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METABOLIMOS DOS LIPÍDIOS 2-Entender o metabolismo dos lipídeos.( importância dos lpídeos para o metabolismo celular ) 1- compreender a bioquímica dos lipídios Klênya Maria - P2 Tutoria 10 Doença do caso : Aterosclerose 3-Compreender como se dá a arteroscleclore ( sinais , sintomas ,tratamento medicamentoso , e não medicamentoso fisiopatologia - formação de ateroma). Características gerais: Os lipídeos constituem um grupo heterogêneo de moléculas orgânicas insolúveis em água (hidrofóbicas)-(como clorofórmio, éter, benzeno) que podem ser extraídas dos tecidos por solventes apolares. A maioria dos lipídios é formada por ácido graxo, que é um ácido orgânico monocarboxílico Os lipídios se diferenciam das outras biomoléculas estudadas por não formarem polímeros. Bioquímica dos lipídios .ÁCIDOS GRAXOS • São ácidos monocarboxílicos, geralmente com cadeia carbônica longa e sem ramificações. • O grupo carboxila constitui a região polar • Cadeia carbônica é a parte apolar Funções biológicas: -Composição das membranas biológicas → membrana formada por fosfolipídios • Fornecimento de energia → liberam mais energia que os carboidratos quando oxidados • Precursores de hormônios e de sais biliares → relacionados com a produção de hormônios esteroides, como a testosterona, progesterona e estradiol. • Transporte de vitaminas lipossolúveis → transportam vitaminas que são solúveis em gorduras, como a A, D, E e K • Isolante térmico e físico → garante proteção contra baixas temperaturas e choques mecânicos deficiências ou desequilíbrios do metabolismo de lipídeos pode levar a problemas clínicos , como aterosclerose e obesidade. • Lipídeos simples → compostos resultantes da associação de ácidos graxos com álcoois . - Quando sofrem hidrólise total, originam somente ácidos graxos e álcoois. Exemplo: gorduras, óleos e ceras Bioquímica dos lipídios Esterídeos (esteroides) → se diferem dos simples e complexos por apresentarem em suas moléculas o núcleo ciclo-pentano- peridrofenantreno . - Encontramos o colesterol e seus derivados no grupo dos esteroides . - No sangue, o colesterol se associa a outros . lipídios e proteínas, formando glóbulos →LDL e HDL - HDL → colesterol bom, diminui a taxa de lipídeos na corrente sanguínea, pega do sangue e leva pro fígado -LDL → colesterol ruim, altas concentrações indicam riscos de doenças cardiovasculares Carotenoides → são lipídios pigmentados (coloridos), vermelho ou amarelo, de consistência oleosa. -Presentes nas células vegetais, como o caroteno na cenoura → convertido em vitamina A quando ingeridos. • Lipídeos compostos (complexos) → além de possuírem átomos de C, H e O, possuem de outros elementos, como o fósforo ou nitrogênio o Fosfolipídeos. Classificação dos lipídeos: De acordo com a natureza do ácido graxo e do álcool que formam os lipídeos, eles podem ser classificados em 4 grandes grupos : As gorduras poliinsaturadas são um tipo de gordura insaturada caracterizada pela presença de duas ou mais ligações duplas entre carbonos (C=C) de sua cadeia. Essas gorduras poliinsaturadas ômega-3 e ômega-6 são essenciais para a saúde, participando de diversas funções no corpo humano como a produção de componentes estruturais de membranas, principalmente de células da retina do olho e do sistema nervoso. Logo, essas gorduras devem ser um elemento integrante de nossas dietas, já que o corpo humano não é capaz de sintetizá-las. Lipogênese lipólise Beta oxidação Existem 3 principais processos que ocorrem no metabolismo dos lipídeos : no metabolismo dos lipídeos quando estamos bem alimentados ( na fase anabólica) ocorre o processo da síntese de lipídeos a lipogênese . Já quando estamos no estado de Jejum ( catabolismo ) ocorre