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Objetivos
Módulo 1
Níveis Cognitivos
Identificar aspectos e
processos da aprendizagem
humana
Acessar módulo
Módulo 2
Anos 1970
Identificar teorias da
inteligência e dos modelos
mentais
Acessar módulo
Módulo 3
Estilos de aprendizagem
Reconhecer estilos de
aprendizagem e métodos de
estudo eficazes para
aprendizagem significativa
Acessar módulo
Como estudar
melhor
Prof.ª Eloiza da Silva Gomes de Oliveira
Descrição A aprendizagem humana e alguns de seus aspectos, como a inteligência, os
estilos de aprendizagem, os modelos mentais e o estabelecimento de
métodos de estudo facilitadores de aprendizagens significativas.
Propósito Compreender as características, o processo e as possibilidades da
aprendizagem humana para identificar a sua própria aprendizagem e estar
apto a desenvolver métodos de estudo efetivos.
Você já parou para pensar que, às vezes, estudamos muito e temos a sensação de
que não aprendemos quase nada? Ou já passou por aquela situação em que você
acha que estudou suficientemente e nas avaliações o resultado não é satisfatório?
Tão ou mais importante do que estudar é saber como estudar, identificar seu estilo
de aprendizagem e as estratégias ou métodos de estudo mais adequados. Por
isso, veremos como estudar de modo mais proveitoso, para que a aprendizagem
seja mais fluida e agradável.
Se aprender melhor significa estudar o mínimo necessário, de maneira objetiva,
aprendendo o máximo possível, então precisamos compreender um pouco mais
sobre a aprendizagem humana.
Introdução
1
Aprendizagem Humana
Identificar aspectos e processos da aprendizagem humana
Faremos isso conhecendo aspectos da aprendizagem como a inteligência, os
modelos mentais e os estilos de aprendizagem. Veremos que cada um de nós
precisa aprender a estudar, descobrindo métodos de estudo que sejam adequados
à nossa motivação, cognição e, principalmente, ao nosso estilo de aprender.
Mas, atenção! É importante você estudar este conteúdo sempre mantendo em
vista a sua própria aprendizagem, a maneira como ela se desenvolve e como pode
ocorrer de forma aprimorada. Você é o foco deste conteúdo, com seus três
módulos e uma meta ampla em comum: facilitar maneiras de estudar de forma
cada vez melhor.
O ato de aprender é fundamental para o ser humano! Por isso, começaremos
compreendendo melhor a aprendizagem e alguns dos seus componentes.
Conheceremos os fatores internos e externos que podem facilitar, dificultar ou até
mesmo impedir que você aprenda.
E vale a pena enfatizar: faremos tudo isso tendo sempre em mente que aprender é
algo essencial para o indivíduo.
Vamos lá, então!
Aprendizagem: muitas teorias e um único
conceito
Conceito
São muitas as abordagens teóricas que têm como objeto a aprendizagem humana.
Em comum, podemos afirmar que elas falam em mudanças de comportamento que a
aprendizagem provoca.
As mais importantes linhas teóricas da aprendizagem podem ser assim resumidas:
Um conceito de aprendizagem bastante abrangente e utilizado é o que foi formulado
por Ernest Hilgard (1904-2001), professor de Psicologia da Universidade de Stanford,
autor de um conhecido livro sobre teorias de aprendizagem.
Veja o que ele disse:
Aprendizagem é o processo pelo qual uma atividade tem origem
ou é modificada pela reação a uma situação encontrada, desde
que as características da mudança de atividade não possam ser
explicadas por tendências inatas de respostas, maturação ou
estados temporários do organismo (por exemplo, fadiga, drogas
etc.)
(HILGARD, 1966, p. 3)
Assim, toda vez que encontramos algo que estimule a nossa curiosidade e o nosso
desejo de conhecer, vários processos internos são ativados para que aquela situação
ou objeto sejam conhecidos, para que possamos aprender sobre aquilo.
De�nições de aprendizagem
Três perguntas sobre a aprendizagem
É possível que você tenha algumas dúvidas ou mesmo curiosidades sobre a
aprendizagem. Há pelo menos três perguntas que frequentemente são feitas sobre a
aprendizagem e para as quais muitas vezes encontramos respostas muito
contraditórias.
Confira as três perguntas e responda a cada uma delas:
Confira as três perguntas e responda a cada uma delas:
1ª pergunta: Só se aprende na escola e demais instituições educacionais?
Digite sua resposta aqui...
Chave de resposta
Vejamos alguns tipos de aprendizagem.
Primeiro, podemos falar da aprendizagem formal, desenvolvida em instituições
educacionais, que leva à obtenção de diplomas e qualificações. Ela é
intencional, ocorre em contextos estruturados, por meio de atividades
planejadas e orientadas por metas e objetivos.
 1 de 3 
2ª pergunta: A aprendizagem é mais rápida e profunda na infância, adolescência e
juventude, diminuindo o ritmo na idade adulta e, principalmente, na velhice?
Digite sua resposta aqui...
 
Chave de resposta
Podemos dizer que a aprendizagem ganha características e ritmos diferentes,
dependendo da fase de desenvolvimento do indivíduo, mas aprender é como respirar,
um processo duradouro enquanto nós estamos vivos.
É muito comum utilizarmos a expressão “aprendizagem ao longo
da vida” (ou lifelong learning), que significa continuar aprendendo
coisas novas com o passar dos anos.
Esse conceito surgiu na Europa, na década de 1970, e se consolidou nos anos 1990. É
uma ideia que enfatiza a educação como um processo permanente, que vai muito
além dos limites das instituições, da idade e do nível social.
3ª pergunta: Só aprendemos conteúdos organizados em áreas do conhecimento?
Digite sua resposta aqui
Saiba mais
O conceito de aprendizagem ao longo da vida ganhou importância a partir do
famoso Relatório Delors, feito para a UNESCO, com orientações para a educação
mundial. O Relatório afirma o seguinte: “O conceito de educação ao longo da vida
é a chave que abre as portas do século XXI, [pois] ele elimina a distinção
tradicional entre educação formal inicial e educação permanente” (DELORS et al.,
1995/2010, p. 31).
Em setembro de 2015, líderes mundiais reuniram-se na sede da ONU, em Nova
York, e decidiram um plano de ação para erradicar a pobreza, proteger o planeta e
garantir que as pessoas alcancem a paz e a prosperidade: daí resultou a Agenda
2030 para o Desenvolvimento Sustentável, a qual contém o conjunto de 17
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 (ODS 4), sobre educação de
qualidade, por exemplo, é o seguinte: “Assegurar a educação inclusiva e
equitativa de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da
vida para todos” (ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS, 2016, p. 7).

