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Síndrome Compartimental O que é a síndrome compartimental? ❖ Quais são as causas? ❖ Quais são os tratamentos indicados? ❖ Existem possíveis complicações desse quadro? ?? ? ? ? ? Dra. Callie Torres - Ortopedista em Greys Anatomy https://docs.google.com/file/d/16475EeNAP-pQVHfAzK3BcfIQ8V6gic5T/preview Fisiopatologia Fáscia ❖ Membrana fibrosa de tecido conjuntivo denso; ❖ Recobre a maior parte do corpo; ❖ Nos membros: separa compartimentos por septos intermusculares. ❖ Limita expansão externa dos músculos: ➢ Eficiência da contração muscular; ➢ Auxilia no retorno venoso (bomba muscular). Membro inferior Fáscia lata Fáscia muscular da perna ❖ Septo intermuscular lateral (mais forte) ❖ Outros 2 septos (fracos) ❖ Septo intermuscular anterior ❖ Septo intermuscular posterior ❖ Septo transverso Membrana interóssea Coxa ❖ Compartimentos: ➢ Anterior ➢ Medial ➢ Posterior Perna ❖ Compartimentos: ➢ Anterior ➢ Lateral ➢ Posterior (profundo e superficial) Pé Fáscia dorsal Fáscia plantar ❖ Compartimentos: ➢ medial da planta ➢ central da planta ➢ lateral da planta ❖ Compartimento s ➢ interósseo ➢ dorsal do pé Síndrome compartimental ❖ É o aumento da pressão intersticial de um compartimento; ❖ Pode ser aguda ou crônica; causas súbitas/ imediatas exposição a situação de repetição (Ex: exercícios físicos) + pré disposição individual ➢ Pode ser causada por Streptococcus sp. Pressão no compartimento Compressão nos vasos e nervos Isquemia Hipóxia Necrose tecidual parestesia, dor Paralisia Isquemia prolongada seguida de reperfusão produtos danosos rompimento da membrana plasmática extravasamento de conteúdo celular Complicações Apresentação Clínica CLASSIFICAÇÃO DOS CASOS CLÍNICOS ❖ AGUDA ❖ Como ocorre? ❖ O que ocorre? ❖ Quais os sintomas? ❖ Como evolui? CLASSIFICAÇÃO DOS CASOS CLÍNICOS ❖ CRÔNICA ❖ Como ocorre? ❖ O que ocorre? ❖ Quais os sintomas? ❖ Como evolui? Diagnóstico COMO DIAGNOSTICAR? ❖ Método Stiker Cateter ou Slit Cateter ❖ Exame laboratorial ❖ Exames de imagem ❖ Anamnese Quais complicações podem ocorrer caso o diagnóstico seja tardio? Tratamento Tratamento para síndrome compartimental ❖ Intervenção cirúrgica: fasciotomia, inclusive para a síndrome crônica. O procedimento envolve um corte da fáscia para reduzir a pressão no compartimento. ❖ Em casos muito graves, ou caso o tratamento se faça muito tarde, pode ser necessário amputar o membro. Fasciotomia na perna ❖ Fasciotomia: a qual pode envolver a libertação de todos os quatro compartimentos. É tipicamente conseguida com duas incisões, uma centrada sobre o septo intermuscular lateral e outra dois centímetros posteriores da fronteira subcutânea da tíbia. ❖ A maioria dos pacientes que se submetem à fasciotomia de emergência parece voltar ao nível de atividade antes da lesão. Fasciotomia na coxa ❖ Diagnóstico difícil: está frequentemente associado com múltiplas lesões e trauma de alta energia. ❖ A mortalidade em pacientes com síndrome compartimental de coxa aguda chega próxima a 50% em algumas séries e podem ser relacionadas com as outras lesões concomitantes. ❖ A fasciotomia da coxa resulta em grandes cicatrizes e a infecção da ferida é vista em até 67% dos casos, o que é associado com risco significativo de morte. Fasciotomia no pé ❖ Não é consenso a fasciotomia no pé. ❖ Esse tratamento permanece controverso e a fasciotomia pode levar a graves cicatrizes em alguns pacientes, e outras sequelas a longo prazo são parestesia, uma sensibilidade dermal anormal, e necrose da pele que necessitará de enxertos. Prognóstico Gravidade ❖ Intervalo curto até tratamento ❖ Intervalo prolongado até tratamento Pouco grave. Efeitos neurológicos reversíveis. Grave. Reversão menos provável. Tratamento Modos de tratamento Não cirúrgico Cirúrgico NecroseCicatrizDor crônicaEx pés: deformidade nos dedos Conclusão Conclusão A Síndrome Compartimental, ainda que rara, é uma condição grave e que, quando não devidamente tratada, pode levar à morte. Sendo assim, deve-se dar a devida importância a todos os sintomas, uma vez que tanto tempo quanto a eficácia da decisão médica são fundamentais para um melhor resultado clínico e para a manutenção da qualidade de vida do paciente. Referências bibliográficas https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/anatomia-seccional-seccoes-transversais-do-corpo-humano http://fisioworkrs.com.br/blog/um-olhar-sobre-as-fascias https://www.angiolifeclinica.com.br/blog/panturrilhas-importancia-como-fortalecer/panturrilhas-veias-musculos/ https://www.anatomia-papel-e-caneta.com/sistema-articular/ https://www.alamy.com/compartment-syndrome-with-fasciotomy-procedure-image7712213.html Moore, Dalley, Agur. Moore Anatomia, Sétima Edição, Moore KL, Dalley AF. Agur AMR. Grupo Editora nacional/Guanabara-Koogan, 2014 http://atividades-imprimir.blogspot.com/2014/09/desenhos-e-moldes-cliparts-de-relogios.html https://ijops.com/articles/10.29337/ijops.4/ https://www.youtube.com/watch?v=SyHPP-kjfDo https://prezi.com/ikht8xjmbedn/sindrome-compartimental-abdominal/ https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/anatomia-seccional-seccoes-transversais-do-corpo-humano http://fisioworkrs.com.br/blog/um-olhar-sobre-as-fascias https://www.angiolifeclinica.com.br/blog/panturrilhas-importancia-como-fortalecer/panturrilhas-veias-musculos/ https://www.anatomia-papel-e-caneta.com/sistema-articular/ https://www.alamy.com/compartment-syndrome-with-fasciotomy-procedure-image7712213.html http://atividades-imprimir.blogspot.com/2014/09/desenhos-e-moldes-cliparts-de-relogios.html https://ijops.com/articles/10.29337/ijops.4/ https://www.youtube.com/watch?v=SyHPP-kjfDo https://prezi.com/ikht8xjmbedn/sindrome-compartimental-abdominal/