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Tem distribuição enzoótica mundial e é uma
doença que acomete de forma comum cães
entre 3 e 6 meses por não possuírem mais a
imunização passiva (mãe).
O cão representa o principal reservatório para o
vírus da cinomose, servindo até mesmo, como
fonte de infecção para animais selvagens.
A infecção pelo vírus consiste na excreção
de gotículas por meio de aerossol e outras
excreções do corpo a partir dos animais
infectados, podendo liberar o vírus por vários
meses, sendo assim, a disseminação ocorre
onde os cães são mantidos em grupos,
tornando o vírus instável no ambiente.
Durante a primeira semana antes do
aparecimento dos sintomas, a replicação do
vírus ocorre inicialmente no tecido linfático,
medula óssea, baço e timo, em seguida, por
volta do 7º dia infecciona epitélios
gastrintestinal, respiratório, urogenital, pele e
SNC. A doença vai ocorrer após a replicação do
vírus nesses órgãos.
Na forma SUBAGUDA o período de incubação varia de 3 a 7
dias, os cães infectados desenvolvem dois picos febris, o
primeiro entre o 2° e 6° dia, onde pode ocorrer leucopenia e
linfopenia; o segundo pico ocorre entre o 8° e o 9° dia, onde
a temperatura pode chegar a 41°C. 
Anorexia, conjuntivite, depressão são sintomas comuns na
fase AGUDA.
Isolamento Viral: se o animal não estiver na fase
aguda pode resultar em falso-negativo;
Sorológicas: neutralização do vírus, ELISA ou
imunofluorescência direta;
Histopatológico: avaliar lesões causadas no SNC.
Procedimento feito na fase pos mortem;
RT-PCR: alto nível de sensibilidade e especificidade.
Requer amostras de sangue, soro, urina e
fragmentos de órgãos:
Análise do Líquido Cefalorraquidiano: auxilia no
diagnóstico da infecção pelo vírus da cinomose;
O diagnóstico é fundamentado nos sinais clínicos e
alguns métodos utilizados para confirmação são:
É reservado na maioria dos casos de cinomose
aguda, mas a taxa de mortalidade é alta quando
a doença atinge cãezinhos jovens e quando há
sinais neurológicos juntamente com infecção
secundária nos animais acometidos pelo vírus da
cinomose. A eutanásia é recomendada no caso
de animal com sinais neurológicos progressivos
graves e incapacitantes
Antibióticos: amplo espectro para infecções
secundárias do TGI e Sistema Respiratório;
Soluções Eletrolíticas;
Vitaminas do Complexo B;
Antipiréticos;
Expectorantes;
Bronco dilatadores;
Antieméticos;
Anticonvulsivos;
O tratamento é de suporte, como:
Vacinação: cães filhotes no período de 6 a
8 semanas de idade, com intervalo a cada
3 a 4 semanas até completarem 14 a 16
semanas de idade. Fazer o reforço com
um ano de idade.
CINOMOSE
TRANSMISSÃO
PROGNÓSTICO
TRATAMENTO
PATOGENIA
EPIDEMIOLOGIA
PROFILAXIA
SINAIS CLÍNICOS
DIAGNÓSTICO
paramixoviridae
Vírus envelopado constituído de uma fita de
RNA simples.
Doença infectocontagiosa que acomete cães e
outros carnívoros; esse vírus tem
características clínicas aguda, subaguda e
crônica. Maior incidência em animais jovens,
porém pode atingir qualquer idade. 
CINOMOSE
paramixoviridae
Vírus envelopado constituído de uma fita de RNA
simples.
Doença infectocontagiosa que acomete cães e outros
carnívoros; esse vírus tem características clínicas
aguda, subaguda e crônica. Maior incidência em
animais jovens, porém pode atingir qualquer idade. 
Respiratória: tosse seca ou produtiva,
pneumonia, secreção nasal e oculares,
dificuldade respiratória, febre (41°C),
inflamação da faringe, dos brônquios e
aumento das tonsilas.
Gastrointestinal: vômito, diarréia
eventualmente sanguinolenta (frequente por
infecções secundárias), anorexia, febre,
predispondo a infecções secundárias.
Nervosa: alterações comportamentais
(vocalização de dor, medo e cegueira),
convulsões, espasmos flexores, paresia ou
paralisia ascendente, movimentos de andar
em círculos e pedalagem. Animais que
sobrevivem essa fase geralmente
apresentam sequelas.
Cutânea: dermatite com pústulas
abdominais, hiperqueratose nos coxins
podais (doença dos coxins ásperos) e
focinho, conjuntivite e lesões na retina.
Quatro evoluções da doença:

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