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Terapia Analítico
Comportamental
 NA PSICOTERAPIA BREVE
PSICOTERAPIA
BREVE
Tripé: foco, atividade e
planejamento;
Metas mais claras e reduzidas;
Procura obter em curto prazo uma
melhora na qualidade de vida,
elegendo uma queixa principal e
focando o empenho na sua
resolução.
“A Psicoterapia Breve, então, pode ser vista como
desviante, porque implica em maior presença do
analista, visto preconceituosamente como alguém
“ativo”, ou seja ele adquire uma atitude “não
psicanalítica””.
 Oliveira(1999,p.20)
PSICOTERAPIA
BREVE
2) Modelo Relacional: Dão
maior importância para a
experiência, a relação do
“Aqui-e-agora”. Tem o
psicoterapeuta como
observador participante.
3) Modelo Integrativo ou
Eclético: São utilizados
diversos recursos que serão
analisados e adaptados de
acordo com a situação atual do
paciente, sendo sempre o foco
principal as necessidades
relatadas pelo mesmo.
1) Modelo estrutural ou do
Impulso: Nesse modelo o
objetivo é identificar o conflito
primário associado à queixa
principal do indivíduo. A partir
disso, é conduzido um trabalho
terapêutico com duração
definida.
OS TRÊS MODELOS:
 Diversos problemas podem obter resultados
satisfatórios em pouco tempo. Por isso, os
transtornos mentais que já são tratados
tradicionalmente, ganham ainda mais relevância.
Alguns deles são: traumas, fobias, síndrome do
pânico, estresse, ansiedade, compulsões, vícios,
dependência emocional, baixa autoestima,
depressão entre outros. Brandão (2021) conceitua
que não se tem o limite da utilização da
Psicoterapia Breve em tratamento de síndromes e
transtornos, podendo ser aplicado em casos de:
depressão, ansiedade, compulsão alimentar,
estresse, transtorno obsessivo compulsivo (TOC),
estresse pós-traumático (TEPT).
PSICOTERAPIA
BREVE
A Terapia Analítico Comportamental é um tipo de
psicoterapia e está pautada na análise do
comportamento e na teoria do Behaviorismo Radical.
Criada por Skinner, seu propósito é estudar o
comportamento humano em relação ao meio
natural e social.
Essa abordagem busca compreender
comportamentos que o indivíduo considera
inadequados e que causam sofrimento. Para
isso, a terapia atua na modificação desses
comportamentos e na compreensão das
situações envolvidas.
TERAPIA ANALITICO
COMPORTAMENTAL NA
PSICOTERAPIA BREVE
 Tanto a psicoterapia breve quanto a abordagem analítico-
comportamental compartilham uma base na observação e
análise do comportamento do cliente. Na psicoterapia
breve, há uma rápida identificação de padrões
disfuncionais de comportamento. Já na abordagem
analítico-comportamental, os terapeutas utilizam métodos
como o registro comportamental para avaliar e intervir nos
problemas apresentados.
 A psicoterapia analítico-comportamental é uma
abordagem terapêutica que emprega uma série de técnicas
para facilitar a mudança comportamental.
 
 Uma dessas técnicas é a análise funcional, que
envolve a identificação das variáveis que sustentam
comportamentos problemáticos.
A exposição gradual é uma técnica frequentemente utilizada no
tratamento de fobias e transtornos de ansiedade. O terapeuta
ajuda o paciente a enfrentar gradualmente situações que
causam medo ou ansiedade, permitindo que ele desenvolva
habilidades de enfrentamento.
Isso é feito através da observação e registro dos
comportamentos do paciente, bem como a identificação das
consequências que reforçam esses comportamentos. O objetivo
é ajudar o paciente a identificar alternativas mais saudáveis.
Por fim, a modelagem é uma técnica que envolve o fornecimento
de exemplos de comportamentos desejados e o reforço de sua
ocorrência. O terapeuta auxilia o paciente a desenvolver
habilidades específicas através da observação e imitação de
modelos adequados.
