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APG 9 Manoela Fedrigo Sentid� Especiais 01- Compreender a morfofisiologia dos sentidos especiais. 02- Listar quais bactérias, vírus, fungos e protozoários causam má formação congênita. OLFAÇÃO -> Os receptores da olfação estão localizados no epitélio olfatório. -> O epitélio olfatório ocupa a parte superior da cavidade nasal, cobrindo a face inferior da lâmina cribriforme e se estendendo ao longo da concha nasal superior. -> É composto por três tipos de células: os receptores olfatórios, as células de sustentação e as células basais. -> Receptores Olfatórios: são os neurônios de primeira ordem da via olfatória. Cada receptor olfatório é um neurônio bipolar com um dendrito exposto com formato de calículo e um axônio que se projeta através da placa cribriforme e termina no bulbo olfatório. Estendendo-se a partir do dendrito de uma célula receptora olfatória encontram-se vários cílios olfatorios , que são os locais da transdução olfatória. Nas membranas plasmáticas dos cílios olfatórios encontram-se os receptores olfatórios que detectam as substâncias químicas inaladas. As substâncias químicas que possuem um odor que se liga e estimula os receptores olfatórios nos cílios olfatórios são chamados de odoríferas (odorantes). -> Os receptores olfatórios respondem ao estímulo químico de uma molécula odorífera produzindo um potencial gerador e iniciando assim a resposta olfativa APG 9 Manoela Fedrigo -> As células de sustentação são células epiteliais colunares da túnica mucosa que reveste o nariz, sustentação física, nutrição e isolamento elétrico para os receptores olfatórios e ajudam a detoxificar substâncias químicas que entram em contato com o epitélio olfatório. -> As células basais são células-tronco localizadas entre as bases das células de sustentação. Elas sofrem divisão celular continuamente para produzirem novos receptores olfatórios, que vivem apenas cerca de 1 mês antes de serem substituídos. -> No tecido conjuntivo que sustenta o epitélio olfatório encontram-se as glândulas olfatórias ou glândulas de Bowman, produtoras de muco, que é transportado para a superfície do epitélio por ductos. A secreção umedece a superfície do epitélio olfatório e dissolve os odoríferos de modo que possa ocorrer a transdução. Tanto as células de sustentação do epitélio nasal quanto as glândulas olfatórias são inervadas por neurônios parassimpáticos dos ramos do nervo facial (NC VII), que podem ser estimulados por determinadas substâncias químicas. Impulsos desses nervos, por sua vez, podem estimular as glândulas lacrimais nos olhos e as glândulas mucosas nasais. O resultado são lágrimas e APG 9 Manoela Fedrigo coriza após a inalação de substâncias como pimenta ou vapores de amônia. -> Os receptores olfatórios reagem às moléculas odoríferas do mesmo modo que a maior parte dos receptores sensitivos reage a seus estímulos específicos: um potencial gerador (despolarização) se desenvolve e dispara um ou mais impulsos nervosos. -> Transdução Olfatória: a ligação de um odorante a uma proteína receptora olfatória localizada em um cílio olfatório estimula uma proteína de membrana chamada de proteína G. A proteína G, por sua vez, ativa a enzima adenilato ciclase a produzir uma substância chamada de monofosfato de adenosina cíclico (AMP cíclico ou cAMP), que abre um canal de sódio (Na+), que permite que o Na+ entre no citosol, causando um potencial gerador despolarizante na membrana do receptor olfatório. Se a despolarização alcançar o limiar, é gerado um potencial de ação pelo axônio do receptor olfatório. -> Os nervos olfatórios terminam no encéfalo em massas pareadas de matéria cinza chamadas de bulbos olfatórios, que estão localizados abaixo dos lobos frontais do cérebro e lateral à crista etmoidal do etmóide. Nos bulbos olfatórios, os terminais axônicos dos receptores olfatórios formam sinapses com os dendritos e os corpos celulares dos neurônios do bulbo olfatório na via olfatória. -> Os axônios dos neurônios do bulbo olfatório se estendem