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Quais as características da Lei Complementar?

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As características da Lei Complementar são: 1. Hierarquia: A Lei Complementar está acima das leis ordinárias, mas abaixo da Constituição. 2. Matéria: Regula matérias que a Constituição determina que devem ser tratadas por lei complementar, como normas gerais sobre impostos, entre outras. 3. Quórum: Para sua aprovação, exige um quórum qualificado, ou seja, a maioria absoluta dos membros da casa legislativa. 4. Iniciativa: Pode ser proposta por qualquer membro do Legislativo, pelo Presidente da República ou por iniciativa popular, dependendo do tema. 5. Eficácia: Tem eficácia imediata, ou seja, entra em vigor assim que é publicada, salvo disposições em contrário. Essas características ajudam a entender o papel e a importância das Leis Complementares no ordenamento jurídico brasileiro.

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O Município de Capivara, por meio de sua Câmara de Vereadores, aprovou determinada lei com o fulcro de interpretar ponto obscuro do Código Tributário Municipal. Considere que tal lei não impõe a aplicação de penalidades e que não foi determinada, em seus dispositivos, a sua vigência.
Sobre a aplicação dessa lei, podemos afirmar que:
a) Aplica-se imediatamente aos fatos geradores futuros e aos pendentes, assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início, mas não esteja completa, não podendo retroagir.
b) Aplica-se, respeitado o princípio da anterioridade, aos fatos geradores futuros e aos pendentes, assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início, mas não esteja completa, não podendo retroagir.
c) Aplica-se, respeitado o prazo de vacatio legis de quarenta e cinco dias, aos fatos geradores futuros e aos pendentes, assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início, mas não esteja completa, não podendo retroagir.
d) Aplica-se aos fatos geradores futuros e aos pendentes, assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início, mas não esteja completa, podendo retroagir, aplicando-a a ato ou fato pretérito, por ser expressamente interpretativa.
e) Aplica-se, respeitado o prazo de vacatio legis de quarenta e cinco dias, aos fatos geradores futuros e aos pendentes, assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início, mas não esteja completa, podendo retroagir, aplicando-a a ato ou fato pretérito, por ser expressamente interpretativa.

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