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Imagem das lâminas Essa foto vai mostrar um pedaço de cartilagem ( tecido- conjuntivo, com classificação de suporte ), podemos iden- tificar nessa parte roxa, pela quantidade de células com um núcleo maior juntas. ( pedaço de orelha de coelho ) Vai ser a mesma lâmina que a anterior, porém nessa conseguimos ver uma parte do tecido epitelial ( na pe- riferia com a tonalidade de rosa mais forte, ainda con- seguimos ver nessa camada a transição de um leve roxo até uma parte somente rosa ) e a parte abaixo em um rosa mais claro vai ser o tecido conjuntivo. ( pele ) Tanto nessa imagem quanto nas de baixo coseguimos ver o tecido epitelial e conjuntivo. ( pele ) A epiderme vai apresentar o tecido epitelial ( parte rosa mais forte, vai se dar a coloração por ter suas células encontrwadas de maneira mais junta, em sua parte mais basal irá apresentar uma coloração roxeada pela pre- sença de núcleo, que com o passar das camadas irá di- minuindo até que desaparecerá, assim somente vemos uma coloração mais rosa, por só possuir a estrutura da célula ) vai ter uma das funções a de revestimento, por isso ela tem que ser mais junta, essas linhas que apare- cem de maneira mais esterna vai ser a queratina ( a pele pode ser mais fina ou grossa, vai depender da quantida- de de queratina, uma pele mais fina vai ter menos quera- tina e se apresentará com maiores espaçamentos entre ela, enquanto uma mais grossa irá ser mais densa, ela vai se encontrar mais densa em lugares que tenham cer- to atritos - pés, mãos em pessoas que fazem certos exercícios físicos...-). Na derme veremos o tecido con- juntivo, que vai ter esse rosa mais claro pelo espaça- mento das células, uma das funções dela vai ser o de preenchimento, além de ser vascularizada, fazendo com que o tecido epitelial dependa dela para ter seus nutrien- tes e oxigênio, que vai ir pela difusão dos capilares pre- sente na derme. Aqui podemos ver glânduas sudoríparas e sebáceas, presentes no músculo liso, além de espaços amare- los que estariam os folículos pilosos - que em volta vai estar o músculo eretor do pelo. ( pele ) ( mesma lâmina que a de cima ) Aqui vemos um tecido hormonal, a parotida, com glândulas cordonais, que não irão formar bolsas igual ao acinar ( folicular ), pois toda substância que elas formarem já serão secretadas na mesma hora Aqui temos uma glândula de arranjo folicular, vai ter a formação dessas bolsas para guardar a secreção, nesse caso vemos uma tireoide. ( Tireoide também ) Essa lâmina vai ser a de um pulmão de um mamífero, es- ses espaços vai ser onde estava os alvéolos. A estrutura dessa ima- gem vai ser um bron- quiolo terminal ( podemos falar bron- quiolo támbem ) E na imagem abaixo tem um Bronquíolo respiratório ( acima do b. terminal ) Aqui vai ser o pulmão de uma ave, que vai ter menos espa- ços por terem menos alvéolos, pelo motivo que não preci- sarão de tanto espaço/ar, quanto mamíferos. lâmina de uma traqueia, a parte roxa vai ser cartilagem e a camada rente a ela vai ser de músculo liso, em seguida por tecido conjuntivo e epitelial Imagem aproximada da traqueia, onde fica os cílios. Classificação do epitélio traqueal: - Epitélio pseudoestratificado colu- nar ciliado com células caliciforme Subdivisão dos brônquios e bronquiolos no pul- mão depois da traquéia: 1. Brônquio ( maior e com bastante cartilagem ) 2. Bronquiolo ( vai ser menor, mas ainda com bastante pedaços de cartilagem ) 3. Bronquiolo terminal ( menor e poucos pontos de cartilagem ao redor ) 4. Bronquiolo respiratório ( menor