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<p>Exame Clínico Pediátrico</p><p>Stephanny Victória D. S. S. – Prof° Francis – Ham 5</p><p>☺ Avaliação imediata ao nascimento:</p><p>• é importante para determinar as condições gerais, o estado de</p><p>desenvolvimento, quaisquer anormalidades de desenvolvimento</p><p>gestacional e eventuais alterações congênitas.</p><p>1. Escala de APGAR:</p><p>a. Classifica a recuperação neurológica do recém-nascido do</p><p>estresse do nascimento e sua adaptação imediata à vida</p><p>extrauterina.</p><p>• Pontuação em 1 minuto:</p><p>o 8-10: normais;</p><p>o 5-7: alguma depressão do sistema nervoso;</p><p>o 0-4: depressão grave, exigindo manobras de reanimação;</p><p>• Pontuação em 5 minutos:</p><p>o 8-10: normais;</p><p>o 0-7: alto risco de disfunção do sistema nervoso; (Bates)</p><p>2. Avaliação da vitalidade ao nascer:</p><p>• Após o nascimento, a necessidade de reanimação depende da</p><p>avaliação rápida de quatro situações referentes à vitalidade do</p><p>concepto:</p><p>o Gestação a termo?</p><p>o Aparência de mecônio?</p><p>o Respirando ou chorando?</p><p>o Tônus muscular bom?</p><p>• Se a resposta for sim para todas as perguntas, considera-se que o RN</p><p>está com boa vitalidade;</p><p>3. Idade Gestacional pelo Capurro:</p><p>• Esse método estima a idade gestacional do recém-nascido por meio da</p><p>investigação de parâmetros somáticos e neurológicos. É aplicável para</p><p>recém-nascidos de 29 semanas ou mais.</p><p>• O Método de Capurro Somático utiliza 5 características somáticas,</p><p>enquanto que o Capurro Somático e Neurológico utiliza 4 parâmetros</p><p>somáticos e 2 neurológicos. Cada uma das características tem várias</p><p>opções e cada opção, uma pontuação que foi determinada através de</p><p>diferentes estudos. Será, ao final, a soma desses pontos o que vai</p><p>determinar a idade gestacional.</p><p>• Textura da Pele: Palpe e examine a pele e os antebraços, mãos, pernas e</p><p>pés e veja se no dorso das mãos e pés existem zonas de descamação ou</p><p>rachaduras. Dependendo da profundidade das rachaduras ou da presença</p><p>de descamação:</p><p>o 0 = muito fina, gelatinosa.</p><p>o 5 = fina e lisa.</p><p>o 10 = algo mais grossa, discreta descamação superficial.</p><p>o 15 = grossa, rugas superficiais, descamação nas mãos e pés.</p><p>o 20 = grossa apergaminhada, com gretas profundas.</p><p>• Forma da orelha: Trata-se de observar (sem tocar) a encurvação do</p><p>pavilhão da orelha. O observador deve ficar de frente para a criança e</p><p>observar em particular se o bordo superior do pavilhão auricular forma uma</p><p>cobertura pelos lados. A seguir, avalie o grau de encurvamento observado</p><p>em cada pavilhão virando a face da criança de um lado para outro. Se pela</p><p>posição ao nascimento o recém-nascido permanece com uma orelha</p><p>achatada, não avalie esta. Se nenhuma das duas orelhas encontra-se</p><p>achatada, avalie as duas</p><p>o 0 = chata disforme, pavilhão não encurvado.</p><p>o 8 = pavilhão parcialmente encurvado na borda.</p><p>o 16 = pavilhão parcialmente encurvado em toda parte superior.</p><p>o 24 = pavilhão totalmente encurvado.</p><p>• Tamanho da glândula mamária: Antes de palpar a zona correspondente ao</p><p>nódulo mamário, pince suavemente o tecido celular subcutâneo adjacente</p><p>para que seja possível avaliar se o que se mede é ou não tecido mamário.</p><p>Utilize uma fita métrica e, com a outra mão, palpe o tecido que se encontra</p><p>debaixo e em volta do mamilo. Especifique se é possível palpar tecido</p><p>mamário ou não, e se seu diâmetro é < 5mm, de 5mm a 10mm ou > que</p><p>10mm.