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1 
 
 
PARA CONCURSOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Profa. Dra. Silvânia Q. e Silva 
 
 
 
 
 
MANAUS 
2022 
 
 
MÓDULO : FUNDAMENTOS HISTÓRICOS 
TEÓRICOS E METODOLOGICOS DO SERVIÇO 
SOCIAL I 
 
Unidade 01: Acumulação e Sociedade 
Capitalista 
2 
 
APRESENTAÇÃO 
 
Seja bem-vindo (a) à primeira unidade do módulo de Fundamentos Históricos 
Teóricos e Metodológicos do Serviço Social do Curso Preparatório para Concursos 
Públicos na especialidade Serviço Social. 
Nesta unidade faz-se uma abordagem sobre a constituição da Sociedade 
Capitalista seus fundamentos, processo sócio-histórico, dimensões teóricos 
metodológicas no decorrer do desenvolvimento capitalista e, especialmente, sua 
reinvenção nos momentos de crises cíclicas do capital. 
As produções de Tavares (2009) e Proni (1997) são fundamentais no que diz 
respeito ao conhecimento das principais fases do capitalismo e sua analise critica na 
constituição e legitimação da sociedade de classes, a qual tem como elemento 
constituidor, a desigualdade. Conhecer as estratégias objetivas e ideológicas com as 
quais esta sociedade vem se construindo historicamente é essencial para compreender 
a profissão na perspectiva critica de totalidade, pois o capitalismo em suas fases 
mercantilista, concorrencial, monopolista e globalizado nos apresenta as bases 
fundamentais da reprodução da sociedade. 
Este conteúdo é relevante para provas de qualquer Concurso Público na área de 
Serviço Social, sendo assim, ressaltamos que seu esforço e dedicação são essenciais, 
no sentido da ampliação de seus conhecimentos e horizontes profissionais. Assim 
sendo, requer que invista em uma rotina de estudos compatível com a quantidade de 
conteúdo que precisa se apropriar, bem como coloque em prática a leitura na fonte, 
revisão e ampliar a resolução de questões sobre este tema. Desse modo você se 
aproxima cada vez mais do alcance do seu objetivo, a APROVAÇÃO. 
Enfatiza-se que este material foi produzido com dedicação e exclusivamente 
para você, que se dispôs a investir em seus estudos e preparação, fica então 
resguardados os direitos autorais e de reprodução, não sendo permitido sem a expressa 
autorização das autoras. 
Vamos então dar continuidade à nossa caminhada! 
 
 Profa. Dra. Silvânia Queiroz e Silva 
3 
 
SUMÁRIO 
 
OBJETIVOS DA UNIDADE................................................................................... 4 
 
1. Sociedade Acumulação e capital ................................................................... 
2. Fase 1: do feudalismo ao capitalismo mercantilista .................................... 
3. Fase 2: Capitalismo concorrencial ............................................................... 
4. Fase 3: Capitalismo monopolista e imperialismo ........................................ 
5. Fase 4: Capitalismo financeiro globalizado .................................................. 
4 
 
6 
7 
8 
10 
QUESTÕES DE CONCURSOS............................................................................. 
REFERÊNCIAS..................................................................................................... 
AUTORA............................................................................................................... 
12 
15 
15 
 
 
4 
 
 
OBJETIVOS DA UNIDADE: 
Esperamos que, ao final desta aula, você seja capaz de: 
✓ Compreender o processo sócio-histórico e os fundamentos das principais 
fases cíclicas da sociedade capitalista; 
✓ Apreender os fundamentos da analise histórico dialética proposta pelo 
Serviço Social das relações capitalistas de reprodução social. 
 
