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Quais as características das Medidas Provisórias?

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As Medidas Provisórias (MPs) possuem algumas características principais: 1. Urgência e Relevância: São editadas em situações de urgência e relevância, quando há necessidade de uma ação imediata. 2. Efeito Imediato: Têm efeito imediato, ou seja, produzem efeitos desde a sua publicação, mesmo antes de serem aprovadas pelo Congresso Nacional. 3. Prazo de Vigência: Têm um prazo de validade de 60 dias, podendo ser prorrogadas por mais 60 dias, totalizando 120 dias. 4. Aprovação pelo Congresso: Devem ser apreciadas pelo Congresso Nacional, que pode aprová-las, rejeitá-las ou modificá-las. 5. Conversão em Lei: Se aprovadas, as MPs são convertidas em lei. Se não forem aprovadas dentro do prazo, perdem a eficácia. Essas características fazem das Medidas Provisórias um instrumento importante para a atuação do Executivo em situações que demandam rapidez.

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O Município de Capivara, por meio de sua Câmara de Vereadores, aprovou determinada lei com o fulcro de interpretar ponto obscuro do Código Tributário Municipal. Considere que tal lei não impõe a aplicação de penalidades e que não foi determinada, em seus dispositivos, a sua vigência.
Sobre a aplicação dessa lei, podemos afirmar que:
a) Aplica-se imediatamente aos fatos geradores futuros e aos pendentes, assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início, mas não esteja completa, não podendo retroagir.
b) Aplica-se, respeitado o princípio da anterioridade, aos fatos geradores futuros e aos pendentes, assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início, mas não esteja completa, não podendo retroagir.
c) Aplica-se, respeitado o prazo de vacatio legis de quarenta e cinco dias, aos fatos geradores futuros e aos pendentes, assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início, mas não esteja completa, não podendo retroagir.
d) Aplica-se aos fatos geradores futuros e aos pendentes, assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início, mas não esteja completa, podendo retroagir, aplicando-a a ato ou fato pretérito, por ser expressamente interpretativa.
e) Aplica-se, respeitado o prazo de vacatio legis de quarenta e cinco dias, aos fatos geradores futuros e aos pendentes, assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início, mas não esteja completa, podendo retroagir, aplicando-a a ato ou fato pretérito, por ser expressamente interpretativa.

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