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UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE
FACULDADE DE CIENCIAS TECNOLÓGICAS
Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial
	
Análise de Custos de Produção De Frangos de Corte em Uma Empresa na Província de Maputo: Um Estudo de Caso Higest de Moçambique
PROJECTO
Apresentado à Universidade Técnica de Moçambique em cumprimento parcial dos requisitos exigidos para a elaboração da monografia que constitui um requisito parcial à obtenção do grau de licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial
Dalton Amiel Alexandre Da Costa
Maputo, 2021
	Análise de Custos de Produção De Frangos de Corte em Uma Empresa na Província de Maputo: Um Estudo de Caso Higest de Moçambique
PROJECTO
Apresentado à Universidade Técnica de Moçambique em cumprimento parcial dos requisitos exigidos para a elaboração da monografia que constitui umrequisito parcial à obtenção do grau de licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial
Dalton Amiel Alexandre Da Costa
LICENCIATURA EM ENGENHARIA E GESTÃO INDUSTRIAL
FACULDADE DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS
UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE
Tutor: Eng⁰ Armando Saete
Maputo, Março de 2021
DECLARAÇÃO DE HONRA
EuDalton Amiel Alexandre Da Costa, declaro por minha honra, que este trabalho, nunca foi apresentado na sua essência em nenhuma outra instituição para obtenção de qualquer grau académico e ou similar e o mesmo, constitui o resultado da minha investigação, estando citados no texto e na referência bibliográfica todas as fontes usadas. 
Maputo, Março de 2021
O declarante
_______________________________
Dalton Amiel Alexandre Da Costa
i | Page
ÍNDICE
1.	TÍTULO	3
2.	INTRODUÇÃO	3
2.1.	Problemática	3
2.2.	Contexto	4
2.3.	Pergunta de partida	5
2.4.	Objectivos	6
2.5.	Objectivo Geral	6
2.5.1.	Objectivo específico	6
2.6.	Justificativa	6
2.7.	Metodologia	7
3.	REVISÃO DA LITERATURA	8
3.1.	Avicultura	8
3.2.	Tendências Actuais do Mercado de Frango	9
3.2.1.	Contexto Internacional e Regional	9
3.2.2.	Contexto Nacional	10
3.2.2.2.	Consumo	11
3.2.2.3.	Criação	11
4.	CRONOGRAMA	12
5.	BIBLIOGRAFIA	13
1. TÍTULO
Análise de Custos de Produção De Frangos de Corte em Uma Empresa na Província de Maputo: Um Estudo de Caso Higest de Moçambique
2. INTRODUÇÃO
2.1. Problemática
Segundo a FAO (2007), a contribuição da pecuária na economia nacional é pequena, representando 10% do valor da produção agrícola e 2% do PIB 2001. No entanto, de acordo com o Censo Agro-Pecuário de 2000, os frangos são aves importantes para quase 70% da população rural, representando 97% do total de números de frangos, com um número médio de produção por ciclo de 11 unidades de frangos. Importa frisar que, dos 3% do total de número de frangos do sector comercial, apresentam em média cerca de 4.000 aves por ciclo.
Segundo o PAPA (Conselho de Ministro, 2008), a produção nacional de 2007 foi cerca de 13.300 toneladas, com um consumo a nível nacional, no mesmo período de 23.103 toneladas, o que significa ter um défice de 9.803 toneladas que é satisfeita pelas importações.
De acordo com as estatísticas aduaneiras reportadas pela FAO (2007), registou-se uma subida repentina de importações de frango congelado durante o período entre os anos 2001 a 2004, de 1 milhão de USD para mais de 5 milhões de USD até 2005. A facilidade de chegada deste produto induziu a uma descida de preços para o frango local, na tentativa de competir, causando prejuízos para os produtores locais que já vêm enfrentando os altos custos do pinto de dia e ainda os altíssimos custos de ração (FAO 2007, TechnoServe-Moçambique 2005).
Segundo a FAO (2007), estima-se que a ração participa com aproximadamente 74% dos custos de produção, que provavelmente são devido a dependência das importações dos componentes volumosos (milho e soja) e dos concentrados (minerais, aminoácidos e premix) para a formulação da ração.
Os preços baixos de frangos nos países como a África do Sul, Brasil e EUA comprometem a competitividade das empresas moçambicanas na sua produção podendo no entanto ser necessário um incentivo do estado na aquisição das matérias-primas em quantidades suficientes para acabar com as importações dos frangos.
2.2. Contexto
A análise de Custos de Produção De Frangos de Corte em Uma Empresa na Província de Maputo: Um Estudo de Caso Higest de Moçambique constitui o objecto de estudo proposto no presente projecto como um dos requisitos para a elaboração da monografia que é desenvolvida no final do curso da licenciatura em engenharia e gestão industrial, ministrado na Universidade Técnica de Moçambique, como uma das condições para a obtenção de grau de licenciatura, com o objectivo de fazer uma análise de custos de produção de frangos de corte na empresa Higest Moçambique.
