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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP
 RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS
CURSO: ENFERMAGEM DISCIPLINA: AVALIAÇÃO CLINICA/PSICOSSOCIAL EM ENFERMAGEM
 
SUMÁRIO. 
 
 
Aula Prática 1 - Roteiro 01: Lavagem Das Mãos/ Técnica De Calçar Luvas Estéreis.
 
Aula Prática 1 - Roteiro 02: Sinais Vitais.........................
 
Aula Prática 1 - Roteiro 03: Dados Antropométricos.......
 
Aula Prática 1 - Roteiro 04: Avaliação Neurológica.......... 
 
Aula Prática 1 - Roteiro 05: Avaliação Cabeça e Pescoço..
 
Aula Prática 1 - Roteiro 06: Avaliação Cardiocirculatória.
 
Aula Prática 1 - Roteiro 07: Avaliação Respiratória ........
 
Aula Prática 1 - Roteiro 08: Avaliação Abdominal ...........
 
Aula Prática 1 - Roteiro 09: Exame Clínico Das Mamas....
 
Aula Prática 1 – Roteiro 10: Exame Clínico dos Órgãos 
Genitais Externos Femininos.......................................... 
Aula Prática 1 – Roteiro 11: Exame Clínico dos Órgãos 
Genitais Externos Masculinos.........................................
 
Aula Prática 1 - Roteiro 12: Avaliação do Sistema Urinário.
 
TÍTULO DO ROTEIRO: Aulas Práticas
 INTRODUÇÃO
Este relatório tem por objetivo abordar como ocorreu as aulas práticas e sua descrição. Aqui irei descrever todos os momentos das aulas e as anotações que julguei pertinente. Ainda será descrito os procedimentos realizados durante a aula. Por fim fizemos atividades que também estão listadas. Nossas aulas ainda tiveram o objetivo de reconhecer os componentes do corpo humano por meio de aula pratica bem como durante os exames das peças. Nossas aulas práticas aconteceram laboratório da sede da Universidade Unip , em Juína MT sendo uma aula muito bem organizada, explicativa, contando com uma excelente professora , que a todo momento nos forneceu muitas informações e repassava todo o seu conhecimento com muita paciência e dedicação, sendo muito produtivo e útil, e que com certeza utilizarei durante minha vida profissional no atendimento aos pacientes. Vale ressaltar que estou muito satisfeita com o ensino, aprendi muito durante o período. A aula prática de Avaliação Clínica e Psicossocial em Enfermagem, nas aulas tivemos explicações de diversos roteiros, tais como: lavagem das mãos e técnica de calçar luvas, sinais vitais, dados antropométricos, avaliação Neurológica, avaliação Pupilar, avaliação cabeça e pescoço, avaliação cardiocirculatória, avaliação respiratória, avaliação abdominal, exame clinico das mamas, exame clinico dos órgãos genitais externos feminino, exame clinico d os órgãos genitais externos masculino e avaliação do sistema urinário. Entre às Avaliações e Psicossocial temos o processo de 
Cuidar na Enfermagem em 5 etapas, sendo assim: 
● Coleta de Dados de Enfermagem. 
● Diagnóstico de Enfermagem. 
● Planejamento de Enfermagem. 
● Implementação 
● Avaliação de Enfermagem. 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
 
