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Compilado de Provas de Gastro (1)

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Questões resolvidas

Paciente submetido há 4 meses a gastrectomia parcial por GIST volumoso que obstruía o canal pilórico, vem apresentando há 3 semanas quadro pós-prandial de fraqueza, tontura, palpitações, cefaleia, dor abdominal e diarreia. Diante deste quadro e considerando a principal hipótese diagnóstica, indique qual medida, entre as abaixo, NÃO deve ser instituída no tratamento:
Piloroplastia
Y Roux com alça alimentar longa
Derivação gastrojejunal em Y de Roux
Billroth 1
Billroth 2

Homem de 63 anos submetido a gastrectomia subtotal por neoplasia há 8 anos vem apresentando vômitos biliosos e epigastralgia nos últimos 2 meses. A EDA evidenciou anastomose gastrointestinal com lesão ulcerada e importante refluxo biliar. Neste contexto, qual tipo de reconstrução pós-gastrectomia é mais provável que tenha sido feita?

Sobre este caso, é importante para esta paciente realizar biopsia para saber/avaliar a infecção por H pylori?
NÃO, não é necessário biopsiar, pois a gastrite nodular é sinal patognomônico da presença do H pylori
NÃO, a lesão é provavelmente secundária ao uso de AINE e não é necessário avaliar o H pylori.
SIM, porque principalmente nesta paciente deve ser o Hpylori implicado na gênese da úlcera e não o AINE, já que tem gastrite nodular associada.
SIM, porque a gastrite nodular, padrão endoscópico da infecção pelo H pylori, resulta da formação de agregados linfóides que protegem a mucosa gástrica das lesões pelos AINE.
SIM, porque a presença do H pylori associado ao uso de AINE, é fator associado à complicação, principalmente em pacientes mais idosos.

Sobre este caso, qual é a importância do seguimento desta paciente após seu tratamento clínico medicamentoso inicial e como deve ser realizado?

Quais são as principais características que fazem o diagnóstico da Gastrite Crônica Autoimune?

Qual é o tratamento cirúrgico de escolha para o paciente com acalasia em fase inicial?
Enfincterectomia lateral interna
Esofagectomia transhiatal + fundoplicatura
Esofagocardiomiotomia + fundoplicatura
Esofagectomia transtorácica

Qual é o tratamento cirúrgico de escolha para o paciente com acalasia em fase inicial?

Explique a fisiopatologia do divertículo de Zenker.

Qual a diferença entre cirurgia bariátrica e cirurgia metabólica? Explique.

Quais são as 3 principais complicações de úlcera péptica? (mais de uma alternativa correta)

Qual é a localização mais comum da perfuração por úlcera péptica?

Homem de 60 anos diabético e cardiopata foi encaminhado ao gastroenterologista devido a alterações nos exames realizados pelo clínico geral, que estão apresentados abaixo.
Qual é a principal hipótese diagnóstica deste paciente? Você solicitaria outros exames complementares para confirmar a sua hipótese diagnóstica? Se a resposta for sim, cite estes exames.

Mulher de 70 anos sem comorbidades significativas, durante investigação de desconforto epigástrico identificou em uma USG uma lesão cística na cabeça do pâncreas medindo 3 cm. Em tomografia computadorizada a lesão tinha característica microcística com padrão em favo de mel, com calcificação central. A lesão não provocava obstrução nem de porção intrapancreática do colédoco nem do ducto pancreático principal.
Qual o diagnóstico mais provável? É necessária biópsia confirmatória? Qual a conduta a ser tomada nesta paciente?

Mulher de 40 anos sem comorbidades significativas, durante investigação de desconforto epigástrico identificou em uma USG uma lesão cística no corpo do pâncreas medindo 3 cm. Em tomografia computadorizada a lesão tinha característica macrocística com septações grosseiras, com calcificações periféricas. O pâncreas distal a lesão é atrófico.
Qual o diagnóstico mais provável? É necessária biópsia confirmatória? Qual a conduta a ser tomada nesta paciente?

A Síndrome de Gilbert provoca níveis elevados de bilirrubina indireta, devido à redução da função de conjugação pela enzima UDP-glucoronosiltransferase no hepatócito, como consequência à mutação genética.
Verdadeiro
Falso

Paciente com pancreatite aguda grave (necrotizante). Em uma semana de evolução de doença, apresenta-se afebril, porém com leucocitose de 20000. Na tomografia, apresenta pequenos focos de necrose do pâncreas. Qual a melhor conduta?

Mulher de 27 anos, gestante de 28 semanas, em seus exames de pré-natal recebeu o diagnóstico de positividade para o AgHbs.
Qual conduta deve ser tomada para esta gestante? E para seu bebê?

Material
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Questões resolvidas

Paciente submetido há 4 meses a gastrectomia parcial por GIST volumoso que obstruía o canal pilórico, vem apresentando há 3 semanas quadro pós-prandial de fraqueza, tontura, palpitações, cefaleia, dor abdominal e diarreia. Diante deste quadro e considerando a principal hipótese diagnóstica, indique qual medida, entre as abaixo, NÃO deve ser instituída no tratamento:
Piloroplastia
Y Roux com alça alimentar longa
Derivação gastrojejunal em Y de Roux
Billroth 1
Billroth 2

Homem de 63 anos submetido a gastrectomia subtotal por neoplasia há 8 anos vem apresentando vômitos biliosos e epigastralgia nos últimos 2 meses. A EDA evidenciou anastomose gastrointestinal com lesão ulcerada e importante refluxo biliar. Neste contexto, qual tipo de reconstrução pós-gastrectomia é mais provável que tenha sido feita?

Sobre este caso, é importante para esta paciente realizar biopsia para saber/avaliar a infecção por H pylori?
NÃO, não é necessário biopsiar, pois a gastrite nodular é sinal patognomônico da presença do H pylori
NÃO, a lesão é provavelmente secundária ao uso de AINE e não é necessário avaliar o H pylori.
SIM, porque principalmente nesta paciente deve ser o Hpylori implicado na gênese da úlcera e não o AINE, já que tem gastrite nodular associada.
SIM, porque a gastrite nodular, padrão endoscópico da infecção pelo H pylori, resulta da formação de agregados linfóides que protegem a mucosa gástrica das lesões pelos AINE.
SIM, porque a presença do H pylori associado ao uso de AINE, é fator associado à complicação, principalmente em pacientes mais idosos.

Sobre este caso, qual é a importância do seguimento desta paciente após seu tratamento clínico medicamentoso inicial e como deve ser realizado?

Quais são as principais características que fazem o diagnóstico da Gastrite Crônica Autoimune?

Qual é o tratamento cirúrgico de escolha para o paciente com acalasia em fase inicial?
Enfincterectomia lateral interna
Esofagectomia transhiatal + fundoplicatura
Esofagocardiomiotomia + fundoplicatura
Esofagectomia transtorácica

Qual é o tratamento cirúrgico de escolha para o paciente com acalasia em fase inicial?

Explique a fisiopatologia do divertículo de Zenker.

Qual a diferença entre cirurgia bariátrica e cirurgia metabólica? Explique.

Quais são as 3 principais complicações de úlcera péptica? (mais de uma alternativa correta)

Qual é a localização mais comum da perfuração por úlcera péptica?

Homem de 60 anos diabético e cardiopata foi encaminhado ao gastroenterologista devido a alterações nos exames realizados pelo clínico geral, que estão apresentados abaixo.
Qual é a principal hipótese diagnóstica deste paciente? Você solicitaria outros exames complementares para confirmar a sua hipótese diagnóstica? Se a resposta for sim, cite estes exames.

Mulher de 70 anos sem comorbidades significativas, durante investigação de desconforto epigástrico identificou em uma USG uma lesão cística na cabeça do pâncreas medindo 3 cm. Em tomografia computadorizada a lesão tinha característica microcística com padrão em favo de mel, com calcificação central. A lesão não provocava obstrução nem de porção intrapancreática do colédoco nem do ducto pancreático principal.
Qual o diagnóstico mais provável? É necessária biópsia confirmatória? Qual a conduta a ser tomada nesta paciente?

Mulher de 40 anos sem comorbidades significativas, durante investigação de desconforto epigástrico identificou em uma USG uma lesão cística no corpo do pâncreas medindo 3 cm. Em tomografia computadorizada a lesão tinha característica macrocística com septações grosseiras, com calcificações periféricas. O pâncreas distal a lesão é atrófico.
Qual o diagnóstico mais provável? É necessária biópsia confirmatória? Qual a conduta a ser tomada nesta paciente?

A Síndrome de Gilbert provoca níveis elevados de bilirrubina indireta, devido à redução da função de conjugação pela enzima UDP-glucoronosiltransferase no hepatócito, como consequência à mutação genética.
Verdadeiro
Falso

Paciente com pancreatite aguda grave (necrotizante). Em uma semana de evolução de doença, apresenta-se afebril, porém com leucocitose de 20000. Na tomografia, apresenta pequenos focos de necrose do pâncreas. Qual a melhor conduta?

Mulher de 27 anos, gestante de 28 semanas, em seus exames de pré-natal recebeu o diagnóstico de positividade para o AgHbs.
Qual conduta deve ser tomada para esta gestante? E para seu bebê?

