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UNIVERSIDADE PAULISTA 
LOGÍSTICA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUSTENTABILIDADE 
Desenvolvimento Sustentável 
 
 
 
 
 
 
 
 
SANTANA DE PARNAÍBA – SÃO PAULO 
2019 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUSTENTABILIDADE 
Desenvolvimento Sustentável 
 
 
 
 
 Orientadora: Jefferson Rodrigues 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SANTANA DE PARNAÍBA – SÃO PAULO 
2019 
Desenvolvimento sustentável é 
o desenvolvimento capaz de suprir as 
necessidades da geração atual, sem 
comprometer a capacidade de atender as 
necessidades das futuras gerações. 
 
Introdução 
 
O desenvolvimento sustentável é um conceito elaborado para fazer referência 
ao meio ambiente e à conservação dos recursos naturais. Entende-se por 
desenvolvimento sustentável a capacidade de utilizar os recursos e os bens da 
natureza sem comprometer a disponibilidade desses elementos para as gerações 
futuras. Isso significa adotar um padrão de consumo e de aproveitamento das 
matérias-primas extraídas da natureza de modo a não afetar o futuro da 
humanidade, aliando desenvolvimento econômico com responsabilidade ambiental. 
Sabemos que existem os recursos naturais não renováveis, ou seja, aqueles 
que não podem renovar-se naturalmente ou pela intervenção humana, tais como o 
petróleo e os minérios; e que também existem os recursos naturais renováveis. No 
entanto, é errôneo pensar que esses últimos sejam inesgotáveis, pois o seu uso 
indevido poderá extinguir a sua disponibilidade na natureza, com exceção dos 
ventos e da luz solar, que não são diretamente afetados pelas práticas de 
exploração econômica. 
Dessa forma, é preciso adotar medidas para conservar esses recursos, não 
tão somente para que eles continuem disponíveis futuramente, mas também para 
diminuir ou eliminar os impactos ambientais gerados pela exploração predatória. 
Assim, o ambiente das florestas e demais áreas naturais, além dos cursos d'água, o 
solo e outros elementos necessitam de certo cuidado para continuarem disponíveis 
e não haver nenhum tipo de prejuízo para a sociedade e o meio ambiente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL: O VERDADEIRO PAPEL DAS 
EMPRESAS 
A adoção de um sistema de gestão ambiental vem se tornando cada vez mais 
importante e necessário para as empresas, pois incorporam essa visão e remetem a 
uma dimensão temporal da discussão ambiental. As empresas e industrias são 
responsáveis por maior parte da poluição no planeta portanto não podemos mais 
estar encarando essa situação sob a ótica da lei a ser cumprida de controle, da 
punição ou das ações em estanques e isoladas no ambiente empresarial e sim 
enfrentar com uma nova atitude de gestão, dinâmica, competitiva e socialmente 
responsável, como o mundo moderno exige. 
 Segundo Moreira, e Sene (2005) avalia-se que, em média, o 
ambiente “consumido” pela cidade consisti em pelo menos dez vezes maior que 
aquele tomado por sua malha urbana. Principalmente nas industriais onde 
consomem enormes quantidade de energia e matérias-primas e, assim, abrolham 
toneladas de subprodutos: resíduos sólidos (lixo), líquidos (esgotos) e gasosos 
(fumaças e gases) que, por não serem reaproveitados, acumulam-se no solo, nas 
aguas e no ar, originando uma série de desequilíbrios no meio ambiente. Alguns 
desses impactos ocorrem em escala local, ou seja, na própria cidade; outros em 
escala regional e global, ultrapassando os limites da cidade que lhes dá origem. 
Sendo assim, por isso que se deve haver uma atenção especial por parte das 
empresas com relação aos seus resíduos para evitar a contaminação do meio 
ambiente. 
 Adotar um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) equivale a um conjunto 
inter-relacionado de procedimentos organizacionais, políticas, técnicos e 
administrativos de uma empresa que objetiva obter melhor atuação ambiental como 
controle e arrefecimento dos seus impactos ambientais. Desempenho Ambiental 
corresponde aos resultados dimensíveis da gestão de aspectos ambientais das 
atividades, produtos e serviços de uma organização. 
 O indivíduo que não segue o crescimento analisado pela dimensão 
ambiental a nível de consciência e atitude no mundo e não abordoa essa publicação, 
poderá ser visto como uma atitude positiva para que com o esforço de alguns 
profissionais, possam conduzirem a empresa em que trabalham na direção de um 
 