Um dos focos prioritários da estratégia da revolução verde em Moçambique no subsector da avicultura está em promover o desenvolvimento sustentável da produção de frangos e reduzir importações.
Em 2004, cerca de 24 milhões de frangos foram produzidos pelos produtores nacionais, atingindo um crescimento da produção na ordem de 9,8% até o ano de 2005, onde no mesmo período representou 37,7% da produção total da carne nacional. Em 2006, das 13.500 toneladas de carne produzidas, mais da metade (52%) corresponderam à produção de frango.
O sector comercial contribuiu no ano de 2005 com 11,5% da produção nacional da carne de frango (MINAG – DNP, 2006 e MINAG, 2008).
O estudo analisa a produção de frango de corte pela empresa Higest Moçambique na província de Maputo, como um estudo de caso para verificar até que ponto as várias iniciativas de relançamento da actividade de produção comercial de frangos estão tornando as empresas avícolas rentáveis e competitivas e também para esclarecer a situação actual de produtividade, custos de produção, e rentabilidade identificando os elementos de custos que precisa de atenção para melhorar o desempenho do sub-sector.
Para tal, foram calculados os indicadores de produtividade e eficiência técnica, os custos de produção e análise de rentabilidade financeira e a posterior apuração do resultado de um ciclo de produção na Empresa Higest. Os dados e as informações utilizadas nos cálculos foram extraídos no local de criação junto dos técnicos responsáveis pela empresa.
O estudo revela que a produção de frango de corte em Moçambique no sistema intensivo em piso pode ser tecnicamente eficiente e, é rentável. Com a taxa de mortalidade de 3%, o peso vivo de 1,8kg aos 35 dias e a taxa de conversão de ração de 1,94 kg/kg, os níveis de produtividade e eficiência técnica na granja da Faculdade de Veterinária são próximos dos padrões internacionais. A ração e pinto de dia contribuem em 67,3% e 19,9% dos custos de produção, respectivamente. A margem líquida é equivalente a 8,2% do valor de produção. O preço actual do frango pode baixar ao máximo em 8,7% sem causar prejuízo aos produtos, mantendo os outros factores constantes.
Com base nos resultados da pesquisa, são recomendados alguns aspectos a serem observados visando o aumento dos lucros e da eficiência dos produtores de frango em Moçambique, tais como:
· Reduzir os custos da ração, através do aumento da produtividade e produção local de soja e de variedades do milho apropriado, e desenvolver alternativas alimentares viáveis tecnicamente e economicamente.
· Desenvolver a produção ao nível nacional de reprodutores e construção de incubadoras locais, criando incentivos e minimizar os constrangimentos para atrair investimentos privados.
· Reduzir a taxa de mortalidade e o nível de conversão alimentar através de programas de transferência de tecnologias, especialmente vocacionados para os produtores individuais.
Para a realização deste projecto, será necessário colher dados reais de produção de frangos de corte diário, semanal, mensal e anual na empresa Higest e depois far-se-á uma análise quantitativa de custos de produção.
2.3. Pergunta de partida
Dentro dessa abordagem acima referida, surge a seguinte pergunta de pesquisa: como a empresa Higest Moçambique controla os custos de produção de frangos de corte para garantir a qualidadedos frangos?
De forma a atender esta questão, sugerem-se as seguintes sub questões:
I. Qual é a situação actual do sistema de produção de produção de frangos de corte na empresa?
II. Quais são os grupos alvos que beneficiariam dum sistema de produção de frangos de corte?
III. Que aspectos a considerar para desenhar um plano integrado na gestão de custos de produção de frangos de corte em uma empresa?
2.4. Objectivos
2.5. Objectivo Geral
· Analisar a os custos de produção de frangos de corte na empresa Higest Moçambique a partir dos dados do terreno.
2.5.1. Objectivo específico
· Descrever o processo de produção de frangos de corte na empresa;
· Determinar os custos em uma empresa produção de frangos de corte.
· Identificar os custos que são críticos e que podem ser modificados através de intervenções tecnológicas e políticas para melhorar a rentabilidade financeira da produção do frango.
2.6. Justificativa
