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Prof.ª Vanessa Lowe
Queixa clínica mais comum e frequente na clínica veterinária
Origem de doenças do 
trato gastrointestinal
Origem de outros 
sistemas
Doença Renal
Doenças 
endócrinas
Doenças 
hepáticas
Doenças 
infecciosas
▪ Vômito
▪ Diarreia
▪ Anorexia
▪ Regurgitação
▪ Disquesia
▪ Tenesmo
▪ Constipação
◦ Sialorreia
◦ Halitose
◦ Disfagia
◦ Dor abdominal
◦ Emagrecimento
◦ Icterícia
◦ Ascite 
Intestino 
grosso
Esôfago e 
estômago
Posição de 
prece = 
processos 
obstrutivos, 
cálculo renal, 
pancreatite, dor 
na coluna
Intestino 
delgado
▪ Para o tutor sempre será VÔMITO
▪ Diferenciar através da anamnese
▪ Chegar mais rápido ao diagnóstico
▪ Peçam fotos/vídeo do ocorrido
▪ Avaliar o tempo de eliminação 
▪ Precoce
▪ Processos obstrutivos (come e elimina ao mesmo tempo, ausência de mimica de vomito)
▪ Tardio
▪ Tempo de esvaziamento gástrico → média de 2 horas
▪ Hipomotilidade e obstrução
▪ Presença de mímica de vômito: 
▪ Sialorreia
▪ Lambedura excessiva (cães)
▪ Lamber os lábios
▪ Gatos são escandalosos para vomitar (posição esternal e estatelar dos olhos)
▪ Composição de material expelido
▪ Bile, sangue, conteúdo gástrico, grama, tricobezoar
▪ O vômito é um processo ativo que envolve:
▪ Contração vigorosa e coordenada dos músculos abdominais, torácicos e diafragmáticos
▪ Resultando na ejeção forçada de alimento pela boca
▪ Ação central (bulbo tronco encefálico):
▪ Medo
▪ Agitação
▪ Estresse 
▪ Catecolaminas → estimula centro corticais superiores → centro do vômito (puramente 
central)
▪ 5-HT3
▪ É uma substância produzida nas células enterocromafins na mucosa do trato gastrointestinal
▪ Traumas, inflamações, torções, infecções, obstruções, etc
▪ Quando essa substância entra em contato com fibra nervosa/neuroreceptores estimulam a ZDQ 
→ centro do vômito
▪ Poucos receptores em faringe e coração
▪ Estímulo por pressão (comprimido para animais – dedo na guela)
▪ Substância no sangue
▪ Quando aumentadas estimulam a Zona de desencadeamento quimorreceptor (ZDQ) que 
estimulará o centro do vômito (4º ventrículo)
▪ Input vestibular
▪ Movimentos (ZDQ - cinetose) ou doença vestibular (andar em círculo) também irão 
estimular o centro do vômito
▪ Receptores NK1
▪ Entram em contato com a substância P (pequeno peptídeo que transmite os sinais de 
dor e vômito dos nervos sensoriais para o sistema nervoso central – tem sido associada a 
regulação do estresse e da ansiedade) estimula o vômito → maiores números do centro 
do vômito → mais potente, resposta mais rápida
Antieméticos 
bloqueiam a ação da 
estimulação do vômito
ZDQ →
metroclopramida (azul), 
ondansetrona
(vermelho)
Catecolaminas –
Centro do 
vômito = 
maropitant →
NK1
▪ Não existe relação de vômito biliar com alterações hepáticas
▪ O que vamos pensar? 
▪ Bile desemboca na primeira porção do intestino delgado (último processo do vômito, 
não tem mais nada no estômago) → conteúdo duodenal → ácidos biliares → pode 
evoluir para esofagite
▪ Esofagite é uma doença silenciosa em animais → azia, queimação e refluxo
▪ Prescreva Sucralfato → neutraliza os ácidos da bile
Vômito Pode ser ambos!
Se alimenta rápido 
demais, bate no 
estômago e estimula 
o vômito. 