AULA: 01 ROTEIRO: 01 
 
TEMA: LAVAGEM DAS MÃOS/T ÉCNICA DE CALÇAR LUVA ESTÉRIL
Neste primeiro momento de nossas aulas práticas, aprendemos como lavar corretamente as mãos antes de realizarmos quaisquer procedimento em pacientes aprendemos também calçar corretamente as luvas estéreis para usá-las em determinados procedimentos dentro ou fora do centro cirúrgico, em cinco momentos antes e após a higienização das mãos, é necessário, pois previne a saúde do paciente, impedindo que as bactérias, vírus e agentes parasitárias, tenha contato com o paciente através das mãos do enfermeiro (a), realizando assim a limpeza das mãos que acaba evitando a transmissão e infecção desses agentes para o paciente. Logo após que tocamos no paciente ou realizamos algum procedimento asséptico, é necessário lavar as mãos, preservando o bem-estar e saúde do paciente.
● 1°Antes de ter contato com o paciente. 
● 2° Antes da realização de procedimento antisséptico. 
● 3° Após risco de exposição a fluidos corporais. 
● 4° Após o contato com o paciente. 
● 5° Após contato com áreas próximas ao paciente.
E de forma prática aprendemos a lavar as mãos seguindo a seguinte sequência :
• Geralmente a higienização da mão deve ser realizada com 
sabonete líquido, iniciando os movimentos circulares pela palma, 
ensaboando entre si. 
• Logo em seguida esfregue a palma da mão direita contra o dorso 
da mão esquerda, entrelaçando os dedos e vice-versa. 
• Entrelace os dedos é fracione os espaços interditais. 
• Esfregue o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão 
oposta, segurando os dedos com o movimento de vai e vem e vice -
versa. 
• Entrelaça os dedos é fracione os espaços interdigitais. 
• Esfregue o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão 
oposta. Segurando os dedos, com o movimento de vai e vem e 
vice-versa. 
• Esfregue o polegar esquerdo, com o auxílio da palma da mão 
direita, utilizando-se de movimento circular e vice-versa. 
• Fraccione as polpas digitais e unhas da mão direita contra a palma 
da mão esquerda, fazendo o movimento circular e vice-versa. 
• Enxágue bem as mãos com água. 
• Segue as mãos com papel de toalha descartável. 
No caso de torneiras com contato manual para fechamento, 
sempre utiliza papel toalha ou o cotovelo para o fechamento. Caso 
não houver o fechamento manual, utilize a primeira técnica. 
Antes de iniciar qualquer uma dessas técnicas, é necessário retirar joias (anéis, pulseiras, relógio), pois sob tais objetos podem acumular-se microrganismos.
Fonte:https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/vigilancia_em_saude/doencas_e_agravos/index.php?p=328460
Muito lugares usam o álcool em gel, como a solução de esterilização das mãos, porém, existe uma grande proporção da sua mão apenas estar limpas que são os 99,8%. O álcool serve para nada mais menos, do que uma sugestão rápida para limpar a superfície da pele e matar alguns microrganismos que ficam na pele, assim limpando apenas a camada mais grossa da “Sujeira” que fica nas nossas mãos. "A função primordial do álcool em gel é reduzir o número de micro-organismos em nossas mãos, sendo, portanto, um importante aliado na prevenção de certas doenças. Contudo, a água e o sabão, além de atuarem nesse processo, são essenciais para retirar aquela sujeira visível. ” A duração do procedimento para lavar as mãos com álcool, dura em torno de 20 a 30 segundos. Sendo mais prático e com os mesmos passos de lavar as mãos com sabão. Que nomeamos como fricção antisséptica. 
Discussões sobre a Lavagem das Mãos, durante as aulas práticas.
Nessa aula foi discutido a importância de lavar as mãos , fizemos ainda o passo a passo de como lavar as mãos corretamente com a inspeção da professora aprendemos a forma correta de cada passo.
CALÇAR LUVAS ESTÉREIS:
1. Certifique-se de que suas mãos estejam limpas e secas antes de começar. Evite tocar em superfícies não estéreis.
2. Pegue a luva estéril pela borda com uma mão e segure-a aberta, evitando tocar na parte externa da luva.
3. Com a outra mão, deslize os dedos para dentro da luva, garantindo que a ponta dos dedos esteja bem posicionada na extremidade dos dedos da luva.
4. Enquanto mantém os dedos na posição correta, continue deslizando a luva sobre a mão até que esteja completamente encaixada, certificando-se de que o tecido esteja esticado e sem dobras.
5. Após calçar a primeira luva, repita o processo para calçar a segunda luva, garantindo que os dedos estejam corretamente posicionados nos dedos da luva.
Ao seguir esses passos com atenção aos detalhes anatômicos, você terá uma colocação precisa das luvas, proporcionando um ajuste confortável e seguro. 
Após o uso das luvas estéreis, o descarte correto é essencial para manter a segurança e a higiene. Aqui estão as etapas para descartar as luvas estéreis deforma adequada:
1. Remova as luvas com cuidado, evitando tocar na parte externa das mesmas. Isso pode ser feito puxando suavemente a luva a partir do punho, virando-a do avesso conforme é retirada.
2. Após remover as luvas, descarte-as imediatamente em um recipiente apropriado para resíduos biológicos ou infectantes. Certifique-se de que o recipiente esteja devidamente identificado e seja manuseado de acordo com os protocolos de descarte de resíduos da instituição ou local onde você estiver.
3. Lave as mãos cuidadosamente com água e sabão ou utilize um desinfetante para as mãos, seguindo as diretrizes de higiene adequadas. 
Discussões sobre calçar as Luvas Estéril, durante as aulas práticas. 
Nessa parte da aula tivemos que calçar a luva sem contamina-la confesso que essa parte foi bem mais complicada do que pensei, aprendemos a importância das luvas estéril, o porquê de não poderem ser contaminadas. 
AULA PRÁTICA 1 - ROTEIRO 02: SINAIS VITAIS.
Os Sinais Vitais descrevem a performance das funções corporais básicas, que podem ser influenciadas por uma série de doenças, anormalidades internas ou externas. Geralmente, a medição dos sinais vitais faz parte do primeiro atendimento na atenção básica, ajudando na triagem dos pacientes. 
Os sinais vitais evidenciam o funcionamento e as alterações da função corporal :
Expressão aplicada á verificação de :
· Temperatura
· Pulso e frequência cardíaca
· Respiração
· Pressão arterial 
· Dor 
Temperatura
O procedimento para a verificação é feito da seguinte forma:
✓ Lavar as mãos.
✓ Explicar o procedimento ao paciente.	
✓ Posicionar o paciente de forma confortável.
✓ Limpar o termômetro com algodão embebido em álcool 70%.
✓ Se necessário, enxugar a axila do paciente com a própria roupa ou papel toalha.
✓ Colocar o termômetro na região axilar com o bulbo em contato direto com a pele do paciente, posicionando o membro sobre o tórax.
✓ Aguardar sinal sonoro do termômetro.
✓ Retirar o termômetro.
✓ Proceder à leitura e anotar o valor obtido.
✓ Limpar o termômetro com algodão embebido em álcool 70%.
✓ Guardar o mesmo na embalagem de segurança (caixinha).
✓ Lavar as mãos.
✓ Anotar o valor obtido.
Valores de referência:
· Hipotermia: abaixo de 36°C 
· Normotermia: entre 36°C e 36,8°C
· Febricula: entre 36,9°C e 37,4°C
· Estado febril: entre 37,5°C e 38°C
· Febre: entre 38°C e 39°C
· Pirexia ou Hipertermia: entre 39,1°C e 40°C
· Hiperpirexia : acima de 40°C
Pulso e frequência cardíaca :
A Frequência Cardíaca, também conhecida como pulsação, descreve o número de batimentos por minuto realizados pelo coração. Como bomba natural, o músculo cardíaco precisa bater num ritmo regular e suficiente para impulsionar o sangue pelas artérias. Depois, o líquido leva oxigênio e nutrientes para todas as células do organismo.
Locais de verificação:
· Artéria Temporal
· Artéria Carotidea
· Artéria Braquial
· Artéria Radial
· Artéria Femoral
· Artéria Popliteo
· Artéria Pediosa
· Artéria Maleolar (face externa)
· Artéria Tibial (face interna)
Valores de Referencia : 
· Normocardia : 60 a 100 bpm
· Taquicardia: > de 100 bpm
· Bradicardia: < 60 bpm 
· Ritmico
· Arrítmico
· Cheio: padrão regular
· Fino/filiforme: padrão irregular
Fonte:https://ares.unasus.gov.br/acervo/html/ARES/13839/1/Figura%2024.1.png
Técnica para o procedimento :
· Lavar as mãos
· Aquecer as mãos, se necessário
· Posicionar o paciente de forma confortável
· Colocar as polpas digitais dos dedos indicador e médio sobre uma artéria superficial do paciente, exercendo leve compressão
· Contar as pulsações durante 1 minuto - cronometrar usando relógio
· Lavar as mãos
· Anotar o valor obtido
Respiração:
 Esquema anatômico do sistema respiratório humano. 
 • Fossas Nasais: estrutura que possuem pelos e muco para retenção de impurezas presentes no ar. Além disso, eles servem para aquecer o ar inalado.
 • Faringe: estrutura comum ao sistema digestório e respiratório, onde encaminha o ar para a laringe 
 • Laringe: possui uma válvula chamada epiglote que se abre para a passagem de ar e se fecha para a passagem do alimento, evitando assim que o alimento obstrua a passagem do ar. Ali também são encontradas as cordas vocais, onde permitem a saída dos sons emitidos para a comunicação.
 • Traqueia e Brônquios: tubo rígido com discos cartilaginosos para evitar que a traqueia se feche e um epitélio pseudoestratificado ciliado secretor de muco para retirada de patógenos ou impurezas. 
• Bronquíolos: tubos ramificados derivados dos brônquios onde se encontrarão os alvéolos. 
 • Alvéolo: lugar onde ocorre a troca gasosa em um processo chamado hematose. Neste processo, inicialmente o sangue chega rico em gás carbônico (sangue venoso) aos pulmões. Por conta da diferença de concentração de gases, há saída de gás carbônico do sangue para os pulmões, e entrada de oxigênio dos pulmões para o sangue. Com isso, o sangue se torna rico em oxigênio (sangue arterial) e pode oxigenar nosso organismo. 
 • Diafragma: estrutura muscular que ajudará no processo de inspiração e expiração. 2 Biologia Esquema da movimentação da musculatura do diafragma e dos intercostais, indicando a relação da contração com a inspiração e do relaxamento com a expiração do ar nos pulmões. O transporte de gases dentro do corpo ocorre da seguinte forma: 
 • CO2 → é transportado pelo sangue principalmente através do íon bicarbonato dissolvido no plasma (HCO3 -. Ele também pode ser transportado na forma de carboemoglobina (dióxido de carbono + hemoglobina) ou dissolvido no plasma sanguíneo. 
• O2 → é transportado pelo sangue principalmente através da oxiemoglobina (oxig ênio + hemoglobina). Outra forma de transporte do oxigênio é dissolvido no plasma sanguíneo. Obs.: o monóxido de carbono (CO) possui uma ligação estável com a hemoglobina, formando a carboxiemoglobina, impedindo a hemoglobina de se ligar ao oxigênio e comprometendo o transporte deste gás até as células. Assim, caso seja inalado este gás em grandes quantidades pode levar a morte. Por fim, o controle respiratório é mediado pela acidez sanguínea, já que quando realizamos alguma atividade física, liberamos muito gás carbônico e consequentemente o íon bicarbonato juntamente com H+ , deixando o sangue ácido. Esta acidez sensibiliza o bulbo que controla o ritmo respiratório e acelera a respiração para que você libere mais CO2, alcalinizando o sangue.
Valores de Referência
· EUPNEIA: 14 a 20 irpm (ou rpm) ou 12 a 20 irpm –
· BRADPNEIA - Respiração mais lenta que o normal para a idade
· TAQUIPNEIA - Respiração mais rápida que o normal para a idade
Procedimento:
· Lavar as mãos
· Posicionar o paciente de forma confortável
· Segurar o punho do paciente confortavelmente, sem mencionar o procedimento e sua finalidade, evitando alterar o padrão respiratório
· Contar a frequência respiratória durante 1 minuto, observando os movimentos torácicos, abdominais ou do braço do paciente apoiado sobre o tórax
· Considerar o movimento inspiratório e expiratório como um único ciclo respiratório 
· Lavar as mãos
· Anotar o valor obtido
Pressão Arterial
É a força com a qual o coração bombeia o sangue através dos vasos. É determinada pelo volume de sangue que sai do coração e a resistência que ele encontra para circular no corpo.
É a força exercida pelo sangue no interior das artérias.
Sua medida compreende a verificação máxima ou sistólica e a pressão mínima ou diastólica .
A pressão arterial depende de:
- Débito cardíaco (DC)
- Resistência vascular periférica (RVP)
-Volume de sangue circulante
-Pressão arterial sistólica (PAs) - pressão no sistema arterial quando o VE se contrai.
-Pressão arterial diastólica (PAd) - reflete a pressão remanescente no interior das artérias quando os ventrículos estão relaxados.
Locais para verificação : 
- Acimada artéria braquial –MMSS
- Acima da artéria poplítea –MMII (quando não puder utilizar ambos os braços)
fonte : https://temasemcardiologia.com.br/qual-manguito-ideal-para-medir-a-pa-no-meu-paciente-e-como-fazer-para-corrigir-o-valor-da-pa-em-caso-de-inadequacao/
https://slideplayer.com.br/slide/9571859/
Preparo do paciente :
Explicar o procedimento ao paciente e deixá-lo em repouso de 3 a 5 minutos em am- biente calmo. Deve ser instruído a não conversar durante a medição. Possíveis dúvidas devem ser esclarecidas antes ou depois do procedimento.
Certificar-se de que o paciente NÃO
Está com a bexiga cheia,
Praticou exercícios físicos há pelo menos 60 minutos;
Ingeriu bebidas alcoólicas, café ou alimentos,
Fumou nos 30 minutos anteriores.
Posicionamento:
O paciente deve estar sentado, com pernas descruzadas, pés apoiados no chão, dorso recostado na cadeira e relaxado;
O braço deve estar na altura do coração, apoiado, com a palma da mão voltada para cima e as roupas não devem garrotear o membro.
Medir a PA na posição de pé, após 3 minutos, nos diabéticos, idosos e em outras situações em que a hipotensão ortostática possa ser frequente ou suspeitada.
Procedimento
✓ Lavar as mãos
✓ Explicar o procedimento
✓ Certificar-se de que o cliente:
✓ Não esteja com a bexiga cheia
✓ Não tenha praticado exercicios físicos
· Não tenha ingerido bebidas alcoólicas ou café e o Não tenha fumado até 30 min antes da medida
✓ Deixar o paciente em repouso por 5 a 10 minutos (efeito avental branco)
✓Ambiente calmo
✓ Temperatura agradável
✓ Preferencialmente sentado ou deitado
✓ Limpar as olivas e o diafragma do estetoscópio com algodão e álcool 70%
✓ Posicionar o paciente deitado ou sentado, com o braço descoberto, apoiado, mantendo-se à altura do coração (4° espaço intercostal), com a palma da mão voltada para cima
· Se sentado:
- Costas encostadas na cadeira
- Pernas paralelas (não cruzar as pernas)
- Pés tocando o chão
✔ localizar a artéria braquial por palpação
✔Colocar o manguito adequado firmemente, cerca de 2 a 3 cm acima da fossa cubital centralizando a bolsa de borracha sobre a artéria braquial
✔Posicionar os olhos no mesmo nível da coluna de mercúrio ou do mostrador do manômetro aneroide
✔Palpar o pulso radial inflar o manguito até o desaparecimento do pulso para estimação do nível da PAS, desinflar rapidamente e aguardar 15 a 30 segundos antes de inflar novamente
✔Colocar o estetoscópio nos ouvidos com a curvatura voltada para frente
✔Posicionar a face diafragmática do estetoscópio suavemente sobre a artéria braquial, na fossa cubital, evitando compressão excessiva
✓Solicitar ao cliente que não fale durante o procedimento
✔Inflar rapidamente, de 10 em 10 mmHg, até ultrapassar 20 a 30 mmHg a nível estimado da pressão sistólica (BARROS, 2016 e SBC, 2016). Palpar o pulso braquial e inflar o manguito até 30mmHg acima do valor em que o pulso deixar de ser sentido (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2013).
✓ Proceder a deflação a velocidade constante inicial de 2 a 4 mmHg por segundo
✓ Determinar a PAS pela ausculta do primeiro som (fase I de Korotkoff) e, após, aumentar ligeiramente a velocidade de deflação
✔Determinar a PAD no desaparecimento dos sons (fase V de Korotkoff)
✓ Auscultar cerca de 20 mmHg abaixo do som para confirmar o seu desaparecimento e depois proceder a deflação rápida e completa
✓ Se os batimentos persistirem até o nível zero, determinar a PAD no abafamento dos sons (fase IV de Korotkoff) e anotar valores da PAS/PAD/zero (SBC, 2016)
✔Registrar os valores da PAS e PAD, complementando com a posição do cliente e o braço em que foi feita a mensuração
✓ Deverá ser registrado sempre o valor da pressão obtido na escala do manômetro 
 Anotar os valores exatos sem "arredondamentos" e valores de pressão terminados em 5. Ex.: 112 x 76 mmHg
✓ Esperar 1 a 2 min antes de realizar novas aferições
Dor:
Em alguns locais, usamos a escala da dor, que é causada por uma desagradável experiência sensorial e emocional, associada a uma lesão tecidual já existente ou potencial. A classificação dessas dores são:
Dor Aguda: é aquela dor que se manifestada transitoriamente durante um período relativamente curto, de minutos a algumas semanas, associadas a lesões em tecidos e órgãos, ocasionadas por inflamação, infecção, traumatismo ou outras causas. Normalmente desaparece quando a causa é corretamente diagnosticada e quando o tratamento é recomendado pelo especialista, e seguido corretamente pelo paciente.
 Dor Crônica :Tem duração prolongada, que pode se estender de vários meses a vários anos e que está quase sempre associada a um processo de doença crônica. A dor crônica pode também ser consequência de uma lesão já previamente tratada. 
Dor Recorrente : apresenta períodos de curta duração, que, no entretanto, se repetem com frequência, podendo ocorrer durante a vida do indivíduo, mesmo sem estar associada a um processo específico.
 HYPERLINK "(fonte:www.soniatakara.com.br)"fonte HYPERLINK "(fonte:www.soniatakara.com.br)" :( HYPERLINK "(fonte:www.soniatakara.com.br)":www.soniatakara.com.br)
As intensidades dessas dores, são: 
• Leve.
 • Moderada.
 • Intensa. 
• Muito Intensa. 
 Geralmente a duração dessas dores são contínuas ou cíclicas (periódica), que dura de cada crise e intervalos. Ao posicionarmos o paciente de forma confortável, temos que sempre explicar o procedimento e questionar a verbalização do paciente e a característica da dor. Sempre reparar na expressão facial e verificar o local, onde ocorreu a lesão fracionada. Na análise da expressão facial do paciente, temos a escala de Behavioural pain scale, onde fala do nível da intensidade da dor entre 3 (nenhuma dor) e 12 (a maior intensidade de dor) pontos.
Os efeitos da dor podem ser mais sérios para os idosos:
· A dor crônica pode reduzir o funcionamento normal e torná-los mais dependentes de outras pessoas.
· Elas podem perder o sono e ficar esgotadas.
· Podem perder o apetite, resultando em subnutrição.
· A dor pode impedir as pessoas de sair e interagir. Por conseguinte, elas podem ficar isoladas e deprimidas.
· A dor também pode tornar algumas pessoas menos ativas. A falta de atividade pode resultar em perda da força muscular e da flexibilidade, dificultando ainda mais a atividade e elevando o risco de quedas.
Trajeto da dor
A dor devido a lesão é iniciada nos receptores especiais, que se encontram espalhados por todo o organismo. Esses receptores de dor transmitem os sinais por impulsos elétricos ao longo dos nervos, até a medula espinhal e, depois, até o cérebro. Às vezes, o sinal provoca um reflexo como resposta . Quando o sinal chega à medula espinhal, ele volta imediatamente pelos nervos motores até o ponto de origem da dor, provocando a contração muscular, sem envolver o cérebro. Por exemplo, quando tocamos em algo quente sem intenção, puxamos a mão imediatamente. Essa reação reflexa ajuda a prevenir lesões permanentes. O sinal de dor também é enviado ao cérebro. Somente quando o cérebro processa o sinal e o interpreta como dor é que as pessoas tomam conhecimento da dor.
Discussão dos sinais vitais durante a sessão propriamente dita. A turma discutiu os equipamentos essenciais necessários para se preparar para o procedimento. Sinais vitais. Usamos os próprios alunos como cobaias para medir a pressão arterial, verificar a FR, verificar a febre e aprender a importância de manter esta tabela sempre à mão ou lembrá-la. Porque nos será muito útil no nosso dia a dia.
 
