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<p>Behavior Analyst Certification Board</p><p>Código de Ética e Disciplina para Analistas do Comportamento</p><p>O Código de Disciplina Profissional e Ética para analistas do comportamento do Behavior</p><p>Analyst Certification Board (BACB) (o "Código”) consolida, atualiza e substitui as Normas</p><p>Profissionais e de Ética e as Diretrizes de Conduta Responsável para Analistas do Comportamento.</p><p>O Código inclui 10 secções relevantes para o comportamento profissional e ético dos analistas do</p><p>comportamento, juntamente com um glossário de termos. A partir de 1º de janeiro de 2016 todos</p><p>os candidatos, certificados e registrados serão obrigados a aderir ao Código.</p><p>Na versão original das Diretrizes de Conduta Responsável para Analistas do Comportamento, os</p><p>autores reconheceram códigos de ética das seguintes organizações: American Anthropological</p><p>Association, American Educational Research Association, American Psychological Association,</p><p>American Sociological Association, California Association for Behavior Analysis, Florida</p><p>Association for Behavior Analysis, National Association of Social Workers, National Association</p><p>of School Psychologists, and Texas Association for Behavior Analysis. Nós reconhecemos e</p><p>agradecemos estas organizações profissionais que ofereceram orientação substancial e modelos</p><p>claros a partir dos quais o Código se desenvolveu.</p><p>Aprovado pelo Conselho de Diretores do BACB em 7 de agosto de 2014.</p><p>© 2014 Behavior Analyst Certification Board,® Inc. (BACB®), Todos os direitos reservados.</p><p>Versão 20 de janeiro de 2016.</p><p>Table of Contents</p><p>1.0 Conduta Responsável de Analistas do Comportamento ..................................................... 5</p><p>1.1. Base em Conhecimento Científico RBT ............................................................................... 5</p><p>1.2. Limites de Competência RBT ............................................................................................... 5</p><p>1.3. Mantendo Competência Através de Desenvolvimento Profissional RBT ........................ 5</p><p>1.4. Integridade RBT .................................................................................................................... 5</p><p>1.5. Relações Profissionais e Científicas RBT ............................................................................. 6</p><p>1.6. Múltiplas Relações e Conflitos de Interesse RBT .............................................................. 7</p><p>1.7. Relações de Exploração RBT ............................................................................................... 7</p><p>2.0. Responsabilidade de Analistas do Comportamento Junto a Clientes ............................... 8</p><p>2.1. Aceitando de Clientes ............................................................................................................ 8</p><p>2.2. Responsabilidade RBT .......................................................................................................... 8</p><p>2.3. Consultoria ............................................................................................................................. 8</p><p>2.4. Envolvimento de Terceiros em Serviços .............................................................................. 9</p><p>2.5. Direitos e Prerrogativas dos Clientes RBT .......................................................................... 9</p><p>2.6. Mantendo Confidencialidade RBT ..................................................................................... 10</p><p>2.7. Mantendo Registros RBT .................................................................................................... 10</p><p>2.8. Divulgações RBT .................................................................................................................. 11</p><p>2.9. Eficácia do Tratamento/Intervenção .................................................................................. 11</p><p>2.10. Documentando Trabalho Profissional e Pesquisa ........................................................... 11</p><p>2.11. Registros e Dados RBT ...................................................................................................... 12</p><p>2.12. Contratos, Taxas e Arranjos Financeiros ........................................................................ 12</p><p>2.13. Precisão em Relatórios de Pagamento ............................................................................. 12</p><p>2.14. Encaminhamentos e Taxas ................................................................................................ 12</p><p>2.15. Interrompendo ou Descontinuando Serviços .................................................................. 12</p><p>3.0 Avaliando Comportamento .................................................................................................. 13</p><p>3.1. Avaliação Analítico-Comportamental RBT ...................................................................... 14</p><p>3.2. Consulta Médica................................................................................................................... 14</p><p>3.3. Autorização de Avaliação Analítico-Comportamental ..................................................... 14</p><p>3.4. Explicando Resultados de Avaliação .................................................................................. 14</p><p>3.5. Autorização – Registros de Clientes ................................................................................... 14</p><p>4.0 Analistas do Comportamento e o Programa de Modificação de Comportamento ......... 15</p><p>4.1. Consistência Conceitual....................................................................................................... 15</p><p>4.2. Envolvendo Clientes em Planeamento e Autorização ....................................................... 15</p><p>4.3. Envolvendo Clientes em Planeamento e Autorização ....................................................... 15</p><p>4.4. Aprovando Programas de Modificação do Comportamento ........................................... 15</p><p>4.5. Descrevendo Objetivos de Programas de Modificação do Comportamento .................. 16</p><p>4.6. Descrevendo Condições para Sucesso de Programas de Modificação do</p><p>Comportamento .......................................................................................................................... 16</p><p>4.7. Condições Ambientais que Interferem com Implementação ........................................... 16</p><p>4.8. Considerações Sobre Procedimentos de Punição .............................................................. 16</p><p>4.9. Procedimentos Menos Restritivos ...................................................................................... 17</p><p>4.10. Evitando Reforçadores Prejudiciais RBT ....................................................................... 17</p><p>4.11. Descontinuando Programas de Modificação do Comportamento e Serviços Analítico-</p><p>Comportamentais ........................................................................................................................ 17</p><p>5.0 Analistas do Comportamento Enquanto Supervisores ..................................................... 17</p><p>5.1 Competência de Supervisão ................................................................................................. 18</p><p>5.2. Volume de Supervisão ......................................................................................................... 18</p><p>5.3. Delegação de Supervisão ..................................................................................................... 18</p><p>5.3. Delineando Supervisão e Treinamento Eficazes ............................................................... 18</p><p>5.4. Comunicação das Condições de Supervisão ...................................................................... 