posteriormente e formam o trato olfatório. Alguns dos axônios do trato olfatório se projetam para a área olfatória primária do córtex cerebral; localizada nas faces inferior e média do lobo temporal, que é a área olfatória em que começa a percepção consciente do cheiro. -> Não passam pelo tálamo. -> Outros axônios do trato olfatório se projetam para o sistema límbico e o hipotálamo; essas conexões contribuem para as nossas respostas emocionais e nossas memórias evocadas por cheiros. -> A partir da área olfatória primária, outras vias também se estendem para o lobo frontal. Uma região importante para a identificação e a discriminação dos odores é a APG 9 Manoela Fedrigo área orbitofrontal (área 11). Pessoas que sofreram danos nessa área apresentam dificuldades na identificação de odores diferentes. GUSTAÇÃO -> Assim como o olfato, é um sentido químico. -> Apenas cinco gostos primários podem ser distinguidos: azedo, doce, amargo, salgado e umami. -> Os odores dos alimentos podem passar da boca para a cavidade nasal, onde estimulam os receptores olfatórios. Como o olfato é muito mais sensível do que o paladar, uma dada concentração de substância alimentar pode estimular o sistema olfatório centenas de vezes mais intensamente do que ela estimula o sistema gustatório. -> Os receptores para as sensações gustatórias estão localizados nos calículos gustatórios. -> A maior parte dos calículos gustatórios encontra-se na língua, mas alguns podem ser achados no palato mole (parte posterior do teto da boca), na faringe (garganta) e na epiglote (uma lâmina de cartilagem na laringe). -> Cada calículo gustatório é um corpo oval que consiste em três tipos de células epiteliais: as células de sustentação, as células receptoras gustatórias e as células basais. -> As células de sustentação contêm microvilosidades e envolvem aproximadamente 50 células receptoras gustatórias em cada calículo gustatório. As microvilosidades gustatórias se projetam a partir de cada célula receptora gustatória para a superfície externa através do poro gustatório, uma abertura no calículo gustatório. As células basais, células-tronco encontradas na periferia do calículo gustatório próximas à camada de tecido conjuntivo, produzem as células APG 9 Manoela Fedrigo epiteliais de sustentação, que, então, se desenvolvem em células receptoras gustatórias. -> as células receptoras gustativas fazem sinapses com dendritos de neurônios de primeira ordem, que formam a primeira parte da via gustatória. Os dendritos de cada neurônio de primeira ordem se ramificam substancialmente e formam contatos com muitas células receptoras gustatórias em vários calículos gustatórios. -> Os calículos gustatórios estão localizados em elevações na língua chamadas de papilas, que aumentam a área superficial e fornecem uma estrutura rugosa para a face superior da língua. ★ Cerca de 12 papilas circunvaladas circulares e muito grandes formam uma fileira com formato de V invertido na parte posterior da língua. Cada uma dessas papilas armazena cerca de 100 a 300 calículos gustatórios. ★ .As papilas fungiformes são elevações com formato de cogumelo espalhadas ao longo de toda a superfície da língua, contendo cada uma delas cerca de cinco calículos gustatórios. ★ As papilas folhadas estão localizadas em fossetas nas margens laterais da língua, porém a maior parte de seus calículos gustatórios degenera no início da infância. APG 9 Manoela Fedrigo -> As substâncias químicas que estimulam as células receptoras gustatórias são chamadas de tastants. Uma vez que uma dessas substâncias esteja dissolvida na saliva, ela pode entrar emcontato com as membranas plasmáticas das microvilosidades gustatórias, que são os locais da transdução do paladar. O resultado é um potencial receptor que estimula a exocitose de vesículas sinápticas a partir da célula receptora gustatória. Por sua vez, as moléculas de neurotransmissor liberadas disparam impulsos nervosos nos neurônios sensitivos de primeira ordem que formam sinapses com as células receptoras gustatórias. -> Três