a lipólise e a beta-oxidação. Metabolismo dos lipídios A síntese dos ácidos graxos ocorre principalmente no citoplasma das células do fígado e do tecido adiposo pela união de moléculas de ACETIL COA. As moléculas de ACETIL COA vão sendo ligadas , construindo um ácido graxo de dois em dois carbonos até formarem um ácido graxo com 16 carbonos ( o ácido palmítico ) A sintese de colesterol por ser um processo mais simples pode ocorrer em qualquer célula do nosso organismo e ela também utiliza como matéria prima a ACETIL COA. LIPOGÊNESE Se refere a síntese de dois lipídeos no nosso organismo ( dos ácidos graxos do colesterol) ocorre quando estamos alimentados com a presença da insulina na circulação. Na síntese de triglicerídeos, três ácidos graxos são formados e a eles são adicionados uma molécula de glicerol, formando um triglicerídeo que pode ficar estocado como gotículas dentro dos adipócitos . A maioria dos ácidos graxos que são sintetizados nos adipócitos são utilizados como reservas energéticas. Conforme a necessidade, nosso organismo pode produzir diversos tipos de ácidos graxos a partir do ácido palmítico , através de reações que podem prolongar as cadeias de carbono e podem até produzir insaturações . Apesar disso, o corpo humano é incapaz de produzir insaturações nos ácidos graxos abaixo do carbono 9 é por isso que ácidos graxos da família do Ômega 3 e do Ômega 6, são essenciais e devem ser obtidos pela alimentação. Alguns fatores que estimulam a lipogênese : Muito ATP , Acetil- CoA e citrato . O citrato (acetil-coa + OAA) não consegue seguir o ciclo de Krebs porque o ATP inibe a isocitrato desidrogenase Ao invés do citrato seguir para o ciclo de Krebs, ele vai ser desviado para a síntese de lipídeos Metabolismo dos lipídios Na lipogênese Carboidratos e proteínas obtidos da dieta em excesso, além das quantidades corporais necessárias podem ser convertidos em ácidos graxos, que são armazenados como triacilgliceróis. Em humanos adultos, a síntese de ác. Graxos ocorre principalmente no fígado e nas glândulas mamarias em lactação e, em menor extensão, no tecido adiposo. Esse processo citosólico incorpora carbonos da acetil- CoA na cadeia de ácido graxo em crescimento, ATP e NADPH O glicerol segue para o fígado onde será convertido em glicose na gliconeogênese . os ácidos graxos são captados pelas células para produzirem energia na beta-oxidação. Lipólise É um processo de degradação dos triglicerídeos em : Ácidos graxos e glicerol Ela ocorre nas células dos músculos do fígado e do tecido adiposo , estimuladas pela presença do hormônio glucagon na circulação que sinaliza o estado de Jejum. No tecido adiposo os estoques de triglicerídeos constituem a maior reserva energética do nosso organismo . A lipólise dessa reserva acontece por meio da reação de hidrólise dos triglicerídeos que estão estocados dentro dos adipócitos , eles são separados em três ácidos graxos e um glicerol que serão enviados pela circulação para serem utilizados na produção de energia. Metabolismo dos lipídios A ACIL-COA passa por um ciclo de reações onde cada volta vai sendo produzida uma molécula com dois átomos de carbono , chamada de ACETIL-COA. O ciclo se repete até que não reste mais carbono. Ácidos graxos com o número impar de carbono , produzem no final da Beta-oxidação uma molécula de propionil-COA contendo 3 carbonos. Beta- Oxidação dos lipídeos É um processo metabólico que ocorre dentro das mitocôndrias para produzir energia , ela ocorre principalmente quando estamos no estado de jejum , utilizando os ácidos graxos que vinheram da hidrólise dos triglicerídeos das células adiposas. Esses ácidos graxos que chegam não podem entrar diretamente nas mitocôndrias por serem moléculas muito grandes , precisam ser ativados e transformados em ACIL-COA que pode ser transportado para dentro das mitocôndrias pelo aminoácido carnitina. Dentro das mitocôndrias ocorre a Beta-oxidação da ACIL- COA. As ACETIL-COA produzidas podem entrar no ciclo de krebs onde seram queimadas pela respiração celular , gerando moléculas de ATP. A ATP é a molécula que contém a energia que é consumida pelas células. Na beta-oxidação as ACIL-COAproduziram uma grande quantidade de ACETIL-COA e as mitocôndrias não consegue dar conta de todas elas , por isso as ACETIL-COAs que não foram utilizadas serão enviadas pela circulação até chegarem no fígado onde serão convertidas em corpos cetônicos . Em situação de jejum prolongado os corpos cetônicos são utilizados como substrato para produção de energia. Eles têm a capacidade de suprir até dois terços das necessidades energéticas das células neuronáis e podem ser utilizados pelas células dos músculos e algumas células dos rins e do intestino A aterosclerose caracteriza- se por placas intimais irregulares (ateromas) que avançam no lúmem das artérias de médio e grosso calibre. As placas contêm lipídeos, células inflamatórias, células musculares lisas e tecido conjuntivo. O colesterol elevado no sangue é uma das principais causas do acúmulo de gordura nas paredes das artérias, provocando seu “entupimento”, ou seja, a aterosclerose. A aterosclerose pode comprometer todas as artérias de médio e grosso calibre, incluindo artérias coronárias, carótidas e cerebrais; aorta e seus ramos; e grandes artérias dos membros. ARTEROSCLEROSE Fatores de risco : Dislipidemia (elevação do colesterol total, de LDL ou nível baixo de HDL), hipertensão , ,tabagismo, diabetes mellitus, obesidade/sobrepeso, níveis elevados de colesterol e triglicerídeos, inatividade física e histórico familiar. Promovem a aterosclerose por ampliação da disfunção endotelial e vias inflamatórias no endotélio vascular. Na dislipidemia ocorre aumento de captação e oxidação subendoteliais de LDL e, por sua vez, os lipídios oxidados estimulam a produção de moléculas de adesão e citocinas inflamatórias, além da possibilidade de serem antigênicos, incitando a resposta imunomediada por células T e a inflamação na parede arterial. hipertensão pode acarretar inflamação vascular via mecanismos mediados por angiotensina II. A angiotensina II estimula células endoteliais, células musculares lisas vasculares e macrófagos a produzir mediadores pró- aterogênicos, incluindo citocinas pró-inflamatórias, ânions superóxidos, fatores pró-trombóticos, fatores de crescimento e receptores de LDL oxidados semelhantes à lecitina. diabetes conduz à formação de produtos finais de glicação avançada, o que aumenta a produção de citocinas pró-inflamatórias pelas células endoteliais. O estresse oxidativo e os radicais reativos de oxigênio, gerados por diabetes, lesam diretamente o endotélio e promovem a aterogênese. Doença renal crônica promove o desenvolvimento da aterosclerose por meio de várias vias, incluindo a piora da hipertensão e da resistência à insulina, diminuição dos níveis de apolipoproteína A-I e aumento de lipoproteína (a), homocisteína, fibrinogênio e níveis de proteína C reativa https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist%C3%BArbios-end%C3%B3crinos-e-metab%C3%B3licos/dist%C3%BArbios-lip%C3%ADdicos/dislipidemia https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/doen%C3%A7as-cardiovasculares/hipertens%C3%A3o/hipertens%C3%A3o https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist%C3%BArbios-end%C3%B3crinos-e-metab%C3%B3licos/diabetes-mellitus-e-dist%C3%BArbios-do-metabolismo-de-carboidratos/diabetes-melito-dm https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist%C3%BArbios-geniturin%C3%A1rios/doen%C3%A7a-renal-cr%C3%B4nica/doen%C3%A7a-renal-cr%C3%B4nica