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M1-Matemática Básica.pdf
1Matemáti caMatemáti ca básica
Rua General Celso de Mello Rezende, 301 – Tel.: (16) 3238·6300
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SISTEMA COC DE ENSINO
Direção-Geral: Sandro Bonás
Direção Pedagógica: Zelci C. de Oliveira
Direção Editorial: Roger Trimer
Gerência pedagógica: Juliano de Melo Costa
Gerência Editorial: Osvaldo Govone
Gerência de Relacionamento: Giovanna Tofano
Ouvidoria: Regina Gimenes
Conselho Editorial:
Juliano de Melo Costa, Osvaldo Govone,
Sandro Bonás e Zelci C. de Oliveira
PRODUÇÃO EDITORIAL
Autoria: Clayton Furukawa, Frederico R. F.
do Amaral Braga e Jeferson Petronilho
Editoria: José F. Rufato, Marina A.
Barreto e Paulo S. Adami
Assistente Editorial: Luzia H. Fávero F. López
Assistente administrativo:: George R. Baldim
Projeto gráfico e direção de
arte: Matheus C. Sisdeli
Preparação de originais: Marisa A. dos Santos
e Silva e Sebastião S. Rodrigues Neto
Iconografia e licenciamento de texto:
Cristian N. Zaramella, Marcela Pelizaro
e Paula de Oliveira Quirino.
Diagramação: BFS bureau digital
Ilustração: BFS bureau digital
Revisão: Flávia P. Cruz, Flávio R. Santos,
José S. Lara, Leda G. de Almeida e
Maria Cecília R. D. B. Ribeiro.
Capa: LABCOM comunicação total
Fechamento: Edgar M. de Oliveira
Su
m
ár
io
CAPÍTULO 01 POTENCIAÇÃO E RADICIAÇÃO 7
1. Potenciação 7
2. Radiciação 10
CAPÍTULO 02 PRODUTOS NOTÁVEIS 17
1. Quadrado da soma de dois termos 17
2. Quadrado da diferença de dois termos 17
3. Produto da soma pela diferença de dois termos 17
4. Cubo da soma de dois termos 17
5. Cubo da diferença de dois termos 17
CAPÍTULO 03 FATORAÇÃO 19
1. Definição 19
2. Casos de fatoração 19
CAPÍTULO 04 PORCENTAGEM 22
1. Introdução 22
2. Definição 22
3. Forma decimal 22
4. Porcentagem de quantias 22
5. Lucro 24
6. Aumento percentual 25
7. Desconto percentual 26
8. Aumentos e descontos sucessivos 28
CAPÍTULO 05 MÚLTIPLOS E DIVISORES 30
1. Conceitos básicos 30
2. Propriedades 33
3. Máximo divisor comum 35
4. Mínimo múltiplo comum 36
5. MDC e MMC pelo método da decomposição isolada 36
6. MMC e MDC pelo método da fatoração simultânea 36
7. MDC pelo método das divisões sucessivas 37
8. Propriedades do MDC e do MMC 37
CAPÍTULO 06 EQUAÇÕES 39
1. Introdução 39
2. Equação matemática 39
3. Raiz (ou solução) de uma equação 39
4. Resolução de equações 39
5. Equações equivalentes 40
6. Equação do 1º grau 40
7. Problemas matemáticos 40
8. Passos para resolver um problema matemático 40
9. Equação do 2º grau 43
10. Resolução de equações com mudança de variável 47
11. Equações irracionais 48
CAPÍTULO 07 TEORIA DOS CONJUNTOS 50
1. Introdução 50
2. Notação e representação 50
3. Relação de pertinência 50
4. Relação de inclusão 51
5. Conjuntos especiais 51
6. Conjunto universo 52
7. Conjunto de partes 52
8. Igualdade de conjuntos 52
9. Operações com conjuntos 52
10. Número de elementos da união e da intersecção de conjuntos 55
11. Conjuntos numéricos 56
12. Operações com intervalos 57
EXERCÍCIOS PROPOSTOS 59
Capítulo 01 61
Capítulo 02 66
Capítulo 03 68
Capítulo 04 70
Capítulo 05 78
Capítulo 06 83
Capítulo 07 93
GABARITO 101
Teoria
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Matemáti ca básica
7
Matemáti ca
Exemplos
1. 105 · 102 = 105 + 2 = 10.000.000
2. (–10)5 · (–10)2 = (–10)5 + 2 = – 10.000.000
• P2: Quociente de potências de mesma
base
Para dividirmos potências de mesma base,
conservamos a base e subtraímos os expoentes.
a
a
m
n
m n= ≠a a= ≠a am n= ≠m na am na a= ≠a am na am n= ≠m n–m n= ≠m na am na a= ≠a am na a–a am na a= ≠a am na a, 0= ≠, 0= ≠a a= ≠a a, 0a a= ≠a a
Justificativa
a a a a e a a a am
m vezes
n
n vezes
= ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ ⋅ ⋅... ...� �� �� ��� ��
1º) Sendo m > n, temos:
a
a
a a a a
a a a a
a a a
m
n
m vezes
n vezes
=
⋅ ⋅ ⋅ ⋅
⋅ ⋅ ⋅
= ⋅ ⋅ ⋅
...
...
...
� �� ��
� �� �� (( )m n vezes
m na
–
–
��� �� =
2º) Se m = n: a
a
a a
m
n
m n= = = =1 10( )–
3º) Se m < n: a
a a a a a
a
m
n
n m vezes
n m
m n=
⋅ ⋅ ⋅
=
=
1 1
...
( )
( )
( )
–
–
–
� �� ��
Exemplos
1.
5
5
5 5 125
7
4
7 4 3= = =–
2. 2
2
2 2
1
2
3
4
1= = =3 4– –
3. 2
2
2
2
x
= 2 x–
• P3: Produto de potências de mesmo
expoente
Para multiplicarmos potências de mesmo ex-
poente, conservamos o expoente e multipli-
camos as bases.
an · bn = (a · b)n
1. Potenciação
A. Defi nições
Em todas as definições apresentadas a seguir,
a representa um número real e n, um número
natural diferente de zero.
1. Para n maior que 1, an é igual ao produ-
to de n fatores idênticos a a, isto é:
a a a a an
n
= · · ...
fatores idênticos
� �� ��
Notação: O elemento a é chamado base, n é
denominado expoente e an, potência.
2. Para n= 1, define-se: a1 = a.
3. Para n = 0 e a ≠ 0, define-se: a0 = 1.
4. Expoente inteiro e negativo: a
a
n
n
– =
1 ,
com a ≠ 0.
Exemplos
1. 105 = 10 · 10 · 10 · 10 · 10 = 10.000
2. 51 = 5
3. (–2)0 = 1
4. 3
1
3
1
3 3 3 3
1
81
4
4
– = =
⋅ ⋅ ⋅
=
B. Propriedades
Consideremos os números reais a e b e os
números naturais m e n. Então, são válidas as
seguintes propriedades:
• P1: Produto de potências de mesma base
Para multiplicarmos potências de mesma
base, conservamos a base e somamos os ex-
poentes.
am · an = am + n
Justificativa
a a a a a
a a a a a
a
m
m vezes
n
n vezes
= ⋅ ⋅ ⋅ ⋅
= ⋅ ⋅ ⋅ ⋅
...
...
� �� ��
� �� ��
mm n
m vezes n vezes
m n
a
a a a a a a a a
a a a
⋅ =
= ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅
⋅ =
... ...� �� �� � �� ��
⋅⋅ ⋅ ⋅ ⋅
+
a a a
m n vezes
...
( )
� �� ��
Assim: am · an = am + n
CAPÍTULO 01 POTENCIAÇÃO E RADICIAÇÃO
Matemáti ca básica
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Matemáti ca
Justificativa
a a a a a e b b b b b
a
n
n vezes
n
n vezes
n
= ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ ⋅ ⋅ ⋅
⋅
... ...
( )
� �� �� � ��� ���
bb a a a a b b b b
ab ab
n
n vezes n vezes
= ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ =
= ⋅
... ...� �� �� � ��� ���
⋅⋅ ⋅ ⋅ab ab
n vezes
...� ���� ����
Assim: an · bn = (ab)n
Exemplos
1. 23 · 33 = (2 · 3)3 = 63
2. (a · b · c)2 = a2 · b2 · c2
• P4: Quociente de potências de mesmo
expoente
Para dividirmos potências de mesmo expoente,
conservamos o expoente e dividimos as
bases.
a
b
a
b
b
n
n
n
=
, 0b, 0b ≠, 0≠
Justificativa
a a a a a e b b b b b
a
b
n
n vezes
n
n vezes
n
n
= ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ ⋅ ⋅ ⋅
=
... ...� �� �� � ��� ���
aa a a a
b b b b
a
b
a
b
n vezes
n vezes
n
n
⋅ ⋅ ⋅ ⋅
⋅ ⋅ ⋅ ⋅
=
...
...
� �� ��
� ��� ���
⋅ ⋅
=
a
b
a
b
a
b
Assim
a
b
n vezes
n
n
...
:
� ���� ����
aa
b
n
Exemplos
1.
2
11
2
11
2
2
2
=
2. a
b c
a
b c
a
b c
3
3 3
3
3
3
⋅
=
⋅( )
=
⋅
• P5: Potência de uma potência
Para elevarmos uma potência a um novo ex-
poente, conservamos a base e multiplicamos
os expoentes.
(am)n = am · n
Justificativa
a a a a
a a
m n m m m
n vezes
m n m m m
n vezes
( ) = ⋅ ⋅ ⋅
( ) = + + +
...
...
� ��� ���
��� ��
⇒⇒( ) = ⋅a am n m n
Exemplos
1. (25)2 = 25 · 2 = 210
2. 5 5 55
2 3 5 2 3 30( )( ) = =⋅ ⋅
Observação
As propriedades apresentadas podem ser es-
tendidas para os expoentes m e n inteiros.
Exemplos
a. 23 · 2–2 = 23 + (–2) = 21 (P1)
b. 5
5
2
3–
= 52 – (–3) = 52 + 3 = 55 (P2)
c. 5–3 · 2–3 = (5 · 2)–3 = 10–3 (P3)
d. 7
5
7
5
2
2
2
4
–
–
–
=
( )P
e. (2–2)–3 = 2(–2) · (–3) = 26
C. Situações especiais
A. (–a)n e –an
As potências (–a)n e –an, em geral, apresentam
resultados diferentes, pois:
( ) ( ) ( ) ( ) ... ( )
...
– – – – –
– –
a a a a a
a a a a
n
n vezes
n
= ⋅ ⋅ ⋅ ⋅
= ⋅ ⋅ ⋅
� ���� ����
⋅⋅a
n vezes
� ��� ���
Exemplos
1. (–2)2 = (–2) · (–2) =
4
2. –22 = –(2) · (2) = –4
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Matemática básica
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Matemática
B. a e am n m( ) n
As potências a e am n m( ) n , em geral, apresentam
resultados diferentes, pois:
a a a a am n m m m m
n vezes
( ) = ( ) ⋅ ( ) ⋅ ( )⋅ ⋅( )...� ����� �����
e
a am m m m
n vezes
n = ⋅ ⋅ ⋅...
��� ��
Exemplos
1. (25)2 = 25 · 2 = 210
2. 2 2 25 5 5 252 = =⋅
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01. UFMG
O valor da expressão (a–1 + b–1)–2 é:
a.
ab
a b( )+ 2
b.
ab
a b( )2 2 2+
c. a2 + b2.
d.
a b
a b
2 2
2( )+
Resolução
a b
a b
b a
ab b a
ab
− − −
− −
+( ) = +
=
+
=
+
1 1 2
2 21 1 1
=
+
=
+( )
2
2
2 2
2
ab
a b
a b
a b
Resposta
D
02. UECE
Se a = 32 e b = a2, então o valor do produto ab
é igual a:
a. 36
b. 38
c. 96
d. 98
Resolução
a · b = a · a2 = a3 = (32)3 = 36
Resposta
A
03. UFRGS
Sabendo-se que 6x + 2 = 72, tem-se que 6–x vale:
a. – 4
b. – 2
c. 0
d.
1
2
e. 2
Resolução
6x + 2 = 72 ⇒ 6x · 62 = 72 ⇒ 6x = 72
36
⇒ 6x = 2
6–x = 1
6
1
2x
=
Resposta
D
04. ENEM
A resolução das câmeras digitais modernas é
dada em megapixels, unidade de medida que
representa um milhão de pontos. As informa-
ções sobre cada um desses pontos são arma-
zenadas, em geral, em 3 bytes. Porém, para
evitar que as imagens ocupem muito espaço,
elas são submetidas a algoritmos de compres-
são, que reduzem em até 95% a quantidade
de bytes necessários para armazená-las. Con-
sidere 1 KB = 1.000 bytes, 1 MB = 1.000 KB,
1 GB = 1.000 MB.
Utilizando uma câmera de 2.0 megapixels cujo
algoritmo de compressão é 95%, João fotogra-
fou 150 imagens para seu trabalho escolar. Se
ele deseja armazená-las de modo que o espa-
ço restante no dispositivo seja o menor espaço
possível, ele deve utilizar:
a. um CD de 700 MB.
b. um pendrive de 1 GB.
Matemática básica
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10
Matemática
c. um HD externo de 16 GB.
d. um memory stick de 16 MB.
e. um cartão de memória de 64 MB.
Resolução
• 1 megapixel = 106 pontos
• 1 ponto = 3 bytes
Após compressão, 1 ponto ocupará:
5
100
· 3 bytes = 0,15 byte
Trabalho de João:
150 · 2 · 106 · 0,15 = 45 · 106 bytes =
=
⋅45 10
10
6
6 MB = 45 MB
Resposta
E
05. Ibmec-SP
Os astrônomos estimam que, no universo vi-
sível, existem, aproximadamente, 100 bilhões
de galáxias, cada uma com 100 bilhões de es-
trelas. De acordo com esses números, se cada
estrela tiver, em média, 10 planetas a sua vol-
ta, então existem no universo visível, aproxi-
madamente:
a. 1012 planetas.
b. 1017 planetas.
c. 1023 planetas.
d. 10121 planetas.
e. 10220 planetas.
Resolução
100 bilhões de galáxias: 102 · 109 = 1011 galáxias
100 bilhões de estrelas: 102 · 109 = 1011 estrelas
em cada galáxia
Logo, temos:
(nº de galáxias) · (nº estrelas/galáxias)
1011 galáxias · 1011 estrelas = 1022 estrelas
Cada estrela tem, em média, 10 planetas.
Assim, (nº de estrelas) · (nº de planetas/estrelas)
1022 · 10 = 1023 planetas
Resposta
C
2. Radiciação
A. Definições
1. Considere a um número real não negativo e n um número natural diferente de zero.
O símbolo an representa um número real b, não negativo, que satisfaz a igualdade bn = a.
Notação: O número a é chamado radicando, n é denominado índice e an é a raiz n-ésima de a.
Observação: O símbolo a representa o mesmo que a2 .
Exemplos
1. 25 = 5, pois 52 = 25 (raiz quadrada de 25)
2. 21 = 2, pois 21 = 2 (raiz primeira de 2)
3. 03 = 0, pois 03 = 0 (raiz cúbica de zero)
2. Considere a um número real e n um número natural ímpar.
O símbolo an representa um número real b que satisfaz a igualdade bn = a.
Exemplos
1. 8 23 = , pois 23 = 8
2. – –8 23 = , pois (–2)3 = –8
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Matemáti ca
B. Raiz quadrada do quadrado
de um número real
a a2 = , se a for um número real não negativo.
a a2 = – , se a for um número real negativo.
Costuma-se indicar: a a2 = (valor absoluto de a),
Exemplos
1. 5 52 =
2. – –(–5 5 5
2( ) = =)
3. 2 3 2 3 2 3 0
2
– – –( ) = >, pois
4. 2 5 2 5 5 2 2 5 0
2
– – – – –( ) = ( ) = <pois
Observação
Não devemos confundir 4 2 4 2= = ±com ,
pois é falso, de acordo com a definição.
Então, 2 = 4 e –2 = – 4.
Se considerarmos a equação x2 = 4, teremos
como solução as raízes 2 e –2, pois:
x2 = 4 ⇒ x = ± 4 ⇒ x = ± 2
C. Potências com expoente racional
Definição
a a com a
n
k nk= >, 0, n inteiro e k inteiro positivo.
Exemplo
5 5 5
1
2 12= =
Observação
Todas as propriedades apresentadas para po-
tências de expoentes inteiros são válidas para
expoentes racionais.
D. Propriedades
Consideraremos os números reais a e b não
negativos e os números naturais não nulos m,
n e p. Então:
• P1: Produto de radicais de mesmo índice
Para multiplicarmos radicais com o mes-
mo índice, conservamos o índice e multipli-
camos os radicandos.
a ba b abn nn na bn na b n⋅ =a b⋅ =a ba b⋅ =a b
Justificativa
a b a b a b a bn n n n n n⋅ = ⋅ = ⋅( ) = ⋅
1 1 1
Exemplos
1. 10 10 10 10 10 1023 3 2 13 33⋅ = ⋅ = =
2. 2 64 2 64 2 8 8 2⋅ = ⋅ = ⋅ =
P2: Divisão de radicais de mesmo índice
Para dividirmos radicais com o mesmo índice,
conservamos o índice e dividimos os radicandos.
a
b
a
b
n
n
= ≠= ≠= ≠n= ≠n ( )b( )b= ≠( )= ≠b= ≠b( )b= ≠b( )0( )
Justificativa
a
b
a
b
a
b
a
b
n
n
n
n
n
n= =
=
1
1
1
Exemplos
1. 128
4
128
4
32 2
5
5
5 5= = =
2.
4
25
4
25
2
5
0 4= = = ,
• P3: Potência de uma raiz
Para elevarmos uma raiz a um expoente,
basta elevarmos o radicando a esse expoente.
a aa a
m
mna ana a( )( )a a( )a an( )n a a=a a
Justificativa
a a a an
m
n
m m
n mn( ) =
= =
1
Observação
A propriedade P3 também é válida quando o
expoente m é inteiro negativo.
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-1
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Matemáti ca
Exemplos
1. ( )5 5 52 2= =
2. ( )2 2 43 2 23 3= =
• P4: Raiz de outra raiz
Exemplos
a. 10 10 1046 4 26 2 23= =::
b. 2 2 2208 20 48 4 5= =::
c. 5 5 548 12= =
E. Simplifi cação de radicais
Simplificar um radical significa transformá-lo
em uma expressão equivalente ao radical
dado, porém escrita de forma mais simples.
Obtemos essa transformação por meio da apli-
cação das propriedades anteriormente vistas.
Exemplos
a. 81 3
3 3
3
5 7 33 4 5 7 33
3 3 2 6 33
33 33 6
⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ ⋅ ⋅ =
= ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ ⋅ =
= ⋅ ⋅
x y z x y z
x x y y z
x y33 33 23
2 23
3
3 3
⋅ ⋅ ⋅ =
= ⋅ ⋅ ⋅ ⋅
z x y
x y z x y
b. a b c a b b c b a bc2 65 2 55 25⋅ ⋅ = ⋅ ⋅ ⋅ =
c. 324 2 3 2 3 3
3 2 3 3 12
3 2 43 2 33
23 3
= ⋅ = ⋅ ⋅ =
= ⋅ =
F. Redução de radicais
ao mesmo índice
Para reduzirmos dois ou mais radicais a um
mesmo índice, inicialmente, calculamos o MMC
de todos os índices, obtendo, assim, o índice co-
mum a todos os radicais. Em seguida, dividimos
o novo índice por todos os índices anteriores,
multiplicando o resultado pelos expoentes dos
fatores do respectivo radicando.
Exemplos
a. xy x e y23 34;
MMC (3, 4, 2) = 12, então:
xy x y x x y y
23 4 812 34 912 612= = =; ;
b. 2 3 53 4, e
MMC (2, 3, 4) = 12, então:
2 2 3 3 5 5
612 3 412 4 312= = =; ;
Para obtermos a raiz de uma outra raiz, bas-
ta conservarmos o radicando e multiplicar-
mos os índices.
a aa amn n ma a=a an m⋅n m
Justificativa
a a a a amn m
n m
n n m n m= = = =
⋅ ⋅
1
1
1
Exemplos
1) 7 7 754 2 4 5 40= =⋅ ⋅
2) 3 3 32 2 4= =⋅
• P5: Simplificação de radicais
Quando multiplicamos ou dividimos o índice
de uma raiz e o expoente de seu radicando
por um mesmo número natural não nulo, o
valor da raiz não se altera.
a a pma ama an m pn p= ≠= ≠a a= ≠a aa a= ≠a am p= ≠m pn p= ≠n pa an pa a= ≠a an pa am p= ≠m p⋅m p= ≠m pn p⋅n p ( )p( )p= ≠( )= ≠p= ≠p( )p= ≠p( )0( )
Justificativa
a a a amn
m
n
m p
n p m pn p= = =
⋅
⋅ ⋅⋅
Exemplos
1. 5 5 53 3 42 4 128= =⋅⋅
2. 2 2 2 226 1 23 2 13 3= = =⋅⋅
Observação
Como podemos
observar nos exemplos, o valor
de uma raiz não se altera quando dividimos o
índice do radical e o expoente do radicando
por um fator comum natural não nulo.
a amn m pn p= ::
PV
-1
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11
Matemática básica
13
Matemática
Observações
1. Conforme vimos nas propriedades P1 e
P2, a multiplicação e a divisão de raízes
só devem ser efetuadas se os radicais
tiverem índices iguais, então esta pro-
priedade, que permite reduzir os radi-
cais ao mesmo índice, é bastante im-
portante nesses casos.
Exemplo
5 2 3 5 2 3 5 2 33 4 412 612 312 4 6 312⋅ ⋅ = ⋅ ⋅ = ⋅ ⋅
2. Para que possamos comparar raízes,
também devemos tê-las com os índices
iguais, e a maior raiz será aquela que
tiver o maior radicando.
Exemplos
2 2 4
3 3 3
3 2
3 1 23 2 6
1 32 3 36
3= =
= =
⇒ >
⋅⋅
⋅⋅
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01.
Dê o valor de:
a. 81
b. 164
c. 1253
d. –1253
e. 06
Resolução
a. 81 9= , pois 92 = 81
b. 16 24 = , pois 24 = 16
c. 125 53 = , pois 53 = 125
d. − = −125 53 , pois (–5)3 = –125
e. 0 06 = , pois 06 = 0
02. UECE
A expressão numérica 5 54 3 163 3– é igual a:
a. 1 4583 .
b. 7293
c. 2 703
d. 2 383
Resolução
5 54 5 2 3 5 3 2 15 2
3 16 3 2 3 2 2 3 2 2 6 2
5 54 3
3 33 3 3
3 43 33 3 3
3
= ⋅ ⋅ = ⋅ ⋅ =
= ⋅ = ⋅ ⋅ = ⋅ =
– 116 15 2 6 2 9 2
9 2 1458
3 3 3 3
33 3
= = =
= ⋅ =
–
Resposta
A
03. UFAL
A expressão 10 10 10 10+ ⋅ – é igual a:
a. 0
b. 10
c. 10 – 10
d. 3 10
e. 90
Resolução
10 10 10 10 10 10 10 10
10 10 100 10 90 3 102 2
+ − = +( ) −( ) =
= − = − = =
.
Resposta
D
04.
Forme uma sucessão decrescente com os
números reais 2 3 3 2, e 2.
Resolução
2 3 2 3 12 12
3 2 3 2 18 18
2 2 2 16
18 16 12
2 4
2 4
1 1 41 4 4
4 4 4
⋅ = ⋅ = =
⋅ = ⋅ = =
= = =
> >
⋅⋅
Resposta
3 2 2 2 3⋅ > > ⋅
Matemáti ca básica
PV
-1
4-
11
14
Matemáti ca
05. UFC-CE
Dentre as alternativas a seguir, marque aquela
que contém o maior número.
a. 5 63 ⋅
b. 6 53
c. 5 63
d. 5 63
e. 6 53
Resolução
5 6 30 30
6 5 6 5 1080 1 080
5 6 5 6 750 750
5 6
3 3 6
3 33 3 6
3 33 3 6
3
⋅ = =
⋅ = ⋅ = =
⋅ = = =
=
·
55 6 150 150
6 5 5 180 180
23 3 6
3 3 3 6
⋅ = =
= ⋅ = =6
O maior número é 1.080
2
6 == 6 53 .
Resposta
B
G. Racionalização de denominadores
Racionalizar um denominador de uma fração significa transformá-lo em outra sem radicais irra-
cionais no denominador, a fim de facilitar o cálculo da divisão. Em termos práticos, racionalizar
um denominador significa eliminar o radical do denominador.
A racionalização pode ser feita multiplicando-se o numerador e o denominador da fração por um
mesmo fator, obtendo, assim, uma fração equivalente à anterior.
Esse fator é chamado fator de racionalização ou fator racionalizante.
1º caso: Denominadores do tipo amn
Observamos que:
a aa a a a
a aa a a
ma ama an n mna ana a m na am na a mn
m na am na ama ama an nna ana a
⋅ =a a⋅ =a aa a⋅ =a an m⋅ =n m ⋅ =a a⋅ =a am n⋅ =m na am na a⋅ =a am na a m⋅ =m
= == =a a= =a aa am na a= =a am na aa ama a= =a ama a =+m n+m na am na a+a am na aa am na a= =a am na a+a am na a= =a am na a
n m–n m –
–a a–a a
Assim, nas frações que apresentarem denominador do tipo amn , basta multiplicarmos o seu
numerador e o seu denominador por an mn n m–n m (fator racionalizante) para eliminarmos o radical
(número irracional) do denominador.
Exemplos
Racionalizar os denominadores:
a. 1
5
1 5
5 5
5
5
=
⋅
⋅
=
b. 2
4
2
2
2 2
2 2
2 2
8
2 2
2
2
3 23
3
23 3
3
3
3
3= =
⋅
⋅
= = =
Notemos que, se no denominador aparecer uma raiz quadrada, o fator racionalizante é outra raiz
quadrada igual à existente no denominador da fração.
PV
-1
4-
11
Matemática básica
15
Matemática
2º caso: Denominadores do tipo a b±
Nesse caso, vamos relembrar o produto notável (A + B) · (A – B) = A2 – B2. Percebemos que esse
produto notável, aplicado aos denominadores deste caso, produz resultado racional.
Ou seja:
a b a b a b a b+( )( ) = ( ) ( ) =– – –2 2
Portanto, se tivermos que racionalizar denominadores do tipo a b± , basta multiplicarmos
o numerador e o denominador da fração pelo conjugado do denominador, eliminando assim o
radical (número irracional) do denominador.
Assim:
denominador: a b+ → conjugado: a b–
denominador: a b– → conjugado: a b+
Exemplos
1) 1
3 2
1 3 2
3 2 3 2
3 2
3 2
3 2
– – –
=
⋅ +( )
( )⋅ +( ) =
+( )
= +( )
2)
2
6 2 1
2 6 2 1
6 2 1 6 2 1
6 2 2
36 2 1
12 2
+
=
⋅( )
+( )⋅ ( ) =
⋅( )
⋅
=
–
–
–
–
–
71
Observação
A racionalização permite fazer divisões com erros menores. Por exemplo, na fração 1
5
há a
divisão de 1 por 5 =2,2360679774.... Como o denominador é um decimal infinito e não perió-
dico, fica difícil saber qual é a melhor aproximação para 5 , mas, ao utilizar a fração equivalente
5
5
, não só teremos o trabalho facilitado como também conseguiremos uma melhor aproximação.
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01.
Racionalize os denominadores e simplifique,
se possível, as frações.
a. 1
5
b. 14
7
c. 6
7
d. 4
44
e. 3 7
3 7
+
–
Resolução
a.
1
5
5
5
5
5
· =
Matemática básica
PV
-1
4-
11
16
Matemática
b.
14
7
7
7
14 7
7
2 7·
·
·= =
c.
6
7
7
7
42
7
· =
d.
4
4
4
4
4 4
4
2 2 2 2
4
34
34
34
64 3·
·
·= = = =
e.
3 7
3 7
3 7
3 7
9 6 7 7
9 7
8 3 7
+( )
−( )
+( )
+( ) =
+ +
−
= +·
02. UCSal-BA
Se x = − +
+
−
−
3 3
1
3 3
1
3 3
, então:
a. x ≥ 5
b. 3 ≤ x < 5
c. 1 ≤ x < 3
d. 0 ≤ x < 1
e. x < 0
Resolução
x = 3 3
1
3 + 3
1
3 3
x = 3 3 +
1
3 + 3
3 3
– –
–
–
–
+ ( ) ( )
( )
( )
·
33 3
x = 3 3 +
9 3
·
3
3 9
–
–
–
–
–
– –
( ) ( )
+( )
+( )
( )
+
1
3 3
3 3
3 3
3 3 3
·
x = 3 3 +
6
3
6
x = 3 3 +
3
6
x = 3 3
–
–
–
–
–
–
3 3 3
3 3 3
6
6
4 3
+
+
+ +
+
=x
xx
x
≅
≅
4 1 7
2 3
– ,
,
Resposta
C
03. Fuvest-SP
2 3
3
+
=
a. 2 2 6 3
3
+ +
b. 5 2 6
3
+
c. 2 6
6
+
d. 3 6
3
+
e. 6 3
6
+
Resolução
2 3
3
3
3
6 3
3
6 3
32
+( )
=
+
( )
=
+·
·
Resposta
D
PV
-1
4-
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Matemáti ca básica
17
Matemáti ca
CAPÍTULO 02 PRODUTOS NOTÁVEIS
Os produtos notáveis obedecem a leis espe-
ciais de formação e, por isso, sua utilização
permite agilizar determinados tipos de cálcu-
los que, pelas regras normais da multiplicação
de expressões, ficariam mais longos. Apresen-
tam-se em grande número e dão origem a um
conjunto de identidades de grande aplicação.
Considere a e b, expressões em .
1. Quadrado da soma de dois termos
(a + b)2 = (a + b) · (a + b) = a2 + 2ab + b2
(a + b)2 = a2 + 2ab + b2
2. Quadrado da diferença
de dois termos
(a – b)2 = (a – b) · (a – b) = a2 – 2ab + b2
(a – b)2 = a2 – 2ab + b2
3. Produto da soma pela
diferença de dois termos
(a + b) · (a – b) = a2 – ab ab b+ – 2
(a + b) · (a – b) = a2 – b2
4. Cubo da soma de dois termos
(a + b)3 = (a + b) · (a + b)2 = (a + b) · (a2 + 2ab + b2)
(a + b)3 = a3 + 2a2b + ab2 + a2b + 2ab2 + b3
(a + b)3 = a3 + 3a2b + 3ab2 + b3
5. Cubo da diferença de dois termos
(a – b)3 = (a – b) · (a2 – 2ab + b2)
(a – b)3 = a3 – 2a2b + ab2 – a2b + 2ab2 – b3
(a – b)3 = a3 – 3a2b + 3ab2 – b3
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01.
Desenvolva os produtos notáveis a seguir :
a. (3x + 2)2
b. 1
2
x
x+
c. (3x – 2y)2
d. x x
2 2
3 4
–
Resolução
a. (3x + 2)2 = (3x)2 + 2 · (3x) · 2 + 22
= 9x2 + 12x + 4
Resposta
9x2 + 12x + 4
b.
1 1
2
1
1 2
1
2
2 2
2
2
2
2
x
x
x x
x x
x
x
x
x
x
x
+
=
+ ⋅
⋅ + =
= + + =
= + + 22
Resposta
1
2
2
2
x
x+ +
c. (3x – 2y)2 = (3x)2 – 2(3x) · (2y) + (2y)2 =
= 9x2 – 12xy + 4y2
Resposta
9x2 – 12 xy + 4y2
d. x x x x x x
x
2 2 2 2 2 2
4
3 4 3
2
3 4 4
– –
=
⋅
+
=
=
99
2
12 4
9 6 4
3 2
4 3 2
–
–
x x
x x x
+ =
= +
Resposta
x x x4 3 2
9 6 16
– +
Observe que, quando desenvolvemos o qua-
drado da soma ou da diferença de um binô-
mio, produzimos um trinômio chamado trinô-
mio quadrado perfeito.
Matemática básica
PV
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4-
11
18
Matemática
02.