</p><p>• Formação do mamilo: Observe ambos os mamilos e com uma fita métrica</p><p>meça se o diâmetro é apenas visível, < que 7,5mm, > 7,5mm com aréola</p><p>pontilhada e sem elevação de bordo, > 7,5mm com aréola pontilhada e</p><p>bordos elevados.</p><p>• Pregas plantares: Observe a planta de ambos os pés e logo hiperestenda</p><p>ambas de maneira que se mantenha tensa a pele da planta. A diferença</p><p>entre pregas e sulcos plantares é que os primeiros tendem a desaparecer</p><p>quando se estende a pele, os sulcos continuam marcados claramente.</p><p>Dependendo da quantidade de sulcos e pregas, pontua-se: 0, 5, 10, 15 ou</p><p>20.</p><p>(https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_aidpi_neonatal_3ed</p><p>_2012.pdf)</p><p>4. Aferição de temperatura:</p><p>• https://www.roteirosdepediatria.com/sinais-vitais</p><p>• Posiciona a criança de acordo com a aferição;</p><p>• Seca a axila com algodão seco;</p><p>• Limpa a ponta metalizada com algodão ou gaze em álcool 70%;</p><p>• Liga e verifica se na tela aparece o número 0;</p><p>• Coloca a ponta do termômetro debaixo da axila (bulbo do termômetro no</p><p>oco axilar);</p><p>• Aduz e flerte o braço, posicionando-o transversalmente sobre o tórax;</p><p>• Espera alguns segundos até ouvir o sinal sonoro. Aguarda o digital</p><p>estabilizar;</p><p>• Retira o termômetro e lê o valor correto da temperatura na tela;</p><p>• Limpa o termômetro novamente;</p><p>• Recompõe a criança;</p><p>• Dá destino adequado aos materiais;</p><p>• Higieniza as mãos;</p><p>• Procede o registro no prontuário;</p><p>• Classifica a temperatura:</p><p>o Normal: 36° a 37.2°</p><p>o Febril: 37.3° a 37.7°</p><p>o Febre: >37.8°</p><p>5. Aferição de pressão arterial: (SBP)</p><p>• https://www.roteirosdepediatria.com/_files/ugd/4835bd_3d667ecf740c4e</p><p>a1b3a4e5c131cad937.pdf</p><p>• A medida da PA na criança segue as mesmas recomendações da medida</p><p>em adultos. O ideal é que a criança esteja sentada ou deitada, tranquila,</p><p>https://www.roteirosdepediatria.com/sinais-vitais</p><p>https://www.roteirosdepediatria.com/_files/ugd/4835bd_3d667ecf740c4ea1b3a4e5c131cad937.pdf</p><p>https://www.roteirosdepediatria.com/_files/ugd/4835bd_3d667ecf740c4ea1b3a4e5c131cad937.pdf</p><p>descansada por mais de 5 minutos, com a bexiga vazia e sem ter praticado</p><p>exercícios físicos há pelo menos 60 minutos. O paciente deve estar deitado</p><p>ou sentado, com pernas descruzadas, pés apoiados no chão, dorso</p><p>recostado na cadeira e relaxado; com o braço ao nível do coração, sendo</p><p>preferencial o braço direito, para ser comparável com as tabelas padrão e</p><p>evitar falsas medidas baixas no braço esquerdo no caso de Coarctação da</p><p>Aorta. O braço deve estar na altura do coração, apoiado, com a palma da</p><p>mão voltada para cima e as roupas não devem garrotear o membro.7,8</p><p>Medir a circunferência do braço para a escolha do manguito:</p><p>• 1º passo: Medir a distância do acrômio ao olécrano;</p><p>• 2º passo: Identificar o ponto médio da distância entre o acrômio e o</p><p>olécrano;</p><p>• 3º passo: Medir a circunferência do braço nesse ponto médio. A partir</p><p>dessa medida, seleciona-se o manguito adequado para a medida, que deve</p><p>cobrir 40% da largura e 80 a 100% do comprimento. Não se deve avaliar</p><p>especificamente pela faixa etária do paciente, mas sim pela medida da</p><p>circunferência do braço, conforme especificado acima. Em serviços</p><p>pediátricos, deve-se ter disponibilidade completa de manguitos, devido