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09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vie… 1/41 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 Total de pontos 383.5/415 Esta avaliação é individual e tem por objetivo verificar a sua capacitação no desenvolvimento das habilidades previstas nesta Unidade de Aprendizagem. Neste processo de avaliação NÃO É PERMITIDA CONSULTA. Sua resolução deve ser autônoma. Sendo assim, suas respostas serão comparadas com as dos outros alunos da disciplina e serão interpretadas como CONSULTA em caso de semelhanças evidentes, o que resultará em PERDA DE PONTUAÇÃO, DE NOTA E ATÉ MESMO DE TODA A PROVA. Acreditamos na sua capacidade, na sua postura ética e no seu entendimento do grau de responsabilidade que a profissão médica requer. “Caráter é aquilo que você é quando ninguém está te olhando” Epicuro (341 – 270 AC) ATENÇÃO: QUESTÕES OBJETIVAS TÊM PESO 5, QUESTÕES DISCURSIVAS TÊM PESO 15 E QUESTÕES DE ASSOCIAÇÃO TÊM PESO 1 PARA CADA LINHA. TEMPO TOTAL DA PROVA: 3 HORAS - DAS 08H00 ÀS 11H00. VOCÊ TEM 15 MINUTOS ALÉM DESTE TEMPO DESTINADOS APENAS PARA ENVIAR O SEU FORMULÁRIO DE PROVA. NÃO UTILIZE ESTE TEMPO PARA A RESOLUÇÃO DE QUESTÕES, APENAS PARA SALVAR E ENVIAR. NENHUM FORMULÁRIO SERÁ RECEBIDO APÓS AS 11H15. POR SEGURANÇA, SALVEM UMA CÓPIA EM PDF ANTES DO ENVIO!! NENHUMA PROVA SERÁ ACEITA SE NÃO ESTIVER NO FORMATO DO PRÓPRIO FORMULÁRIO OU EM PDF!! NÃO SERÃO ACEITAS CAPTURAS DE TELA NEM FOTOGRAFIAS OU VÍDEOS DE CELULAR. Não corra risco e não perca tempo pesquisando respostas no seu material, na internet ou com seus colegas. Isso não está autorizado e poderá lhe dar a impressão de que o tempo de prova não foi suficiente. O tempo de duração desta prova foi estimado considerando que todas as suas respostas serão baseadas exclusivamente nos seus conhecimentos e no seu foco nesta prova apenas. Em caso de dúvidas, estamos à disposição para atendimento individual em sala virtual concomitante via Zoom com o ID 862 9758 7064. O link está disponibilizado no mural do EVA. BOM TRABALHO E UMA ÓTIMA PROVA! 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vie… 2/41 E-mail * marianabareta@gmail.com 0 de 0 pontos Mariana Bareta Gonçalves 3476 3477 SIM QUESTÕES 383.5 de 415 pontos Mariana Bareta Gonçalves Qual é o seu nome completo? * Qual é a sua turma? * Li e compreendi o texto do cabeçalho da prova, e me comprometo a seguir os passos e regras estipulados. * Qual é o seu nome completo? (Informe novamente) * 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vie… 3/41 13/15 Dieta gordurosa (alimentos fritos), líquidos gasosos (refrigerantes), alimentos e medicamentos que relaxam EEI (café, chocolate, pimenta, clonazepan, cigarro), horário de alimentação (noturna), tabagista, vida estressante e ocupada, sobrepeso (IMC 30,9), mulher multigesta e hérnia hiatal. Feedback individual Gestação neste caso não entra, pois ela somente iniciou com sintomas de DRGE mais de um ano após a última gestação. (Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta prova) Mulher de 36 anos apresenta queimação retroesternal pós- prandial há 18 meses, pior com alimentos fritos, refrigerantes, chocolate e pimenta, de ocorrência até 5 vezes por semana, e aliviada com uso irregular de hidróxido de alumínio líquido. Eventualmente, também refere regurgitação e sufocação noturnas (durante o sono), principalmente quando janta mais tarde. Fuma uma carteira de cigarros por dia há 18 anos. Sedentária. G2C2, última gestação há 3 anos. É empresária e viaja frequentemente. Por conta disso tem uma alimentação irregular. Toma 7 “cafezinhos” por dia, em média. O exame físico é normal. Pesa 98 kg e mede 1,78 m. Diariamente toma 88 mcg de levotiroxina para tratamento de hipotireoidismo, 50 mg de hidroclorotiazida para hipertensão arterial, 20 mg de sinvastatina para hipercolesterolemia e 0,5 mg de clonazepan para insônia. Todas comorbidades estão bem controladas com o uso dos medicamentos. EDA solicitada por um colega e feita há 2 semanas tem a seguinte conclusão: hiperemia e algumas erosões não confluentes em três pregas do esôfago distal; junção esôfago-gástrica localizada 2 cm acima do pinçamento diafragmático. Diante dos dados acima você já pode concluir o diagnóstico desta paciente. Indique claramente TODOS os fatores de risco que esta paciente apresenta para esta doença. ESPECIFIQUE. 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vie… 4/41 15/15 A - Não há necessidade de exames complementares, pois primeiro deve-se tentar tratamento com IBP e a EDA já relatou esofagite erosiva. B - Sim, pelo fato de relatar sintomas noturnos. (Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta prova) Mulher de 36 anos apresenta queimação retroesternal pós- prandial há 18 meses, pior com alimentos fritos, refrigerantes, chocolate e pimenta, de ocorrência até 5 vezes por semana, e aliviada com uso irregular de hidróxido de alumínio líquido. Eventualmente, também refere regurgitação e sufocação noturnas (durante o sono), principalmente quando janta mais tarde. Faz uso eventual de clonazepan para dormir. Fuma uma carteira de cigarros por dia há 18 anos. Sedentária. G2C2, última gestação há 3 anos. É empresária e viaja frequentemente. Por conta disso tem uma alimentação irregular. Toma 7 “cafezinhos” por dia, em média. O exame físico é normal. Pesa 98 kg e mede 1,82 m. Diariamente toma 88 mcg de levotiroxina para tratamento de hipotireoidismo, 50 mg de hidroclorotiazida para hipertensão arterial e 20 mg de sinvastatina para hipercolesterolemia. Todas comorbidades estão bem controladas com o uso dos medicamentos. EDA solicitada por um colega e feita há 2 semanas tem a seguinte conclusão: hiperemia e algumas erosões não confluentes em três pregas do esôfago distal; junção esôfago-gástrica localizada 2 cm acima do pinçamento diafragmático. Sobre este caso, responda às duas perguntas seguintes: A - Há necessidade de mais algum exame complementar? Se houver, indique qual ou quais. B - Foi correta a indicação de EDA por parte do colega médico? Justifique. 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vie… 5/41 7/8 Ressecção endoscópica Lanzoprazol 60 mg / dia Mucosectomia endoscópica Esofagectomia Esofagocardiomiotomia (Heller) com fundoplicatura Esofagogastrofundoplicatura Dilatação endoscópica Esomeprazol 40 mg / dia Resposta correta Dilatação endoscópica Lanzoprazol 60 mg / dia Esofagogastrofundoplicatura Homem de 38 anos com quadro de azia e regurgitação há 7 anos, em uso irregular de IBP e com EDA de 3 anos atrás mostrando esofagite grau III (SM) procura seu gastro com queixa de disfagia baixa para sólidos. A nova investigação por exames de imagem está demonstrada abaixo. A área apontada pelas setas foi biopsiada e não demonstrou comprometimento neoplásico. Qual é a terapia preferencial neste caso? (mais de uma opção pode estar correta) 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vie… 6/41 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vie… 7/41 10/10 Gastrectomia Gastropexia Esofagocardiomiotomia Redução herniária Hiatotomia Hiatoplastia Esofagogastrofundoplicatura (Este caso é apresentadonovamente em mais uma questão nesta prova) Mulher de 47 anos relata história antiga de dor torácica e de disfagia intermitente e lentamente progressiva (> 5 anos). Resolve procurar a emergência, onde é submetida ao exame abaixo. Diante das imagens, o médico plantonista a encaminha para a realização de uma EDA que vem com a seguinte conclusão: Segmento de fundo gástrico localizado acima do pinçamento diafragmático, JEG tópica, sem outras alterações. Paciente sem comorbidades e em boas condições clínicas. Nega qualquer outro sintoma gastroenterológico. A paciente é submetida a tratamento cirúrgico. Quais procedimentos devem ter sido feitos durante a cirurgia desta paciente? (você pode assinalar mais de uma alternativa) 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vie… 8/41 Gastroplastia Piloroplastia Vagotomia 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vie… 9/41 15/15 Pode ocorrer reaparecimento da disfagia por recidiva da hérnia devido a sua compressão no esôfago ou obstrução mecânica por fundoplicatura muito apertada, pois dificulta a progressão do alimento. (Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta prova) Mulher de 47 anos relata história antiga de dor torácica e de disfagia intermitente e lentamente progressiva (> 5 anos). Resolve procurar a emergência, onde é submetida ao exame abaixo. Diante das imagens, o médico plantonista a encaminha para a realização de uma EDA que vem com a seguinte conclusão: Segmento de fundo gástrico localizado acima do pinçamento diafragmático, JEG tópica, sem outras alterações. Paciente sem comorbidades e em boas condições clínicas. Nega qualquer outro sintoma gastroenterológico. A paciente é submetida a tratamento cirúrgico. O relato do cirurgião é de que a cirurgia foi bastante trabalhosa, mas que pode ser executada completamente. A paciente segue estritamente as recomendações dietéticas e comportamentais pós-operatórias, e ao longo do 1o mês após a cirurgia sente-se melhor da disfagia e da dor torácica. Ao final deste período, à medida que progride para a dieta de consistência sólida, volta a referir disfagia, que persiste até o 4o mês PO, sempre para alimentos sólidos. Diante desta evolução PO, procura novamente o cirurgião. Apresente duas causas que podem explicar o reaparecimento de disfagia neste caso. EXPLIQUE. 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 10/41 Observe as radiografias abaixo e marque quando houver correspondência entre os achados identificados em cada imagem e os itens listados: 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vie… 11/41 Respostas corretas Imagem A Imagem B Imagem C Imagem D Imagem E Imagem F Pontuação VOLVO GÁSTRICO 1/1 ACALASIA 1/1 HÉRNIA HIATAL TIPO I EXCLUSIVA 1/1 ESPASMO ESOFAGIANO DIFUSO 1/1 DIVERTÍCULO DE ESÔFAGO 1/1 NEOPLASIA DO ESÔFAGO 1/1 HÉRNIA HIATAL MISTA 0.5/1 VOLVO GÁSTRICO ACALASIA HÉRNIA HIATAL TIPO I EXCLUSIVA ESPASMO ESOFAGIANO DIFUSO DIVERTÍCULO DE ESÔFAGO NEOPLASIA DO ESÔFAGO HÉRNIA HIATAL MISTA Imagem A Imagem B Imagem C Imagem D Imagem E Imagem F HÉRNIA HIATAL MISTA HÉRNIA HIATAL MISTA 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 12/41 5/5 A pHmetria esofágica de 24 horas é o exame indicado para o diagnóstico da DRGE em pacientes com sintomas típicos e achados endoscópicos de esofagite A realização de biópsias esofágicas deve ser rotineira quando a EDA for normal, visando detectar esofagite microscópica A EDA é o primeiro exame na investigação DRGE, avalia a presença e a gravidade da esofagite e permite biópsias dirigidas, se necessário A manometria esofágica é excelente método diagnóstico em casos suspeitos da DRGE com EDA normal Sobre o diagnóstico da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), assinale a opção CORRETA: 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 13/41 0/5Entre as cirurgias ilustradas abaixo, em qual delas é esperado um maior efeito incretínico? 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 14/41 Cirurgia A Cirurgia B Cirurgia C Cirurgia D Cirurgia E Resposta correta Cirurgia A 5/5 Reduzir o número de refeições Evitar a ingestão de líquidos durante a refeição Deitar-se após as refeições Ingerir menores quantidades de alimento a cada refeição Evitar ou reduzir o consumo de carboidratos Paciente submetido há 4 meses a gastrectomia parcial por GIST volumoso que obstruía o canal pilórico, vem apresentando há 3 semanas quadro pós-prandial de fraqueza, tontura, palpitações, cefaleia, dor abdominal e diarreia. Diante deste quadro e considerando a principal hipótese diagnóstica, indique qual medida, entre as abaixo, NÃO deve ser instituída no tratamento: 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 15/41 5/5 Piloroplastia Y Roux com alça alimentar longa Derivação gastrojejunal em Y de Roux Billroth 1 Billroth 2 Homem de 63 anos submetido a gastrectomia subtotal por neoplasia há 8 anos vem apresentando vômitos biliosos e epigastralgia nos últimos 2 meses. A EDA evidenciou anastomose gastrointestinal com lesão ulcerada e importante refluxo biliar. Neste contexto, qual tipo de reconstrução pós-gastrectomia é mais provável que tenha sido feita? 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 16/41 5/5 NÃO, não é necessário biopsiar, pois a gastrite nodular é sinal patognomônico da presença do H pylori NÃO, a lesão é provavelmente secundária ao uso de AINE e não é necessário avaliar o H pylori. SIM, porque principalmente nesta paciente deve ser o Hpylori implicado na gênese da úlcera e não o AINE, já que tem gastrite nodular associada. SIM, porque a gastrite nodular, padrão endoscópico da infecção pelo H pylori, resulta da formação de agregados linfóides que protegem a mucosa gástrica das lesões pelos AINE. SIM, porque a presença do H pylori associado ao uso de AINE, é fator associado à complicação, principalmente em pacientes mais idosos. (Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta prova) ANM, feminina, 67 anos, compareceu na emergência do hospital Celso Ramos, com história de dor abdominal em epigástrio e HCD, de moderada a forte intensidade, que piorava com alimentação, com início há cerca de 15 dias. Negava sangramentos. Ao exame estava em BEG, lúcida, orientada, hipocorada. Apresentava hipotensão postural: PA 110/80 mmHg deitada e 90/60 mmHg sentada. FC 92 bpm em ambas as posições. O Abdome era depressível, doloroso em HCD, sem peritonismo, sem visceromegalias, RHA presentes e normais. Hemograma de entrada revelava: Hb 8, Ht 24, VCM 98, leucócitos 9650 (bastões 4, segmentados 86,8%) plaquetas 350 mil. Seis horas após a internação, a paciente evoluiu com hemorragia digestiva alta manifesta por hematêmese e instabilidade hemodinâmica, sendo transferida para a reanimação. Ao ser indagada referiu o uso de AINES. Foi realizada estabilização hemodinâmica e solicitada EDA que revelou: Pangastritenodular e lesões ulceradas de aspecto péptico, uma gástrica de canal pilórico e outra em parede anterior de bulbo, uma delas com estigma de sangramento recente. (Forrest IIc e IIa). Sobre este caso, é importante para esta paciente realizar biopsia para saber/avaliar a infecção por H pylori? 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 17/41 10/15 É importante manter a paciente sob observação por 24h, dar seguimento com uma nova EDA em 4 a 8 semanas para verificar se houve a correta cicatrização e também verificar a benignidade. Feedback individual É importante realizar endoscopia de controle para acompanhar a cicatrização desta lesão ulcerada gástrica, bem como a realização de biopsias para excluir neoplasia e a erradicação de Hpylori, se presente. Como foi explicitado na pergunta, já houve o tratamento clínico inicial (Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta prova) ANM, feminina, 67 anos, compareceu na emergência do hospital Celso Ramos, com história de dor abdominal em epigástrio e HCD, de moderada a forte intensidade, que piorava com alimentação, com início há cerca de 15 dias. Negava sangramentos. Ao exame estava em BEG, lúcida, orientada, hipocorada. Apresentava hipotensão postural: PA 110/80 mmHg deitada e 90/60 mmHg sentada. FC 92 bpm em ambas as posições. O Abdome era depressível, doloroso em HCD, sem peritonismo, sem visceromegalias, RHA presentes e normais. Hemograma de entrada revelava: Hb 8, Ht 24, VCM 98, leucócitos 9650 (bastões 4, segmentados 86,8%) plaquetas 350 mil. Seis horas após a internação, a paciente evoluiu com hemorragia digestiva alta manifesta por hematêmese e instabilidade hemodinâmica, sendo transferida para a reanimação. Ao ser indagada referiu o uso de AINES. Foi realizada estabilização hemodinâmica e solicitada EDA que revelou: Pangastrite nodular e lesões ulceradas de aspecto péptico, uma gástrica de canal pilórico e outra em parede anterior de bulbo, uma delas com estigma de sangramento recente. (Forrest IIc e IIa). Sobre este caso, qual é a importância do seguimento desta paciente após seu tratamento clínico medicamentoso inicial e como deve ser realizado? 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 18/41 5/5 Bicarbonato, pepsina, fosfolipídios, proliferação celular Tônus Vagal, H pylori, massa de células parietais, H pylori Muco, gastrina, prostaglandinas, fluxo sanguíneo Resistência Vascular, fluxo sanguíneo, massa de células parietais, prostaglandinas Resistência vascular, prostaglandinas, muco, leucócitos 5/5 A gastrite tem pouquíssima correlação entre a sintomatologia, os achados endoscópicos e os achados anatomopatológicos. Diferentemente do quadro agudo, os pacientes com gastrite crônica, não tem sintomas. Quanto mais tempo de gastrite maior é a tolerância à sintomatologia. A cronicidade das gastrites faz com que o paciente seja muito sintomático, necessitando de tratamento com inibidores de bomba de prótons por tempo indeterminado A gastrite crônica relacionada ao Helicobacter pylori costuma ser mais sintomática que as outras formas de gastrite, já que mais de 70% dos pacientes, principalmente em países em desenvolvimento, apresentam a infecção desde os 5 anos de vida A doença ulcerosa péptica ocorre quando há um desequilíbrio entre os fatores protetores e agressivos da mucosa gastrointestinal. Assinale a alternativa que apresenta somente fatores protetores desta mucosa: Com relação à sintomatologia apresentada na vigência das gastrites crônicas é importante esclarecer: 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 19/41 0/5 Na gastrite viral o agente mais comum é o Herpes vírus. Em países desenvolvidos a gastrite granulomatosa tem maior associação com quadros infecciosos São causas de gastrite aguda hemorrágica o choque hipovolêmico, o estresse, isquemia, álcool, AINE, congestão crônica, queimaduras, cirurgias Na gastrite associada ao Hpylori a sintomatologia depende da distribuição do mesmo no estômago. A gastrite eosinofílica pode cursar com sintomas de diminuição do esvaziamento gástrico. Resposta correta A gastrite eosinofílica pode cursar com sintomas de diminuição do esvaziamento gástrico. 15/15 As principais características que fazem o diagnóstico são a presença de anticorpos anti células parietais e anti fator intrínseco. Em razão disso, ocorre a hipocloridria por atrofia das células parietais, redução do fator intrínseco com possível consequente anemia perniciosa e hipergastrinemia em razão do feedback negativo sem resposta apropriada. Feedback individual perfeito Considerando as diversas formas de Gastrite, assinale a alternativa CORRETA: Quais são as principais características que fazem o diagnóstico da Gastrite Crônica Autoimune? 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 20/41 15/15 Videofluoroscopia da deglutição 15/15 Síndrome Dispéptica, eu solicitaria EDA pois a paciente possui mais de 55 anos, com emagrecimento e vômitos. Paciente do sexo masculino, 80 anos, diabético e cardiopata. Diagnóstico de Doença de Parkinson há 2 anos. Familiares relatam que o paciente iniciou há 8 meses com quadro de tosse, engasgos e escape bucal de alimentos durante e logo após as refeições. Apresentou 3 episódios de broncopneumonia nos últimos 6 meses. Paciente não apresentou vômitos, pirose, regurgitação, dor precordial e abdominal. Ao exame físico, o paciente apresenta sinais vitais estáveis, emagrecido, cooperativo e comunicativo, porém observa-se desorientação no tempo e espaço. Com relação ao quadro clínico acima e baseando-se nas fases da deglutição, qual é o exame complementar que confirmará o distúrbio do trato digestivo deste paciente? Mulher de 65 anos refere epigastralgia do tipo queimação, plenitude pós-prandial e saciedade precoce que iniciaram há 6 meses. Relata emagrecimento de 4 quilos e alguns episódios de vômitos neste período. Nega disfagia, pirose, regurgitação e alteração do hábito intestinal. Não apresenta história familiar de câncer do trato gastrointestinal. Nega comorbidades e uso de medicações. Qual é o diagnóstico sindrômico da paciente? Baseando-se na história clínica, você iniciaria tratamento empírico ou solicitaria exames complementares? Explique corretamente a sua resposta. 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 21/41 5/5 Neoplasia precoce do esôfago, ultrassom endoscópico Acalasia, manometria esofágica Monilíase esofágica, biópsia endoscópica Doença do refluxo gastroesofágico, impedanciometria esofágica Esofagite eosinofílica, biópsia endoscópica 5/5 Ausência do relaxamento do esfíncter esofageano inferior em resposta à deglutição e ausência ou redução das contrações do corpo do esôfago. Ausência do relaxamento do esfíncter esofageano superior em resposta à deglutição associado ao aumento na frequência das ondas peristálticas no corpo esofageano. Ausência do relaxamento do esfíncter esofageano inferior em resposta à deglutição e elevação da pressão intraesofágica após a deglutição. Aumento na frequência e amplitude das ondas peristálticas esofageanas e ausência do relaxamento do esfíncter esofageano inferior. Incoordenação das ondas peristálticas esofageanas com aumento do relaxamento do esfíncter esofageano inferior. Homem de 25 anos refere disfagia para sólidos, vômitos, pirose e desconforto retroesternal há 1 ano. Relata ter asma brônquica. A EDA mostrou edema,sulcos longitudinais, exsudatos esbranquiçados e retrações anulares da mucosa esofágica. A pHmetria esofágica tem laudo normal. Assinale a alternativa CORRETA em relação à hipótese diagnóstica mais provável e a conduta mais apropriada: Os achados da manometria esofágica nos pacientes portadores de acalasia são: 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 22/41 5/5 Devemos solicitar endoscopia digestiva alta devido a grande possibilidade de se tratar de dispepsia orgânica. Na abordagem terapêutica, é fundamental estabelecer uma boa relação médico- paciente para obter uma melhora da resposta do tratamento desta comorbidade. Considerando o sintoma de intolerância com os alimentos gordurosos, devemos solicitar ultrassonografia do abdome superior, pois o paciente apresenta alta probabilidade de ser portador de colecistopatia crônica calculosa. Este paciente deve ter uma doença ulcerosa péptica, H. pylori positivo, devido ao longo tempo de sintomas. A principal hipótese diagnóstica neste caso é gastrite crônica. Paciente do sexo masculino, 35 anos, relata episódios intermitentes de plenitude pós-prandial, saciedade precoce, eructações e dor epigástrica nos últimos 2 anos. Os sintomas relacionam-se com alimentos gordurosos e condimentados. Nega emagrecimento, alteração do hábito intestinal e história familiar de câncer gástrico. Nega comorbidades, uso de medicações e cirurgias prévias. Com relação ao quadro clínico, é CORRETO: 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 23/41 5/5 Exames complementares, como endoscopia digestiva alta, podem ser realizados, na ausência de resposta terapêutica, após o tratamento empírico inicial. Tratamento empírico com inibidores de bomba de próton e procinéticos, como terapia medicamentosa inicial pode ser iniciado. Hipersensibilidade visceral e distúrbios motores gástricos, como hipocontratilidade antral e relaxamento inadequado do fundo gástrico são mecanismos fisiopatogênicos propostos para explicar o quadro clínico deste paciente. Gastrite crônica é a principal hipótese diagnóstica deste paciente e endoscopia digestiva alta com pesquisa de Helicobacter pylori deve ser realizada. 5/5 Esofagectomia transhiatal + fundoplicatura Esofagectomia transtorácica Esofagocardiomiotomia + fundoplicatura Enfincterectomia lateral interna Paciente do sexo masculino, 40 anos, relata dor epigástrica em queimação, plenitude pós-prandial, saciedade precoce e eructações, em média, 3 episódios por semana, nos últimos 8 meses. Nega emagrecimento, alteração do hábito intestinal e história familiar de câncer gástrico. Com relação ao quadro clínico, é INCORRETO afirmar: Qual é o tratamento cirúrgico de escolha para o paciente com acalasia em fase inicial? 