enquadramento normativo moderno representado pelas serie ISO 9000 e ISO 
14000. 
 O trabalho de um gestor ambiental através do sistema de gestão da 
organização é que incide a base para o estabelecimento de um artifício de 
gerenciamento que aponte a melhoria continua dos resultados e agencie o 
desenvolvimento sustentável. A sobrevivência da organização está densamente 
ligada ao conceito de desenvolvimento sustentável pois a sociedade não aceitara 
mais as agressões ao meio ambiente como aquelas determinadas nas décadas 
passadas por empresas que não tinham essa preocupação. 
A prática de um SGA compõe a tática para que o empresário, ou outro 
responsável, em um processo sucessivo, identifique oportunidades de progressos 
que diminuem os impactos das atividades da empresa ao meio ambiente, 
aprimorando, simultaneamente, sua situação no mercado e suas probabilidades de 
sucesso. A gestão ambiental está fundamentada em 5 princípios básicos que podem 
ser definidos como: 
 Princípio 1: Conhecer o que deve ser feito; assegurar 
comprometimento com o SGA e definir Política Ambiental. 
 Princípio 2: Preparar um Plano de Ação para acatar as 
condições da política ambiental. 
 Princípio 3: Certificar condições para o cumprimento dos 
Objetivos e Metas Ambientais e implementar as ferramentas de 
sustentação necessárias. 
 Princípio 4: Realizar avaliações quali-quantitativas 
periódicas da concordância ambiental da empresa. 
 Princípios 5: Revisar e completar a política ambiental, os 
objetivos e metas e as obras praticadas para assegurar a progresso 
continuo do desempenho ambiental da empresa. 
 Acatar esses princípios e coloca-los em prática sob a prática de um 
sistema de gestão ambiental é segurança de redução de impactos ambientais e, 
consequentemente, a progresso da imagem de uma empresa. Além disso é 
importante lembrar que a ISO 14001 é a cláusula que estabelece as condições de 
prática e operação do sistema de gerenciamento ambiental. O seu uso é um meio de 
 
avalizar às empresas uma administração ativa e competente dos assuntos 
ambientais. Um bom gerenciamento ambiental, além de abater riscos de acidentes 
ecológicos e aprimorar o comando de recursos energéticos, materiais e humanos, 
ainda fortalece imagem da empresa acoplado à sua comunidade, fornecedores, 
clientes e autoridades, entre outros. 
 As etapas do processo de auditoria ambiental são basicamente 
dividida em: planejamento; preparação; execução e elaboração do relatório final. O 
planejamento e a preparação da auditoria ambiental são etapas anteriores, pois são 
geralmente realizadas fora do local a ser auditado teve. Com origem nos Estados 
Unidos através da realização de auditorias voluntárias na década de70 as auditoria 
versavam em análises críticas da atuação ambiental ou auditorias para verificação 
de concordância que se propunham a diminuir os riscos dos investidores às ações 
legais que pudessem brotar das atitudes das empresas. 
 Com o acréscimo da intensidade e das decorrências dos acasos 
ambientais, as empresas começam os processos de inquirição, ou seja, de 
auditorias ambientais com mais assiduidade. Nos anos de 80 as auditorias 
ambientais foram uma ferramenta gerencial muito banal nos países desenvolvidos e 
vem se tornando cada dia mais aposta nos países em desenvolvimento pelas 
empresas adventícias,que atuam como empresas locais. 
 A auditoria ambiental sobre base normatizada iniciou a ser debatida 
internacionalmente em 1991 no campo da ISSO. A altercação amplia-se 
mundialmente em 1994 com a revelação dos planos de preceito dentro da série ISO 
14000. No Brasil, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) proporcionou, 
em dezembro de 1996, as normas NBR ISO 14010, 14011 e 14012, relacionadas a 
auditoria ambiental, as quais em 2002, foram supridas pela norma NBR ISO 19011: 
2002, segundo Becke (2003). 
 As novas percepções de gestão empresarial incluem como início 
colocar uma política da qualidade, inclusive ambiental, assentando a atividade 
industrial em foco para o acesso de um verdadeiro desenvolvimento sustentável, 
segundo La Rovere (2001). A coerência com o ecossistema e os meios político, 
econômico e social, o uso lógico dos recursos naturais e a conservação de energia 
encontram em organizações industriais espaçosa margem de aplicação. O domínio 
 
