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São tributos criados por lei complementar, exceto:
a) Empréstimos compulsórios.
b) Imposto federal sobre grandes fortunas.
c) Impostos residuais.
d) Contribuições residuais.
e) Imposto estadual sobre renda e proventos de qualquer natureza.
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Desafios para Aprender

ano passado

Respostas

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Para responder a essa questão, precisamos entender quais tributos são criados por lei complementar e quais não são. Analisando as alternativas: a) Empréstimos compulsórios - São tributos que podem ser criados por lei complementar, portanto, não é a resposta correta. b) Imposto federal sobre grandes fortunas - Este imposto ainda não foi instituído no Brasil, mas, se fosse, seria criado por lei complementar. Portanto, não é a resposta correta. c) Impostos residuais - Esses impostos são criados pela União, Estados e Municípios, mas não necessariamente por lei complementar. Portanto, essa pode ser a resposta correta. d) Contribuições residuais - Assim como os impostos residuais, as contribuições podem ser criadas por lei ordinária, então não é a resposta correta. e) Imposto estadual sobre renda e proventos de qualquer natureza - Este imposto é criado por lei ordinária, não por lei complementar, então essa é uma possível resposta. Após essa análise, a alternativa que se destaca como a que não é criada por lei complementar é a e) Imposto estadual sobre renda e proventos de qualquer natureza.

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O Município de Capivara, por meio de sua Câmara de Vereadores, aprovou determinada lei com o fulcro de interpretar ponto obscuro do Código Tributário Municipal. Considere que tal lei não impõe a aplicação de penalidades e que não foi determinada, em seus dispositivos, a sua vigência.
Sobre a aplicação dessa lei, podemos afirmar que:
a) Aplica-se imediatamente aos fatos geradores futuros e aos pendentes, assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início, mas não esteja completa, não podendo retroagir.
b) Aplica-se, respeitado o princípio da anterioridade, aos fatos geradores futuros e aos pendentes, assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início, mas não esteja completa, não podendo retroagir.
c) Aplica-se, respeitado o prazo de vacatio legis de quarenta e cinco dias, aos fatos geradores futuros e aos pendentes, assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início, mas não esteja completa, não podendo retroagir.
d) Aplica-se aos fatos geradores futuros e aos pendentes, assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início, mas não esteja completa, podendo retroagir, aplicando-a a ato ou fato pretérito, por ser expressamente interpretativa.
e) Aplica-se, respeitado o prazo de vacatio legis de quarenta e cinco dias, aos fatos geradores futuros e aos pendentes, assim entendidos aqueles cuja ocorrência tenha tido início, mas não esteja completa, podendo retroagir, aplicando-a a ato ou fato pretérito, por ser expressamente interpretativa.

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