A reestruturação cognitiva é uma técnica utilizada, cujo objetivo é
identificar e modificar padrões de pensamento disfuncionais. O
terapeuta auxilia o paciente a questionar suas crenças e a
desenvolver pensamentos mais realistas e adaptativos.
A Terapia Cognitivo-Comportamental é um tipo de terapia que
acredita que muitos problemas psicológicos vêm da forma como
pensamos. Ela usa técnicas que ajudam a mudar os pensamentos
negativos e as ações que não são boas para nós. O terapeuta
trabalha com a pessoa para identificar esses pensamentos e
comportamentos ruins e ensina maneiras de transformá-los em
algo mais positivo. Isso ajuda a pessoa a se sentir melhor
emocionalmente e a agir de forma mais saudável.
DIFERENÇAS
ENTRE TCC,
BEHAVIORISMO
RADICAL E TAC
TCC
O behaviorismo radical é uma forma de entender a psicologia que
se concentra apenas no que podemos ver e medir, como as ações
das pessoas, sem se preocupar com o que está acontecendo
dentro da cabeça delas (id, ego, inconsciente, etc.) Ele diz que
nosso comportamento vem do aprendizado, ou seja, da forma
como reagimos aos estímulos do mundo ao nosso redor. Para os
behavioristas radicais, não importa se falamos de ações ou
pensamentos, tudo faz parte do mesmo mundo natural e deve ser
explicado de maneira simples e direta, baseada no que podemos
observar e verificar na prática.
DIFERENÇAS
ENTRE TCC,
BEHAVIORISMO
RADICAL E TAC
BEHAVIORISMO
RADICAL
A A Terapia Analítico-Comportamental, baseada no
Behaviorismo Radical, vê todo comportamento como algo que
aprendemos ao longo da vida e que nos ajuda de alguma forma,
mesmo que às vezes nos cause problemas. Ela não procura uma
única razão para explicar por que agimos de certa maneira, mas
entende que nosso comportamento é influenciado por muitos
fatores diferentes que ocorre em três níveis, o filogenético,
ontogenético e cultural.
 Na terapia, o psicólogo observa o que leva a pessoa a agir de
determinada maneira e o que acontece depois dessa ação. Com
essa informação, ele ajuda a pessoa a mudar esses padrões para
enfrentar melhor as situações difíceis.
DIFERENÇAS
ENTRE TCC,
BEHAVIORISMO
RADICAL E TAC
TAC
SÍNDROME
DA FADIGA
CRÔNICA
Síndrome é uma palavra de origem grega e pode ser
entendida como um conjunto de sintomas e sinais, cuja
ocorrência simultânea indica ou caracteriza uma doença,
transtorno mental ou outra condição de funcionamento
Anormal do organismo;
A SFC como a presença de fadiga intensa, pelo período de
pelo menos seis meses, com prejuízo no funcionamento
escolar, ocupacional , social e
pessoal, sem causa médica conhecida, e que apresente,
simultaneamente, ao menos quatro dentre os sintomas
abaixo citados:
Prejuízo na memória de curto prazo e na concentração, a
ponto de afetar aspectos do
uncionamento global ;
Dor de garganta;
Sensibil idade aumentada nos
linfonodos cervicais ou na axila;
Dor muscular;
Dor em várias articulações, sem
inchaço ou vermelhidão;
Um novo t ipo, padrão ou intensidade de cefaleia;
Sono não reparador;
Mal-estar intenso e prolongado após
exercício f ísico.
Maria, 30 anos, sexo feminino, solteira e sem filhos,
portadora de SFC (Síndrome da fadiga crônica) há cinco
anos, foi encaminhada pelo psiquiatra à primeira autora,
para dar início à terapia analítica comportamental,
formada em administração e pós-graduada em
economia, queria prestar concurso para ingresso na
carreira pública, afirmava que sempre sustentou esse
ideal. Considerava que assim poderia contribuir para a
sociedade de uma maneira que lhe trouxesse mais
satisfação;
Sua única irmã era casada, com filhos, e se relacionava
com todos de modo distante, embora sem conflitos
aparentes.;
ESTUDO
DE 
CASO
O AUTOR NO ARTIGO PARA PRESERVAR A TERAPIA DIZ
QUE OMITIU ALGUMAS INFORMAÇÕES DO PACIENTE
POR SIGILO .