A presente proposta de estudo visa, estudar as condições actuais de análise de custos de produção de frangos de cortes em uma empresa, a qual sustentabilidade do sub-sector da produção de frangos vai, em larga medida, dependendo do melhoramento de produtividade e eficiência ao longo da toda a cadeia de valor. Pretende sob o ponto de engenharia esclarecer a situação actual de produtividade, custos de produção e rentabilidade financeira, identificando os elementos de custos que precisa de atenção para melhorar o desempenho do sub-sector avícola.
2.7. Metodologia
O método visa garantir a exequibilidade e qualidade do processo de pesquisa (BOCCHI, 2004). Geralmente esse método envolve levantamentos bibliográficos, entrevistas e estudo de casos. 
A fim de alcançar os objectivos acima propostos, desenhou-se a metodologia seguinte para o presente trabalho:
· Recolha de dados: para melhor percepção do estudo de caso, será útil a recolha de dados reais de consumo e produção na empresa.
· Análise documental: irá se fazer a análise das características das empresas de produção de frangos de corte através da documentação interna existente no conselho municipal.
· Entrevistas:
Será feita em diversos departamentos e entrevistas aos agentes da unidade. Nesse processo serão entrevistados os produtores, trabalhadores e consumidores.
Figura 1: Fluxograma de pesquisa
3. REVISÃO DA LITERATURA
Para a avaliação da produtividade, tomou-se em consideração alguns parâmetros produtivos como o índice de conversão alimentar (CA), eficiência alimentar (EA), ganho de peso diário (GPD), viabilidade (V) e índice de eficiência de produção (IEP).
3.1. Avicultura
Um dos mais recentes relatórios de referência sobre a transformação estrutural das economias Africanas (ACET 2014) identifica o agro-processamento como uma vertente central para o desenvolvimento do continente, e dentro desta área aponta para a indústria integrada de soja e avicultura como uma das cadeias mais promissoras para impulsionar a transformação estrutural. 
A produção animal – e particularmente de aves - constitui um componente importante da economia agrária de Moçambique e o desenvolvimento contínuo do sector de avicultura pode contribuir para um crescimento inclusivo e sustentável do país em várias formas. 
Por um lado, a avicultura é uma actividade geradora de renda para famílias pobres que vivem em condições precárias. Também, a produção avícola pode aumentar a disponibilidade de frango e ovos para o consumo familiar, o que é vantajosa na perspectiva nutricional e de diversificação da dieta, visto que estes produtos constituem fontes valiosas de proteínas a custo baixo. Por outro lado, o sector comercial gera emprego, nas várias partes da cadeia, desde a incubação, a criação, o abate, o empacotamento, o transporte até à comercialização do frango. 
Ademais, o desenvolvimento do sector de avicultura no país pode substituir as importações, resultando num impacto positivo na balança de pagamentos. O crescimento da classe média, associado a uma crescente taxa de urbanização continuará a impulsionar o consumo de frango, e prevê-se que esta tendência manter-se-á nas próximas décadas.
Por último, o desenvolvimento integrado da indústria avícola, incluindo a produção de ração, gera oportunidades de negócio para os pequenos e médios produtores de milho e soja. Com o crescimento e a dinamização do mercado doméstico, os produtores passam a ter uma maior garantia de escoamento da produção, o que poderá permitir-lhes aumentar as suas áreas de cultivo e seus níveis de investimento. 
O crescimento acelerado da produção avícola nacional na última década, conquistando uma maior quota do mercado doméstico, indica a competitividade do frango nacional em relação ao frango importado, apesar dos obstáculos enfrentados pelos produtores. Estudos revelam que o consumidor tem uma preferência pelo frango congelado nacional, estando disposto a pagar um ligeiro prémio em relação ao frango importado (Technoserve 2005). Assim, a autosuficiência no frango congelado é um objectivo tangível no médio prazo. 
Na realidade, Moçambique poderá ter as condições necessárias para se tornar competitivo na exportação de frango no médio e longo prazo, principalmente para a África Austral e o Médio Oriente. Para tal, seria necessário a tomada de iniciativas dinamizadoras e a realização de investimentos em todas as partes da cadeia para reduzir os custos de produção. Como se discutirá neste trabalho, o controle do contrabando constitui um elemento fundamental para incentivar e viabilizar este tipo de investimento.