Sintomas de aterosclerose Na aterosclerose o acúmulo de gordura vai acontecendo ao longo do tempo e, por isso, os sintomas só são notados quando o fluxo de sangue encontra-se bem comprometido. Os sintomas podem variar de acordo com a artéria que é acometida, mas de forma geral podem surgir: Dor e/ ou sensação de pressão no peito; Dificuldade para respirar; Confusão mental; Tonturas; Fraqueza nos braço ou perna; Perda temporária da visão de um dos olhos; Aumento da pressão arterial; Cansaço excessivo; Sinais e sintomas de falência renal, como urina com cheiro forte e espumosa, tremores e cãibras, por exemplo; Dor de cabeça intensa. Os sintomas e complicações apresentados por uma pessoa vai depender do local de obstrução. No coração: A obstrução total ou mesmo parcial pode cursar com dor no peito (angina) e infarto agudo do miocárdio. No cérebro:A obstrução pode levar ao acidente vascular cerebral do tipo isquêmico (AVC), conhecido popularmente como “derrame”. Nos membros inferiores:A obstrução diminui a circulação sanguínea, causando desde dor e palidez, até dificuldade para correr ou caminhar por determinadas distâncias, de acordo com o grau de obstrução. FISIOPATOLOGIA A aterosclerose é um evento inicial das doenças cardiovasculares, silenciosa, pode resultar em complicações como insuficiência vascular periférica, infarto cerebral, cardiopatias isquêmicas, infarto agudo do miocárdio, morte súbita, entre outros. Trata-se do gradual acúmulo de lipídeos, células inflamatórias, células musculares lisas e tecido conjuntivo na túnica íntima de artérias de grande e médio calibre. Recebe influência genética e ambiental (tais quais hiperlipidemia, hipertensão arterial, tabagismo, diabetes, ou seja, são passíveis de prevenção e intervenção) Acredita-se que o processo de desencadeamento da aterosclerose seja uma reação a alguma lesão endotelial que termina com o processo inflamatório crônico desses vasos. A lesão a esse endotélio pode ser causada por fluxos sanguíneos turbulentos devido hipertensão arterial, colesterol em níveis elevados ou presença de radicais livres. Portanto, esses fatores com ação isolada ou em conjunto seriam potenciais causadores de lesão ao endotélio e consequentemente ativação das células endoteliais. Além disso, responsáveis pelo aumento da sua permeabilidade, elevando as chances de depósito de lipoproteínas de baixa densidade (LDL) e de muita baixa densidade (VLDL) na túnica íntima das artérias. É fisiologicamente normal que o endotélio arterial tenha a tendência de repelir o LDL (proteína que transporta o colesterol do fígado para regiões periféricas). No entanto, na aterosclerose, essa característica protetora torna-se disfuncional e como consequência esse tecido perde essa importante capacidade. Assim, o LDL passa a atravessar essa camada epitelial e se acumula entre a túnica íntima e a túnica média das artérias. Exames de sangue para pesquisar fatores de risco para aterosclerose Exames de imagem para detectar a presença de placas perigosas. História e exame físico Perfil lipídico de jejum Níveis de hemoglobina A1C Diagnóstico Pacientes sintomáticos: Avaliam-se os pacientes com sinais e sintomas de isquemia para determinar a magnitude e a localização da oclusão vascular, com vários exames invasivos e não invasivos, dependendo do órgão comprometido (ver em outras seções deste Manual). Esses pacientes também devem ser avaliados para a determinação da existência de fatores de risco de aterosclerose por: Homens ≥ 40 anos Mulheres ≥ 40 anos e mulheres na pós-menopausa História familiar de hipercolesterolemia familiar ou doença cardiovascular precoce (isto é, idade de início < 55 anos para parente