1. Sociedade, acumulação e capital 
Tavares (2009) destaca que o modo como, mundialmente, se organiza a 
produção traduz uma longa história de exploração do homem pelo homem, cujas 
relações sociais são determinadas pelo ESCRAVISMO, PELO FEUDALISMO 
E, CONTEMPORANEAMENTE, PELO CAPITALISMO. Todas têm em comum 
a DESIGUALDADE, mas isso não é argumento suficiente para afirmar que a 
divisão da sociedade em classes seja algo natural. “A Natureza não produz de 
um lado possuidores de dinheiro e de mercadorias e, de outro, meros 
possuidores das próprias forças de trabalho”. 
a cada nova etapa de seu desenvolvimento o CAPITALISMO, dá repostas 
de modo amplificado suas leis imanentes: tendência a aumentar o grau de 
concentração e centralização do capital, a induzir o progresso técnico e 
revolucionar a produção, a poupar o trabalho vivo socialmente necessário, a 
ampliar a capacidade produtiva instalada além das possibilidades do mercado, 
a englobar novas áreas de valorização e expandir seus domínios para além das 
fronteiras dadas, a espraiar sua lógica de reprodução por todas as esferas de 
sociabilidade (MAZZUCCHELLI, 1985). 
Alguns pensadores tentam explicar a divisão de classes a partir da 
afirmação de que o homem é naturalmente egoísta. Entre outros, Adam Smith 
observa que há nos homens uma incapacidade natural de cada um 
individualmente se bastar, o que desperta neles uma disposição para a troca, 
motivada pelos seus interesses particulares, daí se originando a divisão do 
trabalho. 
Parte-se do pressuposto de que, historicamente, os homens sempre 
aproveitaram as oportunidades de maximizar os seus ganhos, sobretudo por 
meio de atos de troca. Essa inclinação natural do homem teria sido 
materializada através do aprimoramento da organização da produção e dos 
instrumentos de trabalho, tendo em vista o aumento da produtividade, o 
que teria dado origem ao capitalismo, como se este, potencialmente, tivesse 
existido sempre, precisando apenas ser libertado do atraso. 
Para Tavares (2009) essa concepção sobre a origem do capitalismo tem 
implicações teórico-práticas que devem ser desveladas, uma vez que enfatiza a 
continuidade entre sociedades não capitalistas e capitalistas, numa tentativa de 
disfarçar as particularidades do capitalismo, além de tratar o mercado tão-
somente como o lugar onde são oferecidas oportunidades de comprar e vender, 
portanto, espaço representativo da liberdade entre os homens. E, ainda, 
5 
 
tende a tratar o atraso como exterior ao capitalismo, uma vez que esse deixaria 
de existir a partir de um determinado nível de desenvolvimento. PRESSUPÕE A 
AUTORA QUE A DESIGUALDADE NÃO É UM FENÔMENO ENDÓGENO AO 
CAPITAL, MAS UMA DECORRÊNCIA DA AUSÊNCIA DE 
DESENVOLVIMENTO. 
A lógica do capital não é a de que todos ganhem, ao contrário, é preciso 
que muitos percam para que alguns ganhem. A desigualdade é, na opinião de 
Hayek ― expressivo representante do neoliberalismo ―, propulsora da 
liberdade geral. Como Smith, ele também ignora que possibilidades não 
implicam realizações. Isto é, o fato de ser livre para tornar-se proprietário não é 
suficiente para que todos o sejam, dado que, trata-se de uma possibilidade cuja 
realização é mediada pelo dinheiro. Para Marx e Engels, “a propriedade privada 
está suprimida para nove décimos de seus membros; ela existe precisamente 
pelo fato de não existir para nove décimos” . 
O processo de produção capitalista não é simplesmente produção de 
mercadorias, mas um processo que absorve trabalho não pago. “O processo 
de produção é a unidade imediata entre o processo de trabalho e o processo de 
valorização, do mesmo modo por que seu resultado imediato, a mercadoria, é 
a unidade imediata entre o valor de uso e o de troca”. 
Ao vender a força de trabalho ao capitalista, por um dia, semana, 
quinzena, mês ou ano, tudo o que for produzido pelo trabalhador, no período 
determinado, pertence ao capitalista, embora essa produção seja sempre 
superior ao valor pago pela venda de sua força de trabalho. O que o 
capitalista recebe em troca do salário é o valor de uso dessa força de trabalho, 
é todo o trabalho vivo que ela pode fornecer. “O processo de trabalho é um 
processo entre coisas que o capitalista comprou, entre coisas que lhe 
pertencem”. 
O trabalhadornão para de trabalhar quando produz o valor 
correspondente ao pagamento da sua força de trabalho. Se fosse assim, 
tratava-se de um processo simples de formação de valor. Esse processo é 
prolongado, tornando-se PROCESSO DE VALORIZAÇÃO, isto é, processo de 
extração da mais-valia. É um processo que se realiza sob a direção do capitalista 
com o fim de fazer de dinheiro mais dinheiro. Ou melhor, de transformar 
dinheiro em capital. 
As operações econômicas ocorridas na pequena produção mercantil, 
constitutiva da chamada acumulação primitiva, pela qual foi possível a geração 
de um volume de recursos suficientes para separar os meios de produção dos 
produtores e transformá-los em trabalhadores assalariados, sob o domínio do 
capital. No começo, trocava-se mercadoria por mercadoria (M – M). Depois, 
tornou-se necessário introduzir o dinheiro para facilitar as trocas (M – D – M) 
À medida que agem no sentido de desobstruir as barreiras que limitam a 
máxima acumulação de riqueza, essas leis gerais do capitalismo produzem 
resultados contraditórios, gerando crises que provocam mudanças importantes 
na organização econômica e na própria organização social. Entretanto, tais 
mudanças só ganham significado quando apreendidas sob uma perspectiva 
histórica. 
 