No histórico de Maria constavam algumas internações
hospitalares e outros períodos de permanência ao leito,
em casa, todos resultantes de complicações clínicas
próprias da SFC;
Estava também em terapia de orientação psicanalítica
há alguns anos e escolheu manter em paralelo as duas
intervenções psicológicas, decisão respeitada pelos
profissionais envolvidos. Ela afirma que os principaisprejuízos decorrentes da SFC se referiam à redução do
rendimento cognitivo, e à dificuldade para manter
relacionamentos sociais, por sentir-se fisicamente
debilitada, sem condição de passear, fazer visitas,
frequentar locais como bares, festas, etc;
ESTUDO
DE 
CASO
O AUTOR NO ARTIGO PARA PRESERVAR A TERAPIA DIZ
QUE OMITIU ALGUMAS INFORMAÇÕES DO PACIENTE
POR SIGILO .
Formada em administração e pós-graduada em
economia, queria prestar concurso para ingresso na
carreira pública, afirmava que sempre sustentou esse
ideal. Considerava que assim poderia contribuir para a
sociedade de uma maneira que lhe trouxesse mais
satisfação. Trancou a matrícula no curso preparatório.
Havia, então, desistido de se inscrever em novos
concursos;
Quanto à vida social, vinha se isolando
progressivamente mais do convívio com amigos.
Frequentemente cancelava na última hora os
compromissos que assumira com antecedência;
ESTUDO
DE 
CASO
O AUTOR NO ARTIGO PARA PRESERVAR A TERAPIA DIZ
QUE OMITIU ALGUMAS INFORMAÇÕES DO PACIENTE
POR SIGILO .
Quanto à vida social, vinha se isolando
progressivamente mais do convívio com amigos.
Frequentemente cancelava na última hora os
compromissos que assumira com antecedência. A
cliente referiu que às vezes se sentia indisposta na hora
de sair para o programa combinado, temia que no
transcorrer da atividade viesse a passar mal. Relatava
que os amigos a discriminam, não entendiam seus
motivos. Passou, então, a não assumir compromissos
sociais e as recusas habituais acabaram por ampliar o
isolamento. Respostas de fuga (ir embora mais cedo,
para o estudo no meio da leitura) tornaram-se esquivas
(não marcar compromissos, trancar matrícula no
preparatório), resultando em maior isolamento e
rejeição;
ESTUDO
DE 
CASO
O AUTOR NO ARTIGO PARA PRESERVAR A TERAPIA DIZ
QUE OMITIU ALGUMAS INFORMAÇÕES DO PACIENTE
POR SIGILO .
O relacionamento com os pais e irmão (mais novo do
que ela) sempre foi tenso e pouco afetivo, problema
grave e anterior ao advento da SFC. Sua única irmã era
casada, com filhos, e se relacionava com todos de modo
distante, embora sem conflitos aparentes;
Em novembro ela voltou à terapia pedindo ajuda para
ver se iria para Europa ou não . Esta decisão sinalizou
para a terapeuta, que provavelmente a cliente, embora
temerosa, estaria ainda inclinada a viajar, precisando
provavelmente de algum incentivo e orientações, de
forma a evitar que os excessos esportivos produzem dor
intensa e a afastasse dos esportes e do convívio com a
turma de amigos na estação de esportes de inverno;
ESTUDO
DE 
CASO
O AUTOR NO ARTIGO PARA PRESERVAR A TERAPIA DIZ
QUE OMITIU ALGUMAS INFORMAÇÕES DO PACIENTE
POR SIGILO .
Não foi possível bloquear as esquivas emitidas na
sessão e ajudá-la a entrar em contato com as emoções
delicadas por esse assunto, em função da aproximação
da data de partida. A cliente acabou viajando, e, seis
meses depois, marcou consulta de retorno. Nesta
ocasião relatou o sucesso da experiência de vida na
Europa. Praticou esporte, teve sintomas que foram
contornados com algum descanso e medicação, esteve
regularmente com os amigos locais e se divertiu.