de 1º grau do sexo masculino ou < 65 anos para parente de 1º grau do sexo feminino) Diabetes tipo 2 Hipertensão Síndrome metabólica Doença renal crônica [taxa de filtração glomerular estimada (TFGe) ≤ 60 mL/minuto/1,73 m2 ou razão albumina/creatinina (RAC) ≥ 3 mg/mmol] Tabagismo atual Doenças inflamatórias crônicas Infecção pelo HIV História doenças hipertensivas da gestação (pré-eclâmpsia e eclampsia) Pacientes assintomáticos (triagem): paciente com fatores de risco para aterosclerose, mas nenhum sinal ou sintoma de isquemia. A maioria das diretrizes recomenda triagem pelo perfil lipídico em pacientes com qualquer uma das seguintes características: https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/doen%C3%A7as-cardiovasculares/arterioesclerose/aterosclerose#v6616200_pt https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/doen%C3%A7as-cardiovasculares/arterioesclerose/aterosclerose#v6616200_pt Seguir uma dieta saudávelExercício Perder peso Parar de fumar Reduzir os níveis de colesterol LDL Reduzir a pressão arterial Reduzir os níveis de glicose no sangue Às vezes, tomar medicamentos, tais como uma estatina Prevenção e Tratamento da aterosclerose : Para prevenir a aterosclerose, as pessoas precisam: Manter uma dieta saudável pode ajudar a diminuir o risco de aterosclerose. Uma dieta pobre em gorduras saturadas, carboidratos refinados, alimentos altamente processados e álcool e rica em frutas, legumes, verduras e fibras diminui o risco de doença cardiovascular. Dieta saudável e exercícios podem promover a perda de peso se uma pessoa estiver com sobrepeso ou obesa. As pessoas que fumam devem parar. As pessoas que param de fumar têm apenas metade do risco das pessoas que continuam fumando, independentemente de quanto tempo elas fumaram antes de pararem de fumar. As pessoas que têm hipertensão arterial devem reduzir sua pressão arterial recorrendo a mudanças no estilo de vida e medicamentos. As pessoas que têm diabetes devem manter um controle rigoroso de seu açúcar (glicose) no sangue. As pessoas que têm alto risco de desenvolverem aterosclerose também podem se beneficiar de certos medicamentos. Entre os medicamentos úteis estão as estatinas( são agentes hipolipemiantes que exercem os seus efeitos através da inibição da HMG-CoA redutase, enzima fundamental na síntese do colesterol, levando a uma redução do colesterol tecidual e um consequente aumento na expressão dos receptores de LDL.) e, em alguns casos, aspirina ou outros medicamentos antiplaquetários (medicamentos que impedem que as plaquetas se agrupem e formem bloqueios nos vasos sanguíneos). A aspirina e outros medicamentos antiplaquetários podem causar sangramento; portanto, esses medicamentos devem ser tomados apenas se os pacientes estiverem em alto risco de aterosclerose. Alguns medicamentos usados para tratar a hipertensão arterial e alguns usados para tratar diabetes também ajudam a reduzir o risco de aterosclerose. https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/fundamentos/exerc%C3%ADcio-e-forma-f%C3%ADsica/in%C3%ADcio-de-um-programa-de-exerc%C3%ADcio https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/dist%C3%BArbios-nutricionais/obesidade-e-a-s%C3%ADndrome-metab%C3%B3lica/obesidade#v8487738_pt https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/assuntos-especiais/uso-de-tabaco/cessa%C3%A7%C3%A3o-do-tabagismo https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/dist%C3%BArbios-do-cora%C3%A7%C3%A3o-e-dos-vasos-sangu%C3%ADneos/hipertens%C3%A3o-arterial/hipertens%C3%A3o-arterial#v718141_pt https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/dist%C3%BArbios-do-cora%C3%A7%C3%A3o-e-dos-vasos-sangu%C3%ADneos/hipertens%C3%A3o-arterial/hipertens%C3%A3o-arterial#v718141_pt