6 
 
2. Fase 1 - do Feudalismo ao Capitalismo Mercantilista, séc. XVIII 
 
O capitalismo só emergiria como um sistema econômico plenamente 
constituído e, o que é indissociável, como um sistema social no qual estão 
presentes uma burguesia industrial e um proletariado urbano, ao final do século 
XVIII. 
A sociedade capitalista, prima pela defesa do direito à igualdade e à 
liberdade (mesmo que formais). A reprodução da vida material não mais se 
assenta na ética religiosa/militar e sim NUMA NOVA ÉTICA, A DO TRABALHO 
livre e do progresso material. 
A universalidade passa a ser garantida pelo direito positivo e pela 
afirmação de valores gestados no interior de uma das criaturas mais mitológicas 
da nova civilização: O MERCADO. Este confere substrato à valorização do livre-
arbítrio e ao reinado de uma outra mentalidade, baseada no “racionalismo 
econômico” (WEBER, 1987, cap. 2), o qual implica a adoção de uma 
racionalidade “científica” pela organização empresarial. Finalmente, predomina 
uma nova ideologia, segundo a qual a livre concorrência, princípio inspirador dos 
mercados capitalistas, aparece associada a uma aspirada mobilidade social e a 
uma saudável concorrência entre “iguais”. 
Dois grandes movimentos revolucionários modernos neste momento: a 
Revolução Francesa (1789) e a Revolução Industrial (1780-1830) e suas 
implicações na Inglaterra caracterizaram o processo de transição de um sistema 
a outro que ficou conhecido como da “acumulação primitiva de capital” 
(MARX, 1985, cap. 24). 
A acumulação primitiva foi um período que englobou uma série de 
processos interdependentes, quais sejam: 
a) a valorização do capital no comércio e na usura; 
b) a expansão da produção de mercadorias e o posterior surgimento da 
manufatura; 
c) a formação paulatina de um mercado transcontinental e o 
estabelecimento do sistema colonial; 
d) o aparelhamento administrativo-financeiro do Estado e a adoção de 
políticas “mercantilistas”; 
e) e a proletarização dos camponeses e aprendizes, o que exigiu a 
disciplinarização dos trabalhadores livres e a regulação dos salários como 
tarefas do Poder Público. 
A chamada “revolução agrícola” propiciou uma oferta de alimentos e 
matérias-primas em quantidade e preços adequados à reprodução do nascente 
proletariado e ao desenvolvimento da manufatura. Além disso, o assalariamento 
dos trabalhadores rurais (jornaleiros ou diaristas) contribuiu para ampliar os 
mercados consumidores de manufaturados, criando uma nova dinâmica entre 
cidade e campo. 
A partir de 1694 com a criação do Banco da Inglaterra e, ao longo do 
século XVIII, o sistema bancário britânico desenvolveu-se impulsionado pelo 
crescimento do comércio exterior, o que lhe permitiu desempenhar um papel 
7 
 
importante no financiamento da grande indústria, já nas últimas décadas dos 
anos setecentos, fazendo ascender o processo de industrialização na produção 
de mercadorias, ou seja, o financiamento da I Revolução Industrial. 
 
3. Fase 2 – Capitalismo Concorrencial, séc. XIX 
 
Por definição, a conformação do capitalismo só se completa com o 
surgimento da produção mecanizada, organizada como GRANDE 
INDÚSTRIA, e com a generalização do trabalho assalariado e a reprodução 
de uma classe operária. Assim, a Revolução Industrial representa a 
constituição/generalização de relações capitalistas de produção, o que é 
fundamental para o pleno domínio do capital sobre as condições de sua 
valorização. 
As máquinas passaram a ditar o ritmo do processo de trabalho e a 
homogeneizar a qualidade do produto, o que desvalorizou o preço da força de 
trabalho e reduziu os custos unitários de produção. 
A maquinaria representou, do ponto de vista da valorização do capital, 
um poderoso instrumento de subordinação do trabalhador às condições 
impostas pelos detentores dos meios de produção e um poderoso impulso ao 
ritmo da acumulação. A partir de 1780, a acumulação na indústria têxtil estimulou 
a rápida urbanização dos principais centros regionais, impulsionando a 
construção civil e a demanda de carvão para o consumo doméstico. 
No século XIX, por volta de 1830, a estrutura industrial já estava 
plenamente constituída e a Inglaterra já podia ser considerada a “oficina 
mecânica do mundo” (HOBSBAWM, 1977, cap. 2). 
Paralelo, A TRANSFORMAÇÃO DA FORÇA DE TRABALHO EM 
MERCADORIA a ser consumida no processo de produção e as condições 
desumanas do mercado de trabalho são um exemplo de como a mercantilização 
das relações sociais, promovida pelo avanço do capitalismo, triturou as bases 
morais da sociedade e impôs uma nova ordem social assentada na 
concorrência individual (POLANYI, 1980, parte 2). 
A difusão do capitalismo no século XIX, portanto, significou o surgimento 
de novas potências industriais, que viriam competir com a economia inglesa e 
transformar as relações econômicas internacionais. A peculiaridade desses 
processos seria ocorrerem num período em que a Inglaterra era hegemônica no 
cenário econômico internacional, a ideologia dominante era o liberalismo 
econômico, e ainda não existiam sérios obstáculos à industrialização. 
Os capitalismos atrasados se diferenciam do originário também porque a 
implantação da indústria têxtil seria incapaz, por si só, de desencadear a 
industrialização (a necessidade de importar máquinas e insumos restringia a 
expansão da demanda interna), tendo sido exigido um esforço maior para 
internalizar a indústria de bens de produção, única forma de garantir a criação 
de um mercado interno capitalista e alavancar a acumulação industrial. 
Para um melhor entendimento, pode-se distinguir os processos de 
industrialização do século XIX em duas “ondas”: 
8 
 