AULA PRÁTICA 01 - ROTEIRO 03: DADOS ANTROPOMÉTRICOS – ADULTO
Os Dados Antropométricos é a mensuração do peso e da altura do paciente, que pode ser realizada antes ou depois das consultas eletivas e não é realizada como rotinas em todas as unidades de internação. Geralmente esses parâmetros são fundamentais para a avaliação do paciente em algumas unidades de atendimento, tais como Pediatria, Endocrinologia, Nefrologia, Obstetrícia e Cardiologia.
Procedimento:
Os materiais necessários para a Mensuração da altura e peso, é a Balança com mecânica ou digital regraantropométrica e Estadiômetro. O procedimento realizado para medir a altura, é pedir par ao paciente retirar o calçado e as roupas que pesam e pode dar alteração no peso. Encaminhar ele até a balança e destravar a balança, e deslocar o massor do quilograma até o valor do peso estimado do paciente. Registrar o peso do paciente e auxiliar ele á virar as costas para a Régua Antropométrica, mantendo ele á fica r com a cabeça reta e olhando para o horizonte, assim para medir corretamente a sua altura, onde posicionaremos o antropômetro da maneira que a barra toque na parte superior da cabeça, para registrar a altura. E sendo assim, ao terminar de fazer o procedimento, pedir pro paciente sair da balança, calçar as roupas, acessórios que foram tiradas para não dar alteração no peso e proceder com á anotação de enfermagem.
Fonte: https://www.Indice-de-Massa-Corporal-IMC-Segundo-OMS.png
Discussões sobre Dados Antropométricos , durante as aulas práticas. Foi abordado na sala de aula, como devemos tratar o paciente e explicar para ele o procedimento e os cuidados que devemos ter na hora de pesar. A professora explico e lembrou de nunca esquecer de marcar certinho os pesos e a altura do paciente.
AULA PRÁTICA 01 – ROTEIRO 04 : AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA 
A avaliação neurológica é uma avaliação clínica, não invasiva, que busca identificar e dimensionar transtornos que afetam o sistema neurológico. El a é composta por uma série d e testes físicos que analisam a função das estruturas responsáveis pelo funcionamento do corpo humano. A ideia é que, ao final da avaliação, seja possível descrever um exame físico neurológico abrangente e identificar anormalidades que sinalizem comprometimento neurológico. O primeiro passo de qualquer exame neurológico é uma entrevista com o paciente, conhecida como a anamnese. A anamnese é o diálogo estabelecido entre profissional de saúde e paciente com o objetivo de ajudá-lo a lembrar de situações e fatos que podem estar relacionados a sua doença.
As principais observações á se fazer na condição e da estabilidade 
do paciente, é: 
• A Identificação de Disfunções no Sistema Nervoso. 
• Efeitos da disfunção na vida do Paciente. 
• Detecção de situações de Risco de vida. 
Os Materiais que são usados na Avaliação Neurológica, são: 
• Lanterna. 
• Pupilômetro. 
• Escala de coma de Glasgow. 
• Escala de força Muscular. 
Avaliação do Nível de Consciência Escala de Coma d e Glasgow
· Visa diminuir a subjetividade.
· Padronizar os registros.
· Linguagem uniforme.
· Registro simples e fácil.
Avalia a consciência por meio de 3 indicadores:
Abertura ocular = AO.
Melhor resposta verbal = MRV.
Melhor resposta motora = MRM.
Reatividade pupilar (atualizado em 2018).
Acrescentado como etapa posterior à contagem tradicional.
Deve ser subtraída da conta geral.
Procedimentos:
· Verificar fatores que interferem com a comunicação, capacidade de resposta e outras lesões.
· Observar a abertura ocular, o conteúdo do discurso e os movimentos dos hemicorpos direito e esquerdo.
Estimular:
 Estimulação sonora: ordem em tom de voz normal ou em voz alta.
 Estimulação física: pressão na extremidade dos dedos, trapézio ou incisura supraorbitária.
Pontuar de acordo com a melhor resposta observada.
Analisar a reatividade pupilar (atualizado em 2018).
Subtrair a nota obtida anteriormente pelo valor obtido na reatividade pupilar.
 Fonte : https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcS8aJ-UxbXbR5W9-P3_xl_Hkfmy6G4jUDR3SbFseywMTw HYPERLINK "https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcS8aJ-UxbXbR5W9-P3_xl_Hkfmy6G4jUDR3SbFseywMTw&s"& HYPERLINK "https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcS8aJ-UxbXbR5W9-P3_xl_Hkfmy6G4jUDR3SbFseywMTw&s"s
Fonte:https://media.licdn.com/dms/image/D4E12AQH4KRrHLcNPHA/article-inline_image-shrink_1000_1488/0/1671135985128?e=1718841600 HYPERLINK "https://media.licdn.com/dms/image/D4E12AQH4KRrHLcNPHA/article-inline_image-shrink_1000_1488/0/1671135985128?e=1718841600&v=beta&t=OP4n63hQyyZwT1EIqa022YZIA1Q01PCnlbxVgXQF4gs"& HYPERLINK "https://media.licdn.com/dms/image/D4E12AQH4KRrHLcNPHA/article-inline_image-shrink_1000_1488/0/1671135985128?e=1718841600&v=beta&t=OP4n63hQyyZwT1EIqa022YZIA1Q01PCnlbxVgXQF4gs"v=beta HYPERLINK "https://media.licdn.com/dms/image/D4E12AQH4KRrHLcNPHA/article-inline_image-shrink_1000_1488/0/1671135985128?e=1718841600&v=beta&t=OP4n63hQyyZwT1EIqa022YZIA1Q01PCnlbxVgXQF4gs"& HYPERLINK "https://media.licdn.com/dms/image/D4E12AQH4KRrHLcNPHA/article-inline_image-shrink_1000_1488/0/1671135985128?e=1718841600&v=beta&t=OP4n63hQyyZwT1EIqa022YZIA1Q01PCnlbxVgXQF4gs"t=OP4n63hQyyZwT1EIqa022YZIA1Q01PCnlbxVgXQF4gs
Avaliação Pupilar : A avaliação pupilar é uma parte crucial do exame neurológico e pode fornecer informações valiosas sobre a função cerebral. Geralmente, o relatório sobre avaliação pupilar inclui a descrição do tamanho e da reatividade das pupilas, bem como a simetria entre elas. Além disso, é importante observar se há anisocoria (diferença no tamanho das pupilas) e se as respostas à luz direta e indireta estão presentes e são normais.
Diâmetro
Varia de 1 a 9 mm
Padrão = 2 a 6 mm
Diâmetro médio = 3,5 mm
Midríase = 7 a 9 mm
Miose = 1 mm
Simetria
 Isocóricas = diâmetros iguais
 Anisocóricas = diâmetros diferentes
Formato
 Redondas – fisiológico
 Ovoides - Hipertensão craniana
 Buraco de fechadura – Cirurgia de catarata
 Irregulares – Trauma de órbita
Reação a Luz
Reflexo fotomotor da pupila depende dos nervos óptico e oculomotor
Observar fotorreação com auxílio de lanterna
O esperado é a fotorreação (pupilas fotorreagentes)
A reatividade deve ser avaliada pela velocidade da resposta
Teste Index Nariz, serve para testar a coordenação nas extremidades superiores, pra ver se o paciente consegue se movimentar perfeitamente, sem travar e precisar de apoio. As técnicas realizadas, para descobrir se o paciente está com coordenação ótima, é:
• Explicar o procedimento para o cliente. 
• Solicitar que o mesmo fique em pé. 
• Pedir para estender os membros superiores lateralmente. 
• Orientar o mesmo a tocar a ponta do nariz com o Indicador, 
alternando o lado Direito e Esquerdo. 
• Uma mão de cada vez, acelerando o movimento. 
• Posteriormente com olhos fechados.
Teste de Força Muscular, é realizado, quando o paciente está a dependência ou independência para realizar as atividades físicas. 
É comparando um membro com o membro do lado oposto do corpo. O Tônus Muscular é a condição de contração que se mantém permanente, de pouca intensidade, não patológica, que ocorre nos músculos estriados em seu estado de repouso, ou seja, a resistência que é encontrada em relação aos movimentos passivos dos membros. Suas técnicas são: 
• Palpar os grupos musculares em repouso e em movimento. 
• Flacidez: é a Lesão de Neurônio Inferior. 
• Rigidez: é a Lesão de Gânglio Basal. 
• Espasticidade: é a Lesão de Neurônio motor superior.
Teste de Sensibilidade: A avaliação sensitiva é um recurso muito útil para o auxílio ao diagnóstico da hanseníase, pois os distúrbios da sensibilidade ocorrem em todas as formas clínicas. Durante o tratamento da doença a avaliação sensitiva, realizada periodicamente, permite detectar alterações sensoriais e acompanhar a evolução do quadro. Avalia-se a sensibilidade superficial com um algodão e posteriormente se investiga a sensibilidade dolorosa com alfinete e térmica com o diapasão.
Discussões sobre a Avaliação Neurológica, durante as aulas práticas. Foi discutido em sala de aula, os possíveis erros que pode acontecer ou cometer na hora da avaliação. A professora mostrou pra todo mundo, passo a passo das avaliações neurológica, utilizando a lanterna. Ao longo da aula, ela explicou os erros que aconteceram quando ela era enfermeirade plantão, relacionado a esse assunto.
AULA PRÁTICA 01 – ROTEIRO 05: AVALIAÇÃO CABEÇA E PESCOÇO 
Na Avaliação Cabeça e pescoço, o Enfermeiro (a) vai avaliar os 
órgãos do sentido, os quais são de importância para o indivíduo 
proteger-se das ameaças externas mediante a: 
• Visão. 
• Audição. 
• Olfato. 
• Paladar. 
Os Procedimentos Gerais são: 
• Reunir os Materiais (Lanterna, Pupilômetro, Espátula e Otoscópio). 
• Explicar o procedimento ao paciente. 
• Posicionar o paciente, quando possível deve ser colocado sentado. 
• O Enfermeiro (a) deverá utilizar técnicas de inspeção e palpação.
CABEÇA :
Na região da cabeça, é necessário verificar se está adequadamente posicionada, ereta, com equilíbrio e sem movimentos incomuns. É importante ficar alerta para identificar possíveis problemas de postura, gestos repetitivos e inflamações nas meninges. No Crânio, é essencial observar com cuidado se está em um estado normal ou se apresenta inchaço, uma vez que dependendo do diagnóstico, pode-se tratar de: 
Microcefalia : uma condição congênita em que a cabeça dos recém-nascidos é menor do que o esperado, em comparação com bebês do mesmo sexo e idade. Muitas vezes, os bebês com microcefalia apresentam um desenvolvimento cerebral inadequado.
Fonte:https://www.google.com/url?sa=i HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.uai.com.br%2Fapp%2Fnoticia%2Fsaude%2F2015%2F11%2F25%2Fnoticias-saude%2C186691%2Fneuropediatra-diz-que-casos-de-microcefalia-indicam-uma-nova-doenca.shtml&psig=AOvVaw2h0Jb_rLVMS9_lHpAiBucu&ust=1713833785316000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCJi9qcXO1IUDFQAAAAAdAAAAABAE"& HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.uai.com.br%2Fapp%2Fnoticia%2Fsaude%2F2015%2F11%2F25%2Fnoticias-saude%2C186691%2Fneuropediatra-diz-que-casos-de-microcefalia-indicam-uma-nova-doenca.shtml&psig=AOvVaw2h0Jb_rLVMS9_lHpAiBucu&ust=1713833785316000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCJi9qcXO1IUDFQAAAAAdAAAAABAE"url=https%3A%2F%2Fwww.uai.com.br%2Fapp%2Fnoticia%2Fsaude%2F2015%2F11%2F25%2Fnoticias-saude%2C186691%2Fneuropediatra-diz-que-casos-de-microcefalia-indicam-uma-nova-doenca.shtml HYPERLINK 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 Macrocefalia: O tamanho da cabeça é muito maior que o normal para a idade e o sexo. A microcefalia é frequentemente diagnosticada na infância ou durante a infância. Nem sempre é considerada uma doença e não requer tratamento ou acompanhamento médico.
 Fonte: https://slidepla/Macrocefalia.jpg
Quanto ao couro cabeludo, é preciso ver se está limpo ou não, a distribuição por todo o couro cabeludo, a quantidade de cabelo e a cor do cabelo. Em alguns casos, se o paciente tem deficiência de vitaminas ou está doente, os cabelos começam a cair com o tempo, o que pode ser um sinal de que seu corpo precisa de atendimento médico urgente.
Tais como:
Alopecia: uma condição de perda de cabelo ou perda de cabelo em qualquer parte do corpo. Porém o tipo mais comum é sintomas aparecem no couro cabeludo, calvície. Este distúrbio, que pode ser temporário ou permanente, afeta homens e mulheres e tem diversas causas, tipos e gravidade.
Lesões localizadas: São áreas de queda de cabelo, aparecendo em determinados locais da cabeça, aparecem hematomas por motivos desconhecidos.
Saliências: As características mais comuns observadas no couro cabeludo são cistos sebáceos, tumores ósseos, hematomas e depressões.
FACE:
Na face podemos observar descoloração (palidez, icterícia, cianose e manchas localizadas). A face é a expressão facial de um indivíduo e, pelas suas características específicas, pode lembrar ao médico determinadas doenças. Quando não se assemelhaa nenhuma doença, falamos em “rostos atípicos”. Destacamos os seguintes tipos de fisionomia.
 • Fisionomia Hipocrática: Olhos fundos, imóveis e sem emoção. Nariz pontudo e lábios finos, acompanhados pelo fenômeno de “bater” das asas do nariz. O rosto quase sempre está suado. Típico de doenças graves e estados dolorosos, como caquexia.
 • Fácies renal: caracterizada por predomínio de edema palpebral, principalmente pela manhã. Particularmente observado na síndrome nefrótica e na glomerulonefrite difusa aguda. 
• Facial tetânico: Expressa dor crônica e constante. 
• Edema facial: Rosto redondo, nariz e lábios grossos, pele seca e grossa, muitas rugas. Edema periorbital, sobrancelhas finas e cabelos secos e opacos. Expressão deprimida e indiferente. Está presente principalmente no hipotireoidismo.
 • Rosto Cushingoide ou Lua Cheia: Rosto redondo, edema, bochechas vermelhas e acne. Observado em pacientes com uso crônico de corticosteroides (doença de Cushing iatrogênica) bem como em casos de síndrome de Cushing (hipertrofia adrenocortical).
 • Paralisia facial periférica: A face fica desequilibrada, o lado paralisado não consegue fechar as pálpebras, puxa a boca para um lado e perde o sulco nasolabial.
 • Fácies Mongol: Elemento característico: Fenda palpebral. Existe também uma prega cutânea (epicanto) que deixa os olhos oblíquos, muito afastados. O rosto é redondo e a boca quase sempre aberta. Fisiologia da microinteligência. Exemplo: Síndrome de Down.
 • Hipertireoidismo ou fácies de Graves – Características: exoftalmia (olhos esbugalhados; globo ocular saliente para fora da cavidade ocular). O rosto é magro, a expressão é viva e às vezes parece surpresa e preocupada. Presença de bócio. Típico de hipertireoidismo.
 • Rosto de Leão: A pele é espessada, contendo muitas hanseníases de diferentes tamanhos, mais concentradas na região da testa. As sobrancelhas caem, o nariz fica mais espesso e alargado. Os lábios ficam mais grossos e proeminentes. Há deformação das bochechas e do queixo devido ao aparecimento de pápulas. Raro ou sem barba. Cara de leão. Típico de pacientes com hanseníase (hanseníase). 
• Rosto extremamente grande: arco supraorbital proeminente, maçãs do rosto proeminentes e maxilar inferior mais desenvolvido. Alargue o nariz, lábios e orelhas. Observado na acromegalia, devido ao aumento da função hipofisária em adultos.
 • Rosto de esclerodermia: Também conhecido como rosto de múmia, porque o rosto fica quase completamente imóvel. A pele é semelhante a pergaminho, dura e aderente a planos profundos, lábios bem franzidos, diâmetro bucal reduzido (microstomia), nariz fino e pálpebras imóveis. Características típicas da esclerodermia.
