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<p>E-Book PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO SIMPLES NACIONAL E-Book Esse recurso é uma versão estática. Para melhor visualizar, acesse esse conteúdo pela mídia interativa.</p><p>E-Book Planejamento Tributário Simples Nacional Olá, estudante! Neste conteúdo, trataremos de assuntos relacionados ao Planejamento Tributário Simples Nacional. o regime especial unificado de arrecadação de tributos devidos pelas microempresas e empresas de pequeno porte (Simples Nacional) é um regime tributário diferenciado, nos termos da Lei Complementar n° 123/2006. sistema se constitui em uma forma simplificada e unificada de recolhimento de tributos por meio da aplicação de percentuais favorecidos. Desse modo, a base de cálculo será a receita bruta. Apesar do nome "simples", a legislação é bem complexa e exige que legislador tributário tenha conhecimento aprofundado. A legislação apresenta cinco tabelas anexas com faixas, valores de receitas, alíquotas, parcelas a deduzir e os percentuais distribuídos a cada tributo. Anexo da Lei Complementar n° 123, de 14 de dezembro de 2006, é para empresas com fins comerciais. Anexo é voltado às indústrias. Os Anexos III, IV e V são direcionados às prestadoras de serviços. Nesses três últimos anexos, as prestadoras de serviços estarão separadas por atividades. Porém, dependendo da atividade e do percentual do "fator R", a atividade que corresponde a um anexo com alíquotas maiores poderá optar por um anexo com alíquotas menores ou o inverso. o planejador precisa conhecer a legislação e estar atento às suas alterações. planejamento tributário tem como objetivo reduzir a carga tributária de forma lícita. Se a organização não fizer esse planejamento, corre o risco de pagar tributos indevidamente. Nesta unidade, você terá conhecimentos para aplicar o planejamento tributário no regime de tributação do Simples Nacional, evitando pagamento de tributos indevidos. Ao final desta unidade, você será capaz de: 2 de 21 páginas</p><p>E-Book reconhecer as empresas que podem optar pelo regime de tributação do Simples Nacional; aplicar o planejamento tributário no regime de tributação Simples Nacional; identificar a opção menos onerosa para a empresa, dentro dos limites legais e dos princípios éticos. Antes de iniciarmos os estudos, observe o diálogo entre o planejador e o empresário contribuinte. (Clique nas setas para avançar ou retornar o conteúdo) Diálogo Bom dia! Senhora, 3 de 21 páginas</p><p>E-Book eu gostaria que a minha empresa fosse optante pelo Simples Nacional pelos seguintes motivos: há mais vantagens para as micro e pequenas empresas; é um sistema único de arrecadação; irei ter menos obrigações acessórias; terei carga tributária menor. É possível? Fonte: Elaboração da autora, 2021. Sequência diálogo Bom dia! Senhor, 4 de 21 páginas</p><p>E-Book sobre o Simples Nacional, eu concordo com as vantagens por você mencionadas, exceto a menor carga tributária. Para sabermos se é uma opção viável e definir a menor carga tributária, precisarei lhe fazer alguns questionamentos. A sua empresa já está em funcionamento ou o senhor pretende iniciar uma empresa? Qual a cidade e estado em que a empresa está inserida ou pretende se estabelecer? Qual a atividade da sua empresa: comércio, prestação de serviços ou indústria? Qual é ou será a receita bruta anual? Vamos fazer um comparativo entre as três formas de tributação para definirmos a carga tributária menos onerosa? Fonte: Elaboração da autora, 2021. Vamos buscar as respostas desses questionamentos e entender a importância delas ao longo da unidade? Bons estudos! Simples Nacional o Simples Nacional é o regime unificado de arrecadação de tributos e contribuições que pode ser adotado por microempresas e empresas de pequeno porte, sendo regido pela Lei Complementar 123, de 