Não deu tempo de 
digerir, mas terá 
náusea e contração 
abdominal
▪ Processo de eliminação passiva do conteúdo
▪ Ausência de náusea e esforço abdominal
▪ Relacionado com o esôfago e faringe
▪ Maior problema da regurgitação 
▪ Regurgitação não tem envolvimento de sistema nervoso central, por esse motivo 
não ocorre o fechamento da glote → engasgos e broncoaspiração 
(pneumonia)
▪ Cães
▪ Processo passivo e rápido
▪ Não muda de posição
▪ Sem envolvimento abdominal
▪ Conteúdo alimentar e água
▪ Gatos
▪ Geralmente não expulsa o conteúdo (vai até a boca e não sai para fora)
▪ Balança a cabeça
▪ Apresenta incomodo como se tivesse algo azedo na boca → esôfago
▪ Pode regurgitar parecendo vômito → envolvimento do terço final da musculatura do esôfago 
→ faz força 
▪ Associada a tosse
▪ Pequena quantidade de material eliminado
▪ Conteúdo esbranquiçado e espumoso
▪ Presença de reflexo de tosse
▪ Pode resultar em vômito
Pode vomitar no mesmo aspecto, o que difere 
é a presença de mimica ou a tosse
▪ Regurgitação → doenças esofágicas
▪ Vômito → Causas gastrointestinais ou sistêmica 
▪ Expectoração → Doenças respiratórias (traqueíte, bronquite, colapso traqueal)
▪ Dilatação parcial
▪ Dilatação total
▪ Doenças inflamatórias → esofagite
▪ Doença obstrutiva
▪ Distúrbios funcionais 
▪ Regurgitação
▪ Odinofagia (dor)
▪ Disfagia (dificuldade)
▪ Salivação (esofagite)
▪ Ptialismo (não consegue deglutir a saliva)
▪ Apetite ótimo (porém magro)
▪ Aversão a alimento
▪ Pneumonia por aspiração (tosse, febre, secreção nasal e dispneia)
▪ Megaesôfago idiopático → congênito ou adquirido (dilatação total)
▪ Dilatação anormal com diminuição dos movimentos peristálticos do esôfago
1. O reflexo da motilidade esofágica começa com a entrada do alimento
2. Estimula os neurônios sensoriais aferentes na mucosa esofágica
3. Mandando mensagem para o centro da deglutição no tronco cerebral pela nervo 
vago
4. Contração dos músculos lisos e estriados
▪ Lesões em qualquer parte deste caminho pode resultar na hipomotilidade e 
distensão esofágica
▪ As causas não são muito bem esclarecidas
▪ Megaesôfago idiopático adquirido
▪ Miastenia gravis
▪ Paralisia de laringe
▪ Esofagite
▪ Dilatação gástrica
▪ Idade: 7 a 15 anos
▪ 25 a 30% → miastenia gravis
▪ Regurgitação → pneumonia aspirativa
▪ 70% dos casos apresenta esofagite concomitante
▪ Megaesôfago idiopático congênito
▪ Comum em cães X raro em gatos
▪ Idade: 10 semanas a 2 anos
▪ Raças predispostas:
▪ Fox terrier
▪ Schnauzer miniatura
▪ Dog alemão
▪ Pastor alemão
▪ Labrador
▪ Golden
▪ Shapei
▪ Possivelmente relacionada a disfunção neuronal da via aferente
▪ Bom prognóstico
▪ Miastenia gravis
▪ Produção de anticorpos contra os receptores nicotínicos de acetilcolina 
▪ Não tem contração, Sem movimento 
▪ Ligada a doença autoimune
▪ Focal → acomete somente esôfago
▪ Teste que detecta os anticorpos sanguíneo contra os receptores de Ach
▪ Geral → corpo inteiro
▪ Diagnóstico terapêutico – Neostigmina ou cloreto de odrofônio (aplicação de atropina 15 min 
antes) – dura minutos
▪ Dosagem de anticorpos anti-receptores de acetilcolina
▪ Terapia com anticolinesterásico → brometo de piridostigmina (Mestinon®) (1 – 3mg/kg/TID/VO –
uso contínuo – antes da alimentação
▪ Não é indicado corticoide
▪ Se necessário imunossupressão → micofenulato (10mg/kg/TID/VO)