à</p><p>extensa faixa etária e variação de tamanho da população que é atendida</p><p>(desde recém- -nascidos até adolescentes obesos). Após a escolha do</p><p>manguito adequado:</p><p>• 4º passo: Colocar o manguito, sem deixar folgas, 2 a 3 cm acima da fossa</p><p>cubital;</p><p>• 5º passo: Centralizar o meio da parte compressiva do manguito sobre a</p><p>artéria braquial;</p><p>• 6º passo: Estimar o nível da PAS (pressão arterial sistólica) pela palpação</p><p>do pulso radial;</p><p>• 7º passo: Palpar a artéria braquial na fossa cubital e colocar a campânula</p><p>ou o diafragma do estetoscópio sem compressão excessiva;</p><p>• 8º passo: Inflar rapidamente até ultrapassar 20 a 30 mmHg o nível</p><p>estimado da PAS obtido pela palpação;</p><p>• 9º passo. Proceder à deflação lentamente (velocidade de 2</p><p>mmHg/segundo);</p><p>• 10º passo: Determinar a PAS pela ausculta do primeiro som (fase I de</p><p>Korotkoff) e, após, aumentar ligeiramente a velocidade de deflação;</p><p>• 11º passo: Determinar a PAD (pressão arterial diastólica) no</p><p>desaparecimento dos sons (fase V de Korotkoff);</p><p>• 12º passo: Auscultar cerca de 20 a 30 mmHg abaixo do último som para</p><p>confirmar seu desaparecimento e depois proceder à deflação rápida e</p><p>completa;</p><p>• 13º passo: Se os batimentos persistirem até o nível zero, determinar a PAD</p><p>no abafamento dos sons (fase IV de Korotkoff) e anotar valores da</p><p>PAS/PAD/zero;</p><p>• 14º passo: Anotar os valores exatos sem “arredondamentos”, lembrando</p><p>que, pelo método auscultatório, o intervalo entre os valores marcados no</p><p>manômetro e de 2 mmHg.</p><p>6. Frequência cardíaca:</p><p>• Posiciona o paciente de forma confortável (sentado ou deitado) ou no colo</p><p>do responsável;</p><p>• Em RN, lactentes, escolares e adolescentes, coloca o estetoscópio entre o</p><p>mamilo esquerdo e o esterno, verificando a FC por 60 segundos.</p><p>• Em escolares e adolescentes também pode verificar pelo pulso radial;</p><p>7. Frequência respiratória:</p><p>• Observar durante um minuto cada inspiração/expiração como um</p><p>movimento respiratório;</p><p>• Verificar a respiração antes dos outros sinais vitais em decorrência das</p><p>alterações provocadas pelo choro;</p><p>• Observar dificuldade respiratória e presença de secreções;</p><p>• Efetuar o registro das condições respiratórias;</p><p>Antropometria Pediátrica</p><p>- Abordagens:</p><p>A) 29 dias a 1 ano e 11 meses:</p><p>• Aborde o bebê de forma tranquila, meiga. Excesso de sorrisos, vozes</p><p>altas e movimentos rápidos podem assustá-lo.</p><p>• Remova todas as roupas.</p><p>• Permita que o bebê fique no colo da mãe (ou pai) o quanto for possível</p><p>durante o exame.</p><p>• Distraia o bebê com brinquedos coloridos, jogos de esconde-esconde e</p><p>falando com ele.</p><p>B) 2 a 6 anos incompletos:</p><p>• Aborde gradualmente crianças nessa faixa etária. Mantenha o contato</p><p>físico ao mínimo, até que a criança esteja acostumada.</p><p>• Permita que a criança manipule o equipamento (fita métrica, régua).</p><p>Demonstre como usar o equipamento para conquistar a confiança da</p><p>criança.</p><p>• Use jogos para abordar a criança: “Vamos ver até onde você</p><p>cresceu”.</p><p>• Incentive o uso de objetos que transmitam a sensação de conforto,</p><p>como brinquedos de pelúcia e almofadas.</p><p>• Exponha ao mínimo a criança, as roupas devem ser removidas pela</p><p>mãe ou pela própria criança.</p><p>• Quando a avaliação terminar, diga à criança que terminou (essa</p><p>atitude pode diminuir a preocupação por ter que permanecer naquele</p><p>ambiente).