bem-sucedido passa a ser uma alavanca para o desenvolvimento dos países e 
também como um propiciador de condições e recursos para resolver os problemas 
ambientais viventes. 
 Na Auditoria Ambiental Interna, realizado por NETO (2001) aprova-se o 
alerta de que a maioria das avarias da biodiversidade e serviços ecológicos, serão 
difíceis de serem recuperadas, para que neste caso, dê importância ao uso da 
tecnologia da prevenção, fazendo com que o homem tenha noção e que o 
importante é manter a preservação. Já para SÁ (1990) a auditoria é vista como uma 
revisão, intervenção, perícia, exame de contas ou de toda uma escrita. 
 A Economia Ambiental está em crescimento e aos poucos a ideia de 
lucrar sem atingir o meio ambiente são investidas na sociedade e adotadas por 
muitas empresas. A sustentabilidade é o caminho que todos devem seguir, porem o 
que se percebe é que medidas simples e básicas para que isso aconteça pode ser 
tomada medidas simples como separar o lixo e deposita-lo no destino correto, usar a 
energia de forma mais consciente, usar transportes coletivos ao invés do carro 
próprio. Pequenas ações que podem mudar o destino, e muito, de um país. 
 A seriedade abonada a sustentabilidade do planeta, permite que 
entidades pró-ecológicas exercem o papel de reconhecer, fiscalizar e advertir 
diferentes produtos à venda no mercado que são ecologicamente corretos, devido à 
sua composição ou ao seu baixo dispêndio de energia, no caso de eletroeletrônicos. 
Ao identificar esses produtos advertidos para o consumidor que se preocupa com o 
futuro da Terra, as entidades adjudicam os chamados selos verdes. 
 O selo verde nada mais é do que uma ideia criada para valoração da 
própria natureza, pois os alvitres produzidos pelas empresas são confeccionados 
cada vez mais com o objetivo de menos agressão ao planeta. Observa-se as 
geladeiras como exemplo disso que, atualmente, são fabricadas e recebem o selo 
verde como sinal de economia e preservação ao meio ambiente. Outra questão é 
que incentiva consumidores conscientes que, além de se beneficiar com o produto 
compro, ajuda a natureza. 
 A certificação ambiental é um conceito que pode ser aplicado dentro 
das empresas pois almeja transmitir uma mensagem a terceiros sobre certos 
atributos positivos de seus produtos, da própria entidade ou sistemas. É uma 
 
abonação escrita oferecida por uma entidade independente que comprova que estes 
produtos estão conforme as requisições definidas segundo normas ou 
particularizações técnicas. 
 Responsabilidade socioambiental ocorrem quando as empresas 
decidem, voluntariamente, colaborar para uma sociedade mais liça e para um 
ambiente mais limpo, abrangência de seus efeitos. As pessoas e as empresas, 
como consumistas e investidores, condenaram os agravos causados ao ambiente 
pelas celeridades econômicas. 
 Educação ambiental desenvolve conhecimentos, habilidades e 
atitudes voltadas para a preservação do meio ambiente. Podendo ser realizada em 
qualquer lugar, a educação ambiental é desenvolvida por entidades ligadas ao meio 
ambiente ou por órgãos do governo estando presente dentro de todos os níveis 
educacionais, como o objetivo de atingir todos os alunos em fase escolar. 
 Com o desenvolvimento sustentável obtém-se o crescimento 
econômico acoplado a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento social. 
Para que aconteça o desenvolvimento sustentável é imprescindível que tenha uma 
união entre o desenvolvimento econômico, a justiça social a preservação do meio 
ambiente, o uso coerente dos recursos da natureza (sobretudo a água), a qualidade 
de vida e reciclagem de vários tipos de materiais. 
Abrangência do desenvolvimento sustentável 
 
O desenvolvimento sustentável encontra-se baseado em três níveis que 
devem estar interligados para que possa atingir a máxima do seu conceito. 
 
Perspectiva global 
 
O qual enfrenta-se quatro grandes desafios: 
 
1. o aumento global da temperatura, em função do efeito 
estufa gerado pela emissão de gases da queima de combustíveis 
fósseis e a destruição da vegetação consumidora de carbono; 
 
 
2. a perda de biodiversidade como resultado da degradação 
dos habitats naturais e uso de recursos naturais; 
 
3. a poluição de águas continentais pelos derrames de 
petróleo e acumulação de resíduos nos oceanos e nos sistemas 
fluviais internacionais e 
 
4. a destruição da camada de ozônio em função da emissão 
de gases. 
 
Perspectiva nacional 
 
Exige dos governos a definição de políticas claras para aumentar o bem estar 
presente sem comprometer o bem estar futuro. 
Ou seja, dá ênfase no capital humano e no cuidado com o estoque de 
recursos naturais. 
 
Perspectiva local ou regional 
 
A qual não só os municípios devem ampliar as possibilidades de planejar 
políticas adequadas aos produtores e executar a infraestrutura insuficiente, como 
também a organização da iniciativa privada e dos cidadãos são vitais para aproveitar 
as oportunidade macroeconômicas disponíveis. 
 
Assim como os programas sociais, de saúde e de educação para a população 
mais desprotegida. 
 
Contradições da sustentabilidade e do desenvolvimento sustentável 
 
sustentabilidade 
A sustentabilidade é caracterizada também por paradoxos, conflitos e tensões 
que talvez sejam sem solução. 
Dentre algumas contradições podemos elencar: 
 
Tecnologia e cultura 
 
Causa versus cura: Um fator chave na crise ambiental global. 
 
