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Direito Trabalhista

Humanas / Sociais
Maria, 70 anos de idade, sempre trabalhou como costureira, tirando seu sustento dessa atividade. Ela é viúva, mas não recebe pensão por morte. Mora sozinha em casa própria. No último ano, as condições de saúde de Maria se deterioraram, de forma que ela não consegue mais manter a produção de costuras que lhe garantia a sobrevivência. Hoje, ela consegue cerca de R$ 340,00 (trezentos e quarenta reais) por mês, fazendo pequenos consertos em roupas. Ela possui síndrome do túnel do carpo e artrite em ambas as mãos, razão pela qual costurar é extremamente doloroso para ela. Diante de toda essa situação, ela requereu junto ao INSS o benefício de prestação continuada – Loas, mas seu pedido foi indeferido, sob a alegação de que a renda auferida por Maria é superior à que a lei exige para a concessão do benefício. (Fonte: rota de aprendizagem da aula 01). De acordo com a situação hipotética apresentada e com os estudos em aula, escolha a alternativa que responde se, nesse caso, está ou não correta a autarquia previdenciária e de que forma Maria pode provar a sua condição de miserabilidade? A A autarquia previdenciária não está correta.
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Daria Niche

há 2 meses

Respostas

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há 2 meses

Para analisar a situação de Maria e a decisão do INSS, precisamos considerar os critérios para a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC) da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS). Esse benefício é destinado a pessoas idosas ou com deficiência que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção e cuja renda familiar per capita seja inferior a um quarto do salário mínimo. No caso de Maria, mesmo que ela tenha uma renda de R$ 340,00, é necessário avaliar se essa quantia é suficiente para sua sobrevivência, considerando suas condições de saúde e a possibilidade de despesas com tratamento. Além disso, a renda deve ser analisada em relação à composição familiar e à renda per capita. Se a autarquia previdenciária indeferiu o pedido com base apenas na renda de R$ 340,00, sem considerar a situação de vulnerabilidade e as despesas que Maria pode ter, então a autarquia não está correta. Portanto, a alternativa correta é: A autarquia previdenciária não está correta. Maria pode provar sua condição de miserabilidade apresentando documentos que comprovem suas despesas mensais, laudos médicos que atestem suas condições de saúde e qualquer outro documento que demonstre sua situação de vulnerabilidade social.

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