Digite sua resposta aqui
Chave de resposta
A aprendizagem de conteúdos
organizados em áreas do conhecimento
se refere basicamente ao primeiro tipo de
aprendizagem de que falamos
anteriormente, a aprendizagem formal.
Nas instituições que educam, os
conteúdos são dispostos em séries,
níveis, disciplinas, áreas de
conhecimento, até porque há o objetivo
de avaliar, promover e certificar.
Nos dois outros tipos (aprendizagem não formal e informal), não existe essa
preocupação, os conteúdos se entrelaçam em aprendizagens interdisciplinares que
permitem a abordagem dos conteúdos sob vários enfoques, em diferentes linguagens.
Depois de refletir sobre essas três perguntas recorrentes sobre a aprendizagem,
conheceremos alguns fatores que interferem na aprendizagem.
Os fatores internos e externos que afetam a
aprendizagem
Aprendizagem e o indivíduo
Cada um de nós, ao aprender, sofre o impacto de uma série de variáveis. Essas
variáveis podem ser de dois tipos:

Internas ao indivíduo
Relacionadas a aspectos
pessoais.

Externas ao indivíduo
Pertencentes ao contexto em
que a pessoa se encontra.
Estamos nos referindo ao conjunto de fatores que facilitam a aprendizagem e mantêm
preservadas as condições físicas e psicológicas necessárias à efetivação da
aprendizagem ou que, pelo contrário, tornam o ato de aprender mais difícil, demorado
ou até mesmoimpossível.
Vejamos com atenção esses fatores que impactam a aprendizagem.
Os fatores internos (ou pessoais)
Os fatores internos ou pessoais estão relacionados com questões particulares,
pertinentes a um único indivíduo.
Para facilitar o seu entendimento, organizaremos esses fatores em um quadro no qual
apresentamos as quatro grandes categorias de fatores e exemplos de cada um.
Os fatores externos (ou contextuais)
Sabemos que as aprendizagens não ocorrem como se o indivíduo estivesse “fechado
em uma bolha”. Ele está em interação constante com o mundo externo, com a
realidade física e social.
Confira alguns exemplos ou manifestações desses fatores.
Resumindo – o Cubo de Syracuse
Uma boa maneira para resumir esses fatores que afetam a aprendizagem é o Cubo de
Syracuse. Ele foi elaborado, em 1985, por Corine Smith, professora emérita da
Syracuse University, para representar fatores determinantes do sucesso ou do
fracasso nas aprendizagens, observando características próprias.
Segundo Golbert e Moojen (1996, p. 85), quando olhamos um cubo, nós o vemos
como um todo, não olhando para um dos lados isoladamente, mas sim para o
conjunto. Para os autores, o Cubo de Syracuse é uma representação perfeita dos
fatores que afetam a aprendizagem, já que esses fatores devem ser vistos de uma
forma global.
Em cada face do cubo são alocados fatores intervenientes na aprendizagem,
agrupados em categorias: biológicos, familiares, escolares, individuais e relativos às
tarefas escolares.
Cubo de Syracuse.
As cinco etapas do processo de
aprendizagem
Dinâmicas do aprendizado
Você já viu que, embora haja muitas teorias buscando compreender a aprendizagem
humana, elas convergem para a consideração de que a aprendizagem sempre produz
mudanças de comportamento.
Por isso, podemos descrever a aprendizagem como um processo contendo cinco
etapas.
Vamos a uma breve descrição de cada etapa.
01
1ª etapa – Compreender
É o momento em que a informação (ou conteúdo
novo) é captada pelo indivíduo. Normalmente, o
fato de a informação ser inédita ou desconhecida
faz com que a motivação seja despertada.
Essas informações podem ser captadas por vários
meios, como aulas, leituras, mídias ou até mesmo
pela observação da realidade.
 1 de 5 
O ciclo da aprendizagem de Robert Dilts
Podemos ter uma abordagem complementar a essas cinco etapas do processo de
aprendizagem conhecendo o ciclo da aprendizagem proposto pelo professor Robert
Dilts, estudioso e pesquisador em comunicação.
 
Ciclo da aprendizagem de Robert Dilts.
Dilts, Hallbom e Smith (1993) defendem que nos desenvolvemos ao longo de quatro
estágios na aprendizagem, começando pelo desconhecimento do que não sabemos,
passando pela consciência do que não conhecemos e pela consciência do que
sabemos.
Finalmente, tão adaptados ao conhecimento ficamos que sequer temos consciência
de que aquele conteúdo foi aprendido. É como se já tivéssemos “nascido com ele”. Em
outras palavras, o conteúdo ou conhecimento já é algo internalizado, incorporado,
automatizado, já faz parte de nossa forma de pensar e agir sem que disso a gente se
dê conta. Você deve ter estudado, por exemplo, várias regras gramaticais da língua
portuguesa e técnicas ou estratégias de leitura e escrita que estão internalizadas e
nem são percebidas quando você lê ou escreve um texto.
Aspectos e processos da aprendizagem
Vamos pensar um pouco mais sobre aprendizagem conversando com os professores
Rodrigo Rainha e Roberto Paes.
Resumindo
Até este momento, você certamente já começou a compreender alguns aspectos
da aprendizagem humana e como ela se efetiva. Percebeu que a aprendizagem
não acontece apenas de maneira formal, nas instituições educacionais, mas
também de modo não formal e informal.
Viu, ainda, que a aprendizagem ocorre durante toda a vida, ganhando
características e ritmos diferentes dependendo da fase de desenvolvimento do
indivíduo, e que ela tem caráter interdisciplinar, os conteúdos das diversas áreas
do conhecimento se entrelaçam, oferecendo perspectivas mais amplas.
Você também aprendeu que há fatores internos, ou pessoais, e externos, ou
contextuais, que afetam a aprendizagem, podendo facilitá-la ou não. Um dos
modelos que sintetiza esses fatores é o Cubo de Syracuse, criado por Corine
Smith. Finalmente, você conheceu duas classificações de estágios ou etapas por
meio dos quais a aprendizagem ocorre.