Avaliou sua experiência como muito positiva e relatou
surpresa com os resultados. Ao retornar, no entanto,
sentia-se mal novamente;
ESTUDO
DE 
CASO
O AUTOR NO ARTIGO PARA PRESERVAR A TERAPIA DIZ
QUE OMITIU ALGUMAS INFORMAÇÕES DO PACIENTE
POR SIGILO .
No contexto “família”, eram negativamente reforçados
comportamentos verbais e não verbais mantenedores
dos sintomas da SFC, enquanto que no contexto
“estação de esqui” havia o fortalecimento de ações
favoráveis ao viver saudavelmente, sob o ponto de vista
biológico e sociocultural. Na estação de esqui havia
reforçamento social generalizado para respostas de
baixo custo, relacionadas ao esporte e convívio social,
sem competição e críticas;
ESTUDO
DE 
CASO
O AUTOR NO ARTIGO PARA PRESERVAR A TERAPIA DIZ
QUE OMITIU ALGUMAS INFORMAÇÕES DO PACIENTE
POR SIGILO .
A cliente emitiu a resposta mais prevalente em seu
repertório, afastando-se da terapia, a despeito da expressão
de genuína apreciação da terapeuta frente aos resultados
alcançados na Europa e da sinalização de novas
perspectivas. Sugere-se que fracionar para a cliente a
apresentação das etapas subsequentes da terapia tivesse
sido uma estratégia clínica mais adequada, face sua
adversidade potencialmente menor;
Adicionalmente, seria interessante avaliar se a sugestão de
novas metas para a terapia (trabalhar as dificuldades de
relacionamento com família, os problemas de rendimento
acadêmico, etc.), sugeridas pela terapeuta a cliente, não
teria sido um estímulo aversivo pertencente à mesma classe
de estímulos que poderíamos nomear como “tudo que as
pessoas esperam que eu seja capaz de fazer, a despeito da
minha vontade ou condição”. Neste caso, uma ação
terapêutica menos incisiva e não diretiva teria maior chance
de manter a cliente em tratamento;
ESTUDO
DE 
CASO
Estas hipóteses acerca das variáveis de controle do
comportamento do cliente por diferentes contextos
sugerem caminhos para investigações futuras acerca
dos determinantes de problemas interpessoais em
pacientes de SFC e das possibilidades de intervenções
comportamentais para tratamento das esquivas e
outros problemas decorrentes da síndrome. A meta
final será sempre a busca de maior qualidade de vida, a
despeito da eventual vigência de sintomas da SFC.
ESTUDO
DE 
CASO
O AUTOR NO ARTIGO PARA PRESERVAR A TERAPIA DIZ
QUE OMITIU ALGUMAS INFORMAÇÕES DO PACIENTE
POR SIGILO .
Como é a sessão? 
Com as crianças, é utilizado método
lúdico, como jogos, brinquedos,
brincadeiras, histórias e outros, a fim
de tornar o ambiente agradável e
natural.
Com adultos, a sessão se baseia na
interação entre o terapeuta e o(a)
cliente, prevendo reforço mútuo em
que os dois estão engajados em
entender conflitos e trazer melhoras
para comportamentos disfuncionais.
QUAIS SÃO AS
PERGUNTAS MAIS
FREQUENTES
SOBRE TAC?
Como fazer e praticar a Terapia
Analítico-Comportamental?
A Terapia Analítico-Comportamental
é realizada por profissionais
especializados, como psicólogos ou
terapeutas comportamentais. 
.
TAC é eficaz em quais transtornos
mentais?
TOD
Transtorno de ansiedade e TAG
Transtornos do humor como
depressão
Transtorno do espectro autista
.
Transtornos alimentares
como anorexia nervosa,
bulimia nervosa e transtorno
de compulsão alimentar
Agorafobia
Transtorno Obsessivo-
Compulsivo
Dependência química
Transtorno do pânico
Fobia social e outras.
.
FIM...
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