 • Miastenia gravis facial: caracterizada pela queda bilateral das pálpebras, fazendo com que o paciente franzisse a testa e levantasse a cabeça. Isso ocorre na miastenia gravis e em outras doenças musculares.
 • Rosto abaulado: Elementos básicos: Nariz pequeno e pontudo e boca sempre aberta. Aparece em crianças com nasofaringe aumentada, dificultando a respiração pelo nariz. 
• Fácies pseudobulbar: Caracterizada por crises involuntárias, mas conscientes, de choro ou riso, conferindo à fácies uma aparência convulsiva. Muitas vezes aparece na paralisia pseudobulbar. 
• Expressão facial deprimida: cabeça baixa, olhos turvos e olhando para um ponto distante. Os sulcos nasolabiais são proeminentes e os cantos da boca são abaixados. Pode ser observada em síndromes depressivas, endógenas ou reativas.
OLHOS:
As pálpebras são dobras finas de pele e músculos que cobrem e protegem os olhos. Os músculos da parte superior do olho contraem as pálpebras, “abrindo” os olhos. Lá avaliamos a abertura, fechamento, mobilidade do globo ocular, presença de edema palpebral e presença de processos inflamatórios em folículos pilosos e glândulas sebáceas. A conjuntiva é uma membrana mucosa fina e transparente que cobre a parte branca do olho (esclera), bem como a parte interna das pálpebras. Sua função é proteger a superfície ocular de fatores externos e manter a lubrificação ocular, pois o muco secretado pela conjuntiva evita o ressecamento do olho. Observamos cor, obstrução, presença de secreções e hemorragia. A esclera é a “parte branca” do olho, cobrindo os 5/6 restantes da superfície do globo ocular, contínua com a córnea. Graças à sua estrutura semirrígida, confere ao globo ocular uma forma esférica e ajuda a proteger as camadas internas mais delicadas. Os músculos que controlam nossos olhos estão localizados na esclera. Observamos que os membros estavam brancos ou amarelados e apresentavam icterícia. A córnea é um tecido transparente localizado na parte frontal do olho, para melhor entender pode ser comparada ao “vidro de um relógio”. Ele deixa a luz entrar e faz dois terços do trabalho de focagem, seguido pela íris (área colorida do olho) e pela pupila. À inspeção, é transparente e pode aparecer como lesões ulceradas ou opacas.
Fonte: https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTG9y3iJZl9dQIc4epSpdlrG448Rc6RuLrFK5VFzLf_QQ HYPERLINK "https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTG9y3iJZl9dQIc4epSpdlrG448Rc6RuLrFK5VFzLf_QQ&s"& HYPERLINK "https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTG9y3iJZl9dQIc4epSpdlrG448Rc6RuLrFK5VFzLf_QQ&s"s
NARIZ: 
 O nariz é uma estrutura cartilaginosa com duas cavidades e um septo entre elas. Essa estrutura, embora pareça simples como caminho do ar para os pulmões, é de grande importância para o corpo. A forma e o tamanho podem ser alterados em caso de: 
• Trauma. 
• Tumor.
 • Doenças respiratórias: acromegalia, movimentos de narinas.
O exame endoscópico verifica cabelos, sangramentos nasais, secreções de muco, escamas e septo nasal. Os seios nasais, frontais e maxilares são avaliados por meio de técnicas de palpação que incluem:
 • Pressionar o osso frontal acima das sobrancelhas com o polegar.
 • Pressione os seios maxilares com o polegar num movimento ascendente.
 • Se ocorrer dor, o diagnóstico é sinusite.
Fonte:https://www.google.com/url?sa=i HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.drakeillafreitas.com.br%2Fsinusite-saiba-mais%2F&psig=AOvVaw1cYSYar4J9YCHmoNTc1L7i&ust=1713833445929000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCOikuqvN1IUDFQAAAAAdAAAAABAE"& HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.drakeillafreitas.com.br%2Fsinusite-saiba-mais%2F&psig=AOvVaw1cYSYar4J9YCHmoNTc1L7i&ust=1713833445929000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCOikuqvN1IUDFQAAAAAdAAAAABAE"url=https%3A%2F%2Fwww.drakeilla HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.drakeillafreitas.com.br%2Fsinusite-saiba-mais%2F&psig=AOvVaw1cYSYar4J9YCHmoNTc1L7i&ust=1713833445929000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCOikuqvN1IUDFQAAAAAdAAAAABAE"freitas.com.br%2Fsinusite-saiba HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.drakeillafreitas.com.br%2Fsinusite-saiba-mais%2F&psig=AOvVaw1cYSYar4J9YCHmoNTc1L7i&ust=1713833445929000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCOikuqvN1IUDFQAAAAAdAAAAABAE"mais%2F HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.drakeillafreitas.com.br%2Fsinusite-saiba-mais%2F&psig=AOvVaw1cYSYar4J9YCHmoNTc1L7i&ust=1713833445929000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCOikuqvN1IUDFQAAAAAdAAAAABAE"& HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.drakeillafreitas.com.br%2Fsinusite-saiba-mais%2F&psig=AOvVaw1cYSYar4J9YCHmoNTc1L7i&ust=1713833445929000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCOikuqvN1IUDFQAAAAAdAAAAABAE"psig=AOvVaw1cYSYar4J9YCHmoNTc1L7i HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.drakeillafreitas.com.br%2Fsinusite-saiba-mais%2F&psig=AOvVaw1cYSYar4J9YCHmoNTc1L7i&ust=1713833445929000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCOikuqvN1IUDFQAAAAAdAAAAABAE"& HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.drakeillafreitas.com.br%2Fsinusite-saiba-mais%2F&psig=AOvVaw1cYSYar4J9YCHmoNTc1L7i&ust=1713833445929000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCOikuqvN1IUDFQAAAAAdAAAAABAE"ust=1713833445929000HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.drakeillafreitas.com.br%2Fsinusite-saiba-mais%2F&psig=AOvVaw1cYSYar4J9YCHmoNTc1L7i&ust=1713833445929000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCOikuqvN1IUDFQAAAAAdAAAAABAE"& HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.drakeillafreitas.com.br%2Fsinusite-saiba-mais%2F&psig=AOvVaw1cYSYar4J9YCHmoNTc1L7i&ust=1713833445929000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCOikuqvN1IUDFQAAAAAdAAAAABAE"source=images HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.drakeillafreitas.com.br%2Fsinusite-saiba-mais%2F&psig=AOvVaw1cYSYar4J9YCHmoNTc1L7i&ust=1713833445929000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCOikuqvN1IUDFQAAAAAdAAAAABAE"& HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.drakeillafreitas.com.br%2Fsinusite-saiba-mais%2F&psig=AOvVaw1cYSYar4J9YCHmoNTc1L7i&ust=1713833445929000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCOikuqvN1IUDFQAAAAAdAAAAABAE"cd=vfe HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.drakeillafreitas.com.br%2Fsinusite-saiba-mais%2F&psig=AOvVaw1cYSYar4J9YCHmoNTc1L7i&ust=1713833445929000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCOikuqvN1IUDFQAAAAAdAAAAABAE"& HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.drakeillafreitas.com.br%2Fsinusite-saiba-mais%2F&psig=AOvVaw1cYSYar4J9YCHmoNTc1L7i&ust=1713833445929000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCOikuqvN1IUDFQAAAAAdAAAAABAE"opi=89978449 HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.drakeillafreitas.com.br%2Fsinusite-saiba-mais%2F&psig=AOvVaw1cYSYar4J9YCHmoNTc1L7i&ust=1713833445929000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCOikuqvN1IUDFQAAAAAdAAAAABAE"& HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.drakeillafreitas.com.br%2Fsinusite-saiba-mais%2F&psig=AOvVaw1cYSYar4J9YCHmoNTc1L7i&ust=1713833445929000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCOikuqvN1IUDFQAAAAAdAAAAABAE"ved=0CBIQjRxqFwoTCOikuqvN1IUDFQAAAAAdAAAAABAE 
Pólipos
Fonte:https://www.google.com/url?sa=i HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=http%3A%2F%2Fwww.dgsotorrinolaringologia.med.br%2FAPOST_RINOL_TU_BEN.html&psig=AOvVaw1PX8JLQRF_3E8pgHt2p6Xs&ust=1713873523306000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCNCR6tPi1YUDFQAAAAAdAAAAABAE"& HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=http%3A%2F%2Fwww.dgsotorrinolaringologia.med.br%2FAPOST_RINOL_TU_BEN.html&psig=AOvVaw1PX8JLQRF_3E8pgHt2p6Xs&ust=1713873523306000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCNCR6tPi1YUDFQAAAAAdAAAAABAE"url=http%3A%2F%2Fwww.dgsotorrinolaringologia.med.br%2FAPOST_RINOL_TU_BEN.html HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=http%3A%2F%2Fwww.dgsotorrinolaringologia.med.br%2FAPOST_RINOL_TU_BEN.html&psig=AOvVaw1PX8JLQRF_3E8pgHt2p6Xs&ust=1713873523306000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCNCR6tPi1YUDFQAAAAAdAAAAABAE"& HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=http%3A%2F%2Fwww.dgsotorrinolaringologia.med.br%2FAPOST_RINOL_TU_BEN.html&psig=AOvVaw1PX8JLQRF_3E8pgHt2p6Xs&ust=1713873523306000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCNCR6tPi1YUDFQAAAAAdAAAAABAE"psig=AOvVaw1PX8JLQRF_3E8pgHt2p6Xs HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=http%3A%2F%2Fwww.dgsotorrinolaringologia.med.br%2FAPOST_RINOL_TU_BEN.html&psig=AOvVaw1PX8JLQRF_3E8pgHt2p6Xs&ust=1713873523306000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCNCR6tPi1YUDFQAAAAAdAAAAABAE"& HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=http%3A%2F%2Fwww.dgsotorrinolaringologia.med.br%2FAPOST_RINOL_TU_BEN.html&psig=AOvVaw1PX8JLQRF_3E8pgHt2p6Xs&ust=1713873523306000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCNCR6tPi1YUDFQAAAAAdAAAAABAE"ust=1713873523306000 HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=http%3A%2F%2Fwww.dgsotorrinolaringologia.med.br%2FAPOST_RINOL_TU_BEN.html&psig=AOvVaw1PX8JLQRF_3E8pgHt2p6Xs&ust=1713873523306000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCNCR6tPi1YUDFQAAAAAdAAAAABAE"& HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=http%3A%2F%2Fwww.dgsotorrinolaringologia.med.br%2FAPOST_RINOL_TU_BEN.html&psig=AOvVaw1PX8JLQRF_3E8pgHt2p6Xs&ust=1713873523306000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCNCR6tPi1YUDFQAAAAAdAAAAABAE"source=images HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=http%3A%2F%2Fwww.dgsotorrinolaringologia.med.br%2FAPOST_RINOL_TU_BEN.html&psig=AOvVaw1PX8JLQRF_3E8pgHt2p6Xs&ust=1713873523306000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCNCR6tPi1YUDFQAAAAAdAAAAABAE"& HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=http%3A%2F%2Fwww.dgsotorrinolaringologia.med.br%2FAPOST_RINOL_TU_BEN.html&psig=AOvVaw1PX8JLQRF_3E8pgHt2p6Xs&ust=1713873523306000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCNCR6tPi1YUDFQAAAAAdAAAAABAE"cd=vfe HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=http%3A%2F%2Fwww.dgsotorrinolaringologia.med.br%2FAPOST_RINOL_TU_BEN.html&psig=AOvVaw1PX8JLQRF_3E8pgHt2p6Xs&ust=1713873523306000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCNCR6tPi1YUDFQAAAAAdAAAAABAE"& HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=http%3A%2F%2Fwww.dgsotorrinolaringologia.med.br%2FAPOST_RINOL_TU_BEN.html&psig=AOvVaw1PX8JLQRF_3E8pgHt2p6Xs&ust=1713873523306000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCNCR6tPi1YUDFQAAAAAdAAAAABAE"opi=89978449 HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=http%3A%2F%2Fwww.dgsotorrinolaringologia.med.br%2FAPOST_RINOL_TU_BEN.html&psig=AOvVaw1PX8JLQRF_3E8pgHt2p6Xs&ust=1713873523306000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCNCR6tPi1YUDFQAAAAAdAAAAABAE"& HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=http%3A%2F%2Fwww.dgsotorrinolaringologia.med.br%2FAPOST_RINOL_TU_BEN.html&psig=AOvVaw1PX8JLQRF_3E8pgHt2p6Xs&ust=1713873523306000&source=images&cd=vfe&opi=89978449&ved=0CBIQjRxqFwoTCNCR6tPi1YUDFQAAAAAdAAAAABAE"ved=0CBIQjRxqFwoTCNCR6tPi1YUDFQAAAAAdAAAAABAE
OUVIDOS 
O ouvido, órgão da audição e do equilíbrio, é composto pelos ouvidos externo, médio e interno. Eles trabalham juntos para converter ondas sonoras em ondas sonoras que viajam até o cérebro, onde são chamadas de som. O ouvido interno também ajuda a manter o equilíbrio. No canal auditivo (ouvido externo) é composto por cartilagem elástica recoberta por pele e sustentada pelos músculos e pela musculatura externa e interna do ouvido externo (ouvido externo). Sua principal função é transmitir ondas sonoras ao canal auditivo. Pode ser verificado se há doenças congênitas e adquiridas (nódulos, tumores, hematomas). Ao avaliar o ouvido, um otoscópio é usado para detectar a presença de:
“Cera” do ouvido, cerume, cerúmen são nomes conhecidos para a substância produzida no canal auditivo externo que protege esse orifício do nosso corpo contra entrada de água, corpos estranhos, ocorrência inflamações e infecções.
“Corpos Estranhos” são corpos que penetram no organismo, através de qualquer orifício, ou após uma lesão de causa variável. Os corpos estranhos podem encontrar-se mais frequentemente nos olhos, nariz, ouvidos ou vias respiratórias. Os mais frequentes são: grãos de areia, insectos e limalhas.
“Otorragia” Hemorragia no ouvido.
“Furunculose” trata-se de uma condição originada por uma infecção causada por uma bactéria conhecida como Staphylococcus aureus, a qual reside normalmente sobre a camada externa da pele e pode resultar em infecções quando há um machucado na região, picada de inseto ou outro fator que propicie a invasão bacteriana, principalmente em indivíduos com o sistema imunológico enfraquecido.
“Otorreia” é a eliminação de diferentes tipos de secreções pelo ouvido. Essa eliminação pode se apresentar como uma exsudação de substâncias levemente ensanguentadas (otorreia sanguinolenta), pode ser principalmente composta por cera (otorreia sero-mucosa) ou conter pus (otorreia purulenta).
BOCA 
Na Boca, usamos uma espátula e uma lanterna, para olhar se tem algo na coloração da cavidade oral, perceber o hálito também. Ao olhar os lábios, podemos percebe algumasdeformações congênitas, que são:
“Lesões Herpéticas” provocadas por um vírus denominado Herpes vírus homines (HVH), que constitui o grupo do herpes vírus juntamente com o vírus varicela zoster, o vírus Epstein-barre o citomegalovírus.
“Edema” popularmente chamados de inchaços. A principal característica é o acúmulo de líquido no tecido subcutâneo do rosto. Várias causas que podem ser relacionadas a essa condição.
“Fissuras” abertura no lábio ou no palato, desenvolvimento incompleto enquanto o bebê está se formando, antes de nascer.
“Ulcerações” erosões no epitélio bucal que expõem as terminações nervosas com dor, especialmente quando tem contato com alimentos picantes e citrinos.
Gengivas tecido epitelial de proteção. Ele recobre os nossos ossos maxilares serve como mecanismo de proteção para os dentes. A sua tonalidade pode variar entre rosa ou vermelho claro e o roxo e constitui parte da mucosa bucal.
Observar coloração 
Se há lesões ou sangramento 
Hiperplasia ou gengivite 
Dentes são estruturas resistentes encontradas na boca, que cortam, amassam e trituram os alimentos normalmente as crianças têm 20 e adultos têm 32 devemos avaliar formato, cáries, presença de infecção, uso dos aparelhos Fixos ou móvel, uso de prótese, total ou parcial. 
 