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 24/41 5/5 Virchow Perda da bolha gástrica Bico de pássaro Sinal do Navio 15/15 Perda de peso, disfagia e regurgitação 15/15 O divertículo de Zenker acontece pelo aumento da pressão intraluminal do esôfago durante a deglutição, com incoordenação do seu funcionamento e dificuldade de relaxamento. A alta pressão provoca a saculação/divertículo no triangulo de Killian, que tem maior fragilidade. Qual é a imagem clássica da acalasia no esofagograma baritado? Cite os sinais e sintomas que formam a tríade clássica da acalasia. Explique a fisiopatologia do divertículo de Zenker 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 25/41 5/5 O tipo histológico pela classificação de Lauren é do tipo intestinal Por ter uma evolução clínica de apenas 2 meses favorece a ser um câncer gástrico precoce O diagnóstico provável é o de um tumor de Krukenberg Para a confirmação diagnóstica há necessidade de realização de imuno- histoquímica Para ser doença considerada em estágio metastático haverá necessidade de confirmação anatomopatológica do nódulo em região supraclavicular 12/15 A - Dieta zero e TC de tórax e de abdome; B - Radiografia simples em região cervical (AP e perfil), tórax (PA e perfil) e abdome (em pé e deitado) para decidir conduta/seguimento. Feedback individual CONDUTA INICIAL A - Jejum, hidratação endovenosa, analgesia e sintomáticos B - Radiogra�a de tórax Homem de 35 anos chega ao ambulatório com epigastralgia persistente e perda de 10 kg em 2 meses. Relatou aparecimento em região supra clavicular esquerda de um nódulo endurecido e indolor com crescimento progressivo. Na sequência foi confirmado diagnóstico de adenocarcinoma gástrico com células em anel de sinete em região antral, não obstrutivo. Assinale a alternativa CORRETA referente a este caso clínico: Responda de maneira clara e objetiva, qual deve ser a conduta inicial para as seguintes situações? A - Lesão esofágica por ingestão de ácido muriático, B - Disfagia após ingestão acidental de osso de frango: 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 26/41 5/5 Ressecção cirúrgica + imunoterapia Imunoterapia Quimioterapia e ou radioterapia Erradicação do H. pylori Ressecção cirúrgica 5/5 Broncospia Tomografia computadorizada de região cervical, tórax e abdome Ecoendoscopia digestiva alta Radiografia contrastada de esôfago, estômago e duodeno Endoscopia digestiva alta Em relação ao tratamento considerado curativo para linfoma gástrico do tipo grande células localizado, assinale a alternativa que apresente a modalidade adequada preferencial: Homem de 23 anos chega ao setor de emergência acompanhado de familiares com história de ingestão intencional de produto de limpeza específico para pisos e azulejos que, posteriormente foi identificado em sua fórmula o composto de soda cáustica, cerca de 30 minutos antes. Refere importante queimação ao nível da região anterior cervical baixa e retroesternal acompanhado de náuseas intensas. Ao exame físico não apresenta disfonia, estridor laríngeo nem enfisema subcutâneo. Assinale a alternativa CORRETA frente ao exame de imagem a ser inicialmente solicitado no setor de emergência: Hemograma e TC são os primeiros exames 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 27/41 5/5 Moeda de R$ 0,50 em paciente de 15 anos / bateria de relógio em paciente de 05 anos Peça de LegoR com 2,0 cm de diâmetro em paciente de 30 anos / osso de costela de porco produzindo sialorreia em paciente de 20 anos Bateria de relógio em paciente de 05 anos / aparelho dentário com superfície pontiaguda em paciente de 18 anos Agulha de costura medindo 10 cm de comprimento em paciente de 70 anos / peça de LegoR com 1,0 cm de diâmetro em paciente de 30 anos Moeda de R$ 0,50 em paciente de 15 anos / aparelho dentário com superfície pontiaguda em paciente de 18 anos 15/15 Leiomioma, GIST, Lipoma Em relação aos corpos estranhos do esôfago, assinale a alternativa em que ambos os objetos indiquem a realização de EDA em caráter de urgência: Paciente de 59 anos, masculino, com queixas dispépticas vagas e emagrecimento de 10 kg no último mês, foi submetido a EDA, cujo laudo foi: "...lesão de aspecto subepitelial localizada na parede anterior da pequena curvatura, medindo em torno de 5,0 cm no maior diâmetro, com preservação da mucosa sobreposta. Sugere-se a realização de ecoendoscopia com biopsia para melhor esclarecimento diagnóstico". Apresente os três principais diagnósticosdiferenciais: Objetos cortantes, pontiagudos, tóxicos (baterias, pilhas) ou com dimensões maiores que 5 cm x 2 cm 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 28/41 5/5 A ausência de serosa não interfere a extensão local do tumor. Tumores que invadem a submucosa geralmente não apresentam comprometimento linfonodal e devem ser ressecados por via endoscópica. Nenhuma das outras alternativas está correta 35% do carcinoma espinocelular do esôfago é encontrado em seu terço proximal O aumento da incidência de adenocarcinoma de esôfago está relacionado ao esôfago de Barrett e a doença do refluxo gastroesofágico. 5/5 No esôfago de Barrett com displasia de alto grau sempre está indicada a esofagectomia. Nenhuma das outras alternativas está correta O exame de escolha para melhor avaliar a profundida do tumor na parede do órgão é a ultrassonografia endoscópica. A invasão tumoral vista à broncoscopia não contraindica a ressecção cirúrgica, na maioria das vezes Em nosso meio, o principal tipo histológico é o adenocarcinoma. Sobre o câncer de esôfago, é CORRETO afirmar: Em relação à neoplasia de esôfago, pode-se afirmar: 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 29/41 5/5 Jejuno proximal Intestino grosso Duodeno Estômago Intestino delgado 5/5 O imatinibe é um inibidor seletivo das tirosinaquinases e deve ser utilizado como forma de complementação terapêutica em casos selecionados O antígeno CD34 pode ser útil no diagnóstico do GIST Não há necessidade de linfadenectomia na maioria das vezes em gastrectomias devido a GIST Quanto menor o número de mitoses por campo, pior o prognóstico do GIST O c-kit é o marcador mais importante para o diagnóstico do GIST Homem de 47 anos, tabagista, etilista, realizou EDA devido a queixas de disfagia que evidenciou uma massa tumoral em terço médio de esôfago. O resultado anatomopatológico conclui tratar-se de um carcinoma espinocelular. Foi optado por neoadjuvância seguida de esofagectomia. Em relação à cirurgia, a reconstrução do trânsito gastrointestinal é realizada preferencialmente por qual órgão? Sobre os GISTS, pode-se afirmar, EXCETO: 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 30/41 0/5 Gastrectomia total e reconstrução em Y-Roux com linfadenectomia a D II Biópsia seguia de gastrectomia subtotal e reconstrução em Y-Roux com linfadenectomia a DII Ressecção endoscópica Gastrectomia segmentar videolaparoscópica sem linfadenectomia Gastrectomia subtotal e reconstrução em Y-Roux com linfadenectomia a DI Resposta correta Gastrectomia segmentar videolaparoscópica sem linfadenectomia 15/15 Estômago Mulher de 36 anos realizou EDA que evidenciou uma lesão extra mucosa em região de corpo, próximo a grande curvatura gástrica de cerca de 4 cm. Em estadiamento verificou-se lesão com planos de clivagem e sem relação anatômica com estruturas nobres, permitindo sua ressecção cirúrgica. Em relação ao tratamento, qual a melhor das alternativas seguintes? GISTs podem ocorrer em todo trato gastrointestinal. Sua localização infere melhor ou pior prognóstico. Qual o órgão cuja localização infere um prognóstico melhor? 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 31/41 5/5 Malignização Terebração Hemorragia Perfuração Obstrução 15/15 Apesar de se tratar da mesma técnica cirúrgica, a diferença entre cirurgia metabólica e bariátrica é a intenção do tratamento. A primeira trata as alterações metabólicas, como resistência a insulina, e a segunda é mais focada em tratar a obesidade e suas comorbidades. 5/5 Fundo gástrico Incisura angular Pré-pilórica Bulbo duodenal Segunda porção duodeno Quais são as 3 principais complicações de úlcera péptica? (mais de uma alternativa correta) Qual a diferença entre cirurgia bariátrica e cirurgia metabólica? Explique. Qual é a localização mais comum da perfuração por úlcera péptica? 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 32/41 5/5 Curling Dielafoy Cushing Boerhaave Mallory-Weiss 5/5 Indicação de cirurgia bariátrica somente se apresentar comorbidades associadas Tem com certeza indicação de cirurgia bariátrica Nenhuma das outras alternativas está correta Pode ser considerado um superobeso Não tem indicação de cirurgia bariátrica A gastrite relacionada com o estresse caracteriza-se pelo aparecimento de erosões superficiais múltiplas de todo o estômago, mais comumente na região do corpo gástrico. Quando a ulceração por estresse é associada a queimaduras importantes, essas lesões são denominadas úlceras de: Paciente 36 anos hipertenso, em uso de losartana, comparece ao ambulatório de cirurgia bariátrica com desejo de ser submetida à cirurgia para redução de estômago. Seu peso é 110 kg e sua altura é de 1,80 m. Sobre este caso pode-se afirmar: 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 33/41 5/5 Trata-se de uma lesão avançada, mas com um bom prognóstico por ser uma lesão pequena Este tipo de lesão sugere uma úlcera péptica que teve evolução para câncer Trata-se de uma lesão precoce e com bom prognóstico numa paciente com anemia perniciosa. Um exame de laparoscopia deve ser realizado para estadiamento considerando a possibilidade de carcinomatose peritoneal A possibilidade desta paciente ter uma lesão localizada é muito alta, o que melhora o prognóstico, por ser jovem Uma paciente de 37 anos apresenta epigastralgia há 4 meses com emagrecimento de 6 kg no período. Antecedentes de anemia perniciosa. Ao exame físico apresenta-se desnutrida e com mucosa hipocoradas. Traz uma EDA que mostra uma lesão tipo superficial tipo 0-III escavada de aproximadamente 2,5 cm localizada em corpo gástrico, cuja biópsia mostra um adenocarcinoma do tipo indiferenciado. Foi realizada um estadiamento por ecoendocopia, a lesão mostra comprometimento até a muscular, não foram observados gânglios. Tomografia computadorizada do abdome normal. Assinale a alternativa VERDADEIRA: 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 34/41 5/5 Os IPB nos protegem dos AINES por inibição da cicloxigenase Podem estar associados com infecções entéricas em pacientes imunodeprimidos ou doentes crônicos em ambiente hospitalar As complicações do uso de AINES podem ser prevenidas principalmente como o uso contínuo de sucralfato, sendo indicados na prática clínica para a maioria dos pacientes Os IBP por períodos prolongados como nos pacientes com esôfago de Barrett podem ser causa de câncer Os pacientes que vão fazer uso de IBPs, na prática clínica devem realizar densitometria óssea 5/5 Um paciente submetido a um exame de PHmetria por sintomas de pirose, com EDA normal, e índice de sintomas negativo fecha o diagnóstico de espasmo difuso do esôfago. Existe correlação clínica entre os achados da endoscopia e as manifestações clínicas, por isso é considerado o melhor exame para avaliar a DRGE Os pacientes com manifestações atípicas, entre elas as respiratórias, podem apresentar exame de EDA normal, o que justifica se indicar exames para avaliar a motilidade da orofaringe. A combinação do refluxo alcalino com refluxo ácido é considerada mais lesiva na mucosa esofágica. Sobreos inibidores de bomba de prótons (IBP), assinale a afirmativa VERDADEIRA: Sobre a avaliação clínica e as orientações nos pacientes com Doença de Refluxo Gastroesofágico (DRGE), assinale a alternativa VERDADEIRA: 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 35/41 5/5 Os alginatos podem ser usados no controle do refluxo alcalino Os bloqueadores H2 como a Ranitidina são drogas sem efeito carcinogênico e seguras, podendo ser utilizadas por períodos longos e melhor eficiência para tratar a úlcera péptica, que os IBP Na fisiopatologia da DRGE, a presença da bolsa gástrica pode estar relacionada nas manifestações clínicas e o uso do sucralfato pode prevenir A domperidona tem uma eficiência superior aos bloqueadores H2 no controle da secreção ácida Na fase intestinal da secreção gástrica um dos mecanismos de controle e a produção do peptídeo YY, que inibe a acetilcolina e estimula a produção de somatostatina, sendo então importante o uso das drogas bloqueadoras da acetilcolina Sobre o tema FISIOLOGIA GÁSTRICA E DROGAS, assinale a alternativa VERDADEIRA: 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 36/41 0/5 Pode apresentar risco alto de carcinomatose peritoneal Trata-se de uma lesão muito grande e deve ser submetido a uma gastrectomia total Deveria ter realizado exames de prevenção com 40 anos de idade Deveria ser submetido a tratamento endoscópico A USG endoscópica (ecoendoscopia) mostra uma lesão tipo T1a e o risco de disseminação linfática é alto Resposta correta Deveria ser submetido a tratamento endoscópico Um homem de 55 anos apresenta-se com plenitude pós-prandial e às vezes náuseas há 2 meses. Tabagista, etilista, diabético e cardiopata. Pai com história de câncer gástrico. Ao exame físico em bom estado nutricional. Traz uma EDA que mostra uma lesão superficial do tipo O-IIa (plana) localizada no antro gástrico de aproximadamente 5 cm cuja biópsia mostra um adenocarcinoma do tipo diferenciado. A ecoendoscopia mostra que a lesão está localizada na mucosa. Tomografia computadorizada apresenta-se normal. Quanto a este paciente, assinale a alternativa VERDADEIRA: 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 37/41 5/5 Considerando que o paciente é assintomático, os controles endoscópicos devem ser feitos em intervalos de 3 a 5 anos Os AINES e a aspirina podem estar associados a risco alto de neoplasias do trato gastrointestinal Os achados observados neste caso justificam controles endoscópicos anuais O tratamento do H.pylori vai melhorar a metaplasia intestinal e pode regredir 5/5 Nitrosamidas presentes nos alimentos como os embutidos História prévia de anemia perniciosa História prévia de cirurgia gástrica do tipo gastroplastia História prévia de adenomas gástricos Hábitos alimentares como o excesso de sal e defumados Irmão de paciente com diagnóstico recente de adenocarcinoma gástrico foi informado da necessidade de realizar exames de prevenção. Tem história de HAS e de ter tido um infarto. Faz uso de Aspirina um comprimido ao dia por causa dos antecedentes pessoais. Bom estado nutricional. Não apresenta sintomas. Fez uma EDA que se apresenta com áreas suspeitas de metaplasia intestinal em corpo e antro, com atrofia em corpo gástrico. A biópsia mostra metaplasia intestinal incompleta em corpo e atrofia severa em antro e corpo. Realizada a pesquisa de H.pylori foi positiva. O paciente foi orientado a erradicar a bactéria e realizar controles. Quanto a este paciente, assinale a alternativa VERDADEIRA: Em relação ao câncer gástrico, existem outros fatores de risco ou condições predisponentes. Sobre este tema, assinale a alternativa FALSA: 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 38/41 5/5 A lesão é pequena e com risco de disseminação linfática Um tratamento endoscópico seria indicado pelos dados da história clínica O tipo histológico deste tumor é provável que seja um adenocarcinoma Trata-se uma lesão superficial associada ao Helicobacter pylori A lesão esofágica pode ser uma metástase da neoplasia de laringe tratada previamente Uma paciente com antecedentes de tabagismo de 20 anos e etilismo foi submetida a exames de prevenção. O paciente apresenta sintomas esporádicos de pirose. Antecedentes de úlcera péptica, foi tratada do Helicobacter pylori 2 vezes, câncer de laringe há 2 anos tratada com Radioterapia e Quimioterapia. Bom estado nutricional. Sem antecedentes familiares. Realizado uma EDA que mostra uma lesão superficial do tipo 0-IIb em esôfago médio, de apenas 1 cm lugol negativa. Foram realizadas biópsias que mostram um câncer. Realizado um estadiamento a lesão encontra-se localizada até a submucosa. Quanto a este paciente assinale a alternativa VERDADEIRA: 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 39/41 5/5 Trata-se de uma lesão do tipo Borrmann IV Os dados da história sugerem um bom prognóstico Os antecedentes pessoais estão relacionados neste caso a um carcinoma escamocelular Apresenta-se com risco baixo da lesão estar disseminada Um PET scan permitiria avaliar principalmente a disseminação linfática ou metástase Um paciente de 58 anos, com antecedentes de úlcera péptica apresenta sintomas de refluxo há 7 anos. O paciente relata disfagia para sólidos há 2 meses e emagrecimento de 3kg em 2 meses. Ao exame físico apresenta-se com obesidade grau II e anemia nas mucosas, presença de um gânglio supraclavicular. Abdome normal. Realizada um exame de endoscopia mostra uma lesão ulcerada e infiltrativa comprometendo 60 % do diâmetro do esôfago distal e uma hérnia hiatal por deslizamento de 2 cm.Quanto a este paciente, assinale o conceito VERDADEIRO: 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 40/41 5/5 Os sintomas de DRGE nos pacientes com obesidade podem estar associados uma hipotonia do esfíncter esofágico inferior e aumento dos relaxamentos transitórios do esfíncter esofágico inferior O risco de adenocarcinoma poderia estar associado aos antecedentes e deveria ter realizado exames de controle pelo menos cada 4 anos Deveria ter feito um tratamento cirúrgico há 5 anos, uma vez que o risco de evolução para o câncer diminui nos pacientes operados Deveria tomar omeprazol 40 mg duas vezes por dia por 6 meses e realizar um novo controle endoscópico 5/5 A pesquisa do antígeno fecal não é considerada um teste invasivo O exame do teste da urease é obtido com biópsias da mucosa gástrica Os testes moleculares são considerados o padrão ouro para controle da infecção Deve ser pesquisado nos pacientes com Linfoma MALT O teste respiratório pode ser utilizado como teste de controle da infecção Paciente de 47 anos, raça branca consulta há 5 anos por ter sintomas de pirose. Foi realizada uma EDA que, na época, mostrava mucosa de Barrett num segmento de 4 cm em uso irregular de IBP, tinha melhorado sua pirose. Ao exame físico um paciente obeso (Grau III). Há 3 meses relata pirose diária sendo indicada uma nova endoscopia que mostra uma lesão do tipo superficial tipo 0I-S, de 1 cm em esôfago distal e um segmento de epitélio de Barrett de aproximadamente 7 cm. A lesão do tipo séssil mostra uma displasia de alto grau. Quanto a este paciente, assinale a alternativa VERDADEIRA: Sobre conceitos e conduta sobre a infecção pelo Helicobacter pylori,assinale a alternativa FALSA: 09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 41/41 5/5 A erradicação da bactéria não regride a metaplasia intestinal Deve ser pesquisa e tratada nos pacientes em uso crônico de AINES Deve ser pesquisado nos pacientes com Dispepsia e quando confirmada a infecção deve ser tratada Deve ser pesquisada e tratada a bactéria nos pacientes que vão fazer uso de AINES por períodos curtos O controle do tratamento pode ser realizado após 8 -12 semanas do tratamento Este conteúdo não foi criado nem aprovado pelo Google. - Termos de Serviço - Política de Privacidade Sobre os conceitos e conduta sobre a infecção pelo Helicobacter pylori, assinale a alternativa FALSA: Formulários https://policies.google.com/terms https://policies.google.com/privacy https://www.google.com/forms/about/?utm_source=product&utm_medium=forms_logo&utm_campaign=forms 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&… 1/48 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE Total de pontos 302.8/371 Esta avaliação é individual e tem por objetivo verificar a sua capacitação no desenvolvimento das habilidades previstas nesta Unidade de Aprendizagem. Neste processo de avaliação NÃO É PERMITIDA CONSULTA. Sua resolução deve ser autônoma. Sendo assim, suas respostas serão comparadas com as dos outros alunos da disciplina e serão interpretadas como CONSULTA em caso de semelhanças evidentes, o que resultará em PERDA DE PONTUAÇÃO, DE NOTA E ATÉ MESMO DE TODA A PROVA. Acreditamos na sua capacidade, na sua postura ética e no seu entendimento do grau de responsabilidade que a profissão médica requer. “Caráter é aquilo que você é quando ninguém está te olhando” Epicuro (341 – 270 AC) ATENÇÃO: QUESTÕES OBJETIVAS E DE RESPOSTA CURTA TÊM PESO 5, E QUESTÕES DISCURSIVAS TÊM PESO 15. QUESTÕES DE ASSOCIAÇÃO TÊM PESO 1 PARA CADA LINHA. TEMPO TOTAL DA PROVA: 170 MINUTOS - DAS 09H00 ÀS 11H50. VOCÊ TEM 10 MINUTOS ALÉM DESTE TEMPO DESTINADOS APENAS PARA ENVIAR O SEU FORMULÁRIO DE PROVA. NÃO UTILIZE ESTE TEMPO PARA A RESOLUÇÃO DE QUESTÕES, APENAS PARA ENVIAR. NENHUM FORMULÁRIO SERÁ RECEBIDO APÓS AS 12H00. POR SEGURANÇA, SALVEM UMA CÓPIA EM PDF ANTES DO ENVIO!! NENHUMA PROVA SERÁ ACEITA SE NÃO ESTIVER NO FORMATO DO PRÓPRIO FORMULÁRIO OU EM PDF!! NÃO SERÃO ACEITAS CAPTURAS DE TELA NEM FOTOGRAFIAS OU VÍDEOS DE CELULAR. VOCÊ PODE SALVAR EM PDF, CONFORME AMPLAMENTE ANUNCIADO E ESCLARECIDO, ATRAVÉS DA OPÇÃO IMPRIMIR DO SEU NAVEGADOR. SE TIVER DIFICULDADE PARA ENVIAR, ENCAMINHE ESTE MESMO ARQUIVO SALVO EM PDF PARA O EMAIL mauricio@unisul.br, RESPEITANDO O PRAZO ESTIPULADO. Não perca tempo pesquisando respostas no seu material, na internet ou com seus colegas. Isso não está autorizado e poderá lhe dar a impressão de que o tempo de prova não foi suficiente. O tempo de duração desta prova foi estimado considerando que todas as suas respostas serão baseadas exclusivamente nos seus conhecimentos e no seu foco nesta prova apenas. Em caso de dúvidas, estamos à disposição para atendimento individual em sala virtual concomitante via Zoom com o ID ID da reunião: 828 5499 8362. O link está disponibilizado no mural do EVA. BOM TRABALHO E UMA ÓTIMA PROVA! ABAIXO, OS VALORES DE REFERÊNCIA PARA OS EXAMES LABORATORIAIS: Hematócrito (Ht): 38 a 50% Hemoglobina (Hb): 13 -16 g/dl Reticulócitos: 0,5% a 1,5% mailto:mauricio@unisul.br 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&… 2/48 E-mail * marianabareta@gmail.com Leucócitos: 4.000 – 11.000/mm3 Segmentados: 45 a 75% Bastões: 0 a 3% Eosinófilos: 1 a 3% Linfócitos: 15 a 45% Monócitos: 3 a 10% Plaqs: 150.000 a 450.000/ mm3 Glicemia: 70 – 99 mg/dl Creatinina: ≤1,2 mg/dl TGO (AST): ≤ 45 U/I TGP (ALT): ≤ 45 U/I Fosfatase Alcalina (FA): 40-120 U/l Bil Total (BT): 0,2- 1,2 mg/dl Bil Direta (BD): ≤ 0,4 mg/dl Bil Indireta (BI): ≤ 0,8 mg/dl Gama-GT (GGT): 10 –80 U/l Amilase: 27 - 131 U/l Lipase: 31 - 186 U/l TAP: 70 a 100% RNI: 0,85 – 1,3 Albumina: 3,5 – 5,0 g/dl PCR: 1 a 10 mg/l CEA: < 5 ng/ml Ca 19-9: < 39 U/ml Alfa Fetoproteína (AFP): < 7 ng/ml Colesterol Total: < 200 HDL: > 50 Triglicerídeos: < 150 Vitamina D: > 30 ng/ml Ferritina: 30 a 350 Sat. da transferrina: 20 a 50% 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&… 3/48 15/15 Pancreatite aguda por coledocolitíase residual pós CVL, em razão dos níveis de amilase e lipase e do momento pós-cirurgico. SIM Mulher multípara de 46 anos procura cirurgião com queixa há 2 meses de crises de dor contínua em HCD aproximadamente 40 minutos após as refeições, que aliviam com antiespasmódicos. Sem comorbidades. USG do abdome mostra inúmeros cálculos de diferentes tamanhos na vesícula biliar. Vias biliares de calibre normal. Perfil laboratorial hepático normal. Com este quadro, paciente é submetida a uma colecistectomia videolaparoscópica eletiva. Tem alta 18 horas após a cirurgia. No dia seguinte retorna à emergência com queixa de dor abdominal e icterícia com colúria. Abaixo, os exames realizados na readmissão. Qual é o diagnóstico? Especifique. Li e compreendi o texto do cabeçalho da prova, e me comprometo a seguir os passos e regras estipulados. * 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&… 4/48 0/5 A presença de necrose pancreática é indicação absoluta de cirurgia O principal fator etiológico é o álcool, seguido pela causa idiopática Nos casos de pancreatite biliar leve, a colecistectomia deve ser realizada 6 a 8 semanas após resolução do quadro devido a alta prevalência de complicações com a cirurgia precoce Infecção do tecido pancreático necrosado pode ser diagnosticada pela presença de gás extraintestinal detectado na tomografia No tratamento clínico, utiliza-se enzimas pancreáticas e corticoide Resposta correta Infecção do tecido pancreático necrosado pode ser diagnosticada pela presença de gás extraintestinal detectado na tomografia Em relação à pancreatite aguda, assinale a alternativa CORRETA 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&… 5/48 15/15 Ferro sérico, RM ou biópsia para verificação de impregnação hepática de ferro e pesquisa de mutações (C282Y e H63D) Homem de 60 anos apresenta astenia e procurou o gastroenterologista devido às alterações dos exames listados a seguir. Comorbidades: diabetes mellitus e insuficiência cardíaca congestiva. Faz uso de insulina regular e atenolol. Nega etilismo e tabagismo. Abaixo, os exames realizados na admissão Diante deste caso clínico, comente quais são os exames complementares que devem ser solicitados para confirmar a principal hipótese diagnóstica do paciente. 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&… 6/48 12/15 Mudança de estilo de vida: dieta hipocalórica e atividade física>150min/semana Mulher de 50 anos procurou o médico da UBS para realização de exames de rotina. Relatou HAS e dislipidemia, em uso de losartana potássica, hidroclorotiazida e sinvastatina. Negou uso de álcool e drogas ilícitas. Sedentária. Ao exame, a paciente estava lúcida e orientada, comsinais vitais estáveis. IMC: 34,5. Abdome flácido, indolor, sem ascite, baço não palpável, fígado palpável a 3 cm do rebordo costal direito. Abaixo, os exames realizados na admissão. Com relação a este caso, descreva a abordagem terapêutica mais adequada para esta paciente. 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&… 7/48 (Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta prova) Mulher, 45 anos, chega ao pronto socorro com dor epigástrica, irradiada para dorso, intensa, contínua, há 8 horas, associada a náuseas e vômitos. Foi solicitada amilase = 1500U/L (<100U/L). A respeito do tratamento para este paciente, assinale Verdadeiro ou Falso Verdadeiro Falso Pontuação A hidratação endovenosa pode ser ajustada de acordo com a manutenção da pressão arterial, controle da frequência cardíaca e diurese de 0,5 a 1 ml/Kg/h. 1/1 Inicialmente, devido às náuseas importantes, deve ser mantido jejum oral, mas a dieta oral poderá ser iniciada o mais breve possível para a paciente, quando boa evolução clínica. 1/1 Antibióticos devem ser prescritos para todos os pacientes pois previnem as complicações infecciosas. 1/1 A hidratação endovenosa com cristaloides, calculada para 40 ml / hora nas 0/1 A hidratação endovenosa pode ser ajustada de acordo com a manutenção da pressão arterial, controle da frequência cardíaca e diurese de 0,5 a 1 ml/Kg/h. Inicialmente, devido às náuseas importantes, deve ser mantido jejum oral, mas a dieta oral poderá ser iniciada o mais breve possível para a paciente, quando boa evolução clínica. Antibióticos devem ser prescritos para todos os pacientes pois previnem as complicações infecciosas. A hidratação endovenosa com cristaloides, calculada para 40 ml / hora nas 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&… 8/48 Respostas corretas 24 horas (correndo a metade do volume nas primeiras 6 horas e a outra metade nas outras 18 horas), está recomendada para esta paciente. 24 horas (correndo a metade do volume nas primeiras 6 horas e a outra metade nas outras 18 horas), está recomendada para esta paciente. Verdadeiro Falso A hidratação endovenosa com cristaloides, calculada para 40 ml / hora nas 24 horas (correndo a metade do volume nas primeiras 6 horas e a outra metade nas outras 18 horas), está recomendada para esta paciente. A hidratação endovenosa com cristaloides, calculada para 40 ml / hora nas 24 horas (correndo a metade do volume nas primeiras 6 horas e a outra metade nas outras 18 horas), está recomendada para esta paciente. 