Desenvolva os produtos notáveis a seguir:
a. (3xy + 5) (3xy – 5)
b. 3 5 2 3 5 2+( )( )–
c. (x + 2)3
d. (2x – 2)3
Resolução
a. (3xy + 5) · (3xy – 5) = (3xy)2 – 52 = 9x2y2 – 25
Resposta
9x2y2 – 25
b. 3 5 2 3 5 2
3 5 2 9 5 4 41
2
2
+( )⋅( ) =
= ( ) = ⋅ =
–
– –
Resposta
41
c. (x + 2)3 = x3 + 3 · x2 · 2 + 3 · x · 22 + 23 = x3 + 6x2 +
+ 12x + 8
Resposta
x3 + 6x2 + 12x + 8
d. (2x – 2)3 = (2x)3 – 3 · (2x)2 · 2 + 3 · 2x · 22 – 23 =
= 8x3 – 3 · 4 · x2 · 2 + 3 · 2 · x · 4 – 8 =
= 8x3 – 24x2 + 24x – 8
Resposta
8x3 – 24x2 + 24x – 8
03.
Desenvolva: (x – 1)2 – (2x + 4) (2x – 4).
Resolução
(x – 1)2 – (2x + 4) (2x – 4) =
= (x – 1)2 – ((2x)2 – 42) =
= (x – 1)2 – (4x2 – 16) =
= x2 – 2x + 1 – (4x2 – 16) =
= x2 – 2x – 4x2 + 17 =
= –3x2 – 2x + 17
Resposta
–3x2 – 2x + 17
04.
Calcule 31 · 29 usando produto notável.
Resolução
31 · 29 =
= (30 + 1) · (30 – 1) =
= (30)2 – 12 =
= 900 – 1 =
= 899
Resposta
899
05.
Sendo x
x
+ =
1
2, determine x
x
3
3
1
+ .
Resolução
x+
1
x
=2
x + 3x ·
1
x
+ 3 · x ·
1
x
+
1
x
= 8
x + 3x +
3
x
+
1
x
=
3
3
3 2
2 3
3
3
88
x
x + 3 2 +
1
x
= 8
x +
1
x
= 2
3
3
3
3
3
+ +
+ =
⋅
3
1 1
8
3
x
x x
PV
-1
4-
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Matemáti ca básica
19
Matemáti ca
CAPÍTULO 03 FATORAÇÃO
1. Defi nição
Fatorar uma expressão algébrica é modificar
sua forma de soma algébrica para produto,
isto é, obter outra expressão :
a. que seja equivalente à expressão dada;
b. cuja forma equivalente se apresente na
forma de produto.
Na maioria dos casos, o resultado de uma fato-
ração é um produto notável.
Nas técnicas de fatoração que estudaremos a
seguir, suponha a, b, c, x e y expressões não
fatoráveis.
2. Casos de fatoração
A. Fator comum
Devemos reconhecer o fator comum, seja ele
numérico, literal ou misto; em seguida, coloca-
mos em evidência esse fator comum e simplifi-
camos a expressão deixando entre parênteses
a soma algébrica.
Observe os exemplos seguintes .
a. ab + ac = a · (b + c)
b. 3x3y – 6x2y3 = 3x2y(x – 2y2)
B. Agrupamento
Devemos dispor os termos do polinômio de
modo que formem dois ou mais grupos entre
os quais haja um fator comum e, em seguida,
colocar o fator comum em evidência.
Observe:
ax + ay + bx + by =
= a · (x + y) + b · (x + y) =
= (a + b) · (x +y)
C. Diferença de quadrados
Utilizamos a fatoração pelo método de dife-
rença de quadrados sempre que dispuser-
mos da diferença entre dois monômios cujas
literais tenham expoentes pares. A fatoração
algébrica de tais expressões é obtida com os
seguintes passos:
1º) extraímos as raízes quadradas dos fato-
res numéricos de cada monômio;
2º) dividimos por dois os expoentes das li-
terais;
3º) escrevemos a expressão como produto
da soma pela diferença dos novos mo-
nômios assim obtidos.
Por exemplo, a expressão a2 – b2 seria fatorada
da seguinte forma:
a2 – b2 = (a + b) · (a – b)
D. Trinômio quadrado perfeito
Uma expressão algébrica pode ser identificada
como trinômio quadrado perfeito sempre que
resultar do quadrado da soma ou diferença
entre dois monômios.
Por exemplo, o trinômio x4 + 4x2 + 4 é quadrado
perfeito, uma vez que corresponde a (x2 + 2)2.
São, portanto, trinômios quadrados perfeitos
todas as expressões da forma a2 ± 2ab + b2,
fatoráveis nas formas seguintes:
a2 + 2ab + b2 = (a + b)2
e
a2 – 2ab + b2 = (a – b)2
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01.
Fatore a expressão: 8x3 – 6x2 .
Resolução
8x3 – 6x2 = 2x2(4x – 3)
Resposta
2x2(4x – 3)
02.
Fatore a expressão: x3 – x2 + x – 1 .
Resolução
x3 – x2 + x – 1 = x2(x – 1) + 1(x – 1) = (x – 1) · (x2 + 1)
Resposta
(x – 1) · (x2 + 1)
Matemática básica
PV
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11
20
Matemática
03.
Fatore a expressão: x2 – 25y2.
Resolução
x2 – 25y2 = x2 – (5y)2 = (x + 5y) · (x – 5y)
Resposta
(x + 5y) · (x – 5y)
04.
Fatore: (x2 + 2xy + y2) + 2(x + y) + 1.
Resolução
(x2 + 2xy + y2) + 2(x + y) + 1 =
(x + y)2 + 2(x + y) + 1 = [(x + y) + 1]2 = (x + y + 1)2
Resposta
(x + y + 1)2
05. Vunesp
Por hipótese, considere a = b.
Multiplique ambos os membros por a.
a2 = ab.
Subtraia b2 de ambos os membros.
a2 – b2 = ab – b2
Fatore os termos de ambos os membros.
(a + b) · (a – b) = b (a – b)
Simplifique os fatores comuns (a + b) = b.
Use a hipótese de que a = b.
2b = b
Simplifique a equação e obtenha 2 = 1.
A explicação para isso é:
a. A álgebra moderna, quando aplicada à
teoria dos conjuntos, prevê tal resultado.
b. A hipótese não pode ser feita, pois
como 2 = 1, a deveria ser (b + 1).
c. Na simplificação dos fatores comuns,
ocorreu divisão por zero, gerando o
absurdo.
d. Na fatoração, faltou um termo igual a
– 2ab, no membro esquerdo.
e. Na fatoração, faltou um termo igual
a +2ab, no membro esquerdo.
Resolução
(a + b) · (a – b) = b (a – b) ⇔ a + b = b
A equivalência anterior só é possível se divi-
dirmos os dois membros por (a – b), porém da
hipótese a = b, assim a – b = 0, e a divisão por
zero não é definida.
Resposta
C
06.
Simplifique a expressão:
a a
a a
4 2
2
1
1
+ +
+ +
.
Resolução
a a
a a
a a a a
a a
a a a
a a
4 2
2
4 2 2 2
2
4 2 2
2
1
1
1
1
2 1
1
+ +
+ +
=
+ + + −
+ +
=
+ + −
+ +
a a
a a
a a a a
a a
2 2 2
2
2 2
2
1
1
1 1
1
+( ) −
+ +
=
+ +( ) + −( )
+ +
=
= a2 - a + 1
Resposta
a2 – a + 1
E. Trinômio do 2º grau
Considerando o trinômio do 2º grau ax2 + bx + c, a ≠ 0 e suas raízes reais x1 e x2, a seguinte igual-
dade é verdadeira:
ax2 + bx + c = a · (x – x1) · (x – x2)
F. Soma e diferença de cubos
Observe a multiplicação:
(a + b) · (a2 – ab + b2) =
= a3 – a2b + ab2 + ba2 – ab2 + b3 =
= a3 + b3
PV
-1
4-
11
Matemática básica
21
Matemática
01.
Fatore a expressão: x x2 1 2 2− + +( ) .
Resolução
x x
S
P
x x
x x
2
1 2
1 2 2 0
1 2
2
1 2
1 2
–
– –
( )
;
( )·( )
+ + =
= +
=
= =
∴
Resposta
( ) · ( )x x– –1 2
02.
Fatore a expressão: x6 – y6.
Resolução
x6 – y6 = (x2)3 – (y2)3 =
= (x2 – y2) · (x2 + x2y2 + y2) =
= (x + y) · (x - y) · (x2 + (xy)2 + y2)
Resposta
(x + y) · (x – y) · (x2 + (xy)2 + y2)
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
03.
Simplifique a expressão:
x y
x y
x y
x y
3 3 3 3−
−
−
+
+
Resolução
x y
x y
x y
x y
x y x xy y
x y
x y x xy y
x y
3 3 3 3
2 2 2 2
−
−
−
+
+
=
=
−( ) + +( )
−
−
+( ) − +( )
+
=
= xx xy y x xy y xy2 2 2 2 2+ +( ) − − +( ) =
04.
Sendo (a + b)3 = a3 + 3a2b + 3ab2 + b3 e (a – b)3 =
= a3 – 3a2b + 3ab2 – b3, fatore as expressões:
a. 8x3 + 12x2 + 6x + 1
b. 8a3 – 12a2b + 6ab2 – b3
Resolução
a. 8x3 + 12x2 + 6x + 1 =
= (2x)3 + 3 · (2x)2 · 1 + 3 · 2x · 12 + 13 =
= (2x + 1)3
b. 8a3 – 12a2b + 6ab2 – b3 =
= (2a)3 – 3 · (2a)2 · b + 3 (2a) · b2 – b3 =
= (2a – b)3
A partir desse resultado, podemos fatorar a soma de dois cubos:
a3 + b3 = (a + b) · (a2 – ab + b2)
Pode-se mostrar, de modo semelhante, que a3 – b3 = (a – b) · (a2 + ab + b2).
Matemática básica
PV
-1
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11
22
Matemática
CAPÍTULO 04 PORCENTAGEM
1. Introdução
Em uma empresa há três categorias de fun-
cionários, A, B e C, que possuem salários di-
ferentes reajustados na mesma época. Para
não haver desconforto, é necessário fazer o
aumento de maneira proporcional. O funcio-
nário responsável pelos cálculos consegue
aplicar uma proporção idêntica a cada catego-
ria, recorrendo apenas à regra de três simples.
Tal procedimento pode ser até viável nessa si-
tuação, porém, se aumentarmos a quantidade
de salários distintos, esse procedimento será
inadequado, por isso foi preciso desenvolver
uma técnica matemática para calcular propor-
ções equivalentes;
tal técnica, utilizada desde
o século XVII, é conhecida por porcentagem.
2. Definição
A porcentagem (ou percentagem) é uma for-
ma de apresentar frações em que o denomina-
dor é igual a 100, podendo também ser consi-
deradas as formas equivalentes. Para facilitar a
sua representação, foi criado o símbolo % que
se lê: “por cento” e que significa: “dividir por
cem”.
A representação 30% é o mesmo que 30
100
.
3. Forma decimal
A forma percentual 30% pode ter outras repre-
sentações equivalentes:
30
30
100
3
10
0 3% ,= = =
• 30% é a representação percentual.
• 30
100
3
10
= são representações fracionárias.
• 0,3 é sua representação decimal.
4. Porcentagem de quantias
O cálculo x% de P é efetuado da seguinte ma-
neira:
x% de P
x
P=
⋅100
Exemplo
35% de 200 = 35
100
200 70
⋅ =
01.
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
Calcule o valor de:
a. 30% de 84
b. 2,5% de 44
Resolução
a. 30% de 84 = 0,30 · 84 = 25,20
b. 2,5% de 44 = 0,025 · 44 = 1,10
Resposta
a. 25,20
b. 1,10
02. Fuvest-SP
(10%)2 é igual a:
a. 100%
b. 20%
c. 5%
d. 1%
e. 0,1%
Resolução
( %)
.
%10
10
100
10
100
1 0 0
10 00 0
1
100
12 = ⋅ = = =
Resposta
D
PV
-1
4-
11
Matemática básica
23
Matemática
03.
Quatro é quantos por cento de cinco?
Resolução
Sendo x% a taxa percentual, temos, pela defi-
nição, que:
x
100
5 4⋅ =
x
100
4
5
=
Ou, de outra forma:
4
5
0 8
80
100
80= = =, %
Resposta
80%
04. Unicap-PE
Determine, em reais, 10% do valor de um
bem, sabendo que 15% do preço do citado
bem é R$ 18,00.
Resolução
Valor do bem = x
15% · x = 18
0,15x = 18
x =
18
0 15,
x = R$ 120,00
∴10% de R$ 120,00 = R$ 12,00
Resposta
R$ 12,00
05. UFRGS-RS
O gráfico a seguir representa o valor de um dólar
em reais em diferentes datas do ano de 2003.
4,0
3,5
3,0
2,5
2,0
1,5
1,0
0,5
0,0
R$
01/1 31/1 28/2 31/3 30/4 31/5 30/6 31/7 31/8 Dia
3,53
3
2,89
0
2,96
6
2,87
2
2,96
6
2,96
7
3,52
6
3,56
3
3,35
3
Evolução das cotações da moeda norte-americana
A partir desses dados, pode-se afirmar que, no
primeiro semestre de 2003, o real, em relação
ao dólar:
a. desvalorizou 0,661.
b. desvalorizou mais de 10%.
c. manteve seu valor.
d. valorizou menos de 10%.
e. valorizou mais de 20%.
Resolução
No início do semestre:
1 dólar = R$ 3,533
Logo: 1 real =
1
3 533,
No fim do semestre:
1 dólar = 2,872 reais
Logo: 1 real =
1
2 872,
Montando a equação da variação do real, temos:
1
3 533
1
2 872
3 533
2 872
1 23
,
·
,
,
,
,x x x= ⇒ = ⇒ ≈
Portanto, uma valorização de 23%.
Resposta
E
06. ENEM
Para se obter 1,5 kg do dióxido de urânio puro,
matéria-prima para a produção de combustível
nuclear, é necessário extrair-se e tratar-se
1,0 tonelada de minério. Assim, o rendimento
(dado em % em massa) do tratamento do miné-
rio até chegar ao dióxido de urânio puro é de:
a. 0,10%.
b. 0,15%.
c. 0,20%.
d. 1,5%.
e. 2,0%.
Resolução
Massa do minério = 1,0 t = 1.000 kg
Massa do dióxido de urânio puro = 1,5 kg
1.000 kg –––––– 100%
1,5 kg –––––– x
x = 0,15%
Resposta
B
Matemáti ca básica
PV
-1
4-
11
24
Matemáti ca
07. Unicamp-SP modificado
Quando uma determinada marca de café custa
R$12,00 o quilo, seu preço representa 40% do
preço do quilo de outra marca de café. Qual o
preço do quilo desse café?
Resolução
Seja x o preço do quilo do café, assim 12 = 0,4 x
∴ x = =
12
0 4
30
,
.
Resposta
O preço do quilo é R$ 30,00.
08. ENEM
A escolaridade dos jogadores de futebol nos
grandes centros é maior do que se imagina,
como mostra a pesquisa a seguir , realizada
com os jogadores profissionais dos quatro
principais clubes de futebol do Rio de Janeiro.
0
Fu
nd
am
en
tal
inc
om
ple
to
20
40
60
14
Fu
nd
am
en
tal
16
Total: 112 jogadores
Mé
dio
inc
om
ple
to
14
Mé
dio
54
Su
pe
rio
r
inc
om
ple
to
14
O Globo, 24/7/2005.
De acordo com esses dados, o percentual dos
jogadores dos quatro clubes que concluíram o
Ensino Médio é de, aproximadamente:
a. 14%
b. 48%
c. 54%
d. 60%
e. 68%
Resolução
Observando o gráfico, o número de jogadores
que concluiu o Ensino Médio é 68, sendo 54
apenas do Ensino Médio e 14 do Superior in-
completo (que concluíram obrigatoriamente o
Ensino Médio).
Assim, num total de 112 jogadores, o percen-
tual dos jogadores dos quatro clubes que con-
cluiu o Ensino Médio é 68
112
0 607= , .
Logo, a melhor alternativa é a que traz 60%.
Resposta
D
5. Lucro
Chamamos de lucro a diferença entre o preço de venda e o preço de custo.
Lucro = preço de venda – preço de custo.
Caso essa diferença seja negativa, ela será chamada de prejuízo.
Assim, podemos escrever:
Preço de custo + lucro = preço de venda
Preço de custo – prejuízo = preço de venda
Podemos expressar o lucro na forma de porcentagem de duas formas:
Lucro sobre o custo =
lucro
preço de custo
· %· %100· %
Lucro sobre a venda =
lucro
preço de venda
· %· %100· %
Observação – A mesma análise pode ser feita para o caso de prejuízo.
PV
-1
4-
11
Matemáti ca básica
25
Matemáti ca
01. PUC-SP
A semirreta representada no gráfico seguinte
expressa o custo de produção C, em reais, de n
quilos de certo produto.
C (reais)
180
80
200 n (quilogramas)
Se o fabricante vender um quilo desse produto
a R$ 102,00, a porcentagem de lucro sobre o
preço de custo será de:
a. 25%
b. 20%
c. 18%
d. 15%
e. 14%
Resolução
Se para 20 quilos o preço aumenta R$ 100,00,
para cada 1 quilo, aumenta R$ 5,00.
Custo de 1 quilo = R$ 85 ,00
L = R$ 102,00 – 85,00 = R$ 17,00
L
C
= = =
17
85
0 2 20, %
Resposta
B
02. Fuvest-SP
Um vendedor ambulante vende os seus pro-
dutos com lucro de 50% sobre o preço de ven-
da. Então, o seu lucro sobre o preço de custo é
de:
a. 10%
b. 25%
c. 33,333...%
d. 100%
e. 120%
Resolução
Sejam:
L : lucro, Pc : preço de custo e Pv : preço de venda
L P I
P L P P P P
P P P P II
Sub
v
C V C V V
C V V C
=
+ = ⇒ + =
= ⇒ =
0 50
0 50
0 50 2
, · ( )
, ·
, · · ( )
sstituindo I em II temos
L P L PC C
( ) ( ), :
, · ·= ⇒ =0 5 2
Portanto, o lucro representa 100% do preço de
custo.
Resposta
D
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
6. Aumento percentual
Consideremos um valor inicial V que deve sofrer um aumento de p% de seu valor. Chamemos de
A o valor do aumento e VA o valor após o aumento. Então:
A p de V
p
V= =A p= =A p de= =de V= =V ⋅%= =%= =
100
V V A V
p
VA = + = + ⋅100
Matemáti ca básica
PV
-1
4-
11
26
Matemáti ca
V
p
VAVAV = +
= += += += += +
= += +
= +
= += += +
= += += += += += +
= += +
= += +
= += +
= +
⋅1= +1= +
100
em que 1
100
+
p é o fator de aumento.
Exemplos
Valor
inicial
Aumento
percentual
Fator de
aumento
Valor após
aumento
50 24% 1,24 1,24 · 50
40 5% 1,05 1,05 · 40
70 250% 3,50 3,50 · 70
7. Desconto percentual
Consideremos um valor inicial V que deve so-
frer um desconto de p% de seu valor. Chame-
mos de D o valor do desconto e VD o valor após
o desconto. Então:
D p de V
p
V= =D p= =D p de= =de V= =V ⋅%= =%= =
100
V V D V
p
VD = = ⋅– – 100
V
p
VDVDV =
⋅1
100
–
em que 1
100
–
p
é o fator de desconto.
Exemplos
Valor
inicial
Desconto
percentual
Fator de
desconto
Valor após
desconto
50 24% 0,76 0,76 · 50
40 5% 0,95 0,95 · 40
70 1,5% 0,985 0,985 · 70
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01.
Dado o valor V, exprimir em função de V:
a. o valor de um aumento de 25%;
b. o valor após um aumento de 25%;
c. o valor de um desconto de 45%;
d. o valor após um desconto de 45%.
Resolução
a. 25% de V = 25
100
· V = 0,25 V
b. V + 25% de V = V +
25
100
· V = V + 0,25 V = 1,25 V
c. 45% de V = 45
100
· V = 0,45 V
d. V – 45% de V = V –
45
100
· V = V – 0,45 V = 0,55 V
Resposta
a. 0,25 V
b. 1,25 V
c. 0,45 V
d. 0,55 V
02. Fuvest-SP
Uma certa mercadoria,
que custava R$ 12,50,
teve um aumento, passando a custar R$ 13,50.
A majoração sobre o preço antigo é de:
a. 1,0%
b. 10,0%
c. 12,5%
d. 8,0%
e. 10,8%
Resolução
Seja fA o fator de aumento.
Assim:
12 50 13 50
13 50
12 50
1 08, ,
,
,
,⋅ = ⇒ = =f fA A
O aumento foi de 8%.
Resposta
D
PV
-1
4-
11
Matemática básica
27
Matemática
03. Uespi
Joana e Marta vendem um perfume a domi-
cílio. Joana dá desconto de R$ 10,00 sobre o
preço do perfume e recebe de comissão 15%
do preço de venda. Marta vende o mesmo
perfume com desconto de R$ 20,00 e recebe
30% de comissão sobre o preço de venda. Se
as duas recebem o mesmo valor de comissão,
qual o preço do perfume?
a. R$ 26,00
b. R$ 27,00
c. R$ 28,00
d. R$ 29,00
e. R$ 30,00
Resolução
Preço do perfume = x
Joana vende por x – 10 e ganha 0,15 · (x – 10)
Marta vende por x – 20 e ganha 0,3 · (x – 20)
0,15 · (x – 10) = 0,3 · (x – 20)
x = R$ 30,00
Resposta
E
04. Vunesp
O fabricante de determinada marca de papel hi-
giênico fez uma “maquiagem” no seu produto,
substituindo as embalagens com quatro rolos,
cada um com 40 metros, que custavam R$ 1,80,
por embalagens com quatro rolos, cada um
com 30 metros, com custo de R$ 1,62.
Nessas condições, pode-se concluir que o pre-
ço do papel higiênico foi:
a. aumentado em 10%.
b. aumentado em 20%.
c. aumentado em 25%.
d. aumentado em 10%.
e. mantido o mesmo.
Resolução
Seja x1: preço do metro na 1ª embalagem
x2: preço do metro na 2ª embalagem
f: fator (aumento ou desconto)
x centavos
x centavos
1
2
1 80
40
0 045
1 62
30
0 054
= =
= =
,
,
,
,
5,4 = f · 4,5
f =
5 4
4 5
,
,
f = 1,2
Portanto, o aumento foi de 20%.
Resposta
B
05. Uespi
Um artigo é vendido à vista com 15% de des-
conto ou em duas parcelas iguais, sem descon-
to, uma paga no ato da compra e a outra após
um mês. Quais os juros mensais embutidos na
compra a prazo? Indique o inteiro mais próximo.
a. 41%
b. 42%
c. 43%
d. 44%
e. 45%
Resolução
Preço do produto = x
À vista = 0,85 x
A prazo
parcela x
parcela x
1 0 5
2 0 5
ª ,
ª ,
=
=
Se vendesse sem juros, na segunda parcela de-
veria pagar 0,35x.
Logo, os juros são: 0,35x · j = 0,5x; J = fator de
aumento
j ≈ 1,42
Portanto, o juro aproximado de 42%
Resposta
B
Matemáti ca básica
PV
-1
4-
11
28
Matemáti ca
8. Aumentos e descontos sucessivos
A. Aumentos sucessivos
Consideremos um valor inicial V, que irá sofrer
dois aumentos sucessivos de p1% e p2%. Sendo
V1 o valor após o primeiro aumento, temos:
V V
p
1
11
100
= ⋅ +
Sendo V2 o valor após o segundo aumento, te-
mos:
V V p2 1 21 100= ⋅ +
V V
p p
2V V2V V
1 2p p1 2p p1
100
1 211 2
p p1 2p p1
p p1 2p p
100
= ⋅V V= ⋅V V +
p pp p1 21 2p p1 2p pp p1 2p p
1 21 2
1 21 2p p1 2p pp p1 2p p
p p1 2p pp p1 2p p
⋅ +1 2⋅ +1 21⋅ +11 211 2⋅ +1 211 2⋅ +1 2⋅ +1 2
p pp p1 21 2p p1 2p pp p1 2p p⋅ +⋅ +1 2⋅ +1 21 2⋅ +1 2
⋅ +
⋅ +⋅ +⋅ +
1 21 2
1 21 2p p1 2p pp p1 2p p
p p1 2p pp p1 2p p⋅ +⋅ +⋅ +
⋅ +1 2⋅ +1 21 2⋅ +1 2
1 2⋅ +1 21 2⋅ +1 2
⋅ +
⋅ +⋅ +
⋅ +
B. Descontos sucessivos
Sendo V um valor inicial, vamos considerar
que ele irá sofrer dois descontos sucessivos de
p1% e p2%.
Sendo V1 o valor após o primeiro desconto,
temos:
V V
p
1
11
100
= ⋅
–
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
Sendo V2 o valor após o segundo desconto,
temos:
V V
p
2 1
21
100
= ⋅
–
V V
p p
2 1V V2 1V V
1 2p p1 2p p1
100
11 211 2
p p1 2p p1
p p1 2p p
100
= ⋅V V= ⋅V V
p pp p1 21 2p p1 2p pp p1 2p p
1 21 2
1 21 2p p1 2p pp p1 2p p
p p1 2p pp p1 2p p
⋅
p pp p1 21 2p p1 2p pp p1 2p p
1 21 2
1 21 2p p1 2p pp p1 2p p
p p1 2p pp p1 2p p
– –1– –1– –– –
– –
– –
– –
⋅– –⋅
– –
– –
– –
C. Aumentos e descontos sucessivos
(Desconto e aumento sucessivo)
Seja V um valor inicial. V amos considerar que
irá sofrer um aumento de p1 % e, sucessiva-
mente, um desconto de p2%.
Sendo V1 o valor após o aumento, temos:
V V
p
1
11
100
= ⋅ +
⋅
Sendo V2 o valor após o desconto, temos:
V V
p
2 1
21
100
= ⋅
–
V V
p p
2V V2V V
1 2p p1 2p p1
100
11 211 2
p p1 2p p1
p p1 2p p
100
= ⋅V V= ⋅V V +
p pp p1 21 2p p1 2p pp p1 2p p
1 21 2
1 21 2p p1 2p pp p1 2p p
p p1 2p pp p1 2p p
⋅
p pp p1 21 2p p1 2p pp p1 2p p
1 21 2
1 21 2p p1 2p pp p1 2p p
p p1 2p pp p1 2p p
–
Observação – Se for um desconto seguido de
aumento, teremos:
V V
p p
2
1 21
100
1
100
= ⋅
⋅ +
–
01. FGV-SP
Certo capital C aumentou em R$ 1.200,00 e,
em seguida, esse montante decresceu 11%,
resultando em R$ 32,00 a menos do que C.
Sendo assim, o valor de C, em R$, é:
a. 9.600,00
b. 9.800,00
c. 9.900,00
d. 10.000,00
e. 11.900,00
Resolução
Chamaremos C de capital e M de montante.
Logo, teremos o sistema:
M C
M M C
M C
M C
= +
=
⇒
=
=
1 200
0 11 32
1 200
0 89 32
.
,
.
,– –
–
– – ,
Multiplicando-se os membros da segunda
equação por (–1), temos:
PV
-1
4-
11
Matemática básica
29
Matemática
M C
M C
M M
M M
–
–
–
=
+ =
⇒ = ⇒
⇒ = ⇒ =
1 200
32
0 89 1 232
0 11 1 232
1 232
.
, .
, .
.
0,89
00 11
11 200
,
.=
Como M = 11.200, temos, da primeira equa-
ção: M – C = 1.200 ⇒ 11.200 – C = 1.200 ⇒ – C
= 1.200 – 11.200 ⇒ C = 10.000
Resposta
D
02. Vunesp
Uma instituição bancária oferece um rendi-
mento de 15% ao ano para depósitos feitos
numa certa modalidade de aplicação finan-
ceira. Um cliente deste banco deposita 1.000
reais nessa aplicação. Ao final de n anos, o ca-
pital que esse cliente terá em reais, relativo a
esse depósito, é:
a. 1.000 + 0,15n
b. 1.000 – 0,15n
c. 1.000 · 0,15n
d. 1.000 + 1, 15n
e. 1.000 · 1,15n
Resolução
V
p
v
V
V
A
n
A
n
A
n
= +
⋅
= +
⋅
= ⋅
1
100
1
15
100
1 000
1 000 1 15
.
. ( , )
Resposta
E
03. Fuvest-SP
O preço de uma mercadoria subiu 25%. Calcu-
le a porcentagem que se deve reduzir do seu
preço atual para que volte a custar o que cus-
tava antes do aumento.
Resolução
Se a mercadoria custa x, então, com o aumento
de 25%, ela custará:
x x x
V desconto V
x D x
D
x
x
D
D
final inicial
+ =
=
⋅ =
=
=
=
1
4
5
4
5
4
5
4
4
5
0 8
·
,
Portanto, o desconto terá sido de 20%.
04. PUC-SP
Descontos sucessivos de 20% e 30% são equi-
valentes a um único desconto de:
a. 25%
b. 26%
c. 44%
d. 45%
e. 50%
Resolução
V V
V V V
V
D
D
D
=
⋅
⋅
= ⋅ ⋅ = ⋅
=
1
20
100
1
30
100
0 8 0 7 0 56
0 56
– –
, , ,
, VV V=
⋅1
44
100
–
Assim, o valor do desconto é de 44%.
Matemáti ca básica
PV
-1
4-
11
30
Matemáti ca
CAPÍTULO 05 MÚLTIPLOS E DIVISORES
1. Conceitos básicos
A. Números naturais
Os números 0, 1, 2, 3, ... formam o conjunto
dos números naturais, que é representado
pelo símbolo .
Assim:
= {0, 1, 2, 3,...}
Representamos o conjunto dos números natu-
rais não nulos por *.
Assim:
* = (1, 2, 3, ...} = – {0}
B. Números inteiros
Os números..., –3, –2, –1, 0, 1, 2, 3, ... formam
o conjunto dos números inteiros, que é repres-
sentado pelo símbolo ¢. Assim:
¢ = {..., –3, –2, –1, 0, 1, 2, 3,...}
Representamos o conjunto dos números intei-
ros não nulos por ¢*.
Assim sendo:
¢* = {..., –3, –2, –1, 1, 2, 3, ...}
Observemos algumas outras notações:
• ¢ +: conjunto dos inteiros não negativos:
¢ + = (0, 1, 2, 3, ...} =
• ¢–: conjunto dos inteiros não positivos:
¢– = {..., –3, –2, –1, 0}
• ¢ *+ : conjunto dos inteiros positivos:
¢ *+ = {1, 2, 3, ...} = *
• ¢*– : conjunto dos inteiros negativos:
¢*– : {..., –3, –2, –1}.
C. Divisor de um número inteiro
Dados dois números inteiros, d e n, d é um di-
visor ou fator de n se existir um número intei-
ro k, satisfazendo: n = k · d.
Exemplos
1. 2 é um divisor de 6, pois 2 · 3 = 6. Nesse
caso, 3 seria o valor de k.
2. 5 é um fator de –35, pois 5 · (–7) = – 35 .
N esse caso, –7 seria o valor de k.
3. Zero é divisor de zero, pois 0 · (k) = 0,
para qualquer valor inteiro de k.
No entanto, 0(zero) não é divisor de 5, pois
não existe um inteiro k, tal que:
0 · k = 5
Observemos que 1 é divisor de qualquer
número inteiro k, pois sempre vai existir um
número inteiro k tal que:
1 · k = k
Indicaremos por D (n) todos os divisores inteiros
do número inteiro n.
Observemos algumas outras notações:
• D*+ (n): divisores inteiros positivos (naturais
não nulo s) do número inteiro n.
• D*– (n) : divisores inteiros negativos do núme-
ro inteiro n.
Observação: Sendo n não nulo
D*+ (n) = D* (n) = D*+ (n) = D+ + (n) e D* (n) e D*– (n) e D* (n) = D (n) e D* (n) = D (n) e D*– (n) = D– (n) e D*– (n) e D* (n) = D (n) e D*– (n) e D* – (n)– (n)–
D. Múlti plos de um número inteiro
Dados dois números inteiros d e n, n é um
múltiplo de d se existir um número inteiro k,
satisfazendo: n = k · d.
1. 35 é múltiplo de 5, pois 35 = 7 · 5. Nesse
caso, 7 seria o valor de k.
2. – 38 é múltiplo de 2, pois – 38 = – 19 · 2.
Nesse caso, – 19 seria o valor de k.