A humanidade apresenta diversas formas de manifestação cultural. 
Dentre elas a tecnologia é a mais palpável e uma das principais causas de 
impacto ambiental. 
Sem a tecnologia encontrada em tudo, e encorajando o aumento do consumo 
de recursos e produção de resíduos, a sociedade estaria limitada por processos 
metabólicos dos simples organismos biológicos que as compõem. 
E a mesma tecnologia que gera problemas, é usada intensivamente na sua 
solução 
 
O que é sustentabilidade empresarial 
Empresas que almejam obter sucesso e mostrar valor aos seus clientes 
passaram a adotar uma série de atitudes éticas, métodos, estratégias e tecnologias 
que visam a reduzir possíveis impactos ambientais. 
 
Muito ao contrário do que se pensa, adotar estratégias de sustentabilidade 
ambiental não é apenas realizar promoções de ações e divulgações em anúncios, 
logomarcas e embalagens pregando a “onda verde”. Sustentabilidade empresarial 
tem um conceito muito mais amplo de desenvolvimento sustentável. 
 
 
A sustentabilidade empresarial é uma remodelação e uma reestruturação de 
processos de forma a agregar valor ao negócio por meio de práticas menos danosas 
ao meio ambiente. Ou seja, muitas empresas passaram a redesenhar toda a 
estrutura de produção, objetivando implementar ações sustentáveisem seus 
processos de negócios. 
Organizações de todos os portes e segmentos podem tirar proveito dos 
benefícios de uma cultura sustentável: redução de impressões, coleta seletiva de 
lixo, reaproveitamento de resíduos gerados em obras, desenvolvimento de produtos 
ecológicos (como o plástico biodegradável), enfim, práticas que reduzem os custos 
operacionais e aumentam o nível de engajamento dos clientes com a empresa. 
Empreendedores passam a sentir o valor da sustentabilidade nos negócios 
quando alcançam o último estágio. Ou seja, quando ela deixa de ser uma prática e 
se torna uma estratégia de atuação que se permeia por toda a organização de forma 
natural. 
 
Os pilares de uma gestão sustentável 
 
A adoção de práticas menos danosas ao meio ambiente e ao indivíduo se 
tornou uma máxima em empresas sustentáveis que se preocupam em passar uma 
imagem positiva para seus consumidores, agregando valor ao negócio. No entanto, 
a implementação de práticas sustentáveis ainda é um desafio para muitas 
empresas: mudar produtos, processos, tarefas e hábitos demanda uma remodelação 
e reestruturação de estratégias — mudanças com as quais nem sempre as 
organizações estão preparadas para lidar. 
O que se pensou por muito tempo é que o conceito de sustentabilidade 
estava ligado unicamente a práticas de preservação e conservação da fauna e flora, 
da proteção de espécies ameaçadas de extinção, dentre outras ações que, por mais 
que sejam válidas, não representam em si o que realmente significa o conceito de 
desenvolvimento sustentável. 
 
 
Isso significa que falar em sustentabilidade não implica apenas questões 
ambientais, mas também o meio social e econômico, formando os três pilares da 
sustentabilidade empresarial. Quer conhecê-los? Acompanhe cada um deles a 
seguir: 
 
Pilar ambiental 
 
Construir processos sustentáveis implica realizar sistematicamente ações que 
visem à preservação dos ecossistemas e da biodiversidade. A busca por alternativas 
mais limpas e que agridam da menor forma o meio ambiente tem levado empresas a 
investirem na modificação de processos, aperfeiçoamento da mão de obra, redução 
da utilização de resíduos, substituição de insumos e na racionalização de consumo 
de recursos naturais. 
Um bom exemplo a ser citado é a Natura, empresa brasileira que se destaca 
no ranking de negócios mais sustentáveis do planeta. Pioneira na adoção de 
práticas sustentáveis, a companhia utiliza produtos à base da flora nacional para a 
elaboração dos seus itens (sem uso de compostos químicos). Além disso, a 
empresa usa álcool orgânico e óleo 100% vegetal, tendo um dos mais eficientes 
planos de redução de carbono. 
 
Pilar econômico 
 
Muito além do que se pensa, a sustentabilidade ambiental visa a amparar o 
fluxo econômico e a movimentar as finanças de maneira mais saudável. Isso 
significa que não basta apenas a empresa buscar lucro — é preciso que dentro dos 
resultados alcançados estejam inclusos ganhos ambientais e sociais. 
Esse pilar da sustentabilidade empresarial aborda as causas e efeitos de 
decisões de negócios, ou seja, as metas e objetivos da organização devem estar 
incluídos no plano de negócios, sendo compatíveis com o desenvolvimento 
sustentável da própria companhia e da sociedade. 
 