18</p><p>5.5. Provendo Feedback .............................................................................................................. 18</p><p>5.6. Avaliando os Efeitos da Supervisão ................................................................................... 18</p><p>6.0. Responsabilidade Ética de Analistas do Comportamento</p><p>Para Com a Profissão de</p><p>Análise do Comportamento ....................................................................................................... 19</p><p>6.1. Afirmando Princípios RBT ................................................................................................. 19</p><p>6.2. Disseminando Análise do Comportamento RBT .............................................................. 19</p><p>7.0. Responsabilidade Ética de Analistas do Comportamento Para Com Colegas ............... 19</p><p>7.1. Promovendo uma Cultura Ética RBT................................................................................ 20</p><p>7.2. Violações Éticas por Outros e Riscos de Danos RBT ....................................................... 20</p><p>8.0. Declarações Públicas ............................................................................................................ 20</p><p>8.1. Evitando Declarações Falsas ou Enganosas RBT ............................................................ 21</p><p>8.2. Propriedade Intelectual RBT .............................................................................................. 21</p><p>8.3. Declarações de Terceiros RBT ............................................................................................ 22</p><p>8.4. Apresentações na Mídia e Serviços Por Via de Meios de Comunicação Media ............ 22</p><p>8.5. Testemunhos e Anúncios RBT ............................................................................................ 23</p><p>8.6. Solicitando Pessoalmente RBT ........................................................................................... 23</p><p>9.0. Analistas do Comportamento e Pesquisa ........................................................................... 23</p><p>9.1. Obedecendo Leis e Regulamentos RBT ............................................................................. 23</p><p>9.2. Características de Pesquisa Responsável ........................................................................... 23</p><p>9.3. Consentimento Informado. ................................................................................................. 24</p><p>9.4. Utilizando Informação Confidencial Para Fins Didáticos ou Instrutivos ...................... 25</p><p>9.5. Debriefing ............................................................................................................................. 25</p><p>9.6. Revisões de Fomento a Pesquisa e Periódicos ................................................................... 25</p><p>9.7. Plágio ..................................................................................................................................... 25</p><p>9.8. Reconhecendo Contribuições .............................................................................................. 25</p><p>9.9. Acurácia e Uso de Dados RBT ............................................................................................ 26</p><p>10. Responsabilidade de Analistas do Comportamento Para Com o BACB ......................... 26</p><p>10.1. Informação Verdadeira e Precisa Fornecida ao BACB RBT ....................................... 26</p><p>10.2. Respondendo, Comunicando e Atualizando Informação Fornecida ao BACB RBT . 26</p><p>10.3. Confidencialidade e Propriedade Intelectual do BACB RBT ........................................ 27</p><p>10.2. Honestidade no Exame e Irregularidades RBT .............................................................. 28</p><p>10.3. Obediência com Supervisão e Padrões de Cursos RBT ................................................. 28</p><p>10.4. Estar Familiarizado Com Este Código ............................................................................ 28</p><p>10.5. Desencorajando Apresentação Falsa por Indivíduos Não Certificados RBT ............. 28</p><p>1.0. Conduta Responsável de Analistas do Comportamento</p><p>Analistas do comportamento mantêm os altos padrões de comportamento da profissão.</p><p>1.1. Base em Conhecimento Científico RBT</p><p>Analistas do comportamento se baseiam em conhecimento professional derivado em ciência e análise do</p><p>comportamento ao fazer julgamentos científicos ou profissionais na prestação de serviços humanos, ou</p><p>ao se engajarem em empreendimentos acadêmicos ou profissionais.</p><p>1.2. Limites de Competência RBT</p><p>(a) Todos os analistas do comportamento prestam serviços, ensinam e fazem pesquisa apenas dentro dos</p><p>limites de sua competência, que se define enquanto comensurado com sua educação, treinamento e</p><p>experiência supervisionada.</p><p>(b) Analistas do comportamento prestam serviços, ensinam e fazem pesquisa em novas áreas</p><p>(populações, técnicas, comportamentos) apenas depois de engajarem-se no estudo, treino e supervisão</p><p>apropriados e/ou consultoria com pessoas competentes nessas áreas.</p><p>1.3. Mantendo Competência Através de Desenvolvimento Profissional RBT</p><p>Analistas do comportamento mantêm conhecimento de informação científica e profissional atual nas</p><p>suas áreas de atuação e fazem esforços contínuos para manter competência nas habilidades que utilizam</p><p>através de leitura de literatura apropriada, participação em congressos e workshops, fazendo cursos</p><p>adicionais e/ou obtendo e mantendo as credenciais profissionais apropriadas.</p><p>1.4. Integridade RBT</p><p>(a) Analistas do comportamento são verdadeiros e honestos e arranjam o ambiente para promover</p><p>comportamento honesto nos outros.</p><p>(b) Analistas do comportamento não implementam contingências que causariam outros a engajarem-se</p><p>em conduta fraudulenta, ilegal ou antiética.</p><p>(c) Analistas do comportamento cumprem com obrigações e comprometimentos contratuais e</p><p>profissionais com trabalho de alta qualidade e evitam comprometimentos profissionais com os quais não</p><p>podem cumprir.</p><p>(d) O comportamento de analistas do comportamento é de acordo com códigos legais e de ética da</p><p>comunidade social e profissional da qual eles são membros. (Ver também 10.02a. Respondendo,</p><p>reportando e atualizando informação para com o BACB de maneira expediente).</p><p>(e) Se as responsabilidades éticas de analistas do comportamento conflitam com a lei ou qualquer</p><p>política de uma organização com a qual eles são afiliados, analistas do comportamento deixam claro seu</p><p>comprometimento com este Código e tomam medidas para resolver o conflito de maneira responsável e</p><p>de acordo com a lei.</p><p>1.5. Relações Profissionais e Científicas RBT</p><p>(a) Analistas do comportamento prestam serviços analítico-comportamentais apenas no contexto de uma</p><p>relação ou papel profissional ou científico bem definidos.</p><p>(b) Quando analistas do comportamento prestam serviços analítico-comportamentais, eles utilizam</p><p>linguagem que é completamente inteligível para o recipiente destes serviços e ao mesmo tempo</p><p>mantendo-se conceitualmente sistemáticos em relação à análise do comportamento enquanto profissão.</p><p>Eles fornecem informação apropriada antes de prestar serviço, sobre a natureza de tais serviços e</p><p>subsequentemente informação apropriada sobre os resultados e conclusões.</p><p>(c) Onde diferenças de idade, gênero, raça, cultura, etnia, origem natural, religião, orientação sexual,</p><p>deficiência, idioma, ou estado socioeconômico afetam significativamente o trabalho dos analistas do</p><p>comportamento concernente indivíduos específicos ou grupos, analistas do comportamento obtêm</p><p>treino, experiência, consultoria e/ou supervisão necessários para garantir a competência de seus serviços,</p><p>ou encaminham adequadamente.