Prévia do material em texto

09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vie… 1/41
1a Prova Teórica - Sistema Digestivo
2021_1
Total de pontos 383.5/415
Esta avaliação é individual e tem por objetivo verificar a sua capacitação no 
desenvolvimento das habilidades previstas nesta Unidade de Aprendizagem. 
Neste processo de avaliação NÃO É PERMITIDA CONSULTA. Sua resolução deve ser 
autônoma. 
Sendo assim, suas respostas serão comparadas com as dos outros alunos da disciplina e 
serão interpretadas como CONSULTA em caso de semelhanças evidentes, o que resultará 
em PERDA DE PONTUAÇÃO, DE NOTA E ATÉ MESMO DE TODA A PROVA. 
Acreditamos na sua capacidade, na sua postura ética e no seu entendimento do grau de 
responsabilidade que a profissão médica requer. 
“Caráter é aquilo que você é quando ninguém está te olhando” Epicuro (341 – 270 AC) 
ATENÇÃO: QUESTÕES OBJETIVAS TÊM PESO 5, QUESTÕES DISCURSIVAS TÊM PESO 15 E 
QUESTÕES DE ASSOCIAÇÃO TÊM PESO 1 PARA CADA LINHA. 
TEMPO TOTAL DA PROVA: 3 HORAS - DAS 08H00 ÀS 11H00. VOCÊ TEM 15 MINUTOS ALÉM 
DESTE TEMPO DESTINADOS APENAS PARA ENVIAR O SEU FORMULÁRIO DE PROVA. NÃO 
UTILIZE ESTE TEMPO PARA A RESOLUÇÃO DE QUESTÕES, APENAS PARA SALVAR E 
ENVIAR. NENHUM FORMULÁRIO SERÁ RECEBIDO APÓS AS 11H15. 
POR SEGURANÇA, SALVEM UMA CÓPIA EM PDF ANTES DO ENVIO!! NENHUMA PROVA 
SERÁ ACEITA SE NÃO ESTIVER NO FORMATO DO PRÓPRIO FORMULÁRIO OU EM PDF!! NÃO 
SERÃO ACEITAS CAPTURAS DE TELA NEM FOTOGRAFIAS OU VÍDEOS DE CELULAR. 
Não corra risco e não perca tempo pesquisando respostas no seu material, na internet ou 
com seus colegas. Isso não está autorizado e poderá lhe dar a impressão de que o tempo 
de prova não foi suficiente. O tempo de duração desta prova foi estimado considerando que 
todas as suas respostas serão baseadas exclusivamente nos seus conhecimentos e no seu 
foco nesta prova apenas. 
Em caso de dúvidas, estamos à disposição para atendimento individual em sala virtual 
concomitante via Zoom com o ID 862 9758 7064. O link está disponibilizado no mural do 
EVA. 
BOM TRABALHO E UMA ÓTIMA PROVA!
09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vie… 2/41
E-mail *
marianabareta@gmail.com
0 de 0 pontos
Mariana Bareta Gonçalves
3476
3477
SIM
QUESTÕES 383.5 de 415 pontos
Mariana Bareta Gonçalves
Qual é o seu nome completo? *
Qual é a sua turma? *
Li e compreendi o texto do cabeçalho da prova, e me comprometo a seguir os
passos e regras estipulados. *
Qual é o seu nome completo? (Informe novamente) *
09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vie… 3/41
13/15
Dieta gordurosa (alimentos fritos), líquidos gasosos (refrigerantes), alimentos e 
medicamentos que relaxam EEI (café, chocolate, pimenta, clonazepan, cigarro), horário de 
alimentação (noturna), tabagista, vida estressante e ocupada, sobrepeso (IMC 30,9), mulher 
multigesta e hérnia hiatal.
Feedback individual
Gestação neste caso não entra, pois ela somente iniciou com sintomas de DRGE mais de
um ano após a última gestação.
(Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta
prova) Mulher de 36 anos apresenta queimação retroesternal pós-
prandial há 18 meses, pior com alimentos fritos, refrigerantes,
chocolate e pimenta, de ocorrência até 5 vezes por semana, e aliviada
com uso irregular de hidróxido de alumínio líquido. Eventualmente,
também refere regurgitação e sufocação noturnas (durante o sono),
principalmente quando janta mais tarde. Fuma uma carteira de
cigarros por dia há 18 anos. Sedentária. G2C2, última gestação há 3
anos. É empresária e viaja frequentemente. Por conta disso tem uma
alimentação irregular. Toma 7 “cafezinhos” por dia, em média. O exame
físico é normal. Pesa 98 kg e mede 1,78 m. Diariamente toma 88 mcg
de levotiroxina para tratamento de hipotireoidismo, 50 mg de
hidroclorotiazida para hipertensão arterial, 20 mg de sinvastatina para
hipercolesterolemia e 0,5 mg de clonazepan para insônia. Todas
comorbidades estão bem controladas com o uso dos medicamentos.
EDA solicitada por um colega e feita há 2 semanas tem a seguinte
conclusão: hiperemia e algumas erosões não confluentes em três
pregas do esôfago distal; junção esôfago-gástrica localizada 2 cm
acima do pinçamento diafragmático. Diante dos dados acima você já
pode concluir o diagnóstico desta paciente. Indique claramente
TODOS os fatores de risco que esta paciente apresenta para esta
doença. ESPECIFIQUE.
09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vie… 4/41
15/15
A - Não há necessidade de exames complementares, pois primeiro deve-se tentar 
tratamento com IBP e a EDA já relatou esofagite erosiva. B - Sim, pelo fato de relatar 
sintomas noturnos.
(Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta
prova) Mulher de 36 anos apresenta queimação retroesternal pós-
prandial há 18 meses, pior com alimentos fritos, refrigerantes,
chocolate e pimenta, de ocorrência até 5 vezes por semana, e aliviada
com uso irregular de hidróxido de alumínio líquido. Eventualmente,
também refere regurgitação e sufocação noturnas (durante o sono),
principalmente quando janta mais tarde. Faz uso eventual de
clonazepan para dormir. Fuma uma carteira de cigarros por dia há 18
anos. Sedentária. G2C2, última gestação há 3 anos. É empresária e
viaja frequentemente. Por conta disso tem uma alimentação irregular.
Toma 7 “cafezinhos” por dia, em média. O exame físico é normal. Pesa
98 kg e mede 1,82 m. Diariamente toma 88 mcg de levotiroxina para
tratamento de hipotireoidismo, 50 mg de hidroclorotiazida para
hipertensão arterial e 20 mg de sinvastatina para hipercolesterolemia.
Todas comorbidades estão bem controladas com o uso dos
medicamentos. EDA solicitada por um colega e feita há 2 semanas tem
a seguinte conclusão: hiperemia e algumas erosões não confluentes
em três pregas do esôfago distal; junção esôfago-gástrica localizada 2
cm acima do pinçamento diafragmático. Sobre este caso, responda às
duas perguntas seguintes: A - Há necessidade de mais algum exame
complementar? Se houver, indique qual ou quais. B - Foi correta a
indicação de EDA por parte do colega médico? Justifique.
09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vie… 5/41
7/8
Ressecção endoscópica
Lanzoprazol 60 mg / dia
Mucosectomia endoscópica
Esofagectomia
Esofagocardiomiotomia (Heller) com fundoplicatura
Esofagogastrofundoplicatura
Dilatação endoscópica
Esomeprazol 40 mg / dia
Resposta correta
Dilatação endoscópica
Lanzoprazol 60 mg / dia
Esofagogastrofundoplicatura
Homem de 38 anos com quadro de azia e regurgitação há 7 anos, em uso
irregular de IBP e com EDA de 3 anos atrás mostrando esofagite grau III
(SM) procura seu gastro com queixa de disfagia baixa para sólidos. A
nova investigação por exames de imagem está demonstrada abaixo. A
área apontada pelas setas foi biopsiada e não demonstrou
comprometimento neoplásico. Qual é a terapia preferencial neste caso?
(mais de uma opção pode estar correta)
09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vie… 6/41
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10/10
Gastrectomia
Gastropexia
Esofagocardiomiotomia
Redução herniária
Hiatotomia
Hiatoplastia
Esofagogastrofundoplicatura
(Este caso é apresentadonovamente em mais uma questão nesta
prova) Mulher de 47 anos relata história antiga de dor torácica e de
disfagia intermitente e lentamente progressiva (> 5 anos). Resolve
procurar a emergência, onde é submetida ao exame abaixo. Diante das
imagens, o médico plantonista a encaminha para a realização de uma
EDA que vem com a seguinte conclusão: Segmento de fundo gástrico
localizado acima do pinçamento diafragmático, JEG tópica, sem
outras alterações. Paciente sem comorbidades e em boas condições
clínicas. Nega qualquer outro sintoma gastroenterológico. A paciente é
submetida a tratamento cirúrgico. Quais procedimentos devem ter
sido feitos durante a cirurgia desta paciente? (você pode assinalar
mais de uma alternativa)
09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vie… 8/41
Gastroplastia
Piloroplastia
Vagotomia
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15/15
Pode ocorrer reaparecimento da disfagia por recidiva da hérnia devido a sua compressão 
no esôfago ou obstrução mecânica por fundoplicatura muito apertada, pois dificulta a 
progressão do alimento.
(Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta
prova) Mulher de 47 anos relata história antiga de dor torácica e de
disfagia intermitente e lentamente progressiva (> 5 anos). Resolve
procurar a emergência, onde é submetida ao exame abaixo. Diante das
imagens, o médico plantonista a encaminha para a realização de uma
EDA que vem com a seguinte conclusão: Segmento de fundo gástrico
localizado acima do pinçamento diafragmático, JEG tópica, sem
outras alterações. Paciente sem comorbidades e em boas condições
clínicas. Nega qualquer outro sintoma gastroenterológico. A paciente é
submetida a tratamento cirúrgico. O relato do cirurgião é de que a
cirurgia foi bastante trabalhosa, mas que pode ser executada
completamente. A paciente segue estritamente as recomendações
dietéticas e comportamentais pós-operatórias, e ao longo do 1o mês
após a cirurgia sente-se melhor da disfagia e da dor torácica. Ao final
deste período, à medida que progride para a dieta de consistência
sólida, volta a referir disfagia, que persiste até o 4o mês PO, sempre
para alimentos sólidos. Diante desta evolução PO, procura novamente
o cirurgião. Apresente duas causas que podem explicar o
reaparecimento de disfagia neste caso. EXPLIQUE.
09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 10/41
Observe as radiografias abaixo e marque quando houver correspondência entre
os achados identificados em cada imagem e os itens listados:
09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1
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Respostas corretas
Imagem
A
Imagem
B
Imagem
C
Imagem
D
Imagem
E
Imagem
F
Pontuação
VOLVO
GÁSTRICO
1/1
ACALASIA 1/1
HÉRNIA
HIATAL TIPO
I EXCLUSIVA
1/1
ESPASMO
ESOFAGIANO
DIFUSO
1/1
DIVERTÍCULO
DE ESÔFAGO
1/1
NEOPLASIA
DO ESÔFAGO
1/1
HÉRNIA
HIATAL
MISTA
0.5/1
VOLVO
GÁSTRICO
ACALASIA
HÉRNIA
HIATAL TIPO
I EXCLUSIVA
ESPASMO
ESOFAGIANO
DIFUSO
DIVERTÍCULO
DE ESÔFAGO
NEOPLASIA
DO ESÔFAGO
HÉRNIA
HIATAL
MISTA
Imagem A Imagem B Imagem C Imagem D Imagem E Imagem F
HÉRNIA
HIATAL
MISTA
HÉRNIA
HIATAL
MISTA
09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 12/41
5/5
A pHmetria esofágica de 24 horas é o exame indicado para o diagnóstico da DRGE
em pacientes com sintomas típicos e achados endoscópicos de esofagite
A realização de biópsias esofágicas deve ser rotineira quando a EDA for normal,
visando detectar esofagite microscópica
A EDA é o primeiro exame na investigação DRGE, avalia a presença e a gravidade
da esofagite e permite biópsias dirigidas, se necessário
A manometria esofágica é excelente método diagnóstico em casos suspeitos da
DRGE com EDA normal
Sobre o diagnóstico da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE),
assinale a opção CORRETA:
09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 13/41
0/5Entre as cirurgias ilustradas abaixo, em qual delas é esperado um maior
efeito incretínico?
09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 14/41
Cirurgia A
Cirurgia B
Cirurgia C
Cirurgia D
Cirurgia E
Resposta correta
Cirurgia A
5/5
Reduzir o número de refeições
Evitar a ingestão de líquidos durante a refeição
Deitar-se após as refeições
Ingerir menores quantidades de alimento a cada refeição
Evitar ou reduzir o consumo de carboidratos
Paciente submetido há 4 meses a gastrectomia parcial por GIST
volumoso que obstruía o canal pilórico, vem apresentando há 3 semanas
quadro pós-prandial de fraqueza, tontura, palpitações, cefaleia, dor
abdominal e diarreia. Diante deste quadro e considerando a principal
hipótese diagnóstica, indique qual medida, entre as abaixo, NÃO deve
ser instituída no tratamento:
09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 15/41
5/5
Piloroplastia
Y Roux com alça alimentar longa
Derivação gastrojejunal em Y de Roux
Billroth 1
Billroth 2
Homem de 63 anos submetido a gastrectomia subtotal por neoplasia há
8 anos vem apresentando vômitos biliosos e epigastralgia nos últimos 2
meses. A EDA evidenciou anastomose gastrointestinal com lesão
ulcerada e importante refluxo biliar. Neste contexto, qual tipo de
reconstrução pós-gastrectomia é mais provável que tenha sido feita?
09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 16/41
5/5
NÃO, não é necessário biopsiar, pois a gastrite nodular é sinal patognomônico da
presença do H pylori
NÃO, a lesão é provavelmente secundária ao uso de AINE e não é necessário avaliar
o H pylori.
SIM, porque principalmente nesta paciente deve ser o Hpylori implicado na gênese
da úlcera e não o AINE, já que tem gastrite nodular associada.
SIM, porque a gastrite nodular, padrão endoscópico da infecção pelo H pylori, resulta
da formação de agregados linfóides que protegem a mucosa gástrica das lesões
pelos AINE.
SIM, porque a presença do H pylori associado ao uso de AINE, é fator associado
à complicação, principalmente em pacientes mais idosos.
(Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta prova)
ANM, feminina, 67 anos, compareceu na emergência do hospital Celso
Ramos, com história de dor abdominal em epigástrio e HCD, de
moderada a forte intensidade, que piorava com alimentação, com início
há cerca de 15 dias. Negava sangramentos. Ao exame estava em BEG,
lúcida, orientada, hipocorada. Apresentava hipotensão postural: PA
110/80 mmHg deitada e 90/60 mmHg sentada. FC 92 bpm em ambas as
posições. O Abdome era depressível, doloroso em HCD, sem
peritonismo, sem visceromegalias, RHA presentes e normais.
Hemograma de entrada revelava: Hb 8, Ht 24, VCM 98, leucócitos 9650
(bastões 4, segmentados 86,8%) plaquetas 350 mil. Seis horas após a
internação, a paciente evoluiu com hemorragia digestiva alta manifesta
por hematêmese e instabilidade hemodinâmica, sendo transferida para a
reanimação. Ao ser indagada referiu o uso de AINES. Foi realizada
estabilização hemodinâmica e solicitada EDA que revelou: Pangastritenodular e lesões ulceradas de aspecto péptico, uma gástrica de canal
pilórico e outra em parede anterior de bulbo, uma delas com estigma de
sangramento recente. (Forrest IIc e IIa). Sobre este caso, é importante
para esta paciente realizar biopsia para saber/avaliar a infecção por H
pylori?
09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1
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10/15
É importante manter a paciente sob observação por 24h, dar seguimento com uma nova 
EDA em 4 a 8 semanas para verificar se houve a correta cicatrização e também verificar a 
benignidade.
Feedback individual
É importante realizar endoscopia de controle para acompanhar a cicatrização desta lesão
ulcerada gástrica, bem como a realização de biopsias para excluir neoplasia e a
erradicação de Hpylori, se presente. Como foi explicitado na pergunta, já houve o
tratamento clínico inicial
(Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta
prova) ANM, feminina, 67 anos, compareceu na emergência do
hospital Celso Ramos, com história de dor abdominal em epigástrio e
HCD, de moderada a forte intensidade, que piorava com alimentação,
com início há cerca de 15 dias. Negava sangramentos. Ao exame
estava em BEG, lúcida, orientada, hipocorada. Apresentava hipotensão
postural: PA 110/80 mmHg deitada e 90/60 mmHg sentada. FC 92 bpm
em ambas as posições. O Abdome era depressível, doloroso em HCD,
sem peritonismo, sem visceromegalias, RHA presentes e normais.
Hemograma de entrada revelava: Hb 8, Ht 24, VCM 98, leucócitos 9650
(bastões 4, segmentados 86,8%) plaquetas 350 mil. Seis horas após a
internação, a paciente evoluiu com hemorragia digestiva alta
manifesta por hematêmese e instabilidade hemodinâmica, sendo
transferida para a reanimação. Ao ser indagada referiu o uso de AINES.
Foi realizada estabilização hemodinâmica e solicitada EDA que revelou:
Pangastrite nodular e lesões ulceradas de aspecto péptico, uma
gástrica de canal pilórico e outra em parede anterior de bulbo, uma
delas com estigma de sangramento recente. (Forrest IIc e IIa). Sobre
este caso, qual é a importância do seguimento desta paciente após
seu tratamento clínico medicamentoso inicial e como deve ser
realizado?
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5/5
Bicarbonato, pepsina, fosfolipídios, proliferação celular
Tônus Vagal, H pylori, massa de células parietais, H pylori
Muco, gastrina, prostaglandinas, fluxo sanguíneo
Resistência Vascular, fluxo sanguíneo, massa de células parietais, prostaglandinas
Resistência vascular, prostaglandinas, muco, leucócitos
5/5
A gastrite tem pouquíssima correlação entre a sintomatologia, os achados
endoscópicos e os achados anatomopatológicos.
Diferentemente do quadro agudo, os pacientes com gastrite crônica, não tem
sintomas.
Quanto mais tempo de gastrite maior é a tolerância à sintomatologia.
A cronicidade das gastrites faz com que o paciente seja muito sintomático,
necessitando de tratamento com inibidores de bomba de prótons por tempo
indeterminado
A gastrite crônica relacionada ao Helicobacter pylori costuma ser mais sintomática
que as outras formas de gastrite, já que mais de 70% dos pacientes, principalmente
em países em desenvolvimento, apresentam a infecção desde os 5 anos de vida
A doença ulcerosa péptica ocorre quando há um desequilíbrio entre os
fatores protetores e agressivos da mucosa gastrointestinal. Assinale a
alternativa que apresenta somente fatores protetores desta mucosa:
Com relação à sintomatologia apresentada na vigência das gastrites
crônicas é importante esclarecer:
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0/5
Na gastrite viral o agente mais comum é o Herpes vírus.
Em países desenvolvidos a gastrite granulomatosa tem maior associação com
quadros infecciosos
São causas de gastrite aguda hemorrágica o choque hipovolêmico, o estresse,
isquemia, álcool, AINE, congestão crônica, queimaduras, cirurgias
Na gastrite associada ao Hpylori a sintomatologia depende da distribuição do
mesmo no estômago.
A gastrite eosinofílica pode cursar com sintomas de diminuição do esvaziamento
gástrico.
Resposta correta
A gastrite eosinofílica pode cursar com sintomas de diminuição do esvaziamento
gástrico.
15/15
As principais características que fazem o diagnóstico são a presença de anticorpos anti 
células parietais e anti fator intrínseco. Em razão disso, ocorre a hipocloridria por atrofia 
das células parietais, redução do fator intrínseco com possível consequente anemia 
perniciosa e hipergastrinemia em razão do feedback negativo sem resposta apropriada.
Feedback individual
perfeito
Considerando as diversas formas de Gastrite, assinale a alternativa
CORRETA:
Quais são as principais características que fazem o diagnóstico da
Gastrite Crônica Autoimune?
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15/15
Videofluoroscopia da deglutição
15/15
Síndrome Dispéptica, eu solicitaria EDA pois a paciente possui mais de 55 anos, com 
emagrecimento e vômitos.
Paciente do sexo masculino, 80 anos, diabético e cardiopata.
Diagnóstico de Doença de Parkinson há 2 anos. Familiares relatam que
o paciente iniciou há 8 meses com quadro de tosse, engasgos e
escape bucal de alimentos durante e logo após as refeições.
Apresentou 3 episódios de broncopneumonia nos últimos 6 meses.
Paciente não apresentou vômitos, pirose, regurgitação, dor precordial
e abdominal. Ao exame físico, o paciente apresenta sinais vitais
estáveis, emagrecido, cooperativo e comunicativo, porém observa-se
desorientação no tempo e espaço. Com relação ao quadro clínico
acima e baseando-se nas fases da deglutição, qual é o exame
complementar que confirmará o distúrbio do trato digestivo deste
paciente?
Mulher de 65 anos refere epigastralgia do tipo queimação, plenitude
pós-prandial e saciedade precoce que iniciaram há 6 meses. Relata
emagrecimento de 4 quilos e alguns episódios de vômitos neste
período. Nega disfagia, pirose, regurgitação e alteração do hábito
intestinal. Não apresenta história familiar de câncer do trato
gastrointestinal. Nega comorbidades e uso de medicações. Qual é o
diagnóstico sindrômico da paciente? Baseando-se na história clínica,
você iniciaria tratamento empírico ou solicitaria exames
complementares? Explique corretamente a sua resposta.
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5/5
Neoplasia precoce do esôfago, ultrassom endoscópico
Acalasia, manometria esofágica
Monilíase esofágica, biópsia endoscópica
Doença do refluxo gastroesofágico, impedanciometria esofágica
Esofagite eosinofílica, biópsia endoscópica
5/5
Ausência do relaxamento do esfíncter esofageano inferior em resposta à
deglutição e ausência ou redução das contrações do corpo do esôfago.
Ausência do relaxamento do esfíncter esofageano superior em resposta à
deglutição associado ao aumento na frequência das ondas peristálticas no corpo
esofageano.
Ausência do relaxamento do esfíncter esofageano inferior em resposta à deglutição
e elevação da pressão intraesofágica após a deglutição.
Aumento na frequência e amplitude das ondas peristálticas esofageanas e ausência
do relaxamento do esfíncter esofageano inferior.
Incoordenação das ondas peristálticas esofageanas com aumento do relaxamento
do esfíncter esofageano inferior.
Homem de 25 anos refere disfagia para sólidos, vômitos, pirose e
desconforto retroesternal há 1 ano. Relata ter asma brônquica. A EDA
mostrou edema,sulcos longitudinais, exsudatos esbranquiçados e
retrações anulares da mucosa esofágica. A pHmetria esofágica tem
laudo normal. Assinale a alternativa CORRETA em relação à hipótese
diagnóstica mais provável e a conduta mais apropriada:
Os achados da manometria esofágica nos pacientes portadores de
acalasia são:
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5/5
Devemos solicitar endoscopia digestiva alta devido a grande possibilidade de se
tratar de dispepsia orgânica.
Na abordagem terapêutica, é fundamental estabelecer uma boa relação médico-
paciente para obter uma melhora da resposta do tratamento desta comorbidade.
Considerando o sintoma de intolerância com os alimentos gordurosos, devemos
solicitar ultrassonografia do abdome superior, pois o paciente apresenta alta
probabilidade de ser portador de colecistopatia crônica calculosa.
Este paciente deve ter uma doença ulcerosa péptica, H. pylori positivo, devido ao
longo tempo de sintomas.
A principal hipótese diagnóstica neste caso é gastrite crônica.
Paciente do sexo masculino, 35 anos, relata episódios intermitentes de
plenitude pós-prandial, saciedade precoce, eructações e dor epigástrica
nos últimos 2 anos. Os sintomas relacionam-se com alimentos
gordurosos e condimentados. Nega emagrecimento, alteração do hábito
intestinal e história familiar de câncer gástrico. Nega comorbidades, uso
de medicações e cirurgias prévias. Com relação ao quadro clínico, é
CORRETO:
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5/5
Exames complementares, como endoscopia digestiva alta, podem ser realizados, na
ausência de resposta terapêutica, após o tratamento empírico inicial.
Tratamento empírico com inibidores de bomba de próton e procinéticos, como
terapia medicamentosa inicial pode ser iniciado.
Hipersensibilidade visceral e distúrbios motores gástricos, como hipocontratilidade
antral e relaxamento inadequado do fundo gástrico são mecanismos
fisiopatogênicos propostos para explicar o quadro clínico deste paciente.
Gastrite crônica é a principal hipótese diagnóstica deste paciente e endoscopia
digestiva alta com pesquisa de Helicobacter pylori deve ser realizada.
5/5
Esofagectomia transhiatal + fundoplicatura
Esofagectomia transtorácica
Esofagocardiomiotomia + fundoplicatura
Enfincterectomia lateral interna
Paciente do sexo masculino, 40 anos, relata dor epigástrica em
queimação, plenitude pós-prandial, saciedade precoce e eructações, em
média, 3 episódios por semana, nos últimos 8 meses. Nega
emagrecimento, alteração do hábito intestinal e história familiar de
câncer gástrico. Com relação ao quadro clínico, é INCORRETO afirmar:
Qual é o tratamento cirúrgico de escolha para o paciente com acalasia
em fase inicial?
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5/5
Virchow
Perda da bolha gástrica
Bico de pássaro
Sinal do Navio
15/15
Perda de peso, disfagia e regurgitação
15/15
O divertículo de Zenker acontece pelo aumento da pressão intraluminal do esôfago durante 
a deglutição, com incoordenação do seu funcionamento e dificuldade de relaxamento. A 
alta pressão provoca a saculação/divertículo no triangulo de Killian, que tem maior 
fragilidade.
Qual é a imagem clássica da acalasia no esofagograma baritado?
Cite os sinais e sintomas que formam a tríade clássica da acalasia.
Explique a fisiopatologia do divertículo de Zenker
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5/5
O tipo histológico pela classificação de Lauren é do tipo intestinal
Por ter uma evolução clínica de apenas 2 meses favorece a ser um câncer gástrico
precoce
O diagnóstico provável é o de um tumor de Krukenberg
Para a confirmação diagnóstica há necessidade de realização de imuno-
histoquímica
Para ser doença considerada em estágio metastático haverá necessidade de
confirmação anatomopatológica do nódulo em região supraclavicular
12/15
A - Dieta zero e TC de tórax e de abdome; B - Radiografia simples em região cervical (AP e 
perfil), tórax (PA e perfil) e abdome (em pé e deitado) para decidir conduta/seguimento.
Feedback individual
CONDUTA INICIAL 
A - Jejum, hidratação endovenosa, analgesia e sintomáticos 
B - Radiogra�a de tórax
Homem de 35 anos chega ao ambulatório com epigastralgia persistente
e perda de 10 kg em 2 meses. Relatou aparecimento em região supra
clavicular esquerda de um nódulo endurecido e indolor com crescimento
progressivo. Na sequência foi confirmado diagnóstico de
adenocarcinoma gástrico com células em anel de sinete em região
antral, não obstrutivo. Assinale a alternativa CORRETA referente a este
caso clínico:
Responda de maneira clara e objetiva, qual deve ser a conduta inicial
para as seguintes situações? A - Lesão esofágica por ingestão de
ácido muriático, B - Disfagia após ingestão acidental de osso de
frango:
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5/5
Ressecção cirúrgica + imunoterapia
Imunoterapia
Quimioterapia e ou radioterapia
Erradicação do H. pylori
Ressecção cirúrgica
5/5
Broncospia
Tomografia computadorizada de região cervical, tórax e abdome
Ecoendoscopia digestiva alta
Radiografia contrastada de esôfago, estômago e duodeno
Endoscopia digestiva alta
Em relação ao tratamento considerado curativo para linfoma gástrico do
tipo grande células localizado, assinale a alternativa que apresente a
modalidade adequada preferencial:
Homem de 23 anos chega ao setor de emergência acompanhado de
familiares com história de ingestão intencional de produto de limpeza
específico para pisos e azulejos que, posteriormente foi identificado em
sua fórmula o composto de soda cáustica, cerca de 30 minutos antes.
Refere importante queimação ao nível da região anterior cervical baixa e
retroesternal acompanhado de náuseas intensas. Ao exame físico não
apresenta disfonia, estridor laríngeo nem enfisema subcutâneo. Assinale
a alternativa CORRETA frente ao exame de imagem a ser inicialmente
solicitado no setor de emergência:
Hemograma e TC são os primeiros exames
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5/5
Moeda de R$ 0,50 em paciente de 15 anos / bateria de relógio em paciente de 05
anos
Peça de LegoR com 2,0 cm de diâmetro em paciente de 30 anos / osso de costela
de porco produzindo sialorreia em paciente de 20 anos
Bateria de relógio em paciente de 05 anos / aparelho dentário com superfície
pontiaguda em paciente de 18 anos
Agulha de costura medindo 10 cm de comprimento em paciente de 70 anos / peça
de LegoR com 1,0 cm de diâmetro em paciente de 30 anos
Moeda de R$ 0,50 em paciente de 15 anos / aparelho dentário com superfície
pontiaguda em paciente de 18 anos
15/15
Leiomioma, GIST, Lipoma
Em relação aos corpos estranhos do esôfago, assinale a alternativa em
que ambos os objetos indiquem a realização de EDA em caráter de
urgência:
Paciente de 59 anos, masculino, com queixas dispépticas vagas e
emagrecimento de 10 kg no último mês, foi submetido a EDA, cujo
laudo foi: "...lesão de aspecto subepitelial localizada na parede anterior
da pequena curvatura, medindo em torno de 5,0 cm no maior
diâmetro, com preservação da mucosa sobreposta. Sugere-se a
realização de ecoendoscopia com biopsia para melhor esclarecimento
diagnóstico". Apresente os três principais diagnósticosdiferenciais:
Objetos cortantes, pontiagudos, tóxicos (baterias, pilhas) ou com dimensões maiores que 5 cm x 2 cm
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5/5
A ausência de serosa não interfere a extensão local do tumor.
Tumores que invadem a submucosa geralmente não apresentam comprometimento
linfonodal e devem ser ressecados por via endoscópica.
Nenhuma das outras alternativas está correta
35% do carcinoma espinocelular do esôfago é encontrado em seu terço proximal
O aumento da incidência de adenocarcinoma de esôfago está relacionado ao
esôfago de Barrett e a doença do refluxo gastroesofágico.
5/5
No esôfago de Barrett com displasia de alto grau sempre está indicada a
esofagectomia.
Nenhuma das outras alternativas está correta
O exame de escolha para melhor avaliar a profundida do tumor na parede do
órgão é a ultrassonografia endoscópica.
A invasão tumoral vista à broncoscopia não contraindica a ressecção cirúrgica, na
maioria das vezes
Em nosso meio, o principal tipo histológico é o adenocarcinoma.
Sobre o câncer de esôfago, é CORRETO afirmar:
Em relação à neoplasia de esôfago, pode-se afirmar:
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5/5
Jejuno proximal
Intestino grosso
Duodeno
Estômago
Intestino delgado
5/5
O imatinibe é um inibidor seletivo das tirosinaquinases e deve ser utilizado como
forma de complementação terapêutica em casos selecionados
O antígeno CD34 pode ser útil no diagnóstico do GIST
Não há necessidade de linfadenectomia na maioria das vezes em gastrectomias
devido a GIST
Quanto menor o número de mitoses por campo, pior o prognóstico do GIST
O c-kit é o marcador mais importante para o diagnóstico do GIST
Homem de 47 anos, tabagista, etilista, realizou EDA devido a queixas de
disfagia que evidenciou uma massa tumoral em terço médio de esôfago.
O resultado anatomopatológico conclui tratar-se de um carcinoma
espinocelular. Foi optado por neoadjuvância seguida de esofagectomia.
Em relação à cirurgia, a reconstrução do trânsito gastrointestinal é
realizada preferencialmente por qual órgão?
Sobre os GISTS, pode-se afirmar, EXCETO:
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0/5
Gastrectomia total e reconstrução em Y-Roux com linfadenectomia a D II
Biópsia seguia de gastrectomia subtotal e reconstrução em Y-Roux com
linfadenectomia a DII
Ressecção endoscópica
Gastrectomia segmentar videolaparoscópica sem linfadenectomia
Gastrectomia subtotal e reconstrução em Y-Roux com linfadenectomia a DI
Resposta correta
Gastrectomia segmentar videolaparoscópica sem linfadenectomia
15/15
Estômago
Mulher de 36 anos realizou EDA que evidenciou uma lesão extra mucosa
em região de corpo, próximo a grande curvatura gástrica de cerca de 4
cm. Em estadiamento verificou-se lesão com planos de clivagem e sem
relação anatômica com estruturas nobres, permitindo sua ressecção
cirúrgica. Em relação ao tratamento, qual a melhor das alternativas
seguintes?
GISTs podem ocorrer em todo trato gastrointestinal. Sua localização
infere melhor ou pior prognóstico. Qual o órgão cuja localização infere
um prognóstico melhor?
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5/5
Malignização
Terebração
Hemorragia
Perfuração
Obstrução
15/15
Apesar de se tratar da mesma técnica cirúrgica, a diferença entre cirurgia metabólica e 
bariátrica é a intenção do tratamento. A primeira trata as alterações metabólicas, como 
resistência a insulina, e a segunda é mais focada em tratar a obesidade e suas 
comorbidades.
5/5
Fundo gástrico
Incisura angular
Pré-pilórica
Bulbo duodenal
Segunda porção duodeno
Quais são as 3 principais complicações de úlcera péptica? (mais de uma
alternativa correta)
Qual a diferença entre cirurgia bariátrica e cirurgia metabólica?
Explique.
Qual é a localização mais comum da perfuração por úlcera péptica?
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5/5
Curling
Dielafoy
Cushing
Boerhaave
Mallory-Weiss
5/5
Indicação de cirurgia bariátrica somente se apresentar comorbidades associadas
Tem com certeza indicação de cirurgia bariátrica
Nenhuma das outras alternativas está correta
Pode ser considerado um superobeso
Não tem indicação de cirurgia bariátrica
A gastrite relacionada com o estresse caracteriza-se pelo aparecimento
de erosões superficiais múltiplas de todo o estômago, mais comumente
na região do corpo gástrico. Quando a ulceração por estresse é
associada a queimaduras importantes, essas lesões são denominadas
úlceras de:
Paciente 36 anos hipertenso, em uso de losartana, comparece ao
ambulatório de cirurgia bariátrica com desejo de ser submetida à
cirurgia para redução de estômago. Seu peso é 110 kg e sua altura é de
1,80 m. Sobre este caso pode-se afirmar:
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5/5
Trata-se de uma lesão avançada, mas com um bom prognóstico por ser uma lesão
pequena
Este tipo de lesão sugere uma úlcera péptica que teve evolução para câncer
Trata-se de uma lesão precoce e com bom prognóstico numa paciente com anemia
perniciosa.
Um exame de laparoscopia deve ser realizado para estadiamento considerando
a possibilidade de carcinomatose peritoneal
A possibilidade desta paciente ter uma lesão localizada é muito alta, o que melhora
o prognóstico, por ser jovem
Uma paciente de 37 anos apresenta epigastralgia há 4 meses com
emagrecimento de 6 kg no período. Antecedentes de anemia perniciosa.
Ao exame físico apresenta-se desnutrida e com mucosa hipocoradas.
Traz uma EDA que mostra uma lesão tipo superficial tipo 0-III escavada
de aproximadamente 2,5 cm localizada em corpo gástrico, cuja biópsia
mostra um adenocarcinoma do tipo indiferenciado. Foi realizada um
estadiamento por ecoendocopia, a lesão mostra comprometimento até a
muscular, não foram observados gânglios. Tomografia computadorizada
do abdome normal. Assinale a alternativa VERDADEIRA:
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5/5
Os IPB nos protegem dos AINES por inibição da cicloxigenase
Podem estar associados com infecções entéricas em pacientes
imunodeprimidos ou doentes crônicos em ambiente hospitalar
As complicações do uso de AINES podem ser prevenidas principalmente como o
uso contínuo de sucralfato, sendo indicados na prática clínica para a maioria dos
pacientes
Os IBP por períodos prolongados como nos pacientes com esôfago de Barrett
podem ser causa de câncer
Os pacientes que vão fazer uso de IBPs, na prática clínica devem realizar
densitometria óssea
5/5
Um paciente submetido a um exame de PHmetria por sintomas de pirose, com EDA
normal, e índice de sintomas negativo fecha o diagnóstico de espasmo difuso do
esôfago.
Existe correlação clínica entre os achados da endoscopia e as manifestações
clínicas, por isso é considerado o melhor exame para avaliar a DRGE
Os pacientes com manifestações atípicas, entre elas as respiratórias, podem
apresentar exame de EDA normal, o que justifica se indicar exames para avaliar a
motilidade da orofaringe.
A combinação do refluxo alcalino com refluxo ácido é considerada mais lesiva
na mucosa esofágica.
Sobreos inibidores de bomba de prótons (IBP), assinale a afirmativa
VERDADEIRA:
Sobre a avaliação clínica e as orientações nos pacientes com Doença de
Refluxo Gastroesofágico (DRGE), assinale a alternativa VERDADEIRA:
09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 35/41
5/5
Os alginatos podem ser usados no controle do refluxo alcalino
Os bloqueadores H2 como a Ranitidina são drogas sem efeito carcinogênico e
seguras, podendo ser utilizadas por períodos longos e melhor eficiência para tratar a
úlcera péptica, que os IBP
Na fisiopatologia da DRGE, a presença da bolsa gástrica pode estar relacionada nas
manifestações clínicas e o uso do sucralfato pode prevenir
A domperidona tem uma eficiência superior aos bloqueadores H2 no controle da
secreção ácida
Na fase intestinal da secreção gástrica um dos mecanismos de controle e a
produção do peptídeo YY, que inibe a acetilcolina e estimula a produção de
somatostatina, sendo então importante o uso das drogas bloqueadoras da
acetilcolina
Sobre o tema FISIOLOGIA GÁSTRICA E DROGAS, assinale a alternativa
VERDADEIRA:
09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 36/41
0/5
Pode apresentar risco alto de carcinomatose peritoneal
Trata-se de uma lesão muito grande e deve ser submetido a uma gastrectomia total
Deveria ter realizado exames de prevenção com 40 anos de idade
Deveria ser submetido a tratamento endoscópico
A USG endoscópica (ecoendoscopia) mostra uma lesão tipo T1a e o risco de
disseminação linfática é alto
Resposta correta
Deveria ser submetido a tratamento endoscópico
Um homem de 55 anos apresenta-se com plenitude pós-prandial e às
vezes náuseas há 2 meses. Tabagista, etilista, diabético e cardiopata. Pai
com história de câncer gástrico. Ao exame físico em bom estado
nutricional. Traz uma EDA que mostra uma lesão superficial do tipo O-IIa
(plana) localizada no antro gástrico de aproximadamente 5 cm cuja
biópsia mostra um adenocarcinoma do tipo diferenciado. A
ecoendoscopia mostra que a lesão está localizada na mucosa.
Tomografia computadorizada apresenta-se normal. Quanto a este
paciente, assinale a alternativa VERDADEIRA:
09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 37/41
5/5
Considerando que o paciente é assintomático, os controles endoscópicos devem
ser feitos em intervalos de 3 a 5 anos
Os AINES e a aspirina podem estar associados a risco alto de neoplasias do trato
gastrointestinal
Os achados observados neste caso justificam controles endoscópicos anuais
O tratamento do H.pylori vai melhorar a metaplasia intestinal e pode regredir
5/5
Nitrosamidas presentes nos alimentos como os embutidos
História prévia de anemia perniciosa
História prévia de cirurgia gástrica do tipo gastroplastia
História prévia de adenomas gástricos
Hábitos alimentares como o excesso de sal e defumados
Irmão de paciente com diagnóstico recente de adenocarcinoma gástrico
foi informado da necessidade de realizar exames de prevenção. Tem
história de HAS e de ter tido um infarto. Faz uso de Aspirina um
comprimido ao dia por causa dos antecedentes pessoais. Bom estado
nutricional. Não apresenta sintomas. Fez uma EDA que se apresenta com
áreas suspeitas de metaplasia intestinal em corpo e antro, com atrofia
em corpo gástrico. A biópsia mostra metaplasia intestinal incompleta em
corpo e atrofia severa em antro e corpo. Realizada a pesquisa de H.pylori
foi positiva. O paciente foi orientado a erradicar a bactéria e realizar
controles. Quanto a este paciente, assinale a alternativa VERDADEIRA:
Em relação ao câncer gástrico, existem outros fatores de risco ou
condições predisponentes. Sobre este tema, assinale a alternativa
FALSA:
09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 38/41
5/5
A lesão é pequena e com risco de disseminação linfática
Um tratamento endoscópico seria indicado pelos dados da história clínica
O tipo histológico deste tumor é provável que seja um adenocarcinoma
Trata-se uma lesão superficial associada ao Helicobacter pylori
A lesão esofágica pode ser uma metástase da neoplasia de laringe tratada
previamente
Uma paciente com antecedentes de tabagismo de 20 anos e etilismo foi
submetida a exames de prevenção. O paciente apresenta sintomas
esporádicos de pirose. Antecedentes de úlcera péptica, foi tratada do
Helicobacter pylori 2 vezes, câncer de laringe há 2 anos tratada com
Radioterapia e Quimioterapia. Bom estado nutricional. Sem antecedentes
familiares. Realizado uma EDA que mostra uma lesão superficial do tipo
0-IIb em esôfago médio, de apenas 1 cm lugol negativa. Foram realizadas
biópsias que mostram um câncer. Realizado um estadiamento a lesão
encontra-se localizada até a submucosa. Quanto a este paciente assinale
a alternativa VERDADEIRA:
09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyMf3XI2ah29362RcNeIgQ7MrKjbwWQOOmbKB7V5Z4ZxAYSA/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&vi… 39/41
5/5
Trata-se de uma lesão do tipo Borrmann IV
Os dados da história sugerem um bom prognóstico
Os antecedentes pessoais estão relacionados neste caso a um carcinoma
escamocelular
Apresenta-se com risco baixo da lesão estar disseminada
Um PET scan permitiria avaliar principalmente a disseminação linfática ou
metástase
Um paciente de 58 anos, com antecedentes de úlcera péptica apresenta
sintomas de refluxo há 7 anos. O paciente relata disfagia para sólidos há
2 meses e emagrecimento de 3kg em 2 meses. Ao exame físico
apresenta-se com obesidade grau II e anemia nas mucosas, presença de
um gânglio supraclavicular. Abdome normal. Realizada um exame de
endoscopia mostra uma lesão ulcerada e infiltrativa comprometendo 60
% do diâmetro do esôfago distal e uma hérnia hiatal por deslizamento de
2 cm.Quanto a este paciente, assinale o conceito VERDADEIRO:
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5/5
Os sintomas de DRGE nos pacientes com obesidade podem estar associados
uma hipotonia do esfíncter esofágico inferior e aumento dos relaxamentos
transitórios do esfíncter esofágico inferior
O risco de adenocarcinoma poderia estar associado aos antecedentes e deveria ter
realizado exames de controle pelo menos cada 4 anos
Deveria ter feito um tratamento cirúrgico há 5 anos, uma vez que o risco de evolução
para o câncer diminui nos pacientes operados
Deveria tomar omeprazol 40 mg duas vezes por dia por 6 meses e realizar um novo
controle endoscópico
5/5
A pesquisa do antígeno fecal não é considerada um teste invasivo
O exame do teste da urease é obtido com biópsias da mucosa gástrica
Os testes moleculares são considerados o padrão ouro para controle da
infecção
Deve ser pesquisado nos pacientes com Linfoma MALT
O teste respiratório pode ser utilizado como teste de controle da infecção
Paciente de 47 anos, raça branca consulta há 5 anos por ter sintomas de
pirose. Foi realizada uma EDA que, na época, mostrava mucosa de
Barrett num segmento de 4 cm em uso irregular de IBP, tinha melhorado
sua pirose. Ao exame físico um paciente obeso (Grau III). Há 3 meses
relata pirose diária sendo indicada uma nova endoscopia que mostra
uma lesão do tipo superficial tipo 0I-S, de 1 cm em esôfago distal e um
segmento de epitélio de Barrett de aproximadamente 7 cm. A lesão do
tipo séssil mostra uma displasia de alto grau. Quanto a este paciente,
assinale a alternativa VERDADEIRA:
Sobre conceitos e conduta sobre a infecção pelo Helicobacter pylori,assinale a alternativa FALSA:
09/05/2021 1a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2021_1
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5/5
A erradicação da bactéria não regride a metaplasia intestinal
Deve ser pesquisa e tratada nos pacientes em uso crônico de AINES
Deve ser pesquisado nos pacientes com Dispepsia e quando confirmada a infecção
deve ser tratada
Deve ser pesquisada e tratada a bactéria nos pacientes que vão fazer uso de
AINES por períodos curtos
O controle do tratamento pode ser realizado após 8 -12 semanas do tratamento
Este conteúdo não foi criado nem aprovado pelo Google. - Termos de Serviço - Política de Privacidade
Sobre os conceitos e conduta sobre a infecção pelo Helicobacter pylori,
assinale a alternativa FALSA:
 Formulários
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02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo
2021_1 - 2a PARTE
Total de pontos 302.8/371
Esta avaliação é individual e tem por objetivo verificar a sua capacitação no 
desenvolvimento das habilidades previstas nesta Unidade de Aprendizagem. 
Neste processo de avaliação NÃO É PERMITIDA CONSULTA. Sua resolução deve ser 
autônoma. 
Sendo assim, suas respostas serão comparadas com as dos outros alunos da disciplina e 
serão interpretadas como CONSULTA em caso de semelhanças evidentes, o que resultará 
em PERDA DE PONTUAÇÃO, DE NOTA E ATÉ MESMO DE TODA A PROVA. 
Acreditamos na sua capacidade, na sua postura ética e no seu entendimento do grau de 
responsabilidade que a profissão médica requer. 
“Caráter é aquilo que você é quando ninguém está te olhando” Epicuro (341 – 270 AC)
 
ATENÇÃO: QUESTÕES OBJETIVAS E DE RESPOSTA CURTA TÊM PESO 5, E QUESTÕES 
DISCURSIVAS TÊM PESO 15. QUESTÕES DE ASSOCIAÇÃO TÊM PESO 1 PARA CADA LINHA. 
 
TEMPO TOTAL DA PROVA: 170 MINUTOS - DAS 09H00 ÀS 11H50. VOCÊ TEM 10 MINUTOS 
ALÉM DESTE TEMPO DESTINADOS APENAS PARA ENVIAR O SEU FORMULÁRIO DE PROVA. 
NÃO UTILIZE ESTE TEMPO PARA A RESOLUÇÃO DE QUESTÕES, APENAS PARA ENVIAR. 
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SERÁ ACEITA SE NÃO ESTIVER NO FORMATO DO PRÓPRIO FORMULÁRIO OU EM PDF!! NÃO 
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PODE SALVAR EM PDF, CONFORME AMPLAMENTE ANUNCIADO E ESCLARECIDO, ATRAVÉS 
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Não perca tempo pesquisando respostas no seu material, na internet ou com seus colegas. 
Isso não está autorizado e poderá lhe dar a impressão de que o tempo de prova não foi 
suficiente. O tempo de duração desta prova foi estimado considerando que todas as suas 
respostas serão baseadas exclusivamente nos seus conhecimentos e no seu foco nesta 
prova apenas. 
 
Em caso de dúvidas, estamos à disposição para atendimento individual em sala virtual 
concomitante via Zoom com o ID ID da reunião: 828 5499 8362. O link está disponibilizado 
no mural do EVA. 
 
BOM TRABALHO E UMA ÓTIMA PROVA! 
 