e sem cartila- gem ) 5. Ducto alveolar 6. Saco alveolar 7. Alvéolo Lâmina de uma artéria, essa vai ser uma artéria elastica, pois vai possuir fibras elásticas na sua tunica média. Aqui conseguimos ver melhor a parte elástica, será presente justamente nessas ondulações no meio. Essa lâmina será a mesma artéria, mas com coloração di- ferente que vai corar somente fibras, para ser mais evi- dente. Vai ser a lâmina de uma língua, em sua parte dorsal apre- sentará papilas com mais queratina ( principalmente em al- gumas espécies de animais ) e com músculo no meio. Vai ser o baço, pode fazer ou não parte do sistema linfático, faz parte do sistema imune - de defesa com os centros ger- minativos - não irá passar linfa nele, mas o sangue. O baço vai ter: 1. Polpa branca - áreas em roxo ( concentração de linfócitos - núcleo grande -, que vai corar de forma basofílica ) 2. Polpa vermelha - vão ser as áreas mais aver- melhadas, vai ter hemácias - células com pouco núcleo ou nenhum - ( vão corar eusi- nofílico ) 3. Músculo - são as partes rosas ( vai haver a passagem de hemácias por ele ) Vai ser o intestino delgado, vai ter uma mucosa com bas- tante glândula e submucosa pequena. Nas áreas de vilosidade, vai ser recoberta de microvilosi- dades. ( intestino delgado ) Parte da cápsula da bolsa cloacal Parte da luz da bolsa cloacal, confluência de várias pro- jeções, corando basofílicas ( células de defesa com nú- cleo grande ) órgão imune de aves Esse é o oviduto, estrutura junto da bolsa cloacal. Ele vai estar presente somente em fêmeas. ( o ovo vai começar a se formar no ovário e terminar sua maturação no oviduto até sair ). É o retículo, vai ter prjeções de tamanhos diferentes umas das outras, além de ter grandes projeções. ( na macroscopia vai ter for- mato de favo de mel ). É o rumém, vai ter projeções papilares na mucosa, que são alongadas e do perto umas das outras e mais ou menos do mesmo tamanho ( Parte abaixo das projeções do rúmem ) É o omaso, vai ter projeções próximas umas das outras e bem longas e no meio vai ter músculo. Na macroscopia vai ser chamado de folhoso. É o abomaso, com a característica de possuir muitas glându- las na mucosa e vai ter também projeções - como nas outras cavidades dos ruminantes - sendo em menor quantidade. ( uma aqui, uma lááá ). Vai ter mais glâdulas e são mais aparentes que no estômago. É o estômago, ele vai ter mais projeções e com as glândulas da mucosa menos aparente ). ( estômago também ) Esôfago, com glândulas na submucosa Támbem é um esôfago, de outra lâmina ( junto com o papo ) Papo, vai estar do lado do esôfago na lâmina de esôfago acima. Vai ter muito mais glândulas na submucosa, por ter como fun- ção umidecer o alimento. É um linfonodo, essa imagem tá a parte da cápsula essa região em roxo ( basofílica ) vai ser a região de córtex do linfonodo. Maior celularidade devido a maior quantidade de linfócitos maduros A região abaixo com menos celularidade - com menos células - e linfócitos imatu- ros ( com mais citoplasma ), é a medula ( mais eusinofílico ) Diferente do baço, não vai ter músculo e o lin Isso para mamíferos em ge- ral, menos suínos, que vão ter um padrão invertido Área de hilo, local de dobra do linfonodo que vai haver entrada e saída de vasos sangíneos e de saída de vasos eferentes. Parte da cápsula do linfonodo que vai parecer queratina, mas é tecido conjuntivo. Diferente do baço, o linfonodo não vai ter músculo pelo meio do parênquima e o linfono- do vai ter um arranjo com cápsula, o cótex com uma “bolinhas” e medula embaixo. Aqui vai ser a lâmina de um fígado