3. Zero é múltiplo de qualquer número in-
teiro d, pois 0 = 0 · (d), para qualquer
valor inteiro de d.
Indicaremos por M(d) todos os múltiplos
inteiros do número inteiro d.
Observemos algumas outras notações:
• M+(d): múltiplos inteiros não negativos
(ou naturais) do número inteiro d.
• M– (d): múltiplos inteiros não positivos
do número inteiro d.
• M*+ (d): múltiplos inteiros positivos do
número inteiro d.
• M*+ (d): múltiplos inteiros negativos do
número inteiro d.
PV
-1
4-
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Matemáti ca básica
31
Matemáti ca
E. Paridade de números inteiros
Dizemos que um número inteiro a é par se, e
somente se, a ∈M(2). Sendo, então, a um múl-
tiplo de 2, temos que a forma geral de apre-
sentarmos um número par é:
a = 2k, em que k ∈ ¢
Dizemos que um número inteiro b é ímpar se,
e somente se, b ∉ M(2). Uma forma geral de
apresentarmos um número ímpar é:
b = 2k + 1, em que k ∈ ¢
F. Números primos e compostos
Um número inteiro é dito número primo quando
na sua relação de divisores inteiros tivermos
apenas quatro divisores.
p é primo ⇔ n [D(p)] = 4
Um número inteiro é dito número composto
quando na sua relação de divisores inteiros ti-
vermos mais de quatro divisores.
a é composto ⇔ n [D(a)] > 4.
Para reconhecermos se um número é primo,
devemos dividir ess e número, sucessivamente,
pelos números primos: 2, 3, 5, 7, 11, 13, 17, ...
até obtermos um quociente x menor ou igual
ao divisor. Se até então não tivermos obtido
divisão exata, dizemos que o número é primo.
Exemplos
a) Reconhecer se o número 673 é primo.
673 2
1 336
673 3
1 224
673 5
3 134
673 7
1 96
673 13
2 61
673 13
10 51
673 17
10 39
673 19
8 35
673 23
6 29
673 29
6 23
Na última divisão, o quociente já é menor que
o divisor e ainda não obtivemos divisão exata,
portanto o 673 é um número primo.
Observações importantes
1) Os números –1, 0 e 1 não são classi-
ficados nem como primo nem como
número composto.
2) Todo número composto pode ser fa-
torado ou decomposto num produto
de fatores primos.
G. Divisibilidade aritméti ca
Podemos verificar quando um número é divisí-
vel por outro efetuando a operação de divisão.
Existem, porém, critérios que nos permitem
reconhecer a divisibilidade entre dois núme-
ros sem que façamos a divisão. Tais critérios se
aplicam aos principais e mais usados divisores,
como observaremos a seguir:
• divisibilidade por 2: um número é divi-
sível por 2 quando for par.
• divisibilidade por 3: um número é
divisível por 3 quando a soma dos
algarismos que o formam resultar em
um número múltiplo de 3.
Exemplos
3.210 é divisível por 2, pois é par, e também é
divisível por 3, pois a soma dos algarismos
3 + 2 + 1 + 0 = 6 é divisível por 3.
• divisibilidade por 4: um número é divi-
sível por 4 quando o número formado
pelos seus dois últimos algarismos da
direita for divisível por 4.
Exemplo
1.840 é divisível por 4, pois o número formado
pelos dois últimos algarismos, 40, é divisível por 4.
• divisibilidade por 5: um número é divi-
sível por 5 quando o seu algarismo da
unidade for zero ou cinco.
• divisibilidade por 6: um número é divi-
sível por 6 quando for divisível, separa-
damente, por 2 e por 3.
• divisibilidade por 8: um número é divi-
sível por 8 quando o número formado
pelos três últimos algarismos da direita
for divisível por 8.
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Matemáti ca
Exemplo
35.712 é divisível por 8, pois 712 é divisível por 8.
• divisibilidade por 9: um número é di-
visível por 9 quando a soma dos alga-
rismos que o formam resultar em um
número múltiplo de 9.
Exemplo
18.711 é divisível por 9, pois:
1 + 8 + 7 + 1 + 1 = 18 é múltiplo de 9.
• divisibilidade por 10: um número é
divisível por 10 quando o seu algarismo
da unidade for zero.
• divisibilidade por 11: um número é
divisível por 11 quando a diferença en-
tre as somas dos valores absolutos dos
algarismos de posição ímpar e a dos
algarismos de posição par for divisível
por 11.
Exemplo
83.765 é divisível por 11, pois a diferença
da soma dos algarismos de posição
ímpar (5 + 7 + 8 = 20) e a soma dos
algarismos de posição par (3 + 6 = 9) é
um número divisível por 11.
• divisibilidade por 12: um número é
divisível por 12 quando for divisível,
separadamente, por 3 e por 4.
H. Fatoração numérica
Todo número composto pode ser decomposto
ou fatorado num produto de números primos.
Assim, por exemplo, o número 90, que não é
primo, pode ser decomposto como:
90 = 2 · 45
O número 45, por sua vez, sendo composto,
pode ser fatorado na forma:
45 = 3 · 15
Dessa forma, poderíamos apresentar o núme-
ro 90 com uma fatoração:
90 = 2 · 3 · 15
Sendo o número 15 também um número com-
posto, podemos apresentá-lo por meio do se-
guinte produto:
15 = 3 · 5
Teremos, finalmente, a fatoração completa do
número 90:
90 = 2 · 3 · 3 · 5
Como procedimento geral, podemos estabe-
lecer uma regra para a decomposição de um
número natural em fatores primos.
Regra
Para decompormos um número natural em
fatores primos, dividimos o número dado
pelo seu menor divisor primo; dividimos o
quociente obtido pelo seu menor divisor
primo e procedemos da mesma maneira
com os demais quocientes obtidos até che-
garmos a um quociente igual a 1. O produto
indicado de todos os fatores primos obtidos
representa o número fatorado.
Exemplos
90
45
15
5
1
2
3
3
5
300
150
75
25
5
1
2
2
3
5
5
72
36
18
9
3
1
2
2
2
3
3
90 = 2 · 32 · 5 300 = 22 · 3 · 52 72 = 23 · 32
I. Número de divisores de
um número natural
Determinação dos divisores naturais do
número 20
Decomposição prima do número 20: 20 = 22 · 5
Divisores de 20:
20 · 50 = 1
20 · 51 = 5
21 · 50 = 2
21 · 51 = 10
22 · 50 = 4
22 · 51 = 20
D(20) = {1; 2; 4; 5; 10; 20}
Observação – É possível provar :
PV
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33
Matemáti ca
Regra
O número de divisores naturais de um nú-
mero natural é igual ao produto dos ex-
poentes dos seus fatores primos aumenta-
do, cada expoente, do número 1.
Assim, se = aα · bβ · cγ, com a, b e c primos, γ, com a, b e c primos, γ
temos:
n[D+ ( )] = (α + 1) · (β + 1) · (γ + 1)
Exemplo
Determinar os divisores naturais do número
natural 60.
60
30
15
5
1
2
2
3
5
1
2 60
4
3 6 12
5 10 20 15 30 60
60 1 2 3 4
D
D
+
+ =
( )
, ,
, , , , ,
( ) { , , , ,, , , , , , , , }5 6 10 12 15 20 30 60
2. Propriedades
Os múltiplos e os divisores dos números na-
turais
apresentam algumas propriedades que
nos são muito úteis e que passaremos a estu-
dar a seguir.
• Propriedade 1
Exemplo
No exemplo anterior, n[D(20)] = (2 + 1) · (1 + 1) = 6
Como observação, podemos estabelecer que
o número de divisores inteiros de um número
natural é o dobro do número de divisores na-
turais, pois a cada divisor natural existem dois
divisores inteiros: um positivo e o oposto.
Assim:
n[D( )] = 2 · n[D+ ()]
Exemplo
Consideremos: 60 = 22 · 31 · 51
Temos que o número de divisores naturais de
60 é:
n[D+(60)] = (2 + 1) · (1 + 1) · (1 + 1) = 12
Temos que, a partir desse resultado, o número
de divisores inteiros de 60 é:
n[D(60)] = 2 · n[D+(60)] = 2 · 12 = 24
J. Determinação dos divisores
de um número natural
Regra
Para estabelecermos os divisores de um
número natural, inicialmente devemos de-
compor o número em fatores primos e, à
direita dessa fatoração, passamos um traço
vertical. A seguir, colocamos ao lado direito
do traço e acima do primeiro fator o número
1. Os demais divisores do número dado são
obtidos a partir da unidade, multiplicando-se
cada um dos fatores primos que estão à es-
querda do traço pelos números que estão à
direita e situados acima dele, evitando-se as
repetições.
Se um número natural P dividido por um nú-
mero natural d deixa resto r, então (P – r) é
múltiplo de d.
Justificativa
P d
r q P d q r P r d q⇒ = ⋅ + ⇒ = ⋅–
Portanto, (P – r) é múltiplo de d.
Exemplo
45 6
3 7 45 3 42⇒ =– que é, de fato, um
múltiplo do divisor 6.
• Propriedade 2
Se um número natural P dividido por um nú-
mero natural d deixa resto r, então P + (d – r)
é um múltiplo de d.
Justificativa
P d P d q r igualdade I
r q
⇒ = ⋅ + ( )
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PV
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Matemáti ca
Adicionando-se (d – r) aos dois membros da
igualdade I, teremos:
P + (d – r) = d · q + r + (d – r)
P + (d – r) = d · q + d
Assim:
P + (d – r) = d · (q + 1)
Portanto, P + (d – r) é um múltiplo de d.
Exemplo
45 6 45 6 3 48
3 7
⇒ + =( )– , que é, de fato, um
múltiplo do divisor 6.
• Propriedade 3
Se um número A é múltiplo de um número
B, então o número A será múltiplo de todos
os divisores de B.
Justificativa
Sendo A um múltiplo de B, temos que:
A = k · B, onde k ∈ ¢ (I).
Sendo d um divisor qualquer de B, temos que:
B = k1 · d, em que k1 ∈ ¢ (II)
Substituindo (II) em (I), temos:
A = k · k1 · d, em que k · k1 ∈ ¢
Portanto, A é um múltiplo de d.
Exemplo
O número 40 é múltiplo de 20, pois 40 = 20 · 2.
Os divisores naturais de 20 são: 1; 2; 4; 5; 10
e 20.
O número 40 também é múltiplo dos divisores
de 20.
• Propriedade 4
Para um conjunto com n números naturais
não nulos consecutivos, um deles é múltiplo
de n.
Justificativa
Consideremos a sequência dos números natu-
rais não nulos:
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16,...
Observemos que os múltiplos do número 3
aparecem de três em três ness a sequência e
que, portanto, qualquer conjunto com três
números consecutivos vai apresentar, neces-
sariamente, um múltiplo de 3.
Podemos extrapolar a ideia para todos os nú-
meros naturais, confirmando a propriedade.
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01.
Dado o número inteiro 60:
a. decomponha-o em fatores primos;
b. determine o seu número de divisores
naturais;
c. determine o seu número de divisores
inteiros;
d. determine todos os seus divisores na-
turais;
e. determine todos os seus divisores inteiros.
Resolução
a. 60
30
15
5
1
2
2
3
5
∴ 60 = 22 · 3 · 5
b. D(60) = (2+1) · (1+1) · (1+1) = 12
c. D(60) = 12 ·2 = 24
d. 1
60 2 2
30 2 4
15 3 3, 6, 12
5 5 5, 10, 20, 15, 30,
60
1
D+(60) ={1, 2, 4, 3, 6, 5, 10, 12, 15, 20, 30, 60}
e. D(60) = {±1, ±2, ±3, ±4, ±5, ±6, ±10, ±12,
±15, ±20, ±30, ±60}
PV
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Matemáti ca
02. UEPB
Se k é um número inteiro positivo, então o
conjunto A formado pelos elementos k2 + k é,
necessariamente:
a. o conjunto dos inteiros não negativos.
b. um conjunto de múltiplos de 3.
c. um conjunto de números ímpares.
d. um conjunto de números primos.
e. um conjunto de múltiplos de 2.
Resolução
k2 + k = k(k + 1)
Número par para qualquer k.
Resposta
E
03.
Mostre que, se a divisão de um número natu-
ral n, com n positivo, por 5, dá resto 1, en-
tão (n – 1) · (n + 4) é múltiplo de 25.
Resolução
Sabemos que: n n q
q
5 5 1
1
⇒ = ⋅ +
Pelas propriedades dos divisores:
• n – 1 é múltiplo de 5 n – 1 = 5 K1 (1)
• n + (5 – 1) é múltiplo de 5 n + 4 = 5 K2 (2)
Multiplicando 1 por 2:
(n – 1) (n + 4) = 5 K1 · 5 K2
(n – 1) (n + 4) = 25 K1 · K2
K1 · K2 = K ∈ ¢
Logo, (n – 1) (n + 4) = 25 K
Assim, (n – 1) (n + 4) é múltiplo de 25.
04. UEPE
O número N = 63 ·104 · 15x, sendo x um inteiro
positivo, admite 240 divisores inteiros e posi-
tivos. Indique x.
Resolução
A fatoração em primos de N é:
27 · 33+x · 54+x, logo seu número de divisores é
8(4 + x)(5 + x) = 240.
Segue que (4+x)(5+x) = 30
⇒ 20 + 4x + 5x + x2 = 30
⇒ x2 + 9x + 10 = m0
∴ x = 1 ou x = – 10 (não convém)
Resposta
x = 1
05. Fuvest-SP
Um número natural N tem três algarismos.
Quando dele subtraímos 396, resulta o número
que é obtido invertendo-se a ordem dos algaris-
mos de N. Se, além disso, a soma do algarismo
das centenas e do algarismo das unidades de N é
igual a 8, então o algarismo das centenas de N é:
3. Máximo divisor comum
O máximo divisor comum (MDC) de dois ou mais
números é o maior número, que é divisor comum
de todos os números dados.
a. 4
b. 5
c. 6
d. 7
e. 8
Resolução
N abc
abc cba
a b c c b a
a c
a c
a
=
− =
+ + − = + +
− =
− =
396
100 10 396 100 10
99 99 396
4
++ =
=
=
c
a
c
8
6
2
Resposta
C
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PV
-1
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36
Matemáti ca
Podemos estabelecer uma sequência de eta-
pas até determinarmos o valor do máximo di-
visor comum de dois ou mais números como
veremos a seguir, num exemplo.
Consideremos:
1. O número 18 e os seus divisores naturais:
D+ (18) = {1, 2, 3, 6, 9, 18}
2. O número 24 e os seus divisores naturais:
D+ (24) = {1, 2, 3, 4, 6, 8, 12, 24}
Podemos descrever, agora, os divisores
comuns a 18 e 24:
D+ (18) ∩ D+ (24) = {1, 2, 3, 6}
Observando os divisores comuns, podemos
identificar o maior divisor comum dos números
18 e 24, ou seja:
MDC (18, 24) = 6
4. Mínimo múlti plo comum
O mínimo múltiplo comum (MMC) de dois
ou mais números é o menor número posi-
tivo que é múltiplo comum de todos os nú-
meros dados.
Podemos estabelecer uma sequência de eta-
pas até determinarmos o valor do mínimo
múltiplo comum de dois ou mais números,
como veremos a seguir, num exemplo.
Consideremos:
1. O número 6 e os seus múltiplos positivos:
M*+ (6) = {6, 12, 18, 24, 30, 36, 42, 48, 54,...}
2. O número 8 e os seus múltiplos positivos:
M*+ (8) = (8, 16, 24, 32, 40, 48, 56, 64,...}
Podemos descrever, agora, os múltiplos posi-
tivos comuns:
M*+ (6) ∩ M*+ (8) = {24, 48, 72, ...}
Observando os múltiplos comuns, podemos
identificar o mínimo múltiplo comum dos nú-
meros 6 e 8, ou seja: MMC (6, 8) = 24.
1) O máximo divisor comum (MDC) dos
núm eros é o produto de todos os fatores
comuns às fatorações com os menores
expoentes com os quais eles se apresentam
nas suas respectivas decomposições.
2) O mínimo múltiplo comum (MMC) dos
números é o produto de todos os fatores
existentes nas decomposições, comuns ou
não, considerados com os maiores ex-
poentes com os quais eles se apresentam
nas suas respectivas decomposições.
Exemplo
Consideremos os números A, B e C já fatorados:
A = 23 · 3 · 52
B = 22 · 5 · 7
C = 24 · 32 · 53
Teremos que:
MDC (A, B, C) = 22 · 5 e MMC (A, B, C) = 24 · 32 · 53 · 7
6. MMC e MDC pelo método
da fatoração simultânea
Podemos determinar o MDC e o MMC de dois
ou mais números pelo uso de um procedimen-
to que prevê a fatoração simultânea de todos
os números dados.
Para ess e procedimento, inicialmente, decom-
pomos, simultaneamente, os números, divi-
dindo sucessivamente
pelo menor fator primo
e, no caso de algum número ou quociente não
ser divisível pelo fator primo, o número deve
ser repetido no algoritmo. Obtemos o MMC
multiplicando todos os fatores primos da de-
composição.
Podemos, à medida que efetuamos fatoração
simultânea, ir assinalando quais são os farores
primos que dividem, ao mesmo tempo, todos
os números ou quocientes. Obtemos o MDC
multiplicando todos esses fatores assinalados.
5. MDC e MMC pelo método
da decomposição isolada
Para determinarmos o MDC e o MMC de vários
números, devemos colocar todos os números
na forma fatorada. Após esse procedimento,
podemos estabelecer:
PV
-1
4-
11
Matemáti ca básica
37
Matemáti ca
Exemplo
Consideremos os números 2.520 e 2.700:
2 520 2 700
1 260 1 350
630 375
315 675
105 225
35 75
35 25
7 5
7
. , .
. , .
,
,
,
,
,
,
,11
1 1
2
2
2
3
3
3
5
5
7
,
*
*
*
*
*
Teremos que:
MDC (2.700, 2.520) = 22 · 32 · 5 e
MMC (2.700, 2.520) = 23 · 33 · 52 · 7
7. MDC pelo método das
divisões sucessivas
A determinação do MDC pelo método das di-
visões sucessivas é um processo desenvolvi-
do por Euclides e consiste, basicamente, em
dividir o número maior pelo número menor.
Se a divisão for exata, o MDC será o menor
número. Porém, caso a divisão apresente resto
diferente de zero, deveremos dividir o menor
número pelo resto e, assim, sucessivamente,
até chegarmos a uma divisão exata. O último
divisor será o MDC dos números.
Exemplos
a) Determinar o MDC dos números 252 e
140.
1 1 4
252 140 112 28
112 28 0
quocientes
restos
MDC (252, 140) = 28
b) Determinar o MDC dos números 330,
210 e 165. Tomemos, inicialmente, os
dois maiores números:
1 1 1 3
330 210 120 90 30
120 90 30 0
MDC (330, 210) = 30
Posteriormente, tomamos o terceiro número
com o MDC dos dois primeiros:
5 2
165 30 15
15 0
MDC (330, 210, 165) = 15
8. Propriedades do MDC e do MMC
• Propriedade 1
MDC (A, B) · MMC (A, B) = A · B
Justificativa
Consideremos os números A e B decompostos
em fatores primos:
A = aα1 · bβ1 · cγ1 · ... pε1 e
B = aα2 · bβ2 · cγ2 · ... pδ1
Para o cálculo do MDC (A, B), tomamos os
fatores comuns com os menores expoentes;
para o cálculo do MMC (A, B), tomamos to-
dos os fatores comuns ou não comuns com os
maiores expoentes. Vamos considerar o caso
do fator a:
α1 < α2, teremos α1 no MDC e α2 no MMC.
α1 > α2, teremos α1 no MMC e α2 no MDC.
No produto A · B, o fator a terá expoente
(α1 + α2). No produto MDC (A, B) · MMC (A, B),
o fator a também terá expoente (α1 + α2).
Fazendo a mesma consideração para todos
os outros fatores primos, verificaremos que os
mesmos fatores, com os mesmos expoentes,
que compõem o produto dos números A e B,
compõem, também, o produto do MDC e o
MMC desses números e, portanto:
MDC (A, B) · MMC (A, B) = A · B
• Propriedade 2
MDC (k · A, k · B) = k · MDC (A, B)
• Propriedade 3
MMC (k · A, k · B) = k · MMC (A, B)
Matemática básica
PV
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11
38
Matemática
• Propriedade 4
Os divisores comuns de dois ou mais números
naturais são os divisores do MDC desses números.
• Propriedade 5
Os múltiplos comuns de dois ou mais números
naturais são os múltiplos do MMC desses números.
• Propriedade 6
Dois números são considerados primos entre
si se o MDC deles é igual a 1.
Os números 5 e 7 são primos entre si, bem
como 4 e 9, pois MDC (5, 7) = 1 e MDC (4, 9) = 1.
Notemos que, para que os números sejam primos
entre si, não é necessário que eles sejam primos.
• Propriedade 7
Dois números naturais consecutivos são, sem-
pre, primos entre si.
• Propriedade 8
Para os dois números primos entre si, o MMC
é o produto deles.
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01. Unisul-SC
Num painel de propaganda, três luminosos se
acendem em intervalos regulares: o primeiro a
cada 12 segundos, o segundo a cada 18 segun-
dos e o terceiro a cada 30 segundos. Se, em um
dado instante, os três se acenderem ao mesmo
tempo, os luminosos voltarão a se acender, si-
multaneamente, depois de:
a. 2 minutos e 30 segundos.
b. 3 minutos.
c. 2 minutos.
d. 1 minuto e 30 segundos.
e. 36 segundos.
Resolução
Os luminosos se acendem simultaneamente
em um tempo múltiplo dos intervalos, pela
primeira vez no menor múltiplo.
MMC(12, 30, 18) = 180 s = 3 min
Resposta
B
02.
Os restos das divisões de 247 e de 315 por x são
7 e 3, respectivamente. Os restos das divisões
de 167 e de 213 por y são 5 e 3, respectivamente.
O maior valor possível para a soma x + y é:
a. 36
b. 34
c. 30
d. 25
e. 48
Resolução
247 – 7 é múltiplo de x ⇒ x é divisor de 240.
315 – 3 é múltiplo de x ⇒ x é divisor de 312.
Para que a soma seja máxima, o número x deverá
ser o maior divisor comum de 240 e de 312.
240 2 3 5
312 2 3 13
240 312 2 3 24 24
4
3
3
=
=
⇒ ( ) = = ∴ =. .
. .
, .MDC x
167 – 5 é múltiplo de y ⇒ y é divisor de 162
213 – 3 é múltiplo de y ⇒ y é divisor de 210
O número y deverá ser o maior divisor comum de 162
e de 210.
162 2 3
210 2 3 5 7
160 210 2 3 6 6
4=
=
⇒ ( ) = = ∴ =.
. . .
, .MDC y
Assim, o valor máximo de x + y é 30.
Resposta
C
03. Unicamp-SP
Uma sala retangular medindo 3 m por 4,25 m
deve ser ladrilhada com ladrilhos quadrados
iguais. Supondo que não haja espaço entre la-
drilhos vizinhos, pergunta-se:
a. Qual deve ser a dimensão máxima, em
centímetros, de cada um desses ladri-
lhos para que a sala possa ser ladrilha-
da sem cortar nenhum ladrilho?
b. Quantos desses mesmos ladrilhos são
necessários?
Resolução
Sala: 300 cm x 425 cm
a. Seja n o lado do ladrilho
n = MDC (300, 425) ∴ n = 25 cm
b. No lado de 425 cm : 425 ÷ 25 = 17
No lado de 300 cm : 300 ÷ 25 = 12
Número de ladrilhos: 17 · 12 = 204 ladrilhos
Resposta
a. 25 cm
b. 204 ladrilhos
PV
-1
4-
11
Matemática básica
39
Matemática
1. Introdução
Observemos as igualdades a seguir:
I. 4 + 7 = 10
II. 4 + 7 = 11
III. 4 + x = 7
As duas primeiras igualdades são sentenças
matemáticas fechadas, uma vez que cada uma
delas admite uma, e somente uma, das se-
guintes classificações: FALSA ou VERDADEIRA.
No caso anterior, a sentença (I) é FALSA e a (II)
é VERDADEIRA.
A igualdade (III) é uma sentença matemática
aberta, pois não podemos classificá-la como
FALSA ou VERDADEIRA, porque não sabe-
mos o valor que a letra x representa. Na sen-
tença matemática aberta, o ente matemáti-
co desconhecido, geralmente representado
por uma letra, recebe o nome de incógnita,
ou variável. Dependendo do valor que se
atribui à incógnita em uma sentença aberta,
pode-se obter uma sentença FALSA ou VER-
DADEIRA. Por exemplo, em (III), se atribuir-
mos o valor 3 para a letra x, teremos uma
sentença VERDADEIRA, mas, se atribuirmos
o valor 4, teremos uma sentença FALSA.
2. Equação matemática
As sentenças matemáticas abertas com uma
ou mais incógnitas são denominadas equa-
ções matemáticas.
Exemplos de equações matemáticas:
01. 2x + 10 = 0
02. x2 + 1 = 0
03. x + x = 2
04.
1
x + 1 = 1
05. x2 – 11x + 28 = 0
06. 0 · x = 1
07. 2x = 4
08. 0 · x = 0
3. Raiz (ou solução) de uma equação
É o número do conjunto universo que, quando
colocado no lugar da incógnita, transforma a
sentença matemática aberta em uma sen-
tença matemática fechada verdadeira. De
maneira prática, podemos dizer que raiz é o
número que, substituído no lugar da incógni-
ta, “torna” a igualdade verdadeira.
Observação – Conjunto universo de uma
equação é o conjunto constituído dos possí-
veis valores que a incógnita pode assumir.
Exemplo 1 – Observe a equação 2x + 10 = 0 de-
finida em .
a. O conjunto universo é o conjunto ,
conjunto dos números reais.
b. Se substituirmos x por – 5 na equação
2x + 10 = 0, teremos 2(– 5) + 10 = 0,
que é uma igualdade verdadeira. Dize-
mos, então, que – 5 é raiz da equação.
c. O número 5, mesmo sendo um elemen-
to pertencente ao conjunto universo,
não é solução da equação 2x + 10 = 0,
pois 2(5) + 10 = 0 é falsa.
Exemplo 2 – Observe a equação 2x + 10 = 0 de-
finida em .
a. O conjunto universo é o conjunto
,
conjunto dos números naturais.
b. Se substituirmos x por – 5 na equação
2x + 10 = 0, teremos: 2(– 5) + 10 = 0,
que é uma igualdade verdadeira, mas
– 5 não é raiz da equação, pois o núme-
ro – 5 não é elemento pertencente ao
conjunto .
4. Resolução de equações
Encontrar todas as raízes (ou soluções) da equa-
ção e representá-las em um conjunto denomi-
nado conjunto solução.
Ao resolver uma equação, é preciso estar aten-
to ao conjunto universo em que está definida
a equação.
CAPÍTULO 06 EQUAÇÕES
Matemática básica
PV
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4-
11
40
Matemática
5. Equações equivalentes
São aquelas que possuem as mesmas raízes,
isto é, o mesmo conjunto solução, no mesmo
universo.
Exemplo
As equações 2x + 10 = 0 e x + 5 = 0 são equi-
valentes, pois ambas possuem uma única raiz,
que é –5.
Os teoremas a seguir permitem transformar
uma equação em outra equação equivalente.
T1. Adicionar (subtrair) um mesmo número, do
conjunto universo, em ambos os membros da
igualdade.
a = b ⇔ a + c = b + c ou a = b ⇔ a – c = b – c
T2. Multiplicar (dividir) um mesmo número dife-
rente de zero, do conjunto universo, em ambos
os membros da igualdade.
a = b ⇔ a · c = b · c ou a = b ⇔
a
c
b
c=
Exemplo
Observe a equação 2x + 10 = 0 definida em .
Considere os procedimentos a seguir:
2x + 10 = 0
2x + 10 = 0 (vamos subtrair 10 dos dois mem-
bros da igualdade, T1)
2x + 10 – 10 = 0 – 10)
2x = – 10 (agora, vamos dividir os membros da
igualdade por 2, T2)
2
2
10
2
x
=
–
x = – 5
Pelo teorema T1, a equação 2x + 10 = 0 é equi-
valente à equação 2x = – 10 e, pelo teorema T2,
esta é equivalente à equação x = – 5. Assim,
podemos dizer que as três equações são equi-
valentes entre si, e a última é a mais simples e
nos leva à solução. O uso de teoremas de equi-
valência é de grande auxílio na resolução de
equações matemáticas.
6. Equação do 1º grau
Observando os oito exemplos de equações ci-
tados anteriormente, percebemos que há di-
versos tipos distintos de equações, por isso é
preciso organizar as equações em grupos com
características semelhantes.
O primeiro grupo que iremos organizar para
estudo é o das equações do 1º grau.
Denominamos equação do 1º grau em , na
incógnita x, toda equação que pode ser escrita
na forma ax + b = 0, com a ≠ 0, a ∈ e b ∈.
Dentre os oito exemplos de equações citados
anteriormente, apenas a primeira equação é
do 1º grau, e, comparando a forma geral
ax + b = 0 com a equação 2x + 10 = 0, verifica-
mos que a = 2 e b = 10.
Observe que a 6ª e a 8ª equações, embora
possam ser escritas na forma ax + b = 0, não
são equações do 1º grau, pois a = 0.
Os dois teoremas citados anteriormente nos
auxiliam na resolução de equações do 1º grau.
Observe:
Forma geral: ax + b = 0
(T1) Subtraindo b dos dois membros da
igualdade: ax + b – b = 0 – b
Equação equivalente: ax = – b
(T2) Dividindo os dois membros por a:
ax
a
b
a
=
–
Equação equivalente: x = –
b
a (descobrimos o valor do x)
S =
b
a–
7. Problemas matemáticos
Proposição a ser resolvida a partir dos dados
do problema, os quais são informações conti-
das no enunciado da questão de forma explí-
cita ou implícita. Um problema matemático
pode ter uma solução, mais de uma solução
ou não ter solução.
Para resolver um problema matemático, preci-
samos encontrar todos os possíveis valores das
incógnitas propostas no enunciado da questão.
8. Passos para resolver um problema
matemático
01. Equacionar o problema (organizar os
dados da questão em uma ou mais
equações matemáticas).
PV
-1
4-
11
Matemática básica
41
Matemática
02. Resolver as equações.
03. Analisar os resultados encontrados
avaliando se algum serve, se todos ser-
vem ou se nenhum deles serve.
04. Apresentar a resposta final.
Exemplo
A soma das idades de dois irmãos é 30. A idade
do mais velho excede a idade do mais novo em
10 anos. Quais são as idades dos irmãos?
Podemos organizar os dados do problema em
uma tabela, que é um artifício de muita utili-
dade.
Idade dos irmãos
Irmão mais novo x
Irmão mais velho
x + 10 (o enunciado diz
que a idade do mais velho
excede a idade do mais
novo em 10 anos.)
Ainda do enunciado, temos: x + x + 10 = 30
(a soma das idades é 30).
Resolver a equação: 2x + 10 = 30
2x = 20
x = 10
Resposta – O irmão mais novo tem 10 anos e o
irmão mais velho tem 20 anos.
Um problema pode ter mais de um modo de
se resolver.
2º modo
No exemplo anterior, poderíamos montar a ta-
bela do seguinte modo:
Idade dos irmãos
Irmão mais novo x
Irmão mais velho 30 – x (a soma das idades é 30)
Ainda do enunciado: 30 – x = x + 10
(a idade do mais velho excede a idade do
mais novo em 10 anos)
30 – 10 = x + x
20 = 2x
10 = x
Resposta – O irmão mais novo tem 10 anos e o
irmão mais velho tem 20 anos.
3º modo
O mesmo problema poderia ser resolvido utili-
zando-se duas incógnitas.
Idade
Mais novo x
Mais velho y
(A soma das idades é 30.) x + y = 30
(A idade do mais velho excede a idade do mais
novo em 10 anos.) y = x + 10
Substituir a 2ª equação na 1ª: x + x + 10 = 30
2x = 20
x = 10
Substituir o resultado na 2ª equação: y = 10 + 10
y = 20
Resposta – O irmão mais novo tem 10 anos e o
irmão mais velho tem 20 anos.
Matemática básica
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42
Matemática
01.
Resolver em a equação
x x−
+ =
1
2 3
1.