Vem que eu te explico!
Os vídeos a seguir abordam os assuntos mais relevantes do conteúdo que você
acabou de estudar.
Módulo 1 - Vem que eu te explico!
As cinco etapas do processo de aprendizagem
Módulo 1 - Vem que eu te explico!
Ciclo de aprendizagem

Questão 1
Robert Dilts formulou um ciclo da aprendizagem composto por quatro etapas. O
mais evoluído, que ele chamou de competência inconsciente, corresponde, no
indivíduo,

Vamos praticar alguns
conceitos?
Falta pouco para
atingir seus
objetivos.
A
à aquisição de conhecimentos de forma tão significativa que a
pessoa não tem consciência da existência dessa aquisição.
B ao desconhecimento daquilo que ele não sabe e ainda pode aprender.
C
à consciência e à segurança relativas ao conjunto de conhecimentos,
àquilo que ele sabe.
D
à aquisição de conhecimentos por meio da modelagem do
comportamento.
Questão 2
Uma das perguntas sobre a aprendizagem que são feitas com frequência é se ela
só acontece na escola e demais instituições educacionais, de forma intencional e
estruturada. A resposta é não. Nas instituições educativas, ocorre primordialmente
uma forma de aprendizagem, que se denomina:
2
Níveis Cognitivos
Ao final deste módulo, você será capaz de identificar os diferentes níveis cognitivos.
E
ao aflorar espontâneo de conhecimentos e conteúdos que nunca
foram aprendidos ou adquiridos.
Responder
A Aprendizagem informal.
B Aprendizagem ao longo da vida.
C Aprendizagem não formal.
D Aprendizagem formal.
E Aprendizagem corporativa.
Responder
Depois de estudar alguns aspectos da aprendizagem humana e começar a
compreender de que modo ela se efetiva, vamos aprofundar o nosso estudo,
focalizando as teorias da inteligência e dos modelos mentais.
Aprenderemos muita coisa interessante!
Estudando a inteligência
O que é a inteligência?
Uma opinião corrente, manifestada pelas pessoas, é que “aprende melhor quem é
mais inteligente”.
Mas o que significa afinal o termo inteligência?
Conceito e origem etimológica do termo inteligência
O termo inteligência teve origem no latim intelligentia, derivado das palavras inter, que
significa entre, e eligere, que quer dizer escolher. A partir daí, podemos dizer que
inteligência significa a capacidade de fazer escolhas melhores e mais corretas.
O Dicionário de Psicologia da Associação Psicológica Americana nos apresenta a
seguinte definição para inteligência:
Capacidade de extrair informações, aprender com a experiência,
adaptar-se ao ambiente, compreender e utilizar corretamente o
pensamento e a razão
(VANDENBOS, 2010, p. 521)
Assim como a palavra aprendizagem, são muitas as definições de inteligência, que
envolvem desde características biológicas até processos cognitivos e emocionais. Na
maior parte das definições de inteligência, temos a conjugação de propósito, que
significa encontrar meios para alcançar determinado fim, e uma ênfase econômica,
relativa ao máximo de efeito com o menor gasto de energia.
O quociente de inteligência (QI): a preocupação em
medir a inteligência
Os primeiros estudos sistemáticos sobre a inteligência vieram de uma corrente da
Psicologia chamada Psicometria, que tem como objetivo medir os processos mentais.
É fácil compreender, então, o surgimento do conceito de quociente de inteligência,
abreviado como QI. Ele é uma medida, um número que expressa a capacidade
intelectual de um indivíduo tomando como base critérios de referência que permitem
estabelecer comparações, relacionando a idade mental e a idade cronológica.
O psicólogo alemão William Stern(1871-1938) sugeriu, em 1911, que os escores dos
testes de inteligência podiam ser expressos em termos de um quociente de
inteligência ou QI, igual à razão:
QI = Idade Mental (IM)Idade Cronológica (IC) X 100
Saiba mais
Há dois conceitos de inteligência, que são bastante conhecidos, elaborados por
dois psicólogos norte-americanos. O primeiro conceito é de Robert Sternberg
(2000), para quem a inteligência é a capacidade de se adequar ao ambiente,
conjugada ao aprendizado por meio das experiências vivenciadas.
O segundo conceito de inteligência é de Howard Gardner (1995, p. 21), para quem
a inteligência está relacionada com a “capacidade de resolver problemas ou
elaborar produtos que são importantes em determinado ambiente ou
comunidade cultural”. Essa capacidade permite que uma situação seja abordada
por alguém a partir de um objetivo a ser atingido, buscando a solução adequada
para alcançar esse objetivo.

Exemplo
Se um indivíduo tem uma idade mental de 10, medida por testes, e uma idade
cronológica de 8 anos, seu QI seria (10/8) x 100 ou 125.
A disseminação dessa ideia, de que a inteligência humana pode ser medida e
comparada, permitiu a emergência de muitas abordagens discriminatórias e

Um resumo dos primeiros estudos
Teorias sobre a Inteligência
Inteligências múltiplas
preconceituosas, fundamentando as concepções de superdotados e infradotados
intelectualmente.
1905
Alfred Binet e Théodore Simon
criaram o primeiro teste de
inteligência.
1910
Alfred Binet afirmou que a
inteligência é fundamentalmente
ação e comporta as etapas de
compreensão, invenção, direção
e censura.
1954
Lewis Terman criou o teste
coletivo Stanford Binet.
Atenção!
Quando Alfred Binet usa o termo censura para intitular uma das etapas da
inteligência, ele está se referindo aos controles sociais, morais e éticos
adquiridos pelo indivíduo e que o direcionam.

Retomaremos o conceito de inteligência de Howard Gardner, que já mencionamos
brevemente, para conhecer sua teoria das inteligências múltiplas.
Howard Gardner discordou da ideia de um quociente de inteligência único e
estabeleceu que a capacidade cognitiva humana pode ser mais bem descrita como
um conjunto de oito capacidades mentais.
Gardner defende uma avaliação completamente diversificada do
que denomina “inteligências múltiplas”.
Gardner utiliza formas não verbais de avaliação da inteligência que sejam capazes de
fornecer elementos para a promoção de habilidades cognitivas responsáveis pela boa
qualidade da adaptação do ser humano ao ambiente que o cerca.
A inteligência seria, então, um potencial biopsicológico, baseado em diferenças
genéticas e ambientais. Gardner enfatiza a importância da localização das funções
cerebrais e da relativa autonomia dessas funções na explicação dos desempenhos
cognitivos, como se expressa na multiplicidade de inteligências.
As oito inteligências descritas por Gardner
Você já sabe que são oito as múltiplas inteligências descritas por Gardner. Elas se
desenvolvem de forma diferente em cada pessoa, criando um perfil único. Você pode
ter, por exemplo, a inteligência lógico-matemática muito desenvolvida, enquanto a
inteligência musical não segue o mesmo nível de avanço.
Confira o quadro que mostra as “inteligências humanas”, segundo Gardner:
Atenção!
Quem foi Howard Gardner?
Gardner nasceu em 1943, na Pensilvânia, numa família de judeus alemães que
escaparam do nazismo. Ele estudou na Universidade de Harvard, dedicando-se à
pesquisa na área da Psicologia e da Educação. Atualmente, Gardner é professor
na Universidade de Harvard e na Universidade de Boston. Ele já foi considerado,
pelas revistas Foreign Policy e Prospect, um dos cem intelectuais mais influentes
do mundo.