▪ Sinais clínicos:
▪ Regurgitação de alimento e água
▪ Perda de peso com apetite preservado
▪ Crescimento deficiente
▪ Sialorreia
▪ Diagnóstico:
▪ Anamnese e história clínica
▪ Radiografia
▪ RX simples
▪ RX contrastado → sulfato de bário junto com o 
alimento
▪ Em casos de suspeita de pneumonia
▪ Endoscopia
▪ Tratamento sintomático: Até o momento não existe cura clínica
▪ Alimentação em posição verticalizada / plataforma elevada
▪ Manter a posição por 5 a 10 minutos após a alimentação
▪ Pequenas quantidades ao longo do dia → alimentação assistida
▪ Consistência do alimento → amolecido, pastoso ou líquido
▪ Alimentos hipercalóricos para paciente debilitados 
▪ Pneumonia aspirativa
▪ Atb (específico para o trato respiratório) + Metronidazol → 15 – 25mg/kg/BID/7 – 14 
dias
▪ PAAD → persistência do arco aórtico direito
▪ Corpo estranho
▪ Neoplasias
▪ Estenose esofágica cicatricial
▪ Espirocercose
▪ Hérnia de hiato
▪ Início agudo
▪ Histórico de ingestão de corpo estranho
▪ Apatia, disfagia, sialorreia, regurgitação
▪ Palpação cervical → desconforto, presença de massa
▪ Possibilidade de tosse e engasgos
▪ Doença inflamatória do esôfago
▪ Causas:
▪ Ingestão de substâncias irritantes
▪ Doxiciclina
▪ Esofagite de refluxo → raças pequenas e jovens e cães ansiosos
▪ Nascem com imaturidadeno esfíncter cárdia (levemente aberto) 
▪ Refluxo → anestesia
▪ Aumento da acidez gástrica
▪ Vômitos excessivos → biliar
▪ Corpo estranho
▪ Diagnóstico:
▪ Tratamento:
▪ Omeprazol ou ranitidina → por aumento da acidez gástrica
▪ Dose Omeprazol: 0,5 – 1mg/kg/VO/SID-BID/10 – 20 dias (em jejum)
▪ Dose Ranitidina: 1 – 2mg/kg/VO-SC/BID
▪ Fármacos pró-cinéticos: metroclopramida → refluxo
▪ Até 1 ano de idade, após geralmente resolve sozinho
▪ Dose: 0,2 – 0,5mg/kg/VO-SC/TID
▪ Sucralfato → ulcerações 
▪ Dose: 250 – 500mg/kg/VO/BID-TID-QID/10 – 15 dias
▪ Tratar esofagite após a retirada do corpo estranho
▪ Omeprazol
▪ Inibidor de bomba de próton → redução da secreção de ácido gástrico
▪ Ranitidina
▪ Antagonista de receptor H²
▪ Metoclopramida
▪ Procinético → aumenta a pressão do esfíncter gastroesofágico inferior, promove 
esvaziamento gástrico
▪ Sucralfato
▪ Adere na mucosa lesionada e a protege 
Anamnese, exame físico, 
radiografia simples
CE, neoplasia, pneumonia 
por aspiração, megaesôfago
Sem achados radiográficos
Esofagograma contrastado: 5 a 
10 ml de sulfato de bário (cães e 
gatos)
Megaesôfago, neoplasia 
intraluminal, estenose, hérnia de 
hiato
Sem achados radiográficos
Endoscopia
Esofagite
▪ Vômito
▪ Agudo → menos de 2 semanas
▪ Crônico → mais de 2 semanas
▪ O que é normal:
▪ Brasil → clima quente
▪ Vomitar após comer grama? Estimula o vômito por ação mecânica, normal 
vomitar somente a grama e o paciente continuará com fome
▪ Pelo é eliminado através das fezes ou vômito
▪ Vômito alimentar com condições normais → 1x por semana
▪ Gastrite aguda primária
▪ Gastrite secundária
▪ Insuficiência renal
▪ Insuficiência hepática
▪ Hipoadrenocorticismo
▪ Mastocitoma
▪ Neoplasias gástricas
▪ Quimioterapia 
▪ Causas:
▪ Dieta
▪ Fármacos
▪ Compulsão alimentar
▪ Corpo estranho
▪ Estresse
▪ Hipoperfusão gástrica → desidratação, anemia grave
Se não utilizar AINES seletivos 
de Cox-2, a gastrite pode 
evoluir para ulcera e perfurar 
estomago. 