14 de dezembro 2006, em seus artigos 12 a 41. De acordo com Oliveira (2013, p. 165): Desde 1997, as pessoas jurídicas devidamente enquadradas com impostos e contribuições devidos, calculados sobre a receita bruta, mediante a aplicação de alíquota única, pelo Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte. 5 de 21 páginas</p><p>E-Book Ao optar pelo Simples Nacional, a pessoa jurídica terá os seguintes benefícios, conforme Ribeiro e Pinto (2014, p. 259): (Clique nas setas para avançar ou retornar o conteúdo) a. tributação com alíquotas mais favorecidas e progressivas, de acordo com a receita bruta auferida; b. recolhimento unificado e centralizado de impostos e contribuições federais, com a utilização de um único documento de arrecadação denominado "DAS", no qual estarão incluídos os impostos estaduais e municipais; C. cálculo simplificado do valor a ser recolhido, apurado com base na aplicação de alíquotas unificadas e progressivas, fixadas em lei, incidentes sobre uma única base de cálculo a receita bruta mensal; d. possibilidade de adoção de livro caixa, no qual será escriturada toda a movimentação financeira e bancária; e. parcelamento de débitos de forma favorecida, regulamentado pelo CGSN. A Lei Complementar n° 123, de 14 de dezembro 2006, institui o "Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte". Para esses portes, há tratamento diferenciado no registro empresarial, na tributação, nas obrigações trabalhistas, no acesso à justiça, entre outros (RIBEIRO; PINTO, 2014). Para ser considerada microempresa, a receita bruta do ano-calendário não poderá ultrapassar trezentos e sessenta mil reais. Já a empresa de pequeno porte não poderá ultrapassar no ano-calendário a receita bruta acumulada no valor de 4,8 milhões de reais, conforme a Lei Complementar n° 155/2006 (CREPALDI, 2018). 6 de 21 páginas</p><p>E-Book A seguir, confira a Lei Complementar n° 123/2006. A Lei Complementar n° 123 é a legislação principal da micro e pequena empresa, da empresa de pequeno porte e do Simples Nacional. Saiba Mais Aprofunde os seus conhecimentos sobre microempresa, empresa de pequeno porte e o Simples Nacional. A Lei Complementar n° 123/2006 é a principal legislação desse regime de tributação. Saiba mais, acesse: Simples Nacional envolve o recolhimento em conjunto dos tributos devidos pela empresa, sendo o recolhimento mensal. Desse modo, o legislador precisa ficar atento às restrições e Você pode conferir no quadro, a seguir, esses tributos: QUADRO 1 Restrições e Exceções do Simples Nacional 7 de 21 páginas</p><p>E-Book Tributo Sigla Competência Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas IRPJ Federal Imposto sobre Produtos Industrializados IPI Federal CSLL Federal Contribuição Social sobre o Lucro Líquido Contribuição para o Financiamento COFINS Federal da Seguridade Social Contribuição para os Programas de Integração PIS/ Federal Social e de Formação do Servidor Público PASEP Contribuição Patronal Previdenciária CPP Federal Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ICMS Estadual de Transporte Interestadual e Intermunicipal Imposto Sobre Serviços ISS Municipal Fonte: OLIVEIRA, 2013, p. 166 [Adaptado]. Ressalta-se que o sublimite máximo a ser adotado pelos estados e municípios para o recolhimento de ICMS e de ISS é de 3,6 milhões para o regime do Simples Federal Confira, a seguir, um artigo que apresenta o impacto do Simples Nacional sobre a arrecadação do Saiba Mais artigo "O impacto da Política Pública do Simples Nacional sobre a arrecadação do ICMS" é uma leitura interessante para o planejamento tributário. Acesse o link, a seguir, e leia o artigo: https://periodicos.ufsc.br/index.php/geosul/article/view/65918/44427 8 de 21 páginas</p><p>E-Book Como podemos observar, para se enquadrar como microempresa ou empresa de pequeno porte, é necessário se encaixar nas determinações da Lei Complementar 123. Porém, nem todas as microempresas ou empresas de pequeno porte podem optar pelo Simples Nacional. Confira as empresas que são excluídas desse regime de tributação a seguir. Momento biblioteca digital Leia as páginas 202 e 203 do livro "Planejamento tributário: teoria e prática" e entenda mais sobre o enquadramento e empresas excluídas desse regime de tributação. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788553131563/cfi/22 9!/4/4@0.00:0.00 CREPALDI, S. Planejamento tributário: teoria e prática. 3. ed. São Paulo: Saraiva Educação, 2019. o microempreendedor individual também foi incluso na Lei Complementar n° 123/2006, nos artigos 18-A, 18-B e 18-C, por meio da Lei Complementar 128/2008. A opção pelo regime tributário do Simples Nacional foi estipulada por valores fixos mensais, independentemente da receita bruta auferida pelo contribuinte no mês. valor fixo mensal, na forma regulamentada pelo Comitê Gestor, é correspondente à soma das seguintes parcelas: (Clique nas setas para avançar ou retornar o conteúdo) a) R$ 45,65 (quarenta e cinco reais e sessenta e cinco centavos), a título da contribuição prevista no inciso IV deste parágrafo; b) 1,00 (um real), a título do imposto referido no inciso VII do caput do art. 13 desta Lei Complementar, caso seja contribuinte do ICMS; e c) 5,00 (cinco reais), a título do imposto referido no inciso VIII do caput do art. 13 desta Lei Complementar, caso seja contribuinte do ISS; 9 de 21 páginas</p><p>E-Book Não poderá optar pela sistemática de recolhimento na condição de MEI: a) o microempreendedor cuja atividade seja tributada pelos Anexos IV ou V da Lei Complementar 123/2006, salvo autorização relativa a exercício de atividade isolada na forma regulamentada pelo Comitê Gestor; b) o microempreendedor que possua mais de um estabelecimento; c) o microempreendedor que participe de outra empresa como titular, sócio ou administrador; d) o microempreendedor que contrate mais de 1 (um) empregado. Esses valores são fixos, independentemente da receita bruta, em virtude de ser microempreendedor individual. Para as microempresas e empresas de pequeno porte, considera-se a receita bruta mensal para o cálculo da base de cálculo para os impostos, o que será demonstrado na sequência. Base de Cálculo do Simples Nacional A receita bruta mensal da empresa será considerada para o cálculo do Simples Nacional. Considera-se receitas as vendas de bens ou direitos nas empresas comerciais e industriais e a prestação de serviços nas empresas prestadoras. Essas transações devem ser reconhecidas no faturamento, na entrega ou de acordo com a proporção dos serviços prestados. Conforme o valor da receita bruta anual, incidirá uma alíquota que consta nos Anexos a V para cada atividade empresarial e por faixas. Para encontrarmos o valor da receita bruta anual, soma-se os valores dos últimos doze meses anteriores ao mês de apuração ou o número de meses proporcional multiplicado por 12 (CREPALDI, 2018). FIGURA 1 Receita Bruta 10 de 21 páginas</p><p>E-Book Fonte: 123RF Os impostos não cumulativos cobrados do comprador ou contratante, em que o vendedor de produtos ou prestador dos serviços seja mero depositário, além das vendas canceladas e descontos incondicionais concedidos, devem ser excluídos da receita bruta (OLIVEIRA, 2013, p. 173). Para a composição da receita bruta, conforme a Resolução CGSN n° 140, de 22 de maio de 2018, em seu artigo 2°, § também serão considerados: 1) o custo do financiamento nas vendas a prazo, contido no valor dos bens ou serviços ou destacado no documento fiscal; 2) as gorjetas, sejam elas compulsórias ou não; 3) os royalties, aluguéis e demais receitas decorrentes de cessão de direito de uso ou gozo; e 4) as verbas de patrocínio (CGSN, [2020], on-line). 