Língua órgão constituído de músculo e revestido de mucosa que está relacionado à deglutição, ao paladar e à fala. 
Podemos avaliar a coloração, cada cor tem um significado, entre elas, estão: 
• Rósea: Cor normal. 
• Framboesa: é indicativo de Escarlatina. 
• Pálida: é Anemia Perniciosa. 
• Saburrosa: é as placas aderidas amareladas, esbranquiçadas. 
 O Tamanho da língua, se aumentada ou exteriorizada, pode ser hipotireoidismo. Presença de Lesões Tumorais e Presença de Lesões inflamatórias. Já nas Tonsilas palatinas, os adultos devem apresentar pequenas ou ausentes. 
 Pescoço parte do corpo dos vertebrados que une a cabeça ao tronco. É formado pelas sete vértebras cervicais que articulam com o crânio, com as clavículas e com a porção inferior (ou posterior) da coluna vertebral e é suportado por vários músculos que dão à cabeça os seus movimentos. Nele podemos avaliar as seguintes posições: 
• Vertical. 
• Mobilidade. 
• Inclinações. 
• Rigidez. 
 A Inspeção do pescoço, serve para ver se tem alguma, Presença de Cicatrizes, Lesões, tumorações, se visível a Glândula Tireoide. A Palpação é feita por todo trajeto do pescoço, com intuito de identificar linfonodos ingurgitados, a Glândula tireoide (A forma, consistência e a presença de nódulos .
Fonte :https://www.google.com/Fsaiba-mais-sobre-a-anatomia-da-tireoide
Discussões sobre avaliação cabeça e pescoço, durante as aulas práticas. Foi discutido com a turma, sobre as avaliações, a professora mostrou a inspeção e palpitação no boneco de intubação. Apresentou um Slide sobre o assunto abordado e foi explicando, conforme mostrava no boneco os passos. 
AULA PRÁTICA 01 – ROTEIRO 06: AVALIAÇÃO CARDIOCIRCULATÓRIA 
Exame do sistema cardiovascular:
Inclui avaliação dos aspectos do exame físico geral relevantes para o sistema cardiovascular (alterações na coloração da pele e mucosas, edema, perfusão periférica), avaliação dos pulsos arteriais e veia jugular, medição da pressão arterial, inspeção, palpação e ausculta do precórdio.
Avaliação da ausculta cardíaca:
Identificação de cada um dos principais focos de ausculta. Pode ser complementada posicionando o estetoscópio nas regiões axilar esquerda, cervical direita, interescapular, ou em qualquer ponto do precórdio.
Inspeção e palpação:
Inspeção e palpação do precórdio: Procura por abaulamentos, análise do ictus cordis, movimentos visíveis e/ou palpáveis, palpação das bulhas, pesquisa de frêmitos.
Posições: decúbito dorsal, lateral e sentado. Observar: Abaulamento; Impulsões de borda externa. Retrações; Malformações torácicas; Batimentos ou Movimentos; Frêmito Cardiovascular;
Ictus Cordis: Choque de Ponta - Cruzamento da linha hemiclavicular esquerda com 5º espaço intercostal
Foco ou área mitral = 5º Espaço intercostal esquerdo na linha hemiclavicular, corresponde ao ictus cordis
Foco ou área pulmonar = 2º espaço intercostal esquerdo junto ao esterno
Foco ou área aórtica = 2º espaço intercostal direito junto ao esterno
Foco aórtico acessório = 3º e 4º espaço intercostal esquerdo
Foco ou área tricúspide = Base do apêndice xifóide ligeiramente a esquerda
Outras áreas do precórdio e adjacências: Borda esternal esquerda, borda esterna direita, regiões infra e supraclaviculares, regiões laterais do pescoço e região interescapulovertebrais.
BULHAS CARDÍACAS: 
· Primeira bulha (B1): As válvulas mitral e tricúspide se fecham, o fechamento da válvula mitral antecede o da tricúspide, ocorre simultaneamente com o pulso cardíaco e o pulso carotídeo, tem um som mais grave, representado por "TUM".
· Segunda bulha (B2): As válvulas aórtica e pulmonar se fecham, produzindo um som mais agudo, representado por "TA".
Ausculta Cardíaca:	
Foco aórtico: 2º espaço intercostal, à direita do esterno, perto da borda esternal.
Foco pulmonar: 2º espaço intercostal, à esquerda do esterno, próximo à borda do esterno.
Foco mitral: encontrado pelos dedos que se deslocam lateralmente à esquerda do paciente para localizar o quinto espaço intercostal do lado esquerdo da linha média clavicular.
Foco tricúspide: localizado na parte esquerda do quarto espaço intercostal ao longo do esterno, próximo à borda esternal.
Fonte: https://Fwww.romulopassos.com.brF3o-simulado-de-enfermagem
Discussões sobre Avaliação Cardiocirculatória, durante as aulas práticas. Foi abordado nas aulas práticas, os passos a passo sobre a avaliação cardíaca. A professora acrescentou uns vídeos mostrado os ruídos e sons do coração. Tivemos contato pela primeira vez com o Estetoscópio e eu escutei pela primeira vez a batida do meu coração e consegui identificar os focos. 
AULA PRÁTICA 01 – ROTEIRO 07: AVALIAÇÃO RESPIRATÓRIA
A avaliação da função respiratória é conduzida por meio das técnicas de inspeção, palpação, percussão e ausculta, através das quais o sistema respiratório emite sons, permitindo-nos ouvir e verificar se tudo está bem ou se há alguma anormalidade. O objetivo é identificar as características fisiológicas e possíveis alterações no local. Antes de realizar o procedimento, é fundamental explicar ao paciente o que será feito e por que essa avaliação é necessária. Ao conduzirmos o teste de anamnese, realizamos uma série de perguntas ao paciente com o objetivo de conhecer mais sobre o indivíduo, seu quadro clínico, queixas e histórico de saúde, o que é fundamental para a prestação da assistência adequada. As perguntas que realizamos ao paciente são:
• Há queixa de dispneia?
• Tabagismo (quantidade de cigarros por dia e tempo de uso);
• Ocupação;
• Quais são as condições de habitação (umidade e presença de mofo);
• Queixas de tosse (hemoptise, secreção, quantidade e aspecto);
• Dor torácica (tipo, intensidade e duração);
• História pregressa (infância, doenças pregressas, alergias, imunizações, internações e tratamentos prévios);
• História familiar (se há alguém na família com a mesma genética familiar com asma, fibrose, enfisema, DPOC, câncer de pulmão e tuberculose).
• Hábitos; 
Ao realizar a avaliação, é possível observar as linhas torácicas imaginárias do paciente, onde realizamos a inspeção. Entre elas estão:
· Linha Escapular
· Linha Vertebral
· Linha Axilar Anterior
· Linha Esternal
· Linha Hemiclavicular Direita
· Linha Axilar Média
· Linha Axilar Posterior
Na avaliação geral do tórax, verificamos primeiro o formato do tórax (normal, instável, traumático, em forma de tonel ou barril, e em funil ou pomo), além de checar:
· Simetria
· Condições da pele
· Coloração (manchas, palidez)
· Pigmentação
· Integridade
· Irregularidades (massas, hematomas e cistos)
· Movimentos torácicos
· Dinâmica respiratória
· Amplitude/profundidade
· Frequência
A palpação do tórax pode revelar áreas de sensibilidade, massas torácicas, desvio de órgãos e aumento. Ao conversar com um cliente sobre um procedimento,coloque a mão no peito do paciente (tocando o polegar) e observe a distância do polegar ao inspirar e feche-o ao expirar.
O Femitus Toracovocal é realizado com as mãos colocadas na frente e na parte superior do tórax. Ao palpar, considere o seguinte: • Frente do peito: Existem quatro pontos do pico à base e compare as áreas correspondentes em ambos os lados. • Parte posterior do peito: São 5 pontos de cima para baixo, e a área é comparada dos dois lados.
Região Anterior do Tórax: são 5 pontos, do ápice para base, bilateralmente, comparando a região correspondente.
Região Posterior do Tórax: São p pontos, do ápice para base, bilateralmente, comparando a região correspondente.
Os Sons, que indicam alterações, são: 
• Maciço; 
• Submaciço: 
• Hipersonoridade; 
• Timpânico;
Na ausculta torácica, utilizamos o estetoscópio, para identificar os sons e ver se está tudo bem. Nas regiões do tórax, comparamos á seguinte regiões:
· Área anterior do tórax: Existem 5 pontos de cada extremidade até a parte inferior, e as áreas correspondentes são comparadas. 
 • Região torácica posterior: São 9 pontos de cada lado do ápice até a base para comparação das regiões. Revise os sons característicos e normais.
 Os sons que indicam mudança incluem:
 • Creptações/estertores. 
• ronco.
 • Dificuldade ao respirar. Sibilos.
Fonte:https://www.google.com/url?sa=i HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fbr.freepik.comAJ"& HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fbr.freepik.comAJ"url=https%3A%2F%2Fbr.freepik.comAJ
Discussões sobre a Avaliação Respiratória, durante as aulas práticas. Foi discutido na sala o assunto abordado á cima. A professora mostrou os vídeos em relação aos Roncos, e o que pode ser. Explicou perfeitamente passo a passo de como escutar e palpitar o tórax. 
Aula Prática 01 - Roteiro 08: Avaliação Abdominal.
Ao avaliar o abdômen, a cavidade abdominal é dividida em quatro planos, dois horizontais e dois verticais. A cavidade abdominal também pode ser dividida em quatro quadrantes. Segue a linha alba entre L3 e L4 no plano mediano (vertical) e no plano transversal (horizontal). A suspeita diagnóstica pode ser levantada com base em um exame físico completo e na história clínica do paciente. Depende da área afetada. A seguir veremos passo a passo como realizar um exame físico abdominal. A Inspeção abdominal, deve ser realizada com o paciente em decúbito dorsal com pernas estendidas. São observadas, forma, volume e alterações cutâneas do abdome.
Forma avalie a assimetria, que pode ser causada por hepatoesplenomegalia, prolapso da parede abdominal, tumor e obstrução. Globular (panículo adiposo ou ascite), escavado (perda de peso ou síndrome de emaciação), pêndulo (gravidez). 
Abaulamento presença de uma massa abdominal, como tumor ou hérnia, na parede abdominal.
 Retrações (depressão): Contenção pós-operatória, caquexia. 
Circulação colateral: pode ocorrer se o sistema venoso portal (cabeça da árvore medular) ou a veia cava estiverem bloqueados.
 Ondas peristálticas: geralmente não aparecem em pessoas normais, mas podem aparecer em condições obstrutivas. 
Lesões cutâneas: o sinal de Cullen e o sinal de Turner estão presentes na pancreatite aguda.
A Ausculta abdominal deve ser realizada, nos quatro quadrantes de forma superficial para avaliar os ruídos hidroaéreos. Para avaliar alterações do fluxo aórtico (sopros ou aneurismas), aprofunda -se o estetoscópio ao longo do trajeto da aorta.
Durante a palpação abdominal avaliamos a sensibilidade, a integridade anatômica e o grau de estiramento da parede abdominal. Pacientes com dor abdominal devem ser solicitados a localizar. Só depois disso a palpação começa nas áreas mais distantes do local dolorido e permanece até o último. Isso deve ser feito com uma mão em um ângulo de 45 graus ou com as duas mãos juntas. A Palpitação Profunda tem como objetivo palpar órgãos abdominais em busca de visceromegalias e tumorações.
Discussões sobre Avaliação Abdominal, durante as aulas práticas. Foi presentado no Slide, professora explicou super bem. Usamos nossa colega de sala, como cobaia. Nela podemos identificar os quadrantes e fazer a Ausculta do abdômen dela aprendemos vários tipos de manobras para conseguir uma boa avaliação abdominal 
 