INIBIR SOMENTE COX-2
▪ Sinais clínicos da gastrite:
1. Anorexia
2. Vômito
3. Sangramento gastrointestinal
4. Apatia
5. Desidratação 
▪ Jejum alimentar 6 a 12 horas → deixar água disponível em forma de gelo, garrafa pet congelada, bexiga → limitar a 
ingestão de água rápida
▪ Manter a perfusão tecidual → fluidoterapia se desidratação
▪ Certeza que esse paciente não está obstruído?
▪ Proteção de mucosa → antiácidos
▪ Omeprazol → 1mg/kg/SID-BID/VO (jejum prévio de 20 – 30 minutos) MAIS POTENTE
▪ Ranitidina → 1 – 2mg/kg/BID/IM-VO Famotidina (gatos) → 0,5 – 1 mg/kg/SID-BID
▪ Antieméticos → descartar obstrução intestinal
▪ Cerenia → 0,5 – 1mg/kg/SC-IV/SID (espera-se que pare o vômito em 24 a 48 horas) Gatos
▪ Ondansetrona → 0,5 – 1mg/kg/SC-IV/SID-BID-TID
▪ Metoclopramida (mais pela ação procinética) → 0,2 – 0,5mg/kg/SC (pouca efetividade em felinos como antiemético –
falta de receptores?)
▪ Tratar a causa base quando possível
▪ Vômito crônico
▪ Causas sistêmicas com manifestação gastrointestinal
▪ Causas obstrutivas do trato gastrointestinal
▪ Doenças primárias do trato gastrointestinal
▪ Causas sistêmicas com manifestação gastrointestinal
▪ Nefropatias
▪ Hepatopatias
▪ Endocrinopatias → Hipoadrenocorticismo em cães e Hipertireoidismo em gatos
▪ Doenças infecciosas
▪ Neoplasias → mastocitoma, gastrinomas
▪ Além do vômito terão outros sinais clínicos 
▪ Solicitar exames laboratoriais → hemograma, urinálise, perfil renal, perfil 
hepático, outros testes diagnósticos
▪ Causas obstrutivas:
▪ Obstrução mecânica
▪ Completa → sinais agudos
▪ Parciais ou de implantação crônica → sinais crônicos
▪ Causas mecânicas
▪ Causas funcionais → hipomotilidade
▪ Obstruções mecânicas
▪ Corpo estranho
▪ Estenose pilórica
▪ Gastropatia hipertrófica do antro
▪ Neoplasias
▪ Intussuscepção
▪ Granulomas → fúngicos, eosinofílios
◦ Hipomotilidade
◦ Hipomotilidade primária e secundária
◦ Após doenças infecciosas e inflamatórias 
do TGI
◦ Distúrbios eletrolíticos (k)
◦ Dor
◦ Estresse 
Resulta no retardo do esvaziamento gástrico Vômito tardio
▪ Vômito de origem obstrutiva
▪ Frequente apresenta:
▪ Vômito de grandes volumes
▪ Aspecto e odor fecal → obstrução intestinal 
▪ Vômito em “projétil” ou “jato” → estenose do piloro?
▪ Vômito de esvaziamento gástrico tardio → mais de 8 horas após ingestão 
alimentar
▪ Defecação ausente ou volume reduzido
▪ Diagnóstico do vômito de origem obstrutiva
▪ Anamnese
▪ Exame físico → palpação abdominal
▪ Meios de diagnóstico por imagem → RX simples / contrastado e USG
▪ Endoscopia
▪ Celiotomia exploratória
▪ Biopsia 
▪ Avaliação histopatológica
Tratamento cirúrgico!
