Ed
há 9 meses
Para responder a essa questão, precisamos considerar a evolução da hanseníase tuberculoide dimorfa (borderline) e as opções de tratamento disponíveis. A paciente apresenta agravamento das lesões cutâneas, dor neurítica e fraqueza, o que pode indicar uma reação hansênica, como a reação tipo 1 (reação reversa) ou a reação tipo 2 (eritema nodoso hansênico). O tratamento para essas reações geralmente envolve o uso de corticosteroides, especialmente se houver dor neurítica significativa e agravamento das lesões. Vamos analisar as opções: A) Manter o tratamento e adicionar ofloxacina e claritromicina - Não é uma abordagem padrão para a hanseníase em reação. B) Manter o tratamento e realizar biópsia com cultura de uma das lesões cutâneas - Embora a biópsia possa ser útil, não é uma intervenção terapêutica imediata para o agravamento das lesões. C) Retirar a rifampicina e iniciar talidomida - A talidomida é usada em algumas situações, mas não é a primeira linha para reações hansênicas. D) Retirar a rifampicina e adicionar clofazimina e prednisona - Esta opção é a mais adequada, pois a prednisona é um corticosteroide que pode ajudar a controlar a reação hansênica e a clofazimina pode ser utilizada no tratamento da hanseníase. Portanto, a intervenção terapêutica mais adequada é: D) Retirar a rifampicina e adicionar clofazimina e prednisona.
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