</p><p>• Elogie-a pela sua cooperação.</p><p>C) 7 a 9 anos incompletos:</p><p>• Perguntar à criança se deseja a presença de seu responsável durante a</p><p>avaliação.</p><p>• Permita que ela tire a própria roupa e entregue um avental.</p><p>• Explique as finalidades dos equipamentos a serem utilizados.</p><p>D) 10 a 19 anos incompletos:</p><p>• Permitir que o adolescente escolha se deseja a presença do</p><p>responsável durante a consulta.</p><p>• Providenciar um lugar privado para ele se despir.</p><p>• Explicar a finalidade dos equipamentos e das avaliações.</p><p>• Enfatizar a normalidade do desenvolvimento em palavras que o</p><p>adolescente entenderá. Isto gera a confiança dele no médico que o</p><p>está examinando.</p><p>1. Peso:</p><p>• Crianças até 2 anos:</p><p>Balança pediátrica mecânica:</p><p>☺ Destravar a balança, calibrar e travar.</p><p>☺ Despir a criança totalmente com o auxílio da mãe ou responsável,</p><p>incluindo a fralda.</p><p>☺ Deitar ou sentar a criança no centro do prato da balança. Destravar e</p><p>manter a criança parada o máximo possível. Mover os cursores até</p><p>nivelar a agulha e o fiel e, então, travar.</p><p>☺ Realizar a leitura do peso de frente para a balança com os olhos ao nível</p><p>da escala.</p><p>☺ Registrar no prontuário.</p><p>☺ Retirar a criança e colocar os cursores a zero.</p><p>☺ Registrar o peso das crianças na Caderneta de Saúde da Criança.</p><p>• Classificação:</p><p>☺ Magreza grave: abaixo do z-escore -3 (p 0,1)</p><p>☺ Magreza: abaixo do z-escore -2</p><p>☺ Risco possível de sobrepeso: acima do z-escore +1;</p><p>☺ Sobrepeso: acima do z-escore +2;</p><p>☺ Obesidade: acima do z-escore +3;</p><p>• 1 mês a 2 anos:</p><p>☺ Primeiros dias de vida: perda de 10% do seu nascimento;</p><p>☺ Aos 15 dias recupera o peso do nascimento;</p><p>☺ Primeiro trimestre: 20-30 g/dia;</p><p>☺ Primeiro trimestre 700 g/mês (25 g/dia);</p><p>☺ Segundo trimestre 600 g/mês (20 g/dia);</p><p>☺ Terceiro trimestre 500 g/mês (15 g/dia);</p><p>• 2 a 12 anos:</p><p>☺ Pré-escolar (2 a 5 anos): 2kg/ano</p><p>☺ Escolar (6 a 12): 3,5 kg/ano</p><p>2. Estatura:</p><p>• Ao nascer, em torno de 50cm;</p><p>• Primeiro semestre: 15cm;</p><p>• Segundo semestre: 10cm;</p><p>• Durante o segundo ano: 12cm;</p><p>• 2 a 10 anos:</p><p>o Anos 4 anos: 1 metros;</p><p>o Pré-escolar: 6-8cm/ano</p><p>o Escolar: 6cm/ano;</p><p>o Até a puberdade: 5-6cm/ano</p><p>3. Perímetro cefálico:</p><p>• Pode ser feita até 3 anos de idade;</p><p>• Anterior: glabela; Posterior: osso occipital, sem passar nas orelhas;</p><p>• Ao nascimento: 35cm;</p><p>• Primeiro ano: aumenta 12cm;</p><p>• Segundo ano: cresce em torno de 2cm;</p><p>4. IMC:</p><p>Exame Físico</p><p>1. Geral: vitalidade, postura, movimentos;</p><p>2. Pele:</p><p>• Coloração: icterícia, cianose;</p><p>• Eritodermia fisiológica: bebê vermelho;</p><p>• Vernix caseoso;</p><p>• Máscara equimótica;</p><p>• Hemorragia subconjutival;</p><p>• Cutus mamorata;</p><p>• Beijo do anjo: comum na região mediana;</p><p>• Mancha do vinho do porto;</p><p>• Hemangioma:</p><p>• Acne neonatal:</p><p>• Alopecia Occipital:</p><p>• Eritema Tóxico: se o bebê está mamando, ganhando peso,</p><p>hidratado, sem irritação, nega-se catapora. Geralmente,</p><p>dá na segunda semana de vida.