Aula Prática 01 - Roteiro 09: Exame Clínico das Mamas. 
No Exame Clínico das Mamas, temos as Técnicas Propedêuticas, 
entre elas, são: 
• Inspeção Estática. 
• Inspeção dinâmica. 
• Palpação (mamas e das cadeias ganglionares); 
• Avaliação de descarga papilar.
O objetivo da inspeção Estática é identificar visualmente sinais indicativos de câncer, como alterações no contorno das mamas e inflamação da pele ou do complexo areolopapilar. Faça a pessoa sentar-se com os braços pendurados ao lado do corpo ou ficar em pé com os braços levantados acima da cabeça. Avaliar número, simetria, volume, consistência, forma, contorno, alterações na pele, tipo de mamilo (protuberante, semiprotrusivo, invertido ou pseudoinvertido) e alterações no mamilo e na aréola.
A Inspeção Dinâmica, tem o objetivo de avaliar a retração e abaulamento das mamas. Solicitamos que a mulher eleve e abaixe os braços lentamente e realize a contração da musculatura peitoral, comprimindo as palmas das mãos uma contra a outra adiante do tórax ou comprimindo o quadril com as mãos colocadas uma de cada lado.
Ao palpar o tórax, tente sentir a cadeia ganglionar (cadeia acessória, subclávia e supraclavicular). Avaliaremos a presença de linfonodos afetados em áreas adicionais. Mama A mulher deita-se horizontalmente e coloca sob a cabeça a mão correspondente à mama a ser examinada. Cada área do tecido mamário deve ser testada usando três níveis de pressão em sequência.
• Leve. 
• Média. 
• Profunda.
Correspondendo ao tecido subcutâneo ao nível intermediário e mais profundamente á parede torácica. Ao realizar movimentos circulares com as polpas digitais do 2°, 3° e 4° dedos da mão em toda a glândula mamária. Observaremos as possíveis a alterações na temperatura cutânea e a existência de nódulos.
A avaliação de descarga papilar deve ser realizada aplicando suavemente uma pressão de um dígito na área areolar em direção radial, delineando o mamilo/aréola. A secreção pode ser causada por pressão digital em um nódulo ou espessamento que pode estar localizado em qualquer parte da mama. Se você tiver secreção mamilar, você deve avaliar o seguinte: 
• Unilateral ou bilateral. 
• Uni ou multiductal. 
• Espontânea ou causada por compressão de um ponto específico.
 • Coloração.
 • Se houver nódulos ou espessamentos visíveis.
Fonte:https HYPERLINK "https://www.google.com/url2Flinhasdecuidado.saude.gov.br"://www.google.com/url2Flinhasdecuidado.saude.gov.br
Discussões sobre Exame Clínico das Mamas, durante as aulas práticas. Foi explicado e dado pra gente, uma amostra de Mama, uma parte normal, outra com nódulos e a última com bastante nódulos. Nela conseguimos identificar, aprender a palpitar.
 