Resolução
1º passo: reduzindo a um denominador comum:
x x−
+ =
1
2 3
1
MMC (2; 3) = 6 → 3 1 2
6
6 1
6
⋅ − + ⋅
=
⋅( )x x
Multiplicando ambos os
membros por 6, temos: 3 · (x – 1) + 2 · x = 6 · 1
2º passo: isolar a incógnita em um dos membros da igualdade com auxílio dos teoremas T1 e T2
anteriores:
3 · x – 3 + 2 · x = 6
5 · x – 3 = 6
5 · x = 6 + 3
5 · x = 9
x =
9
5
x = 1,8
Conjunto solução → S = {1,8}
02.
Yasmin, ao sair de casa, tinha em sua bolsa moedas, todas de mesmo valor. Entrou em uma loja e
deixou metade delas na compra de um produto A. Em seguida, gastou a metade das moedas que
sobraram na compra de um produto B, em outra loja, ficando com exatamente 30 moedas. Com
quantas moedas Yasmin saiu de casa?
Resolução
Inicial 1ª compra 1ª sobra 2ª compra 2ª sobra
Moedas x
x
2
x
x x
−
=
2 2
x
x2
2 4
=
x x x
2 4 4
30− = =
x
4
30=
x = 30 · 4
x = 120
Resposta
Yasmin tinha 120 moedas.
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
PV
-1
4-
11
Matemática básica
43
Matemática
9. Equação do 2º grau
A. Introdução
O segundo grupo de equações que iremos
organizar para estudo são as equações do 2º
grau.
B. Equação do 2º grau
Denominamos equação do 2º grau em
, na incógnita x, toda equação que
pode ser escrita na forma ax2 + bx + c = 0,
com a ≠ 0, a ∈, b ∈ e c ∈.
Exemplo
A equação 2x2 + x – 1 = 0 é do segundo grau.
Comparando-a com a forma genérica ax2 + bx + c = 0,
temos: a = 2, b = 1 e c = –1.
C. Resolvendo equações do 2º grau
Exemplo
Resolver, em , as equações:
a. x2 – 25 = 0
b. x2 – 2 x = 0
c. x2 – 4x – 7 = 0
Resolução:
a. x2 – 25 = 0
x2 = 25
x = ± 25 (Note que o símbolo ± é
exigência da equação do 2º grau, e não da raiz
quadrada.)
x = ± 5 (leia-se x igual a mais ou menos cinco)
A igualdade anterior apresenta como soluções
x = 5 ou x = – 5.
S = {5, – 5}
b. x2 – 2x = 0
(Observe que x é um fator comum.)
x (x – 2) = 0 (Uma multiplicação de reais igual
a zero significa que pelo menos
um dos fatores é igual a zero.)
x = 0 ou x – 2 = 0
x = 0 ou x = 2
S = {0; 2}
c. x2 – 4x – 7 = 0
x2 – 4x = 7
(Somar número conveniente nos
dois membros da igualdade para
que o trinômio que irá surgir, no
membro da esquerda, seja um tri-
nômio quadrado perfeito.)
x2 –4x + 4 = 7 + 4
(x – 2)2 = 11
( ) ( )
{ , }
x ou x
x ou x
S
− = − = −
= + = −
= + −
2 11 2 11
2 11 2 11
2 11 2 11
As equações dos itens (a) e (b) do exemplo
anterior, são conhecidas como equações in-
completas do 2º grau, pois apresentam b
= 0 ou c = 0.
D. Equações incompletas do 2º grau
As equações incompletas do 2º grau são de
dois tipos:
a. ax2 + c = 0 (b = 0, resolução rápida: isolar
o x)
b. ax2 + bx = 0 (c = 0, resolução rápida:
fatoração)
E. Uma fórmula para resolver
equações do 2º grau
Dada a equação do 2º grau na forma genérica
ax2 + bx + c = 0, consideremos os passos ma-
temáticos a seguir.
ax2 + bx + c = 0
Multiplicando os dois membros da equação por
4a, temos:
4a2x2 + 4abx + 4ac = 0
4a2x2 + 4abx = – 4ac
Adicionando-se b2 a cada um dos membros
da equação, temos:
4a2x2 + 4abx + b2 = – 4ac + b2
(2ax)2 + 2(2ax)b + b2 = b2 – 4ac
Observe que (2ax + b)2 = (2ax)2 + 2(2ax)b + b2
(trinômio quadrado perfeito). Substituindo,
temos:
(2ax + b)2 = b2 – 4ac
Matemática básica
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Matemática
O termo b2 – 4ac é denominado discriminante
e costuma ser representado pela letra grega ∆.
(2ax + b)2 =
2ax + b = ∆±
2ax = – b ∆±
x = ∆
2a
–b ±
Conclusão – Dada a equação do 2º grau
ax2 + bx + c = 0, a ≠ 0, podemos encontrar os valo-
res de x por medio da fórmula x = ∆
2a
–b ±
com
= b2 – 4ac. Essa fórmula costuma ser designa-
da por fórmula resolutiva de Bhaskara.
Exemplo
Resolver em as equações:
a. – 4x2 – 10x – 4 = 0
b. x2 – 20x + 100 = 0
c. – x2 – 2x – 2 = 0
Resolução
a. − − − =
= −
= −
= −
4x 10x 4 0 102
a
b
c
4
4
∆ = b2 – 4ac = (– 10)2 – 4 · ( – 4) · (– 4)
∆ = 100 – 64
∆ = 36
x
b
a
x
x
=
− ±
=
− − ±
⋅ −
=
±
−
∆
2
10 36
2 4
10 6
8
( )
( )
x ou x
x ou x
=
+
−
=
−
−
= − = −
= − −
10 6
8
10 6
8
2
1
2
1
2
S 2;
b. x 2 x 12 − + =
=
= −
=
0 00 0
1
20
100
a
b
c
∆ = b2 – 4ac = ( –20)2 – 4 · 1 · 100
∆ = 400 – 400
∆ = 0
x b
a
x
x
=
− ±
=
− − ±
⋅
=
±
∆
2
20 0
2 1
20 0
2
( )
x ou x=
+
=
−20 0
2
20 0
2
x = 10 ou x = 10
S = {10}
c. – x2 – 2x – 2 = 0
Mutiplicando os dois membros por (–1), temos:
x 2x 22 + + =
=
=
=
0
1
2
2
a
b
c
∆ = b2 – 4ac = 22 – 4 · 1 · 2
∆ = – 4
Na fórmula resolutiva, é necessário calcular
∆ e, nesse exemplo, precisaríamos encon-
trar - 4, porém esse número não existe no
conjunto dos números reais. Dizemos, então,
que não existe solução real.
S = Ø (conjunto vazio)
Observações:
I. No exemplo a, encontramos um valor
de ∆ positivo e duas raízes reais e dis-
tintas.
II. No exemplo b, o valor do ∆ é zero e as
duas raízes são reais e iguais.
III. No exemplo c, o ∆ é negativo e não exis-
tem raízes reais.
De maneira geral, em uma equação do 2º grau,
podemos dizer que:
a. ∆ > 0 ⇔ há duas raízes reais e distintas;
b. ∆ = 0 ⇔ há duas raízes reais e iguais;
c. ∆ < 0 ⇔ não há raiz real.
PV
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Matemática básica
45
Matemática
F. A soma e o produto das raízes
de uma equação do 2º grau
Consideremos a equação do 2º grau
ax2 + bx + c = 0, a ≠ 0.
Pela fórmula resolutiva, temos:
x x21 2 2
=
− +
=
− −b
a
b
a
∆ ∆
;
Indicaremos a soma das raízes por S e o pro-
duto por P.
S x x1 2= + =
− +
+
− −
=
− + − −
= −
= −
b
a
b
a
S
b b
a
S
b
a
S
b
a
∆ ∆
∆ ∆
2 2
2
2
2
P
P
P
=
− +
− −
= −
= −
b
a
b
a
b
a
b
a
∆ ∆
∆
∆
2 2
4
4
2 2
2
2
2
·
( )
=
− −
P
b b ac
a
2 2
2
4
4
( )
P
P
P
=
− +
=
=
b b ac
a
a c
a a
c
a
2 2
2
4
4
4
4
· ·
· ·
Resumindo – Dada a equação do 2º grau
ax2 + bx + c = 0, com raízes x1 e x2, então:
S = x1 + x2 = -
b
a
e P = x1 · x2 =
c
a
Exemplo
Resolver, em , a equação
x x2 3 1 3 0− − − =( )
Resolução:
x x
a
b
c
S
b
a
2 3 1 3 0
1
3 1
3
3
− − − =
=
= − −
= −
= − =
− −
( ) ( )
[ (
Soma das raízes:
−−
= −
= =
−
= −
1
1
3 1
3
1
3
)]
Produto das raízes: P
c
a
Os números 3 e –1 são dois números reais
que possuem soma igual a 3 – 1 e produto
igual a – 3. Assim, as raízes são x1 = –1 e x2 = 3.
S = {–1; 3}
G. Escrever uma equação do 2º
grau conhecendo suas raízes
Considere a seguinte proposta: escrever uma
equação do 2º grau que tem como raízes os
números 10 e 8.
A equação x2 – 18x + 80 = 0 satisfaz a proposta.
Vejamos:
102 – 18 · 10 + 80 = 100 – 180 + 80 = 0
(10 é uma raiz.)
82 – 18 · 8 + 80 = 64 – 144 + 80 = 0 (8 é uma
raiz.)
Analisemos como foi montada a equação.
A forma geral de uma equação do 2º grau é
ax2 + bx + c = 0. Observe que a foi substituído
por 1, b por –18 e c por 80, em que 18 é a
soma das raízes e 80 é o produto.
Podemos dizer que ax2 + bx + c = 0 é equi-
valente a x2 – Sx + P = 0, em que S é a soma
das raízes e P é produto das raízes. As seguin-
tes passagens justificam essa afirmativa.
ax2 + bx + c = 0 (dividir os dois membros da
igualdade por a)
ax bx c
a a
a
a
a
x
b
a
x
c
a
Como S
b
a
S
b
a
e P
c
a
te
2
2
0
0
0
+ +
= ≠
+ + =
= − − = =
,
, , mos:
x2 – Sx + P = 0.
Matemática básica
PV
-1
4-
11
46
Matemática
01.
Resolver, em , a equação
x x
x
2 2
2
3
−
−
= .
Resolução
x x
x
2 2
2
3
−
−
= (C.E.: x ≠ 2)
x2 – 2x = 3(x – 2)
x2 – 2x = 3x – 6
x x
a
b
c
2 5 6 0
1
5
6
− + =
=
= −
=
∆ = b2 – 4 · a · c
∆ = (–5)2 – 4 · 1 · 6
∆ = 1
x
b
a
x
x ou x
x ou x
S
não serve
=
− ±
=
− − ±
⋅
=
−
=
+
= =
=
∆
2
5 1
2 1
5 1
2
5 1
2
2 3
3
( )
{ }
02.
Escreva duas equações do 2º grau que tenham
como raízes os números 4 e 3.
Resolução
S = 4 + 3 = 7
P = 4 · 3 = 12
ax2 + bx + c = 0 é equivalente a x2 – Sx + P = 0;
assim, temos:
x2 – 7x + 12 = 0
Para encontrar uma segunda equação, bas-
ta multiplicar ou dividir os dois membros da
igualdade por um número real diferente de
zero.
x2 – 7x + 12 = 0 (multiplicar os dois membros
por 5)
5x2 – 35x + 60 = 0, que é equivalente a
x2 – 7x + 12 = 0
Resposta
Duas equações que têm como raízes 4 e 3 são:
x2 – 7x + 12 = 0 e 5x2 – 35x + 60 = 0
Obs. – Dividindo ou multiplicando a equação
x2 – 7x + 12 = 0 por um número real dife-
rente de zero, obteremos novas equações
equivalentes, portanto há infinitas equa-
ções do 2º grau que possuem as raízes
4 e 3.
03.
Considere a equação ax2 + bx + c = 0, a ≠ 0,
com raízes x1 e x2. Mostre que a expressão
ax 2 + bx + c é equivalente à expressão
a · (x – x1) · (x – x2).
Resolução
Como x1 e x2 são raízes da equação ax2 + bx + c = 0,
temos que x1 + x2 = -
b
a
(soma das raízes ) e
x1· x2 =
c
a
(produto das raízes)
a · x2 + b · x + c = a x
b
a
x
c
a
⋅ + +
=2
= − −
+
a x
b
a
x
c
a
2 = a · [x2 – (x1 + x2) · x + (x1 · x2)] =
= a [x2 – x · x1 – x · x2 + x1 · x2) =
= a [x (x – x1) – x2 (x – x1)] =
= a · [(x – x1) · (x – x2)]=
= a · (x – x1) · (x – x2)
Assim, temos que: ax2 + bx + c = a · (x – x1) · (x – x2)
(c. q. d.)
A forma a · (x – x1) · (x – x2) é a forma fatorada de
ax2 + bx + c, quando x1 e x2 são as raízes.
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
PV
-1
4-
11
Matemáti ca básica
47
Matemáti ca
10. Resolução de equações
com mudança de variável
Frequentemente nos deparamos com equa-
ções que, mesmo não sendo do 2º grau, po-
dem ser resolvidas com o auxílio dela. Nessas
situações, devemos nos valer de mudanças
nas variáveis da equação de tal forma que ela
se transforme, temporariamente, numa equa-
ção do 2º grau, como nos exemplos que vere-
mos a seguir:
Exemplos
a) Resolver a equação:
x4 – 3x2 – 4 = 0
Notemos que essa é uma equação de quarto
grau, porém com uma característica particu-
lar: apresenta apenas os termos de grau par.
Se fizermos:
x2 = y
teremos:
y2 – 3y – 4 = 0
Resolvendo
ess a equação, teremos:
y1 = –1 e y2 = 4
Considerando que y está ocupando o lugar de
x2, teremos:
x2 = –1 ou x2 = 4
Considerando x ∈ , teremos:
x = –2 ou x = 2
Assim:
S= {–2, 2}
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01.
Resolver, em , a equação:
x6 – 28 x3 + 27 = 0
Resolução
Fazendo x3 = t, teremos x6 = t2, logo:
t2 – 28 t + 27 = 0
∆ = 784 – 108 = 676
t
t
t
=
±
=
=
=
28 26
2
27
1
1
2
Então, teremos:
x
x
x
x
x
x
3
3 3
3
3 3
27
3
3
1
1
1
=
=
=
=
=
=
Resposta
S = {1, 3}
02.
Resolva em : (x2 + 2)2 - 5(x2 + 2) + 6 = 0.
Resolução
(x2 + 2)2 - 5(x2 + 2) + 6 = 0
Fazendo x2 + 2 = m, vem:
m2 - 5m + 6 = 0
S
P
=
=
( )5
6
2 3,
Então:
x2 + 2 = 2
x2 = 0
x = 0
ou
x2 + 2 = 3
x2 = 1
x = ± 1
S = {0, - 1, 1}
Matemática básica
PV
-1
4-
11
48
Matemática
03.
Resolver em a equação:
x x
x x
x2
2
4 5
4 1
0 0– –+ + = ≠( )
Resolução
Primeiro, arrumamos a equação:
x
x
x
x
x
x
x
x
I
2
2
2
2
1
4
4
5 0
1
4
1
5 0
+ + =
+
+
+ =
– –
– ( )
Faremos a seguinte troca:
x
x
t+ =
1
Elevando ao quadrado, teremos:
x
x
t x
x
t2
2
2 2
2
22
1 1
2+ + = ⇒ + = –
Substituindo em (I):
(t2 – 2) – 4t + 5 = 0
t2 – 4t + 3 = 0
t
t
t
=
±
=
=
=
4 2
2
3
1
Voltando à mudança variável:
x
x
x
x
x x x x
x x não é real
+ = + =
+ = + =
=
±
=
±
1
3
1
1
3 1 0 1 0
3 5
2
1 3
2
2 2– –
–
Daí, teremos:
S =
+
3 5
2
3 5
2
–
,
11. Equações irracionais
Equação irracional é uma equação em que há incógnita em um ou mais radicais. São equações
irracionais:
1. x + =2 53
2. x x+ =1 2–
3. 3 1 6x x+ + =–1
As raízes podem ter qualquer índice, mas, no nosso estudo, trataremos apenas das equações
irracionais que apresentarem raízes quadradas. Não existe fórmula para resolver essas equações,
mas temos um processo de resolução prático e seguro que nos conduz a equações cuja resolução
já conhecemos.
Vamos acompanhar o método por meio de um exemplo.
Resolver a equação:
x x+ + =3 3
1º passo: Isolamos o radical num dos membros da equação. Se existir mais de um radical, esco-
lher um deles e isolar.
x x+ =3 3 –
2º passo: Elevamos ao quadrado os dois membros da equação.
x x
x x x
x x
+( ) = ( )
+ = +
+ =
3 3
3 9 6
7 6 0
2 2
2
2
–
–
–
PV
-1
4-
11
Matemática básica
49
Matemática
3º passo: Resolvemos a equação.
Se na primeira vez que elevarmos a equação
ao quadrado continuar a existir a raiz qua-
drada, ela deve ser isolada e a equação será
novamente elevada ao quadrado tantas vezes
forem necessárias até que não exista mais ne-
nhum radical:
x2 – 7x + 6 = 0, que resolvida, fica: x = 1 ou x = 6
4º passo: Dessa maneira, obtemos uma ou-
tra equação que não tem, necessariamente, o
mesmo conjunto verdade da equação propos-
ta. Quase sempre, a última equação admite
todas as raízes da primeira equação.
Para contornar esse problema, iremos efetuar
uma verificação para eliminar as raízes estra-
nhas e obter o conjunto solução correto. Essa
verificação consiste em substituir, na equação
original, os valores de x obtidos.
Observe:
para x = 1: 1 3 1 3
4 1 3
2 1 3
+ + =
+ =
+ = ( )V
para x = 6: 6 3 6 3
9 6 3
3 6 3
9 3
+ + =
+ =
+ =
= ( )F
Notamos que 1 é solução da equação, mas 6
não é. Assim:
S = {1}
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01. PUC-SP
O conjunto de soluções inteiras da equação
4 1 2 1x x+ = – é:
a. {2}
b. {0, 2}
c. {0}
d. 0
1
2
,{ }
e. 1
2{ }
Resolução
4 1 2 1
4 1 2 1 4 1 4 4 1
2 0
0
2 2 2
2
x x
x x x x x
x x
x não conv
+ =
+( ) = ( ) ⇒ + = + ⇒
⇒ =
=
–
– –
–
( éém
x V
)
{ }= ∴ =
2 2
Resposta
A
02. FEI-SP
Seja V o conjunto dos números reais que são so-
luções da equação irracional 2 7 1x x– + = .
Assim:
a. V = {2; 18}
b. V = {2}
c. V = {18}
d. V = ∅
e. V = {–2; –18}
Resolução
2 7 1
2 7 1 2 7 2 7 1
2 7 8 2 7 8
2 2
2
x x
x x x x x
x x x x
–
– –
+ =
( ) = + +( ) ⇒ = + + + +
+ = ⇒ +( ) = ( )22
2 20 36 0
2
18 18
⇒ + =
=
= ∴ =
x x
x não convém
x V
–
( )
{ }
Resposta
C
Matemáti ca básica
PV
-1
4-
11
50
Matemáti ca
1. Introdução
A teoria dos conjuntos representa instrumento
de grande utilidade nos diversos desenvolvi-
mentos da Matemática, bem como em outros
ramos das ciências físicas e humanas.
Devemos aceitar, inicialmente, a existência de
alguns conceitos primitivos (noções que ado-
tamos sem definição) e que estabelecem a
linguagem do estudo da teoria dos conjuntos.
Adotaremos a existência de três conceitos pri-
mitivos: elemento, conjunto e perti nência.
Assim, é preciso entender que cada um de
nós é um elemento do conjunto de moradores
desta cidade, ou melhor, cada um de nós é um
elemento que pertence ao conjunto de habi-
tantes da cidade, mesmo que não tenhamos
definido o que é conjunto, o que é elemento e
o que é pertinência.
2. Notação e representação
A notação dos conjuntos é feita mediante a
utilização de uma letra maiúscula do nosso
alfabeto, e a representação de um conjunto
pode ser feita de diversas maneiras, como ve-
remos a seguir.
A. Listagem dos elementos
Apresentamos um conjunto por meio da lista-
gem de seus elementos quando relacionamos
todos os elementos que pertencem ao conjun-
to considerado e envolvemos essa lista por um
par de chaves. Os elementos de um conjunto,
quando apresentados na forma de listagem,
devem ser separados por vírgula ou por ponto
e vírgula, caso tenhamos a presença de núme-
ros decimais.
Exemplos
a. Seja A o conjunto das cores da bandeira
brasileira, então:
A = {verde, amarelo, azul, branco}
b. Seja B o conjunto das vogais do nosso
alfabeto, então:
B = {a, e, i, o, u}
c. Seja C o conjunto dos algarismos do
sistema decimal de numeração, então:
C = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9}
B. Uma propriedade de
seus elementos
Há situações em que podemos fazer a apre-
sentação do conjunto por meio de uma pro-
priedade dos elementos do conjunto e que
sirva somente a eles.
A = {x | x possui uma determinada propriedade P}
Exemplos
a. Seja B o conjunto das vogais do nosso
alfabeto, então:
B = {x | x é vogal do nosso alfabeto}
b. Seja C o conjunto dos algarismos do sis-
tema decimal de numeração, então:
C = {x | x é algarismo do sistema deci-
mal de numeração}
C. Diagrama de Euler-Venn
A apresentação de um conjunto por meio do
diagrama de Euler-Venn é gráfica e, portanto,
muito prática. Os elementos são representa-
dos por pontos interiores a uma linha fechada
não entrelaçada. Dessa forma, os pontos exte-
riores à linha representam elementos que não
pertencem ao conjunto considerado.
Exemplo
B
a
i
u
o
e t
3. Relação de perti nência
Quando queremos indicar que um determina-
do elemento x faz parte de um conjunto A, di-
zemos que o elemento x pertence ao conjunto
A e indicamos:
x ∈ A
em que o símbolo ∈é uma versão da letra gre-
ga epsílon e está consagrado em toda mate-
mática como símbolo indicativo de pertinên-
cia. Para indicarmos que um elemento x não
pertence ao conjunto A, indicamos:
x ∉A
CAPÍTULO 07 TEORIA DOS CONJUNTOS
PV
-1
4-
11
Matemáti ca básica
51
Matemáti ca
Exemplo
A = {a; e; i; o; u}
A letra a pertence ao conjunto A: a ∈ A.
A letra c não pertence ao conjunto A: c ∉ A.
4. Relação de inclusão
Dizemos que o conjunto A está contido no
conjunto B se todo elemento que pertencer
a A pertencer também a B. Indicamos que o
conjunto A está contido em B por meio da se-
guinte simbologia:
A ⊂ B (lê-se: A contido em B )
Observação – Há também a notação:
B ⊃ A (lê-se: B contém A )
O conjunto A não está contido em B quando
existe pelo menos um elemento de A que não
pertence a B. Indicamos que o conjunto A não
está contido em B dessa maneira:
A ⊄ B (lê-se: A não está contido em B)
B
A
A B
B
A
A B
B
A
A B
Observação – A é subconjunto de A, para todo
conjunto A.
Importante – A relação
de pertinência relacio-
na um elemento a um conjunto, e a relação de
inclusão refere-se sempre a dois conjuntos.
Falso: a ⊂ {a; e; i; o; u}
{a} ∈ {a; e; i; o; u}
Verdadeiro: a ∈ {a; e; i; o; u}
{a} ⊂ {a ; e; i; o; u}
{a} ∈ {{a} ; e; i; o; u}
{a} ⊄ {{a} ; e; i; o; u}
Podemos notar que existe uma diferença en-
tre a e {a}. O primeiro é o elemento a, e o se-
gundo é o conjunto formado pelo elemento a.
Um conjunto pode ser um elemento de um
outro conjunto. No exemplo {{a} ; e; i; o; u},
um dos elementos é o conjunto {a}.
Uma cidade é um conjunto de pessoas que
representam os moradores da cidade, porém
uma cidade é um elemento do conjunto de
cidades que formam um Estado.
5. Conjuntos especiais
A. Conjunto unitário
Chamamos de conjunto unitário aquele for-
mado por um só elemento.
Exemplo
Conjunto dos satélites naturais da Terra:
{LUA}
B. Conjunto vazio
Chamamos de conjunto vazio aquele formado
por nenhum elemento. Obtemos um conjunto
vazio considerando um conjunto formado por
elementos que admitem uma propriedade im-
possível.
O conjunto vazio pode ser representado pela
letra norueguesa ∅ ou pelo símbolo { }.
Não podemos confundir as duas notações re-
presentando o conjunto vazio por {∅}, pois es-
taríamos apresentando um conjunto unitário
cujo elemento é ∅.
O conjunto vazio está contido em qualquer
conjunto e, por isso, é considerado subconjunto
de qualquer conjunto, inclusive dele mesmo.
Demonstração
Vamos admitir que o conjunto vazio não este-
ja contido num dado conjunto A. Nesse caso,
existe um elemento x que pertence ao conjun-
to vazio e que não pertence ao conjunto A, o
que é um absurdo, pois o conjunto vazio não
tem elemento algum. Conclusão: o conjunto
vazio está contido no conjunto A, qualquer
que seja A.
Matemáti ca básica
PV
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4-
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52
Matemáti ca
6. Conjunto universo
Quando desenvolvemos um determinado as-
sunto dentro da M atemática, precisamos ad-
mitir um conjunto ao qual pertencem os ele-
mentos que desejamos utilizar. Esse conjunto
é chamado de conjunto universo e é represen-
tado pela letra maiúscula U.
Uma determinada equação pode ter diversos
conjuntos solução de acordo com o conjunto
universo que for estabelecido.
Exemplos
a. A equação 2x3 – 5x2 – 4x + 3 = 0 apre-
senta:
S =
1
2
1 3, ,–{ } =se U
S = {–1, 3} se U = ¢
S = {3} se U =
7. Conjunto de partes
Dado um conjunto A, dizemos que o seu con-
junto de partes, representado por P(A), é o
conjunto formado por todos os subconjuntos
do conjunto A.
A. Determinação do
conjunto de partes
Vamos observar, com o exemplo a seguir, o
procedimento que se deve adotar para a de-
terminação do conjunto de partes de um dado
conjunto A. Seja o conjunto A = {2, 3, 5}. Para
obtermos o conjunto de partes do conjunto A,
basta escrevermos todos os seus subconjuntos:
1º) Subconjunto vazio: ∅, pois o conjunto
vazio é subconjunto de qualquer con-
junto.
2º) Subconjuntos com um elemento: {2},
{3}, {5}.
3º) Subconjuntos com dois elementos: {2, 3},
{2, 5} e {3, 5}.
4º) Subconjuntos com três elementos:
A = {2, 3, 5}, pois todo conjunto é sub-
conjunto dele mesmo.
Assim, o conjunto das partes do conjunto
A pode ser apresentado da seguinte forma:
P(A) = {∅, {2}, {3}, {5}, {2, 3}, {2, 5}, {3, 5}, {2, 3, 5}}.
B. Número de elementos
do conjunto de partes
Podemos determinar o número de elementos
do conjunto de partes de um conjunto A dado,
ou seja, o número de subconjuntos do referi-
do conjunto, sem que haja necessidade de es-
crever todos os elementos do conjunto P (A).
Para isso, basta partirmos da ideia de que cada
elemento do conjunto A tem duas opções na
formação dos subconjuntos: ou o elemento
pertence ao subconjunto ou ele não pertence
ao subconjunto e, pelo uso do princípio multi-
plicativo das regras de contagem, se cada ele-
mento apresenta duas opções, teremos:
n[P(A)] = 2n(A)
Observemos o exemplo anterior: o conjunto
A = {2, 3, 5} apresenta três elementos e, por-
tanto, é de se supor, pelo uso da relação apre-
sentada, que n [P (A)] = 23 = 8, o que de fato
ocorreu.
8. Igualdade de conjuntos
Dois conjuntos são iguais se, e somente se,
eles possuírem os mesmos elementos, em
qualquer ordem e independentemente do nú-
mero de vezes que cada elemento se apresen-
ta. Vejamos os exemplos:
{1, 3, 7} = {1, 1, 1, 3, 7, 7, 7, 7} = {7, 3, 1}
Observação
Se o conjunto A está contido em B (A ⊂ B) e B
está contido em A (B ⊂ A), podemos afirmar
que A = B.
9. Operações com conjuntos
A. União de conjuntos
Dados os conjuntos A e B, dizemos que a união
dos conjuntos A e B, de notação A ∪ B (lê-se: A
união B), é o conjunto formado pelos elemen-
tos que pertencem a A ou B. Podemos repre-
sentar a união de dois conjuntos pela seguinte
sentença:
A ∪ B = {x l x ∈ A ou x ∈ B}
PV
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4-
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Matemáti ca básica
53
Matemáti ca
Graficamente, temos que a parte hachurada
representa a união entre os conjuntos
BA
A ∪ B A ∪ B
BA
A ∪ B
A B
B. Intersecção de conjuntos
Dados os conjuntos A e B, dizemos que a
intersecção dos conjuntos A e B, de notação
A ∩ B (lê-se: A intersecção B), é o conjunto for-
mado pelos elementos que pertencem a A e a
B. Podemos representar a intersecção de dois
conjuntos pela seguinte sentença:
A ∩ B = {x l x ∈A e x ∈ B}
Graficamente, temos que a parte hachurada
representa a interseção
BA
A B
BA
∅
C. Diferença de conjuntos
Dados os conjuntos A e B, dizemos que a dife-
rença dos conjuntos A e B, nessa ordem e com
notação A – B (lê-se: A menos B), é o conjunto
formado pelos elementos que pertencem a A
e não pertencem a B. Podemos representar a
diferença de dois conjuntos por meio da se-
guinte sentença:
A – B = {x l x ∈ A e x ∉ B}
Graficamente, temos que a região hachurada
representa o conjunto diferênça
BA
– –
BA
B
–
A
D. Conjunto complementar
Quando dois conjuntos A e B são de tal manei-
ra que B está contido em A (B ⊂ A), dizemos
que a diferença A – B é o conjunto comple-
mentar de B em relação a A, cuja representa-
ção podemos ver a seguir:
CAB = A – B
Graficamente, temos que a parte hachurada
representa o conjunto complementar
BA
B
A
Exemplo
Dados A = {0, 1, 3, 4}, B = {2, 3, 4, 5}, C = {4, 5}
e D = {5, 6, 7}, calcule:
a. (A ∪ C) ∩ B
b. (B ∩ C) ∪ D
c. (B – A) ∩ C
d. CBC U (A ∩ B)
Resolução
a. (A C) B = {0, 1, 3, 4, 5} {2, 3, 4, 5} = {3, 4, 5} ∪
b. (B C) D = {4, 5} {5, 6, 7} = {4, 5, 6, 7}
c. (B – A) C = {2, 5} {4, 5} = {5}
d. (A B) = {2, 3} {3, 4}
C
B = {2, 3, 4}
Matemática básica
PV
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54
Matemática
01.
De acordo com a figura, classifique com V ou F
cada uma das afirmações.
A
C
B
D
E
r
s
a. A ∈ r
b. A ⊂ r
c. {A} ⊂ r
d. AB ∈ r
e. AB ⊂ r
f. DE ⊂ AE
g. A ∈ AC
h. A ⊂ AC
Resolução
a. V, pois A é ponto de r.
b. F, pois a relação ⊂ só é usada entre sub-
conjunto e conjunto, e não entre elemento e
conjunto.
c. V, pois o ponto A é elemento da reta r.
d. F, pois AB não é elemento de r, mas sim
subconjunto de r.
e. V, pois todo ponto da semirreta AB é ele-
mento de r.
f. V, pois todo ponto DE também é ponto de
AE. Logo, a relação ⊂ está correta.
g. V, pois A é o ponto AC.
h. F, pois a relação ⊂ só é usada entre
subconjunto e conjunto, e não entre elemento
e conjunto.