nervos cranianos contém axônios dos neurônios gustatórios de primeira ordem que inervam os calículos gustatórios. O nervo facial (VII) inerva os calículos gustatórios nos dois terços anteriores da língua; o nervo glossofaríngeo (IX) inerva os calículos gustatórios no terço posterior da língua e o nervo vago (X) inerva os calículos gustatórios na garganta e na epiglote. A partir dos calículos gustatórios, os impulsos nervosos são propagados ao longo desses nervos cranianos até o núcleo gustatório no bulbo. A partir do bulbo, alguns axônios carregando os sinais gustatórios se projetam para o sistema límbico e para o hipotálamo; outros se projetam para o tálamo. Os sinais gustatórios que se projetam a partir do tálamo para a área gustatória primária no lobo parietal do córtex APG 9 Manoela Fedrigo cerebral (ver área 43) dão origem à percepção consciente do paladar. VISÃO -> A variação de radiação eletromagnética é conhecida como espectro eletromagnético . A distância entre dois picos consecutivos de uma onda eletromagnética é o comprimento de onda. -> Os olhos são responsáveis pela detecção da luz visível, a parte do espectro eletromagnético com comprimentos de onda variando entre 400 e 700 nm. A luz visível exibe cores: a cor da luz visível depende de seu comprimento de onda. -> As estruturas acessórias do olho incluem as pálpebras, os cílios, as sobrancelhas, o aparelho lacrimal (produtor de lágrimas) e os músculos extrínsecos do bulbo do olho. ★ As pálpebras superiores e inferiores cobrem os olhos durante o sono, protegem os olhos da luz excessiva e de objetos estranhos e espalham as secreções lubrificantes pelos bulbos dos olhos, nelas contém o músculo levantador. ★ Os cílios, que se projetam a partir da margem de cada pálpebra, e as sobrancelhas, que atravessam transversalmente e em formato de arco a parte superior das pálpebras, ajudam a proteger o bulbo do olho de objetos estranhos, da transpiração e da incidência direta dos raios solares. Glândulas sebáceas na base dos folículos pilosos dos cílios, chamadas de glândulas ciliares sebáceas, liberam um líquido lubrificante para os folículos. Uma infecção nessas APG 9 Manoela Fedrigo glândulas, em geral causada por bactéria, causa um inchaço doloroso e repleto de pus chamado de terçol. ★ O aparelho lacrimal é um grupo de estruturas que produzem e drenam o líquido lacrimal ou as lágrimas em um processo chamado de lacrimação. Esse mecanismo tem função protetora, uma vez que as lágrimas diluem e lavam a substância irritante. Os olhos lacrimejantes também ocorrem quando uma inflamação da túnica mucosa do nariz, como ocorre durante um resfriado, obstrui os ductos lacrimonasais e bloqueia a drenagem das lágrimas, são inervadas por fibras parassimpáticas. ★ Os olhos se encontram em depressões ósseas do crânio chamadas de órbitas. As órbitas ajudam a proteger os olhos, estabilizam-nos no espaço tridimensional, ancorando-os aos músculos que produzem seus movimentos essenciais. Os músculos extrínsecos do bulbo do olho se estendem das paredes da órbita até a esclera ocular e são circundados na órbita por volume significativo de gordura do corpo adiposo da órbita. Esses músculos são capazes de mover os olhos em quase todas as direções. Eles são inervados pelos nervos oculomotor (NC III), troclear (NC IV) ou abducente (NC VI). -> De sua área superficial total, bulbo do olho, apenas o sexto anterior encontra-se exposto; o restante está coberto e protegido pela órbita, onde ele se encaixa. Anatomicamente, a parede do bulbo do olho consiste em três camadas: (1) túnica fibrosa, (2) túnica vascular e (3) retina (túnica interna. APG 9 Manoela Fedrigo ★ A túnica fibrosa é a camada superficial do bulbo do olho e consiste na córnea anterior e na esclera posterior. A córnea é um revestimento transparente que cobre a íris colorida. A esclera cobre todo o bulbo do olho, exceto a córnea; ela dá formato ao bulbo do olho, torna-o mais rígido, protege suas partes internas e age como um local de fixação para os músculos extrínsecos do