▪ Doenças primárias do TGI:
▪ Gastrite crônica primaria
▪ Idiopática → plasmocitária, eosinofílicia
▪ Imunomediada
▪ Gastrite crônica secundária em cães
▪ Parasitária (Physaloptera spp., Ollulanus tricuspis) 
▪ Bactérias (Helicobacter spp.)
▪ Neoplasias gástricas (adenocarcinoma, linfoma, leiomioma)
▪ Doença intestinal inflamatória em cães e gatos
Diagnóstico:
- Exclusão de outras causas de vômito
- Biopsia
- Histopatológico
▪ H. pilore → humanos
▪ H. bizzoreroni. H. heilmannii, H. feliz → cães e gatos
▪ Comensal ou Patogênica?
▪ 61 a 81% dos cães com gastrite tinham helicobacter → vômito
▪ 67% de cães saudáveis tinham helicobacter
▪ 100% dos cães de canil de beagles (Wiinderberg et al., JAVMA, 2005)
▪ Diagnóstico
▪ Biopsia e histopatológico→ se não observado alterações/outras causas, pode 
ser a causadora
▪ Tratamento específico para Helicobacter em cães e gatos
▪ Terapia tripla por 3 semanas:
▪ Omeprazol → 10 ou 20mg/animal
▪ Amoxicilina → 15mg/kg/BID
▪ Metronidazol → 10 – 15mg/kg/BID
	Slide 1: CMPA Gastroenterologia
	Slide 2
	Slide 3: Vômito e diarreia
	Slide 4: Vômito e diarreia
	Slide 5: Os sinais clínicos de alterações de TGI são variados
	Slide 6
	Slide 7: Vômito X Regurgitação X Espectoração
	Slide 8: Vômito x Regurgitação
	Slide 9: Fisiopatogenia do vômito
	Slide 10: Fisiopatogenia do vômito
	Slide 11
	Slide 12: Náusea prodrômica
	Slide 13
	Slide 14: Vômito - aspecto biliar
	Slide 15: Vômito ou regurgitação?
	Slide 16: Vômito ou regurgitação?
	Slide 17: Regurgitação
	Slide 18: Regurgitação 
	Slide 19: Expectoração 
	Slide 20: Resumindo... 
	Slide 21: Doenças esofágicas
	Slide 22: Sinais clínicos das doenças esofágicas
	Slide 23: Doenças esofágicas
	Slide 24: Doenças esofágicas
	Slide 25
	Slide 26: Doenças esofágicas
	Slide 27: Doenças esofágicas
	Slide 28
	Slide 29: Doenças esofágicas
	Slide 30: Doenças esofágicas
	Slide 31: Doenças esofágicas
	Slide 32
	Slide 33
	Slide 34
	Slide 35
	Slide 36: Doenças obstrutivas esofágicas
	Slide 37: Corpos estranhos esofágicos
	Slide 38: Esofagites 
	Slide 39: Esofagites 
	Slide 40: Esofagites
	Slide 41: Esofagites 
	Slide 42: Esofagite por administração de doxiciclina
	Slide 43: Regurgitação, odinofagia, disfagia
	Slide 44: Doenças gástricas
	Slide 45: Doenças gástricas
	Slide 46: Doenças gástricas
	Slide 47: Gastrite por AINES
	Slide 48: AINES
	Slide 49: Doenças gástricas
	Slide 50: Doenças gástricas
	Slide 51
	Slide 52: Doenças gástricas
	Slide 53: Doenças gástricas
	Slide 54: Doenças gástricas
	Slide 55: Doenças gástricas
	Slide 56: Doenças gástricas
	Slide 57: Doenças gástricas
	Slide 58
	Slide 59: Doenças gástricas
	Slide 60: Doenças gástricas
	Slide 61: Doenças gástricas
	Slide 62: Dúvidas?
	Slide 63: Obrigada!