1) As industrializações da França, EUA e Alemanha são 
classificadas como da “primeira onda” (1840-1870); 
2) As da Rússia, Japão e Itália fazem parte da “segunda onda” (1870-
1890. 
Entre 1830 e 1890, o capitalismo britânico imprimiu o tom do padrão de 
acumulação e das relações internacionais. Predominavam relações econômicas 
internacionais baseadas no livre-cambismo e consolidavam-se estruturas 
produtivas nas quais se encontravam diversas empresas operando em cada 
ramo econômico, com plantas industriais de dimensões modestas e tecnologias 
simples (comparativamente ao que viria a seguir). 
Nesse período, ainda não havia mecanismos de proteção à propriedade 
das inovações, e os avanços tecnológicos difundiam-se com relativa facilidade 
pelo aparelho produtivo, tendendo a equiparar o nível de produtividade entre as 
empresas. Ao mesmo tempo, predominava a empresa organizada 
familiarmente, que dispunha de crédito fácil e barato no sistema bancário. 
Dessa forma, principalmente na Inglaterra, o padrão de concorrência 
capitalistapermitia o surgimento “espontâneo” de novos capitais 
industriais. 
A esse padrão de acumulação baseado no livre funcionamento das 
forças do mercado, e que teria sua vigência histórica circunscrita ao período 
inicial de difusão e consolidação das relações capitalistas, a esse sistema 
dinâmico no qual ciclos de crescimento e depressão decorrem da 
competição e da mobilidade de capitais individuais, pode-se chamar 
CAPITALISMO CONCORRENCIAL (OLIVEIRA, 1985, cap. 3). 
É importante considerar que, por volta de 1867, quando Karl Marx 
publicou os primeiros volumes de O Capital, o capitalismo inglês ainda era a 
referência principal para a compreensão das leis gerais de funcionamento da 
economia. Mas, à medida que a primeira onda de industrialização retardatária 
se completava, o capitalismo entrava numa etapa de profundas transformações. 
 
4. Fase 3 – Capitalismo Monopolista e Imperialismo, séc. XIX e XX 
 
 A partir de 1870, conforme a Inglaterra ia perdendo o monopólio da 
produção industrial e o livre comércio dava lugar ao protecionismo, intensificou-
se o processo de centralização e de concentração de capitais, com a fusão de 
empresas e a união de bancos e indústrias. Simultaneamente, foram sendo 
gestados um novo padrão tecnológico e uma outra racionalidade empresarial, 
com novos produtos e revolucionários métodos de gestão da produção e do 
trabalho (o “taylorismo”), caracterizando a emergência de uma SEGUNDA 
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL. 
Aproximadamente entre 1780 e 1870, teriam se operado as 
transformações que assinalam o estabelecimento da sociedade capitalista 
burguesa, constituindo a era do capitalismo industrial ou concorrencial, fase do 
estabelecimento das formas capitalistas da sociedade liberal. Inicialmente, 
ainda não havia muito capital acumulado, o que explica que as empresas fossem 
9 
 