Múltiplas inteligências.
Vamos a uma breve descrição de cada uma dessas inteligências.

Inteligência linguística
Capacidade de aprender noções
dos códigos linguísticos,
memorizá-las e aplicá-las de
forma criativa, manifestando
domínio da linguagem e das
palavras.

Inteligência lógico-
matemática
Capacidade de usar os números
de forma efetiva para raciocinar
eficientemente, utilizando
processos mentais, como
categorização, classificação,
inferência, generalização,
cálculo e testagem de
hipóteses.

Inteligência visual-espacial
Capacidade para a percepção
do mundo visível e de
transformar essa percepção,
envolvendo aspectos como a
sensibilidade a cores, linhas,
formas e configurações
espaciais.

Inteligência corporal-
cinestésica
Capacidade para o controle e a
harmonização dos movimentos
corporais, para a orientação e a
manipulação de objetos.
 
Inteligência musical
Capacidade de perceber,
discriminar, transformar e
expressar formas musicais, com
sensibilidade ao ritmo, tom,
melodia e timbre.
Inteligência interpessoal
Capacidade de compreender e
se identificar com os outros
indivíduos e de se comunicar
com eles.

Inteligência intrapessoal
Capacidade de
autoconhecimento e de agir de
forma adaptativa, com base
nesse conhecimento.

Inteligência naturalista
Capacidade para reconhecer e
classificar espécies da natureza
e sensibilidade em relação a
outros fenômenos naturais.
Haveria uma nona inteligência?
Depois de completar o estudo das oito inteligências, Gardner começou a estudar a
possibilidade de uma nona inteligência, a existencial, que estaria relacionada à
preocupação com questões básicas da vida.
De todo modo, a teoria proposta por Gardner nos leva a perceber que podemos
desenvolver diversos tipos de inteligência. E se não vamos tão bem em alguma
capacidade, devemos nos animar descobrindo ou reconhecendo outras capacidades
em que vamos bem.
Ter consciência sobre nossas fortalezas e fragilidades no aprendizado é muito
importante para identificarmos como podemos aprender mais e melhor.
Pare, observe e reflita sobre a sua forma de aprender. Verifique, do quadro de
inteligências descrito por Gardner, quais são as mais desenvolvidas em você.
Pense sobre o que você aprende com mais facilidade, prazer e com melhor
rendimento.
Não estamos falando apenas das aprendizagens formais, de conteúdo das disciplinas,
mas também dos outros dois tipos de aprendizagem de que falamos no módulo 1, as
não formais e as informais.
Uma curiosidade... E a inteligência
artificial?
Todos nós ouvimos muitas referências a
esse termo, mas o que ele significa?
A inteligência artificial ou IA, como é
chamada, é um ramo de estudo da
Ciência da Computação que tem como
objetivo desenvolver mecanismos e
dispositivos tecnológicos que consigam
simular o sistema de raciocínio dos seres
humanos, ou seja, a inteligência humana.
Não se trata de substituir humanos por
robôs, como muitas ficções científicas
apresentam, mas de criar soluções
tecnológicas que realizam atividades de
um modo considerado inteligente.
Já dispomos, por exemplo, de aparelhos
que interpretam e sintetizam a voz ou os
movimentos humanos, mas nada que
aproxime verdadeiramente as máquinas
do que é capaz de fazer a inteligência do
homem.
Indivíduos com altas habilidades
A prática de avaliar quantitativamente a inteligência, que deu origem ao conceito de
quociente de inteligência, também originou o conceito de superdotação intelectual,
erradamente confundida com genialidade.
Pessoas com altas habilidades apresentam grande facilidade de aprendizagem,
desenvolvendo competências de forma muito rápida, dominando aceleradamente
conceitos, procedimentos e atitudes.
Normalmente apresentam vários aspectos e tipos de inteligência muito desenvolvidos,
demonstrando características como:

Aprendizagem rápida

Riqueza de expressão
verbal

Habilidade para lidar com
ideias abstratas

Curiosidade, preferência
por situações novas e
desa�adoras

Criatividade e imaginação

Habilidade para
compreender pontos de
vistas de outras pessoas

Interesse por variadas
fontes de conhecimento

Originalidade para resolver
problemas
O modelo dos três anéis de Renzulli e ReisRenzulli e Reis (1997) definem o indivíduo com altas habilidades ou superdotação
(AH/SD) baseando-se na interação entre três grupos básicos de traços humanos:
Habilidade acima da
média para a
Grande envolvimento
com a tarefa em
Altos níveis de
criatividade.
média para a
realização de
tarefas.
com a tarefa em
execução.
criatividade.
O modelo é ilustrado pelos autores desta forma:
O modelo dos três anéis.
Eles afirmam que altas habilidades têm lugar em determinadas pessoas (não em
todas), em determinados momentos (não o tempo todo) e em determinadas
circunstâncias (não em todas as circunstâncias).
A teoria triárquica da inteligência (TTI) de Sternberg
Robert Sternberg (1988), da Universidade de Yale, afirma que a inteligência
compreende capacidades analíticas, criativas e práticas. Vejamos:
Pensamento
analítico
Nesse tipo de
pensamento, buscamos
a resolução de
problemas conhecidos.
Pensamento criativo
Por meio dele, tentamos
resolver novos tipos de
problemas.
Pensamento prático
É o pensamento por
meio do qual tentamos
resolver problemas
aplicando o que já
sabemos aos contextos
cotidianos.
Teoria triárquica da inteligência.
A partir da teoria triárquica da inteligência, Sternberg criou uma concepção plural de
altas habilidades e formulou um modelo pentagonal, segundo o qual elas apresentam
cinco características: excelência, raridade, produtividade, demonstratividade e valor.
Ele criou, ainda, um modelo explicativo da superdotação, conhecido como WICS:
Wisdom – sabedoria
Inteligence – inteligência
Creativity – criatividade
Synthesized – síntese
Conhecendo os modelos mentais
Operando com a mente
Modelos mentais são mecanismos do pensamento humano que representam e
“filtram” a realidade externa. Cada um de nós tem o seu modelo mental e ele, atuando
em um nível abaixo da consciência, define a forma como percebemos os fatos que
acontecem na realidade à nossa volta, as maneiras como pensamos, nos sentimos e
reagimos a eles.
Segundo Sartor (apud ANGELONI, 2008, p. 153), os modelos mentais são imagens,
pressupostos e histórias que temos acerca de nós mesmos, das outras pessoas, das
instituições e em relação a outros aspectos do mundo e da vida.
De onde vêm os modelos mentais? Como eles se formam nos indivíduos?
Eles são criados a partir de quatro origens:
Sistema nervoso
Essa origem funciona como um "filtro
biológico", refere-se às capacidades
fisiológicas e cognitivas, assim como
 