bulbo do olho. Na junção entre a esclera e a córnea encontra-se uma abertura conhecida como seio venoso da esclera (ou canal de Schlemm). Um líquido chamado de humor aquoso, que será descrito adiante, é drenado para este seio. ★ A túnica vascular ou úvea é a camada média do bulbo do olho. Ela é composta por três partes: a coróide, o corpo ciliar e a íris. A coróide altamente vascularizada, que é a parte posterior da túnica vascular, reveste a maior parte da face interna da esclera.Na parte anterior da túnica vascular, a coroide se torna o corpo ciliar. Ele se estende desde a ora serrata, a margem anterior dentada da retina, até um ponto imediatamente posterior à junção da esclera com a córnea.A íris, a parte colorida do bulbo do olho, tem um formato de rosca achatada. Ela está suspensa entre a córnea e a lente e se liga em sua margem externa aos processos ciliares, a função principal da íris é a regulação da quantidade de luz que entra no bulbo do olho através da pupila. ★ A terceira camada do bulbo do olho e a mais interna, a retina, reveste os três quartos posteriores do bulbo do olho e é o início da via visual, Dois tipos celulares presentes na camada celular bipolar da retina são as células horizontais e as células amácrinas. Essas células formam circuitos neurais direcionados lateralmente que modificam os sinais transmitidos ao longo da via a partir APG 9 Manoela Fedrigo dos fotorreceptores até as células bipolares e as células ganglionares. -> Atrás da pupila e da íris, dentro da cavidade do bulbo do olho, encontra-se a lente .Nas células da lente, proteínas chamadas de cristalinas, organizadas como camadas de uma cebola, compõem o meio refrativo da lente, que normalmente é perfeitamente transparente e não possui vasos sanguíneos. A lente ajuda a focar imagens na retina para facilitar a formação de uma visão nítida. -> Os bastonetes e os cones foram nomeados por causa da aparência de seus segmentos externos – a extremidade distal próxima ao estrato pigmentoso – de cada tipo de fotorreceptor. -> Os segmentos externos dos bastonetes são cilíndricos ou com formato de bastão; os dos cones são achatados ou com formato de cone. -> A transdução da energia luminosa em um potencial receptor ocorre no segmento externo tanto de cones quanto de bastonetes. APG 9 Manoela Fedrigo -> Os axônios do nervo óptico (II) passam através do quiasma óptico (um cruzamento, como na letra X), um ponto de cruzamento dos nervos ópticos. -> Alguns axônios atravessam para o lado oposto, enquanto outros permanecem do mesmo lado. -> Após passarem pelo quiasma óptico, os axônios, agora parte do trato óptico, entram no encéfalo e a maior parte deles termina no núcleo do corpo geniculado lateral do tálamo. -> Onde formam sinapses com neurônios cujos axônios formam as radiações ópticas, que se projetam para as áreas visuais primárias nos lobos occipitais do córtex cerebral (área 17)e começa a percepção visual. -> Uma parte das fibras do trato óptico termina no colículo superior, que controla os músculos extrínsecos do bulbo do olho, e nos núcleos pré-tectais, que controlam os reflexos de acomodação e pupilar. APG 9Manoela Fedrigo AUDIÇÃO -> A orelha é dividida em três regiões principais: (1) a orelha externa, que coleta as ondas sonoras e as direciona para dentro; (2) a orelha média, que conduz as vibrações sonoras para a janela do vestíbulo (oval); e (3) a orelha interna, que armazena os receptores para a audição e para o equilíbrio. -> A orelha externa é formada pela orelha (pavilhão auricular), pelo meato acústico externo e pela membrana timpânica -> A orelha média é uma pequena cavidade, cheia de ar e revestida por epitélio, situada na parte petrosa do temporal . Ela é separada da orelha externa pela membrana timpânica e da orelha interna por uma divisão óssea fina que contém duas pequenas aberturas: a janela do vestíbulo (oval) e a janela da cóclea (redonda). -> A orelha interna também é chamada de labirinto por causa de sua série complicada de APG 9 Manoela Fedrigo canais . Estruturalmente, ela