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<p>ATIVIDADE PRÁTICA ORIENTADA (APO)</p><p>Fisioterapia Ortopédica e do Esporte</p><p>Prof. ANA LUIZA REZENDE NABHAN</p><p>Para realização da APO, será necessário analisar o caso clínico a e na sequência seguir os passos propostos para a realização da atividade. Lembrem-se que todo conteúdo apresentado está explícito nas aulas conceituais e que estudar os materiais complementares para a execução da atividade, faz parte do processo de ensino e aprendizagem.</p><p>Caso Clínico:</p><p>Paciente J.O.P, 45 anos, carpinteiro, sem histórico prévio de lesões no ombro. Pratica esportes recreativos nos fins de semana, principalmente vôlei e tênis. O paciente relata dor persistente no ombro direito há cerca de três meses, que piora com movimentos acima da cabeça ou quando levanta objetos pesados. A dor também o incomoda à noite, dificultando o sono. Menciona ainda, que a dor começou gradualmente, sem um evento de lesão específico. No entanto, ele observou um aumento da dor após um fim de semana intenso de jogos de vôlei. Os sintomas relatados pelo paciente foram: dor constante no ombro direito, que se intensificam com a atividade e melhora com o repouso, sensação de fraqueza ao levantar objetos ou realizar movimentos acima da cabeça, rigidez no ombro ao acordar pela manhã e redução da amplitude de movimento do ombro direito.</p><p>Ao exame físico pode-se observar: leve inchaço e vermelhidão na região do ombro direito, dor ao toque ao redor do acrômio e ao longo do tendão do Bíceps, Teste de Neer – dor e desconforto ao levantar o braço frontalmente, Teste de Hawkins – dor ao realizar a flexão do cotovelo e rotação interna do ombro, Teste de Força Muscular – diminuição da força na abdução e rotação externa do ombro.</p><p>Analisando os exames de imagem constatou-se: RX – sem alterações ósseas significativa; Ultrassonografia do Ombro - Sugestiva de tendinite e pequenas rupturas no tendão do supraespinhal; Ressonância Magnética - ruptura parcial do tendão do supraespinhal e sinais de inflamação do tendão do subescapular e sinais de inflamação do tendão do subescapular.</p><p>1. Analise o caso clínico apresentado, revisando cuidadosamente as informações disponíveis e identificando áreas-chave de avaliação e intervenção.</p><p>2. Verifique possíveis fatores contribuintes para a condição ortopédica, tais como histórico de lesões, atividades físicas, postura e ergonomia.</p><p>3. Elabore um plano de tratamento inicial baseado nos sintomas e exames. Nesse plano deve constar: objetivo de tratamento e proposta de conduta, sendo necessário pelo menos 5 objetivo e 5 condutas que correlacione com o objetivo.</p><p>OBJETIVO DE TRATAMENTO</p><p>CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA</p><p>1</p><p>1</p><p>2</p><p>2</p><p>3</p><p>3</p><p>4</p><p>4</p><p>5</p><p>5</p><p>4. Escolha uma conduta proposta e um colega ou familiar para ser o “paciente” e grave um vídeo de no máximo 2 minutos demonstrando como você executaria esse tratamento.</p><p>OBS: o vídeo deve ser gravado no Youtube e o link disponibilizado para acesso:</p><p>Link:</p><p>5. O tratamento para a ruptura parcial do tendão do supraespinhal geralmente envolve uma combinação de repouso, fisioterapia e, em alguns casos, intervenções médicas mais invasivas. Descreva pelo menos 2(duas) orientações que você, enquanto fisioterapeuta pode oferecer para ajudar na recuperação e no controle da dor do seu “paciente”:</p><p>01</p><p>02</p>