pequenas e administradas pelos próprios donos. Esse período é marcado pela 
Revolução Industrial e, óbvio, pelo advento da máquina. 
Três formas de produção de mercadorias traduzem essa trajetória: A 
COOPERAÇÃO SIMPLES, A MANUFATURA E A GRANDE INDÚSTRIA. 
Essa forma de produção ainda não era suficiente para o propósito da 
acumulação e expansão. Para que o capital se impusesse como força social 
dominante, era preciso inverter os papéis entre os trabalhadores e os meios 
de produção. Em lugar de os trabalhadores usarem os meios de produção, 
estes é que deveriam usar a força de trabalho. Esse processo se desenvolve 
na manufatura e se completa na grande indústria, “que separa do trabalho a 
ciência como potência autônoma de produção e a força a servir ao capital”. 
A partir de 1870, o capital entra na sua fase DE EXPANSÃO E 
AMADURECIMENTO, A FASE DOS MONOPÓLIOS. Isso não significa que a 
concorrência é inteiramente cancelada, contudo, livre concorrência, no sentido 
preciso de franco liberalismo, só foi permitida à Inglaterra, por ter ido a primeira 
a industrializar-se. 
Na fase monopolista, toma forma a estrutura da indústria moderna e das 
finanças capitalistas. O surgimento das empresas de sociedade anônima, os 
cartéis e outras formas de combinação são expressões da concentração e 
centralização do capital. O capitalismo monopolista abrange o aumento de 
organizações monopolistas, a internacionalização do capital, a divisão 
internacional do trabalho, o imperialismo, o mercado mundial do capital, as 
mudanças na estrutura do poder estatal. 
HÁ UMA REORGANIZAÇÃO DA VIDA SOCIAL, alterando papéis 
femininos e transferindo-se para o mercado quase todas as atividades 
tradicionalmente a cargo da família. Com isso, aumenta a necessidade de 
instituições, como escolas, hospitais, prisões, manicômios e, também, de 
assistência social. Não é por acaso que o surgimento do Serviço Social 
como profissão coincide com esse momento. 
 Nos anos 1970, quando este entra em crise, sendo sucedido por outro 
modelo, também oriundo do mesmo ramo da economia. Referimo-nos ao 
Fordismo e ao Toyotismo. 
No início do século XX, o capitalismo atingiu uma configuração mais 
madura e deu nitidez ao que tem sido chamado, nos países mais avançados, de 
sociedade urbano-industrial. Entretanto, como aquele desenvolvimento estava 
assentado no poder do capital financeiro (no caso inglês, eminentemente 
parasitário) e trazia consigo inúmeras contradições, tanto no plano das relações 
entre capital e trabalho como no das relações políticas internacionais, foram 
surgindo sérias dúvidas a respeito do futuro do capitalismo, principalmente 
depois da Primeira Guerra. 
Depois da guerra, não se conseguiu restabelecer o equilíbrio do poder 
político/militar, e as assimetrias entre as principais economias capitalistas se 
tornaram um fator agravante para a instabilidade do mercado mundial. 
Fracassaram as tentativas de restaurar o sistema monetário internacional, que 
tinha sido tão fundamental para o comércio e paz mundiais. 
10 
 
Compreender os motivos da crise de 1929 e da severidade da Grande 
Depressão que a sucedeu foi uma preocupação generalizada dos economistas. 
A Grande Depressão do início da década de 30 solapou a confiança no futuro, 
lançou milhares de desempregados às ruas e acabou exigindo que se forjassem 
novas políticas econômicas – de fato, respostas não-convencionais, em certo 
sentido revolucionárias, aos desafios colocados pela gravidade da crise 
(HOBSBAWM, 1995, cap. 3). 
Diante do colapso dos mercados e da febre social do desemprego em 
massa, a ineficácia das soluções propostas pelo receituário liberal tornou ainda 
mais precária a situação dos principais governos. E, para tentar salvar o mercado 
interno e a moeda nacional dos furacões que arrasavam os mercados e as 
finanças internacionais, os estados capitalistas tiveram que isolar suas 
economias, sacrificar o sistema de comércio multilateral e abandonar 
definitivamente o padrão-ouro. 
Depois de 1945 e da “economia de guerra”, um retorno ao laissez-
faire (ou ao livre mercado) estava fora de questão. Tornou-se consensual que 
uma economia de mercado precisava de parâmetros seguros e de mecanismos 
de proteção para não derivar rumo às crises e às catástrofes sociais. Em 
decorrência, as economias capitalistas seriam marcadas por um traço comum: 
a necessidade crescente do planejamento público e da regulação estatal 
sobre as variáveis-chave do mercado (juros, câmbio, salários). 
Assim que a Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda, publicada 
por John M. Keynes em 1936, se tornaria o novo referencial teórico dos 
economistas formuladores de políticas, também a crença de que o capitalismo 
podia ser mantido sob controle através da regulação estatal da concorrência 
capitalista (e da regulamentação dos mercados) se converteria na principal 
propaganda política dos governos social-democratas, configurando os anos 
dourados do Welfare State e o domínio dos EUA na economia mundial. 
Esta perspectiva política econômica entrou em crise a partir dos anos 
60, mudanças importantes ocorreram, também, no mundo do trabalho. As 
formas de contratação, utilização, remuneração e demissão de trabalhadores 
deixaram de refletir apenas o livre jogo do mercado e o livre-arbítrio das 
empresas. 
 