</p><p>(d) Em suas atividades de trabalho, analistas do comportamento não se engajam em discriminação</p><p>contra indivíduos ou grupos com base em idade, gênero, raça, cultura, etnia, origem natural, religião,</p><p>orientação sexual, deficiência, idioma ou estado socioeconômico, ou qualquer base prescrita por lei.</p><p>(e) Analistas do comportamento não se engajam intencionalmente em comportamento de moléstia ou</p><p>degradante a pessoas com quem eles interagem em seu trabalho com base em fatores tais quais idade,</p><p>gênero, raça, cultura, etnia, origem nacional, religião, orientação sexual, deficiência, idioma ou estado</p><p>socioeconômico,</p><p>de acordo com a lei.</p><p>(f) Analistas do comportamento reconhecem que seus problemas e conflitos pessoais podem interferir</p><p>com sua efetividade. Analistas do comportamento evitam prestar serviços quando suas circunstâncias</p><p>pessoais podem comprometer prestar serviços de sua mais alta capacidade.</p><p>1.6. Múltiplas Relações e Conflitos de Interesse RBT</p><p>(a) Devido aos efeitos potencialmente prejudiciais de relações múltiplas, analistas do comportamento</p><p>evitam relações múltiplas</p><p>(b) Analistas do comportamento devem ser sempre sensíveis aos efeitos potencialmente prejudiciais de</p><p>relações múltiplas. Se analistas do comportamento descobrem que, devido a fatores imprevistos, uma</p><p>relação múltipla surgiu, eles procuram resolvê-la.</p><p>(c) Analistas do comportamento reconhecem e informam clientes e supervisionandos sobre os efeitos</p><p>potencialmente prejudiciais de relações múltiplas.</p><p>(d) Analistas do comportamento não aceitam quaisquer presentes ou dão quaisquer presentes porque isso</p><p>constitui relação múltipla.</p><p>1.7. Relações de Exploração RBT</p><p>(a) Analistas do comportamento não exploram pessoas com as quais eles têm autoridade de supervisão,</p><p>avaliação, ou outras autoridades, tais como alunos, supervisionandos, empregados, sujeitos de pesquisa e</p><p>clientes.</p><p>(b) Analistas do comportamento não se engajam em relacionamentos sexuais com clientes, alunos ou</p><p>supervisionandos porque tais relacionamentos podem facilmente prejudicar julgamento ou tornarem-se</p><p>exploradoras.</p><p>(c) Analistas do comportamento evitam qualquer relacionamento sexual com clientes, alunos,</p><p>supervisionandos, por no mínimo dois anos depois da data em que a relação profissional terminou</p><p>formalmente.</p><p>(d) Analistas do comportamento não permutam serviços, a não ser que um acordo por escrito esteja em</p><p>vigor que (1) tenha sido solicitado por um cliente ou supervisionando; (2) seja costumeiro na área em</p><p>que serviços são prestados; e (3) seja justo e proporcional ao valor dos serviços analítico-</p><p>comportamentais prestados.</p><p>2.0. Responsabilidade de Analistas do Comportamento Junto a Clientes</p><p>Analistas do comportamento têm a responsabilidade de atuar no melhor interesse dos clientes. O termo</p><p>cliente, como usado aqui, é amplamente aplicável a quem os analistas do comportamento prestam</p><p>serviços, tais como uma pessoa individual (a pessoa que recebe o serviço), um pai ou responsavel da</p><p>pessoa que recebe um servico, um representante de uma organização, uma organização pública ou</p><p>privada, uma empresa, ou uma corporação.</p><p>2.1. Aceitando de Clientes</p><p>Analistas do comportamento aceitam como clientes apenas indivíduos ou entidades aos quais os serviços</p><p>solicitados sejam proporcionais à educação, ao treinamento, à experiência, os recursos disponíveis e</p><p>políticas organizacionais do analista do comportamento. Em lugar de tais condições, analistas do</p><p>comportamento devem agir sob supervisão de ou consultoria com um analista do comportamento cujas</p><p>credenciais permitam cumprir estas funções.</p><p>2.2. Responsabilidade RBT</p><p>A responsabilidade dos analistas do comportamento é com todas as partes afetadas por serviços</p><p>analítico-comportamentais. Quando há várias envolvidas e podem ser definidas como clientes, uma</p><p>hierarquia deve ser estabelecida e comunicada desde o início da definida relação. Analistas do</p><p>comportamento identificam e comunicam quem é em última análise o recipiente primário dos serviços</p><p>em qualquer situação e defende seus interesses.</p><p>2.3. Consultoria</p><p>(a) Analistas do comportamento arranjam consultorias e encaminhamentos apropriados com base</p><p>principalmente no interesse de seus clientes, com consentimento apropriado, e sujeitos a outras</p><p>considerações relevantes, incluindo leis relevantes e obrigações contratuais.</p><p>(b) Quando indicado e profissionalmente apropriado, analistas do comportamento cooperam com outros</p><p>profissionais, de maneira consistente com as premissas filosóficas e princípios da análise do</p><p>comportamento, visando efetiva e apropriadamente servir seus clientes.</p><p>2.4. Envolvimento de Terceiros em Serviços</p><p>(a) Quando analistas do comportamento concordam em prestar serviços a uma pessoa ou entidade a</p><p>pedido de terceiros, analistas do comportamento esclarecem, na medida do possível e no início do</p><p>serviço, a natureza da relação com cada parte e qualquer possível conflito. Este esclarecimento inclui o</p><p>papel do analista do comportamento (por exemplo como terapeuta, consultor organizacional, ou perito),</p><p>o provável uso dos serviços prestados ou informação obtida, e o fato de que podem haver limites de</p><p>confidencialidade.</p><p>(b) Se houverem riscos previsíveis de que analistas do comportamento sejam chamados a executar</p><p>papéis conflitantes por razão do envolvimento de uma terceira parte, analistas do comportamento</p><p>esclarecem a natureza e a direção de suas responsabilidades, mantêm todas as partes devidamente</p><p>informadas enquanto as questões se desenvolvem, e resolvem a situação de acordo com este Código.</p><p>(c) Quando prestam serviços a um menor de idade ou indivíduo que seja membro de uma população</p><p>protegida a pedido de terceiros, analistas do comportamento garantem que o pai ou substituto do</p><p>recipiente primário dos serviços seja informado na natureza e âmbito dos serviços a serem prestados,</p><p>assim como seus direitos a todos os registros do serviço e dados.</p><p>(d) Analistas do comportamento colocam o tratamento de seus clientes acima de todos os outros, e caso</p><p>a terceira parte requisitar serviços que sejam contraindicados pelas recomendações do analista do</p><p>comportamento, analistas do comportamento são obrigados a resolver tais conflitos de acordo com o</p><p>benefício do cliente.</p><p>2.5. Direitos e Prerrogativas dos Clientes RBT</p><p>(a) Os direitos do cliente são supremos e analistas do comportamento apoiam os direitos legais</p><p>prerrogativas de clientes.</p><p>(b) Clientes e supervisionandos devem receber, a pedido, o conjunto atual e preciso das credenciais do</p><p>analista do comportamento.</p><p>(c) Permissão para gravação eletrônica de entrevistas e sessões de provisão de serviços é protegida de</p><p>clientes e funcionários relevantes em quaisquer cenários relevantes. Autorização para usos diferentes</p><p>deve ser obtida específica e separadamente.</p><p>(d) Clientes e supervisionandos devem ser informados de seus direitos e sobre procedimentos para</p><p>apresentar queixas sobre práticas profissionais de analistas do comportamento com o empregador,</p><p>autoridades adequadas e o BACB.</p><p>(e) Analistas do comportamento obedecem quaisquer requisições de registro de antecedentes criminais.</p><p>2.6. Mantendo Confidencialidade RBT</p><p>(a) Analistas do comportamento têm obrigação primária e tomam precauções razoáveis para proteger a</p><p>confidencialidade daqueles com quem trabalham ou consultam, reconhecendo que a confidencialidade</p><p>pode ser estabelecida por lei, regras organizacionais, ou relações profissionais ou científicas.</p><p>(b) Analistas do comportamento discutem confidencialidade no início da relação e subsequentemente</p><p>quando novas circunstâncias emergem.