Aula Prática 01 - Roteiro 10: Exame Clínico dos Órgãos Genitais Externos Femininos.
Na avaliação da genitália feminina, antes de iniciar o exame, procuramos primeiro construir uma relação de confiança com a paciente, observar o padrão de distribuição dos pelos, observar o estágio de desenvolvimento sexual e observar a presença ou ausência de pelos. Inchaço, danos e secreção, padrões de higiene. Usamos foco de luz para observar e ver melhor.
Temos as 3 Técnicas Propedêuticas, entre elas são: 
• Inspeção Estática.
 • Inspeção Dinâmica. 
• Palpação.
O exame da genitália deve começar pela inspeção estática. A primeira avaliação que deve ser feita é referente à distribuição de pelos e, nesse caso, considera- se a implantação dos pelos em linha reta sob a região hipogástrica, uma característica do sexo feminino. Dessa maneira, torna- se possível também avaliar eventuais casos de virilização, em que essa implantação irá se apresentar com uma forma triangular, em direção à cicatriz umbilical. Além disso, o aspecto dos pelos espelha o estímulohormonal, apresentando-se espessos e encaracolados na fase adulta. Descrevemos, portanto, os pelos como “adequados ao sexo e à idade”. Nesse caso, nas crianças e adolescentes, utilizamos a classificação de Tanner que compreende cinco estágios.
Durante a inspeção dinâmica, devemos solicitar à paciente que execute manobras que aumentem a pressão abdominal, tornando mais evidentes as possíveis distopias existentes. É nessa etapa que podemos observar com mais precisão a integridade anatômica das paredes vaginais e de seus órgãos satélites. Classicamente, as distopias genitais são descritas de acordo com as estruturas subjacentes à parede vaginal, que se deslocam. Assim, o prolapso da parede vaginal anterior é descrito como uretrocele ou cistocele, podendo a cistocele ser classificada em extensão (alta, baixa, graus). Já a retocele designa o prolapso do terço distal da parede vaginal posterior. Nesse contexto, quando o prolapso é dos terços proximais, seu conteúdo são as alças intestinais e a denominação correta é Enterocele. A paciente portadora de incontinência urinária de esforço pode apresentar, durante o aumento da pressão abdominal, perda de urina. Diante da queixa de “perda de urina” que não se evidencia ao exame, o médico deve levar a cabo todas as manobras propedêuticas pertinentes.
A palpação da glândula de Bartholin está indicada se houver uma história de processo infeccioso ou cístico. Realiza-se introduzindo o dedo indicador na vagina, próximo à extremidade posterior do introito e o polegar por fora da parte posterior dos grandes lábios.
 
