Em um ambulatório de reumatologia, um enfermeiro atua na triagem laboratorial de dols B.( 10 aumento da Proteína c Reativa pacientes com o objetivo de otimizar e direcionar presença de um processo inflamatório no confirma a a conduta e a tomada de decisão da equipe médica o paciente A, de 55 anos, quelxa-se de rigidez contudo, utilizado por ser um marcador inespecifico, organismo, não ser matinal severa nas mãos e apresenta resultados doença. isoladamente para determinar a etiologia pode da reagentes parà o Fator Reumatoide (FR) e para a Proteína C Reativa (PCR). o paciente B, de 65 C.( 10 diagnóstico laboratorial de condições autoimunes articulares baseia-se na detecção da anos, relata dor articular localizada que se agrava Antiestreptolisina O, um autoanticorpo que atinge seu com o esforço físico, possuindo laudo não pico nas primeiras horas de inflamação degenerativa. reagente para o FR, mas com a PCR discretamente elevada e fortemente associada ao seu quadro de D. ) A Proteína C Reativa é uma enzima sintetizada obesidade e sobrecarga mecânica. O profissional nas articulações afetadas, o que justifica a sua alta especificidade para a detecção precoce da perda de de saúde precisa interpretar tecnicamente esses