3.2. Tendências Actuais do Mercado de Frango 
3.2.1. Contexto Internacional e Regional
A visão sintética dos fluxos de comércio internacional de frango, que totalizaram $26.8 biliões em 2014. O Brasil é o maior exportador com cerca de $7.24 biliões, representando 27% das exportações globais, seguido pelos EUA com $4.55 biliões (17% das exportações globais). Os maiores importadores são a China ($2.44 biliões), Arábia Saudita ($1.48 biliões), Japão ($1.35 biliões) e Alemanha ($1.67 biliões). De modo geral, o mercado internacional de frango é caracterizado por fluxos de produto que saem das Américas (regiões com maior excedente) com destino à Ásia, África e ao Médio Oriente (regiões com maior défice).
O preço de frango no mercado internacional (preço FOB Brasil) tem uma forte correlação com os preços internacionais de alimentos (Gráfico 1). De facto, a matéria-prima usada no fabrico da ração – soja e milho - representa uma parte substancial dos custos de produção de frango, e está na base da cadeia de alimentos proteicos de origem animal. Assim, o preço internacional de frango acompanhou a subida drástica dos preços destes últimos em 2007-08, impulsionada pelo crescimento da classe média nas economias emergentes. Depois da queda que seguiu o início da Crise Financeira em Setembro de 2008, a tendência de subida dos preços de alimentos retomou em 2010. Desde 2014 o índice de preços de alimentos tem verificado uma queda acentuada. Entre os factores que explicam este movimento podemos apontar a descida do preço de combustíveis e as boas colheitas de cereais, resultantes de condições meteorológicas favoráveis nos países de maior produção agrícola (UNCTAD 2015).
3.2.2. Contexto Nacional
O levantamento de dados estatísticos referentes à produção e consumo nacional de frango não é uma tarefa fácil, por várias razões; contudo, importa destacar duas. Primeiro, a existência de um número considerável de pequenos criadores informais de frango torna difícil a compilação dos dados de produção. Adicionalmente, a comercialização dos frangos produzidos por estes operadores acontece quase exclusivamente através de redes retalhistas informais. 
Segundo, a importação ilegal massiva de frango congelado faz com que os dados oficiais de importação não sejam suficientes para apurar as quantidades reais que entram no país e consequentemente os níveis de consumo nacional. As diferentes avaliações efectuadas nos últimos anos, e adicionado aos números que a seguir apuramos, corroboram que a maioria do frango congeladoimportado entra no país à margem do sistema tributário nacional, ou seja, é contrabandeado, maioritariamente por via terrestre e vindo da África do Sul.
3.2.2.1. Produção
A dificuldade de apurar os volumes de produção será ilustrada através de um Gráfico, onde são apresentadas as estimativas de produção de frango em Moçambique de acordo com os dados da Direcção Nacional de Veterinária (DINAV), da Associação Moçambicana dos Avicultores (AMA), e da FAO. Os dados da DINAV e da AMA mostram uma tendência similar de crescimento durante a última década, contrariamente aos dados da FAO que apresentam um cenário de estagnação. Porém, com base nos depoimentos dos maiores produtores do país, fica claro que o sector registrou um forte crescimento contínuo na última década, o que leva-nos a depositar maior confiança nos dados das fontes nacionais.
3.2.2.2. Consumo
Com base na análise dos dados de produção e importação de frango por Moçambique é possível inferir os volumes de consumo aparente pelo país. O diagrama de consumo, produção e importação sugere – em síntese - um consumo total de 88,000 toneladas, dos quais 62,000 toneladas ou 70% produzidos domesticamente.
3.2.2.3. Criação
Na análise dos custos de criação de frango é preciso fazer-se uma distinção entre a produção comercial em escala, cuja produção se destina maioritariamente aos matadouros, e a produção por pequenos criadores para o mercado de frango vivo. Um outro aspecto distintivo é que o último grupo paga o preço de venda ao público (PVP) na compra dos insumos, enquanto que o primeiro grupo tem descontos por comprar em grandes quantidades. No entanto, como irei mostrar no trabalho, o pequeno criador consegue vender o seu frango no mercado informal a um preço superior ao do produtor comercial, basicamente pelas condições diferenciadas nos dois segmentos do mercado, onde os matadouros são obrigados a ajustar os seus preços em função do comportamento do preço de frango importado.
4. CRONOGRAMA
	