Fonte:https://www.google.com/url?sa=i HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fbrasilescola.uol.com.br%2Fbiologia%2Faparelho-reprodutor-feminino.htm&"& HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fbrasilescola.uol.com.br%2Fbiologia%2Faparelho-reprodutor-feminino.htm&"url=https%3A%2F%2Fbrasilescola.uol.com.br%2Fbiologia%2Faparelho-reprodutor-feminino.htm HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fbrasilescola.uol.com.br%2Fbiologia%2Faparelho-reprodutor-feminino.htm&"&
Discussões sobre Exame Clínico dos Órgãos Genitais Externos Femininos, durante as aulas práticas. Foi discutido e abordado na sala de aula, como era feito os exames de toque e como a ginecologista faz para ver. Observamos também um modelo que dava pra ver só as partes de fora dos órgãos femininos.
 
Aula Prática 1 – Roteiro 11: Exame Clínico dos Órgãos Genitais Externos Masculinos.
O sistema reprodutor masculino consiste em testículos (túbulos), epidídimo, canal deferente, ductos ejaculatórios, vesículas seminais, próstata, glândulas bulbouretrais e uretra, onde os espermatozoides são liberados. Nos exames clínicos, os procedimentos são explicados ao paciente e uma relação de confiança é estabelecida antes do início do exame. Vamos observar padrões de crescimento capilar, fases de desenvolvimento sexual, inchaço, danos, presença de corrimento, padrões de higiene, etc.
No Pênis, fazemos uma Inspeção e observamos as seguintes coisas:
• Distribuição de Pelos.
 • Tamanho e forma do pênis. 
• Expor a glande e observar.
 • Tamanho do prepúcio.
 • Secreção. 
• Lesão ou inflamação na Glande. 
Já no Meato Uretral, observamos os Desvios e a presença de secreções. Temos os 3 desvios, entre eles são:
 • Pênis Normal: Composto por uma uretra e Testículos.
 • Hipospádia: A uretra é aberta na parte inferior do pênis. 
• Hipospádia Severa: A uretra é aberta na base do escroto e a curvatura do pênis é para baixo.
Os testículos e a virilha devem ser observados quanto a inchaço, áreas de despigmentação, lesões ou cistos. Nos casos de palpitações, deve-se observar o nódulo ou massa tumoral e descrever os sintomas associados como localização, tamanho,dureza ou sensibilidade e febre. https://www.google.com/url?sa=i HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fbrasilescola.uol.com.br"& HYPERLINK "https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fbrasilescola.uol.com.br"url=https%3A%2F%2Fbrasilescola.uol.com.br
Discussões sobre Exame Clínico dos Órgãos Genitais Externos Masculinos, durante as aulas práticas. Aprendemos todas as suas partes anatomicamente com explicação da professora e ainda slides e vídeos sobre o tema. 
Aula Prática 1 - Roteiro 12: Avaliação do Sistema Urinário.
 Na Avaliação do Sistema Urinário, explicamos o procedimento ao cliente, que faremos a Inspeção, percussão e palpação. Os sinais e os sintomas que ocorrem no sistema urinário, são:
• Poliúria: aumento do volume urinário, ou seja, da diurese. Pode decorrer da mobilização de edemas, diminuição do hormônio antidiurético, diabetes mellitus e até por desobstrução aguda de vias urinárias excretoras. 
• Oligúria: redução importante do volume urinário, com valores de 400 mililitros ao dia ou 30 mililitros por hora. Em crianças este volume urinário é 0,5 mililitros por quilo por hora. 
• Anúria: ausência de produção e eliminação de urina, considerada um sintoma de alterações no sistema urinário, como obstrução nas vias urinárias ou insuficiência renal aguda. 
• Polaciúria: vontade de urinar com muita frequência, em pequenas quantidades. 
• Hematúria: sangue na urina. 
• Piúria: presença de dez ou mais células brancas por milímetro cúbico de uma amostra de urina, ou pela presença de três ou mais glóbulos brancos por campo de urina, ou um teste com fita reagente, que é positivo para estreasse de leucócitos 
• Dor: sensação desagradável que pode limitar as habilidades e capacidades de uma pessoa para seguir uma rotina. 
• Anemia: condição na qual o conteúdo de hemoglobina no sangue está abaixo do normal como resultado da carência de nutrientes essenciais. 
• Aumento de Ureia: pode significar um problema renal. 
• Creatinina Plasmáticas: teste mais usado para avaliar a função renal, mas alguns pacientes podem ter diminuição da taxa de filtração glomerular com creatinina plasmática ainda normal. 
• Alteração nos Eletrólitos: Os distúrbios hidroeletrolíticos ocorrem quando o paciente perde quantidade significativa de líquidos corporais e, consequentemente, de eletrólitos. Essa perda pode ocorrer pelo suor excessivo, pela poliúria (excesso de urina), pelos vômitos e pela diarreia.
• Náuseas e Vômitos: sensação desagradável de ânsia de vômito. 
• Hipervolemia: Pletora ou sobrecarga de líquidos (do latim hiper+volemia muito volume sanguíneo) é a condição médica na qual há muito fluido no sangue em circulação. A condição oposta é a hipovolemia, na qual há muito pouco fluido no sangue. 
• Ganho Ponderal 
• Edema de MMII: Comumente encontrado na prática médica e, geralmente, pode ser diagnosticado pela história clínica e exame físico. Inúmeras doenças, comuns e raras, podem apresentar-se com edema de MMII, dentre elas a síndrome de Klippel – Trenaunay. 
• Hipertensão Arterial: é a pressão alta, é uma doença que ataca os vasos sanguíneos, coração, cérebro, olhos e pode causar paralisação dos rins. Ocorre quando a medida da pressão se mantém frequentemente acima de 140 por 90 mmHg. 
 Na Anamnese, o enfermeiro terá que conversar com o paciente se ele sentiu alguns sintomas, ou se notou algo de diferença durante o dia a dia dele. As perguntas que devemos fazer sempre, são: 
• Se sentiu Queimação, dor ou Hesitação para Urinar. 
• qual é a cor da Urina e cheiro do odor. 
• se teve alguma presença de Febre nos últimos dias. 
• se teve dores nas costas do lado direito ou esquerdo. 
• se perdeu o esforço para urinar. 
• se as dores nas costas que irradiam para baixo-ventre, se elas seguem em direção as coxas. 
 A inspeção que devemos realizar, é ver a coloração, aspecto de odor e verificar se há insuficiência Renal no paciente e observar os seguintes Edemas: 
• Periorbital. 
• Sacral. 
• Extremidades.
Discussões sobre Avaliação do Sistema Urinário, durante as aulas práticas. Foi explicado na aula o assunto abordado e mostrado um vídeo de como era realizado a palpitação e ausculta do Sistema urinário. A professora em peças anatômicas ilustrativas nos apresentoutodas as partes do sistema urinário . 
CONCLUSAÕ :
A avaliação clínica e psicossocial em enfermagem desempenha um papel fundamental na promoção de um cuidado integral e humanizado. Ao considerar não apenas os aspectos físicos, mas também os emocionais, sociais e psicológicos, é possível oferecer um cuidado individualizado que atenda às necessidades únicas de cada paciente. A interdisciplinaridade e o trabalho em equipe emergem como pilares essenciais nesse processo, possibilitando uma abordagem holística que visa não apenas a recuperação, mas também a promoção do bem-estar do paciente. Dessa forma, a avaliação clínica e psicossocial em enfermagem se revela como um instrumento valioso para o planejamento de cuidados eficazes e compassivos. Através das aulas práticas na sala de Enfermagem, podemos estudar o aprendizado Psicossocial e as avaliações clínicas que foram abordados durante a aula toda.
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