 
Vale destacar que a busca pela sustentabilidade representa novas 
oportunidades de negócios. Isso porque os consumidores podem preferir empresas 
que apresentam produtos e serviços sustentáveis em suas estratégias. Por exemplo, 
se uma empresa se desenvolve adotando más condições de trabalho dos seus 
funcionários, ela não está tendo um desenvolvimento econômico sustentável, uma 
vez que não existe harmonia nas relações estabelecidas. 
 
Pilar social 
 
Processos são executados por pessoas e estão diretamente relacionados aos 
clientes, fornecedores e comunidade em geral. Assim, é fundamental que empresas 
se preocupem em oferecer um ambiente de trabalho adequado, a fim de oferecer 
mais qualidade de vida organizacional e promover a saúde e bem-estar dos 
trabalhadores. 
O pilar social compreende salários adequados à legislação trabalhista, bem-
estar e saúde dos trabalhadores, uso de equipamentos de segurança, entre outras 
boas práticas de execução dos processos que possam garantir proteção ao 
colaborador, além do seu desenvolvimento pessoal e coletivo. 
 
A Terra entrou em uma nova era geológica, segundo cientistas 
 
A entrada nesta nova era geológica, batizada de Antropoceno, pode ter 
acontecido em meados do século passado e foi marcada pelo consumo em massa 
de materiais como alumínio, concreto, plástico e pelas consequências dos testes 
nucleares em todo o planeta, segundo a pesquisa publicada na revista “Science”. 
Por outro lado, o Antropoceno é uma época de rápidas mudanças ambientais 
provocadas pelo impacto de um aumento da população e pelo consumo, sobretudo 
após a chamada “grande aceleração” de meados do Século XX, segundo os 
pesquisadores. 
 
 
“Os humanos estão há algum tempo afetando o meio ambiente, mas 
recentemente aconteceu uma rápida propagação mundial de novos materiais como 
alumínio, concreto e plásticos, que estão deixando sua marca nos sedimentos”, 
disse no estudo o professor Colin Waters, do Instituto Geológico Britânico. 
 
Sustentável 2009: ruptura ou transição? 
 
Inovar, educar e agir na busca de soluções para superar os problemas sociais 
e ambientais, tendo a sustentabilidade como pilar central e norteador, foram foco do 
3º Congresso Internacional sobre Desenvolvimento Sustentável, o Sustentável 2009, 
realizado entre 4 e 6 de agosto, em São Paulo. 
Organizado pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento 
Sustentável (Cebeds), o evento contou com o apoio do WWF-Brasil, que participou 
em algumas sessões da programação oficial. 
“O Sustentável 2009 gera oportunidades únicas de debate ao reunir um 
diverso painel de pessoas com ingredientes para avançar, subverter e inovar”, 
afirmou a Secretária-Geral do WWF-Brasil, Denise Hamú, na cerimônia de abertura 
do Congresso. 
“A economia que temos hoje não pode mais ser considerada como a 
economia de amanhã. A sustentabilidade é um fato, e agora estamos na jornada 
para chegar lá”, afirmou o diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o 
Meio Ambiente (Pnuma), Achim Steiner, na mesma ocasião. 
Aquecimento global e as adaptações necessárias para as mudanças 
climáticas também foram temas recorrentes nas diversas atividades do Congresso. 
O Coordenador do Programa de Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil, 
Carlos Rittl, participou da mesa “Caminhos para um mundo de baixo carbono: 
ruptura ou transição?”. 
“Estamos em um momento em que já convivemos com aquecimento global. 
No qual já contabilizamos perdas humanas e financeiras”, afirmou Rittl, 
apresentando dados como o aumento já percebido de 0,76º C, a elevação dos 
 
oceanos em 160milímetros e o aumento em 35% da concentração de CO2 na 
atmosfera. 
Além disso,ele salientou que os 12 anos mais quentes da história foram 
registrados nos últimos 15 anos e, que em média, 300 mil pessoas morrem 
anualmente devido eventos climáticos extremos, como secas e enchentes. 
 
A cultura de massas é a cultura feita para consumo do povo. 
 