	Actividades
	2021
	N.
	
	Março
	Abril
	Maio
	Junho
	1
	Concepção do projecto de pesquisa
	x
	x
	x
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	2
	Submissão do projecto ao concelho científico
	
	
	
	x
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	3
	Recolha de dados e início da monografia
	
	
	
	
	x
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	4
	Análise e interpretação de dados
	
	
	
	
	
	x
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	6
	Submissão da monografia ao conselho científico
	
	
	
	
	
	
	x
	
	
	x
	
	
	
	
	
	
	
	7
	Comunicado público
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	x
	
	
	
	8
	Defesa oral do trabalho de diploma
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	x
	
	
	
2
BIBLIOGRAFIA
ACET (2014b). The Soybean Agriprocessing Opportunity in Africa. African Center for Economic Transformation. 
ACET (2014a). African Transformation Report: Growth with Depth. African Center for Economic Transformation.
BOCCHI, João Ildebrando (org.), Monografia para Economia. São Paulo: Saraiva, 2004.
Conselho de Ministro (2008). Plano de Acção para a Produção de Alimentos, 2008 - 2011.
República de Moçambique.
FAO (2007). Briefs on import surges. Mozambique: Poultry Meat, Nº 10.
Governo de Moçambique (2014). Estratégia Nacional de Desenvolvimento (2015-35).
MINAG – DNP (2006). Relatório Anual 2005. República de Moçambique.
MINAG (2008). Plano Estratégico do Desenvolvimento do Sector Agrário. Esboço do Diagnóstico e Linha de Orientação. Maputo, República de Moçambique.
MINAG (2008). Conceitos, princípios e estratégias de revolução verde em Moçambique.
Maputo, República de Moçambique.
TechnoServe (2005). How Can we Make the Chicken Industry Fly?
Dalton Amiel Alexandre Da Costa	Página 13
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