Ed
há 3 meses
Para responder a essa questão, precisamos considerar o contexto dos estudos de Jessé de Souza e Florestan Fernandes sobre a desigualdade social no Brasil. Florestan Fernandes argumenta que a origem da desigualdade social no Brasil está profundamente ligada ao período colonial e à forma como a sociedade foi estruturada, especialmente em relação à discriminação racial e à hierarquização social que se consolidou durante o regime escravocrata. Analisando as alternativas: A) natural; das características peculiares das raças humanas que promoveram a formação do povo brasileiro. - Essa opção não reflete a análise crítica que ambos os autores fazem sobre a desigualdade. B) contemporânea; da manutenção de privilégios aristocráticos pela constituição de 1988. - Embora a constituição de 1988 tenha suas implicações, não é a origem da desigualdade que Florestan e Jessé discutem. C) medieval; dos conflitos entre judeus e cristãos do período da reconquista da península ibérica. - Essa opção não se relaciona com a análise da desigualdade social brasileira. D) colonial; diretamente da discriminação e hierarquização racial implantada pelo regime escravocrata. - Esta opção está alinhada com a análise de Florestan Fernandes e Jessé de Souza sobre a origem da desigualdade social no Brasil. E) moderna; da ausência de políticas públicas voltadas para a integração dos libertos ao mercado de trabalho capitalista após a abolição da escravidão. - Embora essa questão seja relevante, não é a origem que Florestan e Jessé enfatizam. Portanto, a alternativa correta que completa adequadamente a proposição é: D) colonial; diretamente da discriminação e hierarquização racial implantada pelo regime escravocrata.
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