</p><p>(c) Para minimizar intrusões de privacidade, analistas do comportamento incluem apenas informação</p><p>pertinente ao propósito pelo qual a comunicação é feita em relatórios escritos, orais, ou eletrônicos,</p><p>consultas e outras vias.</p><p>(d) Analistas do comportamento discutem informação confidencial obtida em relações clínicas u de</p><p>consultoria, ou dados de avaliação relativos a clientes, alunos, sujeitos de pesquisa, supervisionandos e</p><p>empregados apenas para propósitos científicos e profissionais adequados e apenas com pessoas</p><p>claramente preocupadas com tais assuntos.</p><p>(e) Analistas do comportamento não podem compartilhar ou criar situações prováveis de resultar no</p><p>compartilhamento de qualquer informação identificável (por escrito, fotográfica ou vídeo) sobre clientes</p><p>atuais e supervisionandos em contexto da mídia social.</p><p>2.7. Mantendo Registros RBT</p><p>(a) Analistas do comportamento mantêm, confidencialidade</p><p>adequada ao criar, armazenar, acessar,</p><p>transferir e eliminar registros sob seu controle, sejam escritos, automatizados, eletrônicos ou em</p><p>qualquer outro meio.</p><p>(b) Analistas do comportamento mantêm e eliminam registros de acordo com leis, regulamentos,</p><p>políticas corporativas e políticas organizacionais em vigor e de maneira que permita obediência com os</p><p>requisitos deste Código.</p><p>2.8. Divulgações RBT</p><p>(a) Analistas do comportamento nunca divulgam informação confidencial sem autorização do cliente,</p><p>exceto quando obrigatório por lei, ou onde permitido por lei com propósito válido, tal qual (a) prestar</p><p>serviços necessários ao cliente, (2) obter consultoria profissional adequada, (3) proteger o cliente de</p><p>outras formas de dano, ou (4) obter pagamento por serviços, cuja instância de divulgação é limitada ao</p><p>mínimo necessário para tingir o propósito. Analistas do comportamento reconhecem que os parâmetros</p><p>de autorização de divulgação devem ser obtidos no início de qualquer relação definida e é um processo</p><p>contínuo ao longo da duração da relação profissional.</p><p>2.9. Eficácia do Tratamento/Intervenção</p><p>(a) Clientes têm direito a tratamento eficaz (baseado na literatura de pesquisa e adaptado ao cliente</p><p>individual). Analistas do comportamento sempre têm a obrigação de defender e educar o cliente sobre</p><p>procedimentos com suporte científico e mais eficazes. Tratamentos eficazes foram validados como</p><p>tendo benefícios a longo e curto prazo para clientes e a sociedade.</p><p>(b) Analistas do comportamento têm a responsabilidade de pleitear a quantidade e o nível de prestação</p><p>de serviços e supervisão necessários para atingir os objetivos de mudança comportamental.</p><p>(c) Em instâncias em que mais de um tratamento apoiado cientificamente tenha sido estabelecido,</p><p>fatores adicionais podem ser considerados ao selecionar intervenções, incluindo, mas não limitados a,</p><p>eficiência e eficácia de custo, riscos e efeitos colaterais das intervenções, preferência do cliente e</p><p>experiência e treinamento do profissional.</p><p>(d) Analistas com comportamento examinam e estimam os efeitos de quaisquer tratamentos que eles</p><p>saibam que poder afetar os objetivos do programa de modificação comportamental, e seu possível</p><p>impacto no programa de modificação comportamental, na medida do possível.</p><p>2.10. Documentando Trabalho Profissional e Pesquisa</p><p>(a) Analistas do comportamento documentam adequadamente seu trabalho profissional visando facilitar</p><p>a prestação de serviços no futuro por eles ou outros profissionais, para garantir responsabilidade e</p><p>cumprir com outras exigências de organizações e da lei.</p><p>(b) Analistas do comportamento têm a responsabilidade de criar e manter documentação com nível de</p><p>detalhe e qualidade que seria consistente com as melhores práticas e a lei.</p><p>2.11. Registros e Dados RBT</p><p>(a) Analistas do comportamento criam, mantêm, disseminam, armazenam, retêm e eliminam registros e</p><p>dados relativos a suas pesquisas, prática e outro trabalho de acordo com as leis relevantes, regulamentos</p><p>e políticas; de maneira que permita obediência às exigências deste Código; e de maneira que permita</p><p>transição adequada se supervisão de serviço a qualquer momento.</p><p>(b) Analistas do comportamento devem reter registros por no mínimo sete (7) anos e de outro modo</p><p>exigido por lei.</p><p>2.12. Contratos, Taxas e Arranjos Financeiros</p><p>(a) Antes da implementação de serviços, analistas do comportamento asseguram a existência de um</p><p>contrato assignado delineando as responsabilidades de todas as partes, o âmbito dos serviços analítico-</p><p>comportamentais a serem prestados e as obrigações dos analistas do comportamento sob este Código.</p><p>(b) O mais cedo possível em uma relação profissional ou científica, analistas do comportamento chegam</p><p>a um acordo com seus clientes especificando arranjos para compensação e pagamento.</p><p>(c) As práticas de taxas de analistas do comportamento são consistentes com a lei e analistas do</p><p>comportamento não deturpam suas taxas. Se limitações a serviços podem ser previstas por causa de</p><p>limitações em financiamento, isto é discutido com o cliente assim que possível.</p><p>(d) Quando circunstâncias de financiamento mudam, as responsabilidades financeiras e limites devem</p><p>ser revistos com o cliente.</p><p>2.13. Precisão em Relatórios de Pagamento</p><p>Analistas do comportamento declaram precisamente a natureza dos serviços prestados, as taxas, a</p><p>identidade do prestador, resultados relevantes e outros dados descritivos necessários.</p><p>2.14. Encaminhamentos e Taxas</p><p>Analistas do comportamento não devem receber ou dar dinheiro, presentes ou outros aliciamentos por</p><p>encaminhamentos professionais. Encaminhamentos devem incluir opções variadas e serem feitos com</p><p>base em determinação objetiva da necessidade do cliente e alinhamento subsequente com o repertório do</p><p>referido. Quando fazendo ou recebendo um encaminhamento, a dimensão de qualquer relação entre as</p><p>duas partes é divulgada ao cliente.</p><p>2.15. Interrompendo ou Descontinuando Serviços</p><p>(a) Analistas do comportamento agem no melhor interesse do cliente e supervisionando para evitar</p><p>interrupções no serviço.</p><p>(b) Analistas do comportamento fazem esforços razoáveis e oportunos para facilitar a continuação de</p><p>serviços analítico-comportamentais no evento de interrupções não planejadas (por exemplo, devido a</p><p>doença, prejuízo, indisponibilidade, mudança, ruptura de financiamento, desastre).</p><p>(c) Ao se empregar ou entrar em relações contratuais, analistas do comportamento fornecem resolução</p><p>de responsabilidade por serviços ordenada e adequada para caso o vínculo empregatício ou relação</p><p>contratual termine, com atenção suma a ser dada ao bem-estar do recipiente definitivo dos serviços.</p><p>(d) Descontinuação apenas ocorre depois que esforços para transferir tenham sido feitos. Analistas do</p><p>comportamento descontinuam uma relação profissional de maneira expediente quando o cliente: (1) não</p><p>necessita mais dos serviços, (2) não está se beneficiando dos serviços, (3) está sendo prejudicado pelo</p><p>serviço contínuo, ou (4) quando o cliente solicita descontinuação. (Veja também, 4.11 Descontinuando</p><p>Programas de Modificação de Comportamento e Serviços Analítico-Comportamentais).</p><p>(e) Analistas do comportamento não abandonam clientes e supervisionandos. Antes de descontinuar, por</p><p>qualquer razão, analistas do comportamento: discutem necessidades do serviço, prestam serviços pré-</p><p>término adequados, sugerem outros prestadores de serviço conforme apropriado, e, sob autorização,</p><p>tomam outras medidas razoáveis para facilitar a transferência de responsabilidade para outro prestador</p><p>de maneira expediente.</p><p>3.0. Avaliando Comportamento</p><p>Analistas do comportamento usando técnicas de avaliação analítico-comportamentais o faz para fins</p><p>adequados de acordo com pesquisa atual.