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&… 9/48 Homem de 28 anos refere ocorrência de icterícia flutuante desde a infância, desencadeada por períodos de jejum prolongados ou estresse. Nega febre, dor abdominal ou colúria. A respeito do diagnóstico diferencial da icterícia neste caso assinale Verdadeiro ou Falso. Verdadeiro Falso Pontuação A mutação no gene UDP glucuronil transferase pode levar a este quadro e o diagnóstico pode ser feito a partir do quadro clínico e laboratorial, sem a obrigatoriedade do estudo genético 0/1 A síndrome de Gilbert se caracteriza por elevação da AST de maneira mais importante do que a ALT 1/1 A ausência de dor abdominal, descarta a possibilidade de colestase extra hepática 1/1 A elevação da desidrogenase láctica e a presença de anemia sugerem hemólise 1/1 A ausência de colúria afasta a possibilidade de hiperbilirrubinemia indireta 1/1 A mutação no gene UDP glucuronil transferase pode levar a este quadro e o diagnóstico pode ser feito a partir do quadro clínico e laboratorial, sem a obrigatoriedade do estudo genético A síndrome de Gilbert se caracteriza por elevação da AST de maneira mais importante do que a ALT A ausência de dor abdominal, descarta a possibilidade de colestase extra hepática A elevação da desidrogenase láctica e a presença de anemia sugerem hemólise A ausência de colúria afasta a possibilidade de hiperbilirrubinemia indireta 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 10/48 Respostas corretas 0/5 Duodenopancreatectomia Nenhuma das anteriores Pancreatectomia corpo caudal Pancreatojejunoanastomose em Y-de-Roux Cirurgia de Frey Resposta correta Pancreatojejunoanastomose em Y-de-Roux Verdadeiro Falso A mutação no gene UDP glucuronil transferase pode levar a este quadro e o diagnóstico pode ser feito a partir do quadro clínico e laboratorial, sem a obrigatoriedade do estudo genético A mutação no gene UDP glucuronil transferase pode levar a este quadro e o diagnóstico pode ser feito a partir do quadro clínico e laboratorial, sem a obrigatoriedade do estudo genético Paciente com diagnóstico de pancreatite crônica alcoólica, dor abdominal diária e indicação de procedimento cirúrgico. Realizou exame de imagem que evidenciou um ducto pancreático maior que 8 mm de diâmetro. Qual a melhor opção cirúrgica? 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 11/48 0/5 Considerando-se a história clínica e cirúrgica pregressa deve-se indicar a pesquisa de anticorpos contra o vírus da hepatite C Considerando os dados clínicos, laboratoriais e de imagem pode-se fazer o diagnóstico de colangite aguda infecciosa (bacteriana) Os cálculos identificados pelo exame de USG nas vias biliares devem ser do tipo marrom Em razão da história de esplenectomia em idade jovem, deve-se considerar que os cálculos que foram retirados juntamente com a vesícula biliar eram do tipo preto (bilirrubina) O perfil laboratorial é típico de colestase, cuja manifestação mais típica é a icterícia com colúria, acolia e prurido Resposta correta Em razão da história de esplenectomia em idade jovem, deve-se considerar que os ál l f i d j í l bili d i (Este caso é apresentado em mais uma questão nesta prova) Mulher de 63 anos procura o PA com dor de moderada intensidade no HCD. Refere também icterícia e colúria há 2 semanas. Refere desconforto em quadrante superior direito do abdome há 2 anos. Sem comorbidades. Submetida a uma esplenectomia aos 16 anos de idade por púrpura trombocitopênica autoimune, e a uma colecistectomia aberta por colecistite aguda há 30 anos. Ao exame físico a paciente apresentava-se orientada, eupneica e normotensa. Ao exame, abdome flácido, leve dor à palpação em HCD, fígado não palpável, sem sinais de irritação peritonial. Abaixo os exames realizados na admissão. Sobre este caso, assinale a afirmativa INCORRETA. 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 12/48 cálculos que foram retirados juntamente com a vesícula biliar eram do tipo preto (bilirrubina) 5/5 A paciente tem hepatite C crônica e devemos iniciar o tratamento antiviral após a realização da genotipagem viral Não há necessidade de realizar carga viral do vírus da hepatite B, já que a paciente tem sorologia anti-Be positivo Deve ser buscada a detecção do RNA viral pelo método PCR Devemos realizar 1 dose da vacina da hepatite B para avaliar a soroconversão para anti-HBS, que por sua vez, é o anticorpo de cura da hepatite B A paciente é portadora de hepatite B crônica em fase de replicação, pois apresenta anti-HBe positivo Mulher de 32 anos nega comorbidades, uso de medicamentos e álcool. Encaminhada ao ambulatório de gastroenterologiadevido às alterações nos exames laboratoriais abaixo. Sobre este caso, assinale a alternativa CORRETA: 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 13/48 15/15 Colangite aguda com causa mais provável sendo coledocolitíase secundária a colelitíase verificada no USG (calculosa) 3477 (B) 3476 (A) (Este caso é apresentado em mais uma questão nesta prova) Mulher saudável de 46 anos apresenta-se na emergência referindo dor em hipocôndrio direito há 12 horas. Ao exame apresenta bom estado geral, leve palidez cutâneo mucosa, afebril, ictérica ++/4. Boa perfusão periférica; pulsos presentes; PA: 100/85mmHg deitada; FC de 80 bpm; FR 16 mrm. RCR 2T; MV presente bilateralmente; Abdome plano, flácido e levemente doloroso à palpação em quadrante superior direito, sem sinal de Murphy, RHA +, fígado não palpável, ausência de sinais de irritação peritonial. Abaixo, os resultados dos exames solicitados. Qual é o diagnóstico? Especifique a causa mais provável. Qual é a sua turma? * 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 14/48 0/5 Há indicação de coleta de hemocultura e administração de antibioticoperapia empírica para germes gram negativos Mesmo não estando disponível o valor de RNI, pode-se entender que não há indicação de administração de vitamina K por via parenteral Como parte da terapêutica estaria correto realizar uma colangiopancreatografia endoscópica retrógrada com papilotomia e drenagem nasobiliar, na dependência da evolução clínica Considerando-se a história cirúrgica pregressa pode-se concluir que se trata de um caso de provável coledocolitíase primária Há indicação de uma anastomose biliodigestiva e, considerando a altura da obstrução, a melhor escolha seria uma cirurgia de derivação biliopancreática em Y de Roux Resposta correta Há indicação de uma anastomose biliodigestiva e, considerando a altura da b ã lh lh i i i d d i ã bili á i (Este caso é apresentado em mais uma questão nesta prova) Mulher de 63 anos procura o PA com dor de moderada intensidade no HCD. Refere também icterícia e colúria há 2 semanas. Refere desconforto em quadrante superior direito do abdome há 2 anos. Sem comorbidades. Submetida a uma esplenectomia aos 16 anos de idade por púrpura trombocitopênica autoimune, e a uma colecistectomia aberta por colecistite aguda há 30 anos. Ao exame físico a paciente apresentava-se orientada, eupneica e normotensa. Ao exame, abdome flácido, leve dor à palpação em HCD, fígado não palpável, sem sinais de irritação peritonial. Abaixo os exames realizados na admissão. Sobre este caso, assinale a afirmativa INCORRETA. 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 15/48 obstrução, a melhor escolha seria uma cirurgia de derivação biliopancreática em Y de Roux 0/5 Alanina aminotransferase (ALT) e aspartato aminotransferase (AST) avaliam lesão hepatocelular, sendo que a hepatite autoimune, hepatites virais crônicas e a doença de Wilson são as doenças que apresentam as maiores elevações dos seus níveis. Há duas alternativas corretas nesta questão. O tempo da protrombina (TAP) e a albumina são exames que avaliam indiretamente a função hepática. A maioria dos pacientes com cirrose hepática apresentam alterações nesses exames. A gamaglutamil transferase (G-GT) é um exame sensível, porém pouco específico. Na avaliação de doenças colestáticas, devemos solicitá-lo juntamente com a fostatase alcalina (FA), pois este exame não tem implicância clínica quando é utilizado isoladamente. Nos pacientes com cirrose hepática descompensada pode haver elevação dos níveis de bilirrubinas, sendo que a fração indireta é a responsável pela elevação das bilirrubinas totais nesse caso. Resposta correta A gamaglutamil transferase (G-GT) é um exame sensível, porém pouco específico. Na avaliação de doenças colestáticas, devemos solicitá-lo juntamente com a fostatase alcalina (FA), pois este exame não tem implicância clínica quando é utilizado isoladamente. Com relação aos exames que avaliam a bioquímica hepática, assinale a alternativa CORRETA: 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 16/48 5/5 O índice de duodenopancreatectomia por patologia benigna em centros especializados chega a 50% A maioria dos pacientes com adenocarcinoma do pâncreas tem doença incurável na ocasião do diagnóstico Nenhuma das outras alternativas Existe alternativa terapêutica potencialmente curativa além da ressecção cirúrgica O método de imagem de escolha para o diagnóstico de tumores pancreáticos é a ultrassonografia abdominal 5/5 Nenhuma afirmativa é verdadeira Apenas uma afirmativa é verdadeira Apenas duas afirmativas são verdadeiras Apenas três afirmativas são verdadeiras Todas afirmativas são verdadeiras Em relação ao câncer de pâncreas, é CORRETO afirmar: Leia atentamente as seguintes afirmativas. A respeito dessas afirmativas, assinale a alternativa CORRETA:I. A avaliação da relação ALT/AST e da elevação dos níveis de aminotransferases (ALT e AST) acima do limite normal da superioridade são importantes recursos utilizados para o diagnóstico diferencial de doenças hepáticas.II. A maioria dos pacientes que fazem ingestão abusiva de álcool (> 80 gramas de álcool ao dia), durante um período superior a 10 anos, evoluirão para cirrose hepática e suas complicações. III. Hepatites virais, abuso de álcool, uso de medicamentos e doença hepática gordurosa não alcoólica são as principais causas de elevação das aminotransferases.IV. As aminotransferases (ALT e AST) apresentam correlação com a intensidade da lesão hepatocelular e com o prognóstico do paciente, ou seja, quanto maior a elevação das concentrações séricas das aminotransferases, maior será a atividade inflamatória no fígado e pior será a sobrevida dos indivíduos acometidos. 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 17/48 14/15 Presença de doença hemolítica (para facilitar diagnóstico em crises posteriores), presença de vesícula em porcelana (pelo risco de carcinoma), pós gastroplastia derivativa (pois não haveria como fazer CPRE no futuro em caso de um cálculo impactar as vias biliares), em caso de oportunidade (para aproveitar uma outra cirurgia e evitar o risco de complicações futuras da colecistolitíase, como coledocolitíase) (Este caso é apresentado em mais outra questão nesta prova) Mulher de 43 anos sem queixas e sem história mórbida pregressa relevante faz consulta de rotina com seu ginecologista e realiza os exames complementares abaixo. Tem 3 filhos de parto cesáreo. Por conta dos achados, é orientada a procurar um gastroenterologista. Apresente 4 condições que, se estivessem presentes neste caso, justificariam a indicação de colecistectomia videolaparoscópica nesta paciente mesmo que ela permanecesse assintomática. Explique. 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 18/48 (Este caso é apresentado em mais outra questão nesta prova) Mulher de 43 anos sem queixas e sem história mórbida pregressa relevante faz consulta de rotina com seu ginecologista e realiza os exames complementares abaixo. Tem 3 filhos de parto cesáreo. Por conta dos achados, é orientada a procurar um gastroenterologista. Sobre este caso, assinale Verdadeiro ou Falso. VerdadeiroFalso Pontuação É imprescindível a solicitação de sorologias para hepatite viral 0/1 É imprescindível a dosagem de albumina sérica 0/1 Não há qualquer sinal que sugira a presença de doença colestática 1/1 É imprescindível a dosagem sérica de lipase e/ou amilase 0/1 Não há sinais ultrassonográficos de esteatose 1/1 É imprescindível a solicitação de sorologias para hepatite viral É imprescindível a dosagem de albumina sérica Não há qualquer sinal que sugira a presença de doença colestática É imprescindível a dosagem sérica de lipase e/ou amilase Não há sinais ultrassonográficos de esteatose 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 19/48 Respostas corretas Verdadeiro Falso É imprescindível a solicitação de sorologias para hepatite viral É imprescindível a dosagem de albumina sérica É imprescindível a dosagem sérica de lipase e/ou amilase É imprescindível a solicitação de sorologias para hepatite viral É imprescindível a dosagem de albumina sérica É imprescindível a dosagem sérica de lipase e/ou amilase 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 20/48 (Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta prova) Homem, 75 anos, iniciou há 4 meses com desconforto abdominal e náuseas que progrediu com dor no abdome superior com irradiação para dorso, diária e intensa, associada a icterícia, colúria e acolia fecal. Refere ainda prurido cutâneo e emagrecimento de 4 Kg no período. Abaixo os exames laboratoriais. A respeito deste caso, assinale Verdadeiro ou Falso. Verdadeiro Falso Pontuação O prurido pode ser tratado com o medicamento colestiramina, por ser um quelante de sais biliares 1/1 Uma alternativa de drenagem das vilas biliares em pacientes com colestase extra hepática pode ser realizada por CPRE (colangiopancreatografia retrógrada endoscópica) 1/1 O prurido pode ser tratado, como segunda alternativa, com sertralina, um inibidor seletivo dos receptores da recaptação da serotonina 1/1 O alargamento do TAP (tempo e atividade da protrombina) deve ser tratado com reposição 1/1 O prurido pode ser tratado com o medicamento colestiramina, por ser um quelante de sais biliares Uma alternativa de drenagem das vilas biliares em pacientes com colestase extra hepática pode ser realizada por CPRE (colangiopancreatografia retrógrada endoscópica) O prurido pode ser tratado, como segunda alternativa, com sertralina, um inibidor seletivo dos receptores da recaptação da serotonina O alargamento do TAP (tempo e atividade da protrombina) deve ser tratado com reposição 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 21/48 de vitamina K (fitomenadiona) O paciente preenche a tríade de Charcot, portanto necessita de antibioticoterapia e internação hospitalar 1/1 de vitamina K (fitomenadiona) O paciente preenche a tríade de Charcot, portanto necessita de antibioticoterapia e internação hospitalar 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 22/48 Respostas corretas Associe os sinais clínicos listados abaixo com as condições clínicas da forma mais apropriada, quando houver associação. Hipertensão Portal Colecistite Aguda Ascite Pancreatite Aguda Colangite Aguda Peritonite Bacteriana Espontânea Pon Dor à descompressão brusca do abdome 0 Sinal do Piparote 0 Contratura de Dupuytren Flapping Sinal do Traube ocupado 0 Sinal de Grey Turner Sinal de Murphy Sinal de Blumberg Dor à descompressão brusca do abdome Sinal do Piparote Contratura de Dupuytren Flapping Sinal do Traube ocupado Sinal de Grey Turner Sinal de Murphy Sinal de Blumberg Hipertensão Portal Colecistite Aguda Ascite Pancreatite Aguda Colangite Aguda Peritonite Bacteriana Espontânea Dor à descompressão brusca do abdome Sinal do Piparote Contratura de Dupuytren Dor à descompressão brusca do abdome Sinal do Piparote Contratura de Dupuytren 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 23/48 Flapping Sinal do Traube ocupado Flapping Sinal do Traube ocupado 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 24/48 5/5 Paracentese diagnóstica com contagem de polimorfonucleares no líquido ascítico deve ser realizada. Suporte nutricional com dieta hipercalórica e hiperproteica, além de reposição hidroeletrolítica, micronutrientes e vitaminas faz parte da abordagem terapêutica neste paciente. O paciente deve ser encaminhado para a internação hospitalar e rastreamento de infecções deve ser realizada. Antibioticoprofilaxia deve ser iniciada, pois complicações infecciosas são as principais causas de mortalidade nos pacientes portadores de doenças hepáticas descompensadas. Prednisona 40 mg por 28 dias é uma medicação que pode ser iniciada em caso de hepatite alcoólica grave com função discriminante de Maddrey ≥ 32. Homem de 48 anos com icterícia, astenia, desconforto abdominal e desorientação no tempo e espaço há 5 dias. Nega comorbidades e história prévia de uso de medicações, tabagismo e drogas ilítitas. Consome, em média, 120 gramas de álcool/dia há 28 anos. Ao exame, o paciente estava emagrecido, ictérico e desorientado em tempo e espaço. Presença de hipertrofia de parótidas e contratura de Dupuytren. Abdome flácido, doloroso, com ascite, baço não palpável, fígado palpável a 5 cm do rebordo costal direito, com borda romba e levemente dolorosa. Exames realizados na admissão listados abaixo. Com relação a este quadro clínico, assinale a alternativa INCORRETA: 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 25/48 15/15 Prosseguir com colangiopancreatografia por ressonância magnética para verificar se há coledocolitíase. Caso haja proceder com CPRE para descompressão das vias biliares e colecistectomia VL. 13/15 EM SEQUENCIA: Deve ser realizado USG para verificar litíase biliar; verificar se pode ser medicamentosa ou por alcool na história; verificar se triglicerídeos ou cálcio são os causadores, realizar TC com contraste, dosagem de IGg4 para verificar autoimunidade... Caso não seja encontrado nada é idiopática. Genética só deve ser feito se recorrente. Feedback individual Se tudo isso for negativo, pode-se buscar por tumores ou litíases não vistos antes, por ecoendoscopia. Um paciente de 64 anos foi internado por dor abdominal em faixa, no andar superior do abdome, vômitos e icterícia. Leucócitos 18000, amilase 1200 e bilirrubina de 4mg/l. Ao longo de 5 dias, apresentou melhora clínica importante e normalização dos exames laboratoriais. A USG de abdome mostra vesícula biliar repleta de cálculos e colédoco de 0,6cm. Em relação à colelitíase, qual a melhor conduta para este paciente? (Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta prova) Mulher, 45 anos, chega ao pronto socorro com dor epigástrica, irradiada para dorso, intensa, contínua, há 8 horas, associada à náuseas e vômitos. Foi solicitada amilase = 1500U/L (<100U/L. Descreva o passo a passo da investigação da causa da pancreatite aguda desta paciente (descrever as possíveis causas, qual exame solicitar para investigar cada causa e em que momento solicitar cada exame).02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 26/48 0/5 Colecistostomia percutânea guiada por ultrassonografia Remoção endoscópica de urgência das coledocolitíases seguida de colecistectomia videolaparoscópica Colecistectomia videolaparoscópica eletiva após a resolução do quadro agudo Colecistectomia videolaparoscópica de urgência com colangiografia intraoperatória e exploração do colédoco Colecistectomia videolaparoscópica de urgência Resposta correta Colecistectomia videolaparoscópica de urgência (Este caso é apresentado em mais outras questões nesta prova) Mulher multípara de 56 anos, previamente hígida, iniciou há 2 dias com dor contínua no hipocôndrio direito, agravada nas últimas 24 horas com irradiação para o dorso e ombro direitos, associada a náuseas e vômitos. Bom estado geral, corada, hidratada, anictérica, eupneica, afebril, ausculta cardiopulmonar sem anormalidades, abdome plano, ruídos hidroaéreos presentes, dor à palpação e à descompressão súbita em HCD, onde palpa-se um plastão. T. axilar 37,1oC, FC 90 bpm, FR 20 mrm, PA 110/70mmHg. Abaixo os exames feitos na admissão. Se for confirmada a principal hipótese diagnóstica, além das medidas gerais de reposição hidroeletrolítica, antibioticoterapia, controle de sintomas e monitorização, o tratamento preferencial deste caso deve incluir: 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 27/48 9/15 A barreira hematobiliar (composta pela membrana celular dos hepatócitos e distância existente entre hepatócitos e interior do sinusóide) separa os fluxos de sangue e bile, impedindo a extravasamento de bile para o sangue e vice-versa. Problemas no fluxo biliar e na integridade do parenquima hepático podem fazer com que constituintes da bile entrem na corrente sanguinea ou o contrário, causando inflamação e estando presente esse fenômeno na colangite aguda. Feedback individual Hipertensão ductal... comprometimento da célula de Kupffer... Re�uxo colangiovenoso de: 1. Bactérias/toxinas – bacteremia / calafrios 2. Citocinas – sepse / in�amação sistêmica 5/5 Em nosso meio, a hepatite C crônica e abuso de álcool é uma das principais causas de doença hepática crônica, cirrose hepática e carcinoma hepatocelular. A hepatite crônica é caracterizada quando a injúria necro-inflamatória do fígado se prolonga por mais de 6 meses, podendo progredir para cirrose e insuficiência hepática crônica. Cerca de 50% dos indivíduos adultos imunocompetentes que entram em contato com o vírus da hepatite B irão tornar-se portadores crônicos da hepatite B. A transmissão do vírus da hepatite B ocorre basicamente por três formas: vertical (mãe para filho), parenteral (por exemplo, compartilhamento de agulhas e seringas) e sexual. O objetivo da biópsia hepática é estimar o grau da inflamação e o estadio de fibrose, além de auxiliar no diagnóstico e na exclusão de outras causas de doença hepática. Por ser um exame invasivo, não isento de complicações, não deve ser indicada para todos os pacientes. A colangite aguda é uma doença infecciosa das vias biliares que pode complicar quadros de colestase obstrutiva, com possíveis complicações sépticas severas. Explique, em detalhes, a importância da “barreira hematobiliar” e sua relação na fisiopatologia da colangite aguda e suas complicações. Com relação às hepatites crônicas, responda a alternativa INCORRETA: 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 28/48 15/15 Doença celíaca, Doença hepática gordurosa não alcoolica, hepatite B crônica, hepatite C crônica, hepatite medicamentosa Mariana Bareta Gonçalves Mulher de 40 anos procura o gastroenterologista devido a alterações nos exames hepáticos, após realização de exames de rotina. Nega queixas. Comorbidades: dislipidemia, HAS e obesidade grau 1. Medicações em uso: rosuvastatina 10 mg ao dia e losartana potássica 50 mg ao dia. Paciente negava tabagismo e drogas ilítitas. Consumia, em média, 15 gramas de álcool/dia há 20 anos. Ao exame, o paciente estava lúcida, orientada, com sinais vitais estáveis. Abdome flácido, indolor, sem ascite, baço não palpável, fígado palpável a 5 cm do rebordo costal direito, com borda romba. Abaixo, os exames realizados na admissão. Cite 5 doenças que fazem parte do diagnóstico diferencial deste caso clínico. Qual é o seu nome completo? * 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 29/48 5/5 Colestase intra-hepática Hepatite viral aguda Hepatite viral crônica Colestase extra-hepática Neoplasia periampular Mulher multípara de 54 anos procura a emergência referindo episódios de prurido, colúria e hipocolia fecal há 5 meses, e icterícia há 15 dias. Sem comorbidades ou doenças prévias. Consumo muito eventual de álcool. Icterícia +/4. Abdome flácido, indolor, sem ascite, baço e fígado não palpáveis. Abaixo, os exames realizados na admissão. Qual é o diagnóstico sindrômico mais provável? 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 30/48 (Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta prova) Homem de 37 anos iniciou há cerca de 3 anos com episódios de dor abdominal epigástrica intensa, com irradiação para flancos e região dorsal, que duram alguns dias e são intercalados por períodos de acalmia. Evoluiu há 2 meses com diarreia fétida, volumosa e com presença de gordura. Emagreceu 5 Kg no período de 2 meses. Quando interrogado confirmou ter o hábito de ingerir meia garrafa de aguardente de cana ao dia há 15 anos. Realizada a investigação complementar, o exame de tomografia computadorizada evidenciou a presença de calcificações no parênquima e dilatação e tortuosidade ductal pancreáticos. Descreva as orientações e o tratamento medicamentoso para este paciente Verdadeiro Falso Pontuação A investigação da diarreia obrigatoriamente inclui uma quantificação de gordura fecal para confirmação de esteatorreia de origem pancreática. 1/1 Devido ao emagrecimento, o paciente deve ser investigado para doenças neoplásicas, visto que o achado do exame não justifica o emagrecimento. 1/1 A diarreia ocorre devido a insuficiência exócrina do pâncreas, que leva à má absorção devido a redução de produção de enzimas digestivas pelo pâncreas, como a lipase. 1/1 A investigação da diarreia obrigatoriamente inclui uma quantificação de gordura fecal para confirmação de esteatorreia de origem pancreática. Devido ao emagrecimento, o paciente deve ser investigado para doenças neoplásicas, visto que o achado do exame não justifica o emagrecimento. A diarreia ocorre devido a insuficiência exócrina do pâncreas, que leva à má absorção devido a redução de produção de enzimas digestivas pelo pâncreas, como a lipase. 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 31/48 15/15 Ressecção do tumor com Pancreatoduodenectomia (Whipple) e Neoadjuvância a adjuvância associadas. Deve-se fazer acompanhamento a cada 3 ou 4 meses por 2 anos e depois de 6 em 6 meses. O acompanhamento inclui: avaliação clínica, testes de função hepática, nível CA19-9 e TC. A dor pode ocorrer devido a episódios de agudização de pancreatite crônica, aonde as terminações nervosas junto ao pâncreas são estimuladas pelo processo inflamatório 1/1 A dor ocorre devido a dilatação ductalpancreática, com aumento na pressão intra ductal. Na ausência de dilatação ductal, não ocorrem crises de dor abdominal nestes pacientes. 1/1 A dor pode ocorrer devido a episódios de agudização de pancreatite crônica, aonde as terminações nervosas junto ao pâncreas são estimuladas pelo processo inflamatório A dor ocorre devido a dilatação ductal pancreática, com aumento na pressão intra ductal. Na ausência de dilatação ductal, não ocorrem crises de dor abdominal nestes pacientes. Em um paciente com 62 anos de idade, que refere emagrecimento acentuado, icterícia, colúria e acolia fecal, mas sem massa abdominal palpável, levantou-se a suspeita de um adenocarcinoma pancreático. Em exame de imagem foi evidenciado lesão hipodensa em cabeça de pâncreas de cerca de 2 cm de diâmetro, sem relação com artéria, nem sistema porta. Não se evidenciou lesões a distância. Qual é a melhor conduta? 