11 de 21 páginas</p><p>E-Book Se a empresa auferir outras receitas que não são originárias da atividade comercial, como venda de mercadorias ou prestação de serviços, essas não devem ser consideradas para os cálculos dos tributos que integram o Simples Nacional. Cálculo do Imposto Após optar pelo Simples Nacional, o contribuinte se encaixará em um dos cincos anexos apresentados na Lei Complementar 123/2006. Cabe destacar que o acompanhamento deve ser constante, verificando a lei, as faixas de receitas brutas, as alíquotas e a repartição dos tributos vigentes na época do planejamento. FIGURA 2 - Cálculo do Imposto Fonte: Os anexos apresentam as faixas de receita bruta anual e os percentuais de repartição dos tributos. Anexo é destinado ao comércio, o Anexo II à indústria e os Anexos III e IV à prestação de serviços 12 de 21 páginas</p><p>E-Book Crepaldi (2018, p. 209) resume que a segregação de receitas a) revenda de mercadorias, que serão tributadas na forma do Anexo I; b) venda de mercadorias industrializadas pelo contribuinte, que serão tributadas na forma do Anexo c) prestação de serviços tributados na forma do Anexo III; d) prestação de serviços tributados na forma do Anexo IV; e) prestação de serviços previstos na forma do Anexo f) locação de bens móveis, tributadas na forma do Anexo III, deduzida parcela de ISS. g) atividade com incidência simultânea de IPI e de ISS, que será tributada na forma do Anexo II, deduzida a parcela correspondente ao ICMS e acrescida a parcela correspondente ao ISS prevista no Anexo III. h) escritórios de serviços contábeis, tributados na forma do Anexo III (tributação fixa); i) transportes intermunicipais e interestaduais de cargas Anexo III, deduzindo a parcela de ISS, incluindo a de ICMS; transportes intermunicipais e interestaduais de passageiros na modalidade fluvial; nas demais modalidades, se transporte urbano ou metropolitano; ou realizado sob fretamento contínuo em área metropolitana para o transporte de estudantes ou trabalhadores. As empresas com as atividades inseridas no Anexo V poderão ser tributadas pela tabela do Anexo III, que possui alíquotas menores, se o "Fator R" (folha de salários, inclusive de retirada pró-labore) for igual ou superior a 28% da receita bruta. As empresas com as atividades inseridas no Anexo poderão ser tributadas pela tabela do Anexo V se "Fator R" (folha de salários, inclusive de retirada pró-labore) for inferior a 28% da receita bruta. Entretanto, para as empresas que, em 12 meses, têm gastos com a folha de salários inferiores a 28%, lucro presumido pode ser mais vantajoso. Essa sistemática, chamada de "Fator R", também vale para as empresas do Anexo IV. Para determinar qual o percentual gasto com pessoal dentro do faturamento da empresa, é preciso dividir o gasto anual com a folha de salário incluindo pró-labore e encargos - pela receita bruta 13 de 21 páginas</p><p>E-Book Fator R = (Folha de pagamento + Pró-labore + Encargos) / Receita Bruta Total Conheça mais sobre as empresas contribuintes e o "Fator R" no material que segue. Momento biblioteca digital Leia as páginas 209 e 210 do livro Planejamento tributário: teoria e prática", que aborda as empresas contribuintes e o "Fator R". https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788553131563/cfi/2 5!/4/4@0.00:48.7 CREPALDI, S. Planejamento tributário: teoria e prática. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2018. Com relação à contribuição previdenciária, as empresas optantes pelo Simples Nacional, enquadradas no Anexo IV da Lei Complementar n° 123/2006, observadas as retenções devidas, contribuirão com a parte patronal completa (20% + RAT), exceto outras entidades, nos termos do inciso VI do art. 13 da Lei Complementar 123/2006. Conforme a Resolução CGSN n° 140/2018, artigo 2°, § 5°, não compõem a receita bruta: a) venda de bens do ativo imobilizado (considera-se ativo imobilizado o ativo tangível utilizado na produção ou fornecimento de bens ou serviços, ou para locação por outros, para investimento, ou para fins administrativos, e cuja desincorporação ocorra a partir do décimo terceiro mês contado da respectiva entrada); b) os juros moratórios, as multas e quaisquer outros encargos auferidos em decorrência do atraso no pagamento de operações ou prestações; 14 de 21 páginas</p><p>E-Book c) a remessa de mercadorias a título de bonificação, doação ou brinde, desde que seja incondicional e não haja contraprestação por parte do destinatário; d) a remessa de amostra grátis; e) os valores recebidos a título de multa ou indenização por rescisão contratual, desde que não corresponda à parte executada do contrato; f) os rendimentos ou ganhos líquidos auferidos em aplicações de renda fixa ou variável (CGSN, [2020]). Depois de determinada a receita bruta, aplica-se uma fórmula para se chegar à alíquota efetiva. Alíquota efetiva para cálculo do imposto Sobre a receita bruta da microempresa ou empresa de pequeno porte, é aplicada a alíquota efetiva para a determinação da obrigação tributária. Para determinar a alíquota efetiva, é necessário ter a alíquota nominal, constante nos anexos a IV da Lei Complementar 123/2006, e seguir uma fórmula que será apresentada na sequência. FIGURA 3 - Alíquotas 15 de 21 páginas</p><p>E-Book Fonte: 123RF. Conforme a Lei Complementar n° 123/2006 (BRASIL, [2019], on-line), para a determinação da alíquota efetiva: Art. 18. valor devido mensalmente pela microempresa ou empresa de pequeno porte optante pelo Simples Nacional será determinado mediante aplicação das alíquotas efetivas, calculadas a partir das alíquotas nominais constantes das tabelas dos Anexos a V desta Lei Complementar, sobre a base de cálculo de que trata o § 30 deste artigo, observado o disposto no § 15 do art. § 10 Para efeito de determinação da alíquota nominal, o sujeito passivo utilizará a receita bruta acumulada nos doze meses anteriores ao do período de apuração. 16 de 21 páginas</p><p>E-Book Para obter a alíquota efetiva, o cálculo a ser realizado é o seguinte: (RBT12 RBT12 Em que: RBT12 receita bruta acumulada nos doze meses anteriores ao período de apuração. Aliq alíquota nominal constante dos Anexos I a V. PD - parcela a deduzir constante dos Anexos I a V. As alíquotas são progressivas, de acordo com o faturamento da empresa. Para cada faixa de enquadramento, há um desconto fixo específico. A alíquota a ser paga será calculada levando em consideração a receita bruta acumulada nos 12 meses ou proporcional ao número de meses anteriores (CREPALDI, 2018). Exemplo A Empresa Andradas comercializa produtos alimentícios e teve um faturamento acumulado no ano de 2019 de R$ 1.500.000,00. Em janeiro de 2020, deverá proceder à seguinte fórmula matemática para, então, obter a alíquota que deverá aplicar no cálculo do imposto mensal: BT 12 ALIQ - PD/ BT 12 R$ 1.500.000,00 10,70% - RS 9,20% Fonte: CREPALDI, 2018, p. 212 [Adaptado]. Quando a empresa está no início das suas atividades e ainda não tem os doze meses de receita, o cálculo deve ser proporcional, de acordo com a Lei Complementar n° 155/2016: 17 de 21 páginas</p><p>E-Book no primeiro mês de atividades: a receita do próprio mês de apuração deverá ser multiplicada por 12; nos 11 meses posteriores ao início de atividade deverá ser utilizada a média aritmética da receita bruta total dos meses anteriores ao do período de apuração, multiplicada por 12. (BRASIL, 2016, on-line) Exemplo A Empresa Santana da Vargem, prestadora de assessoria e consultoria empresarial e tributária, teve início de atividades em março de 2020 e optou pelo Simples Nacional em 2020. A receita bruta auferida em março de 2020 totalizou a importância de R$ 11.000,00. Enquadramento: Anexo III. Solução: cálculo no período de apuração em março de 2020 (primeiro mês do período de