Para entender o que é cultura de massas, é preciso voltar no tempo, 
especificamente no século XV, com o surgimento da imprensa escrita criada por 
Gutemberg. A partir desse momento, a literatura e as informações, que antes tinham 
seu conhecimento restrito a uma elite, passam a chegar a um número maior de 
pessoas, porém, ainda de forma limitada. 
É com a Revolução Francesa, que busca a liberdade de expressão e a 
Revolução Industrial, que faz nascer um mercado consumidor, que a cultura de 
massas se desenvolve, juntamente com a indústria cultural e os meios de 
comunicação de massa, como rádio, televisão, cinema, teatro e posteriormente a 
internet. 
Acultura de massas não é produzida por quem a consome, o povo, mas sim 
por aqueles que são donos dos meios de comunicação ou os dominam e produzem 
uma cultura comerciável, que possa lhes ser lucrativa. A sociedade de consumo, 
resultado da Revolução Industrial, é que alimenta a cultura de massas, que passa a 
ser feita em série, de forma industrial para o maior número de pessoas. 
Essa cultura deixa de ser um instrumento de crítica, conhecimento, livre 
pensamento, para ser um produto vendável, padronizado de acordo com princípios 
gerais que orientam essa sociedade, que não tem tempo de questionar aquilo que 
consome e quer apenas distração e lazer, nas horas de folga de uma rotina diária de 
trabalho intensa e repetitiva. A cultura de massas é um produto da indústria cultural, 
termo criado pelos filósofos alemães Theodor Adorno e Max Horkheimer, fundadores 
da escola de Frankfurt, instituto de pesquisas sociais, voltado para discussão sobre 
questões culturais da sociedade atual. 
 
De acordo com Adorno e Horkheimer, a indústria cultural cria padrões de 
consumo e transmite notícias, fatos ou acontecimentos de acordo com seus 
interesses, desenvolvendo uma sociedade alienada à realidade. 
Na visão do sociólogo Waldenyr Caldas, “cultura de massa consiste na 
produção industrial de um universo muito grande de produtos que abrange setores 
como a moda, o lazer no sentido mais amplo, incluindo os esportes, o cinema, a 
imprensa escrita, falada e televisionada, os espetáculos públicos, a literatura, enfim, 
um número muito grande de eventos e produtos que influenciam e caracterizam o 
atual estilo de vida do homem contemporâneo no meio urbano – industrial.” 
(CALDAS,1987, p.16). 
Edgar Morin vai dizer: ”(...) a orientação consumidora destrói a autonomia e a 
hierarquia estética próprias da cultura cultivada. Na cultura de massa não há 
descontinuidade entre a arte e a vida.” (MORIN,1975,p.13). De acordo com sua 
visão, a cultura de massas é um sincretismo de culturas, ou seja, mistura valores, 
costumes e tradições diferentes, homogeneizados para que se tornem mais 
acessíveis ao grande público e ao mesmo tempo produtos lucrativos. 
A cultura de massas é comumente confundida com cultura popular, mas são 
conceitos com significados totalmente diferentes. 
A cultura popular se refere à cultura produzida pelo povo, são manifestações 
que expressam a identidade de uma comunidade, suas raízes e seus 
comportamentos. 
A cultura de massas não representa nenhuma identidade cultural, seu objetivo 
principal é o lucro obtido através do consumo, pela maior parte da população, de 
produtos criados pela indústria cultural. 
O momento histórico que marca o crescimento e força da cultura de massas é 
século XX, especialmente nos Estados Unidos, onde os meios de comunicação são 
usados para impor à população o “American way of life”, ou modo de vida 
americano, que traz o consumo como fonte de felicidade e status social. 
A comunicação de massa foi muito usada como ferramenta de propagação de 
ideologias, comportamentos e doutrinas, com destaque para período entre Segunda 
 
Guerra Mundial e Guerra Fria. Após o fim desta última, a cultura de massa é vista 
sob novo ponto de vista, com o surgimento da Internet e globalização mundial. 
Os teóricos da Escola Evolucionista – Progressista criada por Edward Shils, 
um sociólogo americano, defendem que a cultura de massa retrata uma sociedade 
com pluralidade de culturas que se interagem, tornando-as democráticas e 
diversificadas. 
Para esses teóricos, a sociedade resultante da Revolução Industrial, é uma 
sociedade democrática com maior iniciativa, liberdade e desenvolvimento 
sociocultural e econômico, capaz de criar sua própria cultura, quebrando o 
monopólio da cultura feita por uma elite para o povo. 
A posição da Escola Evolucionista – Progressista sobre a sociedade de 
massas, onde a cultura de massas se desenvolve, é definida por L. Wirth: “(...) Elas 
são uma entidade da época moderna, o produto da divisão do trabalho, das 
comunicações em massa e de um consenso, conseguido mais ou menos 
democraticamente.” (WIRTH,1984 In CALDAS, 1987, p.39). 
São visões diferentes sobre uma cultura que evoluiu ao longo do tempo de 
acordo com mudanças sociais, políticas e econômicas sofridas pelas sociedades. 
Não há ponto de vista certo ou errado quando se fala de cultura, pois ela é algo 
cheio de diversidades e dinâmico. 
 