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 32/48 (Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta prova) Homem, 75 anos, iniciou há 4 meses com desconforto abdominal e náuseas que progrediu com dor no abdome superior com irradiação para dorso, diária e intensa, associada a icterícia, colúria e acolia fecal. Refere ainda prurido cutâneo e emagrecimento de 4 Kg no período. Abaixo os exames laboratoriais. A respeito deste caso, assinale Verdadeiro ou Falso. Verdadeiro Falso Pontuação Este paciente deve ser investigado com tomografia computadorizada pela maior acurácia na avaliação ductal 1/1 Este paciente deve ser investigado com pesquisa de autoanticorpos como anti músculo liso e anti mitocôndria para elucidação diagnóstica 0/1 Este paciente deve ser investigado com colangiopancreatografia por ressonância magnética, associada a ressonância magnética do abdome superior com contraste endovenoso, pela maior acurácia na avaliação ductal 0/1 Este paciente deve ser 1/1 Este paciente deve ser investigado com tomografia computadorizada pela maior acurácia na avaliação ductal Este paciente deve ser investigado com pesquisa de autoanticorpos como anti músculo liso e anti mitocôndria para elucidação diagnóstica Este paciente deve ser investigado com colangiopancreatografia por ressonância magnética, associada a ressonância magnética do abdome superior com contraste endovenoso, pela maior acurácia na avaliação ductal Este paciente deve ser 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 33/48 Respostas corretas investigado com CPRE (colangiopancreatografia retrógrada endoscópica) para elucidação diagnóstica A ecoendoscopia (ultrassonografia endoscópica) do pâncreas e vias biliares, pode ser um exame complementar posterior na investigação, pois permite ampliar a acurácia diagnóstica e obtenção de fragmentos para histologia quando necessário 1/1 investigado com CPRE (colangiopancreatografia retrógrada endoscópica) para elucidação diagnóstica A ecoendoscopia (ultrassonografia endoscópica) do pâncreas e vias biliares, pode ser um exame complementar posterior na investigação, pois permite ampliar a acurácia diagnóstica e obtenção de fragmentos para histologia quando necessário Verdadeiro Falso Este paciente deve ser investigado com pesquisa de autoanticorpos como anti músculo liso e anti mitocôndria para elucidação diagnóstica Este paciente deve ser investigado com colangiopancreatografia por ressonância magnética, associada a ressonância magnética do abdome superior com contraste endovenoso, pela maior acurácia na avaliação ductal Este paciente deve ser investigado com pesquisa de autoanticorpos como anti músculo liso e anti mitocôndria para elucidação diagnóstica Este paciente deve ser investigado com colangiopancreatografia por ressonância magnética, associada a ressonância magnética do abdome superior com contraste endovenoso, pela maior acurácia na avaliação ductal 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 34/48 5/5 Hepatite C crônica Hepatite alcoólica Hepatite B aguda Hemocromatose hereditária Cirrose hepática descompensada Homem de 60 anos foi encaminhado ao gastroenterologista devido a alterações nos exames sanguíneos. Sem queixas. Nega comorbidades e história prévia de uso de medicações e tabagismo. Passado de uso de drogas ilítitas. Consume, em média, 50 gramas de álcool/dia há 20 anos. Ao exame, o paciente estava em bom estado geral, orientado e com sinais vitais estáveis. Abdome flácido, indolor e fígado palpável a 3 cm do rebordo costal direito, com borda romba. Abaixo, os exames realizados na admissão. Dentre as alternativas a seguir, qual é principal hipótese diagnóstica desse paciente? 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 35/48 15/15 A inflamação do parenquima hepático causa a estase e extravasamento de bilirrubina direta (já conjugada) para o sangue. Sendo assim o fluxo de bilirrubina direta não vai para o duodeno, onde causaria as cores normais de pele, urina e fezes, mas sim para o sangue. Assim, é causada a colúria (urina escura, por ter maior filtração do pigmento a partir do sangue - urobilina), acolia fecal (fezes claras, por falta do pigmento que a bilirrubina direta causaria ao seguir o trajeto intestinal normal - estercobilina) e a icterícia (coloração amarela da pele por deposição de bilirrubina) Homem, 60 anos, com antecedente de cirrose hepática por álcool, mantém ingestão de vodka diariamente, com aumento do consumo nos últimos 10 dias. Procura o pronto socorro por desconforto e distensão abdominal, icterícia, colúria e acolia fecal. Ao exame físico observa-se icterícia, eritema palmar e sinal de macicez móvel positiva. A USG evidencia fígado cirrótico, sem dilatação das vias biliares e presença de ascite. Abaixo os exames na admissão. Descreva a fisiopatogenia da icterícia, da colúria e da acolia fecal deste paciente com hepatite alcoólica. 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 36/48 10/15 É um ácido que também está presente na bile humana e ele inibe a síntese hepática de colesterol e promove a síntese de ácidos biliares, deixando a bile mais fluida facilitando a drenagem biliar. O uso melhora os exames laboratoriais do paciente. Feedback individual O medicamento também aumenta a sobrevida livre de transplante de fígado Mulher de 42 anos, iniciou há 1 ano com icterícia, colúria, astenia e prurido cutâneo. Emagreceu 3 Kg no período. Nega febre ou dor abdominal. Nega comorbidades ou uso de medicamentos. Nega alcoolismo ou tabagismo. Ao exame físico: REG, hipocorada +, ictérica +++, hidratada. PA 100/60 mmHg; FC 80 bcm; FR 16mrm; T 36.9oC; RCR 2T MV + sem RA; Abdome plano RHA +, indolor, sem massas ou visceromegalias. Abaixo, os exames laboratoriais. Explique o mecanismo de ação do medicamento ácido ursodesoxicólico no tratamento da colangite biliar primária e qual (is) benefício (s) podemos esperar deste medicamento no tratamento destes pacientes. 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 37/48 5/5 Dor abdominal, icterícia e vesícula biliar palpável Hipoglicemia, dor abdominal, melhora dos sintomas após administração endovenosa de glicose Hematêmese, dor abdominal, melhora dos sintomas após administração endovenosa de glicose Dor abdominal,icterícia e hematêmese Hipoglicemia, glicemia <50mg/dL, melhora dos sintomas após administração endovenosa de glicose A tríade de Whipple importante na suspeita clínica do insulinoma, é formada por: 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 38/48 5/5 Hepatite B aguda Hepatite alcoólica Hepatite C crônica Cirrose hepática descompensada Hemocromatose hereditária Homem de 48 anos procurou o médico por quadro de icterícia e mal estar de início há 4 dias. Nega comorbidades. Relata uso de antiinflamatórios e história prévia de consumo de uso de drogas ilícitas. Consome, em média, 100 gramas de álcool/dia há 10 anos. Ao exame, o paciente estava ictérico, orientado e com sinais vitais estáveis. Abdome plano, flácido, indolor, fígado palpável a 5 cm do rebordo costal direito, com borda levemente dolorosa. Abaixo, os exames realizados na admissão. Dentre as alternativas a seguir, qual é principal hipótese diagnóstica desse paciente? 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 39/48 Mulher, 39 anos, com diagnóstico de Retocolite Ulcerativa Inespecífica (RCUI) há 5 anos, em tratamento com mesalazina com bom controle. Apresenta também nos últimos 5 anos fadiga e prurido cutâneo. Nega colúria, febre ou acolia fecal. Ao exame físico observam-se xantelasmas e icterícia discreta. Abaixo os exames complementares. A respeito deste caso, assinale Verdadeiro ou Falso. Verdadeiro Falso Pontuação A principal hipótese diagnóstica é de Colangite esclerosante primária, devido ao quadro clínico de colestase associada às alterações dos exames de imagem em paciente com doença inflamatória intestinal 1/1 A frequência de doença inflamatória intestinal nos pacientes com colangite esclerosante primária é de cerca de 70% 1/1 Este paciente possui indicação 1/1 A principal hipótese diagnóstica é de Colangite esclerosante primária, devido ao quadro clínico de colestase associada às alterações dos exames de imagem em paciente com doença inflamatória intestinal A frequência de doença inflamatória intestinal nos pacientes com colangite esclerosante primária é de cerca de 70% Este paciente possui indicação 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 40/48 15/15 Dieta hipercalorica e hiperproteica, não restringir gorduras, tratamento com analgésico, Interrupção do uso de alcool, pancreatina, ibp, antioxidantes, antidepressivos tricíclicos e gabapentinoides. de rastreamento de neoplasia de cólon com colonoscopia periódica Este paciente possui indicação de rastreamento de neoplasias de vias biliares com exame de imagem periódico 1/1 de rastreamento de neoplasia de cólon com colonoscopia periódica Este paciente possui indicação de rastreamento de neoplasias de vias biliares com exame de imagem periódico (Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta prova) Homem de 37 anos iniciou há cerca de 3 anos com episódios de dor abdominal epigástrica intensa, com irradiação para flancos e região dorsal, que duram alguns dias e são intercalados por períodos de acalmia. Evoluiu há 2 meses com diarreia fétida, volumosa e com presença de gordura. Emagreceu 5 Kg no período de 2 meses. Quando interrogado confirmou ter o hábito de ingerir meia garrafa de aguardente de cana ao dia há 15 anos. Realizada a investigação complementar, o exame de tomografia computadorizada evidenciou a presença de calcificações no parênquima e dilatação e tortuosidade ductal pancreáticos. Descreva as orientações e o tratamento medicamentoso para este paciente 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 41/48 5/5 Colecistolitíase aguda calculosa Coledococistite aguda calculosa Colecistocoledocolitíase aguda calculosa Colecistite aguda calculosa Colangite aguda calculosa (Este caso é apresentado em mais outras questões nesta prova) Mulher multípara de 56 anos, previamente hígida, iniciou há 2 dias com dor contínua no hipocôndrio direito, agravada nas últimas 24 horas com irradiação para o dorso e ombro direitos, associada a náuseas e vômitos. Bom estado geral, corada, hidratada, anictérica, eupneica, afebril, ausculta cardiopulmonar sem anormalidades, abdome plano, ruídos hidroaéreos presentes, dor à palpação e à descompressão súbita em HCD, onde palpa-se um plastão. T. axilar 37,1oC, FC 90 bpm, FR 20 mrm, PA 110/70mmHg. Abaixo os exames feitos na admissão. Neste caso, a principal hipótese diagnóstica é: 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 42/48 5/5 O quadro sugere o diagnóstico de pancreatite aguda associada Há indicação de descompressão biliar, preferencialmente por via endoscópica (CPRE) Há indicação de solicitação de sorologias virais e marcadores tumorais É necessário a dosagem de albumina sérica para o diagnóstico apropriado Há sinais que indicam a presença de uma inflamação na vesícula biliar (Este caso é apresentado em mais uma questão nesta prova) Mulher saudável de 46 anos apresenta-se na emergência referindo dor em hipocôndrio direito há 12 horas. Ao exame apresenta bom estado geral, leve palidez cutâneo mucosa, afebril, ictérica ++/4. Boa perfusão periférica; pulsos presentes; PA: 100/85mmHg deitada; FC de 80 bpm; FR 16 mrm. RCR 2T; MV presente bilateralmente; Abdome plano, flácido e levemente doloroso à palpação em quadrante superior direito, sem sinal de Murphy, RHA +, fígado não palpável, ausência de sinais de irritação peritonial. Abaixo, os resultados dos exames solicitados. Sobre este caso, assinale a afirmativa CORRETA: 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 43/48 5/5 Transplante hepático 5/5 Radiofrequência Embolização portal Embolização arterial TACE – quimioterapia intra-arterial Nenhuma das outras alternativas Paciente de 54 anos, cirrose por vírus C, CHILD B, com um nódulo hepático classificado como LI-RADS 5 de 4 cm em segmento hepático VII. Qual o melhor tratamento para este nódulo? O tratamento cirúrgico das metástases hepáticas do carcinoma de colon pode ser terapêutica capaz de oferecer chance de cura a longo prazo. Todavia, pode ser contraindicado em lesões extensas, pelo risco de insuficiência hepática. Este risco pode ser minimizado através da realização do seguinte procedimento: 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 44/48 5/5 A hipertensão portal é caracterizada pelo aumento da pressão venosa do sistema porta, com formação de colaterias portossistêmicas e consequente circulação hiperdinâmica. Esta síndrome é causada pela presença de alterações estruturais do fígado associada à vasodilatação esplâncnica, culminando no aumento da pressão no sistema porta. A principal causa de plaquetopenia nos pacientes com cirrose hepática descompensada é a diminuição da produção de fatores de coagulação que são produzidos pelos hepatócitos, que por sua vez, são responsáveis por manter as suas concentrações séricas no limite dentro da normalidade. Apesar da cirrose hepática ser um termo anatomopatológico, não há necessidade de realizar biópsias em todos os pacientes com cirrose. Parâmetros clínicos, laboratoriais e de imagem auxiliamno diagnóstico de cirrose hepática na maioria dos pacientes com suspeita desta doença. A cirrose hepática é o estágio final da doença hepática crônica, e é caracterizada pela presença histológica de septos fibrosos em ponte, nódulos parenquimatosos regenerativos e desorganização da arquitetura vascular do fígado, levando a hipertensão portal e a insuficiência hepática. As principais causas de cirrose no nosso meio são: abuso de álcool, hepatites virais e doença hepática esteatótica não alcoólica. 5/5 Nenhuma das outras alternativas Insulinoma Somatostatinoma Vipoma Carcinoide Assinale a alternativa INCORRETA: Dentre os tumores neuroendócrinos relacionados abaixo, assinale aquele que está associado à tríade de Whipple. 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 45/48 5/5 Calcificação da parede da vesícula Distensão da vesícula Colecistolitíase fixa no infundíbulo Presença de edema na parede da vesícula Líquido pericolecístico (Este caso é apresentado em mais outras questões nesta prova) Mulher multípara de 56 anos, previamente hígida, iniciou há 2 dias com dor contínua no hipocôndrio direito, agravada nas últimas 24 horas com irradiação para o dorso e ombro direitos, associada a náuseas e vômitos. Bom estado geral, corada, hidratada, anictérica, eupneica, afebril, ausculta cardiopulmonar sem anormalidades, abdome plano, ruídos hidroaéreos presentes, dor à palpação e à descompressão súbita em HCD, onde palpa-se um plastão. T. axilar 37,1oC, FC 90 bpm, FR 20 mrm, PA 110/70mmHg. Abaixo os exames feitos na admissão. Entre os possíveis achados ultrassonográficos abaixo, qual deles não seria suficiente para confirmar a principal hipótese diagnóstica deste caso? 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 46/48 5/5 Hiperplasia nodular focal Hepatocarcinoma Adenoma hepático Abscesso hepático Colangiocarcinoma Mulher, 32 anos, em uso de contraceptivo oral, com dor abdominal intensa e aparecimento súbito em quadrante superior direito. A USG abdominal identificou lesão única, bem delimitada e parênquima hepático normal. Não há sinais de cirrose hepática. A lesão é bem vascularizada e há sinais de hemorragia intratumoral segundo laudo de tomografia. O diagnóstico mais provável é: 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 47/48 4.5/15 Hepatite alcoolica, Hepatite C, Hepatite medicamentosa, isquemia, obstrução aguda por cálculo 5/5 Gastrinoma, cabeça do pâncreas Insulinoma, corpo do pâncreas Adenocarcinoma, corpo do pâncreas Adenoma, corpo do pâncreas Adenocarcinoma, cabeça do pâncreas Tumor de Frantz, cauda do pancreas Este conteúdo não foi criado nem aprovado pelo Google. - Termos de Serviço - Política de Privacidade Homem de 50 anos deu entrada na emergência do hospital com icterícia (++/4+), mal estar e náuseas. Negou comorbidades. Relatou uso de antiinflamatórios nas últimas semanas. Usuário de cocaína. Ingesta frequente de bebida alcoólica (60 gramas de álcool/dia nos últimos 15 anos). Ao exame, o paciente apresentava-se lúcido e orientado, com sinais vitais estáveis. Ausculta cardíaca e pulmonar sem alterações. Abdome flácido, indolor, baço não palpável, fígado a 5 cm do rebordo costal direito, doloroso à palpação. Abaixo, os exames realizados na admissão. Com relação a este caso, aponte 5 doenças que fazem parte do diagnóstico diferencial deste paciente. Qual o tumor mais comum do pâncreas e sua localização mais frequente? https://policies.google.com/terms https://policies.google.com/privacy 02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 48/48 Formulários https://www.google.com/forms/about/?utm_source=product&utm_medium=forms_logo&utm_campaign=forms 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc=… 1/63 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 Total de pontos 334.8/517 Esta avaliação é individual e tem por objetivo verificar a sua capacitação no desenvolvimento das habilidades previstas nesta Unidade de Aprendizagem. Neste processo de avaliação é permitida consulta. Sua resolução deve ser autônoma. Sendo assim, suas respostas serão comparadas com as dos outros alunos da disciplina e serão interpretadas como CONSULTA em caso de semelhanças evidentes, o que resultará em PERDA DE PONTUAÇÃO E NOTA. Acreditamos na sua capacidade, na sua postura ética e no seu entendimento do grau de responsabilidade que a profissão médica requer. “Caráter é aquilo que você é quando ninguém está te olhando” Epicuro (341 – 270 AC) ATENÇÃO: QUESTÕES OBJETIVAS E DE VERDADEIRO E FALSO TÊM PESO 5, E QUESTÕES DISCURSIVAS TÊM PESO 15. QUESTÕES DE ASSOCIAÇÃO TÊM PESO 1 PARA CADA LINHA. TEMPO TOTAL DA PROVA: 3 HORAS E 30 MINUTOS - DAS 08H00 ÀS 11H30. VOCÊ TEM 15 MINUTOS ALÉM DESTE TEMPO DESTINADOS APENAS PARA ENVIAR O SEU FORMULÁRIO DE PROVA. NÃO UTILIZE ESTE TEMPO PARA A RESOLUÇÃO DE QUESTÕES, APENAS PARA ENVIAR. NENHUM FORMULÁRIO SERÁ RECEBIDO APÓS AS 11H45. POR SEGURANÇA, SALVEM UMA CÓPIA EM PDF ANTES DO ENVIO!! Não perca tempo pesquisando respostas no seu material, na internet ou com seus colegas. Isso não está autorizado e poderá lhe dar a impressão de que o tempo de prova não foi suficiente. O tempo de duração desta prova foi estimado considerando que todas as suas respostas serão baseadas exclusivamente nos seus conhecimentos e no seu foco nesta prova apenas. BOM TRABALHO E UMA ÓTIMA PROVA! ABAIXO, OS VALORES DE REFERÊNCIA PARA OS EXAMES LABORATORIAIS: Hematócrito (Ht): 38 a 50% Hemoglobina (Hb): 13 -16 g/dl Reticulócitos: 0,5% a 1,5% Leucócitos: 4.000 – 11.000/mm3 Segmentados: 45 a 75% Bastões: 0 a 3% Eosinófilos: 1 a 3% Linfócitos: 15 a 45% Monócitos: 3 a 10% Plaqs: 150.000 a 450.000/ mm3 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc=… 2/63 Endereço de e-mail * marianejanning@gmail.com Mariane Janning Santos Glicemia: 70 – 99 mg/dl Creatinina: ≤1,2 mg/dl TGO (AST): ≤ 45 U/I TGP (ALT): ≤ 45 U/I Fosfatase Alcalina (FA): 40-120 U/l Bil Total (BT): 0,2- 1,2 mg/dl Bil Direta (BD): ≤ 0,4 mg/dl Bil Indireta (BI): ≤ 0,8 mg/dl Gama-GT (GGT): 10 –80 U/l Amilase: 27 - 131 U/l Lipase: 31 - 186 U/l TAP: 70 a 100% RNI: 0,85 – 1,3 Albumina: 3,5 – 5,0 g/dl PCR: 1 a 10 mg/l CEA: < 5 ng/ml Ca 19-9: < 39 U/ml Alfa Fetoproteína (AFP): < 7 ng/ml Colesterol Total: < 200 HDL: > 50 Triglicerídeos: < 150 Vitamina D: > 30 ng/ml Ferritina: 30 a 350 Sat. da transferrina: 20 a 50% Qual é o seu nome completo? * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc=… 3/63 15/15 Não, pois a AST se encontra menor que a ALT, além de estarem muito elevadas. Qual é a sua turma? * 1085 Homem de 45 anos procura emergência com quadro de icterícia (+++/4+) e sonolência com início há 2 dias. Nega comorbidades. Faz uso frequente de anti-inflamatórios. Dependente químico de cocaína. Relata consumo de bebida alcoólica há 28 anos (200 gramas de álcool/dia). Orientado, sonolento, com sinais vitais estáveis. Abdome flácido, indolor, baço não palpável, fígado palpável a 5 cm do rebordo costal direito e com borda romba. Abaixo, os exames realizados na admissão.Com relação a este caso clínico, podemos afirmar que hepatite alcoólica é a principal hipótese diagnóstica? Explique corretamente a sua resposta. * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc=… 4/63 0/5 A paciente deve ser encaminhada para o serviço de transplante já que o transplante hepático é o tratamento definitivo da cirrose hepática crônica descompensada Coledocolitíase e pancreatite crônica fazem parte do diagnóstico diferencial desta paciente Paracentese diagnóstica deve ser realizada na admissão hospitalar A paciente tem cirrose hepática devido à hepatite crônica pelo vírus B e álcool Hepatite crônica viral e hemocromatose hereditária são doenças que também apresentam relação AST/ALT > 2 Resposta correta Paracentese diagnóstica deve ser realizada na admissão hospitalar Mulher de 50 anos chega à emergência com quadro de icterícia (++/4+) e aumento do volume abdominal. Nega comorbidades e história prévia de uso de drogas e medicamentos, porém relata que faz uso de bebida alcoólica há 25 anos (100 gramas de álcool/dia). Ao exame, abdome indolor, ascítico, fígado palpável a 3 cm do rebordo costal direito e com borda romba. Abaixo, os exames realizados na admissão. Com relação a este caso clínico, assinale a alternativa CORRETA. * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc=… 5/63 5/5 Hemocromatose hereditária Hepatite autoimune Injúria hepática induzida por medicamentos Doença de Wilson Hepatite aguda viral 0/5 Ginecomastia Circulação colateral na parede abdominal Varizes no fundo gástrico Plaquetopenia Esplenomegalia Resposta correta Ginecomastia Mulher de 40 anos apresenta quadro de fadiga e artralgias há 3 meses. Exame físico: hepatomegalia e icterícia. Exames laboratoriais: transaminases com valores 15 vezes o limite superior da normalidade; fosfatase alcalina e G-GT com valores 2 vezes o limite superior da normalidade. Dentre as alternativas abaixo, qual não faz parte do diagnóstico diferencial desta paciente? * Dentre as alternativas abaixo, assinale aquela que não está relacionada à hipertensão portal: * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc=… 6/63 5/5 Lesão hepática induzida por medicação Hepatite B crônica Hemocromatose hereditária Doença hepática esteatótica não alcoólica Cirrose hepática Mulher de 50 anos hipertensa e dislipidêmica em uso de losartana potássica, hidroclorotiazida e sinvastatina. Nega uso de álcool e drogas ilícitas. Obesidade grau 1 (IMC: 34,5). Abdome flácido, indolor, sem ascite, baço não palpável, fígado palpável a 3 cm do rebordo costal direito. Abaixo, os exames realizados na admissão. Qual é a principal hipótese diagnóstica desta paciente? * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc=… 7/63 12.5/15 Hemocromatose hereditária. Solicitaria uma biópsia hepática para avaliar a concentração de ferro no tecido hepático de forma a excluir outros diagnósticos diferenciais. Homem de 60 anos diabético e cardiopata foi encaminhado ao gastroenterologista devido a alterações nos exames realizados pelo clínico geral, que estão apresentados abaixo. Qual é a principal hipótese diagnóstica deste paciente? Você solicitaria outros exames complementares para confirmar a sua hipótese diagnóstica? Se a resposta for sim, cite estes exames. * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc=… 8/63 5/5 1 - 2 - 5 3 - 6 - 7 1 - 5 - 6 2 - 4 - 6 1 - 2 - 6 Entre os achados clínicos e laboratoriais listados abaixo de 1 a 7, presentes em pacientes com doença hepática crônica, indique a alternativa cuja combinação de achados sugere etiologia alcoólica: 1 – AST > ALT; 2 – Aumento da gama glutamiltransferase (g-Gt); 3 – Fosfatase alcalina e g-Gt elevados; 4 – Aumento da fração indireta das bilirrubinas séricas; 5 – Transaminases com níveis acima de 10 vezes o limite superior da normalidade; 6 – Presença de hipertrofia de parótidas e contratura de Dupuytren; 7 – Presença de ginecomastia e eritema palmar * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc=… 9/63 8/15 Anamnese: hepatite C crônica. Exame físico: hemorragia digestiva alta (hematêmese), icterícia, eritema palmar, telangectasia, circulação colateral ascite, esplenomegalia, varizes esofágicas. Laboratório: plaquetopenia e bilirrubinas totais. Mulher de 50 anos chega na emergência com hematêmese e icterícia (++/4+). Relata ser portadora de hepatite C crônica, sem acompanhamento há muitos anos. Nega uso de medicações. Presença de eritema palmar, telangectasias em tronco, circulação colateral do abdome e ascite. Fígado não palpável e baço palpável a 3 cm do rebordo costal esquerdo. Analisando os dados clínicos e os exames complementares realizados na chegada na paciente (abaixo), aponte todas as alterações evidenciadas na anamnese, no exame fisico e nos exames complementares que estão relacionadas à hipertensão portal. * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 10/63 5/15 Injúria hepatocelular, pois ALT/AST (indicativos de lesão hepatocelular) se encontram intensamente elevadas, além de que as bilirrubinas se encontram no valor de normalidade. 5/5 A ingestão de aproximadamente 70 gramas de etanol ao dia, num período de 15 anos é uma quantidade de álcool insuficiente para os pacientes evoluirem com cirrose hepática. Na maioria dos pacientes portadores de hepatite alcoólica, o nível sérico da ALT é maior do que da AST. O uso de prednisona 40 mg por 28 dias deve ser iniciado em todos os pacientes com hepatite alcoólica. Pacientes do sexo feminino são mais suscetíveis aos danos hepáticos causados pelo consumo exagerado de álcool. Homem de 45 anos procura o PA devido a astenia, mal-estar e náuseas. Nega comorbidades. Relata uso de anti-inflamatórios. Consumo de álcool em grande quantidade nos finais de semana (média de 50 gramas de álcool ao dia há 20 anos). Abdome indolor, sem ascite, baço não palpável, fígado palpável a 5 cm do rebordo costal direito, levemente doloroso. Exames de entrada abaixo. Após a análise do quadro clínico e dos exames complementares, podemos afirmar que o paciente está apresentando doença hepática devido à injúria hepatocelular ou injúria dos canalículos biliares (colestase)? EXPLIQUE corretamente a sua resposta. * Com relação à doença hepática alcoólica é CORRETO afirmar: * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 11/63 0/5 O paciente deve ser tratado com imunossupressor: prednisona e/ou azatioprina. As alterações dos exames sanguíneos detectaram cirrose hepática e este paciente deve ser encaminhado para um serviço terciário para seguimento da doença hepática crônica. Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE) é o exame de escolha para a avaliação da árvore biliar intra e extra-hepática deste paciente. O paciente provavelmente é portador de hepatite autoimune e a biópsia hepática deve confirmar o diagnóstico desta doença hepática. O diagnóstico deste paciente é colangite biliar primária e o tratamento com ácido ursodesoxicólico é adequado.Resposta correta O diagnóstico deste paciente é colangite biliar primária e o tratamento com ácido ursodesoxicólico é adequado. Homem de 48 anos relata astenia e prurido. Nega uso de álcool e medicamentos. Abaixo, os exames laboratoriais. Assinale a alternativa CORRETA: * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 12/63 0/5 A biópsia hepática deve ser realizada em todos os pacientes que apresentarem alterações das transaminases e tem como finalidade, a exclusão de causas secundárias de esteatose, como por exemplo, consumo excessivo de álcool, uso de medicamentos hepatotóxicos e hepatites virais. Balonização dos hepáticos e inflamação lobular são achados histológicos presentes na maioria dos pacientes que apresentam esteatose hepática. A DHENA é um fator de risco independente para a ocorrência de doenças vasculares, como doen-ça coronariana isquêmica e acidente vascular cerebral. Condições clínicas como obesidade, HAS, DM tipo 2, dislipidemia (↓ HDL ↑ TGC), apneia do sono, hipotireoidismo e síndrome do ovário policístico podem estar associadas. A maioria dos pacientes com DHENA procura assistência médica devido à presença de sintomas relacionados à esteatose hepática, como a fadiga e dor abdominal no hipocôndrio direito. Nor-malmente, estes sintomas estão associados à alteração das transaminases e do gama g-gt (6-8 vezes o limite normal da superioridade). O tratamento da DHENA consiste na prescrição de vitamina E, metformina ou pioglitazona por 6 meses, com o objetivo de diminuir o estresse oxidativo provocado pela presença da esteatose hepática. Resposta correta A DHENA é um fator de risco independente para a ocorrência de doenças vasculares, como doen-ça coronariana isquêmica e acidente vascular cerebral. Condições clínicas como obesidade, HAS, DM tipo 2, dislipidemia (↓ HDL ↑ TGC), apneia do sono, hipotireoidismo e síndrome do ovário policístico podem estar associadas. Com relação à doença hepática esteatótica não-alcoólica (DHENA) é CORRETO afirmar: * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 13/63 0/5 A lesão provavelmente é neoplásica, localizada, com sinais de ressecabilidade, podendo ser o paciente submetido a duodenopancreatectomia sem necessidade de biópsia ou colocação de prótese, desde que a cirurgia possa ser marcada com brevidade e o paciente não apresente nenhuma contraindicação clínica para a cirurgia. A lesão provavelmente é uma pancreatite crônica focal, mas deve ser biopsiada por ecoendoscopia. Caso o resultado confirme somente pancreatite crônica, deve ser submetido a derivação bilio-digestiva cirúrgica (hepaticojejunoanastomose em y de Roux) A lesão provavelmente é neoplásica e com uma alta chance de doença metastática, devendo o paciente ser submetido a quimio e radioterapia exclusivos sem necessidade de biópsia A lesão provavelmente é neoplásica e é necessária biópsia por ecoendoscopia para confirmação e realização de qualquer tratamento A lesão provavelmente é uma pancreatite crônica focal, e deve ser acompanhada. Como o paciente não tem dor nem sinais de insuficiência exócrina/endócrina, não necessita tratamento neste momento além de uma passagem de prótese metálica por CPRE para alívio da icterícia Resposta correta A lesão provavelmente é neoplásica, localizada, com sinais de ressecabilidade, podendo ser o paciente submetido a duodenopancreatectomia sem necessidade de biópsia ou colocação de prótese, desde que a cirurgia possa ser marcada com b id d i t ã t h t i di ã lí i Homem de 65 anos, com história de prurido, icterícia indolor, colúria e acolia fecal com início há 10 dias. Refere ter perdido 8kg nos últimos 3 meses, sem motivo aparente. Apesar de sentir-se fraco, realiza todas as suas atividades diárias sem necessidade de auxílio. E ex-etilista/ex- tabagista. Escleras ictéricas e aspecto emagrecido, sem massas ou visceromegalias à palpação abdominal. Exames complementares abaixo. Em relação a este caso é CORRETO afirmar: * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 14/63 brevidade e o paciente não apresente nenhuma contraindicação clínica para a cirurgia. 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 15/63 5/5 O paciente deve ser submetido a biópsia por ecoendoscopia, passagem de prótese metálica biliar por CPRE e tratamento sistêmico com quimioterapia caso melhora do estado geral, nutricional e da icterícia. Nenhuma intervenção mostra melhora de qualidade de vida ou sobrevida nesta situação, não devendo ser oferecido nenhum tratamento ao paciente O paciente deve ser submetido a quimio e radioterapia neoadjuvantes, seguida de duodenopancreatectomia com ressecção de veia porta e reconstrução utilizando enxerto autólogo de veia jugular interna. O paciente deve ser submetido a dupla derivação cirúrgica (gastroenteroanastomose e hepaticojejunoanastomose em Y de Roux), com biópsia durante a cirurgia seguida de quimio e radioterapia concomitantes O paciente deve ser submetido imediatamente a duodenopancreatectomia com linfadenectomia D2 e ressecção de veia porta com reconstrução utilizando enxerto autólogo de veia jugular interna. Após recuperação, quimio e radioterapia adjuvantes Homem de 75 anos, com prurido, icterícia indolor, colúria e acolia fecal há 30 dias. Perda de 15 kg nos últimos 3 meses, sem motivo aparente. Realiza suas atividades diárias necessitando de auxílio com frequência. É etilista/tabagista. Refere colocação de stents coronários pós-IAM há 3 anos. Escleras ictéricas, aspecto emagrecido, com fígado palpável abaixo do rebordo costal, aumento de volume em topografia da vesícula biliar e nodulação em cicatriz umbilical. Exames complementares abaixo. Em relação a este caso é CORRETO afirmar: * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 16/63 5/5 O paciente necessita de biópsia por ecoendoscopia seguida de quimioterapia após confirmação diagnóstica. Após tratamento inicial por 3 meses deve ser reavaliado para possível ressecção com reconstrução vascular, que pode ser feita caso tenha resposta adequada e ausência de doença sistêmica. Por se tratar de doença localizada, deve ser indicada pancreatectomia total de princípio, por este procedimento ter menores índices de margem comprometida. A veia porta deve ser ressecada em bloco, sem necessidade de reconstrução, já que o fígado tem suprimento vascular duplo e tolera a ligadura. A lesão provavelmente é uma pancreatite crônica focal, e deve ser acompanhada. Como o paciente não tem dor nem sinais de insuficiência exócrina/endócrina, não necessita tratamento. O paciente necessita de biópsia por ecoendoscopia seguida apenas de tratamento sistêmico, já que a lesão apresenta sinais de irressecabilidade O paciente deve ser submetido imediatamente a duodenopancreatectomia com linfadenectomia D2 e ressecção de veia porta com reconstrução utilizando enxerto autólogo de veia jugular interna. Após recuperação, quimio e radioterapia adjuvantes. Homem de 50 anos, com história recente de internação por pancreatite aguda, vem para investigação. Refere ter perdido 6 kg nos últimos 3 meses. Realiza todas as suas atividades diárias sem necessidade de auxílio. Nega comorbidades ou uso crônico de medicações. Mãe com câncer de mama, com mutação de células germinativas de BRCA2. Apresenta-se emagrecido, sem massas ou visceromegalias à palpação abdominal. Exames complementares abaixo. Em relação a estecaso é CORRETO afirmar: * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 17/63 5/5 A tríade de Whipple é confirmatória, sem necessidade de outros exames. Caso tomografia/RNM não localizem lesão, ecoendoscopia e PET DOTA podem ajudar. Podem fazer parte da síndrome MEN 1. A maior parte das lesões são malignas e requerem pancreatectomia com linfadenectomia. É necessário a dosagem de insulina e peptídeo C para confirmação diagnóstica. A relação glicemia/insulina é irrelevante. Caso tomografia/RNM não localizem lesão, ecoendoscopia e PET FDG podem ajudar. Podem fazer parte da síndrome MEN1. A maior parte das lesões são benignas e requerem enucleação quando não comprometem ducto pancreático principal. É necessário a dosagem de insulina e peptídeo C para confirmação diagnóstica. A relação glicemia/insulina é importante. Caso tomografia/RNM não localizem lesão, ecoendoscopia e PET DOTA podem ajudar. Podem fazer parte da síndrome MEN2 . A maior parte das lesões são malignas e requerem pancreatectomia com linfadenectomia. A tríade de Whipple é confirmatória, sem necessidade de outros exames. Caso tomografia/RNM não localizem lesão, ecoendoscopia e PET FDG podem ajudar. Podem fazer parte da síndrome MEN 2. A maior parte das lesões são malignas e requerem pancreatectomia com linfadenectomia. É necessário a dosagem de insulina e peptídeo C para confirmação diagnóstica. A relação glicemia/insulina é importante. Caso tomografia/RNM não localizem lesão, ecoendoscopia e PET DOTA podem ajudar. Podem fazer parte da síndrome MEN1. A maior parte das lesões são benignas e requerem enucleação quando não comprometem ducto pancreático principal. Homem de 50 anos apresenta um quadro de tontura, taquicardia e sudorese que se repete com frequência ao acordar pela manhã. Em uma das ocasiões em que apresentou os sintomas, teve também perda de consciência. Os sintomas melhoram após comer. Dosou glicemia numa das crises, que se encontrava 50mg/dl. Em relação a esse quadro clínico é CORRETO afirmar: * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 18/63 5/5 A maior parte dos tumores neuroendócrinos do pâncreas são funcionantes. Os tumores neuroendócrinos não funcionantes são em sua maioria de alto grau, principalmente os maiores que 1cm. A ecoendoscopia com biópsia e avaliação do índice de Ki67 ajudam na definição do grau da lesão, sendo importantes na decisão de operar ou não o paciente. No caso em questão a cirurgia está indicada para remoção da lesão. A maior parte dos tumores neuroendócrinos do pâncreas são funcionantes. Os tumores neuroendócrinos não funcionantes são em sua maioria de alto grau, principalmente os maiores que 2cm. A ecoendoscopia com biópsia e avaliação do índice de Ki67 ajudam na definição do grau da lesão, sendo importantes na decisão de operar ou não o paciente. No caso em questão a cirurgia está indicada para remoção da lesão, especialmente se índice de Ki67 menor que 2% A maior parte dos tumores neuroendócrinos do pâncreas são não-funcionantes. Os tumores neuroendócrinos não-funcionantes menores que 2cm são na sua maioria de baixo grau. A ecoendoscopia com biópsia e avaliação do índice de Ki67 ajudam na definição do grau da lesão, sendo importantes na decisão de operar ou não o paciente. No caso em questão a lesão pode ser acompanhada com exames de imagem periódicos, especialmente se índice de Ki67 menor que 2% A maior parte dos tumores neuroendócrinos do pâncreas são não-funcionantes. Os tumores neuroendócrinos não-funcionantes maiores que 1cm são na sua maioria de alto grau. A ecoendoscopia com biópsia e avaliação do índice de Ki67 se mostraram irrelevantes na avaliação destes tumores. No caso em questão a lesão deve ser ressecada. A maior parte dos tumores neuroendócrinos do pâncreas são não-funcionantes. Os tumores neuroendócrinos não-funcionantes menores que 3 cm são na sua maioria de baixo grau. A ecoendoscopia com biópsia e avaliação do índice de Ki67 ajudam na definição do grau da lesão, sendo importantes na decisão de operar ou não o paciente. No caso em questão a lesão pode ser acompanhada com exames de imagem periódicos, especialmente se índice de Ki67 menor que 20% Mulher de 45 anos, em investigação de desconforto abdominal localizou através de USG de abdome um nódulo com 1 cm na cabeça do pâncreas. TC com contraste confirmou a presença do nódulo. A lesão era bem delimitada, com contornos definidos, apresentado intenso realce na fase arterial do exame. Nenhuma outra lesão foi encontrada e a paciente não apresentava nenhuma síndrome clínica relacionada a produção exógena de hormônios. Em relação a esse achado é CORRETO afirmar: * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 19/63 0/15 Câncer de cabeça de pâncreas. Não pois é uma lesão pequena. Pancreatoduodenectomia. Feedback individual Cistoadenoma seroso. Não é necessária biópsia já que a lesão é característica na imagem. Não é necessária ecoendoscopia por a lesão ser típica. Conduta conservadora. Cirurgia só indicada em lesões crescendo ou provocando sintomas obstrutivos. Procurar outras causas para os sintomas da paciente. 15/15 Cistoadenoma mucinoso. Ressecção sem necessidade de biópsia por conta do risco de malignização. Mulher de 70 anos sem comorbidades significativas, durante investigação de desconforto epigástrico identificou em uma USG uma lesão cística na cabeça do pâncreas medindo 3 cm. Em tomografia computadorizada a lesão tinha característica microcística com padrão em favo de mel, com calcificação central. A lesão não provocava obstrução nem de porção intrapancreática do colédoco nem do ducto pancreático principal. Qual o diagnóstico mais provável? É necessária biópsia confirmatória? Qual a conduta a ser tomada nesta paciente? * Mulher de 40 anos sem comorbidades significativas, durante investigação de desconforto epigástrico identificou em uma USG uma lesão cística no corpo do pâncreas medindo 3 cm. Em tomografia computadorizada a lesão tinha característica macrocística com septações grosseiras, com calcificações periféricas. O pâncreas distal a lesão é atrófico. Qual o diagnóstico mais provável? É necessária biópsia confirmatória? Qual a conduta a ser tomada nesta paciente? * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 20/63 15/15 Internação com medidas gerais (monitoração de sinais vitais e O2, controle de diurese) associadas a reposição volêmica e nutrição e analgesia (antibioticoterapia apenas se infecção associada). Mulher de 46 anos iniciou há 12 horas com dor no abdome superior, com irradiação em faixa de forte intensidade, associada a náuseas e vômitos. Realizada investigação laboratorial que evidenciou dosagem de amilase = 3200 U/l. Descreva a conduta terapêutica deste caso, neste momento. * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 21/63 A respeito da realização de exames complementares no paciente com pancreatite aguda, assinale Verdadeiro ou Falso: * Verdadeiro Falso Pontuação A ultrassonografia deve ser realizada no paciente admitido com pancreatite aguda, para investigação da causa mais freqüente, a litíase biliar. 1/1 A tomografia deve ser realizada imediatamente na chegada do paciente, pois é neste momento que deve ser avaliada a gravidade através da investigação de complicações locais. 1/1 A tomografia computadorizada deve ser realizada após 72 horas de evolução, quando houver necessidadede avaliação da gravidade do quadro. 1/1 A colangiopancreatografia endoscópica retrograda deve ser realizada em todo paciente com pancreatite aguda para detecção e remoção da coledocolitíase. 1/1 A colangiopancreatografia por ressonância magnética é útil na investigação de litíase 0/1 A ultrassonografia deve ser realizada no paciente admitido com pancreatite aguda, para investigação da causa mais freqüente, a litíase biliar. A tomografia deve ser realizada imediatamente na chegada do paciente, pois é neste momento que deve ser avaliada a gravidade através da investigação de complicações locais. A tomografia computadorizada deve ser realizada após 72 horas de evolução, quando houver necessidade de avaliação da gravidade do quadro. A colangiopancreatografia endoscópica retrograda deve ser realizada em todo paciente com pancreatite aguda para detecção e remoção da coledocolitíase. A colangiopancreatografia por ressonância magnética é útil na investigação de litíase 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 22/63 Respostas corretas na via biliar distal quando houverem sinais de colestase concomitantes. na via biliar distal quando houverem sinais de colestase concomitantes. Verdadeiro Falso A colangiopancreatografia por ressonância magnética é útil na investigação de litíase na via biliar distal quando houverem sinais de colestase concomitantes. A colangiopancreatografia por ressonância magnética é útil na investigação de litíase na via biliar distal quando houverem sinais de colestase concomitantes. 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 23/63 A respeito da avaliação da gravidade da pancreatite aguda, assinale Verdadeiro ou Falso: * Verdadeiro Falso Pontuação Os Critérios Revisados de Atlanta dividem a pancreatite em leve, moderada e grave de acordo com a presença de complicações locais, complicações sistêmicas e disfunções orgânicas. 1/1 O escore de Balthazar utiliza critérios laboratoriais para estabelecimento da gravidade da pancreatite 1/1 O escore de Balthazar utiliza critérios de imagem para estabelecimento da gravidade da pancreatite 1/1 Os critérios de Apache II são simples pois utilizam poucos parâmetros para avaliação da gravidade, sendo estes: a idade, nível de consciência, presença de SIRS, 1/1 Os Critérios Revisados de Atlanta dividem a pancreatite em leve, moderada e grave de acordo com a presença de complicações locais, complicações sistêmicas e disfunções orgânicas. O escore de Balthazar utiliza critérios laboratoriais para estabelecimento da gravidade da pancreatite O escore de Balthazar utiliza critérios de imagem para estabelecimento da gravidade da pancreatite Os critérios de Apache II são simples pois utilizam poucos parâmetros para avaliação da gravidade, sendo estes: a idade, nível de consciência, presença de SIRS, 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 24/63 Respostas corretas (síndrome da resposta inflamatória sistêmica) função renal, e presença de derrame pleural em radiografia de tórax. O escore de Ranson avalia a gravidade da pancreatite logo na admissão e pode ser repetido em vários momentos durante a evolução da pancreatite. 0/1 (síndrome da resposta inflamatória sistêmica) função renal, e presença de derrame pleural em radiografia de tórax. O escore de Ranson avalia a gravidade da pancreatite logo na admissão e pode ser repetido em vários momentos durante a evolução da pancreatite. Verdadeiro Falso O escore de Ranson avalia a gravidade da pancreatite logo na admissão e pode ser repetido em vários momentos durante a evolução da pancreatite. O escore de Ranson avalia a gravidade da pancreatite logo na admissão e pode ser repetido em vários momentos durante a evolução da pancreatite. 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 25/63 12/15 Dor, esteatorreia, má absorção, anorexia e DM. Dosar elastase fecal e solicitar TC. Feedback individual os sintomas decorrentes da insu�ciência endócrina são a poliúria, polidipsia e polifagia - Para o diagnóstico de insu�ciência endócrina, deve ser solicitada dosagem de glicemia Homem de 38 anos com antecedente de consumo de álcool há 18 anos, cerca de 300 ml de uísque ao dia, apresenta no último ano, crises recorrentes de dor no andar superior do abdome com irradiação em faixa que duram de 3 a 7 dias, com ausência de sintomas entre as crises. Durante investigação foi realizada USG abdominal que evidenciou as seguintes alterações no pâncreas: discreta atrofia, presença de calcificações parenquimatosas e tortuosidade ductal. Descreva quais são as manifestações clínicas da insuficiência pancreática que este paciente pode vir a desenvolver e como fazer para diagnosticá-las. * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 26/63 A respeito das causas de pancreatite crônica, assinale Verdadeiro ou Falso: * Verdadeiro Falso Pontuação Mutações mais brandas no gene da fibrose cística (CFTR) podem levar à lesão pancreática isolada e manifestada somente na idade adulta. 1/1 Neoplasias pancreáticas não provocam pancreatite crônica pois são sempre malignas e, portanto, de rápida evolução, sem que poderia haver tempo para o desenvolvimento de lesão pancreática crônica. 1/1 O alcoolismo, causa mais comum de pancreatite crônica, leva à formação de rolhas protéicas no interior dos ductos pancreático e a partir destas, originam-se as calcificações pancreáticas. 1/1 A hipercalcemia pode raramente 1/1 Mutações mais brandas no gene da fibrose cística (CFTR) podem levar à lesão pancreática isolada e manifestada somente na idade adulta. Neoplasias pancreáticas não provocam pancreatite crônica pois são sempre malignas e, portanto, de rápida evolução, sem que poderia haver tempo para o desenvolvimento de lesão pancreática crônica. O alcoolismo, causa mais comum de pancreatite crônica, leva à formação de rolhas protéicas no interior dos ductos pancreático e a partir destas, originam-se as calcificações pancreáticas. A hipercalcemia pode raramente 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 27/63 levar à pancreatite crônica e geralmente ocorre nos pacientes com hipoparatiroidismo, identificando-se baixos níveis de paratormômio. A pancreatite auto- imune, decorrente da síndrome sistêmica associada ao IgG4, é mais comum em mulheres jovens do que em homens de idade avançada. 1/1 levar à pancreatite crônica e geralmente ocorre nos pacientes com hipoparatiroidismo, identificando-se baixos níveis de paratormômio. A pancreatite auto- imune, decorrente da síndrome sistêmica associada ao IgG4, é mais comum em mulheres jovens do que em homens de idade avançada. 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 28/63 A respeito das complicações da pancreatite crônica, assinale Verdadeiro ou Falso: * Verdadeiro Falso Pontuação Os pseudocistos pancreáticos possuem epitélio colunar revestindo as suas paredes e dividem-se nos tipos serosos e mucinosos. 1/1 Sangramento digestivo alto é frequente nos pacientes com pancreatite crônica pela concomitância com a cirrose hepática de etiologia alcoólica. 0/1 A ascite de origem pancreática caracteriza-sepor altos níveis de proteínas e de amilase na análise do líquido ascítico. 1/1 A icterícia pode ocorrer por compressão da via biliar por um pseudocisto pancreático ou por aumento de volume da cabeça pancreática. 1/1 Os pseudocistos pancreáticos possuem epitélio colunar revestindo as suas paredes e dividem-se nos tipos serosos e mucinosos. Sangramento digestivo alto é frequente nos pacientes com pancreatite crônica pela concomitância com a cirrose hepática de etiologia alcoólica. A ascite de origem pancreática caracteriza-se por altos níveis de proteínas e de amilase na análise do líquido ascítico. A icterícia pode ocorrer por compressão da via biliar por um pseudocisto pancreático ou por aumento de volume da cabeça pancreática. 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 29/63 Respostas corretas 15/15 Colangiocarcinoma e ca colorretal . Realizar anualmente colangioressonância e colonoscopia, respectivamente. Feedback individual acrescentar CA 19-9 Os pseudocistos geralmente não são de tratamento cirúrgico, pois regridem espontaneamente na maioria das vezes. 1/1Os pseudocistos geralmente não são de tratamento cirúrgico, pois regridem espontaneamente na maioria das vezes. Verdadeiro Falso Sangramento digestivo alto é frequente nos pacientes com pancreatite crônica pela concomitância com a cirrose hepática de etiologia alcoólica. Sangramento digestivo alto é frequente nos pacientes com pancreatite crônica pela concomitância com a cirrose hepática de etiologia alcoólica. Mulher, 42 anos, com quadro de prurido e icterícia há 5 anos, evolui há cerca de 6 meses com evacuações amolecidas, com muco e algumas vezes sangue, cerca de 3 vezes ao dia. Submetida a investigação, possui padrão laboratorial de colestase, sorologias virais negativas e auto anticorpos negativos. Realizada ressonância magnética do abdome que evidenciou vias biliares com multifocais estenoses e dilatações com padrão em contas de rosário e colonoscopia com pancolite caracterizada por eritema e ulcerações rasas de mucosa. Descreva quais são as neoplasias que esta paciente possui maior risco de desenvolvimento e como rastreá-las. * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 30/63 A respeito da colangite esclerosante primária, assinale Verdadeiro ou Falso: * Verdadeiro Falso Pontuação Varizes de esôfago são decorrentes de hipertensão portal e ocorrem em fases avançadas da doença. 1/1 A doença não evolui para cirrose, visto que o acometimento é das vias biliares e não dos hepatócitos. 1/1 Xantelasmas ocorrem como consequência à má absorção de gorduras nestes pacientes, que classicamente apresentam níveis séricos baixos de colesterol. 1/1 A ocorrência de plaquetopenia e de alargamento do tempo de protrombina são achados que caracterizam discrasia sanguínea devido à má absorção de vitamina K nestes pacientes. 1/1 Varizes de esôfago são decorrentes de hipertensão portal e ocorrem em fases avançadas da doença. A doença não evolui para cirrose, visto que o acometimento é das vias biliares e não dos hepatócitos. Xantelasmas ocorrem como consequência à má absorção de gorduras nestes pacientes, que classicamente apresentam níveis séricos baixos de colesterol. A ocorrência de plaquetopenia e de alargamento do tempo de protrombina são achados que caracterizam discrasia sanguínea devido à má absorção de vitamina K nestes pacientes. 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 31/63 Respostas corretas A ocorrência de plaquetopenia e de alargamento do tempo de protrombina são achados que sugerem cirrose hepática nestes pacientes. 