5. Fase 4 – Capitalismo financeiro globalizado, séc. XX e XXI 
 
A queda da rentabilidade esperada dos novos investimentos produtivos e 
a intensificação da competição internacional levaram os detentores do grande 
capital – seguindo a irrefutável lógica da máxima valorização – a buscar de se 
libertar dos controles impostos pelas fronteiras nacionais. 
Na verdade, a transnacionalização do capital é a raiz do processo 
atualmente conhecido como “GLOBALIZAÇÃO ECONÔMICA”, que envolve 
tanto uma dimensão produtiva como financeira. A globalização produtiva 
refere-se ao fato de componentes de um bem industrial serem produzidos em 
distintos países, enquanto a globalização financeira refere-se à possibilidade de 
11 
 
movimentar livremente excedentes de capital (aplicados especialmente em 
títulos secundários e ações) entre asprincipais praças financeiras do planeta. 
A partir de meados dos anos 70, com a recessão que afetou a maioria dos 
países desenvolvidos, fortaleceram-se as TESES NEOLIBERAIS que 
condenam a ingerência do Estado no funcionamento da economia, suposta 
responsável pelas distorções nas decisões de investimento e nas expectativas 
dos agentes – distorções que precisariam ser corrigidas, a começar por um 
enxugamento do setor público e por uma liberalização dos mercados 
(internos e externos). 
A liberalização implicaria a desregulamentação de mercados, ou seja, 
o abandono de regras que cerceavam o livre funcionamento da economia. Esse 
processo já havia se iniciado na esfera financeira (com a autonomia dos fluxos 
de capitais especulativos) e, posteriormente, atingiria o comércio internacional 
(aumentam as pressões para a eliminação das barreiras alfandegárias) e 
finalmente o mercado de trabalho (flexibilização dos contratos de trabalho). 
A reestruturação produtiva e organizacional foi (ou tem sido) uma resposta 
das grandes empresas às novas condições da concorrência capitalista. Na 
busca de maior produtividade e de redução dos custos operacionais, foram 
efetivadas mudanças de grande impacto: 
a) incorporação da informática e da robótica ao processo de produção, 
aumentando a eficiência e o controle dos produtos; 
b) reorganização do processo produtivo, visando maior flexibilidade e 
ajuste da produção às vendas; 
c) reformulação da gestão da mão-de-obra, com redução do quadro 
funcional e simplificação das hierarquias; 
d) terceirização de atividades de suporte e focalização da empresa em 
atividades essenciais. 
Alguns analistas vão além, destacando não só a introdução de novas 
técnicas produtivas e organizacionais, mas também o aparecimento de novos 
setores industriais e o desenvolvimento das telecomunicações, fenômenos que 
caracterizariam a gestação de uma Terceira Revolução Industrial 
(COUTINHO, 1992) – revolução que certamente ainda não se completou e 
poderá trazer muitas novidades nas próximas décadas (possíveis mudanças na 
matriz energética e no sistema de transporte). 
Em suma, A MODERNIZAÇÃO CONSERVADORA, o desmonte do 
Estado de Bem-Estar e a desregulamentação dos mercados, promovidos pela 
adoção de políticas de cunho neoliberal, podem ser considerados fatores que 
contribuíram para o aprofundamento e o prolongamento da crise 
contemporânea. 
Ao mesmo tempo, o acirramento da concorrência internacional propiciou 
a reinvenção de políticas imperialistas, o que se expressa mais claramente na 
forma como se deu a retomada da hegemonia norte-americana. Mas é na perda 
de controle sobre as moedas nacionais, ou melhor, na ameaçadora instabilidade 
monetária e financeira, que reside a causa principal da atual perda de dinamismo 
do processo de acumulação de capital. 
12 
 
Para Tavares (2009), o novo sistema de produção ― o toyotismo ― se 
opõe “rigidez fordista”, assumindo as características do regime que fora 
progressivamente implantado na Toyota ― empresa japonesa de automóvel ― 
entre 1950 e 1970, na tentativa de encontrar um método produtivo adaptado à 
situação do Japão. O toyotismo ― também denominado métodos flexíveis, 
método kanban ou just-in-time ―, em lugar de aprofundar a integração vertical 
da indústria fordista, que controlava diretamente o processo de produção do 
automóvel, de cima a baixo, desenvolve relações de subcontratação, pelas quais 
a empresa nuclear aproveita-se dos custos salariais mais baixos das 
subcontratadas. 
Esse sistema de organização da produção, baseado na flexibilidade do 
trabalho e dos trabalhadores, vai ser imposto a todos os países capitalistas, 
a partir dos anos 1980 e, para os mais tardios, nos anos 1990. 
A globalização iguala a todos. Argumenta-se que as mudanças técnico-
organizacionais são imprescindíveis à inserção dos países periféricos à 
economia internacional, ignorando - se as especificidades de cada um. Ao 
igualar todos os países, sugere-se que há viabilidade para todos, que todos 
podem ser igualmente desenvolvidos, o que contraria a lógica do capital. 
Os países com maior capacidade de centralização e concentração 
exploram as desigualdades nacionais e aproveitam todas as vantagens 
oferecidas pela reestruturação produtiva do capital, enquanto os demais se 
submetem a uma hierarquia econômica e política e sofrem os efeitos dessa 
dominação. 
Em nome da flexibilidade, funções nucleares já se inscrevem nas 
atividades terceirizadas, seja nas empresas privadas ou nos serviços públicos. 
Mas, em lugar da pretensa igualdade, que permeia o discurso da globalização, 
acentua-se o caráter excludente do padrão de acumulação, sobretudo nos 
países periféricos, como o Brasil constituindo a lei do desenvolvimento desigual 
e combinado. 
Em síntese, podemos identificar nesse processo sócio-histórico os 
seguintes projetos políticos econômicos: 
PROJETO REFORMISTA PROJETO REVOLUCIONÁRIO PROJETO NEOLIBERAL 
tanto em sua vertente liberal-
keynesiana como social-
democrata, representando 
o expansionismo do 
capitalismo produtivo/comercial 
conjuntamente com algum grau 
de desenvolvimento dos direitos 
civis, políticos, sociais e 
trabalhistas 
fundamentalmente de 
inspiração marxista que 
busca, gradual ou 
abruptamente, 
a substituição da ordem 
capitalista por uma 
sociedade sem classes, sem 
exploração e regida pelo 
trabalho emancipado. 
De inspiração 
monetarista, sob o 
comando do capital 
financeiro, que procura, no 
atual contexto de 
crise, desmontar os 
direitos trabalhistas, 
políticos e sociais 
historicamente 
conquistados pelos 
trabalhadores, acentuando 
a exploração de quem vive 
do trabalho e sugando os 
pequenos e os médios 
capitais; 
 