 
ABAIXO, OS VALORES DE REFERÊNCIA PARA OS EXAMES LABORATORIAIS: 
Hematócrito (Ht): 38 a 50% 
Hemoglobina (Hb): 13 -16 g/dl 
Reticulócitos: 0,5% a 1,5% 
mailto:mauricio@unisul.br
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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E-mail *
marianabareta@gmail.com
Leucócitos: 4.000 – 11.000/mm3 
Segmentados: 45 a 75% 
Bastões: 0 a 3% 
Eosinófilos: 1 a 3% 
Linfócitos: 15 a 45% 
Monócitos: 3 a 10% 
Plaqs: 150.000 a 450.000/ mm3 
 
Glicemia: 70 – 99 mg/dl 
Creatinina: ≤1,2 mg/dl 
 
TGO (AST): ≤ 45 U/I 
TGP (ALT): ≤ 45 U/I 
Fosfatase Alcalina (FA): 40-120 U/l 
Bil Total (BT): 0,2- 1,2 mg/dl 
Bil Direta (BD): ≤ 0,4 mg/dl
Bil Indireta (BI): ≤ 0,8 mg/dl 
Gama-GT (GGT): 10 –80 U/l 
 
Amilase: 27 - 131 U/l 
Lipase: 31 - 186 U/l 
 
TAP: 70 a 100% 
RNI: 0,85 – 1,3 
Albumina: 3,5 – 5,0 g/dl 
 
PCR: 1 a 10 mg/l
CEA: < 5 ng/ml 
Ca 19-9:  < 39 U/ml 
Alfa Fetoproteína (AFP):  < 7 ng/ml 
 
Colesterol Total: < 200 
HDL: > 50 
Triglicerídeos: < 150 
Vitamina D: > 30 ng/ml 
 
Ferritina: 30 a 350 
Sat. da transferrina: 20 a 50%
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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15/15
Pancreatite aguda por coledocolitíase residual pós CVL, em razão dos níveis de amilase e 
lipase e do momento pós-cirurgico.
SIM
Mulher multípara de 46 anos procura cirurgião com queixa há 2 meses
de crises de dor contínua em HCD aproximadamente 40 minutos após
as refeições, que aliviam com antiespasmódicos. Sem comorbidades.
USG do abdome mostra inúmeros cálculos de diferentes tamanhos na
vesícula biliar. Vias biliares de calibre normal. Perfil laboratorial
hepático normal. Com este quadro, paciente é submetida a uma
colecistectomia videolaparoscópica eletiva. Tem alta 18 horas após a
cirurgia. No dia seguinte retorna à emergência com queixa de dor
abdominal e icterícia com colúria. Abaixo, os exames realizados na
readmissão. Qual é o diagnóstico? Especifique.
Li e compreendi o texto do cabeçalho da prova, e me comprometo a seguir os
passos e regras estipulados. *
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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0/5
A presença de necrose pancreática é indicação absoluta de cirurgia
O principal fator etiológico é o álcool, seguido pela causa idiopática
Nos casos de pancreatite biliar leve, a colecistectomia deve ser realizada 6 a 8
semanas após resolução do quadro devido a alta prevalência de complicações
com a cirurgia precoce
Infecção do tecido pancreático necrosado pode ser diagnosticada pela presença de
gás extraintestinal detectado na tomografia
No tratamento clínico, utiliza-se enzimas pancreáticas e corticoide
Resposta correta
Infecção do tecido pancreático necrosado pode ser diagnosticada pela presença de
gás extraintestinal detectado na tomografia
Em relação à pancreatite aguda, assinale a alternativa CORRETA
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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15/15
Ferro sérico, RM ou biópsia para verificação de impregnação hepática de ferro e pesquisa 
de mutações (C282Y e H63D)
Homem de 60 anos apresenta astenia e procurou o
gastroenterologista devido às alterações dos exames listados a seguir.
Comorbidades: diabetes mellitus e insuficiência cardíaca congestiva.
Faz uso de insulina regular e atenolol. Nega etilismo e tabagismo.
Abaixo, os exames realizados na admissão Diante deste caso clínico,
comente quais são os exames complementares que devem ser
solicitados para confirmar a principal hipótese diagnóstica do
paciente.
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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12/15
Mudança de estilo de vida: dieta hipocalórica e atividade física>150min/semana
Mulher de 50 anos procurou o médico da UBS para realização de
exames de rotina. Relatou HAS e dislipidemia, em uso de losartana
potássica, hidroclorotiazida e sinvastatina. Negou uso de álcool e
drogas ilícitas. Sedentária. Ao exame, a paciente estava lúcida e
orientada, comsinais vitais estáveis. IMC: 34,5. Abdome flácido,
indolor, sem ascite, baço não palpável, fígado palpável a 3 cm do
rebordo costal direito. Abaixo, os exames realizados na admissão. Com
relação a este caso, descreva a abordagem terapêutica mais
adequada para esta paciente.
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&… 7/48
(Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta prova) Mulher,
45 anos, chega ao pronto socorro com dor epigástrica, irradiada para dorso,
intensa, contínua, há 8 horas, associada a náuseas e vômitos. Foi solicitada
amilase = 1500U/L (<100U/L). A respeito do tratamento para este paciente,
assinale Verdadeiro ou Falso
Verdadeiro Falso Pontuação
A hidratação
endovenosa
pode ser
ajustada de
acordo com a
manutenção da
pressão arterial,
controle da
frequência
cardíaca e
diurese de 0,5 a 1
ml/Kg/h.
1/1
Inicialmente,
devido às
náuseas
importantes,
deve ser mantido
jejum oral, mas a
dieta oral poderá
ser iniciada o
mais breve
possível para a
paciente, quando
boa evolução
clínica.
1/1
Antibióticos
devem ser
prescritos para
todos os
pacientes pois
previnem as
complicações
infecciosas.
1/1
A hidratação
endovenosa com
cristaloides,
calculada para
40 ml / hora nas
0/1
A hidratação
endovenosa
pode ser
ajustada de
acordo com a
manutenção da
pressão arterial,
controle da
frequência
cardíaca e
diurese de 0,5 a 1
ml/Kg/h.
Inicialmente,
devido às
náuseas
importantes,
deve ser mantido
jejum oral, mas a
dieta oral poderá
ser iniciada o
mais breve
possível para a
paciente, quando
boa evolução
clínica.
Antibióticos
devem ser
prescritos para
todos os
pacientes pois
previnem as
complicações
infecciosas.
A hidratação
endovenosa com
cristaloides,
calculada para
40 ml / hora nas
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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Respostas corretas
24 horas
(correndo a
metade do
volume nas
primeiras 6 horas
e a outra metade
nas outras 18
horas), está
recomendada
para esta
paciente.
24 horas
(correndo a
metade do
volume nas
primeiras 6 horas
e a outra metade
nas outras 18
horas), está
recomendada
para esta
paciente.
Verdadeiro Falso
A hidratação endovenosa
com cristaloides, calculada
para 40 ml / hora nas 24
horas (correndo a metade do
volume nas primeiras 6 horas
e a outra metade nas outras
18 horas), está recomendada
para esta paciente.
A hidratação endovenosa
com cristaloides, calculada
para 40 ml / hora nas 24
horas (correndo a metade do
volume nas primeiras 6 horas
e a outra metade nas outras
18 horas), está recomendada
para esta paciente.
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0&… 9/48
Homem de 28 anos refere ocorrência de icterícia flutuante desde a infância,
desencadeada por períodos de jejum prolongados ou estresse. Nega febre, dor
abdominal ou colúria. A respeito do diagnóstico diferencial da icterícia neste
caso assinale Verdadeiro ou Falso.
Verdadeiro Falso Pontuação
A mutação no
gene UDP
glucuronil
transferase pode
levar a este
quadro e o
diagnóstico pode
ser feito a partir
do quadro clínico
e laboratorial, sem
a obrigatoriedade
do estudo
genético
0/1
A síndrome de
Gilbert se
caracteriza por
elevação da AST
de maneira mais
importante do que
a ALT
1/1
A ausência de dor
abdominal,
descarta a
possibilidade de
colestase extra
hepática
1/1
A elevação da
desidrogenase
láctica e a
presença de
anemia sugerem
hemólise
1/1
A ausência de
colúria afasta a
possibilidade de
hiperbilirrubinemia
indireta
1/1
A mutação no
gene UDP
glucuronil
transferase pode
levar a este
quadro e o
diagnóstico pode
ser feito a partir
do quadro clínico
e laboratorial, sem
a obrigatoriedade
do estudo
genético
A síndrome de
Gilbert se
caracteriza por
elevação da AST
de maneira mais
importante do que
a ALT
A ausência de dor
abdominal,
descarta a
possibilidade de
colestase extra
hepática
A elevação da
desidrogenase
láctica e a
presença de
anemia sugerem
hemólise
A ausência de
colúria afasta a
possibilidade de
hiperbilirrubinemia
indireta
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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Respostas corretas
0/5
Duodenopancreatectomia
Nenhuma das anteriores
Pancreatectomia corpo caudal
Pancreatojejunoanastomose em Y-de-Roux
Cirurgia de Frey
Resposta correta
Pancreatojejunoanastomose em Y-de-Roux
Verdadeiro Falso
A mutação no gene UDP
glucuronil transferase pode
levar a este quadro e o
diagnóstico pode ser feito a
partir do quadro clínico e
laboratorial, sem a
obrigatoriedade do estudo
genético
A mutação no gene UDP
glucuronil transferase pode
levar a este quadro e o
diagnóstico pode ser feito a
partir do quadro clínico e
laboratorial, sem a
obrigatoriedade do estudo
genético
Paciente com diagnóstico de pancreatite crônica alcoólica, dor
abdominal diária e indicação de procedimento cirúrgico. Realizou exame
de imagem que evidenciou um ducto pancreático maior que 8 mm de
diâmetro. Qual a melhor opção cirúrgica?
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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0/5
Considerando-se a história clínica e cirúrgica pregressa deve-se indicar a
pesquisa de anticorpos contra o vírus da hepatite C
Considerando os dados clínicos, laboratoriais e de imagem pode-se fazer o
diagnóstico de colangite aguda infecciosa (bacteriana)
Os cálculos identificados pelo exame de USG nas vias biliares devem ser do tipo
marrom
Em razão da história de esplenectomia em idade jovem, deve-se considerar que os
cálculos que foram retirados juntamente com a vesícula biliar eram do tipo preto
(bilirrubina)
O perfil laboratorial é típico de colestase, cuja manifestação mais típica é a icterícia
com colúria, acolia e prurido
Resposta correta
Em razão da história de esplenectomia em idade jovem, deve-se considerar que os
ál l f i d j í l bili d i
(Este caso é apresentado em mais uma questão nesta prova) Mulher de
63 anos procura o PA com dor de moderada intensidade no HCD. Refere
também icterícia e colúria há 2 semanas. Refere desconforto em
quadrante superior direito do abdome há 2 anos. Sem comorbidades.
Submetida a uma esplenectomia aos 16 anos de idade por púrpura
trombocitopênica autoimune, e a uma colecistectomia aberta por
colecistite aguda há 30 anos. Ao exame físico a paciente apresentava-se
orientada, eupneica e normotensa. Ao exame, abdome flácido, leve dor à
palpação em HCD, fígado não palpável, sem sinais de irritação peritonial.
Abaixo os exames realizados na admissão. Sobre este caso, assinale a
afirmativa INCORRETA.
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cálculos que foram retirados juntamente com a vesícula biliar eram do tipo preto
(bilirrubina)
5/5
A paciente tem hepatite C crônica e devemos iniciar o tratamento antiviral após a
realização da genotipagem viral
Não há necessidade de realizar carga viral do vírus da hepatite B, já que a paciente
tem sorologia anti-Be positivo
Deve ser buscada a detecção do RNA viral pelo método PCR
Devemos realizar 1 dose da vacina da hepatite B para avaliar a soroconversão para
anti-HBS, que por sua vez, é o anticorpo de cura da hepatite B
A paciente é portadora de hepatite B crônica em fase de replicação, pois apresenta
anti-HBe positivo
Mulher de 32 anos nega comorbidades, uso de medicamentos e álcool.
Encaminhada ao ambulatório de gastroenterologiadevido às alterações
nos exames laboratoriais abaixo. Sobre este caso, assinale a alternativa
CORRETA:
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15/15
Colangite aguda com causa mais provável sendo coledocolitíase secundária a colelitíase 
verificada no USG (calculosa)
3477 (B)
3476 (A)
(Este caso é apresentado em mais uma questão nesta prova) Mulher
saudável de 46 anos apresenta-se na emergência referindo dor em
hipocôndrio direito há 12 horas. Ao exame apresenta bom estado geral,
leve palidez cutâneo mucosa, afebril, ictérica ++/4. Boa perfusão
periférica; pulsos presentes; PA: 100/85mmHg deitada; FC de 80 bpm;
FR 16 mrm. RCR 2T; MV presente bilateralmente; Abdome plano, flácido
e levemente doloroso à palpação em quadrante superior direito, sem
sinal de Murphy, RHA +, fígado não palpável, ausência de sinais de
irritação peritonial. Abaixo, os resultados dos exames solicitados. Qual
é o diagnóstico? Especifique a causa mais provável.
Qual é a sua turma? *
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0/5
Há indicação de coleta de hemocultura e administração de antibioticoperapia
empírica para germes gram negativos
Mesmo não estando disponível o valor de RNI, pode-se entender que não há
indicação de administração de vitamina K por via parenteral
Como parte da terapêutica estaria correto realizar uma colangiopancreatografia
endoscópica retrógrada com papilotomia e drenagem nasobiliar, na dependência da
evolução clínica
Considerando-se a história cirúrgica pregressa pode-se concluir que se trata de
um caso de provável coledocolitíase primária
Há indicação de uma anastomose biliodigestiva e, considerando a altura da
obstrução, a melhor escolha seria uma cirurgia de derivação biliopancreática em Y
de Roux
Resposta correta
Há indicação de uma anastomose biliodigestiva e, considerando a altura da
b ã lh lh i i i d d i ã bili á i
(Este caso é apresentado em mais uma questão nesta prova) Mulher de
63 anos procura o PA com dor de moderada intensidade no HCD. Refere
também icterícia e colúria há 2 semanas. Refere desconforto em
quadrante superior direito do abdome há 2 anos. Sem comorbidades.
Submetida a uma esplenectomia aos 16 anos de idade por púrpura
trombocitopênica autoimune, e a uma colecistectomia aberta por
colecistite aguda há 30 anos. Ao exame físico a paciente apresentava-se
orientada, eupneica e normotensa. Ao exame, abdome flácido, leve dor à
palpação em HCD, fígado não palpável, sem sinais de irritação peritonial.
Abaixo os exames realizados na admissão. Sobre este caso, assinale a
afirmativa INCORRETA.
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obstrução, a melhor escolha seria uma cirurgia de derivação biliopancreática em Y
de Roux
0/5
Alanina aminotransferase (ALT) e aspartato aminotransferase (AST) avaliam lesão
hepatocelular, sendo que a hepatite autoimune, hepatites virais crônicas e a doença
de Wilson são as doenças que apresentam as maiores elevações dos seus níveis.
Há duas alternativas corretas nesta questão.
O tempo da protrombina (TAP) e a albumina são exames que avaliam indiretamente
a função hepática. A maioria dos pacientes com cirrose hepática apresentam
alterações nesses exames.
A gamaglutamil transferase (G-GT) é um exame sensível, porém pouco específico.
Na avaliação de doenças colestáticas, devemos solicitá-lo juntamente com a
fostatase alcalina (FA), pois este exame não tem implicância clínica quando é
utilizado isoladamente.
Nos pacientes com cirrose hepática descompensada pode haver elevação dos
níveis de bilirrubinas, sendo que a fração indireta é a responsável pela elevação das
bilirrubinas totais nesse caso.
Resposta correta
A gamaglutamil transferase (G-GT) é um exame sensível, porém pouco específico.
Na avaliação de doenças colestáticas, devemos solicitá-lo juntamente com a
fostatase alcalina (FA), pois este exame não tem implicância clínica quando é
utilizado isoladamente.
Com relação aos exames que avaliam a bioquímica hepática, assinale a
alternativa CORRETA:
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5/5
O índice de duodenopancreatectomia por patologia benigna em centros
especializados chega a 50%
A maioria dos pacientes com adenocarcinoma do pâncreas tem doença
incurável na ocasião do diagnóstico
Nenhuma das outras alternativas
Existe alternativa terapêutica potencialmente curativa além da ressecção cirúrgica
O método de imagem de escolha para o diagnóstico de tumores pancreáticos é a
ultrassonografia abdominal
5/5
Nenhuma afirmativa é verdadeira
Apenas uma afirmativa é verdadeira
Apenas duas afirmativas são verdadeiras
Apenas três afirmativas são verdadeiras
Todas afirmativas são verdadeiras
Em relação ao câncer de pâncreas, é CORRETO afirmar:
Leia atentamente as seguintes afirmativas. A respeito dessas afirmativas,
assinale a alternativa CORRETA:I. A avaliação da relação ALT/AST e da
elevação dos níveis de aminotransferases (ALT e AST) acima do limite
normal da superioridade são importantes recursos utilizados para o
diagnóstico diferencial de doenças hepáticas.II. A maioria dos pacientes
que fazem ingestão abusiva de álcool (> 80 gramas de álcool ao dia),
durante um período superior a 10 anos, evoluirão para cirrose hepática e
suas complicações. III. Hepatites virais, abuso de álcool, uso de
medicamentos e doença hepática gordurosa não alcoólica são as
principais causas de elevação das aminotransferases.IV. As
aminotransferases (ALT e AST) apresentam correlação com a intensidade
da lesão hepatocelular e com o prognóstico do paciente, ou seja, quanto
maior a elevação das concentrações séricas das aminotransferases,
maior será a atividade inflamatória no fígado e pior será a sobrevida dos
indivíduos acometidos.
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14/15
Presença de doença hemolítica (para facilitar diagnóstico em crises posteriores), presença 
de vesícula em porcelana (pelo risco de carcinoma), pós gastroplastia derivativa (pois não 
haveria como fazer CPRE no futuro em caso de um cálculo impactar as vias biliares), em 
caso de oportunidade (para aproveitar uma outra cirurgia e evitar o risco de complicações 
futuras da colecistolitíase, como coledocolitíase) 
(Este caso é apresentado em mais outra questão nesta prova) Mulher
de 43 anos sem queixas e sem história mórbida pregressa relevante
faz consulta de rotina com seu ginecologista e realiza os exames
complementares abaixo. Tem 3 filhos de parto cesáreo. Por conta dos
achados, é orientada a procurar um gastroenterologista. Apresente 4
condições que, se estivessem presentes neste caso, justificariam a
indicação de colecistectomia videolaparoscópica nesta paciente
mesmo que ela permanecesse assintomática. Explique.
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(Este caso é apresentado em mais outra questão nesta prova) Mulher de 43 anos
sem queixas e sem história mórbida pregressa relevante faz consulta de rotina
com seu ginecologista e realiza os exames complementares abaixo. Tem 3 filhos
de parto cesáreo. Por conta dos achados, é orientada a procurar um
gastroenterologista. Sobre este caso, assinale Verdadeiro ou Falso.
VerdadeiroFalso Pontuação
É imprescindível a
solicitação de
sorologias para
hepatite viral
0/1
É imprescindível a
dosagem de
albumina sérica
0/1
Não há qualquer
sinal que sugira a
presença de
doença
colestática
1/1
É imprescindível a
dosagem sérica
de lipase e/ou
amilase
0/1
Não há sinais
ultrassonográficos
de esteatose
1/1
É imprescindível a
solicitação de
sorologias para
hepatite viral
É imprescindível a
dosagem de
albumina sérica
Não há qualquer
sinal que sugira a
presença de
doença
colestática
É imprescindível a
dosagem sérica
de lipase e/ou
amilase
Não há sinais
ultrassonográficos
de esteatose
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Respostas corretas
Verdadeiro Falso
É imprescindível a
solicitação de sorologias
para hepatite viral
É imprescindível a dosagem
de albumina sérica
É imprescindível a dosagem
sérica de lipase e/ou amilase
É imprescindível a
solicitação de sorologias
para hepatite viral
É imprescindível a dosagem
de albumina sérica
É imprescindível a dosagem
sérica de lipase e/ou amilase
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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(Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta prova)
Homem, 75 anos, iniciou há 4 meses com desconforto abdominal e náuseas que
progrediu com dor no abdome superior com irradiação para dorso, diária e
intensa, associada a icterícia, colúria e acolia fecal. Refere ainda prurido cutâneo
e emagrecimento de 4 Kg no período. Abaixo os exames laboratoriais. A respeito
deste caso, assinale Verdadeiro ou Falso.
Verdadeiro Falso Pontuação
O prurido pode ser
tratado com o
medicamento
colestiramina, por ser
um quelante de sais
biliares
1/1
Uma alternativa de
drenagem das vilas
biliares em pacientes
com colestase extra
hepática pode ser
realizada por CPRE
(colangiopancreatografia
retrógrada endoscópica)
1/1
O prurido pode ser
tratado, como segunda
alternativa, com
sertralina, um inibidor
seletivo dos receptores
da recaptação da
serotonina
1/1
O alargamento do TAP
(tempo e atividade da
protrombina) deve ser
tratado com reposição
1/1
O prurido pode ser
tratado com o
medicamento
colestiramina, por ser
um quelante de sais
biliares
Uma alternativa de
drenagem das vilas
biliares em pacientes
com colestase extra
hepática pode ser
realizada por CPRE
(colangiopancreatografia
retrógrada endoscópica)
O prurido pode ser
tratado, como segunda
alternativa, com
sertralina, um inibidor
seletivo dos receptores
da recaptação da
serotonina
O alargamento do TAP
(tempo e atividade da
protrombina) deve ser
tratado com reposição
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de vitamina K
(fitomenadiona)
O paciente preenche a
tríade de Charcot,
portanto necessita de
antibioticoterapia e
internação hospitalar
1/1
de vitamina K
(fitomenadiona)
O paciente preenche a
tríade de Charcot,
portanto necessita de
antibioticoterapia e
internação hospitalar
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Respostas corretas
Associe os sinais clínicos listados abaixo com as condições clínicas da forma
mais apropriada, quando houver associação.
Hipertensão
Portal
Colecistite
Aguda
Ascite
Pancreatite
Aguda
Colangite
Aguda
Peritonite
Bacteriana
Espontânea
Pon
Dor à
descompressão
brusca do
abdome
0
Sinal do
Piparote
0
Contratura de
Dupuytren
Flapping
Sinal do Traube
ocupado
0
Sinal de Grey
Turner
Sinal de Murphy
Sinal de
Blumberg
Dor à
descompressão
brusca do
abdome
Sinal do
Piparote
Contratura de
Dupuytren
Flapping
Sinal do Traube
ocupado
Sinal de Grey
Turner
Sinal de Murphy
Sinal de
Blumberg
Hipertensão
Portal
Colecistite
Aguda
Ascite
Pancreatite
Aguda
Colangite
Aguda
Peritonite
Bacteriana
Espontânea
Dor à
descompressão
brusca do
abdome
Sinal do
Piparote
Contratura de
Dupuytren
Dor à
descompressão
brusca do
abdome
Sinal do
Piparote
Contratura de
Dupuytren
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Flapping
Sinal do Traube
ocupado
Flapping
Sinal do Traube
ocupado
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5/5
Paracentese diagnóstica com contagem de polimorfonucleares no líquido ascítico
deve ser realizada.
Suporte nutricional com dieta hipercalórica e hiperproteica, além de reposição
hidroeletrolítica, micronutrientes e vitaminas faz parte da abordagem terapêutica
neste paciente.
O paciente deve ser encaminhado para a internação hospitalar e rastreamento de
infecções deve ser realizada.
Antibioticoprofilaxia deve ser iniciada, pois complicações infecciosas são as
principais causas de mortalidade nos pacientes portadores de doenças
hepáticas descompensadas.
Prednisona 40 mg por 28 dias é uma medicação que pode ser iniciada em caso de
hepatite alcoólica grave com função discriminante de Maddrey ≥ 32.
Homem de 48 anos com icterícia, astenia, desconforto abdominal e
desorientação no tempo e espaço há 5 dias. Nega comorbidades e
história prévia de uso de medicações, tabagismo e drogas ilítitas.
Consome, em média, 120 gramas de álcool/dia há 28 anos. Ao exame, o
paciente estava emagrecido, ictérico e desorientado em tempo e
espaço. Presença de hipertrofia de parótidas e contratura de Dupuytren.
Abdome flácido, doloroso, com ascite, baço não palpável, fígado
palpável a 5 cm do rebordo costal direito, com borda romba e levemente
dolorosa. Exames realizados na admissão listados abaixo. Com relação a
este quadro clínico, assinale a alternativa INCORRETA:
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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15/15
Prosseguir com colangiopancreatografia por ressonância magnética para verificar se há 
coledocolitíase. Caso haja proceder com CPRE para descompressão das vias biliares e 
colecistectomia VL.
13/15
EM SEQUENCIA: Deve ser realizado USG para verificar litíase biliar; verificar se pode ser 
medicamentosa ou por alcool na história; verificar se triglicerídeos ou cálcio são os 
causadores, realizar TC com contraste, dosagem de IGg4 para verificar autoimunidade... 
Caso não seja encontrado nada é idiopática. Genética só deve ser feito se recorrente.
Feedback individual
Se tudo isso for negativo, pode-se buscar por tumores ou litíases não vistos antes, por
ecoendoscopia.
Um paciente de 64 anos foi internado por dor abdominal em faixa, no
andar superior do abdome, vômitos e icterícia. Leucócitos 18000,
amilase 1200 e bilirrubina de 4mg/l. Ao longo de 5 dias, apresentou
melhora clínica importante e normalização dos exames laboratoriais. A
USG de abdome mostra vesícula biliar repleta de cálculos e colédoco
de 0,6cm. Em relação à colelitíase, qual a melhor conduta para este
paciente?
(Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta
prova) Mulher, 45 anos, chega ao pronto socorro com dor epigástrica,
irradiada para dorso, intensa, contínua, há 8 horas, associada à
náuseas e vômitos. Foi solicitada amilase = 1500U/L (<100U/L. Descreva
o passo a passo da investigação da causa da pancreatite aguda desta
paciente (descrever as possíveis causas, qual exame solicitar para
investigar cada causa e em que momento solicitar cada exame).02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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0/5
Colecistostomia percutânea guiada por ultrassonografia
Remoção endoscópica de urgência das coledocolitíases seguida de colecistectomia
videolaparoscópica
Colecistectomia videolaparoscópica eletiva após a resolução do quadro agudo
Colecistectomia videolaparoscópica de urgência com colangiografia
intraoperatória e exploração do colédoco
Colecistectomia videolaparoscópica de urgência
Resposta correta
Colecistectomia videolaparoscópica de urgência
(Este caso é apresentado em mais outras questões nesta prova) Mulher
multípara de 56 anos, previamente hígida, iniciou há 2 dias com dor
contínua no hipocôndrio direito, agravada nas últimas 24 horas com
irradiação para o dorso e ombro direitos, associada a náuseas e vômitos.
Bom estado geral, corada, hidratada, anictérica, eupneica, afebril,
ausculta cardiopulmonar sem anormalidades, abdome plano, ruídos
hidroaéreos presentes, dor à palpação e à descompressão súbita em
HCD, onde palpa-se um plastão. T. axilar 37,1oC, FC 90 bpm, FR 20 mrm,
PA 110/70mmHg. Abaixo os exames feitos na admissão. Se for
confirmada a principal hipótese diagnóstica, além das medidas gerais de
reposição hidroeletrolítica, antibioticoterapia, controle de sintomas e
monitorização, o tratamento preferencial deste caso deve incluir:
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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9/15
A barreira hematobiliar (composta pela membrana celular dos hepatócitos e distância 
existente entre hepatócitos e interior do sinusóide) separa os fluxos de sangue e bile, 
impedindo a extravasamento de bile para o sangue e vice-versa. Problemas no fluxo biliar e 
na integridade do parenquima hepático podem fazer com que constituintes da bile entrem 
na corrente sanguinea ou o contrário, causando inflamação e estando presente esse 
fenômeno na colangite aguda.
Feedback individual
Hipertensão ductal... comprometimento da célula de Kupffer... 
Re�uxo colangiovenoso de: 
1. Bactérias/toxinas – bacteremia / calafrios 
2. Citocinas – sepse / in�amação sistêmica
5/5
Em nosso meio, a hepatite C crônica e abuso de álcool é uma das principais causas
de doença hepática crônica, cirrose hepática e carcinoma hepatocelular.
A hepatite crônica é caracterizada quando a injúria necro-inflamatória do fígado se
prolonga por mais de 6 meses, podendo progredir para cirrose e insuficiência
hepática crônica.
Cerca de 50% dos indivíduos adultos imunocompetentes que entram em contato
com o vírus da hepatite B irão tornar-se portadores crônicos da hepatite B.
A transmissão do vírus da hepatite B ocorre basicamente por três formas: vertical
(mãe para filho), parenteral (por exemplo, compartilhamento de agulhas e seringas)
e sexual.
O objetivo da biópsia hepática é estimar o grau da inflamação e o estadio de fibrose,
além de auxiliar no diagnóstico e na exclusão de outras causas de doença hepática.
Por ser um exame invasivo, não isento de complicações, não deve ser indicada para
todos os pacientes.
A colangite aguda é uma doença infecciosa das vias biliares que pode
complicar quadros de colestase obstrutiva, com possíveis
complicações sépticas severas. Explique, em detalhes, a importância da
“barreira hematobiliar” e sua relação na fisiopatologia da colangite
aguda e suas complicações.
Com relação às hepatites crônicas, responda a alternativa INCORRETA:
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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15/15
 