0/1A ocorrência de plaquetopenia e de alargamento do tempo de protrombina são achados que sugerem cirrose hepática nestes pacientes. Verdadeiro Falso A ocorrência de plaquetopenia e de alargamento do tempo de protrombina são achados que sugerem cirrose hepática nestes pacientes. A ocorrência de plaquetopenia e de alargamento do tempo de protrombina são achados que sugerem cirrose hepática nestes pacientes. 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 32/63 A respeito do diagnóstico diferencial de icterícia, assinale Verdadeiro ou Falso: * Verdadeiro Falso Pontuação Em pacientes com anemia e icterícia sem associação com colúria ou acolia fecal, deve-se levantar a hipótese diagnóstica de hiperbilirrubinemia indireta e hemólise. 1/1 A esferocitose hereditária cursa com esplenomegalia consequentemente à necessidade do aumento da função do baço e cursa com níveis elevados de bilirrubina indireta devido à destruição precoce das hemácias em decorrência de sua forma anômala. 1/1 Níveis elevados de LDH e reticulócitos ocorrem na hiperbilirrubinemia conjugada como consequência à colestase intra- hepática. 1/1 A Síndrome de Gilbert provoca níveis elevados de bilirrubina indireta, devido à redução da função de conjugação pela enzima UDP- glucoronosiltransferase no hepatócito, como consequência à mutação genética. 0/1 Em pacientes com anemia e icterícia sem associação com colúria ou acolia fecal, deve-se levantar a hipótese diagnóstica de hiperbilirrubinemia indireta e hemólise. A esferocitose hereditária cursa com esplenomegalia consequentemente à necessidade do aumento da função do baço e cursa com níveis elevados de bilirrubina indireta devido à destruição precoce das hemácias em decorrência de sua forma anômala. Níveis elevados de LDH e reticulócitos ocorrem na hiperbilirrubinemia conjugada como consequência à colestase intra- hepática. A Síndrome de Gilbert provoca níveis elevados de bilirrubina indireta, devido à redução da função de conjugação pela enzima UDP- glucoronosiltransferase no hepatócito, como consequência à mutação genética. 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 33/63 Respostas corretas 15/15 Xantelasma, ascite, esplenomegalia, aranhas vasculares, eritema palmar A eritropoiese ineficaz pode levar a níveis elevados de bilirrubina não conjugada e a deficiência de vitamina B12 pode ser uma causa. 1/1A eritropoiese ineficaz pode levar a níveis elevados de bilirrubina não conjugada e a deficiência de vitamina B12 pode ser uma causa. Verdadeiro Falso A Síndrome de Gilbert provoca níveis elevados de bilirrubina indireta, devido à redução da função de conjugação pela enzima UDP- glucoronosiltransferase no hepatócito, como consequência à mutação genética. A Síndrome de Gilbert provoca níveis elevados de bilirrubina indireta, devido à redução da função de conjugação pela enzima UDP- glucoronosiltransferase no hepatócito, como consequência à mutação genética. Mulher, 53 anos, há 2 anos com prurido difuso sem melhora com anti- histamínicos, evolui há 8 meses com icterícia e colúria. Submetida à investigação, possui padrão laboratorial de colestase, sorologias virais negativas e anticorpo anti-mitocôndria positivo. Realizada USG do abdome sem dilatação das vias biliares. Cite cinco achados de exame físico que poderiam ser encontrados neste paciente * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 34/63 A respeito do metabolismo da bilirrubina, assinale Verdadeiro ou Falso: * Verdadeiro Falso Pontuação A bilirrubina indireta é solúvel em água e por este motivo pode circular até o fígado onde sofrerá conjugação. 1/1 A biliverdina, um pigmentoverde, através da ação da enzima biliverdina redutase da origem à bilirrubina não conjugada. 1/1 A conjugação da bilirrubina ocorre em maior volume nos órgãos do sistema retículo endotelial, sendo exemplos destes o baço e a medula óssea. 1/1 O ciclo enterohepático da bilirrubina caracteriza-se por reabsorção de urobilinogênio pela mucosa intestinal, que retorna ao fígado pelo sistema porta. 1/1 A maior parte do 1/1 A bilirrubina indireta é solúvel em água e por este motivo pode circular até o fígado onde sofrerá conjugação. A biliverdina, um pigmento verde, através da ação da enzima biliverdina redutase da origem à bilirrubina não conjugada. A conjugação da bilirrubina ocorre em maior volume nos órgãos do sistema retículo endotelial, sendo exemplos destes o baço e a medula óssea. O ciclo enterohepático da bilirrubina caracteriza-se por reabsorção de urobilinogênio pela mucosa intestinal, que retorna ao fígado pelo sistema porta. A maior parte do 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 35/63 heme provém de hemácias senescentes e através da enzima heme oxigenase, dá-se origem à biliverdina. heme provém de hemácias senescentes e através da enzima heme oxigenase, dá-se origem à biliverdina. 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 36/63 A respeito do diagnóstico diferencial da icterícia, assinale Verdadeiro ou Falso: * Verdadeiro Falso Pontuação A neoplasia da cabeça pancreática é uma causa de colestase extra- hepática, diagnosticada por elevação de enzimas pancreáticas. Neste caso as enzimas hepáticas permanecem normais, visto que a origem do problema é no pâncreas. 1/1 Na hepatite aguda fulminante, a elevação da bilirrubina indireta é mais acentuada do que a da direta devido a redução mais importante da função de conjugação do que da excreção da bilirrubina. 0/1 A hepatite aguda por vírus A é uma causa de colestase intra-hepática, caracterizada por elevações mais importantes das enzimas hepatocelulares do que das canaliculares. 0/1 A coledocolitíase é uma causa de colestase extra-hepática, cujo tratamento é a remoção dos cálculos através da CPRE (colangiopancreatografia endoscópica retrógrada). 1/1 A colangite biliar 1/1 A neoplasia da cabeça pancreática é uma causa de colestase extra- hepática, diagnosticada por elevação de enzimas pancreáticas. Neste caso as enzimas hepáticas permanecem normais, visto que a origem do problema é no pâncreas. Na hepatite aguda fulminante, a elevação da bilirrubina indireta é mais acentuada do que a da direta devido a redução mais importante da função de conjugação do que da excreção da bilirrubina. A hepatite aguda por vírus A é uma causa de colestase intra-hepática, caracterizada por elevações mais importantes das enzimas hepatocelulares do que das canaliculares. A coledocolitíase é uma causa de colestase extra-hepática, cujo tratamento é a remoção dos cálculos através da CPRE (colangiopancreatografia endoscópica retrógrada). A colangite biliar 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 37/63 Respostas corretas primária é uma causa de colestase intra-hepática, caracterizada por elevações mais importantes das enzimas hepatocelulares do que das canaliculares. primária é uma causa de colestase intra-hepática, caracterizada por elevações mais importantes das enzimas hepatocelulares do que das canaliculares. Verdadeiro Falso Na hepatite aguda fulminante, a elevação da bilirrubina indireta é mais acentuada do que a da direta devido a redução mais importante da função de conjugação do que da excreção da bilirrubina. A hepatite aguda por vírus A é uma causa de colestase intra-hepática, caracterizada por elevações mais importantes das enzimas hepatocelulares do que das canaliculares. Na hepatite aguda fulminante, a elevação da bilirrubina indireta é mais acentuada do que a da direta devido a redução mais importante da função de conjugação do que da excreção da bilirrubina. A hepatite aguda por vírus A é uma causa de colestase intra-hepática, caracterizada por elevações mais importantes das enzimas hepatocelulares do que das canaliculares. 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 38/63 5/5 Pancreatectomia total Esfincterotomia Pancreatojejunostomia laterolateral Pancreatojejunostomia terminolateral Pancreatectomia distal 5/5 Drenagem do material das coleções Tratamento da doença biliar quando presente Limpeza da cavidade abdominal Reposição volêmica Nutrição parenteral prolongada Durante a investigação de um paciente com pancreatite crônica foram encontradas múltiplas áreas de estenose e dilatação do ducto Wirsung. Quando indicado o tratamento cirúrgico, a melhor escolha é: * Na pancreatite aguda necrotizante grave, o tratamento baseia-se inicialmente em: * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 39/63 0/15 Realizar punção para cultura e após inicar a antibioticoterapia. Quando sair o resultado da cultura, pode-se fazer ajuste da medicação de escolha. Feedback individual Neste caso nao iniciariamos com antibiotico. Paciente afebril. A pancreatite aguda cursa muitas vezes com leucocitose. Também não há indicios tomográ�cos de necrose infectada. O manejo consiste de hidratação, suporte/sintomaticos e suporte nutricional (preferencialmente enteral - sonda passada guiada por eda em duodeno distal). 15/15 Fase arterial Respostas corretas Arterial arterial Paciente com pancreatite aguda grave (necrotizante). Em uma semana de evolução de doença, apresenta-se afebril, porém com leucocitose de 20000. Na tomografia, apresenta pequenos focos de necrose do pâncreas. Qual a melhor conduta? * Em exames contrastados, o hepatocarcinoma capta contraste predominantemente na fase...: * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 40/63 5/5 Indicar a ressecção do nódulo pelo risco de malignização Solicitar marcadores de hepatite viral Observar, pois tem características benignas Solicitar tomografia para confirmar o diagnóstico de hepatocarcinoma Indicar a ressecção do nódulo pelo risco de sangramento 0/5 Nenhuma alternativa é correta Apenas duas alternativas estão corretas Apenas três alternativas estão corretas Apenas uma alternativa está correta Apenas quatro alternativas estão corretas Resposta correta Apenas uma alternativa está correta Mulher de 40 anos assintomática, apresentou lesão hepática de 3 cm em USG de abdome. Em ressonância magnética de abdome, evidenciou-se um nódulo hiperdenso com cicatriz estrelar central no segmento III. Qual a melhor conduta? * Homem de 58 anos, MELD 14, Child B7 com nódulo de 3 cm entre segmentos hepáticos IV e V, hipervascular na fase arterial e “washout” portal, AFP 650. Sobre este caso, analise as afirmativas abaixo (de I a V) e assinale a alternativa CORRETA. I. A quimioembolização constitui a melhor opção neste caso; II. Deve ser realizada biópsia hepática; III. O melhor tratamento para este caso é Sorafenibe; IV. Paciente tem indicação de hepatectomia; V. Os critérios de Milão definem este paciente como elegível ao transplante hepático. * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 41/6315/15 anti-HCV e HCV-RNA 5/5 B/D/A/E/F/C D/B/A/E/F/C D/B/E/A/C/F D/B/E/A/F/C D/B/A/F/E/C Jl,47 anos, masc, natural de Florianópolis, encaminhado ao ambulatório de hepatologia com a seguinte história. Havia sido internado 30 dias antes por hemorragia digestiva alta por varizes de esôfago. Até então se considerava saudável. Durante a internação foi feito o diagnóstico de cirrose pelo vírus C. Qual ou quais marcadores virais estão presentes para que se afirme que o paciente tem hepatite C? * Jl,47 anos, masc, natural de Florianópolis, encaminhado ao ambulatório de hepatologia com a seguinte história. Havia sido internado 30 dias antes por hemorragia digestiva alta por varizes de esôfago. Até então se considerava saudável. Durante a internação foi feito o diagnóstico de cirrose pelo vírus C. Sabendo que a hemorragia digestiva varicosa é uma complicação da hipertensão portal, que a principal causa de hipertensão portal é a cirrose, e ainda, que o paciente tem o provável diagnóstico de hepatite C crônica, estabeleça entre os itens abaixo (de A a F) uma ordem cronológica desta hipótese diagnóstica: A. Hepatite c crônica; B. Hepatite c aguda; assintomática; C. Hemorragia varicosa; D. Exposição ao vírus C; E. Cirrose; F. Desenvolvimento de hipertensão portal clinicamente significativa. A alternativa que apresenta a ordem cronológica CORRETA é: * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 42/63 5/5 Anti Hbs; AgHbs; Anti HAV IgM AntiHbc IgM; Hbs Ag; Anti HAV IgM Anti Hbc IgG; Anti Hbs; Anti HAV IgG Anti Hbc IgM; Anti HAV IgM; Anti Hbe Ag Hbe; Anti Hbc IgG ; Anti HAV IgG Jl,47 anos, masc, natural de Florianópolis, encaminhado ao ambulatório de hepatologia com a seguinte história. Havia sido internado 30 dias antes por hemorragia digestiva alta por varizes de esôfago. Até então se considerava saudável. Durante a internação foi feito o diagnóstico de cirrose pelo vírus C. Sabendo da importância da imunização para outros vírus hepatotrópicos, quais marcadores se deve solicitar para avaliar a necessidade de vacinação, neste paciente? * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 43/63 0/5 Estabilização hemodinâmica; uso de beta-bloqueador cardio-seletivo por 5 dias e após a alta betabloqueador não cardio-seletivo e antibiótico; Tratamento endoscópico das varizes. Estabilização hemodinâmica; uso de drogas vasoativas por 7 dias e após a alta betabloqueador não cardio-seletivo e antibiótico; Tratamento endoscópico das varizes. Estabilização hemodinâmica; uso de drogas vasoativas por 5 dias e após a alta betabloqueador cardio-seletivo e antibiótico, bem como Tratamento endoscópico das varizes. Estabilização hemodinâmica; uso de drogas vasoativas por 5 dias, antibiótico, Tratamento endoscópico das varizes e após a alta betabloqueador cardio- seletivo. Estabilização hemodinâmica; uso de drogas vasoativas por 5 dias; antibiótico; tratamento endoscópico das varizes e após a alta betabloqueador não cardio- seletivo Resposta correta Estabilização hemodinâmica; uso de drogas vasoativas por 5 dias; antibiótico; tratamento endoscópico das varizes e após a alta betabloqueador não cardio- seletivo Jl,47 anos, masc, natural de Florianópolis, encaminhado ao ambulatório de hepatologia com a seguinte história. Havia sido internado 30 dias antes por hemorragia digestiva alta por varizes de esôfago. Até então se considerava saudável. Durante a internação foi feito o diagnóstico de cirrose pelo vírus C.Tendo em conta que o paciente comparece ao ambulatório, após uma internação de hemorragia varicosa, assinale a conduta que você acredita que tenha sido tomada durante a internação e após a alta: * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 44/63 5/5 Trombose portal; Esquistossomose; Síndrome de Budd Chiari Esquistossomose; Intoxicação por vitamina A; Insuficiência valvar; Esquistossomose; Insuficiência valvular mitral; Síndrome de Budd Chiari Hepatite alcoólica; Esteatohepatite ; Fístula arteriovenosa Doença veno-oclusiva; Esteatohepatite; Pericardite constritiva 5/5 É importante avaliar a replicação do vírus B, as transaminases, isto é, dano hepatocelular e a carga viral para indicar o tratamento. É importante avaliar a replicação do vírus B, as transaminases, isto é, dano canalicular e a carga viral para indicar o tratamento. A Superinfecção dos dois agentes virais tende a ter uma evolução pior do que a Coinfecção. O vírus delta é um vírus defectivo, que precisa do vírus B para se replicar. O marcador sorológico que evidencia a presença do vírus B é o AgHbs e do vírus Delta é o HVD Ag Assinale a alternativa que tenha um exemplo de cada condição pré- hepática/ intra-hepática/ pós hepática que leve a hipertensão portal: * Homem de 36 anos natural de Manaus, tendo vindo morar em São José há 3 meses. Comparece para avaliação de exames laboratoriais. Refere que sabe ter hepatite B, mas lá tinha pouco acesso à assistência à saúde. Pensando que o paciente vem de uma área endêmica e que lá também existe a infecção pelo vírus delta, o clínico recordou de vários conceitos que aprendeu em sua formação. Assinale a alternativa INCORRETA: * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 45/63 0/5 AgHbs negativo; AgHbe negativo; Transaminases normais; Carga viral baixa; histologia com pouca inflamação AgHbs positivo; AgHbe positivo; Transaminases altas; Carga viral alta; histologia com inflamação AgHbs positivo; AgHbe negativo; Transaminases altas; Carga viral alta; histologia com muita inflamação AgHbs positivo; AgHbe positivo; Transaminases normais; Carga viral baixa; histologia com inflamação AgHbs positivo; AgHbe negativo; Transaminases normais; Carga viral baixa; histologia com pouca ou nenhuma inflamação Resposta correta AgHbs positivo; AgHbe negativo; Transaminases normais; Carga viral baixa; histologia com pouca ou nenhuma inflamação Homem de 36 anos natural de Manaus, tendo vindo morar em São José há 3 meses. Comparece para avaliação de exames laboratoriais. Refere que sabe ter hepatite B, mas lá tinha pouco acesso à assistência à saúde. Pensando que o paciente vem de uma área endêmica e que lá também existe a infecção pelo vírus delta, o clínico recordou de vários conceitos que aprendeu em sua formação. No retorno o paciente natural de Manaus recebeu o diagnóstico de que não tinha a infecção pelo vírus Delta, e sim somente pelo vírus B e que neste momento, não estava replicando, aliás, na antiga terminologia, ele seria chamado um portador inativo do vírus B. Quais achados se espera neste paciente? * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 46/63 5/5 O repouso tem papel fundamental na recuperação mais rápida; A ingestão de álcool pode ser liberada após duas aferições de transaminases normais, com intervalo de 4 semanas. É extremamente importante orientar dieta sem gorduras, pois retardam o esvaziamento gástrico. A administração de sintomáticos deve ser de acordo com os sintomas apresentados. É necessário administrar a vitamina k em todo paciente ictérico, pois que ela diminui a chance de sangramento e, desta forma a evolução para quadro fulminante. 15/15 Espironolactona (ginecomastia). Com relação ao tratamento da Hepatite viral aguda, independentemente do agente viral hepatotrópico, é CORRETO afirmar: * Paciente hepatopata de longa data, de etiologia alcoólica, comparece à emergência comquadro de aumento importante de volume abdominal. Refere que, com esta pandemia, voltou a beber e há três dias iniciou com dor abdominal difusa, náuseas, diminuição do apetite. Refere ter parado de usar o diurético prescrito por seu clínico na última consulta. Não lembra exatamente do nome do medicamento, mas disse que era muito forte, que o médico havia trocado porque um outro, que havia tomado antes, tinha lhe causado aumento e dor das mamas. Com a suspeita de Peritonite Bacteriana Espontânea, o clínico de plantão fez punção diagnóstica que revelou Albumina de 1,2 e Leucócitos de 300 células por ml. Considerando as queixas do paciente do paciente com relação aos medicamentos prescritos, qual diurético é a escolha inicial no hepatopata e que tem como efeitos colaterais aqueles relatados pelo paciente? * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 47/63 10/15 Não confirmam pois apesar dos leucócitos estarem acima de 250, a cultura do líquido ascítico deve dar positiva para um único agente Feedback individual Estes dados não con�rmam o diagnóstico porque não são su�cientes para o cálculo do GASA ( falta a albumina sérica) e é necessário avaliar o número de PMN e não o de leucócitos totais, bem como cultura para um único agente. 12.5/15 Deve-se continuar a investigação da mãe para determinar a carga viral, medicando-a perto do nascimento (diminuição da carga viral e transmissão vertical). Aplicação de HBIG e da primeira dose da vacina para o recém nascido Feedback individual Importante comentar que as medidas do RN devem ser realizadas nas primeiras 12 horas de vida Paciente hepatopata de longa data, de etiologia alcoólica, comparece à emergência com quadro de aumento importante de volume abdominal. Refere que, com esta pandemia, voltou a beber e há três dias iniciou com dor abdominal difusa, náuseas, diminuição do apetite. Refere ter parado de usar o diurético prescrito por seu clínico na última consulta. Não lembra exatamente do nome do medicamento, mas disse que era muito forte, que o médico havia trocado porque um outro, que havia tomado antes, tinha lhe causado aumento e dor das mamas. Com a suspeita de Peritonite Bacteriana Espontânea, o clínico de plantão fez punção diagnóstica que revelou Albumina de 1,2 e Leucócitos de 300 células por ml. Por que os dados laboratoriais apresentados confirmam ou não o diagnóstico de Peritonite Bacteriana Espontânea? * Mulher de 27 anos, gestante de 28 semanas, em seus exames de pré- natal recebeu o diagnóstico de positividade para o AgHbs. Qual conduta deve ser tomada para esta gestante? E para seu bebê? * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 48/63 0/15 Pancreatite crônica Feedback individual Vesícula em porcelana Homem de 53 anos, sem história prévia de qualquer tipo de intervenção médica ou cirúrgica no abdome, refere dor epigástrica e em HCD episódica e recorrente que alivia com analgésicos orais, há mais de 3 anos . Nunca teve icterícia, nem febre. A USG vem normal para todas as vísceras abdominais, mas por encontrar dificuldade em identificar a vesícula biliar, o próprio ultrassonografista opta por complementar o exame com uma radiografia do abdome, a qual identifica imagem em HCD de opacidade na parede da vesícula. Duas semanas após a consulta o paciente retorna referindo tendo permanecido assintomático. Abaixo, os resultados dos exames solicitados. Qual é o diagnóstico mais provável? * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 49/63 Mulher de 39 anos há 2 meses com queixa de dores em cólica em HCD de aparecimento 30 minutos após as refeições e aliviadas com antiespasmódicos. G5Ab1P3C1, usou contraceptivo oral durante 20 anos. HMP: histerectomia há 3 anos por miomatose, esplenectomia há 15 anos por trauma esplênico. História de cálculo renal com 3 crises de cólica renoureteral. Usa levotiroxima para hipotireoidismo. Mãe diabética falecida de IAM. Pai hipertenso. Irmã colecistectomizada por “pedras na vesícula” (sic). Peso: 84 Kg; altura: 1,66 m. USG do abdome: inúmeros cálculos de diferentes tamanhos na vesícula biliar. Assinale quando houver associação entre a condição clínica e o risco de formação dos diferentes tipos de cálculos, NESTA PACIENTE: * Fator de risco para cálculo de colesterol Fator de risco para cálculo marrom Fator de risco para cálculo preto Não é fator de risco para cálculo Pontuação Histerectomia 1/1 Gesta 5 1/1 Esplenectomia 0/1 Idade 0/1 Pai hipertenso 1/1 Nefrolitíase 1/1 IMC 1/1 Mãe diabética 0/1 Uso de contraceptivo oral 1/1 Irmã – colecistolitíase 1/1 Histerectomia Gesta 5 Esplenectomia Idade Pai hipertenso Nefrolitíase IMC Mãe diabética Uso de contraceptivo oral Irmã – colecistolitíase 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 50/63 Respostas corretas Sexo feminino 1/1 Levotiroxina 1/1 Sexo feminino Levotiroxina Fator de risco para cálculo de colesterol Fator de risco para cálculo marrom Fator de risco para cálculo preto Não é fator de risco para cálculo Esplenectomia Idade Mãe diabética Esplenectomia Idade Mãe diabética 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 51/63 0/15 Pancreatite por coledocolitíase Feedback individual Colangite aguda por coledocolitíase primária (provável estenose) Mulher de 58 anos chega à emergência com quadro de icterícia progressiva e colúria há 2 semanas, e dor moderada no HCD há 2 dias. História prévia de dor leve, incaracterística e esporádica no HCD há 3 anos. Sem outras queixas ou comorbidades prévias. HMF sp. Colecistectomizada há 25 anos. Esplenectomizada por trauma abdominal na infância. Orientada, eupneica e normotensa. Abdome flácido, dor discreta à palpação em HCD, fígado não palpável. Abaixo, os exames realizados na admissão. Qual é o diagnóstico? Qual é a causa? * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 52/63 0/5 Há indicação de complementar a investigação com uma Colangiopancreatografia Endoscópica Retrógrada Há indicação de administração de vitamina K por via parenteral Há indicação de uma cirurgia de bypass biliopancreático em Y de Roux Há indicação de pesquisa do vírus da hepatite C Há indicação de dosagem sérica de alfa-fetoproteína Resposta correta Há indicação de pesquisa do vírus da hepatite C Mulher de 58 anos chega à emergência com quadro de icterícia progressiva e colúria há 2 semanas, e dor moderada no HCD há 2 dias. História prévia de dor leve, incaracterística e esporádica no HCD há 3 anos. Sem outras queixas ou comorbidades prévias. HMF sp. Colecistectomizada há 25 anos. Esplenectomizada por trauma abdominal na infância. Orientada, eupneica e normotensa. Abdome flácido, dor discreta à palpação em HCD, fígado não palpável. Abaixo, os exames realizados na admissão. Sobre este caso, assinale a afirmativa CORRETA. * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 53/63 5/5 Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica Colangiografia percutânea Ultrassonografia endoscópica Colangiopancreatografia por ressonância magnética Tomografia computadorizada do abdome 0/5 Coledocotomia e extração dos cálculos, anastomosebiliodigestiva e colecistectomia videolaparoscópicas Remoção endoscópica das coledocolitíases e colecistectomia videolaparoscópica combinadas no mesmo ato operatório Coledocotomia, extração dos colecocolitíases e colecistectomia por laparotomia Remoção endoscópica das coledocolitíases seguida de colecistectomia videolaparoscópica Exploração do colédoco, extração de cálculos e colecistectomia videolaparoscópicas Resposta correta Coledocotomia e extração dos cálculos, anastomose biliodigestiva e colecistectomia videolaparoscópicas Qual dos seguintes exames é o preferencial na investigação de um quadro de colestase extra-hepática? * Mulher de 46 anos interna por quadro de pancreatite aguda biliar leve e responde bem à terapia clínica. A investigação suplementar apropriada por exame de imagem identifica colecistolitíases, dilatação das vias biliares intra e extra-hepáticas, colédoco com calibre de 0,8 cm e 2 cálculos no colédoco. Demais estruturas sem alterações. Entre as opções para o tratamento deste caso estariam corretas todas as opções abaixo, EXCETO: * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 54/63 10/15 Colecistocoledocolitíase aguda calculosa, devido a presença de cálculos, diltação das vias biliares, dor em HCD recente Feedback