</p><p>3.1. Avaliação Analítico-Comportamental RBT</p><p>(a) Analistas do comportamento administram avaliações antes de fazer recomendações ou desenvolver</p><p>programas de modificação de comportamento. O tipo de avaliação utilizado é determinado pelas</p><p>necessidades e autorização do cliente, parâmetros ambientais e outras variáveis contextuais. Quando</p><p>analistas do comportamento estão desenvolvendo um programa de redução de comportamento, eles</p><p>devem primeiro conduzir uma avaliação funcional.</p><p>(b) Analistas do comportamento têm obrigação de coletar e apresentar dados visualmente, utilizando</p><p>convenções analítico-comportamentais, de maneira a permitir decisões e recomendações para o</p><p>desenvolvimento de programa de mudança de comportamento.</p><p>3.2. Consulta Médica</p><p>Analistas do comportamento recomendam busca de consulta médica se houver qualquer possibilidade</p><p>razoável de que o comportamento referido é influenciado por variáveis médicas ou biológicas.</p><p>3.3. Autorização de Avaliação Analítico-Comportamental</p><p>(a) Antes de conduzir uma avaliação, analistas do comportamento devem explicar ao cliente o(s)</p><p>procedimento(s) a ser(em)</p><p>utilizado(s), quem participará e como a informação resultante será utilizada.</p><p>(b) Analistas do comportamento devem obter por escrito a autorização do cliente para os procedimentos</p><p>de avaliação antes de implementá-los.</p><p>3.4. Explicando Resultados de Avaliação</p><p>Analistas do comportamento explicam resultados de avaliação utilizando linguagem e apresentação</p><p>gráfica dos dados que sejam razoavelmente compreensíveis pelo cliente.</p><p>3.5. Autorização – Registros de Clientes</p><p>Analistas do comportamento obtêm autorização por escrito antes de obter ou divulgar registros do</p><p>cliente de outras fontes, para propósito de avaliação.</p><p>4.0. Analistas do Comportamento e o Programa de Modificação de Comportamento</p><p>Analistas do comportamento são responsáveis por todos os aspectos do programa de modificação do</p><p>comportamento desde a concepção até a implementação e em última instância a descontinuação.</p><p>4.1. Consistência Conceitual</p><p>Analistas do comportamento delineiam programas de modificação o do comportamento que são</p><p>consistentes com princípios analítico-comportamentais.</p><p>4.2. Envolvendo Clientes em Planeamento e Autorização</p><p>Analistas do comportamento envolvem o cliente no planejamento na autorização de programas de</p><p>modificação do comportamento.</p><p>4.3. Envolvendo Clientes em Planeamento e Autorização</p><p>(a) Analistas do comportamento devem adaptar programas de modificação do comportamento aos</p><p>comportamentos, variáveis ambientais, resultados de avaliação e objetivos únicos de cada cliente.</p><p>(b) Analistas do comportamento não plagiam programas de modificação do comportamento de outros</p><p>profissionais.</p><p>4.4. Aprovando Programas de Modificação do Comportamento</p><p>(a) Analistas do comportamento devem obter autorização por escrito dos programas de modificação do</p><p>comportamento antes da implementação ou de fazer modificações significativas (por exemplo mudanças</p><p>em objetivos, uso de novos procedimentos).</p><p>4.5. Descrevendo Objetivos de Programas de Modificação do Comportamento</p><p>Analistas do comportamento descrevem, por escrito, os objetivos do programa de modificação do</p><p>comportamento para o cliente antes de tentar implementar o programa. Na maneira do possível, uma</p><p>análise do risco-benefício deve ser conduzida nos procedimentos a serem implementados para atingir os</p><p>objetivos. A descrição dos objetivos do programa e os meios pelos quais eles serão atingidos são um</p><p>processo contínuo ao longo da duração da relação cliente-profissional.</p><p>4.6. Descrevendo Condições para Sucesso de Programas de Modificação do Comportamento</p><p>Analistas do comportamento descrevem para o cliente as condições ambientais que são necessárias para</p><p>que o programa de modificação do comportamento seja eficaz.</p><p>4.7. Condições Ambientais que Interferem com Implementação</p><p>(a) Se condições ambientais previnem implementação de um programa de modificação do</p><p>comportamento, analistas do comportamento recomendam que outra assistência profissional (por</p><p>exemplo avaliação, consultoria ou intervenção terapêutica por outro profissional) seja buscada.</p><p>(b) Se condições ambientais impedem implementação de um programa de modificação do</p><p>comportamento, analistas do comportamento buscam eliminar as restrições ambientais, uu identificam</p><p>por escrito os obstáculos de fazê-lo.</p><p>4.8. Considerações Sobre Procedimentos de Punição</p><p>(a) Analistas do comportamento recomendam reforçamento ao invés de punição sempre que possível.</p><p>(b) Se procedimentos de punição são necessários, analistas do comportamento sempre incluem</p><p>procedimentos de reforçamento para comportamentos alternativos no programa de modificação do</p><p>comportamento.</p><p>(c) Antes de implementar procedimentos baseados em punição, analistas do comportamento asseguram</p><p>que medidas adequadas tenham sido tomadas para implementar procedimentos baseados em</p><p>reforçamento ao não ser que a severidade ou perigo do comportamento necessitem do uso imediato de</p><p>procedimentos aversivos.</p><p>(d) Analistas do comportamento asseguram que procedimentos aversivos são acompanhados por um</p><p>nível maior de treinamento, supervisão, e fiscalização. Analistas do comportamento devem avaliar a</p><p>eficácia de procedimentos aversivos de maneira expediente e modificar o programa de modificação do</p><p>comportamento se ele for ineficaz. Analistas do comportamento sempre incluem um plano para</p><p>descontinuar o use de procedimentos aversivos quando já não forem necessários.</p><p>4.9. Procedimentos Menos Restritivos</p><p>Analistas do comportamento examinam e avaliam o nível de restrição de procedimentos e sempre</p><p>recomendam os procedimentos menos restritivos prováveis de serem eficazes.</p><p>4.10. Evitando Reforçadores Prejudiciais RBT</p><p>Analistas do comportamento minimizam o uso de itens como possíveis reforçadores que possam ser</p><p>prejudiciais para a saúde e o desenvolvimento do cliente, ou que possam exigir operações motivadoras</p><p>excessivas para serem eficazes.</p><p>4.11. Descontinuando Programas de Modificação do Comportamento e Serviços Analítico-</p><p>Comportamentais</p><p>(a) Analistas do comportamento estabelecem critérios compreensíveis e objetivos (mensuráveis) para a</p><p>descontinuação do programa de modificação do comportamento e os descrevem para o cliente (Veja</p><p>também, 2.15d Interrompendo ou Descontinuando Serviços).</p><p>(b) Analistas do comportamento descontinuam serviços com o cliente quando os critérios para</p><p>descontinuação estabelecidos são atingidos, tal qual quando uma série de objetivos acordados tenham</p><p>sido atingidos (Veja também, 2.15d Interrompendo ou Descontinuando Serviços).</p><p>5.0 Analistas do Comportamento Enquanto Supervisores</p><p>Quando analistas do comportamento estão servindo como supervisores, eles devem tomar total</p><p>responsabilidade por todos os aspectos deste comprometimento. (Veja também 1.06 Múltipla Relações e</p><p>Conflitos de Interesse, 1.07 Relações Exploradoras, 2.05 Direitos e Prerrogativas de Clientes, 2.06</p><p>Mantendo Confidencialidade, 2.15 Interrompendo ou Descontinuando Serviços, 8.04 Apresentações na</p><p>Mídia e Serviços por Meios de Comunicação, 9.02 Características de Pesquisa Responsável, 10.05</p><p>Obediência aos Padrões de Supervisão e Cursos do BACB).</p><p>5.1 Competência de Supervisão</p><p>Analistas do comportamento supervisam apenas dentre suas áreas de competência definida.</p><p>5.2. Volume de Supervisão</p><p>Analistas do comportamento aceitam apenas um volume de atividade de supervisão que seja</p><p>proporcional com sua habilidade de ser eficaz.