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Epidemiologia e Etiologia Manejo Pré-Hospitalar 10% da população pode ter uma Avaliar ABC e realizar crise epiléptica na vida. diagnóstico diferencial Apenas 3% da população recebe imediato. diagnóstico de epilepsia. Evitar broncoaspiração Causas primárias não requerem posicionando paciente eventos lateralmente. específicos. Não segurar a língua, pois a Causas secundárias incluem traumas crise é autolimitada. e doenças subjacentes. Terapia inicial inclui diazepam ou midazolam intravenoso. Definições Convulsões Avaliação do Paciente Epilepsia é História familiar é crucial caracterizada por para entender quadro clínico. crises recorrentes Duração da crise é importante não provocadas. para diagnóstico de estado de Crise epiléptica é um mal. episódio de excitação Movimentos automatismos ajudam neuronal. a caracterizar O tipo de crise. Crise convulsiva Estado pós-ictal varia conforme apresenta a área cerebral afetada. manifestações motoras visíveis. Estado de mal Diagnóstico Pós-Convulsão epiléptico envolve Anamnese deve incluir presença de crises prolongadas aura e testemunhas. sem retorno. História de convulsões anteriores Fisiopatologia ajuda a caracterizar evento. Manejo em Emergência Exame físico deve buscar sinais de neuronal trauma ou intoxicação. Se a convulsão parou, pode propagar-se para coordenar tratamento com Exames laboratoriais são outros neurônios. neurologia. fundamentais para avaliação Crises generalizadas metabólica. Se não parou, iniciar terapia afetam ambos OS de primeira linha hemisférios cerebrais. imediatamente. Crises focais podem Monitorar a resposta ao evoluir para crises tratamento e ajustar conforme generalizadas. necessário. Tipos de crises incluem EEG e medidas protetivas são tônico-clônicas e de essenciais para paciente. ausência.