02. Vunesp
Suponhamos que:
A ∪ B = {a, b, c, d, e, f, g, h}
A ∩ B = {d, e}
A – B = {a, b, c}
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
Então:
a. B = {f, g, h}
b. B = {d, e, f, g, h}
c. B = {a, b, c, d, e}
d. B = {d, e}
e. B = ∅
Resolução
A B
a
b
c
d
e
f
g
h
B = {d, e, f, g, h}
Resposta
B
03. UFC-CE
Se um conjunto A possui n elementos, então
o conjunto P(A), das partes de A, possui 2n
elementos. Qual é o número de elementos do
conjunto das partes de P(A)?
a. 2n
b. 4n
c. 22n
d. 8n
e. 16n
Resolução
n = 1 P(A) = 21 = 2
nº de elementos do conjunto das partes
de
P(A) = 221 = 4
n = 2 P(A) = 22 = 4
nº de elementos do conjunto das partes de
P(A) = 222 = 16
.
.
.
n = n P(A) = 2n
nº de elementos do conjunto das partes de
P(A) = 22n
Resposta
C
PV
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4-
11
Matemática básica
55
Matemática
10. Número de elementos da união
e da intersecção de conjuntos
Dados dois conjuntos, A e B, como vemos na
figura a seguir, podemos estabelecer uma rela-
ção entre os respectivos números de elementos.
A
A
B
B
n(A ∪ B) = n(A) + n(B) – n(A ∩ B)
Note que ao, subtrairmos os elementos co-
muns (n(A ∩ B)), evitamos que eles sejam con-
tados duas vezes.
Observações
1ª) Se os conjuntos A e B forem disjuntos
ou mesmo se um deles estiver contido
no outro, ainda assim a relação dada
será verdadeira.
2ª) Podemos ampliar a relação do número
de elementos para três ou mais conjun-
tos com a mesma eficiência.
Observe o diagrama e comprove.
A
A
C
B
B
A C B C
A B C
n (A ∪ B ∪ C) = n (A) + n (B) + n (C) – n (A ∩ B) –
– n (A ∩ C) – n (B ∩ C) + n (A ∩ B ∩ C)
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
01.
A e B são dois conjuntos tais que 13 elementos
pertencem a A e não pertencem a B; 13 ele-
mentos pertencem a B e não pertencem a A, e
39 elementos pertencem a A ou B. O número
de elementos que pertencem a A e a B é:
02. FVG-SP
Uma empresa entrevistou 300 de seus fun-
cionários a respeito de três embalagens, A, B
e C, para o lançamento de um novo produto.
O resultado foi o seguinte: 160 indicaram a
embalagem A; 120 indicaram a embalagem B;
90 indicaram a embalagem C; 30 indicaram as
embalagens A e B; 40 indicaram as embala-
gens A e C; 50 indicaram as embalagens B e C;
e 10 indicaram as 3 embalagens.
Pergunta-se:
a. quantas pessoas indicaram apenas a
embalagem A?
b. quantas pessoas indicaram as embala-
gens A ou B?
c. quantas não indicaram a embalagem C?
d. quantas não tinham preferência por
nenhuma das três embalagens?
Resolução
Usaremos os diagramas para resolver.
Vamos começar por A ∩ B ∩ C, que tem 10
elementos.
a. 0
b. 13
c. 39
d. 26
e. 23
Resolução
Fazendo um esquema:
n(A) = 13 + x
n(B) = 13 + x
n(A ∪ B) = 39
A B
13 13x
n(A ∪ B) = n(A) + n(B) – n(A ∩ B)
39 = 13 + x + 13 + x x–
39 = 26 + x
x = 39 – 26
x = 13
Resposta
B
Matemáti ca básica
PV
-1
4-
11
56
Matemáti ca
A B
C
10
Para n (A ∩ B) e já colocamos 10, restam 20
elementos para completar a região A ∩ B; para
completar (A ∩ C), faltam 30 e, para completar
(B ∩ C), faltam 40.
A B
C
10
20
30 40
Da mesma forma, completamos os conjuntos
A, B e C; veja que 40 pessoas não têm prefe-
rência alguma.
A B
C
10
20
30 40
100 50
10
40
U
Agora, consultando o diagrama final, podemos
responder às questões.
a. 100 pessoas indicaram apenas a embala-
gem A;
b. 100 + 30 + 10 + 20 + 50 + 40 = 250 indica-
ram as embalagens A ou B;
c. 100 + 20 + 50 + 40 = 210 não indicaram a
embalagem C;
d. 40 pessoas não tinham preferência por
nenhuma embalagem.
11. Conjuntos numéricos
• Conjunto dos números naturais:
= {0, 1, 2, 3, ...}
• Conjunto dos números inteiros:
¢ = {..., –3, –2, –1, 0, 1, 2, 3, ...}
• Conjunto dos números inteiros não negativos
¢+ = {0, 1, 2, 3, ...} =
Vamos convencionar que qualquer conjunto numérico que, em sua representação, tiver acres-
centado o símbolo * (asterisco) ficará sem o elemento 0 (zero). Assim:
* = {1, 2, 3, 4, ...}
¢* = {..., –3, –2, –1, 1, 2, 3, ...}
• Conjunto dos números racionais:
� �� �� �= =� �� �� �� �� �� �= =� �� �= =� �
� �� �� �
� �
� �
� �
� �� �
� �� �
� �x x� �� �x x� �� �= =� �x x� �= =� �� �= =� �x x� �= =� �
p� �p� �
q
� �que� �p e� �p e� � q, *� �, *� � �, *�∈ ∈, *∈ ∈� �em� �, *� �em� �� �que� �, *� �que� �p e, *p e� �p e� �, *� �p e� �∈ ∈p e∈ ∈, *∈ ∈p e∈ ∈� �∈ ∈� �p e� �∈ ∈� �, *� �∈ ∈� �p e� �∈ ∈� � q, *q∈ ∈q∈ ∈, *∈ ∈q∈ ∈
PV
-1
4-
11
Matemática básica
57
Matemática
Com relação aos números racionais, eles po-
dem ser encontrados de três maneiras: núme-
ro inteiro ou número decimal exato ou número
decimal periódico (dízimas periódicas).
Os números que não podem ser colocados na
forma de fração com numerador inteiro e de-
nominador inteiro não nulo são chamados de
números irracionais.
Exemplos: 2 75, ,p
• Conjunto dos números reais:
= {x | x é racional ou x é irracional}
Os números reais podem ser associados
biunivoca men te com cada ponto de uma reta,
estabelecendo o que nós chamaremos de reta
real ou eixo real.
–4 –3 –2 –1 0 1 2 3 4
Origem
A partir dessa representação gráfica, iremos
observar algumas propriedades importantes
dos números reais.
O eixo real apresenta uma ordenação dos números
de tal maneira que qualquer número colocado à
direita de um outro será maior que esse outro.
a b
b > a
Numa comparação entre números reais repre-
sentados no eixo real, podemos estabelecer
subconjuntos de extrema importância e que
serão chamados de intervalos reais, cuja
representação vamos estudar a seguir:
a
x
b a < x < b ] a, b [ ( a,b )
a
x
b a ≤ x ≤ b [ a, b ] [ a, b ]
a
x
b a < x ≤ b ] a, b ] ( a, b ]
a
x x > a ] a, +∞ [ ( a, + ∞ )
x
b x ≤ b ] –∞, b ] ( – ∞, b ]
Podemos “explicar” o aparecimento dos con-
juntos numéricos por meio da necessidade
que a Matemática manifestava em apresentar
resultados que os conjuntos numéricos exis-
tentes até então não forneciam. A partir dos
conjuntos dos números naturais, operações
como, por exemplo, a subtração 5 – 8 só pude-
ram apresentar um resultado com o apare-
cimento do conjunto dos números inteiros.
A divisão de número 8 por 3 só pode apresen-
tar resultado dentro do conjunto dos números
racionais. O cálculo da raiz quadrada do núme-
ro 17, por exemplo, é um resultado possível
somente dentro do conjunto dos números
irracionais. Pela reunião do conjunto dos nú-
meros racionais com os números irracionais,
obtivemos o conjunto dos números reais. Por
mais amplo que possa parecer o conjunto dos
números reais, não foi suficiente para cumprir
todas as exigências quanto a esgotar as ne-
cessidades de resultados possíveis dentro da
Matemática. Algumas operações matemáticas
só puderam apresentar resultados dentro do
conjunto dos números complexos.
Irr
ac
io
na
is
12. Operações com intervalos
Vejamos com exemplos:
1º) Dados A = [0, 3] e B = [1, 5[, calcule:
a. A ∪ B
b. A ∩ B
c. A – B
Resolução
A
0 1 3 5
B
A B
A B
A – B
A ∪ B = [0, 5[ = {x ∈ l 0 ≤ x < 5}
A ∩ B = [1, 3] = {x ∈ l 1 ≤ x ≤ 3}
A – B = [0,1 [ = {x ∈ l 0 ≤ x < 1}
Matemática básica
PV
-1
4-
11
58
Matemática
01. Unisinos-RS
Chama-se conjunto dos números racionais o
conjunto:
a. x x ∈{ }
b.
a
b
a b e b∈ ∈ ≠{ }¢ ¢, 0
c.
a
b
a b∈ ∈{ } ,
d. x x a a∈ = ∈{ }� �,
e.
a
b
a b e b∈ ∈ ≠{ } , 0
Resolução
Número racional é aquele que pode ser ex-
presso na forma de uma fração com numera-
dor inteiro e denominador inteiro e diferente
de zero, como na forma descrita na alternativa B.
Resposta
B
02. PUC-MG
Quatro intervalos reais, A, B, C e D, são tais
que:
x ∈ A ⇔ –10 ≤ x ≤ 10
x ∈ B ⇔ 0 < x ≤ 5
x ∈ C ⇔ –3 ≤ x < 2
D = B – C
Sendo D o complementar de D em relação ao
conjunto A, então:
a. x ∈D ⇔ –10 ≤ x < 2 ou 2 < x ≤ 10
b. x ∈D ⇔ –10 ≤ x < –3 ou 5 < x ≤ 10
c. x ∈D ⇔ –10 ≤ x ≤ 0 ou 2 < x ≤ 10
d. x ∈D ⇔ –10 ≤ x ≤ 0 ou 2 ≤ x ≤ 10
e. x ∈D ⇔ –10 ≤ x < 2 ou 5 < x ≤ 10
Resolução
–3
B:
C:
50
B – C :
2
2 5
D C A DAD= = −
–10
A:
D:
10
D:
2 5
–10 2 5 10
D = {x ∈|–10 ≤ x < 2 ou 5 < x ≤ 10}
Resposta
E
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
Exercícios Propostos
PV
-1
4-
14
Matemática básica
61
Matemática
05. Mackenzie-SP
A fração 2 4 8
2 32 2
98 50 34
99 20 101
+ −
− +
é igual a:
a. 1
b. -11
6
c. 2
d. - 5
2
e. 7
4
06. Vunesp
Considere as sequências (an) e (bn) definidas
por an + 1 = 2n e bn + 1 = 3n, n ≠ 0. Então, o valor
de a11 · b6 é:
01.
Calcule:
a. 23 f. (– 2)4
b. 35 g. – 24
c. 06 h. (– 1)41
d. 1n, n ∈ i. (– 6)1
e. 24 j. 230
02.
Se (x–1 + y–1)–1 = 2, então y é igual a:
a. x
1 2x-
b. –
x
1 2x-
c. 2xx 2-
d. x
x
- 2
2
e. x1 + x
03. UEL-PR
Simplificando-se a expressão:
3 3 3 9 3
9 3
3 2 1
2
− − −
−
+ ⋅ − ⋅
⋅
n n n
n
para n ∈ , obtém-se:
a.
1
6
b.
1
3
c. 6 · 3n – 1
d. 1 – 31 – n
e. –3n + 1
04. Mackenzie-SP
O número de algarismos do produto 515 · 46 é:
a. 21
b. 15
c. 18
d. 17
e. 23
CAPÍTULO 01
a. 211 · 36
b. (12)5
c. 515
d. 615
e. 630
07. UFRN
A acidez de uma solução depende da sua con-
centração de íons hidrogênio [H+]. Tal acidez
é medida por uma grandeza denominada pH,
expressa em escala logarítmica de base 10–1.
Assim, quando dizemos que o pH de uma so-
lução é x, isso significa que a concentração de
íons hidrogênio é 10 –x mol/L. O pH do café é 5
e o do leite de magnésia é 10.
Podemos dizer que o café, em relação ao leite
de magnésia, apresenta uma concentração de
íons hidrogênio:
a. 100 vezes maior.
b. 1.000 vezes maior.
c. 10.000 vezes maior.
d. 100.000 vezes maior.
08. ENEM
Dados divulgados pelo Instituto Nacional de
Pesquisas Espaciais mostraram o processo de
devastação sofrido pela Região Amazônica
entre agosto de 1999 e agosto de 2000. Ana-
Matemática básica
PV
-1
4-
14
62
Matemática
lisando fotos de satélites, os especialistas con-
cluíram que, nesse período, sumiu do mapa
um total de 20.000 quilômetros quadrados de
floresta. Um órgão de imprensa noticiou o fato
com o seguinte texto:
O assustador ritmo de destruição é de um
campo de futebol a cada oito segundos.
Considerando que um ano tem apro-
ximadamente 32 · 106 s (trinta e dois
milhões de segundos) e que a medida da
área oficial de um campo de futebol é
aproximadamente 10–2 km2 (um centési-
mo de quilômetro quadrado), as informa-
ções apresentadas nessa notícia permitem
concluir que tal ritmo de desmatamento,
em um ano, implica a destruição de uma
área de:
a. 10.000 km2, e a comparação dá a ideia de
que a devastação não é tão grave quanto
o dado numérico nos indica.
b. 10.000 km2, e a comparação dá a ideia de
que a devastação é mais grave do que o
dado numérico nos indica.
c. 20.000 km2, e a comparação retrata exa-
tamente o ritmo da destruição.
d. 40.000 km2, e o autor da notícia exagerou
na comparação, dando a falsa impressão
de gravidade a um fenômeno natural.
e. 40.000 km2 e, ao chamar a atenção para
um fato realmente grave, o autor da notí-
cia exagerou na comparação.
09.
Dê o valor de:
a.
b.
c.
d.
e.
f.
g.
h.
121
8
625
27
0
2 25
0 04
0 008
3
4
3
1
3
-
,
,
,
10. ESA-RJ
Simplificando 2 8 4 18 32− + , obtemos:
a. + 2
b. - 8
c. + 8
d. -4 2
e. -2 2
11. EFOA-MG
Calculando a a a a· − − −
1 1 1 ,encontrare-
mos:
a.
1
6
a
b. 4 · a–1
c. a–1
d. a8
e. a
-1
12.
Forme uma sucessão decrescente com os nú-
meros reais , e 2.
13.
Calcule:
a. 2 · 33 4
b. 16
3
4 32
14. CPCAR
A diferença 80,666... – 90,5 é igual a:
a. –2
b. 2 –3
c. –2 2
d. 1
15. UPF-RS
Sendo , então A–1 vale:
a. 4 d. 1
8
b. 8 e. 14
c. 1
4
PV
-1
4-
14
Matemática básica
63
Matemática
16. Fuvest-SP
2 2
10
28 30
3
+ =
a. 2
5
8
d. 29
b. 2
6
2
e. 2
10
58
1
3
c. 28
17. Fuvest-SP
a. Qual a metade de 222?
b. Calcule 8
2
3 + 90,5.
18. CPCAR
Ao se resolver a expressão numérica:
( · ) · ,
:
,
· ( , )
25 10 0 000075
10
5 1 5
10
0 0010
6
3
3
4
0
−
− ,
o valor encontrado é:
a. 23
b. 33
c. 1
d. 0,1
19. Unesp
Uma fórmula matemática para se calcular apro-
ximadamente a área, em metros quadrados, da
superfície corporal de uma pessoa, é dada por:
S(p) = 11
100
2
3· p , em que p é a massa da pessoa
em quilogramas.
Considere uma criança de 8 kg. Determine:
a. a área da superfície corporal da criança;
b. a massa que a criança terá quando a
área de sua superfície corporal dupli-
car. (Use a aproximação 2 = 1,4.)
20. Uneb-BA
A expressão P(t) = k · 20,05t fornece o número P
de milhares de habitantes de uma cidade, em
função do tempo t em anos. Se em 1990 essa
cidade tinha 300.000 habitantes, quantos ha-
bitantes, aproximadamente, espera-se que ela
tenha no ano de 2000?
a. 325.000
b. 401.000
c. 423.000
d. 439.000
e. 441.000
21.
Racionalize os denominadores e simplifique,
se possível, as frações.
a.
b.
c.
1
3
10
5
7
8
d.
e.
5
5
2 1
2 1
3
+
−
22. UEPB
Calculando o valor de 9–0,333..., obtemos:
a.
b.
c.
d.
e.
23. Fuvest-SP
O valor da expressão é:
a. 2
b. 1
2
c. 2
d.
1
2
e. 2 + 1
24. Fuvest-SP
2
5 3
2
23-
- é igual a:
a. 5 + 3 + 43
b. 5 + 3 23-
c. 5 3 23- -
d. 5 + 3 43-
e. 5 3 43- -
Matemática básica
PV
-1
4-
14
64
Matemática
25. ESPM-SP
O valor da expressão 2 1
2 1
2 1
2 1
−
+
− +
−
é igual a:
a. 2 2
b. - 2 2
c. 0
d. 4 2
e. - 4 2
26. Uespi
A expressão 7 1
7 1
7 1
7 1
+
−
+ −
+
, na forma raciona-
lizada, é igual a:
a.
8
3
b. 8
5
c. 1
d.
8
7
e. 811
27.
a. Racionalize os denominadores das fra-
ções:
�
b. Calcule o valor de:
28. Cesgranrio-RJ
Sendo x > 0, com denominador racionalizado,
a razão torna-se:
a.
b.
c.
2x + 1
1
2 1
2x x
x
x
+
+
d.
e.
x
x
x x x
2 1
2
+
+ −
29. UFV-MG
A expressão 7
7 + −a a
, em que a é um nú-
mero positivo, equivale a:
a. 7
b. 7 + +a a
c. 7
d. 7
7
e. 1
30. FGV-SP
A expressão 3 5 2 13
7 5 3 13
−
+
é igual a:
a. - 1
15
b. 5 65 2 13
3
-
c. 183 23 65
128
-
d. - 7
128
e. 1
31. Inatel-MG
A expressão 30
5 3 2- -
é equivalente a:
a. 5 10 15
2
+ +
b. - - -5 10 15
2
c. − +5 25
2
d. 10 5
2
+
e. 10 6
3
+
32. Unifor-CE
Simplificando-se ,
obtém-se:
a. d.
b. e. 6
c.
PV
-1
4-
14
Matemática básica
65
Matemática
33. UFC
Seja A e B=
+
=
−
1
3 2
1
3 2
, então, A + B é
igual a:
a. –2 2
b. 3 2
c. –2 3
d. 3 3
e. 2 3
34. UFMG modificado
A expressão
a a
a a
− −
−
−
1
9
1
3 2
2
21· ( )
: , com a ≠ 0, é
equivalente a:
a. -a59
b. a
59
c. -a79
d. a79
e. -
a
a
29
35. Mackenzie-SP
A expressão 1
1 2
1
2 1−
−
+
é igual a:
a. 2
b. –2
c. 2
d. 2( 2 + 1)
e. –2 2
36. PUC-MG
Se x =
2
3 +2 2
e y =
56
4 2-
, então x + y é igual
a:
a. 22
b. 22 2
c. 8 2
d. 22 + 8 2
e. 160 + 4 2
37. UNB-DF
Se P Q R=
−
=
−
=
+1
7 5
1
8 5
5 8
3
, , ,
então:
a. P < Q < R
b. P < Q, Q < R
c. P > Q > R
d. P > Q = R
e. Q > P = R
38. CPCAR
O inverso de x
y
x
y
3 , com x > 0 e y > 0, é
igual a:
a. xy
y
56
c. yx
x
56
b. x y
x
23
d. xy
y
23
39. Fuvest-SP
Qual é o valor da expressão
3 1
3 1
3 1
3 1
+
−
+
−
+
?
a. 3
b. 4
c. 3
d. 2
e. 2
40. Unifesp
Se 0 < a < b, racionalizando o denominador,
tem-se que:
1
a b
b a
b a+
=
−
−
Assim, o valor da soma:
1
1 + 2
+
1
2 + 3
+
1
3 + 4
+ ... +
1
999 + 1.000
é:
a. 10 10 1-
b. 10 10
c. 99
d. 100
e. 101
Matemática básica
PV
-1
4-
14
66
Matemática
41.
Desenvolva os produtos notáveis:
a. (2x + 3y)2
b. (5x – 2y)2
c. (3a2 – b)2
42.
Desenvolva os produtos notáveis:
a. (x - 2y)(x + 2y)
b. (a3 - 2b)(a3 + 2b)
c. (2xy + z2)(2xy - z2)
43.
Desenvolva os produtos notáveis:
a. (x + 2y)3
b. (2x – y)3
c. (2x – 2y)3
44.
Desenvolva os produtos notáveis:
a. x x x x+
−
1 1
b. x
y
y
x
x
y
y
x
+
−
45. ETF-RJ
Qual a expressão que deve ser somada a
x2 – 6x + 5 para que resulte o quadrado de (x – 3)?
a. 3x
b. 4x
c. 3
d. 4
e. 3x + 4x
46.
Sendo x + y = 4 e x · y = 5, então x2 + y2 é igual a:
a. 6
b. 4
c. – 6
d.
10
e. – 1
47.
Sendo x2 + y2 = 65 e x · y = 28, então x + y é
igual a:
a. ± 5
b. ± 7
c. ± 9
d. ± 11
e. ± 13
48. ESPM-SP
A expressão (a + b + c)2 é igual a:
a. a2 + 2ab + b2 + c2
b. a2 + b2 + c2 + 2ab + 2ac + 2bc
c. a2 + b2 + c2 + 2abc
d. a2 + b2 + c2 + 4abc
e. a2 + 2ab + b2 + 2bc + c2
49. Ibmec-SP
A diferença entre o quadrado da soma e o
quadrado da diferença de dois números reais
é igual:
a. à diferença dos quadrados dos dois nú-
meros.
b. à soma dos quadrados dos dois números.
c. à diferença dos dois números.
d. ao dobro do produto dos números.
e. ao quádruplo do produto dos números.
50. FCC-SP
A expressão que deve ser somada a
a2 + 6a2b2 – 12a2b para que resulte o quadrado
de 2a – 3ab é:
a. 3a2 + 3a2b2
b. a2 – 9a2b2 + 12a2b
c. – 3a2 – 3a2b2
d. 3a2 + 3a2b2 + 24a2b
e. 3a2 – 3a2b2 + 24a2b
51.
Sendo x
x
t+ =
1
, obter em função de t o valor
de:
a. x
x
2
2
1
+
b. x x3 3+ −
c. x3 + x– 3
CAPÍTULO 02
PV
-1
4-
14
Matemática básica
67
Matemática
52.
Sendo E x y x y
xy
= + − −( ) ( )
( )
2 2
22
, calcule o valor da
expressão E + 1, sabendo que x– 1 · y– 1 é 2.
53.
Sendo A x e B x
x
= +
= −
1
2
12 2
, calcule
(A + B)2.
54. ESPM
Sabendo-se que x + y–1 = 7 e que x = 4y, o valor
da expressão x2 + y– 2 é igual a:
a. 49
b. 47
c. 45
d. 43
e. 41
55. Fuvest-SP
Se x
x
b calcule x
x
+ = +1 12 2, em função de b.
56. Fuvest-SP
Efetuando-se (579.865)2 – (579.863)2, obtém-se:
a. 4
b. 2.319.456
c. 2.319.448
d. 2.086.246
e. 1.159.728
57.
Num paralelepípedo retângulo de dimensões
a, b e c, sabe-se que a área total S e a diagonal
d são dadas pelas fórmulas:
S = 2ab + 2ac + 2bc
d a b c= + +2 2 2
Dado um paralelepípedo retângulo com S = 108
e d = 6, obtenha a + b + c.
58. Fuvest-SP
A diferença entre o cubo da soma de dois núme-
ros inteiros e a soma de seus cubos pode ser:
a. 4
b. 5
c. 6
d. 7
e. 8
59. UFPR
Se 2x + 2–x = 3, o valor de 8x + 8–x é:
a. 12
b. 18
c. 21
d. 24
e. 28
60.
Sendo E = 1 + 1.155 · 1.1572 com E > 0, então:
a. E = 26
b. E = 28
c. E = 32
d. E = 34
e. E = 36
Matemática básica
PV
-1
4-
14
68
Matemática
61.
Simplificar a expressão x xy y
x y
2 2
2 2
2+ +
−
, supon-
do seu denominador diferente de zero.
62.
Resolva os itens a seguir:
a. Fatorar: 25x2 + 70x + 49
b. Fatorar: x2 – 2x + 1
c. Fatorar: a3 – 10a2 + 25a
d. Calcular: 2.4992
63. FEBA
Sabe-se que a + b = ab = 10. Então, o valor de
a
b
b
a
+ é:
a. 2
b. 4
c. 8
d. 16
e. 20
64. Fameca-SP
Dado que x = a + x–1, a expressão x2 + x–2 é
igual a:
a. a2 + 2
b. 2a + 1
c. a2 + 1
d. 2a – 1
e. a2
65.
Resolva os itens a seguir:
a. Fatorar: a3 – 8
b. Fatorar: x3 + 1
c. Fatorar: x3 + 2x2 + 2x + 1
66.
Resolva os itens a seguir:
a. a
a
3
2
1
1
-
-
b. m n
m m n mn
3 3
3 2 2
+
− +
c. x x y xy y
x y
x xy y
x xy y
3 2 2 3
3 3
2 2
2 2
3 3 2+ + +
+
+ +
− +
:
67.
Sabendo-se que a + 1
a
= 3, calcular o valor de
a3 + 1
3a
.
68.
Fatore as expressões.
a. x4 – y4
b. (a + b)2 – c2
c. 4a2 – 49b2m
d. (x + 3)2 – (3x – 4)2
69.
Resolva os itens a seguir:
a. Fatorar: x2 + 2y2 + 3xy + x + y
b. Fatorar: 4a2 – 9b2
c. Fatorar: (x + y)2 – (x – y)2
d. Fatorar: x4 – y4
e. Calcular: 2.501 · 2.499
70.
Resolva os itens a seguir:
a. Fatorar: 6a4b2c + 8a3b5 – 12ab3c2
b. Fatorar: (a + b) · x + 2 · (a + b)
c. Fatorar: 2x + ax + 2y + ay
d. Fatorar: x3 + x2 – 3x – 3
e. Fatorar: x2 – 5x + 6
71. PUC-MG
A diferença entre os quadrados de dois núme-
ros ímpares, positivos e consecutivos é 40. Es-
ses números pertencem ao intervalo:
a. [3, 9]
b. [4, 10]
c. [8, 14]
d. [10, 15]
e. [11, 14]
CAPÍTULO 03
PV
-1
4-
14
Matemática básica
69
Matemática
72. UEFS-BA
Simplificando a expressão
x xy
xy y
x y
x y xy
2
2
2 2
2 2 2
+
−
−
+ +
· , obtém-se:
a. 1
2 2x y+
d. x
y
2
2
b. 1
32 2x y xy+ +
e. x
y
c.
2 2
2 2
x x
x y xy
+
+ +
73. Fatec-SP
O valor da expressão , para
, é:
a.
b.
c. 2
d. – 0,75
e.
74. Unifor-CE
A expressão 2 3
2 1
2
1
1
2
2
x x
x x
x
x
com x
+ +
+ +
− +
+
≠ −, ,
é equivalente a:
a. x
x
−
+
1
1
2
b. x
x
−
+
1
1
c. 1
d. x x
x
2
2
4 5
1
+ +
+( )
e. x
x
+
+
5
1
75. UFG-GO
Simplificando ( ) ( )x y y y x
x y
+ − +
−
3 2
2 2
2 , temos:
a. ( )y x
x y
+
−
2
b. x - y
c. x - y - 2x2y
d. x y
x y
2 2+
−
e. x + y
76. UFU-MG
Sabendo-se que x y e x y+ = − =15
7
1
14
, qual
é o valor da expressão:
E
x xy y x y
x y x xy y
x xy
x
=
+ + −
− + +
−( )( )
( )( )
:
( )2 2 3 3
2 2 2 2
22
2
?
a. 30 c. 60 e. 25
b. d.
77. UFPE
A diferença 555552 – 444442 não é igual a:
a. 9 · 111112
b. 99999 · 11111
c. 1111088889
d. 333332
e. 11110 · 88889
78. Fatec-SP
Se a, x, y e z são números reais tais que
z
x y ax ay
a a a
a
a
=
− + −
− − +
+
−
2 2
1
2
13 2 2
: , então z é igual a:
a.
x y
a
-
-1
d. x y
a
+
− 1
b. x y
a
-
-2 1
e. ( ) · ( )x y a
a
− +
−
1
1
c.
x y
a
+
+ 1
79. Unifesp
Se 1
1
27
373x x+ +
= , então
1
23x x+ +
é igual a:
a. 27
84
b. 27
64
c. 27
38
d. 28
37
e. 64
27
80.
Prove que 20 14 2 20 14 23 3+ + − é um
número racional.
Matemática básica
PV
-1
4-
14
70
Matemática
81.
Calcule o valor de:
a. 0,1% de 460
b. 125% de 540
82.
Represente as porcentagens na forma decimal
e os decimais e frações na forma de porcen-
tagem.
a. 64% d. 135%
b. 142,7% e.
c. 0,37% f.
83.
Se um em cada 320 habitantes de uma cidade
é engenheiro, então a porcentagem de enge-
nheiros nessa cidade é de:
a. 0,32%
b. 3,2%
c. 0,3125%
d. 0,3215%
e. 3,125%
84. UFV-MG
Observando a figura, podemos dizer que a ra-
zão entre a área colorida e a área do triângulo
MNP é expressa, na forma percentual, por:
a. 37,5%
b. 37%
c. 63%
d. 53%
e. 62,5%
85. FGV
Se P é 30% de Q, Q é 20% de R e S é 50% de R,
então P
S
é igual a:
a.
b.
c.
3
250
3
25
1
d.
e.
6
5
4
3
86. Unicamp-SP
Uma quantidade de 6.240 litros de água apre-
sentava um índice de salinidade de 12%. Devi-
do à evaporação, esse índice subiu para 18%.
Calcule, em litros, a quantidade de água que
evaporou.
87. Fuvest-SP
O salário de Antônio é igual a 90% do de Pedro.
A diferença entre os salários é de R$ 500,00. O
salário de Antônio é:
a. R$ 5.500,00
b. R$ 45.000,00
c. R$ 4.000,00
d. R$ 4.500,00
e. R$ 3.500,00
88. Vunesp
Uma pesquisa realizada com pessoas com ida-
de maior ou igual a sessenta anos residentes
na cidade de São Paulo, publicada na revista
Pesquisa/Fapesp de maio de 2003, mostrou
que, dentre os idosos que nunca frequenta-
ram a escola, 17% apresentam algum tipo de
problema cognitivo (perda de memória, de ra-
ciocínio e de outras funções cerebrais). Se den-
tre 2.000 idosos pesquisados, um em cada cinco
nunca foi à escola, o número de idosos pesqui-
sados nessa situação e que apresentam algum
tipo de problema cognitivo é:
a. 680
b. 400
c. 240
d. 168
e. 68
CAPÍTULO 04
PV
-1
4-
14
Matemática básica
71
Matemática
89. Fuvest-SP
Num colégio com 1.000 alunos, 65% dos quais
são do sexo masculino, todos os estudantes
foram convidados a opinar sobre o novo plano
econômico do governo. Apurados os resulta-
dos, verificou-se que 40% dos homens e 50%
das mulheres manifestaram-se favoravelmen-
te ao plano. A porcentagem de estudantes fa-
voráveis ao plano vale:
a. 43,5% d. 17,5%
b. 45% e. 26%
c. 90%
90. ENEM
O tabagismo (vício em fumo) é responsável por
uma grande quantidade de doenças e mortes
prematuras na atualidade. O Instituto Nacional
do Câncer divulgou que 90% dos casos diag-
nosticados de câncer de pulmão e 80% dos
casos diagnosticados de enfisema pulmonar
estão associados ao consumo de tabaco. Para-
lelamente, foram mostrados os resultados de
uma pesquisa realizada em um grupo de 2.000
pessoas com doenças
de pulmão, das quais
1.500 são casos diagnosticados de câncer e 500
são casos diagnosticados de enfisema.
Com base nessas informações, pode-se esti-
mar que o número de fumantes desse grupo
de 2.000 pessoas é, aproximadamente:
a. 740
b. 1.100
c. 1.310
d. 1.620
e. 1.750
91. Fuvest-SP
Um recipiente contém uma mistura de leite
natural e leite de soja num total de 200 li-
tros, dos quais 25% são de leite natural. Qual
a quantidade de leite de soja que deve ser
acrescentada a essa mistura para que venha a
conter 20% de leite natural?