</p><p>5.3. Delegação de Supervisão</p><p>(a) Analistas do comportamento delegam aos seus supervisionandos apenas aquelas responsabilidades</p><p>que se possa razoavelmente presumir que essas pessoas possam efetuar competentemente, eticamente e</p><p>seguramente.</p><p>(b) Se o supervisionando não tiver as habilidades necessárias para efetuar competentemente, eticamente</p><p>e seguramente, analistas do comportamento oferecem condições para a aquisição destas habilidades.</p><p>5.4. Delineando Supervisão e Treinamento Eficazes</p><p>Analistas do comportamento asseguram que supervisão e treinamento são de natureza analítico-</p><p>comportamental, delineados eficaz e eticamente e satisfazem as exigências de licenciatura, certificação</p><p>ou outros objetivos definidos.</p><p>5.5. Comunicação das Condições de Supervisão</p><p>Analistas do comportamento oferecem uma descrição clara e concisa do propósito, das exigências, do</p><p>critério de avaliação, das condições e dos termos de supervisão antes do início da supervisão.</p><p>5.6. Provendo Feedback</p><p>(a) Analistas do comportamento delineiam sistemas de feedback e reforçamento de maneira a melhorar o</p><p>desempenho do supervisionando.</p><p>(b) Analistas do comportamento provêm feedback documentado de maneira expediente sobre o</p><p>desempenho de um supervisionando continuamente. (Veja também 10.05 Obediência aos Padrões de</p><p>Supervisão e Cursos do BACB).</p><p>5.7. Avaliando os Efeitos da Supervisão</p><p>Analistas do comportamento delineiam sistemas para obter avaliação contínua de seus supervisionandos</p><p>e suas próprias atividades</p><p>de supervisão.</p><p>6.0. Responsabilidade Ética de Analistas do Comportamento Para Com a Profissão de Análise do</p><p>Comportamento</p><p>Analistas do comportamento tem uma obrigação para com a ciência do comportamento e a profissão de</p><p>análise do comportamento.</p><p>6.1. Afirmando Princípios RBT</p><p>(a) Acima de todo treino profissional, analistas do comportamento apoiam e avançam os valores, ética e</p><p>princípios da profissão de análise do comportamento.</p><p>(b) Analistas do comportamento têm obrigação de participar em atividades e organizações profissionais</p><p>e científicas analítico-comportamentais.</p><p>6.2. Disseminando Análise do Comportamento RBT</p><p>Analistas do Comportamento promovem análise do comportamento disponibilizando informação sobre esta</p><p>ao público através de apresentações, discussões e outros meios.</p><p>7.0. Responsabilidade Ética de Analistas do Comportamento Para Com Colegas</p><p>Analistas do comportamento trabalham com colegas dentre a profissão de análise do comportamento e</p><p>de outras profissões e devem estar cientes destas obrigações éticas em quaisquer situações. (Veja</p><p>também, 10.0 Responsabilidade Ética de Analistas do Comportamento Para Com o BACB)</p><p>7.1.Promovendo uma Cultura Ética RBT</p><p>Analistas do Comportamento promovem uma cultura ética em seus ambientes de trabalho e conscientizam</p><p>outros sobre deste Código.</p><p>7.2.Violações Éticas por Outros e Riscos de Danos RBT</p><p>(a) Se analistas do comportamento acreditam que pode haver uma violação legal ou ética, eles primeiro</p><p>determinam se há risco de dano, uma possível violação legal, uma condição de notificação obrigatória, ou</p><p>uma agência, organização ou requisito regulamentar abordando a violação.</p><p>(b) Se os direitos legais de um cliente estão sendo infringidos, ou se houver risco de danos, analistas do</p><p>comportamento devem tomar medidas necessárias para proteger o cliente, incluindo mas não limitadas a</p><p>contatar autoridades relevantes, seguir políticas organizacionais e consultar profissionais adequados e</p><p>documentar seus esforços para tratar do assunto.</p><p>(c) Se uma resolução informal parece adequada e não infringiria quaisquer direitos de</p><p>confidencialidade, analistas do comportamento tenta resolver o problema informando aquele indivíduo e</p><p>documentando seus esforços para resolver o problem. Se o problema não for resolvido, analistas do</p><p>comportamento comunicam o problema à autoridade adequada (por exemplo, empregador, supervisor,</p><p>autoridade regulatória).</p><p>(d) Se o problema satisfaz as exigências de comunicação do BACB, analistas do comportamento enviam</p><p>uma reclamação formal ao BACB. (Veja também 10.2 Respondendo de Maneira Expediente,</p><p>Comunicando e Atualizando Informação Fornecida ao BACB).</p><p>8.0. Declarações Públicas</p><p>Analistas do Comportamento obedecem este Código em declarações públicas relacionadas aos seus</p><p>serviços profissionais, produtos ou publicações, ou ã profissão de análise do comportamento.</p><p>Declarações públicas incluem, mas não são limitadas a: anúncios pagos ou não pagos, brochuras,</p><p>material impresso, catálogos, currículos pessoais ou curriculum vitae, entrevistas ou comentários para</p><p>uso na mídia, declarações em processos judiciais, aulas e apresentações públicas, mídia social e</p><p>publicações.</p><p>8.1. Evitando Declarações Falsas ou Enganosas RBT</p><p>(a) Analistas do comportamento não fazem declarações públicas que são falsas, enganosas, exageradas</p><p>ou fraudulentas, seja pelo que declaram, indicam ou sugerem, ou pelo que omitem, sobre sua pesquisa,</p><p>prática ou quaisquer outras atividades de trabalho ou de pessoas ou organizações com as quais eles são</p><p>afiliados. Analistas do comportamento reivindicam como credenciais por seu trabalho analítico-</p><p>comportamental apenas diplomas que tenham sido de conteúdo primária ou exclusivamente analítico-</p><p>comportamentais.</p><p>(b) Analistas do comportamento não implementa, intervenções não analítico-comportamentais. Serviços</p><p>analítico-comportamentais apenas podem ser prestados em contexto de educação não analítico-</p><p>comportamental, treinamento formal e credenciamento. Tais serviços devem ser claramente distintos de</p><p>suas práticas analítico-comportamentais e certificação pelo BACB através do uso do seguinte aviso</p><p>legal: “Estas intervenções não são de natureza analítico-comportamental e não são incluídas pela minha</p><p>credencial de BACB”. Este aviso deve ser colocado ao lado dos nomes e descrições de todos as</p><p>intervenções não analítico-comportamentais.</p><p>(c) Analistas do comportamento não anunciam serviços não analítico-comportamentais como se fossem</p><p>analítico-comportamentais.</p><p>(d) Analistas do comportamento não identificam serviços não analítico-comportamentais em contas,</p><p>faturas ou requisições de reembolso.</p><p>(e) Analistas do comportamento não implementam serviços não analítico-comportamentais sob</p><p>autorizações de serviços analítico-comportamentais.</p><p>8.2. Propriedade Intelectual RBT</p><p>(a) Analistas do comportamento obtêm permissão para usar materiais com marca registrada ou direitos</p><p>autorais como exigido por lei. Isto inclui fornecer citações, símbolos de marca-registrada ou direitos</p><p>autorais que reconhecem a propriedade intelectual de outros.</p><p>(b) Analistas do comportamento dão crédito adequado a autores quando dando aulas, workshops ou</p><p>outras apresentações.</p><p>8.3. Declarações de Terceiros RBT</p><p>(a) Analistas do comportamento que recrutam terceiros para criar ou fazer declarações públicas que</p><p>promovem sua prática profissional, produtos ou atividades, mantêm responsabilidade profissional por</p><p>tais declarações.</p><p>(b) Analistas do comportamento fazem esforços razoáveis para prevenir que aqueles que eles não</p><p>supervisionam (por exemplo empregadores, editores, patrocinadores, clientes organizacionais e</p><p>representantes da mídia impressa ou telecomunicação) façam declarações enganosas sobre as práticas ou</p><p>atividades profissionais ou científicas dos analistas do comportamento.</p><p>(c) Se analistas do comportamento se tornarem ciente de declarações enganosas sobre seu trabalho feita</p><p>por terceiros, analistas do comportamento corrigem tais declarações.</p><p>(d) Um anúncio pago relativo a atividades de analistas do comportamento deve ser identificado como</p><p>tal, a não ser que seja aparente pelo contexto.