Doença celíaca, Doença hepática gordurosa não alcoolica, hepatite B crônica, hepatite C 
crônica, hepatite medicamentosa
Mariana Bareta Gonçalves
Mulher de 40 anos procura o gastroenterologista devido a alterações
nos exames hepáticos, após realização de exames de rotina. Nega
queixas. Comorbidades: dislipidemia, HAS e obesidade grau 1.
Medicações em uso: rosuvastatina 10 mg ao dia e losartana potássica
50 mg ao dia. Paciente negava tabagismo e drogas ilítitas. Consumia,
em média, 15 gramas de álcool/dia há 20 anos. Ao exame, o paciente
estava lúcida, orientada, com sinais vitais estáveis. Abdome flácido,
indolor, sem ascite, baço não palpável, fígado palpável a 5 cm do
rebordo costal direito, com borda romba. Abaixo, os exames realizados
na admissão. Cite 5 doenças que fazem parte do diagnóstico
diferencial deste caso clínico.
Qual é o seu nome completo? *
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 29/48
5/5
Colestase intra-hepática
Hepatite viral aguda
Hepatite viral crônica
Colestase extra-hepática
Neoplasia periampular
Mulher multípara de 54 anos procura a emergência referindo episódios
de prurido, colúria e hipocolia fecal há 5 meses, e icterícia há 15 dias.
Sem comorbidades ou doenças prévias. Consumo muito eventual de
álcool. Icterícia +/4. Abdome flácido, indolor, sem ascite, baço e fígado
não palpáveis. Abaixo, os exames realizados na admissão. Qual é o
diagnóstico sindrômico mais provável?
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 30/48
(Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta prova) Homem
de 37 anos iniciou há cerca de 3 anos com episódios de dor abdominal
epigástrica intensa, com irradiação para flancos e região dorsal, que duram
alguns dias e são intercalados por períodos de acalmia. Evoluiu há 2 meses com
diarreia fétida, volumosa e com presença de gordura. Emagreceu 5 Kg no
período de 2 meses. Quando interrogado confirmou ter o hábito de ingerir meia
garrafa de aguardente de cana ao dia há 15 anos. Realizada a investigação
complementar, o exame de tomografia computadorizada evidenciou a presença
de calcificações no parênquima e dilatação e tortuosidade ductal pancreáticos.
Descreva as orientações e o tratamento medicamentoso para este paciente
Verdadeiro Falso Pontuação
A investigação da
diarreia
obrigatoriamente
inclui uma
quantificação de
gordura fecal para
confirmação de
esteatorreia de
origem
pancreática.
1/1
Devido ao
emagrecimento, o
paciente deve ser
investigado para
doenças
neoplásicas, visto
que o achado do
exame não
justifica o
emagrecimento.
1/1
A diarreia ocorre
devido a
insuficiência
exócrina do
pâncreas, que
leva à má
absorção devido
a redução de
produção de
enzimas
digestivas pelo
pâncreas, como a
lipase.
1/1
A investigação da
diarreia
obrigatoriamente
inclui uma
quantificação de
gordura fecal para
confirmação de
esteatorreia de
origem
pancreática.
Devido ao
emagrecimento, o
paciente deve ser
investigado para
doenças
neoplásicas, visto
que o achado do
exame não
justifica o
emagrecimento.
A diarreia ocorre
devido a
insuficiência
exócrina do
pâncreas, que
leva à má
absorção devido
a redução de
produção de
enzimas
digestivas pelo
pâncreas, como a
lipase.
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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15/15
Ressecção do tumor com Pancreatoduodenectomia (Whipple) e Neoadjuvância a 
adjuvância associadas. Deve-se fazer acompanhamento a cada 3 ou 4 meses por 2 anos e 
depois de 6 em 6 meses. O acompanhamento inclui: avaliação clínica, testes de função 
hepática, nível CA19-9 e TC.
A dor pode
ocorrer devido a
episódios de
agudização de
pancreatite
crônica, aonde as
terminações
nervosas junto ao
pâncreas são
estimuladas pelo
processo
inflamatório
1/1
A dor ocorre
devido a dilatação
ductalpancreática, com
aumento na
pressão intra
ductal. Na
ausência de
dilatação ductal,
não ocorrem
crises de dor
abdominal nestes
pacientes.
1/1
A dor pode
ocorrer devido a
episódios de
agudização de
pancreatite
crônica, aonde as
terminações
nervosas junto ao
pâncreas são
estimuladas pelo
processo
inflamatório
A dor ocorre
devido a dilatação
ductal
pancreática, com
aumento na
pressão intra
ductal. Na
ausência de
dilatação ductal,
não ocorrem
crises de dor
abdominal nestes
pacientes.
Em um paciente com 62 anos de idade, que refere emagrecimento
acentuado, icterícia, colúria e acolia fecal, mas sem massa abdominal
palpável, levantou-se a suspeita de um adenocarcinoma pancreático.
Em exame de imagem foi evidenciado lesão hipodensa em cabeça de
pâncreas de cerca de 2 cm de diâmetro, sem relação com artéria, nem
sistema porta. Não se evidenciou lesões a distância. Qual é a melhor
conduta?
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 32/48
(Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta prova)
Homem, 75 anos, iniciou há 4 meses com desconforto abdominal e náuseas que
progrediu com dor no abdome superior com irradiação para dorso, diária e
intensa, associada a icterícia, colúria e acolia fecal. Refere ainda prurido cutâneo
e emagrecimento de 4 Kg no período. Abaixo os exames laboratoriais. A respeito
deste caso, assinale Verdadeiro ou Falso.
Verdadeiro Falso Pontuação
Este paciente deve ser
investigado com
tomografia
computadorizada pela
maior acurácia na
avaliação ductal
1/1
Este paciente deve ser
investigado com
pesquisa de
autoanticorpos como
anti músculo liso e anti
mitocôndria para
elucidação diagnóstica
0/1
Este paciente deve ser
investigado com
colangiopancreatografia
por ressonância
magnética, associada a
ressonância magnética
do abdome superior com
contraste endovenoso,
pela maior acurácia na
avaliação ductal
0/1
Este paciente deve ser 1/1
Este paciente deve ser
investigado com
tomografia
computadorizada pela
maior acurácia na
avaliação ductal
Este paciente deve ser
investigado com
pesquisa de
autoanticorpos como
anti músculo liso e anti
mitocôndria para
elucidação diagnóstica
Este paciente deve ser
investigado com
colangiopancreatografia
por ressonância
magnética, associada a
ressonância magnética
do abdome superior com
contraste endovenoso,
pela maior acurácia na
avaliação ductal
Este paciente deve ser
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 33/48
Respostas corretas
investigado com CPRE
(colangiopancreatografia
retrógrada endoscópica)
para elucidação
diagnóstica
A ecoendoscopia
(ultrassonografia
endoscópica) do
pâncreas e vias biliares,
pode ser um exame
complementar posterior
na investigação, pois
permite ampliar a
acurácia diagnóstica e
obtenção de fragmentos
para histologia quando
necessário
1/1
investigado com CPRE
(colangiopancreatografia
retrógrada endoscópica)
para elucidação
diagnóstica
A ecoendoscopia
(ultrassonografia
endoscópica) do
pâncreas e vias biliares,
pode ser um exame
complementar posterior
na investigação, pois
permite ampliar a
acurácia diagnóstica e
obtenção de fragmentos
para histologia quando
necessário
Verdadeiro Falso
Este paciente deve ser investigado
com pesquisa de autoanticorpos
como anti músculo liso e anti
mitocôndria para elucidação
diagnóstica
Este paciente deve ser investigado
com colangiopancreatografia por
ressonância magnética, associada
a ressonância magnética do
abdome superior com contraste
endovenoso, pela maior acurácia
na avaliação ductal
Este paciente deve ser investigado
com pesquisa de autoanticorpos
como anti músculo liso e anti
mitocôndria para elucidação
diagnóstica
Este paciente deve ser investigado
com colangiopancreatografia por
ressonância magnética, associada
a ressonância magnética do
abdome superior com contraste
endovenoso, pela maior acurácia
na avaliação ductal
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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5/5
Hepatite C crônica
Hepatite alcoólica
Hepatite B aguda
Hemocromatose hereditária
Cirrose hepática descompensada
Homem de 60 anos foi encaminhado ao gastroenterologista devido a
alterações nos exames sanguíneos. Sem queixas. Nega comorbidades e
história prévia de uso de medicações e tabagismo. Passado de uso de
drogas ilítitas. Consume, em média, 50 gramas de álcool/dia há 20 anos.
Ao exame, o paciente estava em bom estado geral, orientado e com
sinais vitais estáveis. Abdome flácido, indolor e fígado palpável a 3 cm do
rebordo costal direito, com borda romba. Abaixo, os exames realizados
na admissão. Dentre as alternativas a seguir, qual é principal hipótese
diagnóstica desse paciente?
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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15/15
A inflamação do parenquima hepático causa a estase e extravasamento de bilirrubina direta 
(já conjugada) para o sangue. Sendo assim o fluxo de bilirrubina direta não vai para o 
duodeno, onde causaria as cores normais de pele, urina e fezes, mas sim para o sangue. 
Assim, é causada a colúria (urina escura, por ter maior filtração do pigmento a partir do 
sangue - urobilina), acolia fecal (fezes claras, por falta do pigmento que a bilirrubina direta 
causaria ao seguir o trajeto intestinal normal - estercobilina) e a icterícia (coloração amarela 
da pele por deposição de bilirrubina)
Homem, 60 anos, com antecedente de cirrose hepática por álcool,
mantém ingestão de vodka diariamente, com aumento do consumo
nos últimos 10 dias. Procura o pronto socorro por desconforto e
distensão abdominal, icterícia, colúria e acolia fecal. Ao exame físico
observa-se icterícia, eritema palmar e sinal de macicez móvel positiva.
A USG evidencia fígado cirrótico, sem dilatação das vias biliares e
presença de ascite. Abaixo os exames na admissão. Descreva a
fisiopatogenia da icterícia, da colúria e da acolia fecal deste paciente
com hepatite alcoólica.
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10/15
É um ácido que também está presente na bile humana e ele inibe a síntese hepática de 
colesterol e promove a síntese de ácidos biliares, deixando a bile mais fluida facilitando a 
drenagem biliar. O uso melhora os exames laboratoriais do paciente.
Feedback individual
O medicamento também aumenta a sobrevida livre de transplante de fígado
Mulher de 42 anos, iniciou há 1 ano com icterícia, colúria, astenia e
prurido cutâneo. Emagreceu 3 Kg no período. Nega febre ou dor
abdominal. Nega comorbidades ou uso de medicamentos. Nega
alcoolismo ou tabagismo. Ao exame físico: REG, hipocorada +, ictérica
+++, hidratada. PA 100/60 mmHg; FC 80 bcm; FR 16mrm; T 36.9oC;
RCR 2T MV + sem RA; Abdome plano RHA +, indolor, sem massas ou
visceromegalias. Abaixo, os exames laboratoriais. Explique o
mecanismo de ação do medicamento ácido ursodesoxicólico no
tratamento da colangite biliar primária e qual (is) benefício (s)
podemos esperar deste medicamento no tratamento destes
pacientes.
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5/5
Dor abdominal, icterícia e vesícula biliar palpável
Hipoglicemia, dor abdominal, melhora dos sintomas após administração
endovenosa de glicose
Hematêmese, dor abdominal, melhora dos sintomas após administração
endovenosa de glicose
Dor abdominal,icterícia e hematêmese
Hipoglicemia, glicemia <50mg/dL, melhora dos sintomas após administração
endovenosa de glicose
A tríade de Whipple importante na suspeita clínica do insulinoma, é
formada por:
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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5/5
Hepatite B aguda
Hepatite alcoólica
Hepatite C crônica
Cirrose hepática descompensada
Hemocromatose hereditária
Homem de 48 anos procurou o médico por quadro de icterícia e mal
estar de início há 4 dias. Nega comorbidades. Relata uso de
antiinflamatórios e história prévia de consumo de uso de drogas ilícitas.
Consome, em média, 100 gramas de álcool/dia há 10 anos. Ao exame, o
paciente estava ictérico, orientado e com sinais vitais estáveis. Abdome
plano, flácido, indolor, fígado palpável a 5 cm do rebordo costal direito,
com borda levemente dolorosa. Abaixo, os exames realizados na
admissão. Dentre as alternativas a seguir, qual é principal hipótese
diagnóstica desse paciente?
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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Mulher, 39 anos, com diagnóstico de Retocolite Ulcerativa Inespecífica (RCUI) há
5 anos, em tratamento com mesalazina com bom controle. Apresenta também
nos últimos 5 anos fadiga e prurido cutâneo. Nega colúria, febre ou acolia fecal.
Ao exame físico observam-se xantelasmas e icterícia discreta. Abaixo os exames
complementares. A respeito deste caso, assinale Verdadeiro ou Falso.
Verdadeiro Falso Pontuação
A principal
hipótese
diagnóstica é de
Colangite
esclerosante
primária, devido
ao quadro clínico
de colestase
associada às
alterações dos
exames de
imagem em
paciente com
doença
inflamatória
intestinal
1/1
A frequência de
doença
inflamatória
intestinal nos
pacientes com
colangite
esclerosante
primária é de
cerca de 70%
1/1
Este paciente
possui indicação
1/1
A principal
hipótese
diagnóstica é de
Colangite
esclerosante
primária, devido
ao quadro clínico
de colestase
associada às
alterações dos
exames de
imagem em
paciente com
doença
inflamatória
intestinal
A frequência de
doença
inflamatória
intestinal nos
pacientes com
colangite
esclerosante
primária é de
cerca de 70%
Este paciente
possui indicação
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https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpQmM_FWOznCmT9iXvoIkf4Tbw0YFRkcPFS3fp2ZdRo42utQ/viewscore?vc=0&c=0&w=1&flr=0… 40/48
15/15
Dieta hipercalorica e hiperproteica, não restringir gorduras, tratamento com analgésico, 
Interrupção do uso de alcool, pancreatina, ibp, antioxidantes, antidepressivos tricíclicos e 
gabapentinoides.
de rastreamento
de neoplasia de
cólon com
colonoscopia
periódica
Este paciente
possui indicação
de rastreamento
de neoplasias de
vias biliares com
exame de
imagem
periódico
1/1
de rastreamento
de neoplasia de
cólon com
colonoscopia
periódica
Este paciente
possui indicação
de rastreamento
de neoplasias de
vias biliares com
exame de
imagem
periódico
(Este caso é apresentado novamente em mais uma questão nesta
prova) Homem de 37 anos iniciou há cerca de 3 anos com episódios de
dor abdominal epigástrica intensa, com irradiação para flancos e
região dorsal, que duram alguns dias e são intercalados por períodos
de acalmia. Evoluiu há 2 meses com diarreia fétida, volumosa e com
presença de gordura. Emagreceu 5 Kg no período de 2 meses. Quando
interrogado confirmou ter o hábito de ingerir meia garrafa de
aguardente de cana ao dia há 15 anos. Realizada a investigação
complementar, o exame de tomografia computadorizada evidenciou a
presença de calcificações no parênquima e dilatação e tortuosidade
ductal pancreáticos. Descreva as orientações e o tratamento
medicamentoso para este paciente
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5/5
Colecistolitíase aguda calculosa
Coledococistite aguda calculosa
Colecistocoledocolitíase aguda calculosa
Colecistite aguda calculosa
Colangite aguda calculosa
(Este caso é apresentado em mais outras questões nesta prova) Mulher
multípara de 56 anos, previamente hígida, iniciou há 2 dias com dor
contínua no hipocôndrio direito, agravada nas últimas 24 horas com
irradiação para o dorso e ombro direitos, associada a náuseas e vômitos.
Bom estado geral, corada, hidratada, anictérica, eupneica, afebril,
ausculta cardiopulmonar sem anormalidades, abdome plano, ruídos
hidroaéreos presentes, dor à palpação e à descompressão súbita em
HCD, onde palpa-se um plastão. T. axilar 37,1oC, FC 90 bpm, FR 20 mrm,
PA 110/70mmHg. Abaixo os exames feitos na admissão. Neste caso, a
principal hipótese diagnóstica é:
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5/5
O quadro sugere o diagnóstico de pancreatite aguda associada
Há indicação de descompressão biliar, preferencialmente por via endoscópica
(CPRE)
Há indicação de solicitação de sorologias virais e marcadores tumorais
É necessário a dosagem de albumina sérica para o diagnóstico apropriado
Há sinais que indicam a presença de uma inflamação na vesícula biliar
(Este caso é apresentado em mais uma questão nesta prova) Mulher
saudável de 46 anos apresenta-se na emergência referindo dor em
hipocôndrio direito há 12 horas. Ao exame apresenta bom estado geral,
leve palidez cutâneo mucosa, afebril, ictérica ++/4. Boa perfusão
periférica; pulsos presentes; PA: 100/85mmHg deitada; FC de 80 bpm; FR
16 mrm. RCR 2T; MV presente bilateralmente; Abdome plano, flácido e
levemente doloroso à palpação em quadrante superior direito, sem sinal
de Murphy, RHA +, fígado não palpável, ausência de sinais de irritação
peritonial. Abaixo, os resultados dos exames solicitados. Sobre este caso,
assinale a afirmativa CORRETA:
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5/5
Transplante hepático
5/5
Radiofrequência
Embolização portal
Embolização arterial
TACE – quimioterapia intra-arterial
Nenhuma das outras alternativas
Paciente de 54 anos, cirrose por vírus C, CHILD B, com um nódulo
hepático classificado como LI-RADS 5 de 4 cm em segmento hepático
VII. Qual o melhor tratamento para este nódulo?
O tratamento cirúrgico das metástases hepáticas do carcinoma de colon
pode ser terapêutica capaz de oferecer chance de cura a longo prazo.
Todavia, pode ser contraindicado em lesões extensas, pelo risco de
insuficiência hepática. Este risco pode ser minimizado através da
realização do seguinte procedimento:
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5/5
A hipertensão portal é caracterizada pelo aumento da pressão venosa do sistema
porta, com formação de colaterias portossistêmicas e consequente circulação
hiperdinâmica. Esta síndrome é causada pela presença de alterações estruturais do
fígado associada à vasodilatação esplâncnica, culminando no aumento da pressão
no sistema porta.
A principal causa de plaquetopenia nos pacientes com cirrose hepática
descompensada é a diminuição da produção de fatores de coagulação que são
produzidos pelos hepatócitos, que por sua vez, são responsáveis por manter as
suas concentrações séricas no limite dentro da normalidade.
Apesar da cirrose hepática ser um termo anatomopatológico, não há necessidade
de realizar biópsias em todos os pacientes com cirrose. Parâmetros clínicos,
laboratoriais e de imagem auxiliamno diagnóstico de cirrose hepática na maioria
dos pacientes com suspeita desta doença.
A cirrose hepática é o estágio final da doença hepática crônica, e é caracterizada
pela presença histológica de septos fibrosos em ponte, nódulos parenquimatosos
regenerativos e desorganização da arquitetura vascular do fígado, levando a
hipertensão portal e a insuficiência hepática.
As principais causas de cirrose no nosso meio são: abuso de álcool, hepatites virais
e doença hepática esteatótica não alcoólica.
5/5
Nenhuma das outras alternativas
Insulinoma
Somatostatinoma
Vipoma
Carcinoide
Assinale a alternativa INCORRETA:
Dentre os tumores neuroendócrinos relacionados abaixo, assinale aquele
que está associado à tríade de Whipple.
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5/5
Calcificação da parede da vesícula
Distensão da vesícula
Colecistolitíase fixa no infundíbulo
Presença de edema na parede da vesícula
Líquido pericolecístico
(Este caso é apresentado em mais outras questões nesta prova) Mulher
multípara de 56 anos, previamente hígida, iniciou há 2 dias com dor
contínua no hipocôndrio direito, agravada nas últimas 24 horas com
irradiação para o dorso e ombro direitos, associada a náuseas e vômitos.
Bom estado geral, corada, hidratada, anictérica, eupneica, afebril,
ausculta cardiopulmonar sem anormalidades, abdome plano, ruídos
hidroaéreos presentes, dor à palpação e à descompressão súbita em
HCD, onde palpa-se um plastão. T. axilar 37,1oC, FC 90 bpm, FR 20 mrm,
PA 110/70mmHg. Abaixo os exames feitos na admissão. Entre os
possíveis achados ultrassonográficos abaixo, qual deles não seria
suficiente para confirmar a principal hipótese diagnóstica deste caso?
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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5/5
Hiperplasia nodular focal
Hepatocarcinoma
Adenoma hepático
Abscesso hepático
Colangiocarcinoma
Mulher, 32 anos, em uso de contraceptivo oral, com dor abdominal
intensa e aparecimento súbito em quadrante superior direito. A USG
abdominal identificou lesão única, bem delimitada e parênquima
hepático normal. Não há sinais de cirrose hepática. A lesão é bem
vascularizada e há sinais de hemorragia intratumoral segundo laudo de
tomografia. O diagnóstico mais provável é:
02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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4.5/15
Hepatite alcoolica, Hepatite C, Hepatite medicamentosa, isquemia, obstrução aguda por 
cálculo
5/5
Gastrinoma, cabeça do pâncreas
Insulinoma, corpo do pâncreas
Adenocarcinoma, corpo do pâncreas
Adenoma, corpo do pâncreas
Adenocarcinoma, cabeça do pâncreas
Tumor de Frantz, cauda do pancreas
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Homem de 50 anos deu entrada na emergência do hospital com
icterícia (++/4+), mal estar e náuseas. Negou comorbidades. Relatou
uso de antiinflamatórios nas últimas semanas. Usuário de cocaína.
Ingesta frequente de bebida alcoólica (60 gramas de álcool/dia nos
últimos 15 anos). Ao exame, o paciente apresentava-se lúcido e
orientado, com sinais vitais estáveis. Ausculta cardíaca e pulmonar
sem alterações. Abdome flácido, indolor, baço não palpável, fígado a 5
cm do rebordo costal direito, doloroso à palpação. Abaixo, os exames
realizados na admissão. Com relação a este caso, aponte 5 doenças
que fazem parte do diagnóstico diferencial deste paciente.
Qual o tumor mais comum do pâncreas e sua localização mais
frequente?
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02/07/2021 2a Prova Teórica (P2) - Sistema Digestivo 2021_1 - 2a PARTE
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25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
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2a Prova Teórica - Sistema Digestivo
2020_2
Total de pontos 334.8/517
Esta avaliação é individual e tem por objetivo verificar a sua capacitação no 
desenvolvimento das habilidades previstas nesta Unidade de Aprendizagem. 
Neste processo de avaliação é permitida consulta. Sua resolução deve ser autônoma. 
Sendo assim, suas respostas serão comparadas com as dos outros alunos da disciplina e 
serão interpretadas como CONSULTA em caso de semelhanças evidentes, o que resultará 
em PERDA DE PONTUAÇÃO E NOTA. 
Acreditamos na sua capacidade, na sua postura ética e no seu entendimento do grau de 
responsabilidade que a profissão médica requer. 
“Caráter é aquilo que você é quando ninguém está te olhando” Epicuro (341 – 270 AC) 
ATENÇÃO: QUESTÕES OBJETIVAS E DE VERDADEIRO E FALSO TÊM PESO 5, E QUESTÕES 
DISCURSIVAS TÊM PESO 15. QUESTÕES DE ASSOCIAÇÃO TÊM PESO 1 PARA CADA LINHA. 
TEMPO TOTAL DA PROVA: 3 HORAS E 30 MINUTOS - DAS 08H00 ÀS 11H30. VOCÊ TEM 15 
MINUTOS ALÉM DESTE TEMPO DESTINADOS APENAS PARA ENVIAR O SEU FORMULÁRIO 
DE PROVA. NÃO UTILIZE ESTE TEMPO PARA A RESOLUÇÃO DE QUESTÕES, APENAS PARA 
ENVIAR. NENHUM FORMULÁRIO SERÁ RECEBIDO APÓS AS 11H45. 
POR SEGURANÇA, SALVEM UMA CÓPIA EM PDF ANTES DO ENVIO!! 
Não perca tempo pesquisando respostas no seu material, na internet ou com seus colegas. 
Isso não está autorizado e poderá lhe dar a impressão de que o tempo de prova não foi 
suficiente. O tempo de duração desta prova foi estimado considerando que todas as suas 
respostas serão baseadas exclusivamente nos seus conhecimentos e no seu foco nesta 
prova apenas. 
BOM TRABALHO E UMA ÓTIMA PROVA! 
ABAIXO, OS VALORES DE REFERÊNCIA PARA OS EXAMES LABORATORIAIS: 
Hematócrito (Ht): 38 a 50% 
Hemoglobina (Hb): 13 -16 g/dl 
Reticulócitos: 0,5% a 1,5% 
Leucócitos: 4.000 – 11.000/mm3 
Segmentados: 45 a 75% 
Bastões: 0 a 3% 
Eosinófilos: 1 a 3% 
Linfócitos: 15 a 45% 
Monócitos: 3 a 10% 
Plaqs: 150.000 a 450.000/ mm3 
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
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Endereço de e-mail *
marianejanning@gmail.com
Mariane Janning Santos
Glicemia: 70 – 99 mg/dl 
Creatinina: ≤1,2 mg/dl 
TGO (AST): ≤ 45 U/I 
TGP (ALT): ≤ 45 U/I 
Fosfatase Alcalina (FA): 40-120 U/l 
Bil Total (BT): 0,2- 1,2 mg/dl
Bil Direta (BD): ≤ 0,4 mg/dl 
Bil Indireta (BI): ≤ 0,8 mg/dl 
Gama-GT (GGT): 10 –80 U/l 
Amilase: 27 - 131 U/l 
Lipase: 31 - 186 U/l 
TAP: 70 a 100% 
RNI: 0,85 – 1,3 
Albumina: 3,5 – 5,0 g/dl 
PCR: 1 a 10 mg/l 
CEA: < 5 ng/ml 
Ca 19-9:  < 39 U/ml 
Alfa Fetoproteína (AFP):  < 7 ng/ml 
Colesterol Total: < 200 
HDL: > 50 
Triglicerídeos: < 150 
Vitamina D: > 30 ng/ml 
Ferritina: 30 a 350 
Sat. da transferrina: 20 a 50%
Qual é o seu nome completo? *
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15/15
Não, pois a AST se encontra menor que a ALT, além de estarem muito elevadas.
Qual é a sua turma? *
1085
Homem de 45 anos procura emergência com quadro de icterícia
(+++/4+) e sonolência com início há 2 dias. Nega comorbidades. Faz
uso frequente de anti-inflamatórios. Dependente químico de cocaína.
Relata consumo de bebida alcoólica há 28 anos (200 gramas de
álcool/dia). Orientado, sonolento, com sinais vitais estáveis. Abdome
flácido, indolor, baço não palpável, fígado palpável a 5 cm do rebordo
costal direito e com borda romba. Abaixo, os exames realizados na
admissão.Com relação a este caso clínico, podemos afirmar que
hepatite alcoólica é a principal hipótese diagnóstica? Explique
corretamente a sua resposta. *
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0/5
A paciente deve ser encaminhada para o serviço de transplante já que o transplante
hepático é o tratamento definitivo da cirrose hepática crônica descompensada
Coledocolitíase e pancreatite crônica fazem parte do diagnóstico diferencial
desta paciente
Paracentese diagnóstica deve ser realizada na admissão hospitalar
A paciente tem cirrose hepática devido à hepatite crônica pelo vírus B e álcool
Hepatite crônica viral e hemocromatose hereditária são doenças que também
apresentam relação AST/ALT > 2
Resposta correta
Paracentese diagnóstica deve ser realizada na admissão hospitalar
Mulher de 50 anos chega à emergência com quadro de icterícia (++/4+) e
aumento do volume abdominal. Nega comorbidades e história prévia de
uso de drogas e medicamentos, porém relata que faz uso de bebida
alcoólica há 25 anos (100 gramas de álcool/dia). Ao exame, abdome
indolor, ascítico, fígado palpável a 3 cm do rebordo costal direito e com
borda romba. Abaixo, os exames realizados na admissão. Com relação a
este caso clínico, assinale a alternativa CORRETA. *
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5/5
Hemocromatose hereditária
Hepatite autoimune
Injúria hepática induzida por medicamentos
Doença de Wilson
Hepatite aguda viral
0/5
Ginecomastia
Circulação colateral na parede abdominal
Varizes no fundo gástrico
Plaquetopenia
Esplenomegalia
Resposta correta
Ginecomastia
Mulher de 40 anos apresenta quadro de fadiga e artralgias há 3 meses.
Exame físico: hepatomegalia e icterícia. Exames laboratoriais:
transaminases com valores 15 vezes o limite superior da normalidade;
fosfatase alcalina e G-GT com valores 2 vezes o limite superior da
normalidade. Dentre as alternativas abaixo, qual não faz parte do
diagnóstico diferencial desta paciente? *
Dentre as alternativas abaixo, assinale aquela que não está relacionada à
hipertensão portal: *
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5/5