92. Fuvest-SP
Um lote de livros foi impresso em duas gráfi-
cas, A e B; A imprimiu 70% dos livros e B, 30%.
Sabe-se que 3% dos livros impressos em A e
2% dos livros impressos em B são defeituosos.
Qual a porcentagem dos livros defeituosos do
lote?
93. Faap-SP
Em 20 kg de uma liga com 30% de cobre, quan-
tos quilos se deve acrescentar desse material
para que aquela porcentagem passe para 40%?
94.
Um negociante vendeu mercadorias compra-
das a R$ 4.000,00 por R$ 5.000,00. De quantos
por cento foi seu lucro sobre o preço de com-
pra e sobre o preço de venda?
95. Fuvest-SP
Em uma prova de 25 questões, cada respos-
ta certa vale + 0,4 e cada resposta errada vale
– 0,1. Um aluno resolveu todas as questões e
teve nota 0,5. Qual a porcentagem de acertos
desse aluno?
a. 25%
b. 24%
c. 20%
d. 16%
e. 5%
96. ITA-SP
Certa liga contém 20% de cobre e 5% de esta-
nho. Quantos quilos de cobre e quantos quilos
de estanho devem ser adicionados a 100 qui-
los dessa liga para a obtenção de uma outra
com 30% de cobre e 10% de estanho?
97. ENEM
As “margarinas” e os chamados “cremes vege-
tais” são produtos diferentes, comercializados
em embalagens quase idênticas. O consumidor,
para diferenciar um produto do outro, deve ler
com atenção os dizeres do rótulo, geralmente
em letras muito pequenas. As figuras que se-
guem representam rótulos desses dois produtos.
Peso líquido 500 g
MARGARINA
65% de lipídeos
Valor energético por porção de 10 g: kcal
Peso líquido 500 g
CREME VEGETAL
35% de lipídeos
Valor energético por porção de 10 g: kcal
Matemática básica
PV
-1
4-
14
72
Matemática
Uma função dos lipídios no preparo das mas-
sas alimentícias é torná-las mais macias. Uma
pessoa que, por desatenção, use 200 g de
creme vegetal para preparar uma massa cuja
receita pede 200 g de margarina não obterá
a consistência desejada, pois estará utilizando
uma quantidade de lipídios que é, em relação
à recomendada, aproximadamente:
a. o triplo.
b. o dobro.
c. a metade.
d. um terço.
e. um quarto.
98.
Uma pessoa aplica 60% do seu capital a uma
taxa de 20% ao ano. A que taxa ao ano essa pes-
soa deve aplicar a outra parte do seu capital
para que, após um ano, os montantes obtidos
sejam iguais?
a. 30%
b. 40%
c. 60%
d. 80%
e. 120%
99.
A União da Indústria de cana-de-açú-
car, Unica, quer retomar os 25% de eta-
nol anidro misturado na gasolina. Há dois
meses, o governo federal reduziu o nível
para 20% como uma forma de controlar a
escalada dos preços do etanol e evitar um
desabastecimento.
O Estado de S. Paulo, 14.12.2011.
Admita que certo tanque contenha 9.000 li-
tros de uma mistura combustível composta
de 80% de gasolina e 20% de etanol anidro.
Para que essa mistura passe a ter 25% de eta-
nol anidro, conforme desejo dos produtores,
será necessário adicionar à mistura original
uma quantidade, em litros, de etanol anidro
igual a:
a. 600
b. 550
c. 500
d. 450
e. 400
100. ENEM
A eficiência de anúncios num painel eletrônico
localizado em uma certa avenida movimenta-
da foi avaliada por uma empresa. Os resulta-
dos mostraram que, em média:
– passam, por dia, 30.000 motoristas em
frente ao painel eletrônico;
– 40% dos motoristas que passam obser-
vam o painel;
– um mesmo motorista passa três vezes
por semana pelo local.
Segundo os dados anteriores, se um anúncio
de um produto ficar exposto durante sete dias
nesse painel, é esperado que o número míni-
mo de motoristas diferentes que terão obser-
vado o painel seja:
a. 15.000
b. 28.000
c. 42.000
d. 71.000
e. 84.000
101. Uneb-BA
O preço do cento de laranja sofreu dois au-
mentos consecutivos de 10% e 20%, passando
a custar R$ 5,28. O preço do cento da laranja
antes dos aumentos era de:
a. R$ 4,00
b. R$ 3,80
c. R$ 3,70
d. R$ 4,40
e. R$ 4,20
102. Fafeod-MG
Um vendedor resolve aumentar o preço de
venda de um determinado produto em 30%.
Sabendo-se que o lucro do vendedor antes do
aumento era de 15% e que não houve altera-
ção no preço de custo, podemos afirmar que
após o aumento seu lucro é de:
a. 18%
b. 15%
c. 45%
d. 49,5%
e. 19,5%
PV
-1
4-
14
Matemática básica
73
Matemática
103. Fuvest-SP
A cada ano que passa, o valor de um carro di-
minui 30% em relação ao valor anterior. Se V
for o valor do carro no primeiro ano, o seu va-
lor no oitavo ano será:
a. (0,7)7 · V
b. (0,3)7 · V
c. (0,7)8 · V
d. (0,3)8 · V
e. (0,3)9 · V
104. Mackenzie-SP
Numa loja, um determinado produto de pre-
ço p é posto em promoção, do tipo “leve 5 e
pague 3”. O desconto que a promoção oferece
sobre o preço p do produto é de:
a. 40%
b. 35%
c. 30%
d. 25%
e. 20%
105. UFG-GO
Uma empresa concedeu aumento de 8% a
seus funcionários. Após o aumento, um dos
funcionários passou a receber R$ 237,60. Qual
era o salário desse funcionário?
106. FGV-SP
Roberto Mathias investiu R$ 12.000,00 em
ações das empresas A e B. Na época da compra,
os preços unitários das ações eram R$ 20,00
para a empresa A e R$ 25,00 para a B.
Depois de algum tempo, o preço unitário de
A aumentou 200% e o de B aumentou apenas
10%. Nessa ocasião, o valor total das ações da
carteira era de R$ 17.000,00.
A diferença, em valor absoluto, entre as quan-
tidades de ações compradas de A e B foi de:
a. 200
b. 225
c. 300
d. 250
e. 275
107. UFMG
Um comerciante aumentou os preços de
suas mercadorias em 150%. Como a venda
não estava satisfatória, voltou aos preços
praticados antes do aumento. Em relação
aos preços aumentados, o percentual de re-
dução foi de:
a. 0%
b. 60%
c. 75%
d. 100%
e. 150%
108. FGV-SP
Um lucro de 30% sobre o preço de venda de
uma mercadoria representa que porcentagem
sobre o preço de custo da mesma mercadoria?
a. 30%
b. 15%
c. 42,86%
d. 7,5%
e. 21,42%
109. Fuvest-SP
Um vendedor ambulante vende os seus pro-
dutos com lucro de 50% sobre o preço de ven-
da. Então, o seu lucro sobre o preço de custo é
de:
a. 10%
b. 25%
c. 33,333...%
d. 100%
e. 120%
110. UERJ
Um trem transportava, em um de seus vagões,
um número inicial n de passageiros. Ao parar
em uma estação, 20% desses passageiros de-
sembarcaram. Em seguida, entraram nesse
vagão 20% da quantidade de passageiros que
nele permeneceu após o desembarque. Dessa
forma, o número final de passageiros no vagão
corresponde a 120.
Determine o valor de n.
Matemática básica
PV
-1
4-
14
74
Matemática
111. Unesp
O lucro líquido mensal de um produtor ru-
ral com a venda de leite é de R$ 2.580,00.
O custo de produção de cada litro de leite,
vendido por R$ 0,52, é de R$ 0,32. Para au-
mentar em exatamente 30% o seu lucro lí-
quido mensal, considerando que os valores
do custo de produção e do lucro, por litro
de leite, permaneçam os mesmos, quantos
litros a mais de leite o produtor precisa ven-
der mensalmente?
a. 16.770
b. 12.900
c. 5.700
d. 3.870
e. 3.270
112. Unifesp
André aplicou parte de seus R$ 10.000,00 a
1,6% ao mês, e o restante a 2% ao mês. No fi-
nal de um mês, recebeu um total de R$ 194,00
de juros das duas aplicações. O valor absoluto
da diferença entre os valores aplicados a 1,6%
e a 2% é:
a. R$ 4.000,00.
b. R$ 5.000,00.
c. R$ 6.000,00.
d. R$ 7.000,00.
e. R$ 8.000,00.
113. Fuvest-SP
Sobre o preço de um carro importado incide
um imposto de importação de 30%. Em fun-
ção disso, o seu preço para o importador é de
R$ 19.500,00. Supondo que tal imposto passe
de 30% para 60%, qual será, em reais, o novo
preço do carro
para o importador?
a. R$ 22.500,00
b. R$ 24.000,00
c. R$ 25.350,00
d. R$ 31.200,00
e. R$ 39.000,00
114. Fuvest-SP
Uma certa mercadoria é vendida nas lojas A e B,
sendo R$ 20,00 mais cara em B. Se a loja B ofe-
recesse um desconto de 10%, o preço nas duas
lojas seria o mesmo. Qual é o preço na loja A?
115. Uespi
Uma máquina que fazia 80 fotocópias por mi-
nuto foi substituída por outra que é 30% mais
veloz. Quantas fotocópias a nova máquina faz,
em 30 segundos?
a. 48 d. 54
b. 50 e. 56
c. 52
116. Fuvest-SP
Um comerciante compra calças, camisas e
saias e as revende com lucro de 20%, 40% e
30%, respectivamente. O preço x que o comer-
ciante paga por uma calça é três vezes o que
ele paga por uma camisa e duas vezes o que
ele paga por uma saia. Certo dia, um cliente
comprou duas calças, duas camisas e duas
saias e obteve um desconto de 10% sobre o
preço total.
a. Quanto esse cliente pagou por sua
compra, em função de x?
b. Qual o lucro aproximado, em porcen-
tagem, obtido pelo comerciante nessa
venda?
117. Unifesp
Uma empresa brasileira tem 30% de sua dívida
em dólares e os 70% restantes em euros. Ad-
mitindo-se uma valorização de 10% do dólar e
uma desvalorização de 2% do euro, ambas em
relação ao real, pode-se afirmar que o total da
dívida dessa empresa, em reais:
a. aumenta 8%.
b. aumenta 4,4%.
c. aumenta 1,6%.
d. diminui 1,4%.
e. diminui 7,6%.
118. FGV-SP
Um aparelho de TV é vendido por R$ 1.000,00
em dois pagamentos iguais, sem acréscimo,
sendo o 1º como entrada e o 2º, um mês após
a compra. Se o pagamento for feito à vista,
há um desconto de 4% sobre o preço de
R$ 1.000,00. A taxa mensal de juros simples
do financiamento é, aproximadamente, igual a:
a. 8,7% d. 5,7%
b. 7,7% e. 4,7%
c. 6,7%
PV
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4-
14
Matemática básica
75
Matemática
119. Unesp
Suponhamos que, para uma dada eleição, uma
cidade tivesse 18.500 eleitores inscritos. Supo-
nhamos ainda que, para essa eleição, no caso
de se verificar um índice de abstenções de 6%
entre os homens e de 9% entre as mulheres,
o número de votantes do sexo masculino será
exatamente igual ao de votantes do sexo fe-
minino.
Determine o número de eleitores inscritos de
cada sexo.
120. Fuvest-SP
O valor, em reais, de uma pedra semipreciosa
é sempre numericamente igual ao quadrado
de sua massa, em gramas. Infelizmente uma
dessa pedras, de 8 gramas, caiu e se partiu em
dois pedaços. O prejuízo foi o maior possível.
Em relação ao valor original, o prejuízo foi de:
a. 92%
b. 80%
c. 50%
d. 20%
e. 18%
121. UFPE
Se a liga A contém 25% de ouro e 75% de prata
e a liga B contém 55% de ouro e 45% de prata,
quantos gramas da liga A se deve misturar com
a liga B de modo a se obterem 120 g de uma liga
com a mesma concentração de ouro e prata?
122. Fuvest-SP
O preço de certa mercadoria sofre anualmente
um acréscimo de 100%. Supondo que o preço
atual seja R$ 100,00, daqui a três anos será:
a. R$ 300,00
b. R$ 400,00
c. R$ 600,00
d. R$ 800,00
e. R$ 1.000,00
123. Mackenzie-SP
Nos três primeiros trimestres de um ano, a
inflação foi, respectivamente, 5%, 4% e 6%.
Nessas condições, a inflação acumulada nesse
período foi:
a. 15%
b. 15,75%
c. 16%
d. 16,75%
e. 15,25%
124. FGV-SP
O salário de um gerente sofreu em março e
abril aumentos de 15% e 12%, respectivamen-
te. No mês de maio, esse gerente foi obrigado
a aceitar uma redução de 8% em seu salário
em função de mudança de emprego. O que
ocorreu com o salário desse gerente no tri-
mestre?
a. Aumentou em aproximadamente 18,5%.
b. Aumentou em aproximadamente 28%.
c. Aumentou em aproximadamente 25%.
d. Aumentou em aproximadamente 21,5%.
e. Aumentou em aproximadamente 17%.
125. E.N.
Uma senhora extremamente gorda resolveu
fazer uma dieta e perdeu em três meses 30%
de seu peso; entretanto, nos três meses se-
guintes, ela aumentou seu peso em 40%. No
decorrer desse semestre, o peso da senhora:
a. aumentou 16%.
b. aumentou 10%.
c. manteve seu valor inicial.
d. diminuiu 10%.
e. diminuiu 2%.
126. Unesp
Cássia aplicou o capital de R$ 15.000,00 a juros
compostos, pelo período de 10 meses e à taxa
de 2% a.m. (ao mês).
Considerando a aproximação (1,02)5 = 1,1,
Cássia computou o valor aproximado do mon-
tante a ser recebido ao final da aplicação. Esse
valor é:
a. R$ 18.750,00.
b. R$ 18.150,00.
c. R$ 17.250,00.
d. R$ 17.150,00.
e. R$ 16.500,00
127. FEI modificado
Fiz a compra de um aparelho numa loja em
liquidação que dava 10% de desconto sobre
o preço de qualquer mercadoria. Estava para
Matemática básica
PV
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4-
14
76
Matemática
pagar a conta, com o referido desconto, quando
encontrei na gerência um amigo de infância que,
em nome da velha amizade, deu-me um descon-
to de 10% sobre o que estava prestes a pagar. Pa-
guei, então, a importância de R$ 810,00. Qual era
o preço inicial do aparelho?
a. R$ 830,00
b. R$ 900,00
c. R$ 1.000,00
d. R$ 1.110,00
e. R$ 1.200,00
128. Fatec-SP
Numa microempresa, consomem-se atual-
mente X litros de combustível por dia. Para a
próxima semana, haverá um aumento de 5%
no preço do combustível. Com o objetivo de
manter a mesma despesa, será feita uma re-
dução no consumo. O novo consumo diário de
combustível deverá ser de, aproximadamente:
a. 94,2% X
b. 95% X
c. 95,13% X
d. 95,24% X
e. 95,5% X
129. Fuvest-SP
Pedro e João são concorrentes na venda de car-
nês. Em maio, eles venderam o mesmo número
de carnês. Em junho, Pedro conseguiu aumen-
tar em 32% as suas vendas. Porém, neste mês
de junho, as vendas de João foram 25% supe-
riores às de Pedro. Em relação ao mês de maio,
de quanto foi o aumento nas vendas de João?
a. 32% d. 60%
b. 40% e. 65%
c. 57%
130. FEI
Uma loja vende um liquidificador por R$ 16,00
para pagamento à vista ou em duas prestações
fixas de R$ 9,00, uma entrada e outra para 30
dias. A taxa de juros mensais cobrada pela fir-
ma está no intervalo:
a. de 10% a 14% ao mês.
b. de 15% a 19% ao mês.
c. de 20% a 24% ao mês.
d. de 25% a 29% ao mês.
e. de mais de 30% ao mês.
131. Unesp
O quadro, reproduzido da revista Veja (7/6/95),
mostra quanto renderam os investimentos do
início de 1995 a 31 de maio desse ano.
Perdas e lucros
Quanto renderam os
investimentos do início
do ano até 31 de maio,
descontada a inflação
(em %).
10,7 CDB
7,0
poupança
4,8
fundão
– 3,7
ouro
– 21,5
Ibovespa
– 18,2
IBV
– 6,2 dólar
paralelo
– 1,6 dólar
comercial
Considerando esses dados, suponhamos que
uma pessoa, no primeiro dia útil de 1995, ti-
nha investido na poupança metade das enco-
nomias que possuía e investido no dólar para-
lelo a outra metade. Se o rendimento global
obtido por ela no período foi de R$ 400,00,
quanto investiu ao todo?
132. Mackenzie-SP
Numa loja, a diferença entre o preço de ven-
da solicitado e o preço de custo de um deter-
minado produto é 3.000. Se esse produto for
vendido com 20% de desconto, ainda assim
dará um lucro de 30% à loja. Então, a soma en-
tre os preços de venda e de custo é:
a. 15.200
b. 14.600
c. 13.600
d. 12.600
e. 6.400
133. Mackenzie-SP
Um comerciante comprou uma peça de 50
metros por R$ 1.000,00. Se ele vender 20 me-
tros com lucro de 50%, 20 metros com lucro
de 30% e 10 metros pelo preço de custo, o seu
lucro total na venda dessa peça será de:
a. 8% d. 32%
b. 12% e. 40%
c. 20%
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4-
14
Matemática básica
77
Matemática
134. Fuvest-SP
Um automóvel consumia trimetil-2,24-penta-
no puro, ao preço de R$ 5/L e percorria 12 km/L.
Posteriormente, passou a consumir a mis-
tura de 80% de trimetil-2,2,2-pentano com
20% de álcool etílico, 20% mais cara (R$ 6/L), e
a percorrer 10 km/L. O aumento percentual do
custo do km percorrido foi de:
a. 25%
b. 40%
c. 44%
d. 60%
e. 72%
135. FGV-SP
As vendas de uma empresa foram, em 1982,
60% superiores às vendas de 1980. Em relação
a 1982, as vendas de 1980 foram inferiores
em:
a. 25%
b. 42,5%
c. 30%
d. 27,50%
e. 37,5%
136. Vunesp
Um lojista sabe que,
para não ter prejuízo, o
preço de venda de seus produtos deve ser, no
mínimo, 44% superior ao preço de custo. As-
sim, ele prepara a tabela de preços de venda
acrescentando 80% ao preço de custo, porque
sabe que o cliente gosta de obter desconto no
momento da compra. Qual é o maior descon-
to que ele pode conceder ao cliente, sobre o
preço de tabela, de modo a não ter prejuízo?
a. 10%
b. 15%
c. 20%
d. 25%
e. 36%
137. Fuvest-SP
a. Se os preços aumentam 10% ao mês,
qual a porcentagem de aumento em
um trimestre?
b. Supondo a inflação constante, qual
deve ser a taxa trimestral de inflação
para que a taxa anual seja 100%?
138. FVG-SP
O “Magazine Lúcia” e a rede “Corcovado” de
hipermercados vendem uma determinada
marca de aparelho de som do tipo Home Ci-
nema pelo mesmo preço à vista. Na venda a
prazo, ambas as lojas cobram a taxa de juros
compostos de 10% ao mês, com planos de pa-
gamentos distintos.
Comprando a prazo no “Magazine Lúcia”, um
consumidor deve pagar R$ 2.000,00 no ato
da compra e R$ 3.025,00 depois de 2 meses,
enquanto na rede “Corcovado” ele pode levar
o aparelho sem desembolsar dinheiro algum,
pagando uma parcela de R$ 1.980,00, 1 mês
após a compra, e o saldo em 2 meses após a
compra.
a. Qual o valor à vista do aparelho de som?
b. Se um consumidor comprar o aparelho
de som a prazo na rede “Corcovado”,
qual o valor da parcela final, vencível 2
meses após a compra?
139. UFMG
Uma loja oferece duas formas de pagamento
a seus clientes: 10% de desconto sobre o pre-
ço anunciado se o pagamento for à vista, ou
o preço anunciado dividido em duas parcelas
iguais: a 1ª no ato da compra e a 2ª no trigési-
mo dia após a compra.
A taxa mensal de juros efetivamente cobrada,
no pagamento parcelado, é de:
a. 10% d. 30%
b. 15% e. 50%
c. 25%
140. FGV-SP
Numa loja, os preços dos produtos expostos
na vitrine incluem um acréscimo de 50% sobre
o preço de custo.
Durante uma liquidação, o lojista decidiu ven-
der os produtos com um lucro real de 20% so-
bre os preços de custo.
a. Calcule o desconto que ele deve dar so-
bre os preços da vitrine.
b. Quando não há liquidação, sua venda é
a prazo, com um único pagamento após
dois meses e uma taxa de juros com-
postos de 10% ao mês. Nessa condição,
qual será a porcentagem do lucro sobre
o preço de custo?
Matemática básica
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4-
14
78
Matemática
141. Fuvest
Determine os números que são divisores de
40.
142. Uespi
O número de divisores do inteiro 1.800 é:
a. 24
b. 36
c. 48
d. 60
e. 72
143. ESPM-SP
O número natural N = 180 · p, em que p é um
número primo, possui 27 divisores naturais.
O valor de p é:
a. 2 d. 7
b. 3 e. 11
c. 5
144. UFPE
Um cubo tem aresta 23 · 32. Para quantos natu-
rais n esse cubo pode ser dividido em (mais de
um) cubos congruentes de aresta n?
a. 7
b. 9
c. 11
d. 13
e. 15
145. Unifesp
O número de inteiros positivos que são di-
visores do número N = 214 · 353, inclusive
1 e N, é:
a. 84
b. 86
c. 140
d. 160
e. 162
146. Fatec-SP
O número inteiro N = 1615 + 256 é divisível por:
a. 5 d. 13
b. 7 e. 17
c. 11
147.
Qual o número de dois algarismos que dividi-
do por 25 tem resto 2 e que dividido por 9 tem
resto 5?
148. Unicamp-SP
A divisão de um certo número positivo N por
1.994 deixa resto 148. Calcule o resto da divi-
são de N + 2.000 pelo mesmo número 1.994.
149.
Determine o menor número que se deve so-
mar a 8.746 para se obter um múltiplo de 11
aumentado de 4 unidades.
150.
Mostre que a soma de um número de dois alga-
rismos com aquele que se obtém invertendo-se
a ordem de seus algarismos é múltiplo de 11.
151. Unifesp
O conhecido quebra-cabeça “Leitor virtual de
pensamentos” baseia-se no seguinte fato: se
x ≠ 0 é o algarismo das dezenas e y é o algaris-
mo das unidades do número inteiro positivo
“xy”, então o número z = “xy” − (x + y) é sem-
pre múltiplo de 9.
a. Verifique a veracidade da afirmação
para os números 71 e 30.
b. Prove que a afirmativa é verdadeira
para qualquer número inteiro positivo
de dois algarismos.
152. UnB-DF
Se x, y e z são três números inteiros positivos e
a x y
b y z
c x z
= +
= +
= +
, então:
a. (a + b + c) é sempre um número par.
b. (a + b + c) é sempre um número ímpar.
c. (a + b + c) é sempre um múltiplo de 3.
d. (a + b + c) é sempre um múltiplo de 5.
e. (a + b + c) é sempre um múltiplo de 7.
CAPÍTULO 05
PV
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14
Matemática básica
79
Matemática
153. UFMG
Considera-se o conjunto M de todos os números
inteiros formados por exatamente três algaris-
mos iguais. Pode-se afirmar que todo n ∈ M é
múltiplo de:
a. 5
b. 7
c. 13
d. 17
e. 37
154. FGV-SP
Em uma sala de aula, a razão entre o núme-
ro de homens e o de mulheres é 3
4
. Seja N o
número total de pessoas (número de homens
mais o de mulheres). Um possível valor para
N é:
a. 46
b. 47
c. 48
d. 49
e. 50
155. Mackenzie-SP
Um número N é formado por dois algarismos, a
e b, tais que a + b = 7. Se N - 1 é divisível por 7,
então N + 1 é múltiplo de:
a. 11
b. 9
c. 3
d. 13
e. 5
156. UFU-MG
Considere a e b dois números inteiros, tais
que a – b = 23, sendo b > 0. Sabendo-se que
na divisão de a por b o quociente é 8 e o resto
é o maior valor possível nessa divisão, então
a + b é igual a:
a. 29
b. 26
c. 32
d. 36
157. UFRR
A quantidade de números primos de 2 algaris-
mos que, divididos por 13, deixam resto 3 é
igual a:
a. 0
b. 1
c. 2
d. 3
e. 4
158. Fuvest-SP
Mostre que se m é um número ímpar, então
m2 - 1 é divisível por 8.
159.
Em uma festa com n pessoas, em um dado
instante, 31 mulheres se retiraram e restaram
convidados na razão de 2 homens para cada
mulher. Um pouco mais tarde, 55 homens se
retiraram e restaram, a seguir, convidados na
razão de 3 mulheres para cada homem. O nú-
mero n de pessoas presentes inicialmente na
festa era igual a:
a. 100
b. 105
c. 115
d. 130
e. 135
160.
Considere o critério de divisibilidade por 3:
“um número natural é divisível por 3 quando
a soma dos algarismos que o formam resultar
em um número múltiplo de 3”.
Prove a validade desse critério para um núme-
ro natural de 3 algarismos.
161. Vunesp
Três viajantes partem num mesmo dia de
uma cidade A. Cada um desses três viajantes
retorna à cidade A exatamente a cada 30, 48
e 72 dias, respectivamente. O número mínimo
de dias transcorridos para que os três viajantes
estejam juntos novamente na cidade A é:
a. 144
b. 240
c. 360
d. 480
e. 720
Matemática básica
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80
Matemática
162. Unicamp-SP
Numa linha de produção, certo tipo de manu-
tenção é feito na máquina A a cada 3 dias, na
máquina B a cada 4 dias e na máquina C a cada
6 dias.
Se no dia 2 de dezembro foi feita a manuten-
ção nas três máquinas, a próxima vez em que
a manutenção das três ocorreu no mesmo dia
foi:
a. 5 de dezembro.
b. 6 de dezembro.
c. 8 de dezembro.
d. 14 de dezembro.
e. 26 de dezembro.
163. UEM-PR
As merendas servidas nas escolas da cidade
de Alegria são todas preparadas em uma cozi-
nha central e depois são embaladas em paco-
tes contendo, cada um, o mesmo número de
merendas. Para facilitar o transporte, a quan-
tidade de pacotes deve ser a menor possível.
Sabendo que as escolas A, B, C e D recebem,
respectivamente, 700, 630, 805 e 560 meren-
das, qual é o número de merendas em cada
pacote?
164. Mackenzie-SP
Nas últimas eleições, três partidos políticos
tiveram direito, por dia, a 90 s, 108 s e 144 s de
tempo gratuito de propaganda na televisão,
com diferentes números de aparições. O tempo
de cada aparição, para todos os partidos, foi
sempre o mesmo e o maior possível. A soma
do número das aparições diárias dos partidos
na TV foi de:
a. 15
b. 16
c. 17
d. 19
e. 21
165. PUC-MG
A partir das 07h00min, as saídas de ônibus de
Belo Horizonte para Sete Lagoas, Ouro Preto e
Monlevade obedecem à seguinte escala:
• Para Sete Lagoas, de 35 em 35 minutos.
• Para Ouro Preto, de 40 em 40 minutos.
• Para Monlevade, de 70 em
70 minutos.
Às sete horas, os ônibus saem juntos. Após as
sete horas, os ônibus para essas cidades volta-
rão a sair juntos às:
a. 10h20min
b. 11h40min
c. 12h10min
d. 13h00min
166. PUC-MG
O terreno da figura tem a forma de um triân-
gulo retângulo cujos catetos medem, respecti-
vamente, 30 m e 40 m. Em volta desse terreno,
devem ser plantadas n palmeiras igualmente
espaçadas, considerando as distâncias medi-
das sobre os lados do triângulo, de modo que
a distância entre uma e outra planta seja a
maior possível e o número de palmeiras seja o
menor. Nessas condições, o valor de n é:
a. 10
b. 12
c. 15
d. 20
167. Fuvest-SP
No alto da torre de uma emissora de televisão,
duas luzes "piscam" com frequências
diferentes. A primeira "pisca" 15 vezes por
minuto e a segunda "pisca" 10 vezes por
minuto. Se, num certo instante, as luzes piscam
simultaneamente, após quantos segundos elas
voltarão a "piscar" simultaneamente?
a. 12 d. 15
b. 10 e. 30
c. 20
168. Mackenzie-SP
Um painel decorativo retangular, com dimen-
sões 2,31 m e 92,4 cm, foi dividido em um nú-
mero mínimo de quadrados de lados paralelos
aos lados do painel e áreas iguais. Esse núme-
ro de quadrados é:
a. 10 d. 14
b. 8 e. 12
c. 16
PV
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14
Matemática básica
81
Matemática
169. PUC-MG
Um latifundiário decide lotear três terrenos
com áreas de 145 ha, 174 ha e 232 ha, de
modo que os lotes sejam de áreas iguais e
cada um deles tenha a maior área possível.
Nessas condições, o número de lotes, depois
de feita a divisão, é:
a. 15
b. 17
c. 19
d. 21
170. Mackenzie-SP
Os números compreendidos entre 400 e
1.500, divisíveis ao mesmo tempo por 18 e 75,
têm soma:
a. 1.600
b. 2.350
c. 1.350
d. 2.700
e. 1.800
171. Unicamp-SP
Uma sala retangular medindo 3 m por 4,25 m
deve ser ladrilhada com ladrilhos quadrados
iguais. Supondo que não haja espaço entre la-
drilhos vizinhos, pergunta-se:
a. Qual deve ser a dimensão máxima, em
centímetros, de cada um desses ladri-
lhos para que a sala possa ser ladrilha-
da sem cortar nenhum ladrilho?
b. Quantos desses mesmos ladrilhos são
necessários?
172. Cesgranrio-RJ
Se o mínimo múltiplo comum entre os inteiros
(2m · 15) e (4 · 3n) é 360, então:
a. m = n.
b. m + n é ímpar.
c. m · n é múltiplo de 4.
d. m · n é múltiplo de 15.
e. m = 2n.
173. Unicamp-SP
Dividindo-se 7.040 por n, obtém-se resto 20.
Dividindo-se 12.384 por n, obtém-se resto 9.
Ache n.
174.
No conjunto dos números naturais, conside-
re um número n, que, quando dividido por
3, deixa resto 2, quando dividido por 4, deixa
resto 3 e, quando dividido por 5, deixa resto
4. Conclui-se que o menor valor de n pertence
ao intervalo:
a. 30 < n < 50
b. 80 < n < 110
c. 50 < n < 80
d. 130 < n < 180
e. 110 < n < 140
175. Fuvest-SP
Maria quer cobrir o piso de sua sala com lajotas
quadradas, todas com lado de mesma medida
inteira, em centímetros. A sala é retangular, de
lados 2 m e 5 m. Os lados das lajotas devem
ser paralelos aos lados da sala, devendo ser
utilizadas somente lajotas inteiras. Quais são
os possíveis valores do lado das lajotas?
176. UFMG
Sejam a, b e c números primos distintos, em
que a > b.
O máximo divisor comum e o mínimo múltiplo
comum de m = a2 · b · c2 e n = a · b2 são, res-
pectivamente, 21 e 1.764.
Pode-se afirmar que a + b + c é:
a. 9
b. 10
c. 12
d. 42
e. 62
177.
A altura, em centímetros, do nível da água ar-
mazenada em um reservatório com a forma de
um prisma reto de base retangular é igual a x,
conforme mostra a figura.
xh
Matemática básica
PV
-1
4-
14
82
Matemática
Usando todo esse volume de água armaze-
nado, pode-se encher completamente uma
quantidade exata de recipientes com capa-
cidade de 20 litros cada, ou uma quantidade
exata de recipientes com capacidade de 50
litros cada. Se x = h
3
, em que h é a altura do
reservatório, então a menor capacidade, em
litros, desse reservatório cheio é:
a. 200
b. 300
c. 400
d. 500
e. 600
178. PUC-RJ
A editora do livro Como ser aprovado no ves-
tibular recebeu os seguintes pedidos de três
livrarias:
Livraria Número de exemplares
A 1.300
B 1.950
C 3.900
A editora deseja remeter os três pedidos em n
pacotes iguais, de tal forma que n seja o me-
nor possível. Calcule o número n.
