada de maneira interdisciplinar, envolvendo diferentes áreas de conhecimento. Sobre as</p><p>estratégias da BNCC, assinale a alternativa que faz uma associação incorreta.</p><p>Definição de problemas – observar o mundo à sua volta e fazer perguntas.</p><p>Definição de problemas – implementar soluções.</p><p>Comunicação – relatar informações.</p><p>Análise – avaliar informações.</p><p>Intervenção – desenvolver ações.</p><p>Explicação: Implementar soluções está incorreto, pois se refere à questão de intervenção.</p><p>ERRADA. Explicação: Implementar soluções está incorreto, pois se refere à questão de</p><p>intervenção.</p><p>Módulo 4</p><p>1) Leia o trecho a seguir e assinale a alternativa incorreta.</p><p>A educação corporativa é uma estratégia utilizada para desenvolver funcionários, clientes,</p><p>fornecedores e toda a equipe de gestão de uma organização. É um projeto de formação que pode</p><p>ser desenvolvido em curto e longo prazos. Nessa proposta, toda empresa pode descobrir e</p><p>desenvolver talentos humanos de maneira específica a atender às suas necessidades. A</p><p>descoberta de talentos facilita a disseminação do conhecimento. O modelo de aprendizagem</p><p>pode ser:</p><p>funcional.</p><p>específico.</p><p>apenas contínuo.</p><p>organizacional.</p><p>Explicação: Apenas contínuo está errado, pois há outros modelos</p>