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O pensamento computacional é uma habilidade que permite resolver problemas de forma lógica e eficiente. Ele se baseia em quatro pilares: decomposição, reconhecimento de padrões, abstração e algoritmos. Essa forma de pensar é aplicada não apenas na programação, mas também no cotidiano, auxiliando na organização de tarefas e na tomada de decisões. Profissionais de diversas áreas se beneficiam ao aplicar essa lógica estruturada para entender e solucionar desafios do dia a dia.
Com base no texto apresentado, assinale a alternativa que representa uma situação prática de uso do pensamento computacional, mesmo fora do contexto de programação.
a) Publicar uma foto em uma rede social após aplicar um filtro.
b) Escolher um filme para assistir com base na capa e no título.
c) Planejar um evento dividindo as tarefas, prevendo imprevistos e criando um cronograma.
d) Escutar música enquanto realiza outras atividades.
e) Compartilhar um link de uma notícia em um grupo de mensagens.
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ProjetandoIdeias

há 5 horas

Respostas

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há 5 horas

Vamos analisar as alternativas com base nos quatro pilares do pensamento computacional: decomposição, reconhecimento de padrões, abstração e algoritmos. a) Publicar uma foto em uma rede social após aplicar um filtro — não envolve necessariamente decomposição ou criação de um plano estruturado. b) Escolher um filme para assistir com base na capa e no título — é uma decisão simples, sem aplicação clara dos pilares do pensamento computacional. c) Planejar um evento dividindo as tarefas, prevendo imprevistos e criando um cronograma — envolve decomposição (dividir tarefas), reconhecimento de padrões (prever imprevistos), abstração e criação de um algoritmo (cronograma). Essa é uma aplicação clara do pensamento computacional. d) Escutar música enquanto realiza outras atividades — não envolve pensamento estruturado para resolver problemas. e) Compartilhar um link de uma notícia em um grupo de mensagens — é uma ação simples, sem aplicação dos pilares. Portanto, a alternativa correta é: c) Planejar um evento dividindo as tarefas, prevendo imprevistos e criando um cronograma.

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Agora, vamos explorar as portas lógicas e as respectivas funcionalidades.
VOCÊ SABE RESPONDER?
Você já parou para pensar em como um computador “pensa”?
Portas lógicas
Quando pressionamos uma tecla, clicamos em um botão ou enviamos uma mensagem, esperamos uma reação. Entretanto, como a máquina entende o que deve ser feito? Essa mágica acontece graças aos elementos chamados “portas lógicas”. De acordo com Stallings (2024), elas são os blocos fundamentais do processamento digital, responsáveis por interpretar os sinais binários (0 e 1) e tomar decisões simples que, quando combinadas, geram sistemas complexos.
Mas, afinal, o que são essas portas lógicas? Por que elas são tão importantes? As portas lógicas são circuitos eletrônicos que realizam operações booleanas básicas, como AND, OR, NOT, entre outras com sinais binários. Em outras palavras, elas recebem um ou mais bits (0 ou 1) como entrada, realizam um teste lógico e fornecem um bit de saída. Imagine que cada porta é como uma decisão simples dentro de um cérebro eletrônico: ela analisa condições e responde com "sim" (1) ou "não" (0). Vejamos, no quadro a seguir, as principais portas e as respectivas funções.
Quais são as funções das portas lógicas AND, OR, NOT e XOR?
AND: Só retorna 1 se todas as entradas forem 1.
OR: Retorna 1 se pelo menos uma entrada for 1.
NOT: Inverte a entrada: 0 se torna 1, e 1 se torna 0.
XOR: Retorna 1 somente se as entradas forem diferentes.

É muito importante entendermos o que são circuitos combinacionais para avançarmos cada vez mais na nossa disciplina e fazer projetos cada vez mais complexos. Assim, um circuito lógico combinacional é aquele em que a saída depende exclusivamente do estado atual das entradas. Ele não armazena histórico, ou seja, não tem memória interna: toda vez que alteramos uma entrada, a saída é recalculada instantaneamente (Brookshear, 2013).
Ao utilizarmos um exemplo cotidiano, imagine um sistema de entrada com senha eletrônica que destrava uma porta se a combinação correta for pressionada. Esse sistema pode ser construído com um circuito lógico que compara os bits inseridos com uma combinação fixa. Se forem iguais, a saída (destravar) será ativada.
Para a elaboração de um projeto de circuitos combinacionais, iniciamos com a análise do problema. Logo, o primeiro passo é entender o que o circuito deve fazer. Quantas entradas são necessárias? Quantas saídas? Qual é a lógica da decisão? Exemplo prático: uma fábrica quer automatizar o sistema de ventilação. O ventilador liga se a temperatura for alta ou se houver muita fumaça.
Entradas:
■ T = 1 se temperatura alta.
■ F = 1 se fumaça detectada.
Saída:
■ V = 1 se o ventilador deve ligar.
Lógica: V = T + F
Para a verificação das condições, isto é, se estão corretas ou não, utilizamos uma ferramenta tradicional chamada tabela-verdade. A tabela-verdade é uma ferramenta essencial, porque lista todas as combinações possíveis de entrada e a respectiva saída desejada.
Qual é a expressão booleana que representa a lógica do ventilador que liga se a temperatura for alta ou se houver fumaça?
V = T + F

CIRCUITOS SEQUENCIAIS: QUANDO A LÓGICA GANHA MEMÓRIA
Até agora, estudamos os circuitos que mudam a saída conforme a entrada no exato momento. Mas e se quisermos que o sistema lembre o que aconteceu antes? É nesse contexto que entram os circuitos lógicos sequenciais. Diferentemente dos circuitos combinacionais, os quais respondem apenas ao estado atual das entradas, os circuitos sequenciais levam em conta o histórico, ou seja, eles possuem memória.
Eles são a base de dispositivos inteligentes que dependem do tempo ou da sequência de eventos, como cronômetros digitais, controladores de elevador, processadores, máquinas de estados, entre muitos outros. Um circuito sequencial é composto por elementos lógicos (como portas AND, OR, NOT) e elementos de memória, que armazenam o estado atual e fomentam decisões baseadas em entradas passadas e presentes. Esses elementos de memória são os flip-flops, que veremos a seguir.
Flip-flops: o bit da memória digital. O flip-flop é o menor elemento de memória digital. Ele armazena um único bit, podendo manter seu estado indefinidamente até ser alterado por uma entrada de controle (normalmente, um sinal de clock). Vamos conhecer alguns tipos principais de flip-flop:
SR (SET-RESET)
Permite ligar ou desligar uma saída.
D (DATA OU DELAY)
Armazena o valor da entrada na borda de clock.
JK
Evolução do SR, com melhor controle de estados.
Quais são os principais tipos de flip-flop e suas funções básicas?
SR (SET-RESET): Permite ligar ou desligar uma saída.
D (DATA OU DELAY): Armazena o valor da entrada na borda de clock.
JK: Evolução do SR, com melhor controle de estados.

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