individual Coledocolitíase secundária, não existe litíase aguda Mulher saudável de 46 anos apresenta-se na emergência referindo dor em HCD. Bom estado geral, leve palidez cutâneo mucosa, afebril, ictérica ++/4. Boa perfusão periférica; pulsos presentes; PA: 115/85mmHg deitada; FC de 80 bpm; FR 16 mrm. RCR 2T; MV presente bilateralmente; Abdome plano, flácido e levemente doloroso à palpação em quadrante superior direito, sem sinal de Murphy, RHA +, fígado não palpável, ausência de sinais de irritação peritonial. Abaixo, os exames realizados na admissão. Qual é o diagnóstico mais provável? Especifique. * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 55/63 0/5 Há indicação de solicitação de sorologias virais e marcadores tumorais Há indicação de descompressão biliar de urgência, preferencialmente por via endoscópica (CPRE) É necessário a dosagem de albumina sérica para o diagnóstico apropriado Há sinais que indicam a presença de uma colecistite crônica O quadro sugere o diagnóstico de pancreatite aguda associada Resposta correta Há sinais que indicam a presença de uma colecistite crônica Mulher saudável de 46 anos apresenta-se na emergência referindo dor em hipocôndrio direito. Bom estado geral, leve palidez cutâneo mucosa, afebril, ictérica ++/4. Boa perfusão periférica; pulsos presentes; PA: 115/85mmHg deitada; FC de 80 bpm; FR 16 mrm. RCR 2T; MV presente bilateralmente; Abdome plano, flácido e levemente doloroso à palpação em quadrante superior direito, sem sinal de Murphy, RHA +, fígado não palpável, ausência de sinais de irritação peritonial. Abaixo, os exames realizados na admissão. Sobre este caso, assinale a afirmativa CORRETA. * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 56/63 Mulher saudável de 46 anos apresenta-se na emergência referindo dor em hipocôndrio direito. Bom estado geral, leve palidez cutâneo mucosa, afebril, ictérica ++/4. Boa perfusão periférica; pulsos presentes; PA: 115/85mmHg deitada; FC de 80 bpm; FR 16 mrm. RCR 2T; MV presente bilateralmente; Abdome plano, flácido e levemente doloroso à palpação em quadrante superior direito, sem sinal de Murphy, RHA +, fígado não palpável, ausência de sinais de irritação peritonial. Abaixo, os exames realizados na admissão. Analisando este quadro clínico e laboratorial, assinale Verdadeiro ou Falso: * Verdadeiro Falso Pontuação A paciente deve receber vitamina K por via enteral 1/1 O achado de RNI ocorre devido ao excesso de sais biliares decorrente da colestase 1/1 Vitamina K e sais biliares são utilizados pelos hepatócitos na elaboração dos fatores K dependentes 0/1 A paciente deve receber vitamina K por via enteral O achado de RNI ocorre devido ao excesso de sais biliares decorrente da colestase Vitamina K e sais biliares são utilizados pelos hepatócitos na elaboração dos fatores K dependentes 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 57/63 Respostas corretas A dificuldade de ingestão de vitamina K explica o RNI encontrado 1/1 O achado de RNI alterado indica a solicitação de dosagem sérica de vitamina K 1/1 A dificuldade de ingestão de vitamina K explica o RNI encontrado O achado de RNI alterado indica a solicitação de dosagem sérica de vitamina K Verdadeiro Falso Vitamina K e sais biliares são utilizados pelos hepatócitos na elaboração dos fatores K dependentes Vitamina K e sais biliares são utilizados pelos hepatócitos na elaboração dos fatores K dependentes 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 58/63 12/15 Colecistite aguda calculosa, devido ao padrão das alterações laboratoriais (TGO/TGP levemente aumentadas, leucocitose leve, aumento do PCR - indicativo de inflamação - e GGT), além de sinal de Murphy positivo (apesar de que não específico), e exame de imagem indicativo (USG com paredes espessadas indicam processo inflamatório que leva a distensão da vesícula, além da presença de cálculos). Feedback individual Colecistite aguda calculosa, sem Murphy Mulher de 56 anos iniciou há 2 dias com dor no hipocôndrio direito, agravada nas últimas 24 horas com irradiação para o dorso e ombro direitos, associada a náuseas e vômitos. Bom estado geral, orientada, anictérica, eupneica, afebril, ausculta cardiopulmonar sem anormalidades, abdome plano, ruídos hidroaéreos presentes, mas doloroso e tenso à palpação em epigástrio e HCD e com dor à descompressão súbita no HCD. T. axilar 37,1oC, FC 90 bpm, FR 20 mrm, PA 110/70mmHg. Abaixo, os exames na admissão. Qual é o diagnóstico? Especifique. * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 59/63 0/5 A contagem sérica de células brancas O sinal de Murphy A espessura da parede da vesícula biliar A dor à palpação local (epigástrio e HCD) A dor abdominal (intensidade, localização e duração) Resposta correta O sinal de Murphy Mulher de 56 anos iniciou há 2 dias com dor no hipocôndrio direito, agravada nas últimas 24 horas com irradiação para o dorso e ombro direitos, associada a náuseas e vômitos. Bom estado geral, orientada, anictérica, eupneica, afebril, ausculta cardiopulmonar sem anormalidades, abdome plano, ruídos hidroaéreos presentes, mas doloroso e tenso à palpação em epigástrio e HCD e com dor à descompressão súbita no HCD. T. axilar 37,1oC, FC 90 bpm, FR 20 mrm, PA 110/70mmHg. Abaixo, os exames na admissão. Para chegar ao diagnóstico deste caso, os seguintes dados foram determinantes, EXCETO: * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 60/63 Observe as imagens abaixo e marque quando os achados identificados em cada figura corresponderem aos itens listados. * A B C D E Nenhuma Pontuação Colecistolitíase 0.33/1Colecistolitíase 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 61/63 Respostascorretas Aerobilia 1/1 Colecistite aguda 0.5/1 Sinal do duplo ducto 0/1 Colecistite enfisematosa 0/1 Aerobilia Colecistite aguda Sinal do duplo ducto Colecistite enfisematosa A B C D E Nenhuma Colecistolitíase Aerobilia Colecistite aguda Sinal do duplo ducto Colecistite enfisematosa Colecistolitíase Aerobilia Colecistite aguda Sinal do duplo ducto Colecistite enfisematosa 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 62/63 0/5 Antibioticoterapia empírica, reposição hidroeletrolítica, sintomáticos, proteção de mucosa gástrica, reposição de vitamina K, monitorização, descompressão biliar de urgência (< 24 horas) Antibioticoterapia empírica, reposição hidroeletrolítica, sintomáticos, proteção de mucosa gástrica, reposição de vitamina K, monitorização, suporte intensivo, descompressão biliar de urgência (< 24 horas) Antibioticoterapia após resultado da hemocultura, reposição hidroeletrolítica, sintomáticos, proteção de mucosa gástrica, reposição de vitamina K, monitorização, descompressão biliar de urgência (< 24 horas) Antibioticoterapia empírica, reposição hidroeletrolítica, sintomáticos, proteção de mucosa gástrica, reposição de vitamina K, monitorização, descompressão biliar eletiva (> 24 horas) Antibioticoterapia após resultado da hemocultura, reposição hidroeletrolítica, sintomáticos, proteção de mucosa gástrica, reposição de vitamina K, monitorização, descompressão biliar eletiva (> 24 horas) Mulher saudável de 46 anos apresenta-se na emergência referindo dor em hipocôndrio direito. Bom estado geral, orientada, leve palidez cutâneo-mucosa, afebril, ictérica ++/4. Boa perfusão periférica; pulsos presentes; PA: 115/85 mmHg deitada; FC de 80 bpm; FR 16 mrm. RCR 2T; MV presente bilateralmente; Abdome plano, flácido e levemente doloroso à palpação em quadrante superior direito, sem sinal de Murphy, RHA +, fígado não palpável, ausência de sinais de irritação peritoneal. Abaixo, os resultados dos exames solicitados. Qual é a melhor opção terapêutica para este caso? * 25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2 https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 63/63 Resposta correta Antibioticoterapia empírica, reposição hidroeletrolítica, sintomáticos, proteção de mucosa gástrica, reposição de vitamina K, monitorização, descompressão biliar eletiva (> 24 horas) 0/5 Colecistite aguda gangrenosa Colecistite aguda litiásica Colecistite aguda enfisematosa Colecistite aguda empiematosa Colecistite aguda acalculosa Resposta correta Colecistite aguda litiásica Este conteúdo não foi criado nem aprovado pelo Google. - Termos de Serviço - Política de Privacidade Homem de 66 anos, diabético, hipertenso, portador de aterosclerose e DPOC é internado por COVID complicada. É submetido a ventilação não invasiva, suporte hemodinâmico com droga vasoativa, entre outras medidas para compensação clínica. Após 4 dias de internação passa a apresentar febre de 38,7º C. O leucograma revela leucocitose com desvio à esquerda e há uma elevação nos níveis de proteína C-reativa. Uma USG do abdome revela uma vesícula biliar distendida, com conteúdo hipoecóico permeado por debris, espessamento da parede (6mm), a qual apresenta descontinuidade e focos aéreos, líquido pericolecístico e membranas, com coleção líquida em redor, e demais estruturas intra-abdominais normais. TC de tórax não revela nenhuma alteração nova além dos achados próprios do DPOC e COVID. Parcial de urina normal. Neste caso todos os diagnósticos abaixo são compatíveis e já podem ser feitos, EXCETO: * Formulários https://policies.google.com/terms https://policies.google.com/privacy https://www.google.com/forms/about/?utm_source=product&utm_medium=forms_logo&utm_campaign=forms CLÍNICA MARIANGES 1. Homem 18 anos, estudando para o vestibular, começa a ficar amarelado, nos exames só bilirrubina alterada. Qual o diagnóstico e sua fisiopatologia? Síndrome de Gilbert. Acontece por um distúrbio na conjugação da bilirrubina devido a atividade diminuída da enzima UDP glicorunil transferase que não faz mais a “ligação” da BI com o ácido glicurônico à transformando em BD, ocorre então um hiperbilirrubinemia não conjugada (indireta) 2. Mulher, 43anos, há 1 ano com queixa: icterícia, acolia, colúria, prurido e emagrecimento. Precisa de biopsia hepática para fazer diagnostico? Não, a colestase é diagnosticada pela clínica + colestase por mais de 6 meses + anticorpo anti-mitocôndria. A biópsia é indicada quando dúvida diagnóstica, necessidade de estagiamento da doença e avaliar a resposta terapêutica, mas não é necessária para iniciar o tto. 3. Tratamento clinico para colestase? Ácido ursodeoxicólico 15mg/kg/dia dividido em 2 a e vezes após as refeições. 4. Paciente masculino, 43 anos, dono de bar, refere ter iniciado há cerca de 5 anos com episódios de dor abdominal epigástrica com irradiação para flancos e região dorsal que duram alguns dias e são intercalados por períodos de acalmia. Evoluiu há 3 meses com diarreia fétida, volumosa e com presença de gordura. Quando questionado, confirmou ter o hábito de ingerir duas doses de aguardente de cana antes do almoço e do jantar há 20 anos. a. Qual hipótese diagnóstica? Pancreatite Crônica b. Quais são os exames que você solicitaria para confirmar a suspeita? Dosagens séricas, urinárias, fecais e derrames cavitários das enzimas, USG ou TC. c. Qual fisiopatologia da diarreia? Com o tempo a pancreatite crônica evolui com má absorção, por má digestão, o fígado fibrosado produz menos enzimas. Não ocorre digestão adequada de gorduras, proteínas e carboidratos pela falta de lipase, amilase e tripsina. A falta da lipase leva o paciente a ter diarreia e esteatorreia. d. Tratamento da diarreia? Reposição enzimática e suplementação vitamínica, se necessário. 5. Paciente feminina, 42 anos, branca, casada, 4 filhos, do lar, obesa, chega ao PS com dor no abdome superior, com irradiação em faixa, intensa, contínua, há 8 horas, associada a náuseas e vômitos. Foi solicitada amilase = 1500U/L. USG evidencia VB com paredes de espessura normal, porem repleta de microcálculos. Demais estruturas avaliadas sem anormalidades. a. Qual o diagnóstico? Pancreatite Aguda b. Quais os fatores de risco para litíase biliar apresentados pela paciente? Mulher, acima de 40 anos, multípara, obesa. c. Caso a USG não demonstrasse a presença de cálculos biliares, cite 5 causas que podem ser responsáveis pelo diagnóstico da paciente. Álcool, drogas, neoplasia, trauma, parasita. d. Assinale a correta: Deve-se internar a paciente para tratamento com hidratação endovenosa, jejum e analgesia. e. Como avaliar a gravidade do quadro? Pela classificação de Atlanta, observa a presença de falência orgânica e de complicações. PA aguda leve: ausência de falência orgânica, de complicações locais ou sistêmicas. PA aguda moderada: falência orgânica transitória <48h, presença de complicações locais ou sistêmicas. PA aguda grave: falência orgânica persistente, por pelo menos 48h 6. Pancreatite aguda – amilase muito elevada – o USG nem sempre mostra as alterações, com indicação cirúrgica de colecistectomia. CPRE – não tem sinal de cálculo ou dilatação de vias biliares, portanto não tem necessidade de fazer nesse caso. 7. Assinale a correta: Na Síndrome de Gilbert, a hiperbilirrubinemia não conjugada ocorre por eritropoiese ineficaz. 8. Paciente masculino, 54 anos, pedreiro, refere ter percebido coloração amarelada dos olhos há... acompanhado de colúria. AST 150, ALT 174, FA 711, GGT 926, BT 7,3, BD 5,8. USG evidencia dilatação de vias biliares sem outras alterações percebidas. Cite três possíveis causas: Coledocolitíase, Tu de Klatskin, estenose. 9. Homem, 36 anos, toma aguardente. Há 2 anos ele tem dor em abdômen superior. Toma 500ml por 15 anos. Acompanhada de vômito e náusea que piora com a ingestãode alimentos gordurosos e não melhora com analgesia. Há 5 meses com esteatorréia e emagrecimento de 8kg no período. Ex Lab: Hemograma, glicemia, TSH, PCR normais. Parasitológico de fezes negativo. Amilase aumentada e alterações TC – calcificações pancreáticas. QC de pancreatite crônica. a. Explique a fisiopatogenia das microcalcificações pancreáticas. Há agressão do álcool, principalmente à mitocôndria, que é quem produz o ATP necessário para células epiteliais mandarem água e bicarbonato para a luz dos canalículos pancreáticos. Não tem água suficiente, fica muito concentrado e ocorrem as rolhas proteicas, que são a matriz do cálculo que ocorre difusamente nos ductos pancreáticos. Ocorre infiltração de cristais de cálcio com calcificações. b. Como explicar que um paciente que tenha PC tem valor de glicemia normal? O DM secundário a PC é uma manifestação tardia da PC e ocorre por substituição do parênquima normal por tecido de fibrose e só começa a manifestar-se quando 80-90% do pâncreas foi destruído. A manifestação é tardia por haver grande reserva funcional. c. Diagnósticos diferenciais para essa paciente? Complicações da pancreatite crônica – trombose veia esplênica, pseudocisto, UP duodenal, colelitíase, colecistite. 10. Mulher 42 anos, casada, 4 filhos, chega ao PS com dor abdominal em faixa no andar superior a 8 horas associada a náuseas e vômitos Amilase 1500. a. Por que a USG não viu alteração no pâncreas? Porque as alterações morfológicas podem não estar presentes no início do quadro. Geralmente ocorrem depois de 48h. b. Como tratar? Hidratação, jejum, analgesia, internação. 11. Mulher 53 anos, há 1 ano com icterícia, colúria, acolia e prurido. Emagreceu 4kg no período. Nega febre, comorbidades ou uso de medicamentos. Nega alcoolismo e tabagismo. EF: REG, hipocorada, hidratada. LAB: AST 165, ALT 122, GGT 167 FA 620 BT 8.3 as custas de BD. a. Qual Dx sindrômico? Síndrome colestática ou síndrome da hiperbilirrubinemia direta. b. Que outros exames solicitar? USG, Sorologia. 12. Homem 44 anos. Dx Retocolite agudizante. Apresenta controle parcial da diarreia. Há 4 anos com dor em HD e essa semana teve dor e ficou ictérico. EF: ictérico, dor palpação HD, Murphy neg. LAB elevação transaminases, TGP 120 TGO 155 FA 155 GGT BT 7 as custas de BD. Sorologias ativas, autoanticorpos negativos. Colangio RM Fígado diminuído e vias biliares com estenoses. a. Qual a causa da icterícia? R: Colangite esclerosante primária b. Pq tinha picos de febre? Porque tinha episódios de colangites agudas durante evolução. CÉSAR 1. Pcte 54 anos, feminina, com quadro de icterícia e dor abdominal, ascite, com tratamento para hepatite C há 10 anos, sem resposta virológica insustentável (tratou, mas não teve sucesso), bebia 10grmas de álcool por dia, estava desorientada no tempo e espaço. Exames: leucopenia, TAP alterado, albumina baixa, AST>ALT, bilirrubina, FA e GGT alterados, Anti-HCV + e HbsAg - e Anti-Hbc, IgG + e Anti Hbs +. USG com fígado heterogêneo e bordas irregulares. a. Qual o diagnóstico? Cirrose hepática descompensada. b. Explique: Icterícia, ascite, desorientação, alteração do TAP, alteração de albumina, plaquetopenia, resposta virologica não sustentada, USG alterada. 2. Pcte feminina, 50 anos, portadora de cirrose biliar primaria, c quadro de icterícia há 6 meses, com uso de ácido ursodeoxicolico há 1 mês. O médico encaminhou a paciente para uso de vitamina K endovenosa. Exames: Bilirrubinas alteradas, TAP 28%, FA e GGT levemente alterada. Porque foi indicada Vitamina K? Porque a estase de bilirrubina devido a colestase diminui a absorção de vitaminas lipossolúveis, diminuindo a absorção de vitamina K, necessária para ativação dos fatores de coagulação. A vitamina K nos casos de cirrose também pode ser dada para estudar a capacidade funcional residual no fígado (grau de lesão dos hepatócitos). 3. Pcte masc, 48 anos, com icterícia, astenia, desconforto abdominal há 1 semana, c consumo de 150 gramas de álcool dia a 20 anos, emagrecido, ictérico, desorientado, hipertrofia de parótidas e contratura de dupuytren. Exame físico: ascite, fígado de bordas rombas e levemente doloroso. Exames: leucocitose, leucopenia, TAP alterado, AST 200, ALT 100, GGT 650, bilirrubinas alteradas, anti-Hbs + e anti-Hbc IgG +. a. Qual o diagnóstico? Hepatite alcóolica grave → Qto mais alterados os valores de referências, mais intensa, não a doença hepática, mas não tem nada a ver com o prognostico da doença. Não quer dizer q qto mais alto mais grave a doença. 4. Quais os exames que devem ser pedidos para hemocromatose hereditária e explique as alterações. Ferritina elevada > 1000, Saturação da transferrina > 45/50%, Ferro elevado e mutação genética para hemocromatose hereditária no sangue. 5. Os sinais e sintomas das doenças que acometem o fígado aparecem, geralmente, tardiamente na história natural desses processos patológicos. No entanto, existe um conjunto de testes diagnósticos que é capaz de detectar de forma precoce a instalação de doenças hepáticas. Em relação aos exames laboratoriais hepáticos, responda: a. Os melhores exames para avaliação de lesão hepatocelular são as enzimas alanina aminotransferase (ALT) e aspartato aminotransferase (AST). Cite 10 situações clínicas em que se observa elevação das transaminases: Hepatite aguda viral, cirrose, drogas, abuso de álcool, hepatite autoimune, hemocromatose, Doença de Wilson, esteatose não alcóolica, doença celíaca, tumores hepáticos, doenças tireoidianas. b. Cite 3 situações clínicas em que a razão AST/ALT é maior que 1, ou seja AST>ALT: Cirrose, drogas, hepatite alcóolica. c. Quais são os exames laboratoriais que avaliam lesão dos canalículos biliares? FA, GGT e bilirrubinas. 6. Mulher de 53 anos, quadro de fadiga, artralgias há 3 meses. No exame hepatomegalia, icterícia e sinais de hepatopatia crônica. Exames laboratoriais evidenciam transaminases com valores 12 vezes o LSN, FA e GGT com valores 2 vezes o LSN. Alem disso, FAN e anticorpo anti-músculo liso foram positivos 1/80. USG abdome com sinais de hepatopatia crônica, sem dilatação de vias biliares intra e extra-hepáticas. Qual a hipótese diagnóstica? Hepatite autoimune. 7. Com relação à doença hepática gordurosa não-alcóolica (DHGNA) é correto afirmar: A DHGNA é um fator de risco para a ocorrência de doenças vasculares, como doença coronariana isquêmica e acidente vascular cerebral. Dessa maneira, o tto destes pacientes consiste na redução dos fatores de risco (sobrepeso, dislipidemia, resistência insulínica). 8. Com relação à doença hepática alcoólica é correto afirmar: Apesar de afetar tanto homens, quanto mulheres, parece que o segundo é mais suscetível aos danos hepáticos causados pelo consumo exagerado de álcool. 9. Dentre os achados clínicos e laboratoriais abaixo, 3 que sugerem etiologia alcóolica em paciente com doença hepática crônica? AST>ALT; Aumento de GGT; FA e GGT; ↑fração indireta das bilirrubinas; Transaminases > 6x; Hipertrofia de parótidas e contratura de Dupuytren; Ginecomastia e eritema palmar 10. Marque a INCORRETA: A hemocromatose hereditária é uma Sd caracterizada por distúrbio do metabolismo do ferro. Normalmente, o seu diagnóstico é realizado na adolescência, devido ao rápido acúmulo de ferro durante a infância, provocado pela presença das mutações genéticas nesses pacientes. A presença de mutações como C282Y e H63D, auxilia no diagnóstico de hemocromatose hereditária, no qual a confirmação da sobrecarga de ferro através de métodos indiretos (níveis séricos de ferretina e saturação de transferrina) e diretos (biópsia hepática) é necessária para confirmar o diagnóstico. A Doença de Wilson é uma anomalia hereditária transmitida de forma autossômica recessiva que se caracteriza por acúmulo de cobre no organismo. A presença de anéis de Kayser-Fleisher caracteriza o depósito no órgão e tecidos extra-hepáticos. Pacientes portadores de Doença de Wilson podem evoluir para cirrose hepática e desenvolver ao longo distúrbios neurológicos e/ou psiquiátricos. 11. Pacientefeminina, 58 anos, apresentando astenia, inctericia e prurido. Nega uso de álcool e medicamentos, Exames laboratoriais: ALT 110, AST 60, FA 660, GGT 700, BT ?, fração direta 4, albumina 4,2, TAP 80%, gamaglobulina 2,2. Anticorpo anti-núcleo positivo 1/80, anti-músculo negativo, anti-mitocondria positivo. Sorologias para hepatites virais negativas. Assinale a correta: A paciente provavelmente tem cirrose biliar primária e o tto com ácido ursodesoxicólico 12. Principais exames que mostram lesão hepato-celular: AST, ALT 13. Dentro dos achados clínicos e laboratoriais cite abaixo apenas uma alternativa não sugestiva de hipertensão portal: ( ) esplenomegalia ( ) ascite ( ) varizes ( ) plaquetopenia (X) ginecomastia e eritema palmar – expli: hiperestrogenismo e insuficiência hepática, conversão periférica de estrogênio. 14. Cirrose hepática é uma doença parenquimatosa crônica com nódulos degenerativos circundados por faixas fibrosas em decorrência da agressão hepática crônica. Explique como é firmado o diagnóstico de cirrose hepática e principais causas: História clínica (fadiga, anorexia, perda progressiva massa muscular, estigmas de hepatopatia crônica, ascite, encefalopatia, evidencias de hipertensão portal) + exame laboratorial (hipoalbuminemia, alargamento do TAP, ↑bilirrubinas, pancitopenias, hipergamaglobulinemia) + exame de imagem – USG, USG doppler (irregularidade da superfície do fígado, heterogenicidade do parênquima, aumento do lobo esquerdo, aumento do baço, veia porta dilatada, fluxo da veia porta alterado). Principais causas: VHC, VHB, álcool, NASH, hepatopatias autoimunes, doenças metabólicas, drogas. 15. Paciente do sexo feminino, 50 anos, casada, foi no medico para exames de rotina. Trata HAS e dislipidemia. Usava losartana, HCTZ e sinvastatina. Nega uso de álcool e droga ilícitas. É sedentária. Exame físico normal. Obesa GRAU I, IMC 36. EXAME FISICO: fígado palpável a 3 cm do rebordo costal. LAB: Hemograma normal, Albumina normal, AST 100, ALT 180. GGT alterado. FA normal. BT normal. Glicose 110. Colesterol Total elevado. HDL baixo. TG aumentado. FAN negativo. Ferritina saturação normal. HCV negativo. HBsAg negativo e AntiHBs negativo. UG hepatomegalia leve com esteatose. EDA normal. a. Qual o diagnóstico? Doença hepática gordurosa não alcóolica b. Qual o tratamento? MEV – reeducação alimentar, atividade física, eliminação de fatores de risco (dislipidemia, HAS, DM, obesidade). 16. Doença hepática crônica é caracterizada quando há injuria inflamatória por mais de 6 meses que pode progredir para cirrose e insuficiência hepática. Cite 5 causas de Doença hepática cônica não viral. Álcool, Doença de Wilson, Hemocromatose, Autoimune, Medicamento, DHGNA. 17. Hemocromatose é uma síndrome caracterizada por distúrbio no metabolismo do ferro. Cite as manifestações sistêmicas encontradas a longo prazo em pacientes com essa doença e tratamento: Astenia, impotência sexual, artralgias, hiperpigmentação da pele, hepatomegalia, DM, osteopenia, cardiomiopatias. Tratamento: flebotomias seriadas. 18. Associar alterações com doenças: Transaminases elevadas, hipergamaglobulinemia, FAN Hepatite autoimune Síndrome metabólica, FR para doença CV, transaminases normais ou elevadas DHGNA Mutação C2Y, H63D, cirrose, DM, Insuficiência hepática e cardíaca Hemocromatose Manifestações hepáticas, manifestações neurológicas e psiquiátricas Wilson Colestase e anti-mitocôndria + Cirrose biliar primaria 19. Qual exame padrão ouro para NASH e o achado nesse exame? Biópsia hepática com esteatose, balonização de hepatócitos e inflamação lobular. CINTIA 1. Sobre hepatite B crônica: a. Como diagnosticar hepatite B crônica em atividade? HbsAg no soro por + de 6 meses, HBV DNA em altos números, elevação de transaminases. b. Quais os objetivos terapêuticos? Soroconversao viral, resposta bioquímica e resposta virologica. 2. Paciente levado a emergência por ter apresentado nos últimos dias irritabilidade, distúrbio do sono, diálogos desconexos, faz uso de 500 ml por dia de cachaça, teve aumento de volume abdominal no último ano e na última semana edema de MMII. Exame físico: ictérico, telangectasias, halos hepáticos, flapping, ascite tensa. Parou de beber há 2 semanas e há 4 dias refere febre sem aferição, tem tido sede excessivas e agitação. a. Diagnóstico: Cirrose hepática com encefalopatia hepática. b. 4 sinais desse diagnóstico? Distúrbio hidroeletrolítico, infecções, hemorragias digestivas, excesso de álcool. c. Qual hipótese diagnostica no quadro abdominal? PBE que é a descompensação da cirrose. d. Qual procedimento? Paracentese diagnostica. e. Qual resultado esperado? Gasa >1,1 e PMN maior ou igual a 250. f. Qual tratamento? ATBC por 7 dias e albumina. g. Paciente teve aumento de creatina, qual a preocupação do médico? Piora do quadro, diminuição do volume arterial efetivo, disfunção renal. 