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Hemorragia 1º e
2º estágio de
gestação
Topicos
O que você vai aprender hoje
Sangramento no 1º e 2º trimestre
Aborto
Gravidez ectópica
Hemorragia obstétrica
Neoplasia trofoblastica gestacional
benigna(mola hidatirforme)
Deslocamento corioamniótico
O sangramento vaginal no primeiro trimestre
da gravidez é relativamente comum, ocorrendo
em aproximadamente 25% das pacientes que
sabem que estão grávidas. Em muitas pacientes
o sangramento é autolimitado e deve-se,
provavelmente, à implantação ovular no
endométrio decidualizado. Se o sangramento
não for autolimitado e for acompanhado de
dores fortes, contrações uterinas e colo
dilatado, as alterações clínicas são irreversíveis
e a gestação está condenada ao fracasso. Por
serem tais alterações irreversíveis, a
ultrassonografia tem pouco a oferecer nestes
casos. Se o sangramento e os espasmos forem
relativamente brandos e o colo estiver longo e
fechado, o diagnóstico é de ameaça de aborto.
1° TRIMESTRE
O segundo trimestre de gestação contempla
entre o 4º e 6º mês, ou seja, da 13ª até a 24ª
semana. Neste período, o sangramento na
gravidez já é incomum e pode indicar
descolamento da placenta, aborto
espontâneo, placenta de inserção baixa,
infecção do colo do útero ou um ferimento
no útero causado pelo contato íntimo.
Portanto, procure atendimento médico o
mais rápido possível nestes casos. Mais uma
vez, ressaltamos também a importância de
observar outros sintomas, como dores
intensas.
2° TRIMESTRE
Aborto
Conceitua-se como abortamento a interrupção da
gravidez ocorrida antes da 22° semana da gestação. O
produto da concepção eliminado no processo de
abortamento é chamado de aborto, o abortamento pode
ser precoce quando ocorre na 13° semana e tardio,
quando entre 13° e 22° semana. 
 
Tipos de Aborto
Abortamento
espontâneo
é a perda
involuntária da
gestação.
 
Ameaça de
abortamento
é a ocorrência de
sangramento
uterino com a
cérvix fechada sem
eliminação de
tecidos ovulares.
 
Abortamento
completo:
quando a
totalidade do
conteúdo uterino
foi eliminada.
 
Abortamento
incompleto
quando apenas
parte do
conteúdo uterino
foi eliminado.
Abortamento
inevitável
quando há
sangramento e
dilatação cervical
mas ainda não
ocorreu eliminação
de conteúdo
uterino.
 
Tipos de Aborto
Abortamento
retido
quando ocorre a morte do
embrião ou feto e o mesmo
permanece na cavidade
uterina, sem ser eliminado.
De uma maneira geral colo
se encontra fechado,
podendo ocorrer leve
sangramento.
 
Abortamento
infectado
é o processo de
abortamento
acompanhado de
infecção genital,
tais como
endometrite,
parametrite e
peritonite.
 
Abortamento
habitual
perdas
espontâneas e
sucessivas de
três ou mais
gestações
 
GRAVIDEZ ECTÓPICAGRAVIDEZ ECTÓPICA
 A gravidez ectópica corresponde à nidaçãodo ovo fora da cavidade uterina. O tipo
mais frequente é a tubária.
-São fatores de risco para gravidez
ectópica:
• História de gravidez ectópica prévia;
• Cirurgia tubária prévia;
• Infecções tubárias anteriores;
• Contracepção com progesterona ou DIU.
 A dor e o sangramento vaginal são os sintomas mais importantes da gravidez
ectópica. Em quase todos os casos a dor está presente. O sangramento pode ser
de pequena monta e/ou irregular, às vezes após pequeno atraso da
menstruação. O exame físico/ginecológico pode evidenciar presença de sangue
no canal vaginal, útero menor do que o esperado para a idade gestacional,
amolecimento do colo uterino e dor pélvica, às vezes mais localizada em uma
região anexial onde se pode palpar uma massa dolorosa.Muitas vezes ocorrem
em gestante sem nenhum fator de risco
 
