A construção de uma escola verdadeiramente inclusiva demanda uma profunda revisão das práticas pedagógicas, dos currículos e das metodologias adotadas no cotidiano escolar, de modo a contemplar as necessidades de todos os alunos, especialmente daqueles com deficiência. Isso envolve não apenas a adaptação do ambiente físico para garantir acessibilidade, mas também a reformulação das estratégias de ensino, a flexibilização dos processos avaliativos e a abertura para diferentes formas de participação. É fundamental que a escola reconheça e valorize as contribuições das famílias, integrando seus saberes e experiências ao planejamento pedagógico. Quando a participação familiar é incentivada e a integração entre diferentes conhecimentos é promovida, cria-se um ambiente propício para o desenvolvimento das potencialidades de cada criança, fortalecendo o sentimento de pertencimento ao grupo. Por outro lado, a ausência de adaptações, a rigidez curricular e a falta de diálogo com a família podem reforçar barreiras, perpetuar exclusões e dificultar o processo de inclusão escolar, comprometendo o desenvolvimento integral dos estudantes. Fonte: LAZZARETTI, Beatriz; FREITAS, Alciléia Sousa. Família e escola: o processo de inclusão escolar de crianças com deficiências. Caderno Intersaberes, Curitiba, v. 5, n. 6, p. 1-13, jan./dez. 2016. Disponível em: https://www.uninter.com/revistacafe/index.php/intersaberes/article/view/1002. Acesso em: 11 nov. 2025. A partir desse contexto, indique qual iniciativa a equipe escolar deve adotar para promover a participação efetiva das famílias e garantir que as adaptações pedagógicas atendam às necessidades de todas as crianças com deficiência. A Manter o currículo rígido, sem considerar as necessidades individuais dos alunos. B Adaptar o ambiente escolar e as práticas pedagógicas, ouvindo as famílias. C Focar no desempenho acadêmico, desconsiderando aspectos sociais e afetivos. D Limitar as adaptações a alunos com deficiência física, excluindo outras necessidades.