13 
 
 
 
 VAMOS AGORA TREINAR ESSE CONHECIMENTO, QUESTÕES DE 
CONCURSOS 
 
1.(UNIFIL/PREFDETUPÃSSI-PR/AS/2019) Segundo José Paulo Netto (2011, p. 19), 
“na tradição teórica que vem de Marx, está consensualmente aceite que o capitalismo, 
no último quartel do século XIX, experimenta profundas modificações no seu 
ordenamento e na sua dinâmica econômicos, com incidências necessárias na estrutura 
social e nas instâncias políticas das sociedades nacionais que envolvia”. Assinale a 
alternativa que apresenta corretamente o período a que o autor se refere. 
 
A) Trata-se do período histórico em que ao capitalismo monopolista sucede o 
capitalismo concorrencial. 
B) Trata-se do período histórico em que ao modelo manufatureiro sucede o 
capitalismo imperialista. 
C) Trata-se do período histórico em que ao capitalismo concorrencial sucede o 
modelo manufatureiro. 
D) Trata-se do período histórico em que ao capitalismo concorrencial sucede o 
capitalismo dos monopólios. 
2.(FGV/PREFDEOSASCO-SP/AS/2014) A doutrina neoliberal, que marca as 
sociedades capitalistas contemporâneas, tem como uma de suas diretrizes: 
 
A) a diminuição generalizada de tributos com vistas ao aperfeiçoamento do Estado 
Social; 
B) a separação das esferas social e econômica para aumentar o dinamismo das 
empresas; 
C) a redução do papel do Estado na esfera econômica, com a perda do seu papel 
de coordenador do desenvolvimento econômico; 
D) o enfrentamento da crise fiscal do Estado para permitir maiores investimentos 
sociais; 
E) a elevação da produtividade, generalizando a produção em massa. 
 
3.(UNIFIL/PREFDEMANDAQUAÇU-PR/AS/2019) Por volta de 1780 e 1870 teriam se 
operado as transformações que assinalam o estabelecimento da sociedade capitalista 
burguesa. Inicialmente, ainda não havia muito capital acumulado e as empresas eram 
pequenas e administradas pelos próprios donos. Esse período é marcado pela 
Revolução Industrial e pelo advento da máquina. (TAVARES, 2004). 
 
Assinale a alternativa que apresenta a fase do capitalismo descrita no trecho acima. 
A) Capitalismo maduro. 
B) Capitalismo monopólico. 
C) Capitalismo inicial. 
D) Capitalismo burguês. 
 
4.(FADESP/PREFDEMONTEALEGRE-EM/AS/2015) O antagonismo entre produtores 
e usurpadores de riqueza, existenteem toda sociedade de classes e que se consolida 
na sociedade capitalista, gera tal contradição de interesses que faz com que as lutas 
que travam as classes antagônicas se constituam em verdadeiro(a) 
 
A) motor da história. 
14 
 
B) vanguarda da história. 
C) totalidade histórica. 
D) identidade histórica. 
5.(UFBA/UNILAB/AS/2014) Ao longo do processo de produção e reprodução do 
capitalismo, na sociedade brasileira, observa-se um modelo de desenvolvimento 
periférico, desigual e combinado. 
 
( ) CERTO ( ) ERRADO 
 
6.(IDHTEC/PREFDEMACAPARANA-PE/AS/2019) Representando o expansionismo 
do capitalismo produtivo comercial conjuntamente com algum grau de desenvolvimento 
dos direitos civis, políticos, sociais e trabalhistas. 
 
Esta é a descrição de qual projeto de sociedade: 
 
A) Projeto neoliberal 
B) Projeto reformista 
C) Projeto revolucionário 
D) Projeto fundamentalista 
E) Projeto neomarxista 
7.(UFRR/UFRR/AS/2018) Pode-se considerar de acordo com (Behring, 2009) que os 
impactos da crise do capital, iniciada no final do século XX, incidem nas relações entre 
Estado e sociedade, com tendências antidemocráticas. Sendo assim, para essa autora, 
um aspecto central pode ser apontado como aquele que engendra tais modificações no 
âmbito do Estado e da sociedade civil, denominado de: 
 
A) Nepotismo. 
B) Corrupção. 
C) Desemprego. 
D) Neoliberalismo. 
E) Corporativismo. 
8.(CS-UFG/CÂMARAGOIANIA-GO/AS/2018) Iamamoto (2007) evidencia que as 
transformações nas formas de produção e de gestão do trabalho, perante as exigências 
do mercado mundial sob o comando do capital financeiro, alteram as relações entre 
Estado e sociedade, decorrendo em 
 
A) novas expressões da questão social que atinge não só a economia e a política, 
mas afetam todas as formas de sociabilidade humana. 
B) novas mediações históricas que reconfiguram a questão social na cena brasileira 
contemporânea no contexto da mundialização do capital. 
C) formas diferenciadas e antagônicas da acumulação do capital, que tende a 
provocar crises que se projetam no mundo, gerando recessão. 
D) formas radicais na intervenção estatal a serviço dos interesses privados, sob a 
inspiração liberal, metamorfoseando a nova questão social. 
9.(FUNDATEC/PREFDESANTAROSA-RS/AS/2019) Sobre o tema capitalismo e 
acumulação de capital, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, 
se falsas. 
 
( ) A política capitalista almeja buscar a acumulação e o aumento das taxas de lucro, 
mas, para isso, precisa manter e até aprofundar a exploração da classe trabalhadora. 
( ) O papel civilizador do capitalismo se atrofia e se converte no seu antípoda, a 
barbarização da vida social. 
15 
 
( ) O entendimento dos movimentos específicos que se manifestaram sobretudo a partir 
da década de 1990 no Brasil, período de consolidação da política liberal e keynesiana, 
da regressão dos direitos sociais e trabalhistas, da intensificação das políticas de 
austeridade, dentre outros, são reflexos da dinâmica atrofiada da acumulação 
capitalista. 
( ) A sociedade brasileira, na qual as relações típicas de nosso passado colonial se 
combinam com as relações propriamente capitalistas, produz um padrão de acumulação 
de capital dominante e independente. 
 
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
A) V – V – V – F. 
B) V – V – F – F. 
C) F – F – V – V. 
D) F – V – F – V. 
E) F – F – V – F. 
10.(UFMT/UFMT/AS/2021) Na vinculação e disputa entre o Estado e todo o complexo 
social, fundam-se as relações políticas e econômicas de uma dada sociedade. Sendo 
funcional ao capitalismo monopolista, o Estado deve alargar sua base de sustentação e 
legitimação sociopolítica, mediante 
 
A) a negação ou o não reconhecimento da classe operária como sujeito político 
coletivo que exige seu reconhecimento pelo empresariado e pelo Estado. 
B) a independência das funções econômicas e políticas das instituições burguesas. 
C) a não intervenção das atividades do Estado na economia e na regulação da vida 
social. 
D) a generalização e a institucionalização de direitos e garantias cívicas e sociais, 
que permitam organizar um consenso que assegure o seu desempenho. 
 
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 
TAVARES, Maria Augusta. Acumulação, trabalho e desigualdade social. IN: CFESS. 
Direitos Sociais e competências profissionais. Brasília: CFESS/ABEPSS, 2009. 
 
PRONI, Marcelo W. História do Capitalismo: uma visão panorâmica. Artigo publicado 
pelo Centro de Estudos Sindicais e economia do trabalho. Campinas -SP, 1997. 
Disponível em : https://www.cesit.net.br/cesit/images/stories/25CadernosdoCESIT.pdf 
 
AUTORA: Silvânia Queiroz e Silva- Assistente Social do TJ/AM CRESS/AM n° 3886. 
Doutora em Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia (UFAM). 07 
Aprovações em Concursos Públicos de Serviço Social: SEMAD; SEDUC; SEC; 
Ministério da Saúde; TJ/ RR; TJ/SP; TJ/AM. 
Lattes:http://lattes.cnpq.br/9732500357767397. E-mail: silvania.social@hotmail.com 
GABARITO: 1 – D, 2 – C, 3 – E, 4 – A, 5 – CERTO, 6 – B, 7 – D, 8 – B, 9 – B, 10 – D 
 
 
http://lattes.cnpq.br/9732500357767397
mailto:silvania.social@hotmail.com

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