fisiológicas e cognitivas, assim como
a determinadas limitações que cada
ser humano tem.
 1 de 4 
Mas qual é a relação entre os modelos mentais e a aprendizagem?
Se os modelos mentais caracterizam a forma como o ser humano percebe e interage
com o mundo que o cerca, também descrevem a concepção criada por ele sobre um
conteúdo, um tema ou um assunto, organizando os dados existentes em informações
e conhecimentos, que podem incluir a utilização de inferências equivocadas que
atrapalham a aprendizagem.
Marco Antonio Moreira (1997), pesquisador do assunto, afirma que a melhor técnica
para investigar a cognição humana é o estudo dos estilos mentais, descrevendo o que
as pessoas fazem enquanto resolvem um problema. Para isso, utiliza experimentos
em laboratório, entrevistas estruturadas, atividades em grupo e a construção de
mapas conceituais ou mapas mentais.
Sobre mapas conceituais ou mapas mentais
A teoria dos mapas conceituais foi desenvolvida na década de 1970 pelo pesquisador
norte-americano Joseph Novak. Ele define mapa conceitual como uma ferramenta
para organizar e representar o conhecimento (NOVAK; GOWIN, 1999) e a sua estrutura
básica é uma representação gráfica, geralmente bidimensional, de um conjunto de
conceitos interligados na forma de proposições.
Os conceitos aparecem em caixas e as relações entre eles são especificadas por
palavras ou frases de ligação. Com dois ou mais conceitos, conectados por frases de
ligação, formamos uma proposição, que deve evidenciar de modo claro o significado
da relação conceitual estabelecida.
Confira um exemplo de mapa conceitual a partir do que estudamos sobre as múltiplas
inteligências propostas por Gardner:
Mapa conceitual da teoria das inteligências múltiplas
Antes de terminar este módulo, vamos a mais um desafio!
Saiba mais
Os mapas conceituais ou mapas mentais podem ser um recurso para sintetizar
de forma gráfica determinado conteúdo. Tentar elaborar um mapa conceitual
depois de ler ou estudar um assunto ou tema pode ser uma maneira de você
verificar sua habilidade para sintetizar, esquematizar e fixar o que compreendeu.
Depois de pronto, o mapa conceitual pode ajudá-lo a retomar aquele mesmo
material ou conteúdo e guiá-lo numa revisão ou preparação para uma avaliação.
Na internet, você encontra páginas ou aplicativos que permitem criar mapas
mentais, como Miro, Mindmeister, Coggle, Mindomo, entre outros.

Agora que você já sabe que cada um de nós tem o seu modelo mental e que ele define
como percebemos os fatos que acontecem na realidade à nossa volta, como
pensamos e, logicamente, como aprendemos, reflita sobre o seu modelo mental, a
partir dos quatro fatores que determinam a formação dele: biológicos, linguagem,
cultura e história pessoal.
As teorias da inteligência e a neurociência
O professor Silvio Pessanha Neto, doutor em medicina, neurocientista, explica o que é
e como podemos analisar a inteligência ampliando os olhares sobre o assunto.
Resumindo
Além de conceituar o termo inteligência, vimos que a tendência dos estudos
iniciais era avaliar a inteligência quantitativamente, por meio de testes
padronizados, o que é expresso no conceito de quociente intelectual (QI). Logo
surgiram movimentos teóricos que contradisseram essa tendência, como a teoria
das inteligências múltiplas, de Howard Gardner.
Apresentamos também alguns estudos relativos às altas habilidades ou
superdotação, como o modelo dos três anéis, de Renzulli e Reis, e a teoria
triárquica da inteligência (TTI), de Robert Sternberg.
Finalizamos conceituando modelos mentais, mecanismos do pensamento
humano que representam e “filtram” a realidade externa, e comentando
brevemente sobre os mapas conceituais ou mentais.


Vem que eu te explico!
Os vídeos a seguir abordam os assuntos mais relevantes do conteúdo que você
acabou de estudar.
Módulo 2 - Vem que eu te explico!
A teoria das inteligências múltiplas
Módulo 2 - Vem que eu te explico!
Teoria Triárquica
Módulo 2 - Vem que eu te explico!
Modelos mentais

Questão 1
Leia o texto a seguir:
“Fica claro, a partir do exame dos papéis adultos, mesmo na sociedade ocidental
dominada pela linguagem, que as capacidades espaciais, interpessoais ou
corporal-cinestésicas geralmente desempenham papéis chave. No entanto, as
capacidades linguísticas e lógicas constituem o núcleo da maioria dos testes
diagnósticos de ‘inteligência’ e são colocados num pedestal pedagógico em
nossas escolas.”
(GARDNER, H. Inteligências Múltiplas: a teoria na prática. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1995, p. 33)
Essa citação expressa qual aspecto destacado da teoria de Gardner?