é formada por duas divisões principais: um labirinto ósseo externo que encapsula um labirinto membranáceo interno. É como se fossem balões longos colocados dentro de um tubo rígido. -> As ondas sonoras são regiões de alta e baixa pressão que se alternam entre si e que viajam na mesma direção através de algum meio (como o ar). Elas são originadas a partir de um objeto que vibra de modo muito semelhante à formação de ondas sobre a superfície de um lago quando alguém atira uma pedra sobre a água. A frequência de uma vibração sonora é o seu tom. Quanto maior for a frequência de vibração, maior será seu tom. -> Quanto maior for a intensidade (tamanho ou amplitude) da vibração, mais alto será o som. A intensidade do som é medida em unidades chamadas de decibéis (dB). -> As células ciliadas promovem a transdução de vibrações mecânicas em sinais elétricos. Conforme a lâmina basilar vibra, os feixes de cílios no ápice das células ciliadas se dobram para frente e para trás e deslizam um sobre o outro. Uma proteína de ligação de extremidade (tip link) conecta a extremidade de cada estereocílio a um canal iônico sensível a estresse mecânico chamado de canal de transdução no seu estereocílio vizinho mais alto. Conforme os estereocílios se dobram em direção aos estereocílios mais altos, as ligações de extremidade (tip links) disparam os canais de transdução, abrindo-os. -> O dobramento dos estereocílios das células ciliadas do órgão espiral promove a liberação de um neurotransmissor (provavelmente o glutamato), que gera impulsos nervosos nos neurônios sensitivos que inervam as células ciliadas. Os corpos celulares dos neurônios sensitivos estão localizados nos gânglios APG 9 Manoela Fedrigo espinais. Os impulsos nervosos passam através dos axônios desses neurônios, que formam a parte coclear do nervo vestibulococlear (VIII). EQUILÍBRIO -> Existem dois tipos de equilíbrio. O equilíbrio estático se refere à manutenção da posição do corpo (principalmente a cabeça) em relação à força da gravidade, sáculos e utrículos. -> O equilíbrio dinâmico é a manutenção da posição corporal (principalmente da cabeça) em resposta a movimentos súbitos como a aceleração ou a desaceleração rotacional, ampolas. APG 9 Manoela Fedrigo -> A curvatura dos feixes pilosos das células ciliadas nos ductos semicirculares, no utrículo ou no sáculo promove a liberação de um neurotransmissor (provavelmente glutamato), gerando impulsos nervosos nos neurônios sensitivos que inervam as células ciliadas. Os corpos celulares dos neurônios sensitivos estão localizados nos gânglios vestibulares. Impulsos nervosos são transportados pelos axônios desses neurônios, que formam a parte vestibular do nervo vestibulococlear. MICROORGANISMOS QUE LEVAM A MÁ FORMAÇÃO ➔ Rubéola: causada pela Rubella Virus. É transmitido de um indivíduo a outro por meio do contato com secreções emitidas por um paciente infectado, como gotículas de saliva, por exemplo ➔ Toxoplasmose: causada pelo protozoário Toxoplasma Gondii. É encontrado nas fezes de gatos e outros felinos, que pode se hospedar em humanos e outros animais ➔ Varíola: causada pelo vírus da varíola, um orthopoxvirus. É altamente contagiosa. ➔ Varicela: causada pelo vírus Varicella-zoster. Infecção viral primária, aguda, altamente contagiosa. ➔ Citomegalia: seu agente etiológico é da família herpeviridae, gênero citomegalovírus, e genoma com DNA de fita dupla. É uma infecção sistêmica APG 9 Manoela Fedrigo ➔ Sífilis: causada pela bactéria Treponema pallidum. É uma infecção sexualmente transmissível, curável e exclusivamente do ser humano. ➔ Herpes-vírus: ocasionado pelo herpes-vírus simples. É muito comum a infecção no mundo, porém a genital é a que oferece maior risco de transmissão ao feto. ➔ Sarampo: causada por um RNA vírus, da família Paramyxoviridae. É uma doença transmissível aguda, grave e extremamente contagiosa, fonte de infecção é o homem. ➔ Zika vírus: transmitida por mosquitos do gênero Aedes aegypti. É uma causa em potencial para o nascimento de crianças com microcefalia.