</p><p>8.4. Apresentações na Mídia e Serviços Por Via de Meios de Comunicação Media</p><p>(a) Analistas do comportamento utilizando mídia eletrônica (por exemplo vídeo, treinos informatizados</p><p>online, transmissão eletrônica de informação) obtêm e mantêm conhecimento sobre a segurança e as</p><p>limitações da mídia eletrônica a fim de aderir a este Código.</p><p>(b) Analistas do comportamento fazendo declarações públicas ou apresentações usando mídia eletrônica</p><p>não divulgam informação de identificação pessoal relativa a seus clientes, supervisionandos, alunos,</p><p>sujeitos de pesquisa ou outros beneficiários de seus serviços que tenham sido obtidos durante o curso de</p><p>seu trabalho, a não ser que autorização por escrito tenha sido obtida.</p><p>(c) Analistas do comportamento fazendo apresentações utilizando mídia eletrônica disfarçam</p><p>informação confidencial relativa a participantes, sempre que possível, para que estes não sejam</p><p>pessoalmente identificáveis por terceiros e para que discussões não causem danos a participantes</p><p>identificáveis.</p><p>(d) Quando analistas do comportamento fazem declarações públicas, conselhos ou comentários através</p><p>de aulas públicas, demonstrações, programas de rádio ou televisão, mídia eletrônica, artigos, material</p><p>enviado por correio ou outros meios, eles tomam precauções razoáveis para garantir que: (1) as</p><p>declarações sejam baseadas em literatura e prática analítico-comportamental adequadas, (2) as</p><p>declarações são de consistentes com este Código e (3) conselho ou comentário não criam contrato de</p><p>prestação de serviços com o destinatário.</p><p>8.5. Testemunhos e Anúncios RBT</p><p>Analistas do comportamento não solicitam testemunhos sobre serviços analítico-comportamentais de</p><p>clientes atuais</p><p>para publicação em seus sites de internet ou quaisquer outros materiais impressos ou</p><p>eletrônicos. Testemunhos de clientes anteriores devem identificar se foram solicitados ou não</p><p>solicitados, incluir uma declaração precisa sobre a relação entre o analista do comportamento e o autor</p><p>do testemunho e obedecer todas as leis aplicáveis sobre afirmações feitas no testemunho. Analistas do</p><p>Comportamento podem anunciar descrevendo o tipo de serviços baseados em evidencia que eles prestam,</p><p>as qualificações de sua equipe e dados de resultados objetivos que eles tenham obtido ou publicado, de</p><p>acordo com as leis aplicáveis.</p><p>8.6. Solicitando Pessoalmente RBT</p><p>Analistas do comportamento não se engajam, diretamente ou através de agentes, em solicitação sem convite</p><p>para negócios com usuários atuais ou potenciais de serviços que, devido a suas circunstancias particulares,</p><p>são vulneráveis a influência indevida. Serviços de gestão comportamental em organizações ou de gestão de</p><p>desempenho podem ser promovidos ou vendidos a entidades empresariais independentemente de sua</p><p>posição financeira projetada.</p><p>9.0. Analistas do Comportamento e Pesquisa</p><p>Analistas do comportamento delineiam, condizem e relatam pesquisa de acordo com padrões</p><p>reconhecidos de competência científica e ética de pesquisa.</p><p>9.1. Obedecendo Leis e Regulamentos RBT</p><p>Analistas do comportamento planejam e conduzem pesquisa de maneira consistente com todas as leis e</p><p>regulamentos, assim como padrões profissionais governando a conduta de pesquisa. Analistas do</p><p>comportamento também obedecem outras leis e regulamentos aplicáveis relativos a exigências de</p><p>comunicação.</p><p>9.2. Características de Pesquisa Responsável</p><p>(a) Analistas do comportamento conduzem pesquisa apenas depois de aprovação por um comitê</p><p>independente e formal de revisão de pesquisa.</p><p>(b) Analistas do comportamento conduzindo pesquisa aplicada em conjunção com a prestação de</p><p>serviços clínicos ou humanos devem obedecer às exigências de envolvimento na intervenção e na</p><p>pesquisa pelo cliente-sujeito. Quando necessidades de pesquisa e clínicas entram em conflito, analistas</p><p>do comportamento priorizam o bem-estar do cliente.</p><p>(c) Analistas do comportamento conduzem pesquisa competentemente e com devida preocupação com a</p><p>dignidade e o bem-estar dos sujeitos.</p><p>(d) Analistas do comportamento planejam sua pesquisa de maneira a minimizar a possibilidade de que</p><p>resultados possam ser enganosos.</p><p>(e) Assistentes de pesquisa podem engajar-se apenas naquelas tarefas para as quais foram treinados e</p><p>preparados adequadamente. Analistas do comportamento são responsáveis pela conduta ética de</p><p>pesquisa conduzida por assistentes ou terceiros sob sua supervisão ou fiscalização.</p><p>(f) Se uma questão ética é incerta, analistas do comportamento buscam resolver a questão através de</p><p>consulta com comitês de pesquisa independentes e formais, colegas ou outros mecanismos adequados.</p><p>(g) Analistas do comportamento apenas conduzem pesquisa independentemente depois de terem</p><p>conduzido pesquisa com êxito sob um supervisor em uma relação definida (por exemplo tese,</p><p>dissertação, projeto de pesquisa específico).</p><p>(h) Analistas do comportamento conduzindo pesquisa tomam medidas necessárias para maximizar</p><p>benefício e minimizar risco a seus clientes, supervisionandos, sujeitos de pesquisa, alunos, e terceiros</p><p>com quem trabalham.</p><p>(i) Analistas do comportamento minimizam o efeito de fatores pessoais, financeiros, sociais,</p><p>organizacionais ou políticos que possam levar ao uso indevido de sua pesquisa.</p><p>(j) Se analistas do comportamento tomam ciência de uso indevido ou deturpação dos produtos</p><p>individuais de seu trabalho, eles tomam medidas necessárias para corrigir o uso indevido ou deturpação.</p><p>(k) Analistas do comportamento evitam conflito de interesses quando conduzindo pesquisa.</p><p>(l) Analistas do comportamento minimizam interferência com os sujeitos ou o ambiente no qual</p><p>pesquisa é conduzida.</p><p>9.3. Consentimento Informado.</p><p>Analistas do comportamento informam sujeitos ou seus guardiães ou substitutos em linguagem</p><p>compreensível sobre a natureza da pesquisa; que eles são livres para participar, ou recusar participação,</p><p>ou removerem-se da pesquisa a qualquer momento sem penalidade; sobre fatores significativos que</p><p>podem influenciar sua disposição de participar; e respondem a quaisquer perguntas que os sujeitos</p><p>possam ter sobre a pesquisa.</p><p>9.4. Utilizando Informação Confidencial Para Fins Didáticos ou Instrutivos</p><p>(a) Analistas do comportamento não divulgam informação de identificação pessoal referente a seus</p><p>clientes individuais ou organizacionais, sujeitos de pesquisa, ou outros que recebam seus serviços que</p><p>tenham sido obtidas durante o curso de seu trabalho, a não ser que a pessoa ou organização tenha</p><p>consentido por escrito ou a não ser que exista outra autorização legal para fazê-lo.</p><p>(b) Analistas do comportamento disfarçam informação confidencial relativa a sujeitos, sempre que</p><p>possível, para que eles não sejam identificáveis pessoalmente para outros e para que discussões não</p><p>causem danos a participantes identificáveis.</p><p>9.5. Esclarecimento</p><p>Analistas do comportamento informam o sujeito de que uma sessão de esclarecimento vai ocorrer na</p><p>conclusão do envolvimento do sujeito na pesquisa.</p><p>9.6. Revisões de Fomento a Pesquisa e Periódicos</p><p>Analistas do comportamento que servem em comitês de revisão de fomento ou parecer de manuscritos</p><p>evitam conduzir qualquer pesquisa descrita em propostas ou manuscritos que eles revisaram, exceto</p><p>enquanto replicações dando pleno crédito aos pesquisadores anteriores.</p><p>9.7. Plágio</p><p>(a) Analistas do comportamento citam completamente o trabalho de terceiros onde adequado.</p><p>(b) Analistas do comportamento não apresentam porções ou elementos do trabalho de terceiros ou dados</p><p>como seus.