Lesão hepática induzida por medicação
Hepatite B crônica
Hemocromatose hereditária
Doença hepática esteatótica não alcoólica
Cirrose hepática
Mulher de 50 anos hipertensa e dislipidêmica em uso de losartana
potássica, hidroclorotiazida e sinvastatina. Nega uso de álcool e drogas
ilícitas. Obesidade grau 1 (IMC: 34,5). Abdome flácido, indolor, sem
ascite, baço não palpável, fígado palpável a 3 cm do rebordo costal
direito. Abaixo, os exames realizados na admissão. Qual é a principal
hipótese diagnóstica desta paciente? *
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12.5/15
Hemocromatose hereditária. Solicitaria uma biópsia hepática para avaliar a concentração 
de ferro no tecido hepático de forma a excluir outros diagnósticos diferenciais.
Homem de 60 anos diabético e cardiopata foi encaminhado ao
gastroenterologista devido a alterações nos exames realizados pelo
clínico geral, que estão apresentados abaixo. Qual é a principal
hipótese diagnóstica deste paciente? Você solicitaria outros exames
complementares para confirmar a sua hipótese diagnóstica? Se a
resposta for sim, cite estes exames. *
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5/5
1 - 2 - 5
3 - 6 - 7
1 - 5 - 6
2 - 4 - 6
1 - 2 - 6
Entre os achados clínicos e laboratoriais listados abaixo de 1 a 7,
presentes em pacientes com doença hepática crônica, indique a
alternativa cuja combinação de achados sugere etiologia alcoólica: 1 –
AST > ALT; 2 – Aumento da gama glutamiltransferase (g-Gt); 3 –
Fosfatase alcalina e g-Gt elevados; 4 – Aumento da fração indireta das
bilirrubinas séricas; 5 – Transaminases com níveis acima de 10 vezes o
limite superior da normalidade; 6 – Presença de hipertrofia de parótidas
e contratura de Dupuytren; 7 – Presença de ginecomastia e eritema
palmar *
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8/15
Anamnese: hepatite C crônica. Exame físico: hemorragia digestiva alta (hematêmese), 
icterícia, eritema palmar, telangectasia, circulação colateral ascite, esplenomegalia, varizes 
esofágicas. Laboratório: plaquetopenia e bilirrubinas totais.
Mulher de 50 anos chega na emergência com hematêmese e icterícia
(++/4+). Relata ser portadora de hepatite C crônica, sem
acompanhamento há muitos anos. Nega uso de medicações. Presença
de eritema palmar, telangectasias em tronco, circulação colateral do
abdome e ascite. Fígado não palpável e baço palpável a 3 cm do
rebordo costal esquerdo. Analisando os dados clínicos e os exames
complementares realizados na chegada na paciente (abaixo), aponte
todas as alterações evidenciadas na anamnese, no exame fisico e nos
exames complementares que estão relacionadas à hipertensão portal. *
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5/15
Injúria hepatocelular, pois ALT/AST (indicativos de lesão hepatocelular) se encontram 
intensamente elevadas, além de que as bilirrubinas se encontram no valor de normalidade.
5/5
A ingestão de aproximadamente 70 gramas de etanol ao dia, num período de 15
anos é uma quantidade de álcool insuficiente para os pacientes evoluirem com
cirrose hepática.
Na maioria dos pacientes portadores de hepatite alcoólica, o nível sérico da ALT é
maior do que da AST.
O uso de prednisona 40 mg por 28 dias deve ser iniciado em todos os pacientes
com hepatite alcoólica.
Pacientes do sexo feminino são mais suscetíveis aos danos hepáticos causados
pelo consumo exagerado de álcool.
Homem de 45 anos procura o PA devido a astenia, mal-estar e náuseas.
Nega comorbidades. Relata uso de anti-inflamatórios. Consumo de
álcool em grande quantidade nos finais de semana (média de 50
gramas de álcool ao dia há 20 anos). Abdome indolor, sem ascite, baço
não palpável, fígado palpável a 5 cm do rebordo costal direito,
levemente doloroso. Exames de entrada abaixo. Após a análise do
quadro clínico e dos exames complementares, podemos afirmar que o
paciente está apresentando doença hepática devido à injúria
hepatocelular ou injúria dos canalículos biliares (colestase)? EXPLIQUE
corretamente a sua resposta. *
Com relação à doença hepática alcoólica é CORRETO afirmar: *
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0/5
O paciente deve ser tratado com imunossupressor: prednisona e/ou azatioprina.
As alterações dos exames sanguíneos detectaram cirrose hepática e este paciente
deve ser encaminhado para um serviço terciário para seguimento da doença
hepática crônica.
Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE) é o exame de escolha para
a avaliação da árvore biliar intra e extra-hepática deste paciente.
O paciente provavelmente é portador de hepatite autoimune e a biópsia hepática
deve confirmar o diagnóstico desta doença hepática.
O diagnóstico deste paciente é colangite biliar primária e o tratamento com ácido
ursodesoxicólico é adequado.Resposta correta
O diagnóstico deste paciente é colangite biliar primária e o tratamento com ácido
ursodesoxicólico é adequado.
Homem de 48 anos relata astenia e prurido. Nega uso de álcool e
medicamentos. Abaixo, os exames laboratoriais. Assinale a alternativa
CORRETA: *
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0/5
A biópsia hepática deve ser realizada em todos os pacientes que apresentarem
alterações das transaminases e tem como finalidade, a exclusão de causas
secundárias de esteatose, como por exemplo, consumo excessivo de álcool, uso de
medicamentos hepatotóxicos e hepatites virais.
Balonização dos hepáticos e inflamação lobular são achados histológicos presentes
na maioria dos pacientes que apresentam esteatose hepática.
A DHENA é um fator de risco independente para a ocorrência de doenças
vasculares, como doen-ça coronariana isquêmica e acidente vascular cerebral.
Condições clínicas como obesidade, HAS, DM tipo 2, dislipidemia (↓ HDL ↑ TGC),
apneia do sono, hipotireoidismo e síndrome do ovário policístico podem estar
associadas.
A maioria dos pacientes com DHENA procura assistência médica devido à presença
de sintomas relacionados à esteatose hepática, como a fadiga e dor abdominal no
hipocôndrio direito. Nor-malmente, estes sintomas estão associados à alteração
das transaminases e do gama g-gt (6-8 vezes o limite normal da superioridade).
O tratamento da DHENA consiste na prescrição de vitamina E, metformina ou
pioglitazona por 6 meses, com o objetivo de diminuir o estresse oxidativo
provocado pela presença da esteatose hepática.
Resposta correta
A DHENA é um fator de risco independente para a ocorrência de doenças vasculares,
como doen-ça coronariana isquêmica e acidente vascular cerebral. Condições
clínicas como obesidade, HAS, DM tipo 2, dislipidemia (↓ HDL ↑ TGC), apneia do
sono, hipotireoidismo e síndrome do ovário policístico podem estar associadas.
Com relação à doença hepática esteatótica não-alcoólica (DHENA) é
CORRETO afirmar: *
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0/5
A lesão provavelmente é neoplásica, localizada, com sinais de ressecabilidade,
podendo ser o paciente submetido a duodenopancreatectomia sem necessidade de
biópsia ou colocação de prótese, desde que a cirurgia possa ser marcada com
brevidade e o paciente não apresente nenhuma contraindicação clínica para a
cirurgia.
A lesão provavelmente é uma pancreatite crônica focal, mas deve ser biopsiada por
ecoendoscopia. Caso o resultado confirme somente pancreatite crônica, deve ser
submetido a derivação bilio-digestiva cirúrgica (hepaticojejunoanastomose em y de
Roux)
A lesão provavelmente é neoplásica e com uma alta chance de doença metastática,
devendo o paciente ser submetido a quimio e radioterapia exclusivos sem
necessidade de biópsia
A lesão provavelmente é neoplásica e é necessária biópsia por ecoendoscopia
para confirmação e realização de qualquer tratamento
A lesão provavelmente é uma pancreatite crônica focal, e deve ser acompanhada.
Como o paciente não tem dor nem sinais de insuficiência exócrina/endócrina, não
necessita tratamento neste momento além de uma passagem de prótese metálica
por CPRE para alívio da icterícia
Resposta correta
A lesão provavelmente é neoplásica, localizada, com sinais de ressecabilidade,
podendo ser o paciente submetido a duodenopancreatectomia sem necessidade de
biópsia ou colocação de prótese, desde que a cirurgia possa ser marcada com
b id d i t ã t h t i di ã lí i
Homem de 65 anos, com história de prurido, icterícia indolor, colúria e
acolia fecal com início há 10 dias. Refere ter perdido 8kg nos últimos 3
meses, sem motivo aparente. Apesar de sentir-se fraco, realiza todas as
suas atividades diárias sem necessidade de auxílio. E ex-etilista/ex-
tabagista. Escleras ictéricas e aspecto emagrecido, sem massas ou
visceromegalias à palpação abdominal. Exames complementares abaixo.
Em relação a este caso é CORRETO afirmar: *
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https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 14/63
brevidade e o paciente não apresente nenhuma contraindicação clínica para a
cirurgia.
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5/5
O paciente deve ser submetido a biópsia por ecoendoscopia, passagem de
prótese metálica biliar por CPRE e tratamento sistêmico com quimioterapia caso
melhora do estado geral, nutricional e da icterícia.
Nenhuma intervenção mostra melhora de qualidade de vida ou sobrevida nesta
situação, não devendo ser oferecido nenhum tratamento ao paciente
O paciente deve ser submetido a quimio e radioterapia neoadjuvantes, seguida de
duodenopancreatectomia com ressecção de veia porta e reconstrução utilizando
enxerto autólogo de veia jugular interna.
O paciente deve ser submetido a dupla derivação cirúrgica
(gastroenteroanastomose e hepaticojejunoanastomose em Y de Roux), com biópsia
durante a cirurgia seguida de quimio e radioterapia concomitantes
O paciente deve ser submetido imediatamente a duodenopancreatectomia com
linfadenectomia D2 e ressecção de veia porta com reconstrução utilizando enxerto
autólogo de veia jugular interna. Após recuperação, quimio e radioterapia adjuvantes
Homem de 75 anos, com prurido, icterícia indolor, colúria e acolia fecal
há 30 dias. Perda de 15 kg nos últimos 3 meses, sem motivo aparente.
Realiza suas atividades diárias necessitando de auxílio com frequência. É
etilista/tabagista. Refere colocação de stents coronários pós-IAM há 3
anos. Escleras ictéricas, aspecto emagrecido, com fígado palpável
abaixo do rebordo costal, aumento de volume em topografia da vesícula
biliar e nodulação em cicatriz umbilical. Exames complementares abaixo.
Em relação a este caso é CORRETO afirmar: *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 16/63
5/5
O paciente necessita de biópsia por ecoendoscopia seguida de quimioterapia
após confirmação diagnóstica. Após tratamento inicial por 3 meses deve ser
reavaliado para possível ressecção com reconstrução vascular, que pode ser
feita caso tenha resposta adequada e ausência de doença sistêmica.
Por se tratar de doença localizada, deve ser indicada pancreatectomia total de
princípio, por este procedimento ter menores índices de margem comprometida. A
veia porta deve ser ressecada em bloco, sem necessidade de reconstrução, já que o
fígado tem suprimento vascular duplo e tolera a ligadura.
A lesão provavelmente é uma pancreatite crônica focal, e deve ser acompanhada.
Como o paciente não tem dor nem sinais de insuficiência exócrina/endócrina, não
necessita tratamento.
O paciente necessita de biópsia por ecoendoscopia seguida apenas de tratamento
sistêmico, já que a lesão apresenta sinais de irressecabilidade
O paciente deve ser submetido imediatamente a duodenopancreatectomia com
linfadenectomia D2 e ressecção de veia porta com reconstrução utilizando enxerto
autólogo de veia jugular interna. Após recuperação, quimio e radioterapia
adjuvantes.
Homem de 50 anos, com história recente de internação por pancreatite
aguda, vem para investigação. Refere ter perdido 6 kg nos últimos 3
meses. Realiza todas as suas atividades diárias sem necessidade de
auxílio. Nega comorbidades ou uso crônico de medicações. Mãe com
câncer de mama, com mutação de células germinativas de BRCA2.
Apresenta-se emagrecido, sem massas ou visceromegalias à palpação
abdominal. Exames complementares abaixo. Em relação a estecaso é
CORRETO afirmar: *
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5/5
A tríade de Whipple é confirmatória, sem necessidade de outros exames. Caso
tomografia/RNM não localizem lesão, ecoendoscopia e PET DOTA podem ajudar.
Podem fazer parte da síndrome MEN 1. A maior parte das lesões são malignas e
requerem pancreatectomia com linfadenectomia.
É necessário a dosagem de insulina e peptídeo C para confirmação diagnóstica. A
relação glicemia/insulina é irrelevante. Caso tomografia/RNM não localizem lesão,
ecoendoscopia e PET FDG podem ajudar. Podem fazer parte da síndrome MEN1. A
maior parte das lesões são benignas e requerem enucleação quando não
comprometem ducto pancreático principal.
É necessário a dosagem de insulina e peptídeo C para confirmação diagnóstica. A
relação glicemia/insulina é importante. Caso tomografia/RNM não localizem lesão,
ecoendoscopia e PET DOTA podem ajudar. Podem fazer parte da síndrome MEN2 .
A maior parte das lesões são malignas e requerem pancreatectomia com
linfadenectomia.
A tríade de Whipple é confirmatória, sem necessidade de outros exames. Caso
tomografia/RNM não localizem lesão, ecoendoscopia e PET FDG podem ajudar.
Podem fazer parte da síndrome MEN 2. A maior parte das lesões são malignas e
requerem pancreatectomia com linfadenectomia.
É necessário a dosagem de insulina e peptídeo C para confirmação diagnóstica.
A relação glicemia/insulina é importante. Caso tomografia/RNM não localizem
lesão, ecoendoscopia e PET DOTA podem ajudar. Podem fazer parte da
síndrome MEN1. A maior parte das lesões são benignas e requerem enucleação
quando não comprometem ducto pancreático principal.
Homem de 50 anos apresenta um quadro de tontura, taquicardia e
sudorese que se repete com frequência ao acordar pela manhã. Em uma
das ocasiões em que apresentou os sintomas, teve também perda de
consciência. Os sintomas melhoram após comer. Dosou glicemia numa
das crises, que se encontrava 50mg/dl. Em relação a esse quadro clínico
é CORRETO afirmar: *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
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5/5
A maior parte dos tumores neuroendócrinos do pâncreas são funcionantes. Os
tumores neuroendócrinos não funcionantes são em sua maioria de alto grau,
principalmente os maiores que 1cm. A ecoendoscopia com biópsia e avaliação do
índice de Ki67 ajudam na definição do grau da lesão, sendo importantes na decisão
de operar ou não o paciente. No caso em questão a cirurgia está indicada para
remoção da lesão.
A maior parte dos tumores neuroendócrinos do pâncreas são funcionantes. Os
tumores neuroendócrinos não funcionantes são em sua maioria de alto grau,
principalmente os maiores que 2cm. A ecoendoscopia com biópsia e avaliação do
índice de Ki67 ajudam na definição do grau da lesão, sendo importantes na decisão
de operar ou não o paciente. No caso em questão a cirurgia está indicada para
remoção da lesão, especialmente se índice de Ki67 menor que 2%
A maior parte dos tumores neuroendócrinos do pâncreas são não-funcionantes.
Os tumores neuroendócrinos não-funcionantes menores que 2cm são na sua
maioria de baixo grau. A ecoendoscopia com biópsia e avaliação do índice de
Ki67 ajudam na definição do grau da lesão, sendo importantes na decisão de
operar ou não o paciente. No caso em questão a lesão pode ser acompanhada
com exames de imagem periódicos, especialmente se índice de Ki67 menor que
2%
A maior parte dos tumores neuroendócrinos do pâncreas são não-funcionantes. Os
tumores neuroendócrinos não-funcionantes maiores que 1cm são na sua maioria de
alto grau. A ecoendoscopia com biópsia e avaliação do índice de Ki67 se mostraram
irrelevantes na avaliação destes tumores. No caso em questão a lesão deve ser
ressecada.
A maior parte dos tumores neuroendócrinos do pâncreas são não-funcionantes. Os
tumores neuroendócrinos não-funcionantes menores que 3 cm são na sua maioria
de baixo grau. A ecoendoscopia com biópsia e avaliação do índice de Ki67 ajudam
na definição do grau da lesão, sendo importantes na decisão de operar ou não o
paciente. No caso em questão a lesão pode ser acompanhada com exames de
imagem periódicos, especialmente se índice de Ki67 menor que 20%
Mulher de 45 anos, em investigação de desconforto abdominal localizou
através de USG de abdome um nódulo com 1 cm na cabeça do pâncreas.
TC com contraste confirmou a presença do nódulo. A lesão era bem
delimitada, com contornos definidos, apresentado intenso realce na fase
arterial do exame. Nenhuma outra lesão foi encontrada e a paciente não
apresentava nenhuma síndrome clínica relacionada a produção exógena
de hormônios. Em relação a esse achado é CORRETO afirmar: *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 19/63
0/15
Câncer de cabeça de pâncreas. Não pois é uma lesão pequena. Pancreatoduodenectomia.
Feedback individual
Cistoadenoma seroso. Não é necessária biópsia já que a lesão é característica na
imagem. Não é necessária ecoendoscopia por a lesão ser típica. Conduta conservadora.
Cirurgia só indicada em lesões crescendo ou provocando sintomas obstrutivos. Procurar
outras causas para os sintomas da paciente.
15/15
Cistoadenoma mucinoso. Ressecção sem necessidade de biópsia por conta do risco de 
malignização.
Mulher de 70 anos sem comorbidades significativas, durante
investigação de desconforto epigástrico identificou em uma USG uma
lesão cística na cabeça do pâncreas medindo 3 cm. Em tomografia
computadorizada a lesão tinha característica microcística com padrão
em favo de mel, com calcificação central. A lesão não provocava
obstrução nem de porção intrapancreática do colédoco nem do ducto
pancreático principal. Qual o diagnóstico mais provável? É necessária
biópsia confirmatória? Qual a conduta a ser tomada nesta paciente? *
Mulher de 40 anos sem comorbidades significativas, durante
investigação de desconforto epigástrico identificou em uma USG uma
lesão cística no corpo do pâncreas medindo 3 cm. Em tomografia
computadorizada a lesão tinha característica macrocística com
septações grosseiras, com calcificações periféricas. O pâncreas distal
a lesão é atrófico. Qual o diagnóstico mais provável? É necessária
biópsia confirmatória? Qual a conduta a ser tomada nesta paciente? *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 20/63
15/15
Internação com medidas gerais (monitoração de sinais vitais e O2, controle de diurese) 
associadas a reposição volêmica e nutrição e analgesia (antibioticoterapia apenas se 
infecção associada).
Mulher de 46 anos iniciou há 12 horas com dor no abdome superior,
com irradiação em faixa de forte intensidade, associada a náuseas e
vômitos. Realizada investigação laboratorial que evidenciou dosagem
de amilase = 3200 U/l. Descreva a conduta terapêutica deste caso,
neste momento. *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 21/63
A respeito da realização de exames complementares no paciente com
pancreatite aguda, assinale Verdadeiro ou Falso: *
Verdadeiro Falso Pontuação
A ultrassonografia deve
ser realizada no
paciente admitido com
pancreatite aguda, para
investigação da causa
mais freqüente, a litíase
biliar.
1/1
A tomografia deve ser
realizada
imediatamente na
chegada do paciente,
pois é neste momento
que deve ser avaliada a
gravidade através da
investigação de
complicações locais.
1/1
A tomografia
computadorizada deve
ser realizada após 72
horas de evolução,
quando houver
necessidadede
avaliação da gravidade
do quadro.
1/1
A
colangiopancreatografia
endoscópica retrograda
deve ser realizada em
todo paciente com
pancreatite aguda para
detecção e remoção da
coledocolitíase.
1/1
A
colangiopancreatografia
por ressonância
magnética é útil na
investigação de litíase
0/1
A ultrassonografia deve
ser realizada no
paciente admitido com
pancreatite aguda, para
investigação da causa
mais freqüente, a litíase
biliar.
A tomografia deve ser
realizada
imediatamente na
chegada do paciente,
pois é neste momento
que deve ser avaliada a
gravidade através da
investigação de
complicações locais.
A tomografia
computadorizada deve
ser realizada após 72
horas de evolução,
quando houver
necessidade de
avaliação da gravidade
do quadro.
A
colangiopancreatografia
endoscópica retrograda
deve ser realizada em
todo paciente com
pancreatite aguda para
detecção e remoção da
coledocolitíase.
A
colangiopancreatografia
por ressonância
magnética é útil na
investigação de litíase
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 22/63
Respostas corretas
na via biliar distal
quando houverem sinais
de colestase
concomitantes.
na via biliar distal
quando houverem sinais
de colestase
concomitantes.
Verdadeiro Falso
A colangiopancreatografia por
ressonância magnética é útil na
investigação de litíase na via biliar
distal quando houverem sinais de
colestase concomitantes.
A colangiopancreatografia por
ressonância magnética é útil na
investigação de litíase na via biliar
distal quando houverem sinais de
colestase concomitantes.
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 23/63
A respeito da avaliação da gravidade da pancreatite aguda, assinale Verdadeiro
ou Falso: *
Verdadeiro Falso Pontuação
Os Critérios
Revisados de
Atlanta dividem a
pancreatite em
leve, moderada e
grave de acordo
com a presença
de complicações
locais,
complicações
sistêmicas e
disfunções
orgânicas.
1/1
O escore de
Balthazar utiliza
critérios
laboratoriais para
estabelecimento
da gravidade da
pancreatite
1/1
O escore de
Balthazar utiliza
critérios de
imagem para
estabelecimento
da gravidade da
pancreatite
1/1
Os critérios de
Apache II são
simples pois
utilizam poucos
parâmetros para
avaliação da
gravidade, sendo
estes: a idade,
nível de
consciência,
presença de SIRS,
1/1
Os Critérios
Revisados de
Atlanta dividem a
pancreatite em
leve, moderada e
grave de acordo
com a presença
de complicações
locais,
complicações
sistêmicas e
disfunções
orgânicas.
O escore de
Balthazar utiliza
critérios
laboratoriais para
estabelecimento
da gravidade da
pancreatite
O escore de
Balthazar utiliza
critérios de
imagem para
estabelecimento
da gravidade da
pancreatite
Os critérios de
Apache II são
simples pois
utilizam poucos
parâmetros para
avaliação da
gravidade, sendo
estes: a idade,
nível de
consciência,
presença de SIRS,
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 24/63
Respostas corretas
(síndrome da
resposta
inflamatória
sistêmica) função
renal, e presença
de derrame
pleural em
radiografia de
tórax.
O escore de
Ranson avalia a
gravidade da
pancreatite logo
na admissão e
pode ser repetido
em vários
momentos
durante a
evolução da
pancreatite.
0/1
(síndrome da
resposta
inflamatória
sistêmica) função
renal, e presença
de derrame
pleural em
radiografia de
tórax.
O escore de
Ranson avalia a
gravidade da
pancreatite logo
na admissão e
pode ser repetido
em vários
momentos
durante a
evolução da
pancreatite.
Verdadeiro Falso
O escore de Ranson avalia a
gravidade da pancreatite
logo na admissão e pode ser
repetido em vários
momentos durante a
evolução da pancreatite.
O escore de Ranson avalia a
gravidade da pancreatite
logo na admissão e pode ser
repetido em vários
momentos durante a
evolução da pancreatite.
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 25/63
12/15
Dor, esteatorreia, má absorção, anorexia e DM. Dosar elastase fecal e solicitar TC.
Feedback individual
os sintomas decorrentes da insu�ciência endócrina são a poliúria, polidipsia e polifagia 
- Para o diagnóstico de insu�ciência endócrina, deve ser solicitada dosagem de glicemia 
Homem de 38 anos com antecedente de consumo de álcool há 18
anos, cerca de 300 ml de uísque ao dia, apresenta no último ano,
crises recorrentes de dor no andar superior do abdome com
irradiação em faixa que duram de 3 a 7 dias, com ausência de sintomas
entre as crises. Durante investigação foi realizada USG abdominal que
evidenciou as seguintes alterações no pâncreas: discreta atrofia,
presença de calcificações parenquimatosas e tortuosidade ductal.
Descreva quais são as manifestações clínicas da insuficiência
pancreática que este paciente pode vir a desenvolver e como fazer
para diagnosticá-las. *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 26/63
A respeito das causas de pancreatite crônica, assinale Verdadeiro ou Falso: *
Verdadeiro Falso Pontuação
Mutações mais
brandas no gene
da fibrose cística
(CFTR) podem
levar à lesão
pancreática
isolada e
manifestada
somente na idade
adulta.
1/1
Neoplasias
pancreáticas não
provocam
pancreatite crônica
pois são sempre
malignas e,
portanto, de rápida
evolução, sem que
poderia haver
tempo para o
desenvolvimento
de lesão
pancreática
crônica.
1/1
O alcoolismo,
causa mais
comum de
pancreatite
crônica, leva à
formação de
rolhas protéicas no
interior dos ductos
pancreático e a
partir destas,
originam-se as
calcificações
pancreáticas.
1/1
A hipercalcemia
pode raramente
1/1
Mutações mais
brandas no gene
da fibrose cística
(CFTR) podem
levar à lesão
pancreática
isolada e
manifestada
somente na idade
adulta.
Neoplasias
pancreáticas não
provocam
pancreatite crônica
pois são sempre
malignas e,
portanto, de rápida
evolução, sem que
poderia haver
tempo para o
desenvolvimento
de lesão
pancreática
crônica.
O alcoolismo,
causa mais
comum de
pancreatite
crônica, leva à
formação de
rolhas protéicas no
interior dos ductos
pancreático e a
partir destas,
originam-se as
calcificações
pancreáticas.
A hipercalcemia
pode raramente
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 27/63
levar à pancreatite
crônica e
geralmente ocorre
nos pacientes com
hipoparatiroidismo,
identificando-se
baixos níveis de
paratormômio.
A pancreatite auto-
imune, decorrente
da síndrome
sistêmica
associada ao IgG4,
é mais comum em
mulheres jovens
do que em homens
de idade avançada.
1/1
levar à pancreatite
crônica e
geralmente ocorre
nos pacientes com
hipoparatiroidismo,
identificando-se
baixos níveis de
paratormômio.
A pancreatite auto-
imune, decorrente
da síndrome
sistêmica
associada ao IgG4,
é mais comum em
mulheres jovens
do que em homens
de idade avançada.
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 28/63
A respeito das complicações da pancreatite crônica, assinale Verdadeiro ou
Falso: *
Verdadeiro Falso Pontuação
Os pseudocistos
pancreáticos
possuem epitélio
colunar revestindo
as suas paredes e
dividem-se nos
tipos serosos e
mucinosos.
1/1
Sangramento
digestivo alto é
frequente nos
pacientes com
pancreatite
crônica pela
concomitância
com a cirrose
hepática de
etiologia
alcoólica.
0/1
A ascite de
origem
pancreática
caracteriza-sepor
altos níveis de
proteínas e de
amilase na
análise do líquido
ascítico.
1/1
A icterícia pode
ocorrer por
compressão da
via biliar por um
pseudocisto
pancreático ou
por aumento de
volume da cabeça
pancreática.
1/1
Os pseudocistos
pancreáticos
possuem epitélio
colunar revestindo
as suas paredes e
dividem-se nos
tipos serosos e
mucinosos.
Sangramento
digestivo alto é
frequente nos
pacientes com
pancreatite
crônica pela
concomitância
com a cirrose
hepática de
etiologia
alcoólica.
A ascite de
origem
pancreática
caracteriza-se por
altos níveis de
proteínas e de
amilase na
análise do líquido
ascítico.
A icterícia pode
ocorrer por
compressão da
via biliar por um
pseudocisto
pancreático ou
por aumento de
volume da cabeça
pancreática.
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 29/63
Respostas corretas
15/15
Colangiocarcinoma e ca colorretal . Realizar anualmente colangioressonância e 
colonoscopia, respectivamente.
Feedback individual
acrescentar CA 19-9
Os pseudocistos
geralmente não
são de tratamento
cirúrgico, pois
regridem
espontaneamente
na maioria das
vezes.
1/1Os pseudocistos
geralmente não
são de tratamento
cirúrgico, pois
regridem
espontaneamente
na maioria das
vezes.
Verdadeiro Falso
Sangramento digestivo alto é
frequente nos pacientes com
pancreatite crônica pela
concomitância com a cirrose
hepática de etiologia
alcoólica.
Sangramento digestivo alto é
frequente nos pacientes com
pancreatite crônica pela
concomitância com a cirrose
hepática de etiologia
alcoólica.
Mulher, 42 anos, com quadro de prurido e icterícia há 5 anos, evolui há
cerca de 6 meses com evacuações amolecidas, com muco e algumas
vezes sangue, cerca de 3 vezes ao dia. Submetida a investigação,
possui padrão laboratorial de colestase, sorologias virais negativas e
auto anticorpos negativos. Realizada ressonância magnética do
abdome que evidenciou vias biliares com multifocais estenoses e
dilatações com padrão em contas de rosário e colonoscopia com
pancolite caracterizada por eritema e ulcerações rasas de mucosa.
Descreva quais são as neoplasias que esta paciente possui maior risco
de desenvolvimento e como rastreá-las. *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 30/63
A respeito da colangite esclerosante primária, assinale Verdadeiro ou Falso: *
Verdadeiro Falso Pontuação
Varizes de
esôfago são
decorrentes de
hipertensão
portal e ocorrem
em fases
avançadas da
doença.
1/1
A doença não
evolui para
cirrose, visto que
o acometimento
é das vias
biliares e não dos
hepatócitos.
1/1
Xantelasmas
ocorrem como
consequência à
má absorção de
gorduras nestes
pacientes, que
classicamente
apresentam
níveis séricos
baixos de
colesterol.
1/1
A ocorrência de
plaquetopenia e
de alargamento
do tempo de
protrombina são
achados que
caracterizam
discrasia
sanguínea devido
à má absorção
de vitamina K
nestes pacientes.
1/1
Varizes de
esôfago são
decorrentes de
hipertensão
portal e ocorrem
em fases
avançadas da
doença.
A doença não
evolui para
cirrose, visto que
o acometimento
é das vias
biliares e não dos
hepatócitos.
Xantelasmas
ocorrem como
consequência à
má absorção de
gorduras nestes
pacientes, que
classicamente
apresentam
níveis séricos
baixos de
colesterol.
A ocorrência de
plaquetopenia e
de alargamento
do tempo de
protrombina são
achados que
caracterizam
discrasia
sanguínea devido
à má absorção
de vitamina K
nestes pacientes.
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 31/63
Respostas corretas
A ocorrência de
plaquetopenia e
de alargamento
do tempo de
protrombina são
achados que
sugerem cirrose
hepática nestes
pacientes.
0/1A ocorrência de
plaquetopenia e
de alargamento
do tempo de
protrombina são
achados que
sugerem cirrose
hepática nestes
pacientes.
Verdadeiro Falso
A ocorrência de
plaquetopenia e de
alargamento do tempo de
protrombina são achados
que sugerem cirrose
hepática nestes pacientes.
A ocorrência de
plaquetopenia e de
alargamento do tempo de
protrombina são achados
que sugerem cirrose
hepática nestes pacientes.
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 32/63
A respeito do diagnóstico diferencial de icterícia, assinale Verdadeiro ou Falso: *
Verdadeiro Falso Pontuação
Em pacientes com
anemia e icterícia sem
associação com
colúria ou acolia fecal,
deve-se levantar a
hipótese diagnóstica
de hiperbilirrubinemia
indireta e hemólise.
1/1
A esferocitose
hereditária cursa com
esplenomegalia
consequentemente à
necessidade do
aumento da função do
baço e cursa com
níveis elevados de
bilirrubina indireta
devido à destruição
precoce das hemácias
em decorrência de sua
forma anômala.
1/1
Níveis elevados de LDH
e reticulócitos ocorrem
na hiperbilirrubinemia
conjugada como
consequência à
colestase intra-
hepática.
1/1
A Síndrome de Gilbert
provoca níveis
elevados de bilirrubina
indireta, devido à
redução da função de
conjugação pela
enzima UDP-
glucoronosiltransferase
no hepatócito, como
consequência à
mutação genética.
0/1
Em pacientes com
anemia e icterícia sem
associação com
colúria ou acolia fecal,
deve-se levantar a
hipótese diagnóstica
de hiperbilirrubinemia
indireta e hemólise.
A esferocitose
hereditária cursa com
esplenomegalia
consequentemente à
necessidade do
aumento da função do
baço e cursa com
níveis elevados de
bilirrubina indireta
devido à destruição
precoce das hemácias
em decorrência de sua
forma anômala.
Níveis elevados de LDH
e reticulócitos ocorrem
na hiperbilirrubinemia
conjugada como
consequência à
colestase intra-
hepática.
A Síndrome de Gilbert
provoca níveis
elevados de bilirrubina
indireta, devido à
redução da função de
conjugação pela
enzima UDP-
glucoronosiltransferase
no hepatócito, como
consequência à
mutação genética.
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 33/63
Respostas corretas
15/15
Xantelasma, ascite, esplenomegalia, aranhas vasculares, eritema palmar
A eritropoiese ineficaz
pode levar a níveis
elevados de bilirrubina
não conjugada e a
deficiência de vitamina
B12 pode ser uma
causa.
1/1A eritropoiese ineficaz
pode levar a níveis
elevados de bilirrubina
não conjugada e a
deficiência de vitamina
B12 pode ser uma
causa.
Verdadeiro Falso
A Síndrome de Gilbert provoca
níveis elevados de bilirrubina
indireta, devido à redução da
função de conjugação pela
enzima UDP-
glucoronosiltransferase no
hepatócito, como consequência à
mutação genética.
A Síndrome de Gilbert provoca
níveis elevados de bilirrubina
indireta, devido à redução da
função de conjugação pela
enzima UDP-
glucoronosiltransferase no
hepatócito, como consequência à
mutação genética.
Mulher, 53 anos, há 2 anos com prurido difuso sem melhora com anti-
histamínicos, evolui há 8 meses com icterícia e colúria. Submetida à
investigação, possui padrão laboratorial de colestase, sorologias virais
negativas e anticorpo anti-mitocôndria positivo. Realizada USG do
abdome sem dilatação das vias biliares. Cite cinco achados de exame
físico que poderiam ser encontrados neste paciente *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 34/63
A respeito do metabolismo da bilirrubina, assinale Verdadeiro ou Falso: *
Verdadeiro Falso Pontuação
A bilirrubina
indireta é solúvel
em água e por
este motivo pode
circular até o
fígado onde
sofrerá
conjugação.
1/1
A biliverdina, um
pigmentoverde,
através da ação
da enzima
biliverdina
redutase da
origem à
bilirrubina não
conjugada.
1/1
A conjugação da
bilirrubina ocorre
em maior volume
nos órgãos do
sistema retículo
endotelial, sendo
exemplos destes
o baço e a
medula óssea.
1/1
O ciclo
enterohepático
da bilirrubina
caracteriza-se
por reabsorção
de urobilinogênio
pela mucosa
intestinal, que
retorna ao fígado
pelo sistema
porta.
1/1
A maior parte do 1/1
A bilirrubina
indireta é solúvel
em água e por
este motivo pode
circular até o
fígado onde
sofrerá
conjugação.
A biliverdina, um
pigmento verde,
através da ação
da enzima
biliverdina
redutase da
origem à
bilirrubina não
conjugada.
A conjugação da
bilirrubina ocorre
em maior volume
nos órgãos do
sistema retículo
endotelial, sendo
exemplos destes
o baço e a
medula óssea.
O ciclo
enterohepático
da bilirrubina
caracteriza-se
por reabsorção
de urobilinogênio
pela mucosa
intestinal, que
retorna ao fígado
pelo sistema
porta.
A maior parte do
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 35/63
heme provém de
hemácias
senescentes e
através da
enzima heme
oxigenase, dá-se
origem à
biliverdina.
heme provém de
hemácias
senescentes e
através da
enzima heme
oxigenase, dá-se
origem à
biliverdina.
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 36/63
A respeito do diagnóstico diferencial da icterícia, assinale Verdadeiro ou Falso: *
Verdadeiro Falso Pontuação
A neoplasia da cabeça
pancreática é uma causa
de colestase extra-
hepática, diagnosticada
por elevação de enzimas
pancreáticas. Neste
caso as enzimas
hepáticas permanecem
normais, visto que a
origem do problema é no
pâncreas.
1/1
Na hepatite aguda
fulminante, a elevação
da bilirrubina indireta é
mais acentuada do que a
da direta devido a
redução mais importante
da função de conjugação
do que da excreção da
bilirrubina.
0/1
A hepatite aguda por
vírus A é uma causa de
colestase intra-hepática,
caracterizada por
elevações mais
importantes das
enzimas hepatocelulares
do que das
canaliculares.
0/1
A coledocolitíase é uma
causa de colestase
extra-hepática, cujo
tratamento é a remoção
dos cálculos através da
CPRE
(colangiopancreatografia
endoscópica retrógrada).
1/1
A colangite biliar 1/1
A neoplasia da cabeça
pancreática é uma causa
de colestase extra-
hepática, diagnosticada
por elevação de enzimas
pancreáticas. Neste
caso as enzimas
hepáticas permanecem
normais, visto que a
origem do problema é no
pâncreas.
Na hepatite aguda
fulminante, a elevação
da bilirrubina indireta é
mais acentuada do que a
da direta devido a
redução mais importante
da função de conjugação
do que da excreção da
bilirrubina.
A hepatite aguda por
vírus A é uma causa de
colestase intra-hepática,
caracterizada por
elevações mais
importantes das
enzimas hepatocelulares
do que das
canaliculares.
A coledocolitíase é uma
causa de colestase
extra-hepática, cujo
tratamento é a remoção
dos cálculos através da
CPRE
(colangiopancreatografia
endoscópica retrógrada).
A colangite biliar
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 37/63
Respostas corretas
primária é uma causa de
colestase intra-hepática,
caracterizada por
elevações mais
importantes das
enzimas hepatocelulares
do que das
canaliculares.
primária é uma causa de
colestase intra-hepática,
caracterizada por
elevações mais
importantes das
enzimas hepatocelulares
do que das
canaliculares.
Verdadeiro Falso
Na hepatite aguda
fulminante, a elevação da
bilirrubina indireta é mais
acentuada do que a da direta
devido a redução mais
importante da função de
conjugação do que da
excreção da bilirrubina.
A hepatite aguda por vírus A
é uma causa de colestase
intra-hepática, caracterizada
por elevações mais
importantes das enzimas
hepatocelulares do que das
canaliculares.
Na hepatite aguda
fulminante, a elevação da
bilirrubina indireta é mais
acentuada do que a da direta
devido a redução mais
importante da função de
conjugação do que da
excreção da bilirrubina.
A hepatite aguda por vírus A
é uma causa de colestase
intra-hepática, caracterizada
por elevações mais
importantes das enzimas
hepatocelulares do que das
canaliculares.
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 38/63
5/5
Pancreatectomia total
Esfincterotomia
Pancreatojejunostomia laterolateral
Pancreatojejunostomia terminolateral
Pancreatectomia distal
5/5
Drenagem do material das coleções
Tratamento da doença biliar quando presente
Limpeza da cavidade abdominal
Reposição volêmica
Nutrição parenteral prolongada
Durante a investigação de um paciente com pancreatite crônica foram
encontradas múltiplas áreas de estenose e dilatação do ducto Wirsung.
Quando indicado o tratamento cirúrgico, a melhor escolha é: *
Na pancreatite aguda necrotizante grave, o tratamento baseia-se
inicialmente em: *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 39/63
0/15
Realizar punção para cultura e após inicar a antibioticoterapia. Quando sair o resultado da 
cultura, pode-se fazer ajuste da medicação de escolha.
Feedback individual
Neste caso nao iniciariamos com antibiotico. Paciente afebril. A pancreatite aguda cursa
muitas vezes com leucocitose. Também não há indicios tomográ�cos de necrose
infectada. O manejo consiste de hidratação, suporte/sintomaticos e suporte nutricional
(preferencialmente enteral - sonda passada guiada por eda em duodeno distal).
15/15
Fase arterial
Respostas corretas
Arterial
arterial
Paciente com pancreatite aguda grave (necrotizante). Em uma semana
de evolução de doença, apresenta-se afebril, porém com leucocitose
de 20000. Na tomografia, apresenta pequenos focos de necrose do
pâncreas. Qual a melhor conduta? *
Em exames contrastados, o hepatocarcinoma capta contraste
predominantemente na fase...: *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
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5/5
Indicar a ressecção do nódulo pelo risco de malignização
Solicitar marcadores de hepatite viral
Observar, pois tem características benignas
Solicitar tomografia para confirmar o diagnóstico de hepatocarcinoma
Indicar a ressecção do nódulo pelo risco de sangramento
0/5
Nenhuma alternativa é correta
Apenas duas alternativas estão corretas
Apenas três alternativas estão corretas
Apenas uma alternativa está correta
Apenas quatro alternativas estão corretas
Resposta correta
Apenas uma alternativa está correta
Mulher de 40 anos assintomática, apresentou lesão hepática de 3 cm em
USG de abdome. Em ressonância magnética de abdome, evidenciou-se
um nódulo hiperdenso com cicatriz estrelar central no segmento III. Qual
a melhor conduta? *
Homem de 58 anos, MELD 14, Child B7 com nódulo de 3 cm entre
segmentos hepáticos IV e V, hipervascular na fase arterial e “washout”
portal, AFP 650. Sobre este caso, analise as afirmativas abaixo (de I a V) e
assinale a alternativa CORRETA. I. A quimioembolização constitui a
melhor opção neste caso; II. Deve ser realizada biópsia hepática; III. O
melhor tratamento para este caso é Sorafenibe; IV. Paciente tem
indicação de hepatectomia; V. Os critérios de Milão definem este
paciente como elegível ao transplante hepático. *
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anti-HCV e HCV-RNA
5/5
B/D/A/E/F/C
D/B/A/E/F/C
D/B/E/A/C/F
D/B/E/A/F/C
D/B/A/F/E/C
Jl,47 anos, masc, natural de Florianópolis, encaminhado ao
ambulatório de hepatologia com a seguinte história. Havia sido
internado 30 dias antes por hemorragia digestiva alta por varizes de
esôfago. Até então se considerava saudável. Durante a internação foi
feito o diagnóstico de cirrose pelo vírus C. Qual ou quais marcadores
virais estão presentes para que se afirme que o paciente tem hepatite
C? *
Jl,47 anos, masc, natural de Florianópolis, encaminhado ao ambulatório
de hepatologia com a seguinte história. Havia sido internado 30 dias
antes por hemorragia digestiva alta por varizes de esôfago. Até então se
considerava saudável. Durante a internação foi feito o diagnóstico de
cirrose pelo vírus C. Sabendo que a hemorragia digestiva varicosa é uma
complicação da hipertensão portal, que a principal causa de hipertensão
portal é a cirrose, e ainda, que o paciente tem o provável diagnóstico de
hepatite C crônica, estabeleça entre os itens abaixo (de A a F) uma
ordem cronológica desta hipótese diagnóstica: A. Hepatite c crônica; B.
Hepatite c aguda; assintomática; C. Hemorragia varicosa; D. Exposição
ao vírus C; E. Cirrose; F. Desenvolvimento de hipertensão portal
clinicamente significativa. A alternativa que apresenta a ordem
cronológica CORRETA é: *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
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5/5
Anti Hbs; AgHbs; Anti HAV IgM
AntiHbc IgM; Hbs Ag; Anti HAV IgM
Anti Hbc IgG; Anti Hbs; Anti HAV IgG
Anti Hbc IgM; Anti HAV IgM; Anti Hbe
Ag Hbe; Anti Hbc IgG ; Anti HAV IgG
Jl,47 anos, masc, natural de Florianópolis, encaminhado ao ambulatório
de hepatologia com a seguinte história. Havia sido internado 30 dias
antes por hemorragia digestiva alta por varizes de esôfago. Até então se
considerava saudável. Durante a internação foi feito o diagnóstico de
cirrose pelo vírus C. Sabendo da importância da imunização para outros
vírus hepatotrópicos, quais marcadores se deve solicitar para avaliar a
necessidade de vacinação, neste paciente? *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
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0/5
Estabilização hemodinâmica; uso de beta-bloqueador cardio-seletivo por 5 dias e
após a alta betabloqueador não cardio-seletivo e antibiótico; Tratamento
endoscópico das varizes.
Estabilização hemodinâmica; uso de drogas vasoativas por 7 dias e após a alta
betabloqueador não cardio-seletivo e antibiótico; Tratamento endoscópico das
varizes.
Estabilização hemodinâmica; uso de drogas vasoativas por 5 dias e após a alta
betabloqueador cardio-seletivo e antibiótico, bem como Tratamento endoscópico
das varizes.
Estabilização hemodinâmica; uso de drogas vasoativas por 5 dias, antibiótico,
Tratamento endoscópico das varizes e após a alta betabloqueador cardio-
seletivo.
Estabilização hemodinâmica; uso de drogas vasoativas por 5 dias; antibiótico;
tratamento endoscópico das varizes e após a alta betabloqueador não cardio-
seletivo
Resposta correta
Estabilização hemodinâmica; uso de drogas vasoativas por 5 dias; antibiótico;
tratamento endoscópico das varizes e após a alta betabloqueador não cardio-
seletivo
Jl,47 anos, masc, natural de Florianópolis, encaminhado ao ambulatório
de hepatologia com a seguinte história. Havia sido internado 30 dias
antes por hemorragia digestiva alta por varizes de esôfago. Até então se
considerava saudável. Durante a internação foi feito o diagnóstico de
cirrose pelo vírus C.Tendo em conta que o paciente comparece ao
ambulatório, após uma internação de hemorragia varicosa, assinale a
conduta que você acredita que tenha sido tomada durante a internação
e após a alta: *
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5/5
Trombose portal; Esquistossomose; Síndrome de Budd Chiari
Esquistossomose; Intoxicação por vitamina A; Insuficiência valvar;
Esquistossomose; Insuficiência valvular mitral; Síndrome de Budd Chiari
Hepatite alcoólica; Esteatohepatite ; Fístula arteriovenosa
Doença veno-oclusiva; Esteatohepatite; Pericardite constritiva
5/5
É importante avaliar a replicação do vírus B, as transaminases, isto é, dano
hepatocelular e a carga viral para indicar o tratamento.
É importante avaliar a replicação do vírus B, as transaminases, isto é, dano
canalicular e a carga viral para indicar o tratamento.
A Superinfecção dos dois agentes virais tende a ter uma evolução pior do que a
Coinfecção.
O vírus delta é um vírus defectivo, que precisa do vírus B para se replicar.
O marcador sorológico que evidencia a presença do vírus B é o AgHbs e do vírus
Delta é o HVD Ag
Assinale a alternativa que tenha um exemplo de cada condição pré-
hepática/ intra-hepática/ pós hepática que leve a hipertensão portal: *
Homem de 36 anos natural de Manaus, tendo vindo morar em São José
há 3 meses. Comparece para avaliação de exames laboratoriais. Refere
que sabe ter hepatite B, mas lá tinha pouco acesso à assistência à saúde.
Pensando que o paciente vem de uma área endêmica e que lá também
existe a infecção pelo vírus delta, o clínico recordou de vários conceitos
que aprendeu em sua formação. Assinale a alternativa INCORRETA: *
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0/5
AgHbs negativo; AgHbe negativo; Transaminases normais; Carga viral baixa;
histologia com pouca inflamação
AgHbs positivo; AgHbe positivo; Transaminases altas; Carga viral alta; histologia
com inflamação
AgHbs positivo; AgHbe negativo; Transaminases altas; Carga viral alta; histologia
com muita inflamação
AgHbs positivo; AgHbe positivo; Transaminases normais; Carga viral baixa;
histologia com inflamação
AgHbs positivo; AgHbe negativo; Transaminases normais; Carga viral baixa;
histologia com pouca ou nenhuma inflamação
Resposta correta
AgHbs positivo; AgHbe negativo; Transaminases normais; Carga viral baixa;
histologia com pouca ou nenhuma inflamação
Homem de 36 anos natural de Manaus, tendo vindo morar em São José
há 3 meses. Comparece para avaliação de exames laboratoriais. Refere
que sabe ter hepatite B, mas lá tinha pouco acesso à assistência à saúde.
Pensando que o paciente vem de uma área endêmica e que lá também
existe a infecção pelo vírus delta, o clínico recordou de vários conceitos
que aprendeu em sua formação. No retorno o paciente natural de
Manaus recebeu o diagnóstico de que não tinha a infecção pelo vírus
Delta, e sim somente pelo vírus B e que neste momento, não estava
replicando, aliás, na antiga terminologia, ele seria chamado um portador
inativo do vírus B. Quais achados se espera neste paciente? *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
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5/5
O repouso tem papel fundamental na recuperação mais rápida;
A ingestão de álcool pode ser liberada após duas aferições de transaminases
normais, com intervalo de 4 semanas.
É extremamente importante orientar dieta sem gorduras, pois retardam o
esvaziamento gástrico.
A administração de sintomáticos deve ser de acordo com os sintomas
apresentados.
É necessário administrar a vitamina k em todo paciente ictérico, pois que ela diminui
a chance de sangramento e, desta forma a evolução para quadro fulminante.
15/15
Espironolactona (ginecomastia).
Com relação ao tratamento da Hepatite viral aguda, independentemente
do agente viral hepatotrópico, é CORRETO afirmar: *
Paciente hepatopata de longa data, de etiologia alcoólica, comparece
à emergência comquadro de aumento importante de volume
abdominal. Refere que, com esta pandemia, voltou a beber e há três
dias iniciou com dor abdominal difusa, náuseas, diminuição do apetite.
Refere ter parado de usar o diurético prescrito por seu clínico na
última consulta. Não lembra exatamente do nome do medicamento,
mas disse que era muito forte, que o médico havia trocado porque um
outro, que havia tomado antes, tinha lhe causado aumento e dor das
mamas. Com a suspeita de Peritonite Bacteriana Espontânea, o clínico
de plantão fez punção diagnóstica que revelou Albumina de 1,2 e
Leucócitos de 300 células por ml. Considerando as queixas do
paciente do paciente com relação aos medicamentos prescritos, qual
diurético é a escolha inicial no hepatopata e que tem como efeitos
colaterais aqueles relatados pelo paciente? *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 47/63
10/15
Não confirmam pois apesar dos leucócitos estarem acima de 250, a cultura do líquido 
ascítico deve dar positiva para um único agente
Feedback individual
Estes dados não con�rmam o diagnóstico porque não são su�cientes para o cálculo do
GASA ( falta a albumina sérica) e é necessário avaliar o número de PMN e não o de
leucócitos totais, bem como cultura para um único agente.
12.5/15
Deve-se continuar a investigação da mãe para determinar a carga viral, medicando-a perto 
do nascimento (diminuição da carga viral e transmissão vertical). Aplicação de HBIG e da 
primeira dose da vacina para o recém nascido
Feedback individual
Importante comentar que as medidas do RN devem ser realizadas nas primeiras 12 horas
de vida
Paciente hepatopata de longa data, de etiologia alcoólica, comparece
à emergência com quadro de aumento importante de volume
abdominal. Refere que, com esta pandemia, voltou a beber e há três
dias iniciou com dor abdominal difusa, náuseas, diminuição do apetite.
Refere ter parado de usar o diurético prescrito por seu clínico na
última consulta. Não lembra exatamente do nome do medicamento,
mas disse que era muito forte, que o médico havia trocado porque um
outro, que havia tomado antes, tinha lhe causado aumento e dor das
mamas. Com a suspeita de Peritonite Bacteriana Espontânea, o clínico
de plantão fez punção diagnóstica que revelou Albumina de 1,2 e
Leucócitos de 300 células por ml. Por que os dados laboratoriais
apresentados confirmam ou não o diagnóstico de Peritonite
Bacteriana Espontânea? *
Mulher de 27 anos, gestante de 28 semanas, em seus exames de pré-
natal recebeu o diagnóstico de positividade para o AgHbs. Qual
conduta deve ser tomada para esta gestante? E para seu bebê? *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
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0/15
Pancreatite crônica
Feedback individual
Vesícula em porcelana
Homem de 53 anos, sem história prévia de qualquer tipo de intervenção
médica ou cirúrgica no abdome, refere dor epigástrica e em HCD
episódica e recorrente que alivia com analgésicos orais, há mais de 3
anos . Nunca teve icterícia, nem febre. A USG vem normal para todas as
vísceras abdominais, mas por encontrar dificuldade em identificar a
vesícula biliar, o próprio ultrassonografista opta por complementar o
exame com uma radiografia do abdome, a qual identifica imagem em
HCD de opacidade na parede da vesícula. Duas semanas após a
consulta o paciente retorna referindo tendo permanecido
assintomático. Abaixo, os resultados dos exames solicitados. Qual é o
diagnóstico mais provável? *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 49/63
Mulher de 39 anos há 2 meses com queixa de dores em cólica em HCD de
aparecimento 30 minutos após as refeições e aliviadas com antiespasmódicos.
G5Ab1P3C1, usou contraceptivo oral durante 20 anos. HMP: histerectomia há 3
anos por miomatose, esplenectomia há 15 anos por trauma esplênico. História de
cálculo renal com 3 crises de cólica renoureteral. Usa levotiroxima para
hipotireoidismo. Mãe diabética falecida de IAM. Pai hipertenso. Irmã
colecistectomizada por “pedras na vesícula” (sic). Peso: 84 Kg; altura: 1,66 m.
USG do abdome: inúmeros cálculos de diferentes tamanhos na vesícula biliar.
Assinale quando houver associação entre a condição clínica e o risco de
formação dos diferentes tipos de cálculos, NESTA PACIENTE: *
Fator de
risco para
cálculo de
colesterol
Fator de
risco para
cálculo
marrom
Fator de
risco para
cálculo
preto
Não é
fator de
risco para
cálculo
Pontuação
Histerectomia 1/1
Gesta 5 1/1
Esplenectomia 0/1
Idade 0/1
Pai hipertenso 1/1
Nefrolitíase 1/1
IMC 1/1
Mãe diabética 0/1
Uso de
contraceptivo
oral
1/1
Irmã –
colecistolitíase
1/1
Histerectomia
Gesta 5
Esplenectomia
Idade
Pai hipertenso
Nefrolitíase
IMC
Mãe diabética
Uso de
contraceptivo
oral
Irmã –
colecistolitíase
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
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Respostas corretas
Sexo feminino 1/1
Levotiroxina 1/1
Sexo feminino
Levotiroxina
Fator de risco
para cálculo de
colesterol
Fator de risco
para cálculo
marrom
Fator de risco
para cálculo
preto
Não é fator de
risco para
cálculo
Esplenectomia
Idade
Mãe diabética
Esplenectomia
Idade
Mãe diabética
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
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0/15
Pancreatite por coledocolitíase
Feedback individual
Colangite aguda por coledocolitíase primária (provável estenose)
Mulher de 58 anos chega à emergência com quadro de icterícia
progressiva e colúria há 2 semanas, e dor moderada no HCD há 2 dias.
História prévia de dor leve, incaracterística e esporádica no HCD há 3
anos. Sem outras queixas ou comorbidades prévias. HMF sp.
Colecistectomizada há 25 anos. Esplenectomizada por trauma
abdominal na infância. Orientada, eupneica e normotensa. Abdome
flácido, dor discreta à palpação em HCD, fígado não palpável. Abaixo,
os exames realizados na admissão. Qual é o diagnóstico? Qual é a
causa? *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
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0/5
Há indicação de complementar a investigação com uma
Colangiopancreatografia Endoscópica Retrógrada
Há indicação de administração de vitamina K por via parenteral
Há indicação de uma cirurgia de bypass biliopancreático em Y de Roux
Há indicação de pesquisa do vírus da hepatite C
Há indicação de dosagem sérica de alfa-fetoproteína
Resposta correta
Há indicação de pesquisa do vírus da hepatite C
Mulher de 58 anos chega à emergência com quadro de icterícia
progressiva e colúria há 2 semanas, e dor moderada no HCD há 2 dias.
História prévia de dor leve, incaracterística e esporádica no HCD há 3
anos. Sem outras queixas ou comorbidades prévias. HMF sp.
Colecistectomizada há 25 anos. Esplenectomizada por trauma abdominal
na infância. Orientada, eupneica e normotensa. Abdome flácido, dor
discreta à palpação em HCD, fígado não palpável. Abaixo, os exames
realizados na admissão. Sobre este caso, assinale a afirmativa CORRETA.
*
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 53/63
5/5
Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica
Colangiografia percutânea
Ultrassonografia endoscópica
Colangiopancreatografia por ressonância magnética
Tomografia computadorizada do abdome
0/5
Coledocotomia e extração dos cálculos, anastomosebiliodigestiva e
colecistectomia videolaparoscópicas
Remoção endoscópica das coledocolitíases e colecistectomia videolaparoscópica
combinadas no mesmo ato operatório
Coledocotomia, extração dos colecocolitíases e colecistectomia por laparotomia
Remoção endoscópica das coledocolitíases seguida de colecistectomia
videolaparoscópica
Exploração do colédoco, extração de cálculos e colecistectomia
videolaparoscópicas
Resposta correta
Coledocotomia e extração dos cálculos, anastomose biliodigestiva e colecistectomia
videolaparoscópicas
Qual dos seguintes exames é o preferencial na investigação de um
quadro de colestase extra-hepática? *
Mulher de 46 anos interna por quadro de pancreatite aguda biliar leve e
responde bem à terapia clínica. A investigação suplementar apropriada
por exame de imagem identifica colecistolitíases, dilatação das vias
biliares intra e extra-hepáticas, colédoco com calibre de 0,8 cm e 2
cálculos no colédoco. Demais estruturas sem alterações. Entre as
opções para o tratamento deste caso estariam corretas todas as opções
abaixo, EXCETO: *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
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10/15
Colecistocoledocolitíase aguda calculosa, devido a presença de cálculos, diltação 
das vias biliares, dor em HCD recente
Feedback individual
Coledocolitíase secundária, não existe litíase aguda
Mulher saudável de 46 anos apresenta-se na emergência referindo dor
em HCD. Bom estado geral, leve palidez cutâneo mucosa, afebril,
ictérica ++/4. Boa perfusão periférica; pulsos presentes; PA:
115/85mmHg deitada; FC de 80 bpm; FR 16 mrm. RCR 2T; MV presente
bilateralmente; Abdome plano, flácido e levemente doloroso à
palpação em quadrante superior direito, sem sinal de Murphy, RHA +,
fígado não palpável, ausência de sinais de irritação peritonial. Abaixo,
os exames realizados na admissão. Qual é o diagnóstico mais
provável? Especifique. *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 55/63
0/5
Há indicação de solicitação de sorologias virais e marcadores tumorais
Há indicação de descompressão biliar de urgência, preferencialmente por via
endoscópica (CPRE)
É necessário a dosagem de albumina sérica para o diagnóstico apropriado
Há sinais que indicam a presença de uma colecistite crônica
O quadro sugere o diagnóstico de pancreatite aguda associada
Resposta correta
Há sinais que indicam a presença de uma colecistite crônica
Mulher saudável de 46 anos apresenta-se na emergência referindo dor
em hipocôndrio direito. Bom estado geral, leve palidez cutâneo mucosa,
afebril, ictérica ++/4. Boa perfusão periférica; pulsos presentes; PA:
115/85mmHg deitada; FC de 80 bpm; FR 16 mrm. RCR 2T; MV presente
bilateralmente; Abdome plano, flácido e levemente doloroso à palpação
em quadrante superior direito, sem sinal de Murphy, RHA +, fígado não
palpável, ausência de sinais de irritação peritonial. Abaixo, os exames
realizados na admissão. Sobre este caso, assinale a afirmativa CORRETA.
*
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 56/63
Mulher saudável de 46 anos apresenta-se na emergência referindo dor em
hipocôndrio direito. Bom estado geral, leve palidez cutâneo mucosa, afebril,
ictérica ++/4. Boa perfusão periférica; pulsos presentes; PA: 115/85mmHg
deitada; FC de 80 bpm; FR 16 mrm. RCR 2T; MV presente bilateralmente; Abdome
plano, flácido e levemente doloroso à palpação em quadrante superior direito,
sem sinal de Murphy, RHA +, fígado não palpável, ausência de sinais de irritação
peritonial. Abaixo, os exames realizados na admissão. Analisando este quadro
clínico e laboratorial, assinale Verdadeiro ou Falso: *
Verdadeiro Falso Pontuação
A paciente deve
receber vitamina
K por via enteral
1/1
O achado de RNI
ocorre devido ao
excesso de sais
biliares
decorrente da
colestase
1/1
Vitamina K e sais
biliares são
utilizados pelos
hepatócitos na
elaboração dos
fatores K
dependentes
0/1
A paciente deve
receber vitamina
K por via enteral
O achado de RNI
ocorre devido ao
excesso de sais
biliares
decorrente da
colestase
Vitamina K e sais
biliares são
utilizados pelos
hepatócitos na
elaboração dos
fatores K
dependentes
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 57/63
Respostas corretas
A dificuldade de
ingestão de
vitamina K
explica o RNI
encontrado
1/1
O achado de RNI
alterado indica a
solicitação de
dosagem sérica
de vitamina K
1/1
A dificuldade de
ingestão de
vitamina K
explica o RNI
encontrado
O achado de RNI
alterado indica a
solicitação de
dosagem sérica
de vitamina K
Verdadeiro Falso
Vitamina K e sais biliares são
utilizados pelos hepatócitos
na elaboração dos fatores K
dependentes
Vitamina K e sais biliares são
utilizados pelos hepatócitos
na elaboração dos fatores K
dependentes
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 58/63
12/15
Colecistite aguda calculosa, devido ao padrão das alterações laboratoriais (TGO/TGP 
levemente aumentadas, leucocitose leve, aumento do PCR - indicativo de inflamação - 
e GGT), além de sinal de Murphy positivo (apesar de que não específico), e exame de 
imagem indicativo (USG com paredes espessadas indicam processo inflamatório que 
leva a distensão da vesícula, além da presença de cálculos).
Feedback individual
Colecistite aguda calculosa, sem Murphy
Mulher de 56 anos iniciou há 2 dias com dor no hipocôndrio direito,
agravada nas últimas 24 horas com irradiação para o dorso e ombro
direitos, associada a náuseas e vômitos. Bom estado geral, orientada,
anictérica, eupneica, afebril, ausculta cardiopulmonar sem
anormalidades, abdome plano, ruídos hidroaéreos presentes, mas
doloroso e tenso à palpação em epigástrio e HCD e com dor à
descompressão súbita no HCD. T. axilar 37,1oC, FC 90 bpm, FR 20 mrm,
PA 110/70mmHg. Abaixo, os exames na admissão. Qual é o
diagnóstico? Especifique. *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_u3ym7kK2dd7YY0RDP5asE3Dw5yMdIX3MnFq_ciuqmRONbw/viewscore?sid=2fa040f70cf9c194&vc… 59/63
0/5
A contagem sérica de células brancas
O sinal de Murphy
A espessura da parede da vesícula biliar
A dor à palpação local (epigástrio e HCD)
A dor abdominal (intensidade, localização e duração)
Resposta correta
O sinal de Murphy
Mulher de 56 anos iniciou há 2 dias com dor no hipocôndrio direito,
agravada nas últimas 24 horas com irradiação para o dorso e ombro
direitos, associada a náuseas e vômitos. Bom estado geral, orientada,
anictérica, eupneica, afebril, ausculta cardiopulmonar sem
anormalidades, abdome plano, ruídos hidroaéreos presentes, mas
doloroso e tenso à palpação em epigástrio e HCD e com dor à
descompressão súbita no HCD. T. axilar 37,1oC, FC 90 bpm, FR 20 mrm,
PA 110/70mmHg. Abaixo, os exames na admissão. Para chegar ao
diagnóstico deste caso, os seguintes dados foram determinantes,
EXCETO: *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
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Observe as imagens abaixo e marque quando os achados identificados em cada
figura corresponderem aos itens listados. *
A B C D E Nenhuma Pontuação
Colecistolitíase 0.33/1Colecistolitíase
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
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Respostascorretas
Aerobilia 1/1
Colecistite
aguda
0.5/1
Sinal do duplo
ducto
0/1
Colecistite
enfisematosa
0/1
Aerobilia
Colecistite
aguda
Sinal do duplo
ducto
Colecistite
enfisematosa
A B C D E Nenhuma
Colecistolitíase
Aerobilia
Colecistite
aguda
Sinal do duplo
ducto
Colecistite
enfisematosa
Colecistolitíase
Aerobilia
Colecistite
aguda
Sinal do duplo
ducto
Colecistite
enfisematosa
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
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0/5
Antibioticoterapia empírica, reposição hidroeletrolítica, sintomáticos, proteção
de mucosa gástrica, reposição de vitamina K, monitorização, descompressão
biliar de urgência (< 24 horas)
Antibioticoterapia empírica, reposição hidroeletrolítica, sintomáticos, proteção de
mucosa gástrica, reposição de vitamina K, monitorização, suporte intensivo,
descompressão biliar de urgência (< 24 horas)
Antibioticoterapia após resultado da hemocultura, reposição hidroeletrolítica,
sintomáticos, proteção de mucosa gástrica, reposição de vitamina K, monitorização,
descompressão biliar de urgência (< 24 horas)
Antibioticoterapia empírica, reposição hidroeletrolítica, sintomáticos, proteção de
mucosa gástrica, reposição de vitamina K, monitorização, descompressão biliar
eletiva (> 24 horas)
Antibioticoterapia após resultado da hemocultura, reposição hidroeletrolítica,
sintomáticos, proteção de mucosa gástrica, reposição de vitamina K, monitorização,
descompressão biliar eletiva (> 24 horas)
Mulher saudável de 46 anos apresenta-se na emergência referindo dor
em hipocôndrio direito. Bom estado geral, orientada, leve palidez
cutâneo-mucosa, afebril, ictérica ++/4. Boa perfusão periférica; pulsos
presentes; PA: 115/85 mmHg deitada; FC de 80 bpm; FR 16 mrm. RCR 2T;
MV presente bilateralmente; Abdome plano, flácido e levemente
doloroso à palpação em quadrante superior direito, sem sinal de Murphy,
RHA +, fígado não palpável, ausência de sinais de irritação peritoneal.
Abaixo, os resultados dos exames solicitados. Qual é a melhor opção
terapêutica para este caso? *
25/11/2020 2a Prova Teórica - Sistema Digestivo 2020_2
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Resposta correta
Antibioticoterapia empírica, reposição hidroeletrolítica, sintomáticos, proteção de
mucosa gástrica, reposição de vitamina K, monitorização, descompressão biliar
eletiva (> 24 horas)
0/5
Colecistite aguda gangrenosa
Colecistite aguda litiásica
Colecistite aguda enfisematosa
Colecistite aguda empiematosa
Colecistite aguda acalculosa
Resposta correta
Colecistite aguda litiásica
Este conteúdo não foi criado nem aprovado pelo Google. - Termos de Serviço - Política de Privacidade
Homem de 66 anos, diabético, hipertenso, portador de aterosclerose e
DPOC é internado por COVID complicada. É submetido a ventilação não
invasiva, suporte hemodinâmico com droga vasoativa, entre outras
medidas para compensação clínica. Após 4 dias de internação passa a
apresentar febre de 38,7º C. O leucograma revela leucocitose com
desvio à esquerda e há uma elevação nos níveis de proteína C-reativa.
Uma USG do abdome revela uma vesícula biliar distendida, com
conteúdo hipoecóico permeado por debris, espessamento da parede
(6mm), a qual apresenta descontinuidade e focos aéreos, líquido
pericolecístico e membranas, com coleção líquida em redor, e demais
estruturas intra-abdominais normais. TC de tórax não revela nenhuma
alteração nova além dos achados próprios do DPOC e COVID. Parcial de
urina normal. Neste caso todos os diagnósticos abaixo são compatíveis e
já podem ser feitos, EXCETO: *
 Formulários
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CLÍNICA
MARIANGES
1. Homem 18 anos, estudando para o vestibular, começa a ficar amarelado, nos exames só bilirrubina alterada. Qual o
diagnóstico e sua fisiopatologia?
Síndrome de Gilbert. Acontece por um distúrbio na conjugação da bilirrubina devido a atividade diminuída da enzima UDP
glicorunil transferase que não faz mais a “ligação” da BI com o ácido glicurônico à transformando em BD, ocorre então um
hiperbilirrubinemia não conjugada (indireta)
2. Mulher, 43anos, há 1 ano com queixa: icterícia, acolia, colúria, prurido e emagrecimento. Precisa de biopsia hepática para
fazer diagnostico?
Não, a colestase é diagnosticada pela clínica + colestase por mais de 6 meses + anticorpo anti-mitocôndria. A biópsia é
indicada quando dúvida diagnóstica, necessidade de estagiamento da doença e avaliar a resposta terapêutica, mas não é
necessária para iniciar o tto.
3. Tratamento clinico para colestase?
Ácido ursodeoxicólico 15mg/kg/dia dividido em 2 a e vezes após as refeições.
4. Paciente masculino, 43 anos, dono de bar, refere ter iniciado há cerca de 5 anos com episódios de dor abdominal epigástrica
com irradiação para flancos e região dorsal que duram alguns dias e são intercalados por períodos de acalmia. Evoluiu há 3
meses com diarreia fétida, volumosa e com presença de gordura. Quando questionado, confirmou ter o hábito de ingerir
duas doses de aguardente de cana antes do almoço e do jantar há 20 anos.
a. Qual hipótese diagnóstica?
Pancreatite Crônica
b. Quais são os exames que você solicitaria para confirmar a suspeita?
Dosagens séricas, urinárias, fecais e derrames cavitários das enzimas, USG ou TC.
c. Qual fisiopatologia da diarreia?
Com o tempo a pancreatite crônica evolui com má absorção, por má digestão, o fígado fibrosado produz menos
enzimas. Não ocorre digestão adequada de gorduras, proteínas e carboidratos pela falta de lipase, amilase e tripsina. A
falta da lipase leva o paciente a ter diarreia e esteatorreia.
d. Tratamento da diarreia?
Reposição enzimática e suplementação vitamínica, se necessário.
5. Paciente feminina, 42 anos, branca, casada, 4 filhos, do lar, obesa, chega ao PS com dor no abdome superior, com irradiação
em faixa, intensa, contínua, há 8 horas, associada a náuseas e vômitos. Foi solicitada amilase = 1500U/L. USG evidencia VB
com paredes de espessura normal, porem repleta de microcálculos. Demais estruturas avaliadas sem anormalidades.
a. Qual o diagnóstico?
Pancreatite Aguda
b. Quais os fatores de risco para litíase biliar apresentados pela paciente?
Mulher, acima de 40 anos, multípara, obesa.
c. Caso a USG não demonstrasse a presença de cálculos biliares, cite 5 causas que podem ser responsáveis pelo diagnóstico
da paciente.
Álcool, drogas, neoplasia, trauma, parasita.
d. Assinale a correta:
Deve-se internar a paciente para tratamento com hidratação endovenosa, jejum e analgesia.
e. Como avaliar a gravidade do quadro?
Pela classificação de Atlanta, observa a presença de falência orgânica e de complicações.
PA aguda leve: ausência de falência orgânica, de complicações locais ou sistêmicas.
PA aguda moderada: falência orgânica transitória <48h, presença de complicações locais ou sistêmicas.
PA aguda grave: falência orgânica persistente, por pelo menos 48h
6. Pancreatite aguda – amilase muito elevada – o USG nem sempre mostra as alterações, com indicação cirúrgica de
colecistectomia. CPRE – não tem sinal de cálculo ou dilatação de vias biliares, portanto não tem necessidade de fazer nesse
caso.
7. Assinale a correta:
Na Síndrome de Gilbert, a hiperbilirrubinemia não conjugada ocorre por eritropoiese ineficaz.
8. Paciente masculino, 54 anos, pedreiro, refere ter percebido coloração amarelada dos olhos há... acompanhado de colúria.
AST 150, ALT 174, FA 711, GGT 926, BT 7,3, BD 5,8. USG evidencia dilatação de vias biliares sem outras alterações percebidas.
Cite três possíveis causas:
Coledocolitíase, Tu de Klatskin, estenose.
9. Homem, 36 anos, toma aguardente. Há 2 anos ele tem dor em abdômen superior. Toma 500ml por 15 anos. Acompanhada
de vômito e náusea que piora com a ingestãode alimentos gordurosos e não melhora com analgesia. Há 5 meses com
esteatorréia e emagrecimento de 8kg no período. Ex Lab: Hemograma, glicemia, TSH, PCR normais. Parasitológico de fezes
negativo. Amilase aumentada e alterações TC – calcificações pancreáticas. QC de pancreatite crônica.
a. Explique a fisiopatogenia das microcalcificações pancreáticas.
Há agressão do álcool, principalmente à mitocôndria, que é quem produz o ATP necessário para células epiteliais
mandarem água e bicarbonato para a luz dos canalículos pancreáticos. Não tem água suficiente, fica muito
concentrado e ocorrem as rolhas proteicas, que são a matriz do cálculo que ocorre difusamente nos ductos
pancreáticos. Ocorre infiltração de cristais de cálcio com calcificações.
b. Como explicar que um paciente que tenha PC tem valor de glicemia normal?
O DM secundário a PC é uma manifestação tardia da PC e ocorre por substituição do parênquima normal por tecido de
fibrose e só começa a manifestar-se quando 80-90% do pâncreas foi destruído. A manifestação é tardia por haver
grande reserva funcional.
c. Diagnósticos diferenciais para essa paciente?
Complicações da pancreatite crônica – trombose veia esplênica, pseudocisto, UP duodenal, colelitíase, colecistite.
10. Mulher 42 anos, casada, 4 filhos, chega ao PS com dor abdominal em faixa no andar superior a 8 horas associada a náuseas e
vômitos Amilase 1500.
a. Por que a USG não viu alteração no pâncreas?
Porque as alterações morfológicas podem não estar presentes no início do quadro. Geralmente ocorrem depois de 48h.
b. Como tratar?
Hidratação, jejum, analgesia, internação.
11. Mulher 53 anos, há 1 ano com icterícia, colúria, acolia e prurido. Emagreceu 4kg no período. Nega febre, comorbidades ou
uso de medicamentos. Nega alcoolismo e tabagismo. EF: REG, hipocorada, hidratada. LAB: AST 165, ALT 122, GGT 167 FA 620
BT 8.3 as custas de BD.
a. Qual Dx sindrômico?
Síndrome colestática ou síndrome da hiperbilirrubinemia direta.
b. Que outros exames solicitar?
USG, Sorologia.
12. Homem 44 anos. Dx Retocolite agudizante. Apresenta controle parcial da diarreia. Há 4 anos com dor em HD e essa semana
teve dor e ficou ictérico. EF: ictérico, dor palpação HD, Murphy neg. LAB elevação transaminases, TGP 120 TGO 155 FA 155
GGT BT 7 as custas de BD. Sorologias ativas, autoanticorpos negativos. Colangio RM Fígado diminuído e vias biliares com
estenoses.
a. Qual a causa da icterícia?
R: Colangite esclerosante primária
b. Pq tinha picos de febre?
Porque tinha episódios de colangites agudas durante evolução.
CÉSAR
1. Pcte 54 anos, feminina, com quadro de icterícia e dor abdominal, ascite, com tratamento para hepatite C há 10 anos, sem
resposta virológica insustentável (tratou, mas não teve sucesso), bebia 10grmas de álcool por dia, estava desorientada no
tempo e espaço. Exames: leucopenia, TAP alterado, albumina baixa, AST>ALT, bilirrubina, FA e GGT alterados, Anti-HCV + e
HbsAg - e Anti-Hbc, IgG + e Anti Hbs +. USG com fígado heterogêneo e bordas irregulares.
a. Qual o diagnóstico?
Cirrose hepática descompensada.
b. Explique:
Icterícia, ascite, desorientação, alteração do TAP, alteração de albumina, plaquetopenia, resposta virologica não
sustentada, USG alterada.
2. Pcte feminina, 50 anos, portadora de cirrose biliar primaria, c quadro de icterícia há 6 meses, com uso de ácido
ursodeoxicolico há 1 mês. O médico encaminhou a paciente para uso de vitamina K endovenosa. Exames: Bilirrubinas
alteradas, TAP 28%, FA e GGT levemente alterada. Porque foi indicada Vitamina K?
Porque a estase de bilirrubina devido a colestase diminui a absorção de vitaminas lipossolúveis, diminuindo a absorção de
vitamina K, necessária para ativação dos fatores de coagulação. A vitamina K nos casos de cirrose também pode ser dada
para estudar a capacidade funcional residual no fígado (grau de lesão dos hepatócitos).
3. Pcte masc, 48 anos, com icterícia, astenia, desconforto abdominal há 1 semana, c consumo de 150 gramas de álcool dia a 20
anos, emagrecido, ictérico, desorientado, hipertrofia de parótidas e contratura de dupuytren. Exame físico: ascite, fígado de
bordas rombas e levemente doloroso. Exames: leucocitose, leucopenia, TAP alterado, AST 200, ALT 100, GGT 650, bilirrubinas
alteradas, anti-Hbs + e anti-Hbc IgG +.
a. Qual o diagnóstico?
Hepatite alcóolica grave
→ Qto mais alterados os valores de referências, mais intensa, não a doença hepática, mas não tem nada a ver com o
prognostico da doença. Não quer dizer q qto mais alto mais grave a doença.
4. Quais os exames que devem ser pedidos para hemocromatose hereditária e explique as alterações.
Ferritina elevada > 1000, Saturação da transferrina > 45/50%, Ferro elevado e mutação genética para hemocromatose
hereditária no sangue.
5. Os sinais e sintomas das doenças que acometem o fígado aparecem, geralmente, tardiamente na história natural desses
processos patológicos. No entanto, existe um conjunto de testes diagnósticos que é capaz de detectar de forma precoce a
instalação de doenças hepáticas. Em relação aos exames laboratoriais hepáticos, responda:
a. Os melhores exames para avaliação de lesão hepatocelular são as enzimas alanina aminotransferase (ALT) e aspartato
aminotransferase (AST). Cite 10 situações clínicas em que se observa elevação das transaminases:
Hepatite aguda viral, cirrose, drogas, abuso de álcool, hepatite autoimune, hemocromatose, Doença de Wilson,
esteatose não alcóolica, doença celíaca, tumores hepáticos, doenças tireoidianas.
b. Cite 3 situações clínicas em que a razão AST/ALT é maior que 1, ou seja AST>ALT:
Cirrose, drogas, hepatite alcóolica.
c. Quais são os exames laboratoriais que avaliam lesão dos canalículos biliares?
FA, GGT e bilirrubinas.
6. Mulher de 53 anos, quadro de fadiga, artralgias há 3 meses. No exame hepatomegalia, icterícia e sinais de hepatopatia
crônica. Exames laboratoriais evidenciam transaminases com valores 12 vezes o LSN, FA e GGT com valores 2 vezes o LSN.
Alem disso, FAN e anticorpo anti-músculo liso foram positivos 1/80. USG abdome com sinais de hepatopatia crônica, sem
dilatação de vias biliares intra e extra-hepáticas. Qual a hipótese diagnóstica?
Hepatite autoimune.
7. Com relação à doença hepática gordurosa não-alcóolica (DHGNA) é correto afirmar:
A DHGNA é um fator de risco para a ocorrência de doenças vasculares, como doença coronariana isquêmica e acidente
vascular cerebral. Dessa maneira, o tto destes pacientes consiste na redução dos fatores de risco (sobrepeso, dislipidemia,
resistência insulínica).
8. Com relação à doença hepática alcoólica é correto afirmar:
Apesar de afetar tanto homens, quanto mulheres, parece que o segundo é mais suscetível aos danos hepáticos causados
pelo consumo exagerado de álcool.
9. Dentre os achados clínicos e laboratoriais abaixo, 3 que sugerem etiologia alcóolica em paciente com doença hepática
crônica?
AST>ALT; Aumento de GGT; FA e GGT; ↑fração indireta das bilirrubinas; Transaminases > 6x; Hipertrofia de parótidas e
contratura de Dupuytren; Ginecomastia e eritema palmar
10. Marque a INCORRETA:
A hemocromatose hereditária é uma Sd caracterizada por distúrbio do metabolismo do ferro. Normalmente, o seu
diagnóstico é realizado na adolescência, devido ao rápido acúmulo de ferro durante a infância, provocado pela presença
das mutações genéticas nesses pacientes.
A presença de mutações como C282Y e H63D, auxilia no diagnóstico de hemocromatose hereditária, no qual a confirmação
da sobrecarga de ferro através de métodos indiretos (níveis séricos de ferretina e saturação de transferrina) e diretos (biópsia
hepática) é necessária para confirmar o diagnóstico.
A Doença de Wilson é uma anomalia hereditária transmitida de forma autossômica recessiva que se caracteriza por
acúmulo de cobre no organismo. A presença de anéis de Kayser-Fleisher caracteriza o depósito no órgão e tecidos
extra-hepáticos.
Pacientes portadores de Doença de Wilson podem evoluir para cirrose hepática e desenvolver ao longo distúrbios
neurológicos e/ou psiquiátricos.
11. Pacientefeminina, 58 anos, apresentando astenia, inctericia e prurido. Nega uso de álcool e medicamentos, Exames
laboratoriais: ALT 110, AST 60, FA 660, GGT 700, BT ?, fração direta 4, albumina 4,2, TAP 80%, gamaglobulina 2,2. Anticorpo
anti-núcleo positivo 1/80, anti-músculo negativo, anti-mitocondria positivo. Sorologias para hepatites virais negativas.
Assinale a correta:
A paciente provavelmente tem cirrose biliar primária e o tto com ácido ursodesoxicólico
12. Principais exames que mostram lesão hepato-celular:
AST, ALT
13. Dentro dos achados clínicos e laboratoriais cite abaixo apenas uma alternativa não sugestiva de hipertensão portal:
( ) esplenomegalia
( ) ascite
( ) varizes
( ) plaquetopenia
(X) ginecomastia e eritema palmar – expli: hiperestrogenismo e insuficiência hepática, conversão periférica de estrogênio.
14. Cirrose hepática é uma doença parenquimatosa crônica com nódulos degenerativos circundados por faixas fibrosas em
decorrência da agressão hepática crônica. Explique como é firmado o diagnóstico de cirrose hepática e principais causas:
História clínica (fadiga, anorexia, perda progressiva massa muscular, estigmas de hepatopatia crônica, ascite,
encefalopatia, evidencias de hipertensão portal) + exame laboratorial (hipoalbuminemia, alargamento do TAP,
↑bilirrubinas, pancitopenias, hipergamaglobulinemia) + exame de imagem – USG, USG doppler (irregularidade da
superfície do fígado, heterogenicidade do parênquima, aumento do lobo esquerdo, aumento do baço, veia porta dilatada,
fluxo da veia porta alterado). Principais causas: VHC, VHB, álcool, NASH, hepatopatias autoimunes, doenças metabólicas,
drogas.
15. Paciente do sexo feminino, 50 anos, casada, foi no medico para exames de rotina. Trata HAS e dislipidemia. Usava losartana,
HCTZ e sinvastatina. Nega uso de álcool e droga ilícitas. É sedentária. Exame físico normal. Obesa GRAU I, IMC 36. EXAME
FISICO: fígado palpável a 3 cm do rebordo costal. LAB: Hemograma normal, Albumina normal, AST 100, ALT 180. GGT
alterado. FA normal. BT normal. Glicose 110. Colesterol Total elevado. HDL baixo. TG aumentado. FAN negativo. Ferritina
saturação normal. HCV negativo. HBsAg negativo e AntiHBs negativo. UG hepatomegalia leve com esteatose. EDA normal.
a. Qual o diagnóstico?
Doença hepática gordurosa não alcóolica
b. Qual o tratamento?
MEV – reeducação alimentar, atividade física, eliminação de fatores de risco (dislipidemia, HAS, DM, obesidade).
16. Doença hepática crônica é caracterizada quando há injuria inflamatória por mais de 6 meses que pode progredir para cirrose
e insuficiência hepática. Cite 5 causas de Doença hepática cônica não viral.
Álcool, Doença de Wilson, Hemocromatose, Autoimune, Medicamento, DHGNA.
17. Hemocromatose é uma síndrome caracterizada por distúrbio no metabolismo do ferro. Cite as manifestações sistêmicas
encontradas a longo prazo em pacientes com essa doença e tratamento:
Astenia, impotência sexual, artralgias, hiperpigmentação da pele, hepatomegalia, DM, osteopenia, cardiomiopatias.
Tratamento: flebotomias seriadas.
18. Associar alterações com doenças:
Transaminases elevadas, hipergamaglobulinemia, FAN Hepatite autoimune
Síndrome metabólica, FR para doença CV, transaminases normais ou elevadas DHGNA
Mutação C2Y, H63D, cirrose, DM, Insuficiência hepática e cardíaca Hemocromatose
Manifestações hepáticas, manifestações neurológicas e psiquiátricas Wilson
Colestase e anti-mitocôndria + Cirrose biliar primaria
19. Qual exame padrão ouro para NASH e o achado nesse exame?
Biópsia hepática com esteatose, balonização de hepatócitos e inflamação lobular.
CINTIA
1. Sobre hepatite B crônica:
a. Como diagnosticar hepatite B crônica em atividade?
HbsAg no soro por + de 6 meses, HBV DNA em altos números, elevação de transaminases.
b. Quais os objetivos terapêuticos?
Soroconversao viral, resposta bioquímica e resposta virologica.
2. Paciente levado a emergência por ter apresentado nos últimos dias irritabilidade, distúrbio do sono, diálogos desconexos, faz
uso de 500 ml por dia de cachaça, teve aumento de volume abdominal no último ano e na última semana edema de MMII.
Exame físico: ictérico, telangectasias, halos hepáticos, flapping, ascite tensa. Parou de beber há 2 semanas e há 4 dias refere
febre sem aferição, tem tido sede excessivas e agitação.
a. Diagnóstico:
Cirrose hepática com encefalopatia hepática.
b. 4 sinais desse diagnóstico?
Distúrbio hidroeletrolítico, infecções, hemorragias digestivas, excesso de álcool.
c. Qual hipótese diagnostica no quadro abdominal?
PBE que é a descompensação da cirrose.
d. Qual procedimento?
Paracentese diagnostica.
e. Qual resultado esperado?
Gasa >1,1 e PMN maior ou igual a 250.
f. Qual tratamento?
ATBC por 7 dias e albumina.
g. Paciente teve aumento de creatina, qual a preocupação do médico?
Piora do quadro, diminuição do volume arterial efetivo, disfunção renal.
3. Pcte de 18 anos, chega ao PS com queixa de mal-estar e náuseas há 10 dias, há 2 dias com icterícia e colúria.
a. Hipótese diagnostica:
Hepatite viral
b. Como iniciar a investigação inicial?
HMG, TGO, TGP, GGT, FA, TAP, bilirrubina, albumina, ANTI-HCV, ANTI-HVA IgG, HBSAG, ANTI-HBC IgG
c. Critérios de gravidade para no curso de uma hepatite viral aguda.
Febre prolongada, vômitos repetitivos, hálito hepático, ↓fígado à palpação, hemorragias espontâneas, alargamento
TAP>4 ou IRN>1,5 sem resposta à vitamina K, sinais de encefalopatia, ↓abrupta transaminases em menos de 15 dias.
d. Critérios de alta para o caso de uma hepatite aguda?
Remissão dos sintomas, normalização da bioquímica (bilirrubinas, TAP, albumina, transaminases) em 2 dosagens num
intervalo de 4 semanas, conversão sorológica HBsAg em ANTI-HBs; anti-HVA +, anti-HVA IGm -.
4. Quadro de HDA volumosa, relata no passado transfusão sanguínea, promiscuidade, tatuagem.
a. Prioridade no tratamento dessa paciente?
Estabilidade hemodinâmica
b. Quais exames solicitar?
HMG, funções hepáticas, tipagem sanguínea, provas hepáticas,
c. Qual a hipótese mais temida em um paciente com HDA?
Varizes esofágicas
d. Qual a conduta medicamentosa?
Drogas vasoativas e ATBC
e. Pcte foi investigado A-, Anti-HVA +, HbsAg -, Anti-Hbc IgG +, Anti-Hbs +, Anti-HCV + e RNA vírus C +. O que os exames
indicam?
Pcte já teve hepatite C e teve contato com a hepatite B e A
f. O que levou a pensar nesse diagnostico?
Promiscuidade, transfusão sanguínea, tatuagem, paciente do Oeste.
5. Cite diferença entre PBE e PBE secundária:
PBE: níveis de proteínas menores, glicose normal, LDH normal, PMN menores, monomicrobiano.
PBS: níveis de proteínas >1g/dl, glicose <50mg/dl, LDH>LSN, PMN mais aumentado, polimicrobiano, CEA >5ng/ml, FA
>240UI/l.
6. Quais as causas de ascite < que 1.1?
Carcinomatose peritoneal, peritonite tuberculosa, ascite pancreática, ascite biliar, síndrome nefrótica, serosite.
7. Quais as causas de ascite < que 1.1?
Cirrose, hepatite alcóolica, ascite cardíaca, trombose de veia porta, Síndrome de Budd Chiari, metástases hepáticas.
8. Paciente, sexo masculino, 56 anos, casado, 3 filhos, motorista, natural e procedente de São José veio encaminhado do PS para
o ambulatório de hepatologia devido ao diagnóstico recente de cirrose hepática. O paciente descobriu a doença hepática
crônica após exames de rotina. Trouxe no dia da consulta: hemoglobina 12,5g/dl (VR 12-16), leucócitos 7100céls/mm³ (VR
5-11mil), plaquetas 80000 (150-500mil), creatinina 0,8mg/dl (VR<1), TGO 95UI (VR <37) TGP 60UI (VR<40), TAP 70%
(VR>70%), albumina 3,8g/dl (VR 3,5-5,8) USG de abdome com sinais sugestivos de hepatopatia crônica. EDA com presença de
4 varizes esofágicas de grosso calibre, com sinais de cor vermelha.
a. Quais são os dados apresentados no caso clínico que sugerem que este paciente seja portador de hipertensão portal?
EDA com varizes esofágicas, USG com sinais sugestivos de hepatopatia crônica, plaquetopenia.
b. Qual o tratamento ideal (profilaxia primária) que o paciente deveria estar recebendo para evitar o primeiro episódio de
hemorragia digestiva varicosa?
Pequeno calibre→ apenas Child C recebe beta bloqueador
Médio calibre → beta bloqueador ou LEVE
9. Paciente de 22 anos, masculino, iniciou quadro de astenia, febre baixa e anorexia. Durante a investigação, foi observada
elevação acentuada das transaminases (AST:1200UI e ALT:1800UI). O médico suspeitou de hepatite aguda viral e solicitou
exames: Anti-HCV negativo, HBsAg negativo, Anti-HBs positivo, Anti-HBc IgG positivo, Anti-HBc IgM negativo, Anti-HVA IgM
positivo, Anti HVA IgG positivo. Qual o diagnóstico deste paciente, o principal modo de transmissão dessa doença e qual é o
exame que confirmou o diagnóstico em questão?
Hepatite A aguda, transmissão fecal-oral, exame Anti-HVA IgM.
10. Paciente sexo masculino, 50 anos, casado, 1 filho, desempregado, natural e procedente de São José, veio encaminhado do PS
para o ambulatório de hepatologia devido a alterações das transaminases. Durante a investigação, foi constatada sorologia
positiva para hepatite C (2 exames de anti-HCV positivo, no período de 6 meses). Com relação à hepatite C crônica, a
sorologia positiva (anti-HCV) é suficiente para confirmar o diagnóstico de hepatite C crônica? Explique:
Não. A confirmação deve ser feita pela determinação qualitativa do RNA do VHC.
11. Com relação ao padrão de apresentação dos marcadores sorológicos da hepatite B, cite qual é a situação clínica dos casos
abaixo:
a. HBsAg positivo – Anti-HBc IgG positivo, Anti-HBc IgM negativo, Anti-HBe positivo, Anti-HBs negativo. Carga viral (HBV
DNA) indetectável ou em baixa concentração – transaminases normais:
Hepatite B crônica – fase não replicativa
b. HBsAg negativo – Anti-HBC IgG negativo – Anti-HBC IgM negativo – Anti-HBe positivo – Anti-HBs positivo:
Paciente Imunizado
c. HBsAg negativo – Anti-HBC IgG positivo – Anti-HBC IgM negativo – Anti-HBe positivo – Anti-HBs positivo:
Paciente com contato prévio
d. HBsAg positivo – Anti-HBC IgG positivoo – Anti-HBC IgM negativo – Anti-HBe negativo – Anti-HBeAg positivo – Carga viral
(HBV DNA): detectável – transaminases alteradas:
Hepatite B crônica – fase ativa
12. A peritonite bacteriana espontânea (PBE) é uma das infecções mais frequentes que acometem os pacientes com cirrose
hepática, principalmente na sua fase descompensada. Para realização do diagnóstico de PBE realiza a paracentese. Explique,
de forma sucinta, o critério diagnóstico preconizado, através da análise do liquido ascítico, para diagnóstico desta
complicação.
PMN maior ou igual a 250 e cultura positiva do líquido ascítico para um único agente.
13. Com relação à encefalopatia hepática (porto-sistêmica) é correto afirmar:
Infecção bacteriana, distúrbio hidroeletrolítico, uso de BZD, sangramento digestivo e constipação intestinal são alguns
dos fatores desencadeantes de encefalopatia hepática.
14. Com relação à hemorragia digestiva varicosa é INCORRETO afirmar:
O uso de ATBCO no episódio de hemorragia varicosa em pacientes com cirrose hepática só está indicado em casos de
infecção bacteriana associada.
O objetivo primordial do tto do episódio agudo da hemorragia digestiva varicosa é manter a perfusão tecidual. Dessa
maneira, reposição volêmica com SF a 0,9% e concentrado de hemácias faz parte do tto adequado nesta fase.
Betabloqueadores devem ser iniciados nos pacientes cirróticos que apresentam varizes esofágicas de médio e grosso
calibre, diminuindo assim o risco de sangramento digestivo varicoso.
Nos pacientes cirróticos que já apresentam um episódio de sangramento digestivo devido à ruptura de varizes esofágicas, a
associação de beta bloqueador com sessões de ligadura elástica das varizes (LEVE) é o método de escolha para a profilaxia
secundária de sangramento.
15. Na investigação inicial de um paciente com ascite, a paracentese é um procedimento essencial para se buscar a etiologia do
acúmulo de líquido na cavidade peritoneal. Dessa maneira é correto:
O tratamento da ascite nos pacientes com cirrose hepática consiste na neutralização da retenção de sódio e água,
proporcionando balanço corporal negativo de sódio.
16. Com relação à insuficiência renal no cirrótico, assinale a correta:
O uso de albumina humana em pacientes com cirrose hepática avançada (Child-Pugh C) e peritonite bacteriana
espontânea pode prevenir a evolução para síndrome hepatorrenal.
17. 25 anos, compareceu PS com queixa de náuseas, dor HD. Recebeu dose única de HB há 4 anos. AST 300, ALT 780, BT 3,2,
HBsAg -, Anti HBc IgG -, AntiHbs Ag +, AntiHBa IgM + DX?
Imunizado ou contato com o vírus no passado para hepatite B. Hepatite viral aguda por Hepatite A.
18. Os primeiros sintomas de hepatite viral aguda são geralmente inespecíficos. Cite 5 desses sintomas.
Mal-estar, astenia, anorexia, náuseas, vômitos, diarreia, artralgia, mialgia, tosse, cefaleia, dor abdominal.
19. Quais sintomas caracterizam a insuficiência hepática com hepatite aguda. Cite pelo menos 4.
Icterícia, colúria, acolia, encefalopatia
20. Quais as formas possíveis de transmissão de Hepatite C?
Exposição a sangue, transfusão, hemoderivados, ocupacional, lâmina de barbear, respingo.
21. A partir do dx de hepatite C, é importante pesquisar outros vírus. Se eles não forem positivos, qual a medida tomar?
Vacinar.
22. Em um paciente com ascite, como diagnosticar a hipertensão portal?
Punção abdominal com GASA. GASA >1.1.
23. Quais as formas de apresentação clínica do paciente com hepatite crônica B?
Maioria assintomático, fadiga, náusea, fraqueza, anorexia; ↑transaminases; cirrose, hepatite, hipertensão portal;
hepatocarcinoma. Exame físico: hepatomegalia, sensibilidade de palpação em HD, estigmas de hepatopatia crônica.
24. O fato de o paciente morar no norte do Brasil podia existir condição distinta dos residentes do Sul? Existem formas distintas?
Sim, porque lá existe a coinfecção ou superinfecção em paciente com hepatite B pelo vírus D. Sendo que a superinfecção
tem pior prognóstico do que a coinfecção.
25. Homem 56 anos com dx de cirrose, comparece a emergência com confusão mental nos últimos 3 dias. Flapping +, abdome
globoso, dor a descompressão brusca. Febre. Qual DX?
PBE
a. O que fazer para comprovar e qual resultado se espera?
Punção do líquido ascético com PMN >250/mm3
b. Quatro fatores desencadeantes de encefalopatia hepática:
Hemorragia digestiva, infecção, sepse, uso de diuréticos, distúrbio HE.
26. Paciente com cirrose alcóolica e ascite. Após quadro de melena, evolui com oliguria e piora progressiva de função renal que
não responde a reposição de volume. O sedimento urinário é normal.
a. Qual HD?
Síndrome hepatorrenal.
b. Diagnóstico diferencial de Sd hepatorrenal?
IR induzida por hipovolemia, necrose tubular aguda, IR induzida por infecção, nefropatia parenquimatosa,
nefrotoxicidade.
27. Qual a conduta a tomar com paciente hepatopata com o quadro de hematêmese volumosa?
Abordagem inicial multiprofissional, UTI, ABC, cuidar com VAS principalmente se tem redução do sensório, pegar veia
periférica, reposição de volume, não aumentar muito a pressão. Estabilidade hemodinâmica, drogas vasoativas, ATB e
depois EDA, quando estiver estável.
28. Escreva de forma esquemática a fisiopatologia da hipertensão portal.
Resistencia intra-hepática, aumento do fluxo → HP → circulação colateral portossistemica: angiogênese, aumento de
fluxo para veias esofágicas → varizes; shunt → encefalopatia; vasodilatação periférica → ↓volume arterial efetivo,
↓resistência vascular periférica, ↓PA → ativação sistema RAA/SNS: retenção de agua e sódio → ↑volemia, ↑DC, ascite,
edema; vasoconstricção renal → Sd. Hepatorrenal.
CIRÚRGICA
MAURÍCIO
✔ COLECISTITE AGUDA ACALCULOSA COM COMPLICAÇÃO (GANGRENA) → leucograma >15000/mm³, plastrão palpável,
isquemia e necrose da parede, compressão ou obstrução dos vasos da VB → GRAU II – CA MODERADA → tto: medidas
gerais (dieta zero, reposição hidroeletrolítica, monitorização diurese, hemodinâmica e respiratória, atbco – ampicilina
+sulbactan), CVL ELETIVA (tardia) se boa resposta clínica, CVL URGÊNCIA (precedida ou não de colecistostomia) ou
COLECISTOSTOMIA (idosos, DM, imunocomprometidos).✔ Caso de FÍSTULA COLECISTO ILEAL → sem inflamação, sem leucocitose, com vesícula cheia de ar → TRIADE DE RIGLER
(AEROBILIA, ILEO BILIAR, SD BOUEVERET)
1. Paciente em UTI, com COLECISTITE AGUDA CALCULOSA. Tratamento?
Drenagem a beira do leito.
2. COLECISTITE ASSINTOMÁTICA – Indicações para cirurgia?
Suspeita/risco de malignidade (cálculo + pólipo >1cm, VB em porcelana, grupos étnicos, cálculos >3cm), colelítiase
assintomática, transplantados, doenças hemolíticas crônicas.
3. Paciente fez COLECISTECTOMIA HÁ 30 ANOS, com sinais de colestase, CÁLCULOS MARRONS no colédoco. Tratamento?
Anastomose bilio-digestiva.
4. Mulher 36 anos, hígida, dor lombar, medico pediu US, veio Colecistolitíase Assintomática, tem cálculo no ureter e na vesícula.
a. Fatores de Risco e qual tipo de pedra? 
Mulher, multípara. Provável pedra de colesterol.
b. Explique a Fisiopatologia da colecistolitíase assintomática.
O estrogênio e a HMG-COA Redutase aumentam a chance de se formarem cristais na vesícula devido ao aumento de
colesterol livre na bile. Com a participação da mucina, há um reforço na ligação entre as moléculas de colesterol e
cristais vizinhos para a formação dos cálculos.
c. Porque não operar? 
Custo, risco cirúrgico, 80% dos pacientes não vão ter sintomas para o resto da vida.
5. Paciente com anemia falciforme, cálculos na vesícula, são cálculos pretos, desde nova recebe transfusões. Agora com dor em
hipocôndrio D. Tem colúria. Laboratório GGT e FA bastante alterado, BT 6,5, alargamento de TAP, PCR normal, Leucócitos
normais, amilase e lipase normal. USG: dilatação VVBB + calculo. 
a. Qual a principal hipótese diagnostica?
Coledocolitiase
b. Qual exame diagnóstico solicitar?
Colangiografia ou Colangio RM.
c. Qual a terapêutica ideal? 
Reposição hidroeletrolítica, ATBCO, Vitamina K parenteral, SNG, dieta zero para então fazer a remoção completa dos
cálculos (CPRE com retirada de cálculo das VVBB e colecistectomia vídeo laparoscópica).
6. Agora essa paciente tem um quadro com febre, e leucocitose com desvio à esquerda, aumento de TGO e TGP, FA e GGT
elevados, BT elevada, RNI começa a diminuir, e PCR eleva.
a. Diagnóstico?
Colangite Aguda
b. Tratamento?
Antibioticoterapia (ampicilina + subactran), vitamina K, reposição volêmica, monitorização da diurese e sinais vitais, se
possível antecipar o procedimento endoscópico. Caso não evolua bem com o tratamento clínico, fazer cirurgia para
drenagem biliar de urgência.
c. Explicar a diminuição do RNI.
Houve diminuição do RNI pela administração parenteral de vitamina K realizada anteriormente. Ela foi captada pelos
hepatócitos e ativou fatores de coagulação → via extrínseca da coagulação → TAP entre 70-100% e diminuíram RNI
(0,8-1,2). 
7. Essencialmente existem quatro condições que geram aerobilia, quais?
Fístula entre a vesícula biliar e uma víscera digestiva, colecistite enfisematosa, esfíncter de Oddi incompetente,
anastomose bilio-digestivas
8. 53 anos, história de colecistolitíase assintomática há 6 anos, há 2 semanas passa a apresentar quadro de dor epigástrica em
hipocôndrio direito, há 16 horas procurou a emergência, é diabética, LOC BEG, Murphy +, Leucócitos com desvio à esquerda e
PCR elevada, TGO e TGP pouco alteradas, GGT e FA normais. RNI normal, Lipase normal, Amilase normal. 
a. Diagnóstico?
Colecistite Aguda 
b. Qual exame de imagem para confirmar? 
USG
c. Alterações da USG? 
Espessamento da parede (>5mm) com halo hipoecoico, coleção liquida pericolecítica, Murphy ultrassonográfico,
calculo encravado na VB, presença de debris ou gás.
d. Terapêutica?
Antibiótico, hidratação, reposição hidroeletrolítica, monitorização da diurese, monitorização hemodinâmica e
respiratória. Se necessário, operar o mais rápido possível, pode ter complicações.
RUSSI
1. Paciente de 60 anos há dois anos recebendo medicações para distúrbios de comportamento, é submetida à TC do abdome
para investigação de dor abdominal hipogástrica, tipo cólica, que alivia com antiespasmódicos. O achado é uma lesão bem
delimitada, nodular de 1,5cm localizada na causa do pâncreas, sem outras alterações. Na história patológica pregressa
constatou-se também que a paciente apresentava tontura e que, certa ocasião, por essa tontura, foi ao PS e medicado com
glicose IV com melhora desse sintoma. Nada mais se encontrou de significante na história. Diante do descrito, assinale a
alternativa correta:
A principal hipótese é de insulinoma e a dosagem do peptídeo C sérico estando elevada praticamente confirma o
diagnóstico.
2. No ambulatório, um paciente de 62 anos lhe conta que vem apresentando dor abdominal de intensidade moderada à forte,
contínua e está com os olhos amarelos e emagreceu de maneira acentuada nos últimos três meses, precedendo (este
emagrecimento) o início da dor. Relata também que é tabagista desde os 20 anos. Diante do descrito assinale a alternativa
correta:
Trata-se, provavelmente, de adenocarcinoma ductal de cabeça do pâncreas e a icterícia é consequente à
compressão/invasão do colédoco distal.
3. Chega no seu consultório um paciente tabagista com 70 anos, queixando-se de lombalgia há 4 meses e com emagrecimento
de 15kg em 3 meses, além de história de tromboflebite nos MMII há 10 dias, fato este que vem ocorrendo com alguma
frequência em ambos os MMII. Trabalhou no caixa de Banco por 35 anos. Assinale a correta em relação a conduta a ser
tomada:
Solicitar TC de abdome.
4. Em relação aos tumores endócrinos do pâncreas é correto afirmar:
O eritema necrolítico migratório é um achado no EF de portadores de glucagonoma.
5. 70 anos tabagista, emagrecimento há 5 meses, sem dor, TC - tumor de cabeça de pâncreas e dilatação do colédoco e
Wirsung, aumento da pressão da vesícula biliar
a. HD?
Tumor de cabeça de pâncreas.
b. Quais Exames Laboratoriais pedir?
Fosfatase Alcalina, Gama GT, Bilirrubina sérica total, AST, ALT (Pouco Elevadas) TAP alargado.
c. VERDADEIRO - FALSO sobre o caso clínico 
V Dilatação do wirsung e vias biliares, é fortemente indicativo de neoplasia malígna
F Pensa-se primeiramente (icterícia) em metástase hepática
F A dilatação do wirsung descarta neoplasia
V A distensão da vesícula biliar foi causada pela obstrução do duto cístico
V ...? 
6. 70 anos, emagrecimento, dor lombar sem alívio com analgésico, tabagista, único dado que chamou atenção no exame físico
foi o emagrecimento, TC: tumor de cauda de pâncreas.
 Carcinoma de células ducais e tratamento é pancreatectomia parcial.
7. Tumor de pâncreas exócrino pode ser uma massa compressiva, qual o fator de risco é mais importante?
 Tabagismo
8. Sobre o GIST assinalar: 
 Diagnóstico com imunocitoquímica. 
9. Tríade de Whipple – Insulinoma:
Níveis glicêmicos séricos ≤ 50mg/dl
Sintomas e sinais compatíveis com hipoglicemia
Reversão dos sintomas com administração de glicose
Sobre semiologia: 
Linfonodo supra clavicular esquerdo é sinal de malignidade → Gânglio de Virchow
Linfadenopatia peri-umbilical → Nódulo da Irmã Mary Joseph
Metástases na pelve (peri-retal) → Prateleira de Blumer
Tromboflebite migratória → sinal de Trousseau
Vesícula palpável e indolor → Sinal de Courvoisier-Terrier
JAIRO
1. Paciente sexo masculino, 58 anos, portador de cirrose compensada (Child A) consultou no ambulatório com queixas de dor
abdominal no quandrante superior direito, perda de peso em torno de mais ou menos 15kg nos últimos 45 dias. No exame
físico foi constatado abdome globoso, massa palpável no HD e macicez móvel.
a. Qual deve ser a principal hipótese diagnóstica?
Carcinoma hepatocelular
b. Qual ou quais exames de laboratório solicitar para que se possa esclarecer o diagnóstico?
Alfa fetoproteína
c. Qual exame de imagem solicitar?
Tomografia computadorizada do abdome
d. Dependendo do estágio da doença qual tratamento realizar visando a cura?
Estágio A: A1: ressecção; A2,3,4: transplante
B: Tratamento paliativo
C: Estudo experimental
D: Tratamento sintomático
2. Paciente portadora de cirrose hepática foi atendida na emergência com hematêmese. Ao exame físico apresentava palidez e
hipotensãopostural. Responda as questões abaixo:
a. Além das medidas de suporte imediatos, qual exame realizar para esclarecer a causa da hematêmese?
Deve-se realizar uma Endoscopia digestiva alta (EDA)
b. No caso, se a causa dor de roptura das varizes esofágicas, qual conduta tomar?
Ligadura das artérias (LEVE) ou escleroterapia via endoscópica. Além disso devem ser administradas drogas vasoativas
para vasoconstricção desses vasos, como terlipressiva ou somatostatina, mais hidratação, volume, monitorização...
c. Como não houve resposta satisfatória com a conduta tomada a paciente foi transferida para UTI. Mesmo com as medidas
de suporte, qual procedimento deve ser realizado?
Deve ser feito tamponamento com balão esôfago gástrico (Sengstaken Blackmore)
d. Diversas condutas podem ser realizadas, porém não são realizadas de urgência. Depois de o paciente ser estabilizado, cite
cinco condutas cirúrgicas que podem ser feitas até que o paciente possa realizar um transplante hepático.
Derivação porto sistêmicas: término lateral, enxerto em H mesentérico-cava, derivação porto cava látero-lateral,
derivação esplenorrenal distal e proximal, TIPS (derivação porto sistêmica transjugular intra-hepática)
3. Com relação aos abscessos hepáticos piogênicos (AHP) podemos observar que geralmente eles são secundários a outro foco
de infecção, portanto o quadro clínico depende da causa básica, da evolução do próprio abscesso hepático e do
desenvolvimento de suas complicações. Em relação a este tema, responda:
a. Cite os sintomas frequentes encontrados no AHP.
Febre em picos, dor HD, calafrios e sudorese noturna, náuseas e vômitos, icterícia
b. Quais os exames laboratoriais que devemos solicitar?
Hemograma, leucograma, AST/ALT, VHS, FA, GGT, albumina, bilirrubinas, ureia, creatinina.
c. Qual exame de imagem é mais especifico para diagnosticar AHP e por quê?
O exame mais preciso é a tomografia computadorizada de abdome porque ela detecta abscessos de 0,5cm.
d. Cite 4 vias de infecção nos casos de AHP.
Sistema ductal biliar (colangite ascendente), artéria hepática, veia porta, extensão direta do fígado.
4. Paciente do sexo masculino, 34 anos, 24h após ingestão ilibada de bebida alcóolica deu entrada na emergência com quadro
de dor abdominal localizada em epigástrio e flancos, acompanhada de náuseas e vômitos. Abdome tenso com dor a palpação
superficial e profunda no epigástrio e mesogástrio. Nega episódio semelhante anteriormente. Nega azia, plenitude
pós-prandial, desconforto ou dor epigástrica em outras ocasiões. O diagnóstico clínico, a princípio, é abdômen agudo
inflamatório cuja causa é compatível com pancreatite aguda.
a. Quais exames laboratoriais e de imagens devemos solicitar visando se a causa de abdômen agudo é por pancreatite
aguda?
Amilase, lipase, glicemia, hemograma, bilirrubinas, cálcio, AST, USG de abdômen.
b. No caso em questão, a etiologia do abdômen agudo foi confirmada. Qual o tratamento deve ser instituído inicialmente?
Medidas gerais como monitorização dos sinais vitais, reposição volêmica (hidratação com cristaloides ou SF), analgesia,
nutrição (jejum na chegada), ATBCO se necrose infectada.
c. Apesar do tratamento inicial ser aplicado, o paciente não evolui satisfatoriamente e teve que ser transferido para UTI.
Qual exame realizar para avaliar a evolução e o prognóstico de Balthazar?
TC de abdômen.
d. Quando se indica o tratamento cirúrgico (aberto ou por videolaparoscopia) e quais procedimentos devem ser realizados,
optando por um outro, respectivamente?
Indicado tratamento cirúrgico para tratar fator etiológico, prevenção da progressão da pancreatite, tto da necrose
pancreática (necrosectomia), tto das complicações tardias. Se o fator etiológico for litíase biliar, pode ser feita uma
colecistectomia VL após a evolução da PA. A necrosectomia pode ser realizada por laparotomia para curetagem da
necrose. Os pseudocistos retrogástricos faz cirurgia aberta e os não retrogástricos e localizados na cauda faz
anastomose colecistojejunal.
5. Quando está indicada a CPRE nos casos de PA?
Quando PA + colestase ou colangite. Precisa drenar para não evoluir com infecção e sepse.
6. Com referência aos pacientes portadores de COLANGIOCARCINOMA, responda:
a. Os tumores são classificados são classificados em subgrupos. Qual a localização do tumor denominado tumor de Klatskin?
Na junção dos ductos hepáticos.
b. Qual o tratamento cirúrgico está indicado no paciente portador de tumor de Klatskin na classificação de Bismuth tipo I
(pode fazer o desenho esquemático).
Ressecção hepática com drenagem de ducto biliar: tira parte do fígado, liga
artérias e veias, procura canalículo dilatado que não esteja ligado com o
tumor e faz anastomose hepatojejunal com uma alça em Y. Por dentro do
canalículo coloca um dreno multifenestrado atravessando o ducto, vai até a
parede do fígado e sai na parede abdominal para drenar e lavar. Com essa
lavagem vai sair bile, depois pode retirar o cateter (fazer raio X antes de tirar).
A anastomose vai cicatrizar e vai ser feito um novo caminho.
7. Cite dois exames de imagem que auxiliam no diagnóstico do colangiocarcinoma?
CPRE, CRM, CTPH.
8. Mulher, 37anos, portadora de colecistolitíase há 2 anos, consulta na emergência com forte dor abdominal de forte
intensidade localizada em andar superior de abdome, ao EF. Apresentava-se anictérica, desidratada, PA de 110x60 FC 90.
a. Qual a Hipótese Diagnóstica/risco?
Pancreatite aguda biliar 
b. Exames solicitar na emergência? 
Rx de pé e deitado, hemograma, lipase, amilase, parcial de urina, glicemia, bilirrubinas, cálcio, AST.
c. Na hipótese dessa paciente desenvolver Pancreatite Aguda Biliar quando devemos pedir CPRE? 
Somente se houver obstrução – colangite ou colestase.
9. Nos casos de Pancreatite que evoluem em necrose pancreática com formação de abcessos, que não tem resposta clínica ao
tratamento, o que fazer? 
Tratamento cirúrgico com laparotomia e mucosectomia.
10. Quando tem pseudo cisto na cabeça do pâncreas que obstrui o duodeno qual tratamento deve ser feito?
Jejunocistoanastomose.
11. 62 anos, masculino, hematêmese em grande quantidade, abdome globoso, mucosa descorada, PA 100x50, etilista longa data.
a. Que conduta deve ser constituída inicialmente nesse paciente? 
Hidratação, volume, tipagem sanguínea.
b. Qual o exame de emergência para descobrir a causa da hemorragia?
Endoscopia digestiva alta com ligadura elástica ou escleroterapia.
c. Na hipótese de não haver efetividade nos tratamentos anteriores o que fazer?
Tamponamento com balão.
d. Cite quatro procedimentos cirúrgicos para hipertensão portal : 
Derivações porto-cava término-lateral, mesentérico-cava com prótese, porto-cava com prótese e porto-cava
látero-lateral.
12. 75 anos, homem operado há 30 dias por apresentar CAC, tinha a síndrome de mirizzi, foi realizado colecistectomia e
drenagem, com dreno de kher, o qual ainda está presente. Há uma semana vem apresentando febre, dor em hipocôndrio
direito e sudorese noturna. Ao EF apresenta hepatomegalia dolorosa.
a. Qual a Principal HD? 
Abcesso hepático 
b. Qual o tratamento realizar? 
Se forem microabcessos – antibioticoterapia, se forem abcessos confluentes – drenar e por punção.

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