Vamos praticar alguns
conceitos?
Falta pouco para
atingir seus
objetivos.
A
A proposta de uma avaliação única para todas as capacidades
mentais.
B
A defesa da língua e da matemática como inteligências principais,
pois são as capacidades mais utilizadas em qualquer profissão.
C
A discordância da ideia de um quociente de inteligência único para
descrever a capacidade cognitiva humana.
Questão 2
Analise as afirmativas a seguir:
I – Os modelos mentais correspondem a formas de representar e “filtrar” a
realidade externa, por meio de imagens, ideias e experiências relacionadas a nós
mesmos, aos outros e à realidade em geral, contribuindo para o processo de
aprendizagem.
II – Modelos mentais são provenientes da cultura, da história pessoal, das
competências individuais, da linguagem e do sistema nervoso.
III – Os modelos mentais deixam de fora a influência deaspectos coletivos ou
institucionais, como a contribuição da família, das organizações e do modo de vida
de um povo ou comunidade.
Está correto apenas o que se afirma em
D
A proposta da utilização apenas de formas verbais de avaliação da
inteligência, principalmente das capacidades linguísticas e lógicas.
E
O argumento de que os testes de inteligência contribuem
positivamente para destacar de forma adequada o que deve ser
valorizado na escola ou na universidade.
Responder
A Somente I.
B Somente II.
C Somente III.
D I e II.
E II e III.
Responder
3
Estilos de aprendizagem
Reconhecer estilos de aprendizagem e métodos de estudo eficazes para aprendizagem significativa
Você já se deu conta de qual é o seu estilo de aprendizagem?
Estudaremos agora os estilos de aprendizagem, para que você compreenda melhor
Estudaremos agora os estilos de aprendizagem, para que você compreenda melhor
sua própria aprendizagem e confira algumas dicas que podem lhe ajudar a estudar
melhor.
Qual o seu estilo de aprendizagem
O que são os estilos de aprendizagem
Quando utilizamos a expressão “estilos de aprendizagem”, não estamos nos referindo
a uma teoria da aprendizagem específica. Cada um de nós tem sua maneira própria de
aprender, com determinadas características, preferências, facilidades, estratégias para
a solução de problemas, a elaboração de conclusões e a assimilação dos conteúdos.
Assim, vamos a uma definição inicial de estilo de aprendizagem:
O estilo que um indivíduo manifesta quando se confronta com
uma tarefa de aprendizagem específica. [É] uma predisposição do
aluno em adotar uma estratégia particular de aprendizagem,
independentemente das exigências específicas das tarefas.
(CERQUEIRA, 2000, p. 36)
Uma outra definição é proposta pelo casal de pesquisadores Rita Dunn e Kenneth
Dunn, numa obra que trata de como ensinar os alunos por meio dos seus estilos de
aprendizagem. Eles definem os estilos de aprendizagem como um conjunto de
condições que permitem ao indivíduo se concentrar, absorver, processar e reter
informações e habilidades novas ou difíceis (DUNN; DUNN, 1978).
Duas teorias de estilos de aprendizagem
Há muitas teorias que classificam os estilos de aprendizagem. Dentre as mais
conhecidas, escolhemos duas para o nosso estudo: a teoria da aprendizagem
experiencial de Kolb e o modelo VARK de estilos de aprendizagem.
Vamos conhecer cada uma dessas teorias.
A teoria da aprendizagem experiencial de Kolb
O psicólogo e teórico da educação David Allen Kolb, em 1984, desenvolveu um
instrumento padronizado de medida denominado Inventário de Estilos de
Aprendizagem (Learning Style Inventory - LSI), que parte da ideia de que as pessoas
possuem diferentes estilos de aprendizagem, que são influenciadas pela maneira
como percebem e processam a realidade, ou seja, pelos modelos mentais, que já
estudamos no módulo anterior.
O Inventário de Estilos de Aprendizagem
O inventário é composto de frases sobre a aprendizagem dos respondentes de um
teste aplicado. Essas frases estão associadas a determinadas alternativas, que
recebem pesos de acordo com o que o respondente acredita descrever melhor suas
atitudes e sentimentos quando está aprendendo. Assim, a partir dos graus atribuídos
às alternativas, são calculados quatro índices: experiência concreta, conceituação
abstrata, observação reflexiva e experimentação ativa.
O que significam esses quatro índices?
Os quatro índices compõem o que alguns também chamam de quatro estágios do
ciclo de aprendizagem. Confira no quadro a seguir a descrição ou características de
cada índice a partir de sua relação com a aprendizagem.
Atenção!
Os estilos de aprendizagem não são fixos, imutáveis. Eles podem sofrer
mudanças durante a vida, de acordo com o desenvolvimento do ser humano.

Índices Aprendizagem
Características dos
Aprendizes
Experiência
concreta
Fundamentada em
experiências
Consideram abordagens
teóricas
desnecessárias;
aprendem melhor por
meio de exemplos
específicos e na
interação com outros
estudantes.
Conceituação
abstrata
Analítica e
conceitual, apoiada
no raciocínio lógico.
Apreciam atividades
que promovam a
reflexão e o
questionamento, com
ênfase teórica e análise
sistemática.
Observação
reflexiva
Baseada em
observações
cuidadosas e
julgamentos
pessoais.
Gostam de assistir a
aulas sobre os
conteúdos a serem
aprendidos.
Experimentação
ativa
Alicerçada em
atividades práticas
Preferem participar de
projetos práticos,
discussões em grupo e
realizar tarefas
Os quatro índices do Inventário de Estilos de Aprendizagem de Kolb.
Quadro: Baseado em Kolb, 1984.
Considerar cada um desses índices é uma forma de você refletir ou mesmo tomar
consciência sobre o modo como você aprende.
A partir desse inventário, Kolb descreveu quatro estilos de aprendizagem:
Adaptadores ou acomodadores
Preferem aprender com atividades
práticas e experiências, em vez de
teorias e manuais; utilizam mais a
intuição do que a lógica.
 
 1 de 4 
É possível que você se identifique mais com um desses estilos de aprendizagem, mas
também pode ser que você perceba que em diferentes situações ou disciplinas um ou
outro estilo de aprendizagem sobressaia.
Modelo VARK de estilos de aprendizagem
Essa é uma das abordagens mais conhecidas de estilos de aprendizagem, até mesmo
pela sua simplicidade.
O professor neozelandês Neil Fleming criou, em 1992, uma técnica de mapeamento de
estilos de aprendizagem denominada de VARK – Visual, Auditivo, Leitura-escrita e
Cinestésico (em inglês Visual, Aural-Read, Write and Kinesthetic).
Segundo Fleming (2001), o ser humano tem quatro canais de aprendizado e a
predominância de um deles determina um estilo de aprendizagem.
Visual
Aprendizagem favorecida por meio de
exposições e demonstrações visuais.
 1 de 4 
Os estilos de aprendizagem de Fleming (2001).
Uma contribuição interessante de Fleming foi a elaboração de um quadro de recursos
didáticos facilitadores da aprendizagem relacionados a cada estilo:
Visual Auditivo Leitura-escrita Cinestésico
Diagramas Debates/palestras Livros/textos Estudos de caso
Gráficos/imagens Discussões Folhetos
Modelos de
trabalho
Aula expositiva Conversas Leitura de artigos
Palestrantes
convidados
Comentários
 