A liderança e a sustentabilidade 
 
Acabamos de sair da conclusão da Rio+20, a principal conferência mundial 
sobre desenvolvimento sustentável depois da Rio 92. Considero que um dos seus 
principais legados foi o reposicionamento empresarial. As empresas são vistas 
agora como parte da solução – fato explicitado no acordo político batizado de O 
Futuro Que Queremos. Já era tempo. 
Considero que isso é fruto do amadurecimento das discussões e também de 
um movimento positivo das empresas. Muitas já entenderam que é frutífero para 
seus negócios colocar a sustentabilidade no centro da sua estratégia empresarial. 
Por outro lado, isso coloca uma pressão sobre elas: necessitam, de fato, mudar seus 
 
negócios buscando o equilíbrio entre os resultados econômicos, sociais e 
ambientais. 
Essa nova posição traz uma complexidade muito maior para o exercício 
empresarial, principalmente para seus líderes. Mas não pode ser interpretada como 
sinônimo de dificuldade. A complexidade é um dado do problema e soluções 
lindíssimas podem surgir a partir de uma postura positiva dos líderes em relação à 
capacidade de ação individual e coletiva. Felizmente minha percepção é que cada 
vez mais líderes empresariais estão alinhados a essa postura mais pró-ativa. Mas 
quais são os atributos desses novos líderes? 
Gosto muito da abordagem da equipe do MIT (Senge, Ancona, Locke e 
outros), que fortalece quatro aspectos da liderança neste novo tempo de tantas 
incertezas e de maior complexidade: dar sentido ao contexto; definir uma visão de 
futuro; relacionar-se; e promover a mudança com inovação. Aprecio esses quatro 
aspectos pois eles têm toda relação com a promoção do desenvolvimento 
sustentável. 
A compressão do estado do mundo dá sentido total à necessidade de um 
novo posicionamento empresarial. Há evidências de todas as fontes de que a 
situação do planeta é insustentável para nosso (espécie humana) futuro. Há também 
alguns exemplos de empresas que tomaram a dianteira e apresentam bons 
resultados. Apesar de correr mais riscos, as pioneiras têm sido mais valorizadas. A 
comparação entre a carteira do ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da 
BM&FBovespa) ou do DJSI (Dow Jones Sustainability Index) com a carteira que 
define o índice geral dessas bolsas mostra isso. 
Uma visão de futuro empresarial alinhada ao cenário da sustentabilidade 
aparenta ser uma das chaves de sucesso. Essas empresas líderes em 
sustentabilidade apresentam melhores resultados. Na Braskem, por exemplo, 
revisamos nossa visão e decidimos alcançar a “liderança global da química 
sustentável” até 2020. Isso está, sem dúvida, ajudando a alinhar os esforços das 
nossas diversas unidades de negócio, visando ao alcance dessa visão. 
O relacionamento amplo com as diversas partes interessadas é um dos 
aspectos mais relevantes da sustentabilidade, tema muito explorado por diversos 
autores. Em um ambiente de complexidade, é uma petulância imaginar que você 
sozinho será capaz de coletar as informações necessárias, analisá-las todas, definir 
uma solução e implementá-las sem ouvir os envolvidos de fora da sua organização. 
 
Isso reduz a autonomia, mas ouvir e considerar a experiência e o conhecimento 
externo levam no mínimo a decisões mais consistentes. 
E, finalmente, a inovação é a única forma de atender ao tamanho do nosso 
desafio. Muitos já fizeram contas e mais contas. Alguns afirmam que precisaríamos 
reduzir em dez vezes os impactos decorrentes da satisfação dasnossas 
necessidades (fator 10). Outros dizem que precisamos reduzir cinco vezes (fator 5). 
Qualquer que seja o número, não se trata de uma melhoria incremental. Portanto, 
precisamos de melhorias revolucionárias, ou seja, inovar. 
Mas liderar dessa forma não é uma tarefa fácil. Recente pesquisa conduzida 
pela Accenture por ocasião do 10º aniversário do programa Pacto Global, da ONU, 
que visa promover o fortalecimento do papel das empresas na busca do 
desenvolvimento sustentável, apontou que, apesar de 93% de 766 CEOs de 
empresas associadas ao programa entenderem que “a sustentabilidade será crítica 
para o sucesso dos seus negócios”, colocar isso em prática é um grande desafio. 
Segundo a mesma pesquisa, apenas 59% deles têm conseguido implementar os 
princípios do desenvolvimento sustentável de maneira ampla nas suas respectivas 
empresas; e 49% consideram que a complexidade de sua implementação é a 
principal barreira. 
Por esse motivo, a discussão do papel da liderança e da sua relação com os 
desafios da sustentabilidade ainda merece muita reflexão. Temos muito a aprender 
uns com os outros 
 