apuração): Receita bruta no mês de março de 2020 = R$ 11.000,00. Cálculo da receita bruta acumulada em março de 2020: Receita bruta acumulada proporcional = R$ 11.000,00 12 meses = R$ 132.000,00. Alíquota = 6% Parcela a deduzir = R$ R$ 00,00 R$ 132.000,00. Alíquota efetiva Valor do DAS a ser recolhido em abril de 2020 = 660,00. Fonte: CREPALDI, 2018, p. 214 [Adaptado]. A seguir, confira um estudo de caso que trata do planejamento tributário do Simples Nacional em um minimercado da cidade de Ouro Velho PB. 18 de 21 páginas</p><p>E-Book Saiba Mais "Planejamento tributário: um estudo de caso em um minimercado na cidade de Ouro Velho PB quanto às na Lei Complementar N° 123/2006, a partir de 2018 no Simples Nacional" tem como objetivo investigar se a empresa em estudo foi beneficiada com as mudanças da lei atualmente em vigor. É um um caso prático dentro do planejamento tributário no regime de tributação Simples Nacional. http://remipe.fatecosasco.edu.br/index.php/remipe/article/view/176/168 Quando a empresa ultrapassa o limite estabelecido para microempresa e empresa de pequeno porte, os tributos de ICMS e ISS seguem regras específicas. Conheça mais sobre o assunto no material a seguir. Momento biblioteca digital Leia as páginas 214 a 218 do livro "Planejamento tributário: teoria e prática", que trata do ICMS e ISS. São tributos importantes que seguem regras específicas caso a empresa ultrapasse o limite estabelecido para microempresa e empresa de pequeno porte. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788553131563/cfi/2 CREPALDI, S. Planejamento tributário: teoria e prática. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2018. Para aprofundar um pouco mais o conhecimento obtido até aqui a partir de nossas discussões sobre o conteúdo, ouça o podcast sobre particularidades do Simples Nacional. 19 de 21 páginas</p><p>E-Book Podcast PODCAST 1 - Simples Nacional Clique aqui para abrir o podcast Assista ao vídeo com casos hipotéticos de cálculos do Simples Nacional, que apresentará importantes considerações sobre a temática da unidade. Vídeo VIDEOAULA 1 - Simples Nacional Clique aqui para abrir o vídeo A partir desses conhecimentos contextualizados no vídeo e no podcast, reflita de que maneira eles agregaram na linha de estudos que estamos discutindo neste conteúdo. Observamos que o Simples Nacional é um modelo unificado de tributação e que possui uma legislação complexa. Muitas empresas são tributadas por esse regime de tributação, proporcionando muitas oportunidades para o profissional da área de planejamento tributário. Para se encaixar nesse regime tributário, a empresa precisa ser microempresa ou empresa de pequeno porte, com as receitas brutas máximas determinadas por lei. cálculo do tributo é feito mediante alíquota efetiva. Para determinar essa alíquota, é necessário buscar a alíquota nominal, de acordo com a receita bruta anual ou proporcional aos doze meses, nos Anexos a V da Lei Complementar n° 123/2006. Algumas empresas, ainda que enquadradas no porte, não poderão optar pelo Simples Nacional, sendo excluídas por apresentarem particularidades descritas na legislação. Por motivos diversos, os empreendedores de microempresas e empresas de pequeno porte acreditam que essa é a melhor forma de tributação. Por isso, a relevância do plano para comparar com outras formas de tributação, identificando se os cálculos estão sendo feitos corretamente, de acordo com cada anexo, entre outras peculiaridades, o que pode evitar desembolsos indevidos em relação aos tributos e, consequentemente, reduzir a carga tributária. Espero que tenha sido proveitoso o conteúdo desta unidade. 20 de 21 páginas</p><p>E-Book Agora que você concluiu esta unidade, vamos testar seu conhecimento. Confira o quiz a seguir e responda com atenção. 21 de 21 páginas</p>

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