Vídeos CDs de áudio
Comentários
escritos
Demonstrações
Resolução de
exercícios
Áudio e vídeo
Desenvolvimento
de resumos
Atividade física
Pesquisa na
internet
Seminários Ensaios
Resolução de
exercícios
Aulas práticas Música Múltipla escolha Palestras
Projeções (slides) Dramatização Bibliografias Aulas práticas
Recursos didáticos e estilos de aprendizagem VARK.
Quadro: Fleming, 2001, p. 137
Conhecer as pesquisas e teorias sobre estilos de aprendizagem nos faz reconhecer
que as pessoas aprendem de modo diferente, sendo possível identificar um estilo que
predomine em um indivíduo. Entretanto, também podemos concluir que um mesmo
indivíduo aprende de modo diverso em diferentes situações.
Assim, mais importante do que tentar “cravar” de modo absoluto qual é o seu estilo de
aprendizagem, você deve estar atento à necessidade de mobilizar diferentes
habilidades ou usar estratégias de estudo diversificadas em função da situação, do
tipo de aula ou de conteúdo.
Mergulhando na Neurociência
Como o cérebro aprende?
Boa parte das pesquisas e estudos sobre estilos de aprendizagem se valem hoje da
contribuição da Neurociência.
A Neurociência (não confunda com Neurologia) é um ramo da ciência que estuda o
sistema nervoso central, suas estruturas, funcionalidades, aspectos fisiológicos,
processos de desenvolvimento e alterações que podem surgir no decorrer da vida.
O médico e pesquisador Floyd Bloom define a Neurociência como uma ciência
multidisciplinar que analisa o sistema nervoso a fim de compreender a base biológica
do comportamento (BLOOM, 2008, p. 3).
Para a Neurociência Cognitiva, a aprendizagem é um processo complexo que provoca
modificações estruturais e funcionaispermanentes do sistema nervoso central. De
acordo com esse ramo da ciência, o processo de aprendizagem funcionaria conforme
o seguinte fluxo de etapas:
Etapas da aprendizagem na perspectiva da Neurociência Cognitiva.
Neurociência e aprendizagem
Vamos conhecer um pouco mais sobre como a Neurociência pode nos ajudar a
estudar e a aprender melhor com o médico Silvio Pessanha.
Resumindo
Estudos de diversas áreas do conhecimento convergem para a Neurociência,
tornando-a nitidamente interdisciplinar. Dentre essas várias confluências de
diferentes áreas de conhecimento, temos a Neurociência Cognitiva ou
Neuropsicologia, que trata das capacidades mentais relacionadas à inteligência,
como linguagem, memória, autoconsciência, percepção, atenção, aprendizagem,
entre outras.


É possível ser mais e�ciente nos estudos?
Agora que você já domina vários conceitos relacionados à aprendizagem, inclusive
sobre modelo mental e estilos de aprendizagem, conversaremos um pouco sobre
métodos de estudo.
Aprendendo a estudar melhor
O melhor método de estudo...
não existe.
É isso mesmo, não existe.
Métodos de estudo são técnicas usadas para facilitar a aprendizagem, torná-la mais
agradável e eficaz. Consequentemente, é bom que você conheça e experimente vários
métodos e selecione alguns que combinam melhor com o seu estilo de aprendizagem,
com as características do conteúdo que você vai aprender, com o seu momento de
vida.
Alguns métodos de estudo bastante conhecidos
Dentre os diversos métodos ou técnicas, escolhemos quatro métodos de estudo para
lhe apresentar. Talvez você já os tenha utilizado, sem sistematizar e direcionar essa
escolha.
Será uma apresentação resumida, mas você pode buscar outras informações sobre os
que lhe parecerem mais interessantes.
Método Cornell
É um sistema de anotações
organizado em três partes: ideias
principais do conteúdo que você está 
estudando; anotações com as suas
próprias palavras sobre elas; sumário
ou resumo do tema.
 1 de 4 
Há muitos outros métodos, como reler os textos, grifar as ideias principais, gravar
áudios com o resumo do tema estudado, ler em voz alta o que não entendeu direito,
resolver listas de exercícios, discutir o conteúdo com colegas, entre outros.
Técnicas e métodos de estudo
Vamos conhecer um pouco mais sobre alguns dos principais métodos ou técnicas
para um estudo mais eficaz e eficiente conversando com o professor Gabriel Elmor.
Saiba mais
O método pomodoro recebe este nome, que significa “tomate” em italiano, em
referência ao cronômetro de cozinha na forma de tomate e à ideia de dividir o
tempo de foco total no estudo em quatro partes — numa analogia, seria como
dividir o tomate em quatro partes.


Algumas dicas para melhorar a sua aprendizagem
Sem a intenção de apresentar uma “receita”, reunimos algumas sugestões que
realmente podem melhorar a sua aprendizagem.
• Planeje o seu estudo, estabelecendo metas a alcançar.
• Utilize o apoio das tecnologias digitais, explorando recursos ou aplicativos
que ajudam a organizar os estudos, como o Trello, o Focus To-Do e o QuizUp.
• Defina horários de estudo, escolha um lugar para estudar e prepare o
ambiente.
• Cultive hábitos e práticas que ajudem a criar uma disciplina ou rotina de
estudos, mas lembre-se de que a rotina de estudos não precisa ser algo
enfadonho e repetitivo.
• Varie as estratégias de estudo e os conteúdos, evitando a monotonia.
• Procure estudar quando estiver descansado.
• Estabeleça pausas durante o processo de estudo, para diminuir a fadiga e ter
momentos de “descompressão”.
• Evite acumular muito conteúdo ou estudar apenas na véspera das provas,
deixando para aprender tudo de uma vez só.
• Estabeleça expectativas positivas em relação à sua aprendizagem, estude
com perspectiva otimista, encarando as dificuldades como desafios.
• Impeça a “curva de esquecimento”, fazendo revisões do conteúdo.
• Estabeleça conexões entre os conteúdos e busque aplicações práticas do que
você estiver estudando, o que ajuda a fixá-los.
Agora que você aprendeu bastante sobre a aprendizagem, a importância do
conhecimento do seu modelo mental e do estilo de aprendizagem predominante no
seu perfil cognitivo, o desafio é fazer o Inventário de Estilos de Aprendizagem de Kolb
e, a partir do resultado, definir estratégias e recursos para aprender de forma mais
eficaz.
Tenha em mente, de início, que não há estilos melhores ou piores, todos nós somos
capazes de aprender cada vez mais e melhor, desde que estejamos motivados e
tenhamos condições adequadas para isso.
O teste pode ser realizado em alguns sites na Internet. Uma das possibilidades de
fazer o teste é buscando pelo Inventário de Estilo de Aprendizagem de Kolb na página
do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) da UFPB.
Vem que eu te explico!
Os vídeos a seguir abordam os assuntos mais relevantes do conteúdo que você
acabou de estudar.
Módulo 3 - Vem que eu te explico!
Estilos de aprendizagem: definição
Módulo 3 - Vem que eu te explico!
O melhor método de estudo
Resumindo
Entre as diferentes teorias que procuram dar conta da aprendizagem, existem
abordagens que identificam e tipificam os modos ou estilos de aprendizagem.
Das mais conhecidas, estudamos a teoria da aprendizagem experiencial de Kolb
e o modelo VARK de estilos de aprendizagem.
A teoria da aprendizagem experiencial de Kolb identifica quatro estilos de
aprendizagem: adaptadores ou acomodadores; assimiladores; divergentes; e
convergentes. Já o modelo VARK reconhece os estilos de aprendizagem visual,
auditivo, leitura-escrita e cinestésico.
A Neurociência também traz importantes contribuições para a compreensão do
processo e dos estilos de aprendizagem.
Todas essas contribuições teóricas podem nos ajudar a identificar técnicas e
métodos mais adequados para aprendermos mais e melhor.