Produção e Consumo Sustentáveis 
 
Produção e consumo sustentáveis é uma abordagem holística aplicada para 
minimizar os impactos ambientais negativos dos sistemas de produção e de 
consumo, ao mesmo tempo em que promove melhor qualidade de vida para todos; 
estimula a gestão sustentável e o uso eficiente dos recursos e insumos; e fomenta a 
geração de trabalhos decentes e o comércio justo. Ademais, contribui para a 
conservação dos recursos naturais e dos ecossistemas, dissociando crescimento 
econômico da degradação ambiental. 
A agenda PCS constitui um novo paradigma para a gestão ambiental. Ela vai 
além dos tradicionais mecanismos de comando e controle, pois sua abordagem e 
internalização requerem um novo olhar sobre o modelo de desenvolvimento. Um 
 
modelo no qual todos os atores - governos, empresas, instituições, sociedade – têm 
responsabilidades e papeis a cumprir se desejarmos um País onde todos tenham 
direito a uma melhor qualidade de vida, sem comprometer nosso meio ambiente e 
nosso futuro, e o das gerações que virão. 
Com esse propósito, o Departamento de Desenvolvimento, Produção e 
Consumo Sustentáveis (DPCS) tem como principal competência fomentar no País 
práticas de produção e de consumo sustentáveis (PCS) com vistas à promoção de 
um desenvolvimento socialmente mais justo, ambientalmente mais responsável e 
economicamente mais equilibrado. 
O DPCS atua na implementação do Plano de Ação para Produção e 
Consumo Sustentáveis (PPCS) desde 2010, e na disseminação e apoio à 
implementação da Agenda 2030 e dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – 
ODS, com vistas ao alcance das metas estabelecidas em 2015, sobretudo do ODS 
12, de assegurar os padrões de produção e consumo sustentáveis. 
Buscamos, por meio da articulação institucional e com o apoio do Comitê 
Gestor de Produção e Consumo Sustentáveis, e dos parceiros, a promoção de 
sinergias entre políticas, ações e programas voltados a produção e consumo 
sustentáveis, visando a implementar e fortalecer ações em PCS, e o cumprimento 
das metas e compromissos assumidos no contexto das convenções e acordos 
internacionais. Padrões mais sustentáveis de produção e de consumo são o 
caminho mais seguro e justo para combater as mudanças climáticas, conservar e 
usar sustentavelmente os recursos hídricos, a biodiversidade, as florestas, todos os 
recursos. Para alcançarmos esses objetivos, acreditamos na cooperação, no 
intercâmbio de experiências e de boas práticas, e no trabalho conjunto. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Conclusão 
No modelo atual de sociedade capitalista, o crescimento econômico é 
fundamental para o desenvolvimento humano, no entanto, somente o crescimento 
econômico não é suficiente, e para a obtenção de sociedade com qualidade de vida 
e de produção de crescimento deve-se observar todos os fatores que contribuem 
para tal fato. 
Diante disso, chega-se em consonância do entendimento de que o meio 
ambiente é parte integrante da nossa vida e do qual necessitamos primordialmente, 
e desta forma o crescimento econômico é um desafio ao meio-ambiente, uma vez 
que existem deficiências referentes à capacidade do meio em suportar as 
imposições exercidas pelas atividades humanas, de modo que a implantação dos 
conceitos de sustentabilidade faz-se necessário, pois pressupõem o uso consciente 
dos recursos naturais necessários à vida humana, fundamentais para garantia das 
presentes e futuras gerações. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Referências Bibliográficas 
 
https://blog.validcertificadora.com.br/sustentabilidade-empresarial-saiba-como-
implementar-essa-ideia/ 
https://exame.abril.com.br/ciencia/a-terra-entrou-em-uma-nova-era-geologica-
segundo-cientistas/ 
https://ubq.org.br/2013/07/15/tecnologia-de-ruptura-cria-oportunidades-para-novas-
empresas/ 
https://www.concursosnobrasil.com.br/escola/sociologia/cultura-de-massas.html 
https://www.wwf.org.br/?uNewsID=20900 
https://ideiasustentavel.com.br/a-lideranca-e-a-sustentabilidade/ 
https://www.mma.gov.br/responsabilidade-socioambiental/producao-e-consumo-
sustentavel 
https://www.webartigos.com/artigos/desenvolvimento-sustentavel-o-verdadeiro-papel-
das-empresas 
https://brasilescola.uol.com.br/geografia/desenvolvimento-sustentavel 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://blog.validcertificadora.com.br/sustentabilidade-empresarial-saiba-como-implementar-essa-ideia/
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https://exame.abril.com.br/ciencia/a-terra-entrou-em-uma-nova-era-geologica-segundo-cientistas/
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https://www.mma.gov.br/responsabilidade-socioambiental/producao-e-consumo-sustentavel

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