HEMORRAGIAHEMORRAGIA
OBSTÉTRICAOBSTÉTRICA
 
O sangramento genital durante o ciclo gravídico-puerperal é
queixa comum e sintoma responsável por inúmeras consultas
obstétricas de urgência. A hemorragia obstétrica é a principal
causa de mortalidade materna no mundo e causa importante
de admissão de paciente obstétrica ao centro de terapia
intensiva. Sendo como elevada morbimortalidade perinatal
 
As causas mais comuns são atonia uterina, acretismo placentário ou restos
intracavitários, inversão uterina, lacerações e hematomas no trajeto do canal
do parto e os distúrbios de coagulação congênitos ou adquiridos
NEOPLASIA TROFOBLASTICANEOPLASIA TROFOBLASTICA
GESTACIONAL BENIGNA( MOLAGESTACIONAL BENIGNA( MOLA
HIDATIRFOME)HIDATIRFOME) 
 O atraso menstrual é a primeira manifestação de uma gravidez. Na gravidez molar pode ocorrersangramento indolor e de intensidade progressiva, às vezes associado a eliminação de vesículas com
aspecto de “cachos de uva”. Em consequência das perdas sanguíneas pode haver anemia. A exacerbação
dos sintomas de gravidez, às vezes com presença de náuseas e vômitos de difícil controle (hiperemese
gravídica, pré-eclâmpsia, tireotoxicose), também pode sinalizar a suspeita de mola hidatiforme.
O exame físico pode revelar um tamanho uterino maior do que esperado para a idade gestacional, colo e
útero amolecidos e aumento do volume ovariano devido à presença de cistos tecaluteínicos.
A mola hidatiforme é uma doença infrequente e ocorre em duas ou três de cada 1000 gestações. O diagnóstico
pode ser feito por ultrassonografia durante a gravidez ou no exame de material eliminado durante um aborto
Há duas modalidades de mola hidatiforme: mola completa e mola parcial. Uma característica de ambas as formas
é o crescimento muito rápido da placenta. Esta classificação (distinção entre mola completa e mola parcial) é
importante porque a evolução da doença é diferente para cada um dos tipos como veremos adiante.
DESCOLAMENTO CORIOAMNIÓTICODESCOLAMENTO CORIOAMNIÓTICO
 Caracteriza-se por sangramento genital de pequena intensidade e é diagnosticadopor exame ecográco. A evolução é boa, não representando quadro grave de risco
materno e/ou ovular.
A conduta é conservadora e, basicamente,consiste no esclarecimento à gestante,
com as mesmas orientações da ameaça de abortamento.
 
EquipeEquipe
LARYSSE CRUZ DE MENEZES VASCONCELOS- 01514977 
CARLOS EDUARDO SILVA SANTOS - 01479741
KAREN CHRISTINA RUFINO BEZERRA DE OLIVEIRA EMERY - 007007466
BRUNA SANGREMAN ALDEMAN SAVASTANO VOSS - 01514977
AMANDA LEANDRA G. DE LIMA - 01497114
HENRIQUE BRUNO DE OLIVEIRA SOBRINHO - 01354863
RENATA MONTEIRO DOS SANTOS - 01367452
EDUARDO GOMES DA SILVA - 01361615
RAFAELA ALMEIDA VIEIRA - 01479741
REFERÊNCIASREFERÊNCIAS
 
http://www.drmarcoaurelio.med.br 
 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_tecnico_gestacao_alto_risco.pdf
 
https://cbr.org.br/wp-content/uploads/2017/06/04_10v2.pdf
 
 
https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/205-mola-hidatiforme-e-cancer
 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_tecnico_gestacao_alto_risco.pdf
https://cbr.org.br/wp-content/uploads/2017/06/04_10v2.pdf

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