Questão 1
Imagine que você tenha bastante dificuldade de aprendizagem em relação ao
conteúdo teórico de uma disciplina logo no início de seu curso. Seu professor, que
conhece a teoria da aprendizagem experiencial de Kolb, propõe uma série de
atividades individuais bastante práticas, como dramatização do conteúdo e jogos
para a fixação dos conceitos. Após a última avaliação da disciplina, você obteve um

Vamos praticar alguns
conceitos?
Falta pouco para
atingir seus
objetivos.
para a fixação dos conceitos. Após a última avaliação da disciplina, você obteve um
bom resultado, que indicou um progresso sensível.
Podemos levantar a hipótese de que o estilo de aprendizagem envolvido nessa
situação é predominantemente
Questão 2
Alexandre tem dificuldades para estudar de forma organizada e sistemática.
Dispersa a atenção com facilidade e logo fica cansado. Um dos seus professores
sugeriu que ele usasse o método pomodoro de estudo, o que trouxe resultados
muito positivos para o rapaz.
Quais elementos ou procedimentos caracterizam esse método?
A convergente.
B adaptador.
C assimilador.
D auditivo.
E divergente.
Responder
A
Grifar os aspectos mais importantes do conteúdo e elaborar um
resumo para releitura posterior.
B
Usar cartões que objetivam a revisão rápida dos aspectos mais
importantes do tema estudado, que pode ser organizado em
perguntas e respostas.
C
Realizar 25 minutos de estudo, seguidos por 5 minutos de descanso.
Esse procedimento se repete até completar 2 horas. Nesse momento,
o aluno descansa 30 minutos.
D
Usar plataforma virtual em que o aluno pode organizar o que tem
estudado e acompanhar o ritmo do que aprende.
Considerações �nais
Você acompanhou, ao longo deste material, várias considerações e abordagens
teóricas sobre a aprendizagem, suas modalidades e os fatores que nela interferem.
Conheceu algumas teorias sobre inteligência, modelos mentais, estilos de
aprendizagem e outros aspectos relacionados de alguma forma com o estudo e a
construção do conhecimento.
Também pôde se inteirar de alguns métodos, estratégias e cuidados que podem
melhoraro seu aprendizado.
Esperamos que tudo isso ajude você a estudar de forma adequada ao longo de seu
curso.
E lembre-se sempre: estudar deve ser mais do que uma obrigação, deve ser uma
oportunidade preciosa para continuar se desenvolvendo e se preparando para os
desafios da vida e do mundo do trabalho. O estudo é o caminho para grandes
realizações pessoais!
Podcast
Escute agora um papo com o professor Rodrigo Rainha, Roberto Paes, Luis
Claudio Dallier e Gabriel Elmor sobre os desafios de estudar melhor.
00:00 23:02
1x
E
Utilizar sistema de anotações organizado em três partes: ideias
principais do conteúdo estudado; anotações com as próprias palavras
do aluno sobre o conteúdo; e o sumário ou resumo do tema.
Responder

https://stecine.azureedge.net/repositorio/00212hu/02899/index.html?brand=estacio
https://stecine.azureedge.net/repositorio/00212hu/02899/index.html?brand=estacio
Explore +
Assista aos seguintes filmes para refletir sobre o tema da Inteligência Artificial:
• I. – Inteligência Artificial, de 2001, de Stanley Kubrick, com direção de Steven
Spielberg. Ambientado no futuro, o filme mostra as relações tensas entre seres
humanos e robôs a partir da família Swinton, que tem um “filho adotivo”, o robô
David, amado pela mãe, mas nem tanto pelo irmão, que é humano.
• Ela, filme de 2013, dirigido por Spike Jonze, aborda o relacionamento entre um
ser humano e um ente com Inteligência Artificial que funciona como um
assistente pessoal avançado e inteligente. Da interação entre os dois nasce uma
paixão do homem pelo software.
Leia os seguintes textos:
• Inteligência Emocional: A teoria revolucionária que redefine o que é ser
inteligente, de Daniel Goleman, publicado pela Objetiva. Na obra, Goleman
conceitua a inteligência emocional como o conjunto de competências
relacionadas a lidar com as próprias emoções. Afirma que a capacidade de
perceber, compreender, processar e administrar as emoções, permitindo
expressá-las de maneira apropriada e eficaz, provoca efeitos profundos na vida
humana. O sucesso dessa abordagem foi tão grande que começou a ser
utilizada a expressão quociente emocional (QE), em contraposição a quociente
intelectual (QI), conceito que estudamos no módulo 1 deste tema.
• O Poder do Hábito, de Charles Duhigg, publicado pela Objetiva. Um livro que não
traz sugestões de métodos de estudo, mas faz uma abordagem
interessantíssima sobre o impacto dos hábitos e das suas mudanças sobre a
vida do ser humano. A partir da leitura de centenas de artigos acadêmicos,
entrevistas com mais de trezentos cientistas e executivos e pesquisas
realizadas em dezenas de empresas, o repórter investigativo do New York Times,
Charles Duhigg, propõe neste livro estratégias bem-sucedidas de aprendizagem
da mudança de hábitos.
Referências
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tecnologia. São Paulo: Saraiva, 2008.
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London: Elsevier, 2008.
London: Elsevier, 2008.
CERQUEIRA, T. C. S. Estilos de aprendizagem em universitários. Tese (Doutorado em
Educação) – Faculdade de Educação, Universidade de Campinas, Campinas, 2000.
DELORS, J. et al. (org.). Educação: um tesouro a descobrir: relatório para a UNESCO da
Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI. Brasília: UNESCO,
1995/2010.
DILTS, R.; HALLBOM, T.; SMITH, S. Crenças: caminhos para a saúde e o bem-estar. São
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DUNN, R.; DUNN, K. Teaching students through their individual learning styles: a
practical approach. Reston: Reston Publishing Co., 1978.
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HILGARD, E. R. Teorias da aprendizagem. São Paulo: Herder, 1966.
KOLB, D. A. Experimental learning: experience as the source of learning and
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CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS. Inventário de Estilo de Aprendizagem de Kolb.
Letras e Artes (CCHLA), UFPB, Paraíba. Consultado na internet em: 16 de jul. 2021.
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