</p><p>9.8. Reconhecendo Contribuições</p><p>Analistas do comportamento reconhecem as contribuições de terceiros para pesquisa incluindo-os como</p><p>coautores ou listando suas contribuições em notas de rodapé. Autoria principal e outros créditos de</p><p>publicação refletem precisamente as contribuições relativas cientificas ou profissionais dos indivíduos</p><p>envolvidos, independentemente de seu status relativo. Contribuições menores para a pesquisa ou o relato</p><p>para publicação são devidamente reconhecidas, tal qual, em nota de rodapé ou declaração introdutória.</p><p>9.9. Acurácia e Uso de Dados RBT</p><p>(a) Analistas do comportamento não fabricam ou falsificam resultados em suas publicações. Se analistas do</p><p>comportamento descobrem erros em seus dados publicados, eles tomam medidas para corrigir tais erros em</p><p>uma correção, retração, errata ou outros meios de publicação adequados.</p><p>(b) Analistas do comportamento não omitem descobertas que possam alterar interpretações de seu trabalho.</p><p>(c) Analistas do comportamento não publicam, como dados originais, dados que tenham sido previamente</p><p>publicados. Isto não impede republicação de dados quando são acompanhados por devido reconhecimento.</p><p>(d) Depois que resultados de pesquisa são publicados, analistas do comportamento não retêm os dados nos</p><p>quais suas conclusões foram baseadas de outros profissionais competentes que buscam verificar as</p><p>alegações substanciais através de reanálise e que pretendem usar tais dados apenas para este propósito, dado</p><p>que a confidencialidade dos sujeitos possa ser protegida e a não ser que direitos legais relativos a dados</p><p>patenteados impeçam sua liberação.</p><p>10.0. Responsabilidade de Analistas do Comportamento Para Com o BACB</p><p>Analistas do comportamento devem aderir a este Código e todas as regras e padrões do BACB.</p><p>10.1. Informação Verdadeira e Precisa Fornecida ao BACB RBT</p><p>(a) Analistas do comportamento apenas fornecem informação verdadeira e precisa em documentação</p><p>submetida ao BACB.</p><p>(b) Analistas do comportamento garantem que informação imprecisa submetida ao BACB seja</p><p>imediatamente corrigida.</p><p>10.2. Respondendo, Comunicando e Atualizando Informação Fornecida ao BACB RBT</p><p>Analistas do comportamento devem obedecer todos os prazos do BACB incluindo, mas não limitados a,</p><p>garantir que o BACB seja notificado em trinta (30) dias da data de quaisquer dos seguintes motivos para</p><p>status de sanção:</p><p>(a) A violação deste Código, ou investigação disciplinar, ação ou sanção, apresentação de queixas,</p><p>convicção, confissão de culpa, ou “nolo contendere” por uma agencia governamental, instituição de</p><p>saúde, terceiros pagadores ou instituição educacional. Nota de procedimento: Analistas do</p><p>comportamento condenados por um crime diretamente relacionado à prática de análise do</p><p>comportamento e/ou saúde e segurança públicas deverá ser inelegível para aplicação para registro,</p><p>certificação ou re-certificacão junto ao BACB por um período de três (3) anos do esgotamento dos</p><p>recursos, término da liberdade condicional ou vigiada, ou libertação de aprisionamento (se for o caso),</p><p>consoante o que for mais tarde; (Veja também 1.04d. Integridade)</p><p>(b) Quaisquer multas ou penalidades relacionadas com saúde e segurança públicas onde o analista do</p><p>comportamento tem seu nome na multa;</p><p>(c) Uma condição física ou mental que prejudicaria a habilidade do analista do comportamento de</p><p>praticar competentemente; e</p><p>(d) Uma mudança de nome, endereço ou contato de e-mail.</p><p>10.3. Confidencialidade e Propriedade Intelectual do BACB RBT</p><p>Analistas do comportamento não infringem direitos de propriedade intelectual do BACB, incluindo mas</p><p>não limitados aos direitos do BACB ao seguinte:</p><p>BACB logotipo, ACS logotipo, ACE logotipo, certificados, credenciais e designações, incluindo mas não</p><p>limitado a, patentes, direitos autorais (copyright), marcas registradas (trademark), segredos comerciais e</p><p>nomes de domínio reivindicados pelo BACB (isto inclui marcas similares com intenção de dar impressão de</p><p>afiliação com o BACB, certificação ou registro, ou deturpação de um status de certificação educacional do</p><p>BACB e constituindo certificação nacional);</p><p>(a) Direitos autorais do BACB de trabalhos originais ou derivados, incluindo, mas não limitado a,</p><p>direitos autorais do BACB de padrões, procedimentos, diretrizes, códigos, análise de tarefas de trabalho,</p><p>relatórios de grupos de trabalho, pesquisas; e</p><p>(b) Direitos autorais do BACB de todas as questões de exame desenvolvidas pelo BACB, bancos de</p><p>itens, especificações dos exames, formulários de exame e gabaritos, os quais são segredos comerciais do</p><p>BACB. Analistas do comportamento são expressamente proibidos de revelar o conteúdo de quaisquer</p><p>materiais de exame do BACB, independentemente de como tomaram conhecimento do conteúdo.</p><p>Analistas do comportamento comunicam infrações suspeitadas ou conhecidas e/ou acesso não</p><p>autorizado a conteúdo de exame e/ou qualquer outra violação dos direitos de propriedade intelectual ao</p><p>BACB imediatamente. Esforços para resolução informal (identificados no Artigo 7.02c) são dispensados</p><p>devido à exigência de comunicação imediata deste Artigo.</p><p>10.2.Honestidade no Exame e Irregularidades RBT</p><p>Analistas do comportamento aderem a todas as regras do BACB, incluindo as regras e procedimentos</p><p>exigidos pelos centros de testes aprovados pelo BACB e administradores de exame e bedéis. Analistas do</p><p>comportamento devem comunicar imediatamente suspeitos de cola e quaisquer outras irregularidades</p><p>relacionadas a administrações do exame ao BACB. Irregularidades de exame incluem, mas não são</p><p>limitadas a, acesso não autorizado a gabaritos de exames do BACB, copiar de respostas, permitir que outros</p><p>copiem respostas, atrapalhar a conduta da administração de um exame, falsificar informação, educação ou</p><p>credenciais e fornecer e/ou receber conselho não autorizado ou ilegal sobre acesso ao conteúdo do exame</p><p>do BACB antes, durante ou depois do exame. Esta proibição inclui, mas não é limitada a, o uso de ou</p><p>participação em qualquer página de preparação de para o exame, ou blog que ofereça acesso não autorizado</p><p>a questões do exame do BACB. Se, a qualquer momento, seja descoberto que um candidato ou certificante</p><p>tenha participado em ou utilizado uma organização de distribuição conteúdo, ação imediata pode ser</p><p>tomada de remover elegibilidade, cancelar resultados de exame, ou de outra maneira revocar certificação</p><p>obtida através do uso de conteúdo de exame obtido inadequadamente.</p><p>10.3. Obediência com Supervisão e Padrões de Cursos RBT</p><p>Analistas do comportamento garantem que cursos (incluindo eventos de educação continuada), experiência</p><p>supervisionada, treinamento e avaliação de RBT e supervisão de BCaBA são conduzidos de acordo com os</p><p>padrões do BACB se estas atividades são planejadas para obedecer os padrões do BACB (Veja também 5.0</p><p>Analistas do Comportamento Como Supervisores).</p><p>10.4. Estar Familiarizado Com Este Código</p><p>Analistas do comportamento têm obrigação de familiarizarem-se com este Código, outros códigos de ética</p><p>aplicáveis, incluindo, mas não limitados a, exigências de licenciatura para conduta ética e suas aplicações ao</p><p>trabalho do analista do comportamento. A falta de conscientização ou má-interpretação de um código de</p><p>conduta não é por si só uma defesa a uma acusação de conduta antiética.</p><p>10.5. Desencorajando Apresentação Falsa por Indivíduos Não Certificados RBT</p><p>Analistas do comportamento denunciam profissionais não certificados (e, se aplicável, não registrados) aos</p><p>conselhos de licenciamento adequados e ao BACB se os profissionais estiverem se representando</p><p>falsamente como certificados ou registrados do BACB.</p>