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A resistência à discriminação racial tem inúmeras expressões intelectuais e populares, seja nos Estados Unidos, nas Antilhas, na Europa ou na África, sendo identificadas, desde o início do século XX, com a noção de negritude, que diz respeito à
A) a negação de acontecimentos históricos associados à escravidão e à ocupação imperialista.
A) a negação de acontecimentos históricos associados à escravidão e à ocupação imperialista.
B) a unificação dos dialetos do continente africano para estabelecer a unidade política.
C) a liderança africana dos movimentos pelos direitos civis em curso nos outros continentes.
D) a valorização das características culturais e físicas negras no contexto da ancestralidade e da diáspora africana.
E) a ocidentalização da cultura africana como forma de combate ao colonizador.
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há 3 meses

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há 3 meses

A noção de negritude, que surgiu como uma resposta à discriminação racial e à valorização da cultura negra, enfatiza a importância da identidade, cultura e história dos povos africanos e da diáspora africana. Vamos analisar as alternativas: A) a negação de acontecimentos históricos associados à escravidão e à ocupação imperialista - Esta opção não reflete a essência da negritude, que busca reconhecer e valorizar a história, não negá-la. B) a unificação dos dialetos do continente africano para estabelecer a unidade política - Embora a unidade seja um aspecto importante, a negritude não se limita a isso. C) a liderança africana dos movimentos pelos direitos civis em curso nos outros continentes - Embora a liderança seja relevante, a negritude é mais sobre a valorização da cultura e identidade. D) a valorização das características culturais e físicas negras no contexto da ancestralidade e da diáspora africana - Esta opção reflete exatamente o que a negritude representa, que é a valorização da cultura negra e a conexão com a ancestralidade. E) a ocidentalização da cultura africana como forma de combate ao colonizador - Esta opção é contrária ao conceito de negritude, que busca valorizar a cultura africana, não ocidentalizá-la. Portanto, a alternativa correta é: D) a valorização das características culturais e físicas negras no contexto da ancestralidade e da diáspora africana.

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A teoria da democracia racial, derivada a partir da hipótese de pesquisa desenvolvida por Gilberto Freyre, principalmente com sua obra ¿Casa-Grande e Senzala¿, pode ser relacionada à política de cotas implementada nos institutos federais a partir da Lei 12.711 de 29 de agosto de 2012.
Dentre as opções abaixo, marque a CORRETA em relação aos conteúdos do enunciado acima.
d) A teoria da democracia racial, derivada da obra de Freyre, mascara em grande medida a violência praticada por brancos contra negros no Brasil, sustentando de certo modo parte das críticas atribuídas à adoção de cotas raciais no país.
a) A teoria desenvolvida por Gilberto Freyre contribui para explicar a diferença entre os níveis de violência racial ocorridos nos EUA e no Brasil, bem como sustenta teoricamente a política de cotas raciais adotada em nosso país.
c) A teoria desenvolvida por Freyre atribui uma visão romantizada da realidade, tornando invisíveis várias formas de violência praticadas por brancos europeus em relação aos negros. A política de cotas raciais, nesse sentido, visa validar a teoria de Freyre.
e) A teoria da democracia racial de Freyre tem por princípio desvelar todas as formas de violência de brancos contra negros no Brasil, amparando teoricamente a adoção de cotas raciais como forma de compensação histórica.
b) A teoria da democracia racial, derivada da obra de Freyre, sustenta uma suposta convivência pacífica e democrática entre os negros, indígenas e brancos europeus, de modo a sustentar a política de cotas raciais.

Acerca do tráfico negreiro, é correto afirmar que
Leia o texto.
A) entre os séculos XVI e XVIII, o norte da África foi, quase exclusivamente, a região fornecedora de mão de obra compulsória para o Brasil e o resto da América colonial, mas essa situação foi radicalmente transformada com a ação do governo da França que proibiu, após a Revolução Francesa, a retirada de escravos de qualquer parte da África.
B) no século XVI, os portos ao longo do litoral de Daomé forneceram o maior número de escravos, e nos séculos XVII e seguintes, as regiões do Congo e de Angola tornaram-se os centros mais importantes de exportação de escravos; além disso, Salvador e Rio de Janeiro foram os grandes centros importadores de escravos.
C) a efetiva entrada de escravos africanos no Brasil ocorreu a partir da segunda metade do século XVIII, momento no qual já existiam justificativas religiosas e morais para a escravização do homem africano, e, em toda ordem escravista, Moçambique foi a mais importante região fornecedora de escravos.
D) nos séculos XVI e XVII, a preferência dos senhores de terra do Brasil recaía sobre a exploração da mão de obra compulsória dos índios, mas com a definitiva proibição de escravizar os indígenas, no princípio do século XVIII, com o início do tráfico de escravos, optou-se pela exploração exclusiva do escravo africano.
E) desde o século XVI, a preferência dos senhores de engenho recaía sobre os escravos vindos dos portos de Benguela e Cabinda, especialmente os huaças e os jejes, reconhecidos como os homens mais fortes, que conheciam a metalurgia e ofícios mecânicos, além de se apresentarem mais leais aos seus senhores.

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