</p><p>• Melanose pustulosa:</p><p>• Brotoeja/Miliária:</p><p>• Acropustulose infantil:</p><p>• Impetigo Neonatal:</p><p>• Dermatite de fralda:</p><p>3. Cabeça e pescoço:</p><p>• Formato do crânio – crânio tabis;</p><p>• Fontanela: abaulamento ou depressão; suturas cavalgadas;</p><p>• Encefalocele: herniação do conteúdo do cérebro;</p><p>• Bossa serossanguínea: edema e equimose do couro cabeludo e</p><p>não respeita os limites das suturas;</p><p>• Cefalohematoma: é a rotura dos vasos sanguíneos do periósteo,</p><p>levando a hemorragia entre osso e periósteo; por essa razão,</p><p>respeita os níveis das suturas e se desenvolve alguns dias pós</p><p>parto. É uma massa firme, tensa e unilateral, geralmente no osso</p><p>parietal.</p><p>4. Face:</p><p>• Verificar fácies sindrômicas;</p><p>5. Boca:</p><p>• Fendas palatinas/nasolabial;</p><p>• Dentes;</p><p>• Cáries;</p><p>• Pérolas de Epstein/ Nódulo de Bohn:</p><p>• Bolha de Sucção:</p><p>• Retrognatia e língua para fora: hipotiroidismo;</p><p>• Dentes neonatais:</p><p>• Rânula: trauma na glândula sublingual ou obstrução dos ductos:</p><p>6. Nariz:</p><p>• Nariz em Sela: necessário fazer teste de sífilis na mãe e no bebê;</p><p>• Linha transversal: alergias ou rinite;</p><p>7. Orelhas:</p><p>• Posição, tamanho, forma.</p><p>• Anotia: ausência completa do pavilhão auricular;</p><p>• Baixa implantação das orelhas;</p><p>8. Olhos:</p><p>• Verificar se há presença dos 2 olhos;</p><p>• Hipertaylorismo (afastamento anomal);</p><p>• Estrabismo;</p><p>• Retinoblastoma;</p><p>9. Pescoço:</p><p>• Verificar sem há alargamento;</p><p>• Torcicolo congênito: ausência</p><p>parcial ou completa do</p><p>esternocleidomastóideo;</p><p>• Cisto tireoglosso:</p><p>10. Tórax:</p><p>• o perímetro cefálico deve ser maior que o perímetro torácico;</p><p>• presença de ginecomastia;</p><p>• Síndrome de Polland: ausência do musculo peitoral;</p><p>• +2 mamilos: mama supranumerária;</p><p>• Processo xifoide abaulado;</p><p>• Ictus cordis:</p><p>11. Abdome:</p><p>• Gatroquise: defeito da parede abdominal com exteriorização</p><p>das alças intestinais e vísceras sem estrutura de proteção;</p><p>• Onfalocele: exteriorização das alças intestinais e vísceras com</p><p>estrutura de proteção;</p><p>• Diástase: é fundamental a inspeção da região anal para</p><p>exclusão de imperfuração anal;</p><p>• Hérnia umbilical:</p><p>o Redutível: pode voltar pro lugar;</p><p>o Estrangulada: não volta pro lugar; é patólogica e precisa</p><p>de atendimento médico;</p><p>• Onfalite:</p><p>12. Dorso:</p><p>• Penuguem: pode ser espinha bífida;</p><p>• Mielomeningocele:</p><p>13. Genitálias:</p><p>• Masculina:</p><p>o Palpar os testículos, cuja descida completa deve ser após</p><p>35s de IG.</p><p>o Criptorquidia: testículos no canal inguinal;</p><p>o Hidrocele: presença de líquido no saco escrotal;</p><p>o Hipospadia: uretra abaixo;</p><p>o Epispadia: uretra ao lado;</p><p>o Fimose e parafimose;</p><p>o Esmegma:</p><p>• Feminina:</p><p>o Sinéquia: grandes</p><p>lábios colabados;</p><p>14. Ânus:</p><p>• Se é pérvio;</p><p>15. Osteomuscular:</p><p>• Fratura de clavícula;</p><p>• Membros inferiores assimétricos;</p><p>o Manobra de Ortolani e Barlow: teste para displasia de</p><p>quadril;</p><p>▪ Ortolani: consiste em colocar os membros inferiores</p><p>do netonato em posição de rã e, com o terceiro</p><p>dedo no grande trocanter e o polegar e o</p><p>indicador segurando o joelho, tentar colocar a</p><p>cabeça do fêmur no acetábulo, empurrando para</p><p>cima.</p><p>▪ Barlow: Consiste em empurrar posteriormente o</p><p>fêmur com quadril em flexão e a boxa em</p><p>adução; sente-se a cabeça do acetábulo</p><p>deslocar-se para trás.</p><p>▪ https://www.youtube.com/watch?v=3nAA9WIi_0A</p><p>• Pé torto congênito;</p><p>• Polidactilia;</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=3nAA9WIi_0A</p>