3. Pcte de 18 anos, chega ao PS com queixa de mal-estar e náuseas há 10 dias, há 2 dias com icterícia e colúria. a. Hipótese diagnostica: Hepatite viral b. Como iniciar a investigação inicial? HMG, TGO, TGP, GGT, FA, TAP, bilirrubina, albumina, ANTI-HCV, ANTI-HVA IgG, HBSAG, ANTI-HBC IgG c. Critérios de gravidade para no curso de uma hepatite viral aguda. Febre prolongada, vômitos repetitivos, hálito hepático, ↓fígado à palpação, hemorragias espontâneas, alargamento TAP>4 ou IRN>1,5 sem resposta à vitamina K, sinais de encefalopatia, ↓abrupta transaminases em menos de 15 dias. d. Critérios de alta para o caso de uma hepatite aguda? Remissão dos sintomas, normalização da bioquímica (bilirrubinas, TAP, albumina, transaminases) em 2 dosagens num intervalo de 4 semanas, conversão sorológica HBsAg em ANTI-HBs; anti-HVA +, anti-HVA IGm -. 4. Quadro de HDA volumosa, relata no passado transfusão sanguínea, promiscuidade, tatuagem. a. Prioridade no tratamento dessa paciente? Estabilidade hemodinâmica b. Quais exames solicitar? HMG, funções hepáticas, tipagem sanguínea, provas hepáticas, c. Qual a hipótese mais temida em um paciente com HDA? Varizes esofágicas d. Qual a conduta medicamentosa? Drogas vasoativas e ATBC e. Pcte foi investigado A-, Anti-HVA +, HbsAg -, Anti-Hbc IgG +, Anti-Hbs +, Anti-HCV + e RNA vírus C +. O que os exames indicam? Pcte já teve hepatite C e teve contato com a hepatite B e A f. O que levou a pensar nesse diagnostico? Promiscuidade, transfusão sanguínea, tatuagem, paciente do Oeste. 5. Cite diferença entre PBE e PBE secundária: PBE: níveis de proteínas menores, glicose normal, LDH normal, PMN menores, monomicrobiano. PBS: níveis de proteínas >1g/dl, glicose <50mg/dl, LDH>LSN, PMN mais aumentado, polimicrobiano, CEA >5ng/ml, FA >240UI/l. 6. Quais as causas de ascite < que 1.1? Carcinomatose peritoneal, peritonite tuberculosa, ascite pancreática, ascite biliar, síndrome nefrótica, serosite. 7. Quais as causas de ascite < que 1.1? Cirrose, hepatite alcóolica, ascite cardíaca, trombose de veia porta, Síndrome de Budd Chiari, metástases hepáticas. 8. Paciente, sexo masculino, 56 anos, casado, 3 filhos, motorista, natural e procedente de São José veio encaminhado do PS para o ambulatório de hepatologia devido ao diagnóstico recente de cirrose hepática. O paciente descobriu a doença hepática crônica após exames de rotina. Trouxe no dia da consulta: hemoglobina 12,5g/dl (VR 12-16), leucócitos 7100céls/mm³ (VR 5-11mil), plaquetas 80000 (150-500mil), creatinina 0,8mg/dl (VR<1), TGO 95UI (VR <37) TGP 60UI (VR<40), TAP 70% (VR>70%), albumina 3,8g/dl (VR 3,5-5,8) USG de abdome com sinais sugestivos de hepatopatia crônica. EDA com presença de 4 varizes esofágicas de grosso calibre, com sinais de cor vermelha. a. Quais são os dados apresentados no caso clínico que sugerem que este paciente seja portador de hipertensão portal? EDA com varizes esofágicas, USG com sinais sugestivos de hepatopatia crônica, plaquetopenia. b. Qual o tratamento ideal (profilaxia primária) que o paciente deveria estar recebendo para evitar o primeiro episódio de hemorragia digestiva varicosa? Pequeno calibre→ apenas Child C recebe beta bloqueador Médio calibre → beta bloqueador ou LEVE 9. Paciente de 22 anos, masculino, iniciou quadro de astenia, febre baixa e anorexia. Durante a investigação, foi observada elevação acentuada das transaminases (AST:1200UI e ALT:1800UI). O médico suspeitou de hepatite aguda viral e solicitou exames: Anti-HCV negativo, HBsAg negativo, Anti-HBs positivo, Anti-HBc IgG positivo, Anti-HBc IgM negativo, Anti-HVA IgM positivo, Anti HVA IgG positivo. Qual o diagnóstico deste paciente, o principal modo de transmissão dessa doença e qual é o exame que confirmou o diagnóstico em questão? Hepatite A aguda, transmissão fecal-oral, exame Anti-HVA IgM. 10. Paciente sexo masculino, 50 anos, casado, 1 filho, desempregado, natural e procedente de São José, veio encaminhado do PS para o ambulatório de hepatologia devido a alterações das transaminases. Durante a investigação, foi constatada sorologia positiva para hepatite C (2 exames de anti-HCV positivo, no período de 6 meses). Com relação à hepatite C crônica, a sorologia positiva (anti-HCV) é suficiente para confirmar o diagnóstico de hepatite C crônica? Explique: Não. A confirmação deve ser feita pela determinação qualitativa do RNA do VHC. 11. Com relação ao padrão de apresentação dos marcadores sorológicos da hepatite B, cite qual é a situação clínica dos casos abaixo: a. HBsAg positivo – Anti-HBc IgG positivo, Anti-HBc IgM negativo, Anti-HBe positivo, Anti-HBs negativo. Carga viral (HBV DNA) indetectável ou em baixa concentração – transaminases normais: Hepatite B crônica – fase não replicativa b. HBsAg negativo – Anti-HBC IgG negativo – Anti-HBC IgM negativo – Anti-HBe positivo – Anti-HBs positivo: Paciente Imunizado c. HBsAg negativo – Anti-HBC IgG positivo – Anti-HBC IgM negativo – Anti-HBe positivo – Anti-HBs positivo: Paciente com contato prévio d. HBsAg positivo – Anti-HBC IgG positivoo – Anti-HBC IgM negativo – Anti-HBe negativo – Anti-HBeAg positivo – Carga viral (HBV DNA): detectável – transaminases alteradas: Hepatite B crônica – fase ativa 12. A peritonite bacteriana espontânea (PBE) é uma das infecções mais frequentes que acometem os pacientes com cirrose hepática, principalmente na sua fase descompensada. Para realização do diagnóstico de PBE realiza a paracentese. Explique, de forma sucinta, o critério diagnóstico preconizado, através da análise do liquido ascítico, para diagnóstico desta complicação. PMN maior ou igual a 250 e cultura positiva do líquido ascítico para um único agente. 13. Com relação à encefalopatia hepática (porto-sistêmica) é correto afirmar: Infecção bacteriana, distúrbio hidroeletrolítico, uso de BZD, sangramento digestivo e constipação intestinal são alguns dos fatores desencadeantes de encefalopatia hepática. 14. Com relação à hemorragia digestiva varicosa é INCORRETO afirmar: O uso de ATBCO no episódio de hemorragia varicosa em pacientes com cirrose hepática só está indicado em casos de infecção bacteriana associada. O objetivo primordial do tto do episódio agudo da hemorragia digestiva varicosa é manter a perfusão tecidual. Dessa maneira, reposição volêmica com SF a 0,9% e concentrado de hemácias faz parte do tto adequado nesta fase. Betabloqueadores devem ser iniciados nos pacientes cirróticos que apresentam varizes esofágicas de médio e grosso calibre, diminuindo assim o risco de sangramento digestivo varicoso. Nos pacientes cirróticos que já apresentam um episódio de sangramento digestivo devido à ruptura de varizes esofágicas, a associação de beta bloqueador com sessões de ligadura elástica das varizes (LEVE) é o método de escolha para a profilaxia secundária de sangramento. 15. Na investigação inicial de um paciente com ascite, a paracentese é um procedimento essencial para se buscar a etiologia do acúmulo de líquido na cavidade peritoneal. Dessa maneira é correto: O tratamento da ascite nos pacientes com cirrose hepática consiste na neutralização da retenção de sódio e água, proporcionando balanço corporal negativo de sódio. 16. Com relação à insuficiência renal no cirrótico, assinale a correta: O uso de albumina humana em pacientes com cirrose hepática avançada (Child-Pugh C) e peritonite bacteriana espontânea pode prevenir a evolução para síndrome hepatorrenal. 17. 25 anos, compareceu PS com queixa de náuseas, dor HD. Recebeu dose única de HB há 4 anos. AST 300, ALT 780, BT 3,2, HBsAg -, Anti HBc IgG -, AntiHbs Ag +, AntiHBa IgM + DX? Imunizado ou contato com o vírus no passado para hepatite B. Hepatite viral aguda por Hepatite A. 18. Os primeiros sintomas de hepatite viral aguda são geralmente inespecíficos. Cite 5 desses sintomas. Mal-estar, astenia, anorexia, náuseas, vômitos, diarreia, artralgia, mialgia, tosse, cefaleia, dor abdominal. 19. Quais sintomas caracterizam a insuficiência hepática com hepatite aguda. Cite pelo menos 4. Icterícia, colúria, acolia, encefalopatia 20. Quais as formas possíveis de transmissão de Hepatite C? Exposição a sangue, transfusão, hemoderivados, ocupacional, lâmina de barbear, respingo. 21. A partir do dx de hepatite C, é importante pesquisar outros vírus. Se eles não forem positivos, qual a medida tomar? Vacinar. 22. Em um paciente com ascite, como diagnosticar a hipertensão portal? Punção abdominal com GASA. GASA >1.1. 23. Quais as formas de apresentação clínica do paciente com hepatite crônica B? Maioria assintomático, fadiga, náusea, fraqueza, anorexia; ↑transaminases; cirrose, hepatite, hipertensão portal; hepatocarcinoma. Exame físico: hepatomegalia, sensibilidade de palpação em HD, estigmas de hepatopatia crônica. 24. O fato de o paciente morar no norte do Brasil podia existir condição distinta dos residentes do Sul? Existem formas distintas? Sim, porque lá existe a coinfecção ou superinfecção em paciente com hepatite B pelo vírus D. Sendo que a superinfecção tem pior prognóstico do que a coinfecção. 25. Homem 56 anos com dx de cirrose, comparece a emergência com confusão mental nos últimos 3 dias. Flapping +, abdome globoso, dor a descompressão brusca. Febre. Qual DX? PBE a. O que fazer para comprovar e qual resultado se espera? Punção do líquido ascético com PMN >250/mm3 b. Quatro fatores desencadeantes de encefalopatia hepática: Hemorragia digestiva, infecção, sepse, uso de diuréticos, distúrbio HE. 26. Paciente com cirrose alcóolica e ascite. Após quadro de melena, evolui com oliguria e piora progressiva de função renal que não responde a reposição de volume. O sedimento urinário é normal. a. Qual HD? Síndrome hepatorrenal. b. Diagnóstico diferencial de Sd hepatorrenal? IR induzida por hipovolemia, necrose tubular aguda, IR induzida por infecção, nefropatia parenquimatosa, nefrotoxicidade. 27. Qual a conduta a tomar com paciente hepatopata com o quadro de hematêmese volumosa? Abordagem inicial multiprofissional, UTI, ABC, cuidar com VAS principalmente se tem redução do sensório, pegar veia periférica, reposição de volume, não aumentar muito a pressão. Estabilidade hemodinâmica, drogas vasoativas, ATB e depois EDA, quando estiver estável. 28. Escreva de forma esquemática a fisiopatologia da hipertensão portal. Resistencia intra-hepática, aumento do fluxo → HP → circulação colateral portossistemica: angiogênese, aumento de fluxo para veias esofágicas → varizes; shunt → encefalopatia; vasodilatação periférica → ↓volume arterial efetivo, ↓resistência vascular periférica, ↓PA → ativação sistema RAA/SNS: retenção de agua e sódio → ↑volemia, ↑DC, ascite, edema; vasoconstricção renal → Sd. Hepatorrenal. CIRÚRGICA MAURÍCIO ✔ COLECISTITE AGUDA ACALCULOSA COM COMPLICAÇÃO (GANGRENA) → leucograma >15000/mm³, plastrão palpável, isquemia e necrose da parede, compressão ou obstrução dos vasos da VB → GRAU II – CA MODERADA → tto: medidas gerais (dieta zero, reposição hidroeletrolítica, monitorização diurese, hemodinâmica e respiratória, atbco – ampicilina +sulbactan), CVL ELETIVA (tardia) se boa resposta clínica, CVL URGÊNCIA (precedida ou não de colecistostomia) ou COLECISTOSTOMIA (idosos, DM, imunocomprometidos).✔ Caso de FÍSTULA COLECISTO ILEAL → sem inflamação, sem leucocitose, com vesícula cheia de ar → TRIADE DE RIGLER (AEROBILIA, ILEO BILIAR, SD BOUEVERET) 1. Paciente em UTI, com COLECISTITE AGUDA CALCULOSA. Tratamento? Drenagem a beira do leito. 2. COLECISTITE ASSINTOMÁTICA – Indicações para cirurgia? Suspeita/risco de malignidade (cálculo + pólipo >1cm, VB em porcelana, grupos étnicos, cálculos >3cm), colelítiase assintomática, transplantados, doenças hemolíticas crônicas. 3. Paciente fez COLECISTECTOMIA HÁ 30 ANOS, com sinais de colestase, CÁLCULOS MARRONS no colédoco. Tratamento? Anastomose bilio-digestiva. 4. Mulher 36 anos, hígida, dor lombar, medico pediu US, veio Colecistolitíase Assintomática, tem cálculo no ureter e na vesícula. a. Fatores de Risco e qual tipo de pedra? Mulher, multípara. Provável pedra de colesterol. b. Explique a Fisiopatologia da colecistolitíase assintomática. O estrogênio e a HMG-COA Redutase aumentam a chance de se formarem cristais na vesícula devido ao aumento de colesterol livre na bile. Com a participação da mucina, há um reforço na ligação entre as moléculas de colesterol e cristais vizinhos para a formação dos cálculos. c. Porque não operar? Custo, risco cirúrgico, 80% dos pacientes não vão ter sintomas para o resto da vida. 5. Paciente com anemia falciforme, cálculos na vesícula, são cálculos pretos, desde nova recebe transfusões. Agora com dor em hipocôndrio D. Tem colúria. Laboratório GGT e FA bastante alterado, BT 6,5, alargamento de TAP, PCR normal, Leucócitos normais, amilase e lipase normal. USG: dilatação VVBB + calculo. a. Qual a principal hipótese diagnostica? Coledocolitiase b. Qual exame diagnóstico solicitar? Colangiografia ou Colangio RM. c. Qual a terapêutica ideal? Reposição hidroeletrolítica, ATBCO, Vitamina K parenteral, SNG, dieta zero para então fazer a remoção completa dos cálculos (CPRE com retirada de cálculo das VVBB e colecistectomia vídeo laparoscópica). 6. Agora essa paciente tem um quadro com febre, e leucocitose com desvio à esquerda, aumento de TGO e TGP, FA e GGT elevados, BT elevada, RNI começa a diminuir, e PCR eleva. a. Diagnóstico? Colangite Aguda b. Tratamento? Antibioticoterapia (ampicilina + subactran), vitamina K, reposição volêmica, monitorização da diurese e sinais vitais, se possível antecipar o procedimento endoscópico. Caso não evolua bem com o tratamento clínico, fazer cirurgia para drenagem biliar de urgência. c. Explicar a diminuição do RNI. Houve diminuição do RNI pela administração parenteral de vitamina K realizada anteriormente. Ela foi captada pelos hepatócitos e ativou fatores de coagulação → via extrínseca da coagulação → TAP entre 70-100% e diminuíram RNI (0,8-1,2). 7. Essencialmente existem quatro condições que geram aerobilia, quais? Fístula entre a vesícula biliar e uma víscera digestiva, colecistite enfisematosa, esfíncter de Oddi incompetente, anastomose bilio-digestivas 8. 53 anos, história de colecistolitíase assintomática há 6 anos, há 2 semanas passa a apresentar quadro de dor epigástrica em hipocôndrio direito, há 16 horas procurou a emergência, é diabética, LOC BEG, Murphy +, Leucócitos com desvio à esquerda e PCR elevada, TGO e TGP pouco alteradas, GGT e FA normais. RNI normal, Lipase normal, Amilase normal. a. Diagnóstico? Colecistite Aguda b. Qual exame de imagem para confirmar? USG c. Alterações da USG? Espessamento da parede (>5mm) com halo hipoecoico, coleção liquida pericolecítica, Murphy ultrassonográfico, calculo encravado na VB, presença de debris ou gás. d. Terapêutica? Antibiótico, hidratação, reposição hidroeletrolítica, monitorização da diurese, monitorização hemodinâmica e respiratória. Se necessário, operar o mais rápido possível, pode ter complicações. RUSSI 1. Paciente de 60 anos há dois anos recebendo medicações para distúrbios de comportamento, é submetida à TC do abdome para investigação de dor abdominal hipogástrica, tipo cólica, que alivia com antiespasmódicos. O achado é uma lesão bem delimitada, nodular de 1,5cm localizada na causa do pâncreas, sem outras alterações. Na história patológica pregressa constatou-se também que a paciente apresentava tontura e que, certa ocasião, por essa tontura, foi ao PS e medicado com glicose IV com melhora desse sintoma. Nada mais se encontrou de significante na história. Diante do descrito, assinale a alternativa correta: A principal hipótese é de insulinoma e a dosagem do peptídeo C sérico estando elevada praticamente confirma o diagnóstico. 2. No ambulatório, um paciente de 62 anos lhe conta que vem apresentando dor abdominal de intensidade moderada à forte, contínua e está com os olhos amarelos e emagreceu de maneira acentuada nos últimos três meses, precedendo (este emagrecimento) o início da dor. Relata também que é tabagista desde os 20 anos. Diante do descrito assinale a alternativa correta: Trata-se, provavelmente, de adenocarcinoma ductal de cabeça do pâncreas e a icterícia é consequente à compressão/invasão do colédoco distal. 3. Chega no seu consultório um paciente tabagista com 70 anos, queixando-se de lombalgia há 4 meses e com emagrecimento de 15kg em 3 meses, além de história de tromboflebite nos MMII há 10 dias, fato este que vem ocorrendo com alguma frequência em ambos os MMII. Trabalhou no caixa de Banco por 35 anos. Assinale a correta em relação a conduta a ser tomada: Solicitar TC de abdome. 4. Em relação aos tumores endócrinos do pâncreas é correto afirmar: O eritema necrolítico migratório é um achado no EF de portadores de glucagonoma. 5. 70 anos tabagista, emagrecimento há 5 meses, sem dor, TC - tumor de cabeça de pâncreas e dilatação do colédoco e Wirsung, aumento da pressão da vesícula biliar a. HD? Tumor de cabeça de pâncreas. b. Quais Exames Laboratoriais pedir? Fosfatase Alcalina, Gama GT, Bilirrubina sérica total, AST, ALT (Pouco Elevadas) TAP alargado. c. VERDADEIRO - FALSO sobre o caso clínico V Dilatação do wirsung e vias biliares, é fortemente indicativo de neoplasia malígna F Pensa-se primeiramente (icterícia) em metástase hepática F A dilatação do wirsung descarta neoplasia V A distensão da vesícula biliar foi causada pela obstrução do duto cístico V ...? 6. 70 anos, emagrecimento, dor lombar sem alívio com analgésico, tabagista, único dado que chamou atenção no exame físico foi o emagrecimento, TC: tumor de cauda de pâncreas. Carcinoma de células ducais e tratamento é pancreatectomia parcial. 7. Tumor de pâncreas exócrino pode ser uma massa compressiva, qual o fator de risco é mais importante? Tabagismo 8. Sobre o GIST assinalar: Diagnóstico com imunocitoquímica. 9. Tríade de Whipple – Insulinoma: Níveis glicêmicos séricos ≤ 50mg/dl Sintomas e sinais compatíveis com hipoglicemia Reversão dos sintomas com administração de glicose Sobre semiologia: Linfonodo supra clavicular esquerdo é sinal de malignidade → Gânglio de Virchow Linfadenopatia peri-umbilical → Nódulo da Irmã Mary Joseph Metástases na pelve (peri-retal) → Prateleira de Blumer Tromboflebite migratória → sinal de Trousseau Vesícula palpável e indolor → Sinal de Courvoisier-Terrier JAIRO 1. Paciente sexo masculino, 58 anos, portador de cirrose compensada (Child A) consultou no ambulatório com queixas de dor abdominal no quandrante superior direito, perda de peso em torno de mais ou menos 15kg nos últimos 45 dias. No exame físico foi constatado abdome globoso, massa palpável no HD e macicez móvel. a. Qual deve ser a principal hipótese diagnóstica? Carcinoma hepatocelular b. Qual ou quais exames de laboratório solicitar para que se possa esclarecer o diagnóstico? Alfa fetoproteína c. Qual exame de imagem solicitar? Tomografia computadorizada do abdome d. Dependendo do estágio da doença qual tratamento realizar visando a cura? Estágio A: A1: ressecção; A2,3,4: transplante B: Tratamento paliativo C: Estudo experimental D: Tratamento sintomático 2. Paciente portadora de cirrose hepática foi atendida na emergência com hematêmese. Ao exame físico apresentava palidez e hipotensãopostural. Responda as questões abaixo: a. Além das medidas de suporte imediatos, qual exame realizar para esclarecer a causa da hematêmese? Deve-se realizar uma Endoscopia digestiva alta (EDA) b. No caso, se a causa dor de roptura das varizes esofágicas, qual conduta tomar? Ligadura das artérias (LEVE) ou escleroterapia via endoscópica. Além disso devem ser administradas drogas vasoativas para vasoconstricção desses vasos, como terlipressiva ou somatostatina, mais hidratação, volume, monitorização... c. Como não houve resposta satisfatória com a conduta tomada a paciente foi transferida para UTI. Mesmo com as medidas de suporte, qual procedimento deve ser realizado? Deve ser feito tamponamento com balão esôfago gástrico (Sengstaken Blackmore) d. Diversas condutas podem ser realizadas, porém não são realizadas de urgência. Depois de o paciente ser estabilizado, cite cinco condutas cirúrgicas que podem ser feitas até que o paciente possa realizar um transplante hepático. Derivação porto sistêmicas: término lateral, enxerto em H mesentérico-cava, derivação porto cava látero-lateral, derivação esplenorrenal distal e proximal, TIPS (derivação porto sistêmica transjugular intra-hepática) 3. Com relação aos abscessos hepáticos piogênicos (AHP) podemos observar que geralmente eles são secundários a outro foco de infecção, portanto o quadro clínico depende da causa básica, da evolução do próprio abscesso hepático e do desenvolvimento de suas complicações. Em relação a este tema, responda: a. Cite os sintomas frequentes encontrados no AHP. Febre em picos, dor HD, calafrios e sudorese noturna, náuseas e vômitos, icterícia b. Quais os exames laboratoriais que devemos solicitar? Hemograma, leucograma, AST/ALT, VHS, FA, GGT, albumina, bilirrubinas, ureia, creatinina. c. Qual exame de imagem é mais especifico para diagnosticar AHP e por quê? O exame mais preciso é a tomografia computadorizada de abdome porque ela detecta abscessos de 0,5cm. d. Cite 4 vias de infecção nos casos de AHP. Sistema ductal biliar (colangite ascendente), artéria hepática, veia porta, extensão direta do fígado. 4. Paciente do sexo masculino, 34 anos, 24h após ingestão ilibada de bebida alcóolica deu entrada na emergência com quadro de dor abdominal localizada em epigástrio e flancos, acompanhada de náuseas e vômitos. Abdome tenso com dor a palpação superficial e profunda no epigástrio e mesogástrio. Nega episódio semelhante anteriormente. Nega azia, plenitude pós-prandial, desconforto ou dor epigástrica em outras ocasiões. O diagnóstico clínico, a princípio, é abdômen agudo inflamatório cuja causa é compatível com pancreatite aguda. a. Quais exames laboratoriais e de imagens devemos solicitar visando se a causa de abdômen agudo é por pancreatite aguda? Amilase, lipase, glicemia, hemograma, bilirrubinas, cálcio, AST, USG de abdômen. b. No caso em questão, a etiologia do abdômen agudo foi confirmada. Qual o tratamento deve ser instituído inicialmente? Medidas gerais como monitorização dos sinais vitais, reposição volêmica (hidratação com cristaloides ou SF), analgesia, nutrição (jejum na chegada), ATBCO se necrose infectada. c. Apesar do tratamento inicial ser aplicado, o paciente não evolui satisfatoriamente e teve que ser transferido para UTI. Qual exame realizar para avaliar a evolução e o prognóstico de Balthazar? TC de abdômen. d. Quando se indica o tratamento cirúrgico (aberto ou por videolaparoscopia) e quais procedimentos devem ser realizados, optando por um outro, respectivamente? Indicado tratamento cirúrgico para tratar fator etiológico, prevenção da progressão da pancreatite, tto da necrose pancreática (necrosectomia), tto das complicações tardias. Se o fator etiológico for litíase biliar, pode ser feita uma colecistectomia VL após a evolução da PA. A necrosectomia pode ser realizada por laparotomia para curetagem da necrose. Os pseudocistos retrogástricos faz cirurgia aberta e os não retrogástricos e localizados na cauda faz anastomose colecistojejunal. 5. Quando está indicada a CPRE nos casos de PA? Quando PA + colestase ou colangite. Precisa drenar para não evoluir com infecção e sepse. 6. Com referência aos pacientes portadores de COLANGIOCARCINOMA, responda: a. Os tumores são classificados são classificados em subgrupos. Qual a localização do tumor denominado tumor de Klatskin? Na junção dos ductos hepáticos. b. Qual o tratamento cirúrgico está indicado no paciente portador de tumor de Klatskin na classificação de Bismuth tipo I (pode fazer o desenho esquemático). Ressecção hepática com drenagem de ducto biliar: tira parte do fígado, liga artérias e veias, procura canalículo dilatado que não esteja ligado com o tumor e faz anastomose hepatojejunal com uma alça em Y. Por dentro do canalículo coloca um dreno multifenestrado atravessando o ducto, vai até a parede do fígado e sai na parede abdominal para drenar e lavar. Com essa lavagem vai sair bile, depois pode retirar o cateter (fazer raio X antes de tirar). A anastomose vai cicatrizar e vai ser feito um novo caminho. 7. Cite dois exames de imagem que auxiliam no diagnóstico do colangiocarcinoma? CPRE, CRM, CTPH. 8. Mulher, 37anos, portadora de colecistolitíase há 2 anos, consulta na emergência com forte dor abdominal de forte intensidade localizada em andar superior de abdome, ao EF. Apresentava-se anictérica, desidratada, PA de 110x60 FC 90. a. Qual a Hipótese Diagnóstica/risco? Pancreatite aguda biliar b. Exames solicitar na emergência? Rx de pé e deitado, hemograma, lipase, amilase, parcial de urina, glicemia, bilirrubinas, cálcio, AST. c. Na hipótese dessa paciente desenvolver Pancreatite Aguda Biliar quando devemos pedir CPRE? Somente se houver obstrução – colangite ou colestase. 9. Nos casos de Pancreatite que evoluem em necrose pancreática com formação de abcessos, que não tem resposta clínica ao tratamento, o que fazer? Tratamento cirúrgico com laparotomia e mucosectomia. 10. Quando tem pseudo cisto na cabeça do pâncreas que obstrui o duodeno qual tratamento deve ser feito? Jejunocistoanastomose. 11. 62 anos, masculino, hematêmese em grande quantidade, abdome globoso, mucosa descorada, PA 100x50, etilista longa data. a. Que conduta deve ser constituída inicialmente nesse paciente? Hidratação, volume, tipagem sanguínea. b. Qual o exame de emergência para descobrir a causa da hemorragia? Endoscopia digestiva alta com ligadura elástica ou escleroterapia. c. Na hipótese de não haver efetividade nos tratamentos anteriores o que fazer? Tamponamento com balão. d. Cite quatro procedimentos cirúrgicos para hipertensão portal : Derivações porto-cava término-lateral, mesentérico-cava com prótese, porto-cava com prótese e porto-cava látero-lateral. 12. 75 anos, homem operado há 30 dias por apresentar CAC, tinha a síndrome de mirizzi, foi realizado colecistectomia e drenagem, com dreno de kher, o qual ainda está presente. Há uma semana vem apresentando febre, dor em hipocôndrio direito e sudorese noturna. Ao EF apresenta hepatomegalia dolorosa. a. Qual a Principal HD? Abcesso hepático b. Qual o tratamento realizar? Se forem microabcessos – antibioticoterapia, se forem abcessos confluentes – drenar e por punção.