179. Fuvest-SP
O produto de dois números naturais a e b é
600.
a. Quais são os possíveis divisores natu-
rais primos de a?
b. Quais são os possíveis valores do máxi-
mo divisor comum de a e b?
180.
Murilo possui uma empresa e resolveu investir
mais em propaganda. Para isso, procurou uma
emissora de televisão que lhe ofereceu o se-
guinte pacote: 180 segundos diários durante a
primeira semana; 216 segundos diários duran-
te a segunda semana e 144 segundos diários
na terceira semana. Por motivo de economia,
Murilo gravou um único comercial. Assim:
a. qual o máximo tempo do comercial
para que ele seja exibido sem cortes
nas três semanas?
b. quantas vezes ele passará durante esse
período?
PV
-1
4-
14
Matemática básica
83
Matemática
181.
Resolver em as equações:
a. 2 · (2 · (x – 8) – 10) = 100
b. 2
3 2
x x+ + x = 1
182.
Resolver em a equação x x
2
1
3
1− + =
183.
O professor Dzor Ganizado entrou em sua sala
de aula sem preparar a aula. Em determinado
instante inventou e propôs o seguinte proble-
ma: “Florinda tinha em sua carteira x reais.
Com a visita de alguns parentes ela ganhou da
avó o que tinha mais 10 reais, do avô o que ti-
nha inicialmente mais 20 reais e do tio ganhou
duas vezes o que tinha inicialmente mais 30
reais. No final, Florinda ficou com um total de
cinco vezes o que tinha inicialmente. Quantos
reais tinha Florinda inicialmente?”
Faça o que se pede:
a. Equacione o problema proposto pelo
professor e escreva a equação equiva-
lente na forma mais simples.
b. A equação encontrada é uma equação
do 1º grau?
c. Qual é o conjunto solução?
184.
Resolver em a equação
x x x
2
1
3
2
4
1− − − − = .
185.
Pérola é uma leitora dedicada, porém sistemá-
tica. Ela tem uma mania, lê exatamente núme-
ros de páginas inteiras e 5 páginas a mais do
que leu no dia anterior. O último livro que leu
tinha 100 páginas e foi lido em exatos 5 dias
seguidos. Quantas páginas Pérola leu no quin-
to dia?
186. Insper-SP
Dois dados idênticos, cujas planificações são
dadas na figura a seguir, possuem em suas fa-
ces pontuações diferentes das convencionais.
Todas as faces dos dois dados, no entanto, têm
iguais probabilidades de ficarem voltadas para
cima quando eles são lançados.
n n
2 3 4 2 3 4
2 2
3 3
Considere que n representa um número intei-
ro e positivo.
Nos dados convencionais, a soma dos pontos
de duas faces opostas quaisquer é sempre
igual a um mesmo valor. Para que os dados
descritos no enunciado também tenham essa
propriedade, n deverá representar o número:
a. 1 d. 4
b. 2 e. 5
c. 3
187. UFF
Colocando-se 24 litros de combustível no tan-
que de uma caminhonete, o ponteiro do mar-
cador, que indicava 1
4
do tanque, passou a
indicar 5
8
.
Determine a capacidade total do tanque de
combustível da caminhonete. Justifique sua
resposta.
188. AFA-SP
Três amigos, Samuel, Vitória e Júlia, foram a
uma lanchonete.
• Samuel tomou 1 guaraná, comeu 2 es-
firras e pagou 5 reais.
• Vitória tomou 2 guaranás, comeu 1 es-
firra e pagou 4 reais.
• Júlia tomou 2 guaranás, comeu 2 esfir-
ras e pagou k reais.
Considerando-se que cada um dos três pagou
o valor exato do que consumiu, é correto afir-
mar que:
a. o guaraná custou o dobro da esfirra.
b. os três amigos, juntos, consumiram 16
reais.
c. cada esfirra custou 2 reais.
d. Júlia pagou 8 reais pelo que consumiu.
CAPÍTULO 06
Matemática básica
PV
-1
4-
14
84
Matemática
189. FGV-SP modificado
Por volta de 1650 a.C., o escriba Ahmes resol-
via equações como x + 0,5x = 30, por meio de
uma regra de três, que chamava de “regra do
falso”. Atribuía um valor falso à variável,
por
exemplo, x = 10 , 10 + 0,5 · 10 = 15 e montava
a regra de três:
Valor falso Valor verdadeiro
x
x
x
10
15 30
10
15 30
20= → =
Resolva este problema do Papiro Ahmes pelo
método anterior:
“Uma quantidade, sua metade, seus dois ter-
ços, todos juntos somam 26. Qual é a quanti-
dade?
190. Fuvest-SP
Uma geladeira é vendida em n parcelas iguais,
sem juros. Caso se queira adquirir o produto,
pagando-se 3 ou 5 parcelas a menos, ainda
sem juros, o valor de cada parcela deve ser
acrescido de R$ 60,00 ou de R$ 125,00, res-
pectivamente. Com base nessas informações,
conclui-se que o valor de n é igual a:
a. 13
b. 14
c. 15
d. 16
e. 17
191. FGV-SP
Em uma escola, a razão entre o número de alu-
nos e o de professores é de 50 para 1.
Se houvesse mais 400 alunos e mais 16 profes-
sores, a razão entre o número de alunos e o de
professores seria de 40 para 1.
Podemos concluir que o número de alunos da
escola é:
a. 1.000
b. 1.050
c. 1.100
d. 1.150
e. 1.200
192. FGV-SP
Marta quer comprar um tecido para forrar
uma superfície de 10 m2. Quantos metros,
aproximadamente, ela deve comprar de uma
peça que tem 1,5 m de largura e que, ao lavar,
encolhe cerca de 4% na largura e 8% no com-
primento?
Aproxime a resposta para o número inteiro
mais próximo.
?
1,5 m
193. FGV-SP
A figura incluída nesta questão representa
quatro balanças.
As duas primeiras balanças estão em equilí-
brio. Temos pesos de 1, 2, 5, 10 e 20 gramas.
Nos pratos da esquerda, os pesos têm a forma
de cubos e cones, em que cada cubo pesa x
gramas e cada cone, y gramas.
20 g
1a
20 g 20 g
2a
3a 4a
? ?
3a
?
4a
?
a. Qual é o menor número de pesos que
devemos colocar no prato da direita da
3ª balança para que ela fique em equi-
líbrio?
b. Queremos colocar no prato da direita
da 4ª balança somente pesos de 2 g e
5 g. Quantos pesos devemos colocar,
de modo que ela fique em equilíbrio?
Descreva todos os modos possíveis.
PV
-1
4-
14
Matemática básica
85
Matemática
194. FGV-SP
Segundo antiga lenda chinesa, um gênio, que
vivia em um estreito desfiladeiro, avisou aos
camponeses da região que quem passasse
pela sua morada teria de pagar 16 moedas.
Entretanto, para não desagradar-lhes, na vol-
ta, como prova de amizade, dobraria a quantia
que tinham na bolsa.
Um astuto camponês juntou todas as suas
economias e, em um só dia, atravessou o des-
filadeiro e voltou quatro vezes.
Para sua surpresa, descobriu, no fim do dia,
que a sua bolsa estava completamente vazia.
Quantas moedas tinha ele inicialmente?
195. Vunesp
Uma estrada foi percorrida por um ciclista em
dois dias. No primeiro dia percorreu 0,35 da es-
trada pela manhã, 1
5
à tarde e 15
100
à noite.
A parte da estrada que deixou para percorrer no
dia seguinte foi de:
a. 0,7
b. 0,3
c. 0,35
d. 2
10
e. 75
100
196. FGV-SP
No seu livro Introdução à Àlgebra, Leonhard
Euler propõe um curioso e interessante pro-
blema aos leitores:
Duas camponesas juntas carregam 100 ovos
para vender em uma feira e cada uma vai co-
brar seu preço por ovo. Embora uma tivesse
levado mais ovos que a outra, as duas recebe-
ram a mesma quantia em dinheiro. Uma delas
disse, então:
— Se eu tivesse trazido o mesmo número
de ovos que você trouxe, teria recebido 15
kreuzers (antiga moeda austríaca).
Ao que a segunda respondeu:
— Se eu tivesse trazido a quantidade de ovos
que você trouxe, teria recebido 20
3
kreuzers.
Releia o texto com atenção e responda à questão:
Quantos ovos carregava cada uma?
197. ESPM-SP
Numa família de 4 pessoas, a mãe pesa o triplo da
filha, o pai pesa 12 kg a mais que a mãe e o filho
pesa a metade do pai. Se o peso médio dos ele-
mentos dessa família é 51,25 kg, pode-se afirmar
que o filho pesa:
a. 32 kg a menos que a mãe.
b. 36 kg a menos que o pai.
c. o dobro da filha.
d. 17 kg a mais que a filha.
e. a metade da mãe.
198. FGV-SP
Um feirante vende maçãs, peras e pêssegos
cobrando certo preço por unidade para cada
tipo de fruta. Duas maçãs, três peras e quatro
pêssegos custam R$ 13,00; três maçãs, uma
pera e cinco pêssegos custam R$ 11,50.
Se o preço de cada pera for R$ 2,00, podemos
afirmar que o preço de seis maçãs, seis peras e
seis pêssegos é:
a. R$ 27,00
b. R$ 26,50
c. R$ 26,00
d. R$ 25,50
e. R$ 25,00
199. UFMG
De um recipiente cheio de água tiram-se 23 de
seu conteúdo. Recolocando-se 30 L de água, o
conteúdo passa a ocupar a metade do volume
inicial. A capacidade do recipiente é:
a. 45L
b. 75L
c. 120L
d. 150L
e. 180L
Matemática básica
PV
-1
4-
14
86
Matemática
200. PUC-SP
Vítor e Valentina possuem uma caderneta de
poupança conjunta. Sabendo que cada um de-
les dispõe de certa quantia para, numa mesma
data, aplicar nessa caderneta, considere as se-
guintes afirmações:
• se apenas Vítor depositar nessa cader-
neta a quarta parte da quantia de que
dispõe, o seu saldo duplicará;
• se apenas Valentina depositar nessa ca-
derneta a metade da quantia que tem,
o seu saldo triplicará;
• se ambos depositarem ao mesmo tempo
as respectivas frações das quantias que
têm, mencionadas nos itens anteriores, o
saldo será acrescido de R$ 4.947,00.
Nessas condições, se nessa data não foi feito
qualquer saque de tal conta, é correto afirmar
que:
a. Valentina tem R$ 6.590,00.
b. Vítor tem R$ 5.498,00.
c. Vítor tem R$ 260,00 a mais que Valen-
tina.
d. o saldo inicial da caderneta era
R$ 1.649,00.
e. o saldo inicial da caderneta era
R$ 1.554,00.
201.
Resolver em as equações:
a. x2 – 400 = 0
b. x2 – 7 · x = 0
c. x x
2
2
40 1 000 0− + =.
202.
Resolver em as equações:
a. x2 – 7 = 0
b. x2 + 4 = 0
c. 5x2 – 6 · x = 0
d. x2 –
x
5
= 0
203.
Resolver em as equações:
a. x2 – x – 1 = 0
b. x2 – 5 · x – 8 = 0
204. ESPM-SP
Por causa de limitações do mercado, o preço
unitário de uma certa mercadoria pode variar
de 15 a 30 reais.
Quando se cobram x reais por unidade, são
vendidas 86 – 2x unidades por dia.
Dessa forma, podemos concluir que receita diá-
ria é obtida multiplicando-se o preço unitário
pela quantidade de unidades vendidas, isto é,
R = x · (86 – 2x), em que R representa a receita
diária. Existem dois possíveis valores de x, que
não estão compreendidos entre 15 a 30 reais,
para os quais a receita diária fica nula. Qual é a
média aritmética desses valores?
a. R$ 18,50
b. R$ 21,50
c. R$ 16,00
d. R$ 20,00
e. R$ 23,50
205. Cesgranrio-RJ
Sobre a equação 1.983x2 - 1.984x - 1.985 = 0,
a afirmação correta é:
a. não tem raízes reais.
b. tem duas reais e distintas.
c. tem duas raízes simétricas.
d. tem duas raízes positivas.
e. tem duas raízes negativas.
206. FGV-SP
O produto de 3 números positivos e consecu-
tivos é igual a 8 vezes a sua soma. A soma dos
quadrados desses 3 números é igual a:
a. 77
b. 110
c. 149
d. 194
e. 245
207. Fuvest-SP
No segmento AC , toma-se um ponto B de for-
ma que AB
AC
BC
AB
= 2 .
Então, o valor de BC
AB
é:
PV
-1
4-
14
Matemática básica
87
Matemática
a. 1
2
b. 3 1
2
-
c. 5 1-
d. 5 1
2
-
e. 5 1
3
-
208. UFPE
O proprietário de uma loja comprou certo número
de artigos, todos custando o mesmo valor, por R$
1.200,00. Cinco dos artigos estavam danificados e
não puderam ser comercializados; os demais fo-
ram vendidos com lucro de R$ 10,00 por unidade.
Se o lucro total do proprietário com a compra e a
venda dos artigos foi de R$ 450,00, quantos foram
os artigos comprados inicialmente?
209. ENEM
Vinte anos depois da formatura, cinco colegas
de turma decidem organizar uma confraterni-
zação. Para marcar o dia e o local da confrater-
nização, precisam comunicar-se por telefone.
Cada um conhece o telefone de alguns colegas
e desconhece o de outros. No quadro a seguir,
o número 1 indica que o colega da linha cor-
respondente conhece o telefone do colega da
coluna correspondente; o número 0 indica que
o colega da linha
não conhece o telefone do co-
lega da coluna. Exemplo: Beto sabe o telefone
do Dino que não conhece o telefone do Aldo.
Aldo Beto Carlos Dino Ênio
Aldo 1 1 0 1 0
Beto 0 1 0 1 0
Carlos 1 0 1 1 0
Dino 0 0 0 1 1
Ênio 1 1 1 1 1
O número mínimo de telefonemas que o Aldo
deve fazer para se comunicar com Carlos é:
210. ESPM-SP modificado
No estudo da geometria plana, estuda-se a
seguinte propriedade: “Em qualquer polígo-
no convexo o número d de diagonais e o nú-
mero n de lados se relacionam pela fórmula
d
n n
=
−( )3
2
·
”. Por exemplo, um quadrilátero
convexo tem 4 lados, isto é, n = 4 e o número
de diagonais dada por d =
−( )4 3 4
2
· = 2 dia-
gonais.
Resolva o problema a seguir com base nas in-
formações anterior:
Se o número de lados de um polígono convexo
fosse acrescido de 3 unidades, seu número de
diagonais triplicaria. Qual é o número de lados
do polígono?
211. UFSC
As equações x2 + px = 0 e 4x – 1 = 0 têm uma
raiz em comum. Determine o valor de p.
212. Unicamp-SP
Quarenta pessoas em excursão pernoitam em
um hotel. Somados, os homens despendem
R$ 2.400,00. O grupo de mulheres gasta a
mesma quantia, embora cada uma tenha pago
R$ 64,00 a menos que cada homem.
Denotando por x o número de homens do gru-
po, uma expressão que modela esse problema
e permite encontrar tal valor é:
a. 2.400x = (2.400 − 64x)(40 − x)
b. 2.400x = (2.400 + 64x)(40 − x)
c. 2.400(40 − x) = (2.400 – 64x)x
d. 2.400(40 − x) = (2.400 + 64x)x
213. UFPR
Durante o mês de dezembro, uma loja de cos-
méticos obteve um total de R$ 900,00 pelas
vendas de um certo perfume. Com a chega-
da do mês de janeiro, a loja decidiu dar um
desconto para estimular as vendas, baixando
o preço desse perfume em R$ 10,00. Com
isso, vendeu em janeiro 5 perfumes a mais
do que em dezembro, obtendo um total de
R$ 1.000,00 pelas vendas de janeiro. O preço
pelo qual esse perfume foi vendido em de-
zembro era de:a. 1
b. 2
c. 3
d. 4
e. 5
Matemática básica
PV
-1
4-
14
88
Matemática
a. R$ 55,00
b. R$ 60,00
c. R$ 65,00
d. R$ 70,00
e. R$ 75,00
214.
Considere um retângulo de largura (x – 2) cm,
comprimento (x + 2) cm e área 103 cm2. Em
relação ao número que fornece o perímetro
pode-se afirmar que:
a. é primo.
b. é quadrado perfeito.
c. é múltiplo de 5.
d. pode ser ímpar.
e. é irracional.
215. Fuvest-SP
Dada a equação , então:
a. V = ∅
b. V = {–1, 0, 1}
c. V = {–1, 1}
d. V = {–1, 0}
e. V = {0}
216. FGV-SP modificado
O transporte aéreo de pessoas entre duas ci-
dades, A e B, é feito por uma única companhia
em um único voo diário.
O avião utilizado tem 180 lugares, e o preço da
passagem p relaciona-se com o número x de pas-
sageiros por dia pela relação p = 300 – 0,75x.
Quantos passageiros esse avião transportou
em um dia que a receita da companhia foi de
R$ 22.500,00?
217. ESPM-SP modificado
Um triângulo retângulo se diz pitagórico se
as medidas dos seus lados são expressas por
números inteiros, numa certa unidade. Se um
dos catetos de um triângulo pitagórico mede
50 cm menos que a hipotenusa, e o outro ca-
teto mede 1 cm a menos, também em relação
à hipotenusa, seu perímetro será igual a:
a. 192 cm
b. 132 cm
c. 151 cm
d. 125 cm
e. 137 cm
218. Insper-SP
Numa empresa de auditoria, há duas máqui-
nas trituradoras de papel, cuja função é frag-
mentar os documentos descartados todas as
semanas nos escritórios da empresa.
O volume de papel descartado semanalmen-
te é sempre o mesmo e as duas máquinas le-
vam juntas, trabalhando sem interrupções, 20
horas para fragmentar todos os documentos.
Cada uma das máquinas precisou ficar para-
da para manutenção durante uma semana,
na qual todo o papel foi triturado apenas pela
outra. Percebeu-se que as máquinas não têm
rendimento igual e que a mais rápida levou 9
horas a menos que a mais lenta para fazer a
fragmentação.
O tempo que a mais lenta levou para triturar
todo o papel sozinha é igual a:
a. 41 horas.
b. 43 horas.
c. 45 horas.
d. 47 horas.
e. 49 horas.
219. UFAC
A condição sobre p, de modo que a equação
px2 + x + 1 = 0 tenha duas raízes reais e distin-
tas, é:
a. p < 1
4
b. p > 1
4
c. p e p< ≠1
4
0
d. p = 1
4
e. p = 0
220. Fuvest-SP
O conjunto verdade da equação:
x
x
+ +
−
= −2
2
2
2
1
2
é:
a. {– 2}
b. {– 2; – 1}
c. {2; – 1}
d. ∅
e. {– 2; 1}
PV
-1
4-
14
Matemática básica
89
Matemática
221.
Na equação do 2º grau 2x2 – 5x + 1 = 0, as le-
tras p e q representam suas raízes. Calcule:
a. p + q
b. p · q
c. 1 1
p q
+
d. p2 + q2
222.
Na equação do 2º grau 2 · x2 – x – 1 = 0, as
letras r e s representam suas raízes. Calcule:
a. r + s
b. r · s
c. 1 1
r s
+
d. r2 + s2
223.
Se x1 e x2 são as raízes da equação
3x2 - 2x - 8 = 0, sendo x1 < x2, então 3 22x - 2x1 - 8
é igual a:
a. 2
3
c. 16
3
b. 8
3
d. 20
3
224. FESP-PE
A equação do 2o grau ax2 + x – 6 = 0 tem uma
raiz cujo valor é 2. A outra raiz é:
a. – 3
b. – 2
c. – 1
d. 1
e. 3
225. UECE
Se s e p são, respectivamente, a soma e o pro-
duto das raízes da equação x
x
x
x1
2 1 0
−
+ − − = ,
então:
a. s = p
b. s · p é negativo
c. s > p
d. s < p
226.
A soma das raízes da equação
(k – 2)x2 – 3kx + 1 = 0, com k ≠ 2, é igual ao pro-
duto dessas raízes. Nessas condições, temos:
a. k = 1/2
b. k = 3/2
c. k = 1/3
d. k = 2/3
e. k = -2
227. UFSCar-SP
Considere a equação x2 + kx + 36 = 0, em que x’
e x” representam suas raízes. Para que exista a
relação 1 1 5
12x x' "
+ = , o valor de k na equação
deverá ser:
a. – 15
b. – 10
c. + 12
d. + 15
e. + 36
228. UEPI
Sejam x1 e x2 as raízes da equação
4x2 – 20x + 24 = 0. O valor de
5
10
1 2
2
1 2
⋅ +( )x x
x x
é:
a. 12
25
d. 25
24
b. 20
25
e. 30
25
c. 25
12
229. FGV-SP modificado
Sejam A e B as raízes da equação x2 – nx + 2 = 0.
Se A
B
e B
A
+ +1 1 são raízes da equação
x2 – p · x + q = 0, então q é igual a:
a. 4,5
b. 4
c. 3,5
d. 2,5
e. 2
Matemática básica
PV
-1
4-
14
90
Matemática
230. Unifor-CE
Seja a equação x2 + 4x + k = 0, em que k é uma
constante real. Se uma das raízes dessa equa-
ção é igual à terça parte da outra, então o nú-
mero k é tal que:
a. k ≤ – 4
b. – 4 < k ≤ 0
c. 0 < k ≤ 2
d. 2 < k ≤ 4
e. k > 4
231. Unicentro-PR
Dois colegas foram resolver uma equação do
2º grau, com o coeficiente do termo do 2º
igual a 1. Um copiou errado o coeficiente do
termo do 1º grau e encontrou as raízes 2 e 3.
O outro copiou errado o termo independente
e obteve as raízes 3 e 4. Se x1 e x2, com x1 < x2,
forem as raízes da equação original, então
2x1 – x2 será igual a:
a. – 6
b. – 4
c. – 2
d. 2
e. 4
232.
Dada a equação 2x2 - 5x - 7 = 0 com raízes x1
e x2, obtenha:
a. x1 + x2
b. x1 · x2
c. x12 · x22
233.
Se as raízes x1 e x2 da equação x2 – 3ax + a2 = 0
satisfazem a condição x12 + x22 = 1,75, pode-
mos concluir que o valor de a é:
a. 1
2
b. – 1
2
c. ± 1
2
d. 1
e. 0
234.
Resolver em a equação:
x x2 47 7 329 0− + + =( ) ·
235.
a. Escreva uma equação do 2º grau na for-
ma ax2 + bx + c = 0, sabendo que 2 e 5
são suas raízes.
b. Escreva a equação do item anterior na
forma fatorada.
236.
Escrever uma equação do 2º grau que tenha
como raízes os números 5 e 6.
237.
Escreva o trinômio do 2º grau x2 – 5 · x + 4 na
forma fatorada a · (x – x1) · (x – x2).
238. AFA-SP modificado
Os números 3 e 1 são raízes da equação do 2º
grau a · x2 + b · x + c = 0 (a ≠ 0) e 2 é raiz da
equação a · x2 + b · x + c = 2. Determine o valor
de a2 + b2 + c2.
239.
Uma equação do 2º grau a · x2 + b · x + c = 0
(a ≠ 0), definida em , apresenta uma curiosi-
dade em relação ao trinômio ax2 + bx + c: para
qualquer valor de x em tem-se:
a · x2 + b · x + c = a · (1 – x)2 + b · (1 – x) + c.
Assim, o oposto da média aritmética das raízes
da equação do 2º grau é igual a:
a. – 0,25
b. – 0,5
c. 1
d. –2
e. 4
240. Unifor-CE
Sejam a e b as raízes reais da equação
2x2 – 3x – 2 = 0. Uma equação do 2º grau cujas
raízes são (a + 1) e
(b + 1) pode ser:
a. 2x2 – 7x + 3 = 0
b. 2x2 + 7x + 3 = 0
c. 2x2 – 5x + 3 = 0
d. x2 + 5x = 0
e. x2 – 5x = 0
PV
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Matemática básica
91
Matemática
241.
Resolva, em , a equação: x4 – 3x2 – 4 = 0
242.
Resolva, em , a equação: x4 – 20x2 – 21 = 0
243.
Resolva em : x6 – 4x3 + 3 = 0
244.
Resolva, em , a equação: x
x
x
x
2
2
2
2
−
=
−
245.
Resolva em : x x
x x
x
x
4 2
2
22 1
4 4
1
2
2+ +
− +
+ +
−
=
246.
Resolva, em , a equação: x x− + − =2 3 2 10
247. Mackenzie-SP
Sejam x e y dois números reais e positivos,
de tal forma que ocorra a igualdade
x2 + 2xy + y2 + x + y – 6 = 0.
Assim, a soma x + y vale:
a. 2
b. 3
c. 4
d. 5
e. 6
248. FEI-SP
A soma das raízes reais da equação
x6 – 19x3 – 216 = 0 é:
a. 1
b. 2
c. 0
d. – 1
e. – 2
249.
Resolva, em , a equação:
250.
Resolva, em , a equação:
251. PUC-SP
A solução da equação x x− + =2 2 3 é:
a. 1 d. 3
b. –1 e. 7
c. 2
252. UFV-MG
Com relação à equação 3 7 3x x+ − = , é corre-
to afirmar que:
a. seu conjunto solução é vazio.
b. seu conjunto solução é formado por
dois números inteiros negativos.
c. seu conjunto solução é unitário.
d. seu conjunto solução é formado por
dois números inteiros positivos.
e. seu conjunto solução é formado por
dois números simétricos.
253. UEL-PR
O conjunto solução da equação x - 1 = x + 11,
em , está contido no intervalo:
a. ]– ∞; 0]
b. [–3; 2]
c. [–2; 5[
d. ]3; 6]
e. [6; + ∞[
254.
Resolva, em , a equação: x x+ − − =2 3 1
255.
Subtraindo-se 3 de um certo número, obtém-se
o dobro da sua raiz quadrada. Qual é esse nú-
mero?
a. 2 d. 9
b. 3 e. 11
c. 7
256. PUC-SP
O conjunto verdade da equação irracional
x x− + − =1 2 2 2 é:
a. V = {3}
b. V = {3; 9}
c. V = {9}
d. V = ∅
e. V = {0}
Matemática básica
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92
Matemática
257. PUC-SP
As raízes de x x x23 1 1− − = − estão no in-
tervalo:
a. [–2; –1]
b. [–1; 0]
c. [0; 3]
d. [3; 7]
e. [7; + ∞]
258. UECE
A soma das raízes da equação
x x23 32 15 0− − = é:
a. 98
b. 97
c. 96
d. 95
259. FAAP-SP
Resolver a equação
260. Urca-RS
Com relação à equação:
x x x+ − + = − −11 2 5 3 2
podemos afirmar que ela:
a. admite uma única solução real positiva.
b. admite uma única solução real negativa.
c. não admite solução real.
d. admite duas soluções reais negativas.
e. admite duas soluções reais positivas.
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Matemática básica
93
Matemática
261.
Escreva como se lê cada sentença a seguir.
a. e ∈ C
b. d ∉ C
c. A ⊂ B
d. A ⊄ B
e. D ⊃ C
262.
Utilize os símbolos ∈, ∉, ⊂, ⊄ e ⊃ e complete
as lacunas de modo a tornar as sentenças ver-
dadeiras.
a. a ______ {a, e, i, o, u}
b. b ______ {a, e, i, o, u}
c. {a} _____ {a, e, i, o, u}
d. {a, b, e, i, o} ______ {a, e, i, o, u}
e. {a, b, e, c, i, o, u} ______ {a, e, i, o, u}
263.
Diga se é verdadeira ou falsa cada uma das
afirmações.
a. ∅ ∈ A,∀ A
b. ∅ ⊂ A,∀ A
c. 0 ∈ ∅
d. ∅ ∈ {0}
e. ∅ ⊂ {0}
f. A ⊂ A,∀ A
g. A ⊂ ∅,∀ A.
h. {5} ⊂ {∅, {1}, {5}, {1, 5}}
i. {x} ∈ {x, {x, y}}
264.
Quantos elementos possui o conjunto
A = {x ∈¢| x é primo e x é par}?
265.
Quantos elementos possui o conjunto
B = {x ∈ | x2 + 1 = 0}?
266.
Classifique em V (verdadeiro) ou F (falso):
a. ∅ ⊂ ∅
b. ∅ ∈ ∅
c. {∅} ∈ ∅
CAPÍTULO 07
d. ∅ ∈ {∅}
e. {∅} ⊂ ∅
f. ∅ ⊃ ∅
g. {∅} ∈ {{∅}, ∅}
267.
Considere as seguintes afirmações sobre o
conjunto A = {– 3, –2, –1, 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7}:
I. ∅ ⊂ A e n(A) = 11
II. ∅ ∈ A e n(A) = 11
III. 0 ∈ A e {0} ⊂ A
IV. 0 ⊂ A e {0} ∈ A
Pode-se dizer, então, que é (são) verdadeira(s):
a. apenas I e III.
b. apenas II e IV.
c. apenas II e III.
d. apenas IV.
e. todas as afirmações.
268.
Escreva em forma de listagem (ou enumera-
ção) cada um dos conjuntos a seguir.
a. {x ∈ ¢| –2 < x ≤ 5}
b. {x ∈ | –2 < x ≤ 5}
c. {x ∈ | 5 · x = 3}
269.
Escreva uma propriedade que define cada um
dos conjuntos enumerados a seguir.
a. {..., –3, –1, 1, 3, 5, 7, ...}
b. {0, 1, 4, 9, 16, 25, 36, 49, 64, ...}
c. {–8, 8}
270.
Determinar os possíveis valores de x e y para
que as igualdades a seguir sejam verdadeiras.
a. {–1, 0, 1} = {–1, 1, x}
b. {–1, 0, 1} = {–1, 0, 1, y}
271.
Obtenha x e y, de modo que: {0, 1, 2} = {0, 1, x}
e {2, 3} = {2, 3, y}.
Matemática básica
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Matemática
272.
Se x e y são números tais que:
{–1, 0, 3, 7} = {–1, 0, x, y} , então podemos afir-
mar que:
a. x = 3 e y = 7
b. x < y
c. x > y
d. x ≠ 3
e. x + y = 10
273.
Determine todos os subconjuntos de A = {0, 1}.
274.
Determine todos os subconjuntos de A = {a, e, i}.
275.
Quantos subconjuntos tem um conjunto com
10 elementos?
276.
Um conjunto A com n elementos é tal que o
número de elementos de P(A) = 4.096. Deter-
mine o valor de n.
277. FCMSC-SP
Um conjunto A possui n elementos e um con-
junto B possui um elemento a mais do que A.
Sendo x e y os números de subconjuntos de A
e B, respectivamente, tem-se que:
a. y é o dobro de x.
b. y é o triplo de x.
c. y x= +
2
1.
d. y = x + 1.
e. y pode ser igual a x.
278.
Classifique em V (verdadeiro) ou F (falso) cada
sentença seguinte.
a. ∅ é um conjunto unitário.
b. {∅ } é um conjunto unitário.
c. {–1, 1} = {1, –1}
d. {0, 1} = {0, 0, 0, 1, 1, 1, 1}
e. A ⊂ A, qualquer que seja o conjunto A.
279. Uespi
Seja o conjunto A a seguir:
A = {0, {0}, 1, {1}, {0,1}}
É correto afirmar que:
a. 0 ∉ A
b. {0, 1} ∈ A
c. {0, 1} ⊄ A
d. os elementos de A são 0 e 1.
e. o número de subconjuntos de A é 22 = 4.
280. UFF-RJ
Dado o conjunto P = { {0}, 0, ∅, {∅} }, conside-
re as afirmativas:
I. {0} ∈ P
II. {0} ⊂ P
III. ∅ ∈ P
Com relação a essas afirmativas, conclui-se
que:
a. todas são verdadeiras.
b. apenas a I é verdadeira.
c. apenas a II é verdadeira.
d. apenas a III é verdadeira.
e. todas são falsas.
281. Unifesp
O quadro mostra o resultado de uma pesquisa
realizada com 200 moradores de competição
da cidade de São Paulo, visando apontar o per-
centual desses nadadores que já tiveram le-
sões (dores) em certas articulações do corpo,
decorrentes da prática de natação, nos últimos
três anos.
Articulação Percentual de nadadores
ombro 80%
coluna 50%
joelho 25%
pescoço 20%
Com base no quadro, determine quantos na-
dadores do grupo pesquisado tiveram lesões
(dores) no joelho ou no pescoço, consideran-
do que 5% dos nadadores tiveram lesões nas
duas articulações, joelho e pescoço.
PV
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Matemática básica
95
Matemática
282. Vunesp
Se A = {1, 2, x}, B = {2, 3}, C = {3, 4} e
(A – B) ∩ C = ∅, então C – A será igual ao con-
junto:
a. {x}
b. {3}
c. {4}
d. C
e. {4} ou {3, 4}, dependendo do valor de x.
283. PUC-RS
Dados os conjuntos A = {a, b, c}, B = {a, d} e
C = {a, b, d}, o conjunto X tal que A ∪ C = B ∪
X e B ∩ X = ∅ é:
a. {a}
b. {b}
c. {c}
d. {a, b}
e. {b, c}
284. UFPE
Dados os conjuntos A e B, a opera-
ção de diferença simétrica (⊕) é de-
finida por A ⊕ B = (A ∪ B) – (A ∩ B).
Se A = {1, {1}, ∅, a} e B = {1, 2, {∅}, a, b}, então
o conjunto A ⊕ B é igual a:
a. {1, {1}, ∅, {∅}, 2, a, b}
b. {1, a}
c. {{1}, {∅}, 2, b}
d. {{1}, ∅, {∅}, 2, b}
e. ∅
285. UFRGS-RS
O conjunto A é subconjunto de
B e A ≠ B, A ∪ (B – A) é:
a. B
b. A
c. ∅
d. A – B
e. A ∩ B
286. UEPG-PR
Indica-se por n(X) o número de elementos do
conjunto X. Se A e B são conjuntos tais que
n(A) = 20, n(B – A) = 15 e n(A ∩ B) = 8, assinale
o que for correto.
01. n(A – B) = 12
02. n(B) = 23
03. n(A ∪ B) = 35
04. n(A ∪ B) – n(A ∩ B) = 27
05. n(A) – n(B) = n(A – B)
287. UFT-TO
Foi aplicado um teste contendo três questões
para um grupo de 80 alunos. O gráfico a seguir
representa a porcentagem de acerto dos alu-
nos por questão.
Acertos
Questões
70%
60%
40%
1ª 2ª 3ª
Suponha que 52 alunos acertaram pelo menos
duas questões e 8 alunos não acertaram ne-
nhuma. O número de alunos que acertaram as
três questões é:
a. 44
b. 40
c. 12
d. 20
e. 30
288. FGV-SP modificado
Em um grupo de 300 pessoas sabe-se que:
• 50% aplicam dinheiro em caderneta de
poupança.
• 30% aplicam
dinheiro em fundos de in-
vestimento.
• 15% aplicam dinheiro em caderneta de
poupança e fundos de investimento si-
multaneamente.
O número de pessoas que não aplicam em ca-
derneta de poupança nem em fundos de in-
vestimento é:
a. 105
b. 45
c. 90
d. 150
e. 100
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Matemática
289. Unifoa
Numa pesquisa, verificou-se que, das pessoas
consultadas, 100 liam o jornal A, 150 liam o
jornal B, 20 liam os dois jornais (A e B) e 110
não liam nenhum dos dois jornais. Quantas
pessoas foram consultadas?
a. 260. d. 340
b. 280. e. 380
c. 320.
290. UFF modificado
Seiscentos estudantes de uma escola foram
entrevistados sobre suas preferências quanto
aos esportes vôlei e futebol.
O resultado foi o seguinte: 204 estudantes
gostam somente de futebol, 252 gostam so-
mente de vôlei e 48 disseram que não gostam
de nenhum dos dois esportes.
Determine o número de estudantes entrevis-
tados que gostam dos dois esportes.
291. ITA-SP
Considere as seguintes afirmações sobre o
conjunto U = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9}:
I. ∅ ∈U e n(U) = 10
II. ∅ ⊂ U e n(U) = 10
III. 5 ∈ U e {5} ⊂ U
IV. {0, 1, 2, 5} ∩ {5} = 5
Pode-se dizer, então, que é (são) verdadeira(s):
a. apenas I e III.
b. apenas II e IV.
c. apenas II e III.
d. apenas IV.
e. todas as afirmações.
292. EFOMM
Considere-se o conjunto universo U, formado
por uma turma de cálculo da Escola de Forma-
ção de Oficiais da Marinha Mercante (EFOMM)
e composta por alunos e alunas. São dados os
subconjuntos de U:
A: conjunto formado pelos alunos; e
B: conjunto formado por todos os alunos e alu-
nas aprovados.
Pode-se concluir que CU
B – (A – B) é a quanti-
dade de
a. alunos aprovados.
b. alunos reprovados.
c. todos os alunos e alunas aprovados.
d. alunas aprovadas.
e. alunas reprovadas.
293. Unifoa-RJ
Os exames Holter-24 horas e ecocardiograma
foram realizados em pacientes com a finali-
dade de diagnosticar uma possível arritmia
cardíaca. Em 1.000 pacientes analisados, de
acordo com a origem das arritmias, foram
constatados: 150 pacientes apresentaram
arritmias atriais, 380 apresentaram arritmias
juncionais, 270 apresentaram arritmias ven-
triculares, 58 apresentaram arritmias atriais e
juncionais, 29 apresentaram arritmias atriais e
ventriculares, 36 apresentaram arritmias jun-
cionais e ventriculares, 12 apresentaram as
três origens de arritmias. Determine a quan-
tidade de pacientes que não apresentaram
nenhuma arritmia.
a. 311
b. 289
c. 368
d. 256
e. 196
294. PUC-RS
Em enquete realizada numa turma de 60 alu-
nos da PUC-RS, tomou-se conhecimento dos
seguintes dados, que relacionam o número de
alunos ao(s) esporte(s) que praticam no Cen-
tro Esportivo:
Nº de alunos Esporte praticado
40 futebol
30 natação
15 tênis
20 futebol e natação
10 futebol e tênis
8 natação e tênis
5 futebol, natação e tênis
O número de alunos que não praticam espor-
te, nesse grupo, é:
a. 0 d. 13
b. 5 e. 25
c. 8
PV
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Matemática básica
97
Matemática
295. IME
Em relação à teoria dos conjuntos, considere
as seguintes afirmativas relacionadas aos con-
juntos A, B e C:
I. Se A ∈ B e B ⊆ C então A ∈ C.
II. Se A ⊆ B e B ∈ C então A ∈ C.
III. Se A ⊆ B e B ∈ C então A ⊆ C.
Está(ão) correta(s):
a. nenhuma das alternativas.
b. somente a alternativa I.
c. somente as alternativas I e II.
d. somente as alternativas II e III.
e. todas as alternativas.
Leia o texto atentamente e responda ás ques-
tões 296 e 297.
Ao utilizar sites de buscas na Internet, o usuá-
rio terá possibilidades de efetuar combinações
de palavras que deverão ser pesquisadas. Por
exemplo, no site de busca Google, o usuário
poderá efetuar as seguintes combinações de
busca:
• Se o usuário digitar palavras separadas
com um espaço entre elas, a busca será
feita por uma palavra e a outra palavra.
• Se o usuário digitar palavras entre as-
pas, a busca será feita pela expressão
(frases exatas).
• Se o usuário digitar um sinal de –(me-
nos) na frente de uma palavra, a busca
será feita excluindo-se os sites que con-
tenham tal palavra.
Com base nessas regras, um usuário realizou a
seguinte pesquisa: universidade "unifoa volta
redonda" – facebook. Considere o conjunto V
que é formado por todos os sites que contêm
a palavra universidade, F que é formado por
todos os sites que contêm a expressão “unifoa
volta redonda” e B que é formado por todos os
sites que contêm a palavra facebook.
296. Unifoa-RJ
Dos diagramas de Venn a seguir, qual melhor
representa o conjunto que contém o resultado
da busca?
a.
F V
B
b.
F V
B
c.
F V
B
d.
F V
B
e.
F V
B
297. Unifoa-RJ
O conjunto que representa o resultado da bus-
ca pode ser representado matematicamente,
utilizando noções de teorias de conjuntos, por:
a. F ∪ (V ∩ B)
b. (F ∪ V) – B
c. (F ∩ V) ∪ B
d. F ∪ V – (B ∩ F ∩ V)
e. (F ∩ V) – B
Matemática básica
PV
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98
Matemática
298. Udesc
A tabela 1 apresenta informações a respeito
da Carteira Nacional de Habilitação (CBH).
Tabela 1: Categorias da CNH e suas caracterís-
ticas
Categoria Características
A
Destinada a condutor de veículo
motorizado de 02 (duas) ou 03 (três)
rodas, com ou sem carro lateral,
que tenha a idade mínima de 18
(dezoito) anos.
B
Destinada a condutor de veículo
motorizado cujo peso bruto total
não ultrapasse a 3.500 kg e cuja
locação não exceda a 08 (oito)
lugares, excluído o do motorista,
e que tenha a idade mínima de 18
(dezoito) anos.
C
Destinada a condutor de veículo
motorizado voltado ao transporte
de carga, cujo peso bruto total
ultrapasse a 3.500 kg, que esteja
habilitado no mínimo há um ano na
categoria B e não tenha cometido
nenhuma infração grave ou
gravíssima, ou ser reincidente em
infrações médias, durante os últimos
doze meses.
Disponível em: <http://www.detran.rr.gov.br/habilitacao/
informacao/cat_cnh.htm>. Acesso em: 22 mar. 2011.
Uma pesquisa de rua foi realizada com 2.000
jovens entre 18 e 25 anos. Os dados dessa
pesquisa mostraram que somente 20% desses
jovens não possuem CNH; 70% possuem CNH
da categoria B e metade destes também pos-
sui CNH da categoria A; 5% possuem CNH da
categoria C; e 2% possuem CNH das categorias
A e C.
Então, o percentual de jovens entrevistados
que possuem CNH da categoria A é igual a:
quisa com 3.000 pessoas, perguntou-se quais
novelas agradavam. A tabela a seguir indica o
número de telespectadores que designaram
as novelas como agradáveis.
Novelas Número de telespectadores
A 1.450
B 1.150
C 900
A e B 350
A e C 400
B e C 300
A, B e C 100
Quantos telespectadores entrevistados não
acham agradável nenhuma das três novelas?
a. 300 telespectadores
b. 370 telespectadores
c. 450 telespectadores
d. 470 telespectadores
e. 500 telespectadores
300. UFF-RJ
Uma pesquisa foi realizada para avaliar o con-
sumo de três marcas de sucos.
Descobriu-se que de 100 pessoas entrevistadas,
83 consomem pelo menos uma das três marcas,
57 consomem somente uma delas e 19 conso-
mem somente duas das três marcas citadas.
Determine o número de pessoas entrevistadas:
a. que não consomem nenhuma das três
marcas.
b. que consomem as três marcas citadas.
301. Unisinos-RS
Chama-se conjunto dos números racionais o
conjunto:
a. {x | x ∈ }
b.
a
b
a b e b| ,∈ ∈ ≠{ }¢ ¢ 0
c. a
b
a b| ,∈ ∈{ }
d. x x a a∈ = ∈{ }� �| ,
e. a
b
a b e b| ,∈ ∈ ≠{ } 0
a. 42%
b. 45%
c. 65%
d. 55%
e. 37%
299. UEL-PR
Num dado momento, três canais de TV tinham,
em sua programação, novelas em seus horá-
rios nobres: a novela A no canal A, a novela B
no canal B e a novela C no canal C. Numa pes-
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Matemática básica
99
Matemática
302. Fuvest-SP
Seja r = +2 3.
a. Escreva 6 em função de r.
b. Admitindo que 6 seja irracional, prove
que r também é irracional.
303. Unisa-SP
Assinale a afirmação verdadeira.
a. 5 1 5 1+( ) ⋅ −( ) é irracional e 0,999... é
racional.
b. 5 1 5 1+( ) ⋅ −( ) é racional
e 0,999... é
racional.
c. 5 1 5 1+( ) ⋅ −( ) é racional e 0,999... é
irracional.
d. 5 1 5 1+( ) ⋅ −( ) é irracional e 0,999... é
irracional.
e. 5 1 5 1+( ) ⋅ −( ) e 0,999... não são nú-
meros reais.
304. UEPG-PR
Assinale o que for correto.
01. O número real representado por 0,5222...
é um número racional.
02. O quadrado de qualquer número irra-
cional é um número racional.
04. Se m e n são números irracionais, então
m · n pode ser racional.
08. O número real 3 pode ser escrito sob a
forma a
b
, em que a e b são inteiros e b ≠ 0.
16. Toda raiz de uma equação algébrica do
2º grau é um número real.
305.
Um número natural possui 3 algarismos. Reti-
rando-se o algarismo 0 desse número e man-
tendo-se a ordem dos outros dois, seu valor se
reduz à sexta parte do original.
A soma dos algarismos desse número é igual a:
307. EFOMM
Se a= 3
61
50
4 , b = e c = 1,222222..., assinale a
opção correta.
a. 6
b. 7
c. 8
d. 9
e. 10
306.
Um conjunto é formado por 18 números natu-
rais distintos, dos quais 12 são ímpares e 7 são
múltiplos de 3. A quantidade máxima de múl-
tiplos de 6 que esse conjunto pode conter é:
a. 7
b. 6
c. 5
d. 4
e. 3
a. a < c < b
b. a < b < c
c. c < a < b
d. b < a < c
e. b < c < a
308. UFSM-RS
Assinale verdadeira (V) ou falsa (F) em cada
uma das afirmações a seguir:
( ) A letra grega p representa o número ra-
cional que vale 3,14159265.
( ) O conjunto dos números racionais e o
conjunto dos números irracionais são
subconjuntos dos números reais e pos-
suem apenas um ponto em comum.
( ) Toda dízima periódica provém de uma
divisão de dois números inteiros, por-
tanto é um número racional.
A sequência correta é:
a. F – V – V
b. V – V – F
c. V – F – V
d. F – F – V
e. F – V – F
309. PUC-SP
Sabe-se que o produto de dois números irra-
cionais pode ser um número racional.
Um exemplo é:
a. 12 3 36⋅ =
b. 4 9 6⋅ =
c. 3 1 3⋅ =
d. 2 2 8⋅ =
e. 2 3 6⋅ =
310. UFMG
Considere x, y e z números naturais. Na divi-
são de x por y, obtém-se quociente z e resto 8.
Sabe-se que a representação decimal de x
y
é
a dízima periódica 7,363636...
Então, o valor de x + y + z é:
a. 190
b. 193
c. 191
d. 192
Matemática básica
PV
-1
4-
14
100
Matemática
311. PUC-MG
Considere os seguintes conjuntos de números
naturais:
A = {x ∈ |0 ≤ x ≤ 25} e {B = x ∈ |16 ≤ x < 25}
O número de elementos do conjunto A ∩ B é:
a. 9
b. 10
c. 11
d. 12
312. Fuvest-SP
Na figura estão representados geometrica-
mente os números reais 0, x, y e 1.
Qual é a posição do número x · y?
a. À esquerda de 0
b. Entre 0 e x
c. Entre x e y
d. Entre y e 1
e. À direita de 1
313. UEPB-PR
O número π − 3 pertence ao intervalo:
para analisar as afirmações que seguem.
01. B ⊃ C
02. A ∪ B = [1; 6]
03. A ∩ C = ]2; 3]
04. B – C = {x ∈ | 1 ≤ x ≤ 2 ou 4 < x < 5}
05. Se A é o complementar de A em relação
ao universo , então
5
3
A∈ .
316. ITA-SP
Sobre o número x = − +7 4 3 3, é correto
afirmar que:
a. 1
2
1,
b. 1 3
2
,
c. 3
2
2,
d. 0 1
2
,
e. −
1
2
0,
314. PUC-MG
Sendo:
A = {x ∈ | –2 ≤ x < 3} e B = {x ∈ ¢ | –2 < x ≤ 3}
a. A ∪ B = A
b. A ∪ B ⊂ Z
c. A ∩ B = A
d. A ∩ B ⊂ Z
e. A ∩ B = B
315. UFS-SE
Considere os conjuntos:
A = {x ∈ |1 < x ≤ 3 ou 4 ≤ x ≤ 6}
B = {x ∈ |1 ≤ x < 5 e x ≠ 3}
C = {x ∈ |2 < x ≤ 4}
a. x ∈ ]0, 2[.
b. x é racional.
c. 2x é irracional.
d. x2 é irracional.
e. x ∈ ]2, 3[.
317. UFAL/PSS
No universo , sejam A o conjunto dos núme-
ros pares, B o conjunto dos números múltiplos
de 3 e C o conjunto dos números múltiplos de
5. Determine os 10 menores números que per-
tencem ao conjunto B – (A ∪ C).
318. UEL-PR
Dados os conjuntos X e Y, a diferença entre X
e Y é o conjunto X – Y = {x ∈ X: x ∉Y}. Dados
os conjuntos (intervalos) A = [2, 5] e B = [3, 4],
temos:
a. A – B = {2, 5} e B – A = {–1, –2}
b. A – B = B – A
c. A – B = ∅ e B – A = [2, 3] ∪ [4, 5]
d. A – B = (2, 3] ∪ [4, 5) e B – A = ∅
e. A – B = [2, 3) ∪ (4, 5] e B – A = ∅
319. FCC-SP
Dados os conjuntos P = [2; 7] e Q = [– 3; 5[,
podemos afirmar que:
a. P ∪ Q = [– 1; 12[
b. 3 ∈ Q – P
c. 5 ∉ P ∪ Q
d. [3; 4] ⊂ P ∩ Q
e. P – Q = ] – 3; 2]
320.
Considere os conjuntos: A = [2, 5], B = ]5, 8] e
C = [8, 10]. Determine A ∪ B ∪ C.
PV
-1
4-
14
Matemática básica
101
MatemáticaR:
CAPÍTULO 01
01. a. 8
b. 243
c. 0
d. 1
e. 16
f. 16
g. – 16
h. – 1
i. – 6
j. 1
02. C
03. B
04. B
05. B
06. B
07. D
08. E
09.
a.
b.
c.
d.
e.
f.
g.
h
121 11
8 2
625 5
27 3
0 0
2 25 1 5
0 04 0 2
3
4
3
1
=
=
=
− = −
=
=
=
, ,
, ,
.. 0 008 0 23 , ,=
10. D
11. D
12. 3 2 2 2 3> >
13. a
b
.
.
432
2
12
12
14. D
15. E
GABARITO DOS EXERCÍCIOS PROPOSTOS
16. D
17. a. 221
b. 7
18. C
19. a. 0,44 m2
b. 22,4 kg
20. C
21.
a.
b.
c.
3
3
2 5
56
8
d.
e.
25
3 2 2
3
+
22. A
23. A
24. D
25. E
26. A
27. a.
I.
1
2 +1
= 2 1-
II.
1
3 + 2
= 3 2-
III.
1
n+1 + n
= n + 1 n-
b. S = 10
CAPÍTULO 02
41.
a. (2x + 3y)2 = 4x2 + 12xy + 9y2
b. (5x – 2y)2 = 25x2 – 20xy + 4y2
c. (3a2 – b)2 = 9a4 – 6a2b + b2
42.
a. (x – 2y) · (x + 2y) = x2 - 4y2
b. (a3 – 2b) · (a3 + 2b) = a6 - 4b2
c. (2xy + z2) · (2xy – z2) = 4x2y2 - z4
43.
a. (x + 2y)3 = x3 + 6x2y + 12xy2 + 8y3
b. (2x – y)3 = 8x3 – 12x2y + 6xy2 – y3
c. (2x – 2y)3 = 8x3 – 24x2y + 24xy2 – 8y3
44.
a. x
x
x
x
2
2
4
2
1 1− = −
b. x
y
y
x
x y
x y
2
2
2
2
4 4
2 2− =
−
28. E
29. B
30. C
31. B
32. B
33. E
34. E
35. E
36. A
37. D
38. B
39. B
40. A
Matemática básica
PV
-1
4-
14
102
Matemática R:
45. D
46. A
47. D
48. B
49. E
50. A
51.
a. x
x
t2 2
21 2+ = −
b. x3 + x–3 = t3 – 3t
52. E = 3
53. (A + B)2 = 4x4 + 8 +
4
x4
54. E
55. x
x
b2 2
21 2+ = −
56. B
57. a + b + c = 12
58. C
59. B
60. D
CAPÍTULO 03
61. x y
x y
+
−
62.
a. (5x + 7)2
b. (x – 1)2
c. a · (a – 5)2
d. 6.245.001
63. C
64. A
65. a. (a – 2) · (a2 + 2a + 4)
b. (x + 1) · (x2 – x + 1)
c. (x + 1) · (x2 + x +1)
66. a. a a
a
2 1
1
+ +
+
b.
m n
m
+
c. 1
67. a3 +
1
3a
= 18
68.
a. x4 – y4 = (x2 – y2) (x2 + y2) = (x2 + y2)(x – y)(x + y)
b. (a + b)2 – c2 = (a + b + c) (a + b – c)
c. 4a2 – 49b2m = (2a – 7bm) (2a + 7bm)
d. (x + 3)2 – (3x – 4)2 = (x + 3 + 3x – 4) (x + 3 – 3x + 4) = (4x – 1) · (7 – 2x)
69. a. (x + y) · (x + 2y + 1)
b. (2a + 3b) · (2a – 3b)
c. 4xy
d. (x2 + y2) · (x + y) · (x – y)
e. 6.249.999
70. a. 2ab2 · (3a3c + 4a2b3 – 6bc2)
b. (a + b) · (x + 2)
c. (2 + a) · (x + y)
d. (x + 1) · (x2 – 3)
e. (x – 2) · (x – 3)
71. C
72. E
73. A
74. A
75. E
76. C
77. E
78. A
79. B
80. x = 4, x ∈
CAPÍTULO 04
81. a. 0,46
b. 675
82.
a. 0,64
b. 1,427
c. 0,0037
d. 1,35
e. 104%
f. 80%
83. C
84. E
85. B
PV
-1
4-
14
Matemática básica
103
MatemáticaR:
86. 2.080 litros.
87. D
88. E
89. A
90. E
91. 50 litros de leite de soja
92. 2,7% do total
93. 10
3
kg
94. Lucro = 20% de venda
Lucro = 25% da compra
95. B
96. Devemos acrescentar 17,5
quilos de cobre e 7,5 quilos de
estanho.
97. C
98. D
99. A
100. B
101. A
102. D
103. A
104. A
105. Logo o salário anterior sem
aumento era de R$ 220,00.
106. C
107. B
108. C
109. D
110. 125
111. D
112. D
113. B
114. 180 reais
115. C
116. a. 4,17 x
b. 14%
117. C
118. A
119. 9.400 eleitores do sexo
feminino e 9.100 eleitores do
sexo masculino
120. C
121. 20 g da liga A
122. D
123. B
124. A
125. E
126. B
127. C
128. D
129. E
130. D
131. R$ 100.000,00
132. D
133. D
134. C
135. E
136. C
137.
a. 33,1%
b. Aproximadamente
19%.
138.
a. 4.500,00
b. m = 3.267,00
139. C
140.
a. O desconto que ele
deve dar sobre os preços da
vitrine é de 20%.
b. O lucro sobre o preço
de custo é 81,5%.
CAPÍTULO 05
141. D(40) = ±1; ±2; ±4; ±5; ±8;
±10; ±20; ±40
142. E
143. C
144. C
145. D
146. E
147. 77
148. 154
149. 3
150. Logo, esta soma
é uma
número múltiplo de 11.
151.
a. z1 = 71 – (7 + 1) = 63 = 9 · 7
z2 = 30 – (3 + 0) = 27 = 9 · 3
Como z1 e z2 são multi-
plos de 9, a afirmação é verda-
deira para os números 71 e 30.
b. z = “xy” – (x + y)
z = 10 x + y – x – y
z = 9 · x
Como x é inteiro, de 1
a 9, então z é múltiplo de 9.
152. A
153. E
154. D
155. A
156. A
157. B
158. Se m é ímpar, então é um
número do tipo 2k + 1.
Assim, m2 - 1 = (2k + 1)2 - 1 ⇒
⇒ − = + + − ⇒
⇒ − = +( )
m k k
m k k
2 2
2
1 4 4 1 1
1 4 1
Sendo k e k + 1 dois núme-
ros inteiros consecutivos, um
deles é um número par, ad-
mitindo, portanto, o fator 2.
Considerando-se que já existe
o fator 4, pode-se concluir que
m2 - 1 é divisível por 8.
159. D
160.
N = abc (o símbolo abc repre-
senta um número natural de 3
algarismos).
N = 100a + 10b + c
A soma a + b + c é múltiplo de
3: a + b + c = 3k, k ∈ .
Matemática básica
PV
-1
4-
14
104
Matemática R:
N a b c
k a b c
N k a b
= + +
= + +
− = +
100 10
3
3 99 9
N = 99a + 9b + 3k
N = 3(33a + 3b + k)
Portanto, N é múltiplo de 3 ou
N é divisível por 3.
equação do 1º grau. A equação
na forma a.x + b = 0 terá o valor
de a igual a zero.
c. 0x = 60 não apresenta
raiz, pois qualquer número mul-
tiplicado por zero é zero e, por-
tanto, não poderá resultar 60.
Assim, o conjunto solução é o
conjunto vazio: S = { } = Ø.
184. S = { – 2}
185. Pérola leu 30 páginas no
5º dia.
186. D
187. 64 litros
188. C
189. x = 12
190. A
191. E
192. Marta deve comprar 8 m
de tecido.
193.
a. O menor número de
pesos que devemos colocar no
prato da direita da 3ª balança
para que ela fique em equilí-
brio é 3 pesos de 20 g.
b. 4ª balança: temos no
prato da esquerda um cubo e
um cone. Portanto, 15g assim,
com a e b ∈ , temos a = 5 e
b = 1 ou b = 3 e a = 0.
194. Ele tinha inicialmente 30
moedas.
195. B
196. A 1ª camponesa carrega-
va 40 ovos, e a 2ª, 60 ovos.
197. D
198. A
199. E
200. D
201.
a. S = { 20, – 20}
b. S = { 0, 7 }
c. S = Ø
202.
a. S = {– 7 ; 7 }
b. S = Ø
c. S = {0; 6
5
}
d. S = { 0; 1
5
}
203.
a. S = 1 5
2
1 5
2
− +
;
b.
S =
− +
5 57
2
5 57
2
161. E
162. D
163. 35
164. E
165. B
166. B
167. A
168. A
169. C
170. D
171. a. A dimensão máxima
será de 25 cm.
b. Serão necessários 204
ladrilhos.
172. B
173. n = 45
174. C
175. Os possíveis valores, em
cm, são: 1, 2, 4, 5, 10, 20, 25,
50 e 100.
176. C
177. B
178. 11
179. a. Os possíveis divisores
são: 2, 3 e 5.
b. Os possíveis valores
do MDC (a, b) são: 1, 2, 5 e 10.
180. a. 36s
b. 105 exibições
CAPÍTULO 06
181.
a. S = { 38 }
b. S =
6
13
182. S = {8}
183.
a. 0x = 60
b. A equação não é uma
204. B
205. B
206. A
207. B
208. 60
209. C
210. O polígono tem 6 lados.
211. p = – 1
4
212. A
213. B
214. E
215. E
216. 100 passageiros
217. B
218. C
219. C
220. E
221.
a. 5
2
b. 1
2
c. 5
d. 21
4
222.
a. r + s = 2
2
b. r · s = –
2
2
PV
-1
4-
14
Matemática básica
105
MatemáticaR:
c.
s r
r s
+
·
= – 1
d. r2 + s2 =
1 2 2
2
+
223. D
224. A
225. A
226. C
227. A
228. C
229. A
230. D
231. B
232.
a. x1 + x2 = 5
2
b. x1 · x2 = -
7
2
c. x x12 22
53
4
+ =
233. C
234. S = { 7 47; }
235.
a. x2 – 7x + 10 = 0
b. (x – 2) · (x – 5) = 0
236.
x2– ( 5 + 6) · x + 6 · 5 = 0
237. x2 – 5 · x + 4 = (x – 4) · ( x – 1)
238. a2 + b2 + c2 = 104
239. B
240. A
241. S = {–2,2}
242. S = −{ }21 21,
243. S= { }3 13 ,
244. ∴ S = {– 2, – 1, 1, 2}
245. S = {1, – 3}
246. S = {6}
247. A
248. A
249. S = {–1, –2}
250. S = {3}
251. E
252. B
253. D
254. V = {7}
255. D
256. A
257. C
258. A
259. S = 5
4
260. D
CAPÍTULO 07
261.
a. e pertence a C.
b. d não pertence a C.
c. A é subconjunto de B
ou A está contido em B ou A é
parte de B.
d. A não é subconjunto
de B ou A não está contido em
B ou A não é parte de B.
d. D contém C
262.
a. ∈
b. ∉
c. ⊂
d. ⊄
e. ⊃ ou ⊄
263.
a. Falsa, pois ∅ não é
elemento de qualquer conjun-
to.
b. Verdadeira, pois o
conjunto vazio é considerado
contido em qualquer conjunto.
c. Falsa, pois, se o con-
junto vazio não possui elemen-
tos, o 0 não poderia estar con-
tido nele.
d. Falsa, pois o elemento
∅ não pertence ao conjunto
unitário {0}.
e. Verdadeira, pois o
conjunto vazio é considerado
contido em qualquer conjunto.
f. Verdadeira, pois todo
conjunto é considerado conti-
do nele mesmo.
g. Falsa, pois o único
conjunto contido no vazio é o
próprio conjunto vazio.
h. Falsa, pois, se o ele-
mento 5 não pertence ao con-
junto A, o conjunto {5} não es-
tará contido em A.
i). Falsa, pois o elemento
{x} não pertence ao conjunto
{x, {x, y}}.
264. 2
265. O conjunto B não possui
elementos.
266.
a. V
b. F
c. F
d. V
e. F
f. V
g. V
267. A
268.
a. {–1, 0, 1, 2, 3, 4, 5}
b. {0, 1, 2, 3, 4, 5}
c. 3
5{ }
269.
a. {x ∈ ¢ | x é um núme-
ro ímpar}
b. {x ∈ | x é um qua-
drado perfeito}
c. {x ∈ | x2 – 64 = 0}
270.
a. x = 0
b. y = –1 ou y = 0 ou y = 1
271.
x = 2 e y = 2 ou y = 3
Matemática básica
PV
-1
4-
14
106
Matemática R:
272. E
273. P(A) = {∅ , {0}, {1}, A}
274.
P(A) = {∅ ,{a, e}, {a, i}, {e, i}, {a, e},
{a, i}, {e, i}, A}
275. 1.024
276. 12
277. A
278.
a. F
b. V
c. V
d. V
e. V
279. B
280. A
281. 80 nadadores
282. E
283. E
284. D
285. A
286. 01; 02; 04; 08
287. C
288. A
289. D
290. 96 estudantes entrevista-
dos gostam dos dois esportes.
291. C
292. E
293. A
294. C
295. B
296. A
297. B
298. B
299. C
300. a. 17 pessoas
b. 7 pessoas
301. B
302.
a. r r2
2
5 2 6 6 5
2
= + ⇒ = −
b. Se r fosse racional, r2, r2 – 5 e r
2 5
2
- seriam racionais,
contrariando a hipótese de que 6 é irracional.
303. B
304. 01 + 04 = 05
305. D
306. B
307. E
308. D
309. A
310. C
311. A
312. B
313. B
314. D
315.
01. F
02. V
03. F
04. V
05. F
316. B
317. {3, 9, 21, 27, 33, 39, 51, 57, 63, 69}
318. E
319. D
320. A ∪ B ∪ C = [2, 10].
PV
-1
4-
14
Matemática básica
107
MatemáticaR:
ANOTAÇÕES
Matemática básica
PV
-1
4-
14
108
Matemática R:
ANOTAÇÕES
PV
-1
4-
14
Matemática básica
109
MatemáticaR:
ANOTAÇÕES
Matemática básica
PV
-1
4-
14
110
Matemática R:
ANOTAÇÕES
PV
-1
4-
14
Matemática básica
111
MatemáticaR:
ANOTAÇÕES
Matemática básica
PV
-1
4-
14
112
Matemática R:
ANOTAÇÕES