Prévia do material em texto
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA – UESB PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO - PPG PROCESSO SELETIVO – CURSO DE MESTRADO GLEICIMIRE MOTINHO ROCHA AS DIFICULDADES DE INCLUSÃO DOS ALUNOS COM TEA EM SALAS REGULARES LINHA DE PESQUISA: Política Pública Educacional PROJETO TEMÁTICO: as dificuldade da inclusão das crianças com autismo em salas de aula regulares da ed. Infantil e a falta de capacitação dos profissionais. Jequié - BA 2023 2 SUMÁRIO 1. JUSTIFICATIVA/ FORMULAÇÃO DO PROBLEMA.................................... 03 2. OBJETIVOS ................................................................................................ 04 2.1Objetivo geral ..................................................................................... 04 2.2 Objetivos específicos ........................................................................ 04 3. METODOLOGIA...... .................................................................................... 05 4. CRONOGRAMA .......................................................................................... 06 5. REFERÊNCIAS ........................................................................................... 07 3 1. JUSTIFICATIVA A inclusão escolar tem início na educação infantil, onde se desenvolvem as bases necessárias para a construção do conhecimento e seu desenvolvimento global. Nessa etapa, o lúdico, o acesso às formas diferenciadas de comunicação, a riqueza de estímulos nos aspectos físicos, emocionais, cognitivos, psicomotores e sociais e a convivência com as diferenças favorecem as relações interpessoais, o respeito e a valorização da criança. Do nascimento aos três anos, o atendimento educacional especializado se expressa por meio de serviços de intervenção precoce que objetivam otimizar o processo de desenvolvimento e aprendizagem em interface com os serviços de saúde e assistência social. Ao pensarmos na escola inclusiva, estamos norteando princípios de uma escola para todos, pois o que está em xeque não é somente a educação das crianças e jovens com necessidades educativas especiais, mas sim a garantia de qualidade da educação para todos. Isso porque a escola atualmente tem se mostrado ineficiente diante das demandas da sociedade, necessitando posicionar-se de forma dinâmica, buscando promover mudanças. Portanto, a preparação dos profissionais da educação para uma prática reflexivo crítica, voltada ao atendimento às diferenças do contexto educativo e que contemple as dimensões sociais e políticas da ação docente, emerge como elemento crucial neste momento de mudanças na educação e na sociedade. Além disso, os profissionais na maior parte não tem nenhuma capacitação para receber um aluno com transtorno ou deficiência em sala de aula regular. Nesse viés, surgiu a importância de pesquisar a dificuldade da inclusão das crianças com autismo em sala regulares e a falta de capacitação dos profissionais. 4 2. OBJETIVOS O objetivo dessa projeto de mestrado e pesquisar por que os alunos com autismos apresenta dificuldades na sua inserção em salas de aula regulares na educação infantil, também entender as dificuldades dos professores no processo da inclusão. A pesquisa é de caráter qualitativo com observação em salas de aulas regulares da educação infantil. A mesma é necessária para entender essas problemáticas, é buscar condições de acesso e permanência para os alunos com necessidades especiais, também para contribuir com a formação dos profissionais da educação. 2.1 Objetivo geral Analisar a dificuldade da inclusão das crianças com autismo em sala de aula regular e a falta de capacitação dos profissionais. 2.2 Objetivos específicos Discutir como acontece a inclusão nos âmbitos escolares Identificar as dificuldades dos autistas e a falta de capacitação de alguns profissionais da educação. Elaborar propostas de intervenção para os professores, como: capacitação, palestras, curso e treinamentos, para que possa atender todos os alunos com deficiência e transtornos. 5 3. METODOLOGIA A pesquisa será de natureza qualitativa, com observação em salas de aula regulares, pois entende-se que as duas são de extrema importância para entendermos as problemáticas que surgirão ao logo do projeto. São necessário o embasamento cientifico para entender as dificuldades dos alunos com TEA em sala de aulas regulares. Nesse sentido, a educação inclusiva tem por princípio reduzir todas as pressões e desvalorizações existentes na sociedade em favor da inclusão de todos indivíduos, por deficiências, rendimento escolar, religião, etnia, gênero, classe, estrutura familiar, estilo de vida ou sociedade (BOOTH, 1997, apud BRANDÃO, 2002). Uma proposta de educação inclusiva implica um processo de conscientização política de todos na construção de um sistema redutor da exclusão que atenda, sobretudo, às adversidades sociais. Deve propiciar uma intervenção estratégica na educação, assumindo o ato educativo como ato político de transformação social. Devemos ter o cuidado de não reforçar a dominação capitalista ao ocultarmos o caráter político que o movimento inclusivo deve conceber. Portanto, como destaca Brandão (2002), a conscientização política, na qual todos devem ser agentes do ato educativo, é condição essencial à acepção da educação inclusiva. 6 4. CRONOGRAMA Atividades 2024 2025 1º Sem. 2º Sem. 1º Sem. 2º Sem. Cumprimento dos créditos X X Proficiência em língua estrangeira X Reelaboração do projeto de pesquisa X Levantamento de referências para a pesquisa X X Leituras e fichamentos X X X Participação em atividades do Programa X X X X Participação em eventos científicos X X X X Análise documental X X Redação inicial X X Exame de Qualificação X Revisão da dissertação após a qualificação X Tabulação dos dados X X Análise e interpretação dos dados X X Redação final X Revisão X Apresentação e defesa pública X Entrega da versão final X 7 5. REFERÊNCIAS: ALMEIDA, Mariangela Lima de. Formação continuada como processo crítico- reflexivo